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    “The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix

    27 de dezembro de 2022 /

    A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.

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    7ª temporada de “Outlander” ganha primeiro teaser

    26 de dezembro de 2022 /

    O canal pago americano Starz divulgou o primeiro teaser da 7ª temporada de “Outlander”. Além de revelar que os novos episódios chegam no verão dos EUA (nosso inverno), o vídeo exibe cenas dramáticas, com destaque para uma imagem de Claire (Caitriona Balfe) prestes a ser enforcada. Uma das séries mais vistas da TV paga dos Estados Unidos, com média de 1,5 milhões de telespectadores ao vivo – que sobe para 5,8 milhões em todas as plataformas – , “Outlander” possui elementos de romance, sci-fi, drama histórico e aventura. A trama acompanha a enfermeira britânica Claire Randall, que, ao entrar numa ruína celta nos anos 1940, viaja no tempo e acaba no século 18, onde se apaixona por um jovem escocês (Sam Heughan) em luta contra a Inglaterra. Desde esse começo, a trama foi e voltou no tempo várias vezes, revelando até parentes do casal no futuro. Nas temporadas mais recentes, o casal central estabeleceu-se numa das 13 colônias que em breve virarão os EUA, onde acompanha atentamente o levante contra a coroa britânica, sabendo detalhes desse futuro histórico. Consistindo novamente de 12 episódios, a nova temporada será baseada no sétimo dos oito volumes da saga literária da escritora Diana Gabaldon, “Um Eco do Passado” (An Echo in the Bone). Isto indica que a série vai adaptar todos os oito livros da “Saga Outlander”, também conhecida pelo nome do primeiro volume, “A Viajante do Tempo”. Como a trama está na reta final, o Starz já começou a desenvolver um spin-off, produzido por Ronald D. Moore, criador da série original (e de “Battlestar Galactica”). “Outlander” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.

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    4ª e última temporada de “Jack Ryan” já terminou de ser gravada

    23 de dezembro de 2022 /

    A 4ª temporada da série de espionagem “Jack Ryan” já terminou de ser gravada. A informação foi divulgada pelo protagonista John Krasinski, em entrevista ao site The Wrap, por ocasião do lançamento do terceiro ano da produção, que chegou nesta semana à plataforma Prime Video, da Amazon. “Já terminamos [a 4ª temporada], na verdade filmamos a três e a quatro consecutivamente”, disse Krasinski. “Então essa era a ideia, sabendo que os fãs esperaram tanto entre a dois e a três, decidimos fazer a três e a quatro consecutivamente, para que eles não tivessem que esperar tanto tempo novamente.” De fato, os fãs tiveram que esperar três anos pela 3ª temporada devido à pandemia. Ainda que a espera seja menor agora, ela terá um sabor agridoce, visto que a 4ª temporada também será a última. “Sendo a última temporada da série, acho que é realmente uma celebração desta equipe, é uma celebração da confiança e como nada pode ser feito se não pudermos confiar um no outro”, disse ele. “Então foi provavelmente o maior feito de todas as temporadas, resultado de como todos nós trabalhamos juntos. Eu estou realmente ansioso [pelo desfecho].” Ainda que não tenha entrado em detalhes a respeito da trama do final, Krasinski falou um pouco sobre o período intenso de gravações e as locações onde a história se passa. “Que desafio incrível foi para todos nós, que durou mais de um ano e meio”, contou. “Tivemos uma pequena pausa no meio disso, mas ficamos essencialmente longe de nossas famílias por mais de um ano e meio. E não apenas de Nova York a Los Angeles, estivemos em Budapeste e na Eslováquia, em Praga e em vários outros lugares. Nas Ilhas Canárias. É uma bênção fazer isso, mas ainda assim é difícil.” O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A 3ª temporada de “Tom Clancy’s Jack Ryan” já está disponível na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Já a 4ª e última temporada ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer mais recente da série.

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    Mansão vista em “Harry & Meghan” não é residência do casal

    23 de dezembro de 2022 /

    A mansão vista na série documental “Harry & Meghan”, que narra as polêmicas envolvendo o duque e a duquesa de Sussex, na verdade não pertence ao casal. Embora algumas cenas da série mostrem os dois andando pela casa, brincando com o filho Archie e escondendo ovos de Páscoa no quintal, eles não moram no local. Segundo apurou o site Dirt, aquela casa, localizada na região de Montecito, na Califórnia, que está à venda há mais de um ano por US$ 33,5 milhões. A propriedade fica em uma área de mais de dois acres e tem seis quartos e oito banheiros, além de cozinha de chef, sala de projeção com lareira, salas de jogos, academia e jardins paisagísticos com vista para o mar. Harry e Meghan moram em uma propriedade na mesma região de Montecito, mas a cerca de cinco quilômetros do local onde gravaram a série. Sua residência real é mais “modesta”, já que está avaliada em US$ 14,6 milhões (um valor bem menor do que aquela em que a série foi rodada), apesar de possuir nove quartos, 16 banheiros, piscina e quadra de tênis. “Harry & Meghan” está em exibição na Netflix, onde se tornou a série documental de maior sucesso da plataforma de streaming. Além disso, o casal, que tem um acordo de produção com a Netflix, já divulgou o trailer da sua próxima atração na plataforma, uma série documental chamada “Live to Lead”, sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. Assista abaixo ao trailer de “Harry & Meghan”.

