Siren: Novos vídeos e pôster destacam a chegada de mais sereias à série
O canal pago Freeform divulgou o pôster, dois trailers e uma cena da 2ª temporada de “Siren”. E enquanto um dos vídeos mostra que Ryn começa a se adaptar à vida na Terra, os demais e o cartaz destacam a chegada de novas sereias em busca de refúgio na cidadezinha de Bristol Cove. Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, trazidos à tona pela pesca sem controle que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como Ryn, a sereia principal. E é curioso que a atriz também tenha vivido uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, antes de ser contratada para a série. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019.
Trailer da 3ª temporada de True Detective explora mistério que atravessa décadas
A HBO divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “True Detective”, ainda sem legendas. Bastante atmosférica, a prévia revela o crime que obceca o detetive policial vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”): o sumiço de duas crianças, que saíram de casa de bicicleta e nunca mais voltaram. Esse crime assombra o protagonista, enquanto seu cabelo, pele e figurino se alteram pela passagem do tempo. Às vezes jovem, investigando o mistério, outras vezes bem velho, assombrado pelas recordações do passado, as mudanças do personagem sugerem um retorno à estrutura da 1ª temporada, com uma investigação que atravessa décadas. Mas com uma diferença básica: a trama se desenrola em três épocas distintas, em vez de adotar duas linhas temporais (presente e flashback) como antes. Assim como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali, o elenco central destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”), Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Ray Fisher (“Liga da Justiça”). A estreia está marcada para 13 de janeiro.
Get Shorty é renovada para a 3ª temporada
O canal pago Epix anunciou a renovação da série “Get Shorty” para sua 3ª temporada. A série estrelada por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) e Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) é uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”, de 1995. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. “Get Shorty” é a terceira série baseada nos livros de Leonard, após “Karen Sisco” e “Justified”, e foi criada pelo roteirista Davey Holmes, que escreveu episódios de “Shameless” e “In Therapy”. Na trama, Chris O’Dowd vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme. O papel é similar, mas não igual, ao vivido por John Travolta no filme de 1995 e sua continuação “Be Cool: O Outro Nome do Jogo” (2005). Ray Romano, por sua vez, vive um produtor decadente de filmes de baixa qualidade, que se torna parceiro de Miles em sua tentativa de se estabelecer na indústria cinematográfica. Trata-se, por sua vez, de uma versão do personagem vivido por Gene Hackman no cinema. A 2ª temporada ainda acrescentou a atriz Felicity Huffman (das séries “Desperate Houswives” e “American Crime”) ao elenco como Clara Dillard, uma agente do FBI de instinto maternal, que investiga a organização criminosa da história. Com sete novos episódios, a 3ª temporada vai estrear em 2019 no Epix, que foi recentemente adquirido pelo estúdio MGM com planos de usar o canal para desenvolver séries baseadas em sua vasta filmografia de clássicos. A adaptação de “O Nome do Jogo” é a primeira aposta nesse sentido.
Goliath é renovada e ganha reforços de peso para sua 3ª temporada
O serviço de streaming Amazon Prime Video renovou a série Goliath para sua 3ª temporada. Além disso, adiantou a sinopse e anunciou algumas adições de peso ao elenco dos próximos episódios. Os atores Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Amy Brenneman (“The Leftovers”), Beau Bridges (“Homeland”), Griffin Dunne (“House of Lies”), Sherilyn Fenn (“Twin Peaks”) e Shamier Anderson (“Destroyer”) entram no drama criado pelo produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”). Eles se juntam a Billy Bob Thornton, que retorna como o protagonista Billy McBride, um advogado que busca redenção ao defender pessoas vulneráveis que tem pouca chance de conseguir justiça. A 3ª temporada vai lidar com a morte inesperada do protagonista, que o levará a pegar um caso na região quase desértica de Central Valley, onde entra em conflito com um fazendeiro bilionário (Quaid) e sua irmã (Brenneman). Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos.
