O Escolhido: Nova série brasileira da Netflix apresenta elenco
A Netflix divulgou o elenco e alguns detalhes sobre “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. A foto acima reúne os atores principais da atração: Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que será adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A versão brasileira vai acompanhar três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. “O Escolhido” estreia na Netflix ainda em 2019.
Samantha! vira “Samonstra” no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Samantha!”, primeira e por enquanto única série de comédia brasileira da plataforma. A prévia mostra uma nova reviravolta na falta de carreira da ex-atriz mirim do título. Seus ex-coleguinhas de programa infantil resolveram escrever um livro para denunciar a criança horrorosa que ela foi, e a obra vai virar “Samonstra: O Filme”. Em resposta, ela revolve provar que é uma atriz séria e decide fazer teatro. Mas só consegue mostrar que nunca foi atriz na vida. Mais divertida que as séries de “comédia” da Globo, “Samantha!” traz Emanuelle Araújo impagável no papel-título, uma ex-estrela mirim dos anos 1980 que nunca superou a sua época nos holofotes e inventa os esquemas mais bizarros para tentar chamar atenção e relançar sua carreira. A personagem é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. E o elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves), além de diversas participações especiais. O trailer da 2ª temporada, por exemplo, mostra a ex-panicat Nicole Bahls tentando o papel principal na produção de “Samonstra”. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), a série é uma produção da empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga (“A Rainha do Sul”), e estreia seus novos episódios em 19 de abril.
3%: Personagens femininas são destaque nas fotos da 3ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “3%”, que destacam as personagens femininas da trama: Michele (Bianca Comparato), Glória (Cynthia Senek) e Joana (Vaneza Oliveira). Os próximos capítulos mostrarão a Concha, novo lugar descoberto por Michele, que não é nem o Continente, nem o Maralto. Em evento realizada pela plataforma em São Paulo, a diretora Daina Giannecchini explicou o que significa conhecer a Concha. “A questão que fica é: como seria o mundo se você tivesse a oportunidade de fazer do seu jeito? Você consegue fazer do seu jeito?”. A 3ª temporada de 3% ainda não tem previsão de estreia.
Final de The Big Bang Theory ganha data de exibição no Brasil
O canal pago Warner anunciou a data de exibição do episódio final de “The Big Bang Theory” no Brasil. O fim da série, que contará com um episódio duplo e terá uma hora de duração, vai ao ar em 2 de junho, um domingo, às 22h. Assim, o final será visto pelos fãs brasileiros 17 dias após a exibição original nos Estados Unidos, onde o capítulo vai ao ar em 16 de maio. A transmissão será precedida de uma maratona completa da temporada na Warner. Série mais vista dos Estados Unidos, “The Big Bang Theory” vai acabar em sua 12ª temporada, após o astro Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper, anunciar que não assinaria contrato para novos episódios. Ironicamente, Parsons é o único que continuará ligado a seu personagem após o fim da série. O universo de “The Big Bang Theory” recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Parsons é produtor e contribui com narrações para essa atração, que foi renovada para sua 3ª temporada. No Brasil, “The Big Bang Theory” também tem suas primeiras temporadas disponíveis no catálogo do serviço de streaming Globoplay.
Animação sci-fi dublada por Michael B. Jordan chega de surpresa ao Brasil
A série animada “gen:Lock”, dublada por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), chegou de surpresa no Brasil. O serviço de streaming Crunchyroll disponibilizou todos os episódios da atração na sexta (15/3). Inspirada em animes japoneses de ficção científica, a criação de Gray G. Haddock (“Camp Camp”) se passa no futuro, quando a última sociedade livre da Terra está perdendo uma guerra global e uma equipe com diversos pilotos jovens é recrutada para controlar a próxima geração de mechas (robôs gigantes) e proteger o local de qualquer ameaça. Além de Michael B. Jordan, a animação traz as vozes de Dakota Fanning (“The Alienist”), Maisie Williams (“Game of Thrones”) e David Tennant (“Doctor Who”). “gen:Lock” foi produzida originalmente para a plataforma americana Rooster Teeth, que pertence ao mesmo conglomerado da Crunchyroll. Ambas são afiliadas à Otter Media, que, por sua vez, faz parte da WarnerMedia. Com oito episódios, teve exibição semanal nos Estados Unidos, entre 26 de janeiro e 9 de março. Veja abaixo o trailer original abaixo.