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    Elenco de “That ’70s Show” ressurge no trailer da continuação

    22 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um trailer de “That ’90s Show”, que revela participações dos atores da série clássica “That ’70s Show” na continuação. Liberada apenas em inglês sem legendas, a prévia destaca a volta dos atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais da série original, junto com o novo elenco da atração. Mas aos poucos vai mostrando os personagens clássicos, vividos por Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso), Wilmer Valderrama (Fez) e até Tommy Chong (Leo) Ambientada em 1995, a trama vai introduzir a neta de Red e Kitty – e filha de Eric e Donna, da série original. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passa a se relacionar com uma nova geração de adolescentes da cidade interiorana de Point Place, no Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. A jovem protagonista é interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos vivem seus novos melhores amigos. A produção está a cargo dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, com o reforço criativo de sua filha Lindsay Turner, e Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, completa a equipe como showrunner. A estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    Shantaram: Série do astro de “Sons of Anarchy” é cancelada na 1ª temporada

    20 de dezembro de 2022 /

    A Apple TV+ cancelou a série “Shantaram”, estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”). Apesar de ser uma das produções mais caras da plataforma, filmada em vários países, a série não gerou o tipo de burburinho causado pelos principais lançamentos da plataforma. O final da 1ª e única temporada foi disponibilizado na sexta passada (16/12). “Shantaram” era para ser um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Após virar série, muitos especularam que talvez a duração de um filme tornasse a adaptação do best-seller de Gregory David Roberts mais ágil. A trama complexa, cheia de reviravoltas e que demora a ganhar ritmo acompanha a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção ambiciosa tinha roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda contava com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner.

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    “Doctor Who” apresenta primeiras fotos oficiais do novo protagonista da série

    17 de dezembro de 2022 /

    A produção de “Doctor Who” divulgou nas redes sociais as primeiras imagens oficiais de Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) como novo protagonista da série. Ele aparece nas fotos com o visual que irá adotar na produção e ao lado da atriz que vai acompanhá-lo na 14ª temporada, a atriz Millie Gibson (conhecida no Reino Unido por participar da novela britânica “Coronation Street”). Enquanto Gatwa viverá o Doutor, Gibson será Ruby Sunday, uma personagem que ainda não teve muitos detalhes revelados. Gatwa foi escalado como o 15º Doutor em maio, tornando-o o primeiro ator negro a protagonizar a longeva série. Ele entra na produção como substituto de Jodie Whittaker, a primeira mulher a viver o personagem-título, que se despediu num episódio especial lançado em outubro. Mas antes de Gatwa e Gibson assumirem, “Doctor Who” ainda trará de volta os atores David Tennant e Catherine Tate para reprisarem os papéis do Doutor e sua companheira Donna. Tennant estrelou a série do final da 1ª à 4ª temporada completa, passando a ter a companhia de Donna Noble a partir do terceiro ano da produção. Eles retornam provisoriamente para marcar outro retorno na produção. O produtor-roteirista Russell T. Davis, responsável pelo relançamento da série clássica em 2005, está retomando o comando da atração e convenceu o par a ressurgir na série para marcar sua chegada. Assim, Tennant aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro de 2023 em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. Além de Gatwa e Gibson, a próxima temporada também contará com participações de Yasmin Finney (Elle Argent na série “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Vale lembrar que em outubro passado a Disney fechou acordo com a BBC para exibir “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. Com isso, a atração deve sair da Globoplay no Brasil e migrar para a Disney+. Introducing the Doctor and Ruby Sunday, played by Ncuti Gatwa and Millie Gibson ❤️❤️➕🟦 #DoctorWho pic.twitter.com/x1pUBGAPPN — Doctor Who (@bbcdoctorwho) December 17, 2022

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    Netflix cancela “Blockbuster” após críticas negativas

    16 de dezembro de 2022 /

    A Netflix cancelou “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passava na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. O cancelamento da série na 1ª temporada não foi totalmente inesperado. “Blockbuster” não conseguiu entrar no ranking dos 10 programas mais vistos da Netflix nos Estados Unidos. De acordo com dados da plataforma, a atração só apareceu no ranking de dois países, Austrália e Canadá. E para piorar foi destruída pela crítica, conseguindo um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes. A série foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, que também eram sitcoms de ambientes de trabalho. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usaram toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. Com o cancelamento, foi a segunda vez que a Netflix acabou com Blockbuster. Vale lembrar que a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, mas o negócio teve muitos percalços e seus co-fundadores, Marc Randolph e Reed Hastings, tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000. Após serem rejeitados, eles prometeram superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade, foi o tema de um documentário de 2020 e inspirou a série agora cancelada. A única temporada com 10 episódios também trazia em seu elenco Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”). Veja o trailer da atração abaixo.