One Dollar é primeira série cancelada na plataforma CBS All Access
A série “One Dollar” foi cancelada pela plataforma CBS All Access após a 1ª temporada, tornando-se a primeira produção original do serviço de streaming a ser cancelada desde seu lançamento em 2014. O enredo de tramas paralelas não envolveu o público, como já tinha acontecido anteriormente com outras séries com a mesma estrutura – “Crash”, “Lucky 7”, “Six Degrees”, etc. A trama de diversos personagens mostrava como uma nota de um dólar conecta um grupo de personagens a uma investigação de assassinatos múltiplos. Trocado de mãos em mãos, o dólar marcado percorria uma jornada por diferentes pontos de vista de classe social e cultura, revelando aspectos e segredos escondidos do local em que o crime aconteceu. A série foi criada por Jason Mosberg (roteirista do filme “Arsenal”) e seu elenco incluía John Carroll Lynch (“American Crime Story”), Nathaniel Martello-White (“Esquadrão Red Tails”), Christopher Denham (série “Billions”), Leslie Odom Jr. (“Assassinato no Expresso Oriente”), Philip Ettinger (série “The Mist”), Kirilee Berger (“Agente K.C.”), Gracie Lawrence (“O Babá(ca)”), Josué Bitton (série “The Night Of”) e Jeff Perry (série “Scandal”). Com produção e direção do cineasta Craig Zobel (dos filmes “Obediência” e “Os Últimos na Terra”, além da série “The Leftovers”) para o estúdio Anonymous Content, “One Dollar” foi exibido de 30 de agosto a 1 de novembro nos Estados Unidos.
Atriz de Maze Runner viverá patinadora de gelo em série da Netflix
A atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, foi confirmada como protagonista de “Spinning Out”, nova série da Netflix sobre o competitivo mundo da patinação no gelo. Ela vai substituir Emma Roberts (“American Horror Story”), que chegou a ser anunciada, mas precisou deixar a produção devido a um conflito de agendas. A personagem de Scodelario se chama Kat Baker, uma patinadora profissional prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda que fez com que ela perdesse uma competição importante. É quando ela descobre uma oportunidade de continuar a carreira na categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. A nova parceria, entretanto, “ameaça revelar um segredo que Kat guardou por toda a vida”. Juntos, os dois terão que passar por provações emocionais e físicas que os conduzirão até a realização do sonho olímpico. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, e dividirá a produção com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). A 1ª temporada terá 10 episódios e ainda não há previsão de estreia.
Estrela de Dirty Dancing terá papel importante no retorno da série Grey’s Anatomy
A atriz Jennifer Grey, estrela do clássico “Dirty Dancing: Ritmo Quente” (1987), vai participar da segunda metade da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Segundo o TVLine, ela vai aparecer em múltiplos episódios, mas não há detalhes sobre seu papel – embora o site tenha brincado com o nome da atriz e da série, sugerindo que ela nasceu para participar dessa produção. No território das especulações, as apostas são que ela interpretará a mãe de Jo Wilson-Karev (personagem de Camilla Luddington). Atualmente em pausa de fim de ano, “Grey’s Anatomy” retoma sua 15ª temporada somente no dia 17 de janeiro.
Apple vai produzir novos desenhos animados de Snoopy e Charlie Brown
A Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz, para sua futura plataforma de streaming. O acordo foi fechado entre a Apple e o grupo canadense DHX Media, que possui 80% dos direitos de Snoopy e os Peanuts, “em um contexto altamente competitivo”, em disputa com outros candidatos, segundo a agência AFP. A DHX comprou os direitos dos Peanuts em 2017, por 345 milhões de dólares. A empresa vai produzir as novas animações e também criará programas educativos que incluem os Peanuts, exclusivamente para a Apple.
