Última temporada de “The Flash” vai trazer personagens antigos de volta
Os atores David Ramsey (intérprete do personagem John Diggle/Espartano), Keiynan Lonsdale (Wally West/Kid Flash) e Sendhil Ramamurthy (Ramsey Rosso/Hemoglobina) vão participar da vindoura 9ª e última temporada da série “The Flash”. Integrante original da série “Arrow”, Ramsey apareceu em um total de 10 episódios de “The Flash”, começando na 1ª temporada. “Como um dos personagens do legado do Arrowverso que ajudaram a começar tudo, John Diggle ocupa um lugar especial em nossos corações, assim como nos fãs.” disse o produtor executivo Eric Wallace, em comunicado. “Além disso, a presença dominante e o compromisso com a excelência que o ator/diretor David Ramsey traz para a tela todas as vezes é verdadeiramente inspirador”. O produtor disse ainda que o público deve se preparar “para uma reunião muito emocionante, pois John Diggle, também conhecido como Espartano, ajuda a proteger Central City ao lado do Team Flash pela última vez”. O ator Keiynan Lonsdale viveu o personagem Wally West em um total de 45 episódios, entre a 2ª e 5ª temporadas da série. “Estamos muito felizes em nos reunirmos com o incrivelmente talentoso Keiynan Lonsdale como parte da temporada final de ‘The Flash’. Porque Kid Flash não é apenas mais um velocista – ele é uma parte amada da nossa família Flash”, disse Wallace. “Assim que soubemos que ele voltaria, decidimos criar uma história especial e sincera para seu retorno. O resultado é uma performance brilhante de Keiynan que mostra um lado de Wally West que você nunca viu antes.” Por fim, Ramamurthy apareceu como Ramsey Rosso em 9 episódios da 6ª temporada. Mas sua participação foi marcante o suficiente para garantir seu retorno. “Desde que Sendhil apresentou uma atuação brilhante e inesquecível como o torturado Ramsey Rosso na 6ª temporada, estamos procurando uma maneira de trazê-lo de volta”, disse o produtor. “Também sabíamos que queríamos que Ramsey participasse da corrida final de ‘The Flash’. Felizmente, tudo deu certo e agora o retorno do vilão Hemoglobina (Bloodwork) dará início a uma das aventuras mais loucas e emocionantes do Flash até agora.” “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração ajudou a expandir as narrativas e criar um universo compartilhado, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a rede CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, o canal foi vendido e as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final no ano passado. Ao menos “The Flash” terá um final digno. A 9ª temporada estreia em 8 de fevereiro nos EUA. No Brasil, as sete primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.
Christoph Waltz é chefe sociopata no trailer de nova série da Amazon
A Amazon Prime Video divulgou o trailer de “The Consultant”, sátira sombria de ambiente de trabalho que será estrelada pelo vencedor do Oscar Christoph Waltz (“Django Livre”, “Bastardos Inglórios”). Desenvolvida por Tony Basgallop (criador de “Servant” na Apple TV+), a série é inspirada no romance homônimo de Bentley Little e explora, em clima de thriller satírico, a relação sinistra entre um chefe e seus empregados, questionando o quão longe é possível ir para progredir e sobreviver no ambiente de trabalho. Especialmente quando o chefe indica ser um sociopata. A direção dos capítulos está a cargo de Matt Shakman (de “WandaVision”), que também participa da produção, junto com Basgallop, Waltz, e integrantes das equipes dos estúdios MGM, Amazon e das produtoras 1.21 e Toluca Pictures. O elenco também inclui Nat Wolff (“The Stand”), Brittany O’Grady (“The White Lotus”) e Aimee Carrero (“O Menu”), e a estreia está marcada para 24 de fevereiro.
