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  • Série

    American Horror Story é renovada para mais três temporadas

    10 de janeiro de 2020 /

    O canal pago americano FX anunciou a renovação de “American Horror Story” por mais três temporadas. Isto garante a série no ar até a sua 13ª temporada – um número interessante para uma produção de terror. A série está atualmente produzindo os episódios de seu 10º ano, que serão exibidos no final de 2020. “Ryan [Murphy] e Brad [Falchuk, cocriadores da série] são mestres do terror televisivo. Eles criaram o formato de antologia em temporadas com ‘American Horror Story’, e a sustentaram por quase uma década como a série mais assistida do nosso canal”, comentou John Landgraf, presidente da FX, durante participação no encontro semestral de executivos de TV e imprensa, organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Lançada em 2011, “American Horror Story” popularizou as produções de formato antológico ao contar uma história diferente a cada temporada. A mais recente edição da série, exibida no ano passado, foi batizada de “1984” e apresentou um serial killer à solta num acampamento de verão dos anos 1980.

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  • Série

    Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival

    10 de janeiro de 2020 /

    Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.

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    Parasita vai virar série americana

    10 de janeiro de 2020 /

    O suspense dramático sul-coreano “Parasita”, vencedor do Festival de Cannes e considerado o Melhor Filme de 2019 pela Pipoca Moderna, vai virar série. O diretor do longa, Bong Joon Ho, juntou-se ao cineasta americano Adam McKay (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”) no projeto, que foi oferecido ao mercado. A HB0 entrou firme nas negociações para produzir a obra, mas nada está fechado. McKay tem uma boa relação com o canal, para quem produz “Succession”, que venceu o recente Globo de Ouro 2020 de Melhor Série Dramática. Mas a Netflix também está interessada. “Parasita” também venceu o Globo de Ouro, na categoria de Melhor Filme Internacional. Não há maiores informações sobre como será a série. Não está claro se a ideia é fazer um remake do filme em inglês, como minissérie, ou contar uma história derivada da trama original. Curiosamente, “Parasita” será o segundo longa de Bong Joon Ho a virar série americana. Sua estreia em inglês, “Expresso do Amanhã” (2013), está ganhando uma adaptação do canal pago TNT, com estreia marcada para o começo deste ano.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Edd Byrnes (1933 – 2020)