2ª temporada de Absentia ganha trailer tenso
A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”). A prévia explora o clima tenso e o mistério em torno da protagonista. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando seu canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá e o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos. Por sinal, a série vai estrear primeiro no canal pago AXN no Brasil, em 1 de abril, antes de ser disponibilizada em streaming. O lançamento na Amazon está agendado só para 14 de junho.
Última temporada exibirá os episódios mais longos de Game of Thrones
A HBO confirmou que a 8ª e última temporada de “Game of Thrones” contará com os episódios mais longos de toda a série. Até então, o maior episódio da série tinha sido justamente o último exibido, “The Dragon and the Wolf”, que encerrou a 7ª temporada com 1h19. Este recorde vai virar cinzas diante do terceiro capítulo, que terá 1h22 de duração, praticamente a extensão de um filme. Rumores quase confirmados apontam que este também será o episódio da maior batalha já registrada na série – ou seja, na história da televisão. O detalhe é que os episódios seguintes também terão duração cinematográfica. Serão mais três “filmes” seguidos, com capítulos de 1h18 e 1h20 minutos, para encerrar a história. Apenas os dois primeiros episódios terão menos de 1 hora, e o menor de todos será a estreia, prevista para 14 de abril, com 54 minutos. Confira abaixo como ficaram as durações e as datas de exibição dos episódios da 8ª temporada. Episódio 1: 54 minutos – 14 de abril Episódio 2: 58 minutos – 21 de abril Episódio 3: 82 minutos – 28 de abril Episódio 4: 78 minutos – 5 de maio Episódio 5: 80 minutos – 12 de maio Episódio 6: 80 minutos – 19 de maio
Deuses Americanos é renovada para a 3ª temporada
A série “Deuses Americanos” (American Gods), baseada no livro homônimo de Neil Gaiman, foi renovada para a 3ª temporada. Mas os novos episódios contarão com um novo showrunner, Charles “Chic” Eglee (produtor de “Dexter” e “The Walking Dead”), mantendo o costume de trocar os responsáveis pela série a cada temporada. “A audiência continua a venerar ‘Deuses Americanos’ e nós estamos animados para anunciar aos verdadeiros seguidores que há mais desta fantástica série para ser mostrado”, disse Carmi Zlotnik, presidente de programação do canal pago Starz. “Com Chic no comando, as contribuições de Neil Gaiman e o talento inquestionável desta equipe, nós sabemos que a série vai continuar a entregar a visão do livro”, acrescentou. Gaiman comemorou a novidade. “Estou animado que ‘Deuses Americanos’ tenha sido renovada para a 3ª temporada e ainda mais ansioso para trabalhar com Chic Eglee”, disse o escritor, que também é produtor executivo da série. “Chic é o melhor parceiro no crime. Estamos trabalhando juntos por semanas para formar a nova temporada e estou satisfeito que ele vai conduzir a tocha da série para a glória”, completou. A renovação foi confirmada apenas cinco dias após a estreia da 2ª temporada. A rapidez da decisão contrasta com a demora de 21 meses entre o final da temporada inaugural e o lançamento dos novos capítulos. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz “Deuses Americanos”. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. Para retomar as gravações, a produtora promoveu Jesse Alexander (“Agent X”) a showrunner. Mas ele também caiu durante a produção dos novos episódios, após a rejeição de roteiros. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a Fremantle chegou a paralisar a produção até encontrar um final satisfatório para a temporada. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.