Leandra Leal voltará a estrelar “Justiça”, na 2ª temporada da série
A série “Justiça”, da Globo, vai ganhar uma 2ª temporada sete anos após a sua estreia, e voltará a contar mais uma vez com a presença da atriz Leandra Leal, que estrelou a temporada anterior. Mas todo o restante do elenco será novo. Outra diferença é que a continuação, que vai se chamar “Justiça 2”, está sendo desenvolvida para a plataforma de streaming Globoplay e agora vai se passar em Brasília e em Ceilândia, no Distrito Federal, ao contrário da temporada inaugural, que foi ambientada em Recife. Repetindo a estrutura da 1ª temporada, a trama vai acompanhar histórias paralelas de pessoas com problemas na Justiça, após terem suas vidas transformadas por episódios traumáticos. Mas em determinado momento, os personagens se encontram. “Quem assistir a ‘Justiça 2’ vai reconhecer ‘Justiça 1’. A gente segue com quatro histórias, que são independentes mas que se cruzam”, disse Manuela Dias, autora da série, durante painel do Globoplay na CCXP22. “Na questão da escalação, a gente trabalha com pessoas conhecidas e pessoas menos conhecidas, mas igualmente maravilhosas. Vai ser uma boa surpresa pro ano que vem”. “A nova temporada traz toda a filosofia que já tinha em ‘Justiça 1’. Acho que pensar sobre a Justiça num país tão desigual quanto o Brasil é uma tarefa diária pra todo mundo. É uma série que não está preocupada com a parte em que a pessoa fica presa, mas com essa dimensão muito humana da Justiça. O que acontece quando a pessoa sai da cadeia e como ela retoma a vida dela”, disse a autora. “Justiça 2” ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer da 1ª temporada.
Outer Banks: 3ª temporada ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia e oito fotos da 3ª temporada da série “Outer Banks”. As imagens destacam os personagens em meio ao cenário paradisíaco da série, que terá novos episódios disponibilizados no dia 23 de fevereiro. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. Tudo muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. Ao final da 2ª temporada, foi revelado que Ward (Charles Easten) estava vivo depois de fingir sua morte, e que ele e Rafe (Drew Starkey) escaparam com a cruz de ouro depois de quase matarem Sarah (Madelyn Cline). No final das contas, os Pogues escaparam e acabaram presos em uma ilha deserta. Rafe prometeu ao pai que encontraria uma maneira de trazer Sarah de volta para casa. Não só isso, mas o pai de John B (Charles Halford), que todos acreditavam estar morto, revelou estar vivo e aparentemente se escondendo em Barbados. Segundo a sinopse oficial, a 3ª temporada vai mostrar os Pogues na ilha deserta que, por um breve momento, parece um lar idílico. Oficialmente chamada de ‘Poguelandia’, os mais novos moradores da ilha passam seus dias pescando, nadando e se divertindo com o estilo de vida despreocupado. Mas a situação muda quando eles se encontram mais uma vez presos em uma corrida pelo tesouro, literalmente correndo para salvarem suas vidas. Criadores da série, os irmãos gêmeos Josh e Jonas Pate (autores de “Surface”) e o produtor Shannon Burke (de “Sem Pistas”) observam que “as apostas estão aumentando” para os Pogues, pois eles “percebem que suas aventuras nas duas primeiras temporadas foram apenas o prelúdio para a maior de todas as caças ao tesouro”. Em comunicado, eles também mencionaram que o “elenco tem sido grandes amigos na vida real praticamente desde o início, e tem sido muito gratificante ver essas conexões se aprofundarem ao longo dos anos em que trabalhamos no programa”. Eles são verdadeiramente Pogues for Life.” O elenco etambém inclui Jonathan Daviss (“Age of Summer”), Rudy Pankow (“Solve”), Caroline Arapoglou (“The Resident”), Carlacia Grant (“Greenleaf”), Adina Porter (“The 100”) e Chase Stokes (“Between Waves”).