    9 de janeiro de 2020 /

    O ator Edd Byrnes, mais conhecido pela série clássica “77 Sunset Strip”, morreu nesta quinta (9/1) de causas naturais aos 87 anos. Byrnes chegou em Hollywood em 1955, logo após a morte de James Dean, e conseguiu várias papéis pequenos de “rebelde”, entre eles no clássico de reformatório juvenil “Reform School Girl” (1957). Logo conseguiu se destacar como um assassino que penteava compulsivamente seus cabelos em “Uma Vida em Perigo” (1958). Seu destino era trágico naquele filme, que acabou servindo de ponto de partida para a série “77 Sunset Strip” (1958-1964), mas os produtores gostaram do ator e decidiram mantê-lo – e seu pente – na atração que estavam desenvolvendo, só que em outro papel: Gerald Lloyd Kookson III, o Kookie. O novo personagem era um atendente de estacionamento do clube localizado ao lado da agência dos detetives Stuart Bailey (Efrem Zimbalist Jr.) e Jeff Spencer (Roger Smith), na Sunset Strip de Los Angeles. E quando não estava manobrando conversíveis, costumava aparecer estalando os dedos e penteando o topete rockabilly, numa tentativa de imitar Elvis Presley. De personalidade folgada, mas legal, Kookie foi o protótipo de Fonzie, que surgiria duas décadas depois em “Happy Days”. E virou um fenômeno de popularidade, com muitas fãs adolescentes – ele bateu o recorde de número de cartas recebidas nos estúdios da Warner – e inspirou até uma música, “Kookie, Kookie, Lend Me Your Comb”, que virou disco de ouro em 1959, em gravação de Connie Stevens. Uma vez, Byrnes contou ter aparecido em 26 capas de revistas diferentes… na mesma semana. Mas, infelizmente, não pôde aproveitar essa popularidade. Seu contrato o proibia de assumir papéis de protagonista no cinema. Assim, decidiu abandonar a série. Mas a carreira não decolou como ele imaginava – seu melhor papel foi como coadjuvante de Clint Walker no western “A Lei do Mais Valente” (1959) – , mergulhando no alcoolismo. Assim, acabou negociando um retorno à série, num papel mais destacado, agora como sócio da agência de detetives – e trajando paletó e gravata. Ao final da série, ele filmou um thriller de espionagem com Roger Corman (“A Invasão Secreta”, 1964) e protagonizou “Farra Musical” (Beach Ball, 1965), seu papel mais importante no cinema, dentro do ciclo dos chamados “beach movies”. Neste filme, Byrnes vivia um roqueiro que tenta juntar dinheiro para comprar sua guitarra e acaba entrando em contato com muitos artistas de verdade, via participações especiais das Supremes, The Righteous Brothers, The Four Seasons, The Hondells e até “o sensacional novo grupo” Walker Brothers. Só a trilha sonora já garante a fama de cult da produção. Depois disso, mudou-se para a Europa, onde estrelou vários spaghetti westerns. Sua trajetória, inclusive, inspirou parte da história de “Era uma Vez em Hollywood”. Ele voltou aos EUA nos anos 1970, mas jamais repetiu seu sucesso, reduzindo seu trabalho a diversas aparições em séries – de “As Panteras” a “Ilha da Fantasia”. Mesmo assim, ainda teve um último papel famoso no cinema, embora pequeno, como Vince Fontaine no musical “Grease: No Tempo da Brilhantina” (1978). O personagem era o apresentador (inspirado em Dick Clark) de um concurso televisivo de danças na escola Rydel High. Relembre abaixo. Byrnes continuou aparecendo em séries até os anos 1990 e seu último trabalho foi uma volta ao rock’n’roll, no bem-avaliado telefilme “Shake, Rattle and Roll: An American Love Story” (1999), sobre uma banda fictícia na era de ouro do rock.

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  • Filme

    Ataque terrorista e tentativa de censura tornam Porta dos Fundos “mais populares que Jesus Cristo”