Após escândalo de fraude universitária, Lori Loughlin não participará da última temporada de Fuller House
Após ser dispensada das produções do canal Hallmark que estrelava, fontes de várias publicações americanas revelaram que a atriz Lori Loughlin também não deve participar da 5ª e última temporada de “Fuller House”, sitcom da Netflix que retoma os personagens da serie clássica “Três É Demais”. Loughlin foi uma das estrelas de “Três é Demais”, exibida entre 1988 e 1995, e reprisava em “Fuller House” o papel de Tia Becky. O afastamento da atração da Netflix a deixa desempregada, após o cancelamento de sua série de telefilmes “Garage Sale Mysteries” – o 16º longa estava em produção no Canadá – e a suspensão da exibição de “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls) para os roteiristas encontrarem uma forma de retirar sua personagem da trama. Ela e cerca de 50 pessoas, incluindo outra atriz, Felicity Huffman (de “Desperate Housewives”), foram acusadas de pagar para que seus filhos fossem aprovados em universidades de elite, passando por cima do sistema de seleção por méritos – o Enem americano. Loughlin e o marido chegaram a ser presos. Eles pagaram US$ 1 milhão de fiança cada um para responderem ao processo em liberdade. O valor é bem mais elevado do que os US$ 500 mil que o casal teria pago para aprovar suas duas filhas na USC (Universidade do Sul da Califórnia) na cota da equipe de atletismo da universidade, embora elas não participassem do grupo. As filhas, Olivia Jade e Isabella Rose, não retornarão às aulas na universidade após as férias de primavera. Elas temem a represália de outros alunos e decidiram, segundo o site americano TMZ, não continuar na universidade. Olivia, que tem um canal de quase 2 milhões de inscritos no YouTube, chegou a publicar em agosto do ano passado um vídeo afirmando que não se importava com os estudos. Ao responder a perguntas dos seguidores sobre como pretendia conciliar a faculdade com o trabalho, ela disse que “não sabia quantas aulas conseguiria frequentar” e que contaria com a compreensão dos professores. A jovem também disse que estava mais ansiosa para participar dos jogos e das festas organizadas pelos estudantes, e admitiu que “não ligava muito para a escola, como seus fãs sabiam”. Numa entrevista concedida ao site The Blast, ela afirmou que seus pais a obrigaram a estudar porque eles não tiveram educação superior, mas que sua prioridade era ser uma influenciadora digital. Após o escândalo, a jovem de 19 anos perdeu a parceria com a marca de cosméticos Sephora, com quem lançara uma linha com seu nome.
Atriz de Midnight Texas fica com papel de Angelina Jolie na série baseada em O Colecionador de Ossos
A atriz ficou com o principal papel feminino do piloto de “Lincoln”, projeto de série baseada no suspense “O Colecionador de Ossos”. Ela vai viver a policial Amelia Sachs, que no filme de 1999 foi interpretada por Angelina Jolie. O projeto é baseado na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e será interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver vão ganhar segunda chance na TV com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O fato de Hornsby entrar no projeto reflete as baixas expectativas de sua nova série, “Proven Innocent”, que estreou no mês passado na Fox com audiência de cancelamento. O piloto de “Lincoln” ainda precisará agradar aos executivos da NBC para virar série.
Ator de The Walking Dead substitui astro de Punho de Ferro no piloto de nova série policial
O ator Finn Jones, que estrelou a série de super-herói “Punho de Ferro”, cancelada pela Netflix, foi dispensado do piloto de uma nova série em desenvolvimento para a rede americana Fox. Assim como em “Punho de Ferro”, ele viveria o papel-título de “Prodigal Son”. Segundo apurações das publicações americanas, os produtores não teriam gostado da leitura coletiva do roteiro e resolveram mudar o elenco. Em seu lugar, entrou o ator Tom Payne, intérprete de Jesus em “The Walking Dead”, que estava disponível devido à morte de seu personagem na série de zumbis. O “filho pródigo” do título é um psicólogo forense chamado Malcolm Bright, contratado como consultor da polícia de Nova York para ajudar a prender assassinos, devido a sua familiaridade sobre a maneira como eles pensam – Malcolm é filho de um serial killer conhecido como Cirurgião. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento do personagem com seu pai, que está preso após assassinar brutalmente mais de 20 pessoas. O papel do Cirurgião já tinha sido anteriormente anunciado com interpretação de Michael Sheen (“Masters of Sex”). Outros membros da família incluem uma mãe manipuladora, que será vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco também inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”). O piloto foi desenvolvido por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada. A direção está a cargo de Lee Toland Krieger, responsável pelos pilotos de “Riverdale”, “Você”, “Deadly Class” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E, para completar, a produção é do ubíquo Greg Berlanti, o executivo com mais séries simultâneas no ar na atualidade – e em todos os tempos. Para o portfólio de Berlanti aumentar ainda mais, a Fox precisa aprovar o piloto de “Prodigal Son” e fazer a encomenda da 1ª temporada.