1899: Netflix cancela nova série dos criadores de “Dark” após uma temporada
A Netflix cancelou a série “1899” após a 1ª temporada, deixando a história sem final. A notícia foi dada pelo cocriador da série, o alemão Baran Bo Odar, por meio de um comunicado compartilhado em seu Instagram oficial. A nota aos fãs também foi assinada pela parceira de Odar e co-criadora da série, Jantje Freise. “Com o coração pesado, temos que dizer a vocês que ‘1899’ não será renovada”, escreveu Odar. “Teríamos adorado terminar essa jornada incrível com uma 2ª e uma 3ª temporada, como fizemos com ‘Dark’. Mas às vezes as coisas não saem do jeito que se planeja. Isso é vida.” “Sabemos que isso vai decepcionar milhões de fãs por aí”, continua o texto. “Mas queremos agradecer do fundo do coração por vocês terem feito parte dessa maravilhosa aventura. Nós te amamos. Nunca se esqueçam.” Com críticas pouco entusiasmadas e várias reclamações nas redes sociais por conta da falta de sentido da história, que teria deixado explicações para temporadas futuras, a série acabou não correspondendo à expectativa da plataforma, que investiu uma fortuna na sua produção e em sua longa campanha de divulgação, que estimulava o público a embarcar no mistério, sem revelar quase nada da premissa. E foi justamente a falta de explicações que causou o desinteresse em seguir acompanhando a série após os primeiros capítulos. A expectativa também era elevada devido ao sucesso de “Dark”, um fenômeno internacional, que fez com que a Netflix assinasse um contrato de exclusividade com Baran Bo Odar e Jantje Freise. Eles foram os primeiros criadores europeus a fechar um acordo deste tipo com a plataforma. “1899” foi o primeiro projeto resultante deste investimento. Como prova do prestígio conquistado pelos produtores com sua série anterior, o elenco reunia uma impressionante coleção de talentos internacionais, com destaque para os britânicos Emily Beecham (Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”) e Rosalie Craig (“Truth Seekers”), o português José Pimentão (da série da Amazon “Filhas da Lei”), o franco-camaronês Yann Gael (“Loro”), a francesa Mathilde Ollivier (“Operação Overlord”), o alemão Andreas Pietschmann (de “Dark”), o espanhol Miguel Bernardeau (“Elite”), o polonês Maciej Musial (“The Witcher”) e os dinamarqueses Lucas Lynggaard Tønnesen, Clara Rosager (ambos de “The Rain”) e Maria Erwolter (“O Ritual”), além da chinesa estreante Isabella Wei. Já a trama era basicamente “Lost” no “Titanic”. Tudo se passava durante uma viagem transatlântica do fim do século 19, que sofre um desvio para realizar o salvamento de outra embarcação. Mas ao chegar no suposto naufrágio, situações sobrenaturais começam a se manifestar, assombrando passageiros e a tripulação no oceano sombrio. Repetindo a mesma lógica labiríntica de “Dark”, os produtores e roteiristas alemães acrescentavam cada vez mais perguntas conforme os episódios se desenvolviam, sem responder à maioria e encerrando a temporada num gancho para uma futura resolução. A produção também enfrentou uma polêmica, ao ser acusada de plágio de uma história em quadrinhos da brasileira Mary Cagnin. Eles negaram, afirmando nunca ter visto a publicação. Veja o trailer da produção abaixo.
Caleidoscópio: Qual a melhor ordem para assistir à série da Netflix?
A série “Caleidoscópio” (Kaleidoscope), criada por Eric Garcia (roteirista de “Estranho Mas Verdade”), chegou na Netflix com uma proposta diferente. Ao contrário das séries “convencionais”, com uma narrativa desenvolvida do início ao fim, essa nova atração permite que o espectador escolha a ordem em que vai assistir aos episódios. “Caleidoscópio” conta a história de um ladrão e sua equipe que pretendem realizar um roubo de US$ 7 bilhões. Mas para que o plano dar certo eles terão que lidar com traições, ganâncias e muitas outras ameaças. Cada episódio, que ganhou o nome de uma cor, pode ser visto em qualquer ordem, criando mais de 40 mil possibilidades de se assistir a série. E, dependendo da escolha, diferentes narrativas são criadas à medida que novas informações são reveladas e/ou escondidas. OPensando em quem prefere uma narrativa mais cronológica, os episódios “Violeta” e “Verde” são dois bons pontos de entrada na série, já que contam as histórias pregressas dos personagens, o que permite que o restante