    9 de janeiro de 2020 /

    Foi John Lennon quem criou a expressão “mais populares que Jesus Cristo”, usada para dimensionar o sucesso mundial dos Beatles no auge da Beatlemania – e ao dizer isso quase acabou com a popularidade do grupo, acusado de sacrilégio. Ninguém pode dizer que o Porta dos Fundos comete mais sacrilégio que seu Especial de Natal. Mas, graças à controvérsia criada em torno dele, o nome do Porta dos Fundos passou a ser citado no mundo inteiro, e sempre ao lado do popstar mais popular de todos os tempos – autor do maior hit dos últimos dois mil anos, “Pai Nosso”. Após o ataque de inspiração terrorista e a tentativa de censura de “A Primeira Tentação de Cristo”, o Porta dos Fundos foi parar no New York Times, na Variety, no Washington Post, na BBC, etc. Nem quando os humoristas venceram o Emmy Internacional de melhor comédia – pelo Especial de Natal anterior, “Se Beber Não Ceie” – , houve tamanha cobertura. De modo que, se não ficaram exatamente mais populares que Jesus Cristo, tornaram-se, pelo menos, mais populares que o cantor da música “Jesus Cristo”, que é o artista de outro especial tradicional de fim de ano, Roberto Carlos. O jornal The New York Times afirmou que a tentativa de censurar o especial, já revertida pelo STF, “colocou o filme ao centro de um debate mais amplo sobre censura no Brasil”, mencionando a “guerra cultural do país, que tem crescido desde a eleição do presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro em 2018”. A agência da rede BBC lembrou que Bolsonaro “disse uma vez que preferia ter um filho morto a um filho gay”, e acrescentou: “O filho dele, Eduardo Bolsonaro, chamou o especial da Netflix de ‘lixo’ no Twitter, acrescentando que o Porta dos Fundos ‘não representa a sociedade brasileira'”. E o Washington Post classificou o ataque conservador sofrido pelo Especial como “um dos mais fortes golpes contra a Netflix na América Latina, onde a plataforma produziu dezenas de projetos originais e enfrentou poucas medidas sérias que restringissem o que seus espectadores podem ou não assistir – especialmente num filme feito na e para a região”. A repercussão não ficou apenas na esfera da imprensa. Em entrevista à BBC News Brasil, o uruguaio Edison Lanza, relator da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e principal autoridade da Organização dos Estados Americanos (OEA), defendeu o Porta dos Fundos. Ele afirmou que “não há dúvida” que houve tentativa de censura contra os humoristas. “O fato de um juiz determinar a proibição de um conteúdo com referência religiosa fere claramente a proibição de censura prévia, prevista no Capítulo 13” da Convenção Americana de Direitos Humanos. “O Netflix é um serviço pago, que depende de inscrição e as pessoas têm liberdade de assistir ou não. Ninguém é obrigado. Essa visão sobre Cristo não está sendo imposta”, ele completou, sobre “A Primeira Tentação de Cristo”. O especial também rendeu polêmica na Polônia, onde vice-premiê polonês Jaroslaw Gowin exigiu que a Netflix tirasse o programa de seu catálogo, e onde uma petição online expôs 1,5 milhão de poloneses ao nome do grupo e seu trabalho. “Todo ano, o grupo de ‘comédia’ brasileiro Porta dos Fundos produz um filme de Natal para atacar cristãos e o cristianismo”, diz a petição. Cada iniciativa contra o grupo alimentou uma cobertura mundial crescente, que teve novo capítulo nesta quinta (9/1), com a decisão de Dias Toffoli, presidente do STF, de proibir a censura. Para situar o caso, o jornal inglês The Guardian escreveu que um “juiz no Rio tinha ordenado a proibição do filme, revivendo alegações de censura sob o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro”. A exposição da controvérsia ainda inspirou artigos dedicados a explicar ao público internacional quem afinal era o grupo “Back Door”, que representa um “big deal” no YouTube. Até o site “liberal” (de direita) americana Free the People dedicou um artigo bastante aprofundado para falar do grupo e defender seu direito de satirizar Jesus, sob a ótica da liberdade de expressão numa democracia capitalista. O mais curioso, porém, é constatar que o Porta dos Fundos tem recebido praticamente o mesmo espaço em publicações LGBTQIA+ e religiosas, de esquerda e de direita. Falando bem ou mal, todos divulgam seu nome… para cada vez mais pessoas, em cada vez mais países do mundo. Virou beatlemania, inclusive em algumas reações histéricas – coincidência ou não, Fabio Porchat até usa peruca de Beatle no especial.