Cybill Shepherd diz que teve série cancelada por não querer sexo com o presidente da CBS
A atriz Cybill Shepherd denunciou que sua bem-sucedida série de comédia “Cybill” foi cancelada nos anos 1990 porque ela se recusou a ser assediada por Les Moonves, o ex-presidente da rede CBS, demitido do cargo após diversas acusações de abuso sexual. Em entrevista à rádio Sirius XM, a atriz contou que Moonves pediu para levá-la para sua casa depois de um jantar marcado por seus assistentes. “Ele ficava dizendo que sua esposa não o excitava, uma amante não o excitava”, disse a atriz. “E em seguida emendou: ‘Bem, por que você não me deixa te levar para casa?'”. Ela se recusou e sua série foi abruptamente cancelada logo depois. O último episódio terminou em um cliffhanger a “ser continuado” que nunca encontrou resolução, dois anos após “Cybill” vencer o Globo de Ouro como Melhor Série de Comédia. Moonves foi acusado de silenciar mulheres com quem supostamente se envolveu em conduta sexual imprópria, e as alegações contra ele desencadearam uma investigação sobre uma possível epidemia de má conduta na CBS. Nesta semana, a rede aceitou indenizar a atriz Elisa Dushku em US$ 9,5 milhões por assédio sofrido durante sua participação na série “Bull” no ano passado. Para evitar ser demitido, o executivo acertou sua demissão em setembro, mantendo direito a uma fortuna de compensação financeira. As acusações contra Moonves chegaram à público em julho nas páginas da revista New Yorker, numa reportagem escrita por Ronan Farrow, que trouxe seis mulheres alegando ter sofrido abusos do executivo. Outras seis mulheres alegaram outros casos de assédio, retaliação, intimidação e sexo oral forçado em um segundo artigo publicado em setembro. No dia seguinte, a CBS anunciou que Moonves se demitiria. Moonves negou as acusações. Ele disse à New Yorker que “teve relações consensuais” com três das seis mulheres do artigo de setembro, e que ele “nunca usou minha posição para prejudicar a carreira das mulheres”. “Alegações falsas de décadas atrás estão sendo feitas contra mim que não são consistentes com quem eu sou”, disse Moonves em um comunicado após sair da CBS. “Estou profundamente triste por estar deixando a empresa.” No início deste mês, o New York Times informou que alegações adicionais de má conduta sexual contra Moonves haviam surgido como parte de uma investigação de advogados que o conselho da CBS contratou para investigar as alegações iniciais. De acordo com o relatório do Times, a investigação encontrou alegações adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”. A CBS não quis comentar as novas alegações de Shepherd.
Eliza Dushku recebe indenização milionária após sofrer assédio nas gravações da série Bull
A rede americana CBS pagará US$ 9,5 milhões à atriz americana Eliza Dushku, que denunciou ter sido alvo de assédio quando participou da série “Bull”,. Conhecida por papéis nas séries “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Dollhouse” e na comédia “As Apimentadas”, Dushku tinha assinado um contrato para trabalhar em três episódios da 1ª temporada da série “Bull”, com a opção de transformar sua personagem numa integrante fixa da atração. Mas durante as gravações, ela foi assediada pelo ator principal da série, Michael Weatherly. Ao denunciar os comentários “incômodos” à produção, ela foi dispensada após sua participação. Segundo apurou o jornal The New York Times, Weatherly fez um comentário a Dushku, diante da equipe da série “Bull”, sobre a sua aparência, outro sobre sexo a três e uma piada envolvendo um estupro. A atriz de 37 anos denunciou que, após confrontar o ator por suas palavras, foi retirada da série e considerou que sua demissão tivesse ocorrido em represália por sua atitude. O New York Times apurou que o caso foi para mediação da CBS, que, após quase dois anos, concluiu que o melhor a fazer era firmar um acordo confidencial pelo qual a atriz receberá US$ 9,5 milhões de indenização – o equivalente ao que teria recebido se tivesse atuado em quatro temporadas na série televisiva. A CBS anunciou publicamente que fechou o acordo e prometeu melhorar as condições de trabalho em suas produções. Além de exibir “Bull”, a CBS é uma das produtoras da atração. “As acusações de Dushku são um exemplo que, apesar de seguirmos comprometidos com uma cultura definida por um lugar de trabalho seguro, inclusivo e respeitoso, nossa meta ainda está longe de ser conseguida”, disse a emissora em comunicado. Não há menções a nenhuma punição para Michael Weatherly. Mas o ator emitiu uma nota com o que deveria ser um pedido de desculpas, ao mesmo tempo em que tentou eximir-se de qualquer responsabilidade na dispensa da atriz. “Durante o transcorrer das gravações de nosso programa, fiz algumas piadas zombando de algumas linhas do roteiro. Quando Eliza me disse que não estava confortável com a minha linguagem e tentativa de humor, eu fiquei mortificado por tê-la ofendido e imediatamente me desculpei. Depois de refletir sobre isso, entendo melhor que o que eu disse não foi engraçado nem apropriado, e sinto muito e lamento a dor que isso causou a Eliza.” E completa: “Pela minha lembrança, eu não disse a ninguém como eles deveriam fazer o seu trabalho em relação à contratação ou demissão de ninguém.” “Bull” encerrou a primeira metade de sua 3ª temporada na segunda-feira (10/12). A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em setembro, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, a rede CBS identificou o que classificou de “cultura de abuso” dentro da empresa. De acordo com um relatório de uma empresa contratada pela CBS para investigar as alegações, foram apuradas denúncias adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”.