da trama seja focada apenas no presente, e não no passado. A história de “Violeta” acontece 24 anos antes do roubo, permitindo ao espectador entender as motivações do personagem Leo Pap (interpretado por Giancarlo Esposito, de “Better Call Saul”). Já “Verde” acompanha Leo enquanto ele estava preso e mostra o desenvolvimento do seu plano para fugir da prisão. Outro bom ponto de partida é o episódio “Vermelho”, por permitir ao espectador assistir a uma narrativa inspirada no clássico “Cães de Aluguel” (1992), de Quentin Tarantino. A relação da série com o filme de Tarantino é bastante óbvia, seja pela trama centrada em um assalto ou pelo destaque dado aos nomes das cores. Portanto, se o espectador começar por esse episódio, terá uma estrutura muito similar ao filme dos anos 1990, com a série se iniciando após o assalto e mostrando a equipe tentando juntar as peças do quebra-cabeças a partir de suas diferentes perspectivas do que aconteceu. O episódio chamado “Amarelo” é o que aparece primeiro na lista de reprodução da Netflix e, portanto, é aquele que a maioria das pessoas vai acabar assistindo primeiro. Também é um bom episódio introdutório, por mostrar Leo montando a sua equipe para o assalto. A tal equipe é formada por Stan Loomis (Peter Mark Kendall, de “Chicago Med”), um contrabandista que consegue os materiais necessários para o assalto, Ava Mercer (Paz Vega, de “Rambo: Até o Fim”), uma mulher engenhosa com um arsenal de armas, Judy Goodwin (Rosaline Elbay, de “Qabeel”), especialista em explosivos, seu marido Bob Goodwin (Jai Courtney, de “Esquadrão Suicida”), o arrombador, e RJ Acosta (Jordan Mendoza, de “Comedy Central – As Seen ON CC”), o motorista e especialista em tecnologia. Os piores episódios para iniciar a série são “Laranja” e “Azul”, porque mostram o desenvolvimento do planejamento do assalto. Portanto, é melhor assistir a estes episódios depois de já ter visto os anteriores. Também são estes episódios que apresentam os antagonistas da série, Nazan Abassi (Niousha Noor, de “The Night”) e Roger Salas (Rufus Sewell, de “Tempo”). Por fim, as melhores opções para encerrar a série são “Rosa” (primeiro) e “Branco” (em seguida). Esses episódios mostram um final épico para a série, além de apresentarem situações que acontecem seis meses após o desfecho do assalto. Assista abaixo ao trailer de “Caleidoscópio”:
Band vai exibir séries da Amazon em janeiro
A Band fechou um acordo com a Amazon para exibir duas séries originais da plataforma Prime Video. “Desjuntados”, estrelada por Letícia Lima e Gabriel Godoy, e “Manhãs de Setembro”, protagonizada pela cantora Liniker, irão ao ar já a partir da primeira semana de janeiro. Vale lembrar que a Band já tinha exibido a 1ª temporada de “Manhãs de Setembro” em suas madrugadas, após o programa “Esporte Total”, durante o mês de setembro. Agora levará ao ar a 2ª temporada, entre os dias 2 e 6 de janeiro, por volta das 2h30. “Manhãs de Setembro” acompanha Cassandra (interpretada pela cantora Liniker), uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho (Gustavo Coelho) com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai/mãe, ela inicialmente refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça ao ver que o menino não tem opções. A série também é estrelada pela ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”). Originalmente concebida como minissérie, a atração agradou público e crítica e, em sua 2ª temporada, explorou o reencontro entre Cassandra e seu próprio pai distante, vivido por Seu Jorge (“Marighella”). Outras novidades do elenco dos novos capítulos são as participações de Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”) e dos cantores Ney Matogrosso e Mart’nália na trama. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), e conta com direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”). Já “Desjuntados” acompanha um casal endividado até o pescoço, que após encerrarem o relacionamento se vê forçado a morar no mesmo apartamento na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, mesmo não se suportando mais. Desenvolvida por Dani Valente (atriz da clássica “Confissões de Adolescente”) e Mina Nercessian (“Solteira Quase Surtando”), a série vai exibir seus sete episódios durante as terças dos próximos dois meses, sempre às 23h, a partir do dia 3 de janeiro.