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  • Filme

    Retrospectiva: As Melhores Séries de 2019

    9 de janeiro de 2020 /

    Nunca se fez tantas séries como em 2019. O mais impressionante nem é a quantidade, mas a qualidade do material. A disputa por conteúdo premium, alimentada pela consagração do padrão HBO, fez com que o investimento nas produções atingisse níveis cinematográficos. A temporada final de “Game of Thrones” foi uma coleção de filmes. E quem apostava que a HBO sentiria falta dessa série, pode ter se surpreendido com a rapidez com que o canal superou sua ausência com “Chernobyl”, “Euphoria”, “Watchmen” e “Succession”, programas completamente diferentes entre si, mas realizados com o mesmo apuro que alimenta a inveja dos rivais. Não foi por acaso que a WarnerMedia escolheu o nome HBO Max para seu vindouro serviço de streaming. Os lançamentos da Disney+ (Disney Plus) e da Apple TV+ reforçam que as novas plataformas decidiram abordar o streaming como uma variação da TV paga premium. Caríssimas, “The Mandalorian”, da Disney, e “See”, da Apple, buscam o impacto das grandes produções de cinema – ou de “Game of Thrones” – , assim como “The Witcher” e “Perdidos no Espaço”, na Netflix, “Britannia” na Amazon, e outras. Enquanto essas produções buscam esticar os limites épicos das telas pequenas, projetos de sensibilidade indie também cumprem papel importante, revolucionando as comédias. Produções como “Fleabag”, na Amazon, e “Ramy”, infelizmente inédita no Brasil, demonstram que textos adultos e refinados estão tomando o lugar das piadas fáceis. Ainda há produções feitas para quem não quer pensar. Mas são cada vez mais divertidas as séries que buscam risos com maior ambição. Ainda que muitas das produções de 2019 não tenham chegado aos canais nacionais, a maioria encontrou distribuição, graças ao aumento de opções provenientes da guerra dos streamings. Apple TV+ e Starz Play foram as principais novidades do mercado, juntando-se à Netflix, Amazon e uma ousada Globoplay, que, além de material próprio, também apostou fortemente na oferta de séries internacionais. Mas este cenário de crescimento pode enfrentar turbulência no Brasil em 2020. A Disney+ (Disney Plus) não tem previsão de estreia no país e a HBO Max considera friamente nem lançar sua plataforma por aqui. No caso da Disney+ (Disney Plus), o problema é o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que pretende rever a compra da Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. Em relação à HBO Max, o entrave é a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que tem posição contrária à compra da Warner pela AT&T, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no Brasil. O que acontece é que a WarnerMedia é controladora dos canais Turner, Cartoon, Warner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira, e é proibido no país que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. As leis brasileiras foram ultrapassadas pelas fusões mundiais de conglomerados, fomentadas como estratégia de negócios para priorizar o streaming. E, em vez de avançar essa discussão, o Congresso programou votações de projetos de lei para taxar esses serviços – o que, estrategicamente, deveria ser discutido após a chegada deles no pais, não antes. Além dos citados Disney+ (Disney Plus) e HBO Max, o Brasil poderia receber em breve os serviços Peacock, Hulu e CBS All Access. Esta globalização de conteúdo, porém, é inevitável e já gera impacto cultural, capaz de produzir um fenômeno como “La Casa de Papel”, sucesso internacional que se tornou mais referenciado no Brasil que muitas séries americanas, além de polêmicas, como a briga do governo russo com a HBO por conta de “Chernobyl”, ou protestos do governo polonês contra o Especial de Natal do Porta dos Fundos. Outro aspecto desta explosão de conteúdo é que, quando maior a produção, mais vozes têm ganhado representação, numa democratização histórica de temas e personagens. Uma série como “Pose”, com elenco majoritariamente transexual, é consequência direta dessa multiplicação de opções. Há 15 anos, “The L Word” era exceção. Hoje, não faltam séries com temas LGBTQIA+ – e até “The L Word” ganhou revival. Tampouco faltam séries com super-heróis negros, como “Black Lightning” e “Raising Dion”. Nem séries teen centradas em adolescentes fora da normatização branca heterossexual de antigamente, que o digam Rue, Jules e Kat de “Euphoria”. Outro detalhe. Se é fato que a HBO influenciou a qualidade da nova geração das séries, a Netflix se tornou a principal inspiração para as narrativas do fim da década. O costume das maratonas liberou os roteiristas para criarem tramas mais complexas, como “Dark” ou “Undone”, que funcionam melhor numa sequência de episódios, e ainda eliminou o costume dos recordatórios e referências mastigadas, que ajudavam ao espectador lembrar o que aconteceu nos episódios