Filme derivado de Downton Abbey ganha primeiro teaser
A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro teaser do filme derivado da série britânica “Downton Abbey”. A prévia mostra apenas o cenário conhecido da atração, por dentro e por fora. E revela que o filme terá o mesmo título da série. Talvez por isso também existam muitos avisos sobre o lançamento da produção ser exclusivo dos cinemas. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, “Downton Abbey” tem direção de Michael Engler, que trabalhou na atração, e contará com as voltas de Michelle Dockery, Maggie Smith, Elizabeth McGovern e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. O filme não contará, porém, com a atriz que ganhou mais projeção após o final da série. Lily James justificou sua decisão de não participar das filmagens dizendo que não fazia sentido narrativo mostrar Lady Rose de volta para a Inglaterra. Por outro lado, o elenco será encorpado com várias estrelas convidadas, incluindo Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), Geraldine James (“Anne com um E”), David Haig (“Florence: Quem é Essa Mulher?”), Tuppence Middleton (“Sense8”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”) e Stephen Campbell Moore (“The Last Post”). Os detalhes da história ainda estão sendo mantidos em sigilo. Mas ela vai se passar após os eventos finais mostrados na série, que durou seis temporadas no canal britânico ITV. O lançamento foi marcado para 13 de setembro no Reino Unido e uma semana depois nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.
Robin enfrenta Batman no trailer violento do final da temporada de Titãs
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 1ª temporada de “Titãs” (Titans). E a prévia já está dando o que falar. Se, até então, as cenas de violência vinham sendo toleradas, ao mostrar Batman pela primeira vez a série ultrapassa limites. O trailer mostra Batman como um assassino ensandecido, que mata o Coringa e provoca um massacre de vilões. Isto leva o Robin atual a pedir ajuda ao Robin original. Jason Todd aparece de cadeira de rodas, para aumentar o impacto. Há closes no cadáver do Coringa. Na mão enrijecida de Duas Caras, ainda segurando sua moeda da sorte. E tudo conduz a um confronto entre pupilo e mestre, com os Titãs incentivando Dick Grayson a enfrentar Batman. Melhor aguardar pelo episódio para protestar contra a forma como o Cavaleiro das Trevas está sendo retratado. Afinal, a DC não autorizaria, supostamente, a transformação de seu herói mais famoso num serial killer. E o jeito como o episódio anterior encerrou sugere que se trata de um pesadelo/delírio de Dick Grayson. Vale reparar que, em nenhum momento, o vídeo mostra o rosto de Batman – sem revelar quem interpreta o herói ou se é realmente Bruce Wayne que está sob o famoso capuz. O que ajuda a caracterizar a aparição como pesadelo. O elenco central da série é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. O final da 1ª temporada vai ao ar na próxima sexta (21/12) nos Estados Unidos. E a série finalmente estreia no Brasil duas semanas depois, em 11 de janeiro, via Netflix.
Emmy muda regras para dificultar que episódios de séries concorram como Melhor Telefilme
A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou mudança nas regras da premiação do Emmy, que já valerão para a consagração dos melhores da TV em 2019. A principal alteração foi na disputa de Melhor Telefilme. Após três episódios/especiais consecutivos de séries vencerem a categoria, a Academia decidiu evitar uma quarta reprise, estabelecendo uma duração mínima para candidatos ao prêmio. Para ser considerado um telefilme, as produções precisarão ter no mínimo 75 minutos (1h15) de duração. Isto evitaria, por exemplo, que o episódio “San Junipero”, da 3ª temporada de “Black Mirror”, levasse o Emmy em 2017. Com sua duração de 61 minutos, não seria elegível para a categoria nas novas regras. Por outro lado, em 2016 e 2018, o Emmy de Melhor Telefilme foi vencido por “The Abominable Bride” (episódio de “Sherlock”) e “USS Callister” (outro de “Black Mirror”). Ambos têm mais de 75 minutos e continuariam capazes de competir na categoria. Além desta mudança, a Academia criou uma nova categoria para premiar compositores de trilha sonora de séries documentais e dividiu o troféu de Melhor Coreografia, dando uma premiação para programas de variedade e outro para séries ficcionais. Por fim, o Emmy também aumentou em um mês seu prazo de elegibilidade. Antes, qualquer série que exibisse mais de metade de sua temporada até o dia 31 de maio era elegível para a premiação daquele ano. Agora, o prazo vale até o final de junho.