A Casa do Dragão: 2ª temporada terá vingança sangrenta ao estilo “Casamento Vermelho”
A vindoura 2ª temporada da série “A Casa do Dragão”, derivada de “Game of Thrones”, vai abordar uma trama sangrenta do escritor George R.R. Martin, conhecida pelos leitores da saga como “Sangue e Queijo”. “A Casa do Dragão” é baseada em “Fogo & Sangue”, livro que conta a história da família Targaryen – personagens da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que deu origem a “Game of Thrones”. Este livro apresenta os personagens apelidados de Sangue e Queijo, que são responsáveis por armar um plano de vingança contra a Rainha Alicent (interpretada por Olivia Cooke na série), o Príncipe Aemond (Ewan Mitchell), o Rei Aegon II (Tom Glynn-Carney) e os Verdes. Eles agem em nome do Príncipe Daemon (Matt Smith), Rainha Rhaenyra (Emma D’Arcy) e os Negros, após a morte do filho de Rhaenyra, Lucerys, nas mãos de Aemond. Na série, a morte de Lucerys foi retratada como um acidente. Aemond pareceu chocado após o resultado fatal de sua luta de dragões no final da 1ª temporada. Mas isso não vai mudar o que acontece depois. Em entrevista ao site da revista Variety, a roteirista Sara Hess confirmou que “A Casa do Dragão” iria apresentar sua versão de “Sangue e Queijo”. Segundo Hess, os personagens serão realmente introduzidos para vingar a morte de Lucerys em uma troca brutal que o Príncipe Daemon descreve como: “Um olho por um olho, um filho por filho”. “No momento, estamos escrevendo o final da 2ª temporada”, disse Hess à Variety quando questionada sobre a progressão da história, especialmente da vingança. “Eu acho que você não vai ficar desapontado.” É possível que os criadores de “A Casa do Dragão” estejam preparando algo tão impactante quanto foi o “Casamento Vermelho” em “Game of Thrones”. A série derivada foi criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da sci-fi “Colony”) com consultoria de George RR Martin (autor dos livros), e se tornou o maior sucesso da HBO em 2022. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
“The Last of Us” será uma das séries mais caras já feitas pela HBO
A vindoura série “The Last of Us” vai ser uma das atração mais caras da HBO. Segundo a revista New Yorker, o orçamento estimado da série é de US$ 100 milhões, o que faz com que cada um dos 9 episódios da 1ª temporada custe em torno de US$ 11 milhões. Com isso, “The Last of Us” passa na frente de produções como “Game of Thrones”, que custou cerca de US$ 10 milhões por episódio. Porém, ainda fica atrás de “A Casa do Dragão”, cujo orçamento foi de US$ 20 milhões por episódio. Anteriormente, o Presidente do sindicato dos trabalhadores do cinema de Alberta (Canadá), Damian Petti, comentou que o custo da produção era gigante para os padrões canadenses. “Eu não posso confirmar números oficiais, mas diria que é provavelmente o maior projeto rodado no Canadá atualmente”, disse ele à emissora CTV News. Tamanho custo de produção visa dar maior autenticidade à adaptação. Em entrevista à New Yorker, Neil Druckmann (roteirista do game que deu origem à série) disse que esta “será a melhor e mais autêntica adaptação de um jogo”. Já Craig Mazin (“Chernobyl”), criador da série, brincou dizendo que isso não é muito difícil, já que não existem muitas adaptações boas de games. Ele também admitiu que, no caso de “The Last of Us”, seu trabalho de adaptação foi facilitado porque “apenas peguei aquele (jogo) com a melhor história”. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que um vírus mortal destrói quase toda a civilização, transformando os infectados em monstros. A trama segue Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura do vírus, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A direção ficará a cargo do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” estreia em 15 de janeiro na HBO. Assista abaixo ao trailer da série.