anteriores. Quem se perder, sempre pode voltar ao episódio prévio. Eles agora estão disponíveis o tempo inteiro e não apenas quando passam na TV. Com isso, as tramas dramáticas de estilo procedimental, que resolvem um caso (crime, paciente, cliente) por semana, acabaram restritas à TV aberta, que mantém o público mais conservador das séries. São uma espécie em extinção, diante da expansão do streaming. A multiplicação de opções também gerou um efeito colateral negativo, ao tornar mais difícil acompanhar tantas séries. Muitas produções de qualidade acabaram perdendo chances preciosas para se tornar um novo “Breaking Bad” – série que quase foi cancelada em sua 2ª temporada por baixa audiência. A Netflix bateu recorde de cancelamentos em 2019, mas não foi a única empresa. O canal pago Starz fez o absurdo de cancelar “Counterpart”, série com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas duas temporadas produzidas. Ao menos, a trama teve fim, ao contrário das também ótimas “The OA”, “Deadly Class” e outras. As listas abaixo, compiladas pelo editor da Pipoca Moderna, levam em conta essas peculiaridades do mercado. Além do Top 10 primordial, foram relacionados diversos Top 5 em diferentes categorias, que não se limitam às divisões tradicionais de gênero. Com exceções de duas listas, a avaliação considerou apenas séries disponibilizadas no Brasil em 2019, tanto na programação de TV quanto em streaming. Confira os resultados abaixo. 10 MELHORES SÉRIES DE 2019 1. Chernobyl | HBO 2. Fleabag | Amazon 3. Succession | HBO 4. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 5. Pose | Fox Play 6. Euphoria | HBO 7. Dark | Netflix 8. Watchmen | HBO 9. Undone | Amazon 10. Killing Eve | Globoplay     5 MELHORES SÉRIES BRASILEIRAS DE 2019       1. Sob Pressão | Globo 2. 3% | Netflix 3. Segunda Chamada | Globo 4. Sintonia | Netflix 5. Irmãos Freitas | Space             5 MELHORES SÉRIES ESTREANTES DE 2019       1. Euphoria | HBO 2. Watchmen | HBO 3. Sex Education | Netflix 4. Undone | Amazon 5. Dickinson | Apple TV+           5 MELHORES MINISSÉRIES DE 2019       1. Chernobyl | HBO 2. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 3. Olhos que Condenam (When They See Us) | NETFLIX 4. Years and Years | HBO 5. Fosse/Verdon | Fox Play         5 MELHORES SÉRIES DE DRAMA DE 2019       1. Succession | HBO 2. Euphoria | HBO 3. Pose | Fox Play 4. Billions | NETFLIX 5. Orange Is the New Black | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES DE COMÉDIA DE 2019       1. Fleabag | Amazon 2. Castrophe | Amazon 3. Sex Education | NETFLIX 4. Boneca Russa (Russian Doll) | NETFLIX 5. Derry Girls | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES CRIMINAIS DE 2019       1. Mindhunter | Netflix 2. Peaky Blinders | Netflix 3. Trapped | Netflix 4. Bosch | Amazon 5. True Detective | HBO           5 MELHORES SÉRIES DE AÇÃO DE 2019       1. Killing Eve | Globoplay 2. Wayne | YouTube 3. Jack Ryan | Amazon 4. Informer | Amazon 5. Treadstone | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE QUADRINHOS DE 2019       1. Watchmen | HBO 2. The Boys | Amazon 3. The Umbrella Academy | Netflix 4. Arrow | Warner 5. Deadly Class | Globoplay             5 MELHORES SÉRIES DE FANTASIA DE 2019       1. Game of Thrones | HBO 2. The Witcher | Netflix 3. His Dark Materials | HBO 4. Britannia | Fox Play 5. The Magicians | Syfy           5 MELHORES SÉRIES SCI-FI DE 2019       1. Dark | Netflix 2. Counterpart | Starz 3. Stranger Things | Netflix 4. Lost in Space | Netflix 5. The Expanse | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE TERROR DE 2019       1. Marianne | Netflix 2. Evil | Globoplay 3. The Kingdom | Netflix 4. Servant | Apple TV+ 5. Legacies | Warner           5 MELHORES SÉRIES DE ANIMAÇÃO DE 2019       1. Undone | Amazon 2. Love, Death & Robots | Netflix 3. Tuca & Bertie | Netflix 4. Rick and Morty | Netflix 5. Big Mouth | Netflix           5 MELHORES SÉRIES DE ANIME DE 2019   1. Demon Slayer | Crunchyroll 2. The Promised Neverland | Crunchyroll 3. Dororo | Amazon 4. Carole & Tuesday | Netflix 5. Blade – A Lâmina do Imortal (Blade the Immortal) | Amazon         5 MELHORES SÉRIES DOCUMENTAIS DE 2019     1. Nosso Planeta | Netflix 2. História Secreta do Pop Brasileiro | Music Box Brasil 3. Bandidos na TV | Netflix 4. Eu Te Amo, Agora Morra | HBO 5. Deixando Neverland | HBO           5 MELHORES SÉRIES SUBESTIMADAS DE 2019     1. The Deuce | HBO 2. Perdidos no Espaço | Netflix 3. Los Espookys | HBO 4. Legacies | Warner 5. Arrow | Warner             5 MELHORES SÉRIES CANCELADAS DE 2019     1. Counterpart | Starz – inédita no Brasil 2. Lodge 49 | Amazon 3. Wayne | YouTube 4. The OA | Netflix 5. Deadly Class | Globoplay           5 MELHORES SÉRIES DE 2019 AINDA INÉDITAS NO BRASIL       1. The Mandalorian | Disney+ (Disney Plus) 2. Perpetual Grace, LTD | Epix 3. Ramy | Hulu 4. Pen15 | Hulu 5. Godfather of Harlem | Epix        