Jussie Smollett se declara inocente em juizo da acusação de ter forjado ataque racista e homofóbico
Jussie Smollett, ator da série “Empire”, declarou-se inocente da acusação de ter mentido à polícia ao relatar ter sido vítima de uma agressão racial e homofóbica. Ele se pronunciou no tribunal de Chicago, nesta quinta-feira (14/3), diante do juiz Steven Watkins, designado para seu caso. O ator de 36 anos permaneceu sério e quieto perto de seus advogados, fazendo apenas sua declaração de “não culpado”. Agora, ele deverá voltar ao tribunal no dia 12 de abril para o início do julgamento. Ele enfrenta 16 acusações de conduta desordeira por supostamente ter feito relatos falsos sobre o ataque de que teria sido vítima. Cada acusação implica em uma pena máxima de três anos de prisão e uma multa de US$ 25 mil. Smollett e seus advogados não fizeram comentários ao sair da sala do tribunal. A expectativa é que a história mirabolante comece a fazer mais sentido durante o julgamento, que deve se tornar uma sensação midiática. Abertamente gay, Smollett disse ter sido agredido por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Mas apesar de testemunhar que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio ator em suspeito. A polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos de origem nigeriana por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras – estariam viradas para o lado errado. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator agora se declarou inocente em juízo. Mas, por via das dúvidas, ele foi cortado dos episódios finais da 5ª temporada de “Empire”.
Netflix cancela One Day at a Time após três temporadas
A Netflix cancelou “One Day at a Time” após três temporadas. O anúncio foi feito num raro comunicado de cancelamento da empresa, assinado pelo diretor de conteúdo Ted Sarandos. “Foi uma grande honra trabalhar com o lendário Norman Lear em ‘One Day at Time’. Eu pessoalmente conversei com Norman e os co-criadores Gloria Calderon Kellett e Mike Royce para expressar minha gratidão a eles, todos os roteiristas e a equipe e elenco dedicados, incluindo a brilhante Justina Machado e a deslumbrante Rita Moreno, por criarem uma série com tanto humor, coração e humanidade”, disse Sarandos. “Essa foi uma decisão muito difícil, e estamos agradecidos a todos os fãs que apoiaram a série, nossos parceiros da Sony e todos os críticos que a abraçaram. Embora seja decepcionante que mais espectadores não tenham descoberto ‘One Day at a Time’, eu acredito que a série vai resistir ao teste do tempo”. A Sony Pictures Television, estúdio responsável pela sitcom, tem a intenção de procurar uma nova casa para a série. No entanto, a missão pode ser mais difícil do que parece, por que a Netflix ainda terá os direitos exclusivos das três primeiras temporadas. A série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Na versão da Netflix, a família se tornou latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Com isso, além de fazer graça com situações do cotidiano familiar, a série também discutiu raça e imigração. Mais que isso, como a filha assumiu uma namorada, também pautou homofobia, sem esquecer de alcoolismo, drogas, ansiedade e estresse pós-traumático, em seu – por incrível que pareça – bom humor. Elogiadíssima, “One Day at a Time” tem média de 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas o terceiro ano, disponibilizado em fevereiro em streaming, atingiu nota máxima: 100%.