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
7ª temporada de “Outlander” ganha primeiro teaser
O canal pago americano Starz divulgou o primeiro teaser da 7ª temporada de “Outlander”. Além de revelar que os novos episódios chegam no verão dos EUA (nosso inverno), o vídeo exibe cenas dramáticas, com destaque para uma imagem de Claire (Caitriona Balfe) prestes a ser enforcada. Uma das séries mais vistas da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas – , “Outlander” possui elementos de romance, sci-fi, drama histórico e aventura. A trama acompanha a enfermeira britânica Claire Randall, que, ao entrar numa ruína celta nos anos 1940, viaja no tempo e acaba no século 18, onde se apaixona por um jovem escocês (Sam Heughan) em luta contra a Inglaterra. Desde esse começo, a trama foi e voltou no tempo várias vezes, revelando até parentes do casal no futuro. Nas temporadas mais recentes, o casal central estabeleceu-se numa das 13 colônias que em breve virarão os EUA, onde acompanha atentamente o levante contra a coroa britânica, sabendo detalhes desse futuro histórico. Consistindo novamente de 12 episódios, a nova temporada será baseada no sétimo dos oito volumes da saga literária da escritora Diana Gabaldon, “Um Eco do Passado” (An Echo in the Bone). Isto indica que a série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. Como a trama está na reta final, o Starz já começou a desenvolver um spin-off, produzido por Ronald D. Moore, criador da série original (e de “Battlestar Galactica”). “Outlander” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
4ª e última temporada de “Jack Ryan” já terminou de ser gravada
A 4ª temporada da série de espionagem “Jack Ryan” já terminou de ser gravada. A informação foi divulgada pelo protagonista John Krasinski, em entrevista ao site The Wrap, por ocasião do lançamento do terceiro ano da produção, que chegou nesta semana à plataforma Prime Video, da Amazon. “Já terminamos [a 4ª temporada], na verdade filmamos a três e a quatro consecutivamente”, disse Krasinski. “Então essa era a ideia, sabendo que os fãs esperaram tanto entre a dois e a três, decidimos fazer a três e a quatro consecutivamente, para que eles não tivessem que esperar tanto tempo novamente.” De fato, os fãs tiveram que esperar três anos pela 3ª temporada devido à pandemia. Ainda que a espera seja menor agora, ela terá um sabor agridoce, visto que a 4ª temporada também será a última. “Sendo a última temporada da série, acho que é realmente uma celebração desta equipe, é uma celebração da confiança e como nada pode ser feito se não pudermos confiar um no outro”, disse ele. “Então foi provavelmente o maior feito de todas as temporadas, resultado de como todos nós trabalhamos juntos. Eu estou realmente ansioso [pelo desfecho].” Ainda que não tenha entrado em detalhes a respeito da trama do final, Krasinski falou um pouco sobre o período intenso de gravações e as locações onde a história se passa. “Que desafio incrível foi para todos nós, que durou mais de um ano e meio”, contou. “Tivemos uma pequena pausa no meio disso, mas ficamos essencialmente longe de nossas famílias por mais de um ano e meio. E não apenas de Nova York a Los Angeles, estivemos em Budapeste e na Eslováquia, em Praga e em vários outros lugares. Nas Ilhas Canárias. É uma bênção fazer isso, mas ainda assim é difícil.” O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A 3ª temporada de “Tom Clancy’s Jack Ryan” já está disponível na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Já a 4ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer mais recente da série.
Mansão vista em “Harry & Meghan” não é residência do casal
A mansão vista na série documental “Harry & Meghan”, que narra as polêmicas envolvendo o duque e a duquesa de Sussex, na verdade não pertence ao casal. Embora algumas cenas da série mostrem os dois andando pela casa, brincando com o filho Archie e escondendo ovos de Páscoa no quintal, eles não moram no local. Segundo apurou o site Dirt, aquela casa, localizada na região de Montecito, na Califórnia, que está à venda há mais de um ano por US$ 33,5 milhões. A propriedade fica em uma área de mais de dois acres e tem seis quartos e oito banheiros, além de cozinha de chef, sala de projeção com lareira, salas de jogos, academia e jardins paisagísticos com vista para o mar. Harry e Meghan moram em uma propriedade na mesma região de Montecito, mas a cerca de cinco quilômetros do local onde gravaram a série. Sua residência real é mais “modesta”, já que está avaliada em US$ 14,6 milhões (um valor bem menor do que aquela em que a série foi rodada), apesar de possuir nove quartos, 16 banheiros, piscina e quadra de tênis. “Harry & Meghan” está em exibição na Netflix, onde se tornou a série documental de maior sucesso da plataforma de streaming. Além disso, o casal, que tem um acordo de produção com a Netflix, já divulgou o trailer da sua próxima atração na plataforma, uma série documental chamada “Live to Lead”, sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. Assista abaixo ao trailer de “Harry & Meghan”.