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  • Série

    Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980

    8 de janeiro de 2020 /

    O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020

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  • Série

    12ª temporada de Doctor Who estreia no Brasil ainda neste mês

    8 de janeiro de 2020 /

    A Globoplay anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who”, vai estrear na plataforma no dia 31 de janeiro, um mês após seu lançamento no Reino Unido e nos EUA. O serviço de streaming da Globo informa ainda que a disponibilização dos episódios será realizada de maneira tradicional, com a liberação de um capítulo novo por semana. Produzida pela rede BBC, a atual fase de “Doctor Who” estreou em 1º de janeiro no exterior. A 12ª temporada do revival (iniciado em 2005) também é a segunda a trazer Jodie Whittaker no papel principal.

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  • Série

    Ozark ganha teaser e data de estreia da 3ª temporada

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “Ozark”, thriller criminal premiado no Emmy 2019 com os troféus de Melhor Atriz Coadjuvante e Direção. O vídeo não mostra cenas da trama, mas alude ao clima de riscos da próxima temporada, mostrando um croupier numa mesa de cassino, além de revelar a data de estreia em 27 de março. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Jason Bateman), sua mulher (Laura Linney) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos após ele se envolver com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner e Sofia Hublitz como os filhos do casal, além de Julia Garner, a vencedora do Emmy, como uma criminosa local que se associa a Marty. Além de estrelar, Bateman também é produtor e dirige vários episódios. Foi pelo trabalho no episódio de estreia da 2ª temporada, que ele levou o Emmy de Melhor Direção.

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  • Série

    Locke & Key: Série de terror “amaldiçoada” ganha primeiro trailer legendado

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou oito fotos e o primeiro trailer legendado da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A prévia marca o fim da maldição que impedia a produção de sair do papel. O detalhe é que a prévia não é muito assustadora, especialmente quando comparada à “A Maldição da Residência Hill”, sugerindo mais uma trama de fantasia que de terror. “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. O anúncio da estreia é o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada terá 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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    Crise nas Infinitas Terras: Novo pôster inclui transformação de Oliver Queen no Espectro

    8 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que se encerra na semana que vem. A arte traz um grande spoiler em relação ao line-up de heróis: a transformação de Olive Queen (Stephen Amell) no Espectro. Após sua morte, o Arqueiro Verde foi convocado por Jim Corrigan (Stephen Lobo) no purgatório para assumir seu papel na Crise. Nos quadrinhos, o Espectro original, Jim Corrigan, surgiu na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. Ele também foi assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Corrigan já tinha aparecido na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso, mas interpretado por outro ator (Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”). Além desse “detalhe”, o novo pôster da atração destaca as participações de Lex Luthor (Jon Cryer), de Raio Negro (Cress Williams), do estreante Ryan Choi (Osric Chau, de “Supernatural”) e ainda enfatiza a parceria entre as heroínas Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist), colocadas em posição central na luta contra o Anti-Monitor (LaMonica Garrett). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em 8 de dezembro nos Estados Unidos, ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participa da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Self Made: Fotos da minissérie mostram Octavia Spencer como primeira negra milionária dos EUA

    7 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Self Made: Inspired by the Life of Madam C.J. Walker”, minissérie estrelada por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), que será lançada no Brasil com o título de “A Vida e a História de Madam C.J. Walker”. A produção vai contar a história real da personagem do título, vivida por Spencer. Sarah Breedlove, que ficou conhecida como Madam C.J. Walker, foi a primeira milionária afro-americana, que enriqueceu ao lançar uma linha de produtos de beleza focada no cabelo e na pele das mulheres negras, até então ignoradas pela indústria de cosméticos. Walker construiu seu império durante a virada do século 19 para o século 20, em meio ao clima hostil da segregação racional que se seguiu à abolição da escravatura nos EUA, e enfrentando, além do racismo, o machismo dos comerciantes americanos. Seu pioneirismo foi muito além do nicho de mercado. Com o sucesso de seus produtos, Walker se tornou a primeira mulher (de qualquer cor) na história dos Estados Unidos a faturar US 1 milhão com um negócio próprio e sem contar com qualquer dinheiro de herança. A série foi criada pela roteirista Nicole Asher (da telebiografia da cantora Toni Braxton e do musical “Love Beats Rhymes”), e tem produção de Spencer, do jogador de basquete LeBron James e da cineasta Kasi Lemmons (“Harriet”), que vai dirigir pelo menos três capítulos. Com oito episódios, a minissérie também inclui em seu elenco Blair Underwood (“Agents of SHIELD”), Kevin Carroll (“The Leftovers”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Keeya King (“Van Helsing”), Garrett Morris (“2 Broke Girls”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 20 de março em streaming.

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  • Série

    Melissa McCarthy vai estrelar minissérie com Nicole Kidman

    7 de janeiro de 2020 /

    A atriz Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) juntou-se à Nicole Kidman no elenco da minissérie “Nine Perfect Strangers”, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Hulu. Trata-se de uma nova atração baseada em livro de Liane Moriarty, autora de “Big Little Lies”, com produção de David E. Kelley, que foi o responsável pela adaptação daquela obra na HBO. O livro de Moriarty, que recebeu o título de “Nove Desconhecidos” no Brasil, acompanha nove pessoas que devem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Cada um terá um drama distinto e Nicole Kidman viverá Masha, a diretora do spa. McCarthy, por sua vez, interpretará Frances, uma romancista em má fase, que teve o último manuscrito rejeitado por sua editora. Além de atuar, ela também compartilhará a produção com Kidman, Moriarty, Kelley e John-Henry Butterworth (roteirista de “Ford vs. Ferrari”). “Nine Perfect Strangers” tem previsão de estreia para o final de 2020.

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