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    Henry Cavill vai estrelar série baseada no jogo “Warhammer 40.000”

    16 de dezembro de 2022 /

    O ator Henry Cavill (“The Witcher”) já definiu seu novo projeto grandioso após o anúncio de que ele será mais Superman no cinema. O ator vai estrelar e produzir uma série baseada no famoso jogo de miniaturas “Warhammer 40.000”. O jogo se passa 40 mil anos no futuro, quando a civilização humana parou de progredir e está envolvida numa guerra sem fim contra alienígenas e seres mágicos – enquanto deuses e demônios figuram em um sistema teológico de classes. O mundo é dividido em diferentes classes, como o Imperium of Man (que são os humanos militaristas), os Necron (uma raça de androides semelhantes a esqueletos), os Aeldari (raça élfica), os Tyranids (alienígenas inimigos), os T’au (alienígenas de pele azul que podem ser aliados) e os Orks. Produzido pela Games Workshop, o jogo foi criado na década de 1980 e se tornou o jogo de miniaturas mais popular do mundo. Ele se difere de outros jogos de tabuleiro porque usa de miniaturas que podem ser movidas pela mesa. O próprio Cavill é fã do jogo. A série de “Warhammer 40.000” será desenvolvida pela plataforma de streaming Amazon Prime Video (que acaba de finalizar a compra dos direitos do jogo), que oficilizou o projeto nesta sexta (16/12). “’Warhammer 40.000′ capturou a imaginação de fãs de todas as idades, de todas as esferas da vida e de todo o mundo”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon e MGM Studios. “Estamos entusiasmados em trabalhar com Henry, Vertigo Entertainment e Games Workshop em nossos negócios de entretenimento da Amazon nesta franquia brilhante e imersiva para nossos clientes globais experimentarem nos próximos anos”, completou. Apesar disso, a produção ainda está em seus estágios iniciais. Não há nenhum roteirista e showrunner atrelado à série, que também não tem previsão de estreia. Após se afastar de “The Witcher”, Henry Cavill envolveu-se em diversos projetos, entre eles o thriller de ação “Argylle”, novo trabalho do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem previsão de lançamento.

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    “Mythic Quest” vai ganhar spin-off na Apple TV+

    16 de dezembro de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou que vai lançar um spin-off de “Mythic Quest”, série elogiada de comédia ambientada nos bastidores de uma empresa de videogames. Chamada de “Mere Mortals”, a nova atração mostrará a vida de funcionários, jogadores e fãs que são impactados pelo jogo “Mythic Quest”. “Mere Mortals” foi desenvolvia por Ashly Burch (estrela da série), John Howell Harris e Katie McElhenney (roteiristas de “Mythic Quest”), e tem como ponto de partida episódios memoráveis da série original, incluindo “Sarian”, que estreia nesta sexta-feira (16/12), e “Everlight”, especial de 2021 que rendeu uma indicação ao Prêmio Emmy de Melhor Narrador para Anthony Hopkins. Atualmente em sua 3ª temporada, “Mythic Quest” é uma das sitcoms mais elogiadas da atualidade, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Seu estilo é de comédia de local de trabalho, como “The Office”, só que passada numa empresa bem-sucedida de videogame, acompanhando o proprietário e sua equipe problemática enquanto lutam para manter o sucesso de seu jogo principal. O criador da série, Rob McElhnney (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), vive o proprietário em eterno embate com a personagem de Charlotte Nicdao (“Content”), e o ótimo elenco também inclui F. Murray Abraham (“The White Lotus”), Danny Pudi (“Community”), Imani Hakim (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Jessie Ennis (“Alma da Festa”), David Hornsby (“Good Girls”), Naomi Ekperigin (“De Férias da Família”), Caitlin McGee (“Home Economics”) e a atriz de videogames Ashly Burch (“Critical Role”), além do fortão Joe Manganiello (“Magic Mike”), que entrou na 3ª temporada. Além de McElhenney, “Mythic Quest” também foi criada pelo ator Charlie Day (também de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) e a produtora-roteirista Megan Ganz (“Modern Family”)

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    Globo vai exibir “Onde Está Meu Coração” em janeiro

    15 de dezembro de 2022 /

    A Globo decidiu exibir a elogiada série “Onde Está Meu Coração” em janeiro, um ano depois de seu lançamento no Globoplay. A produção, que rendeu indicação ao Emmy Internacional à atriz Leticia Colin, irá ao ar às terças, logo após a eliminação do vindouro “BBB 23”. O reality estreia no dia 16 e manterá seu esquema com famosos e anônimos. A série começará por volta das 23h45, o que permitirá ser exibida sem cortes, apesar de conter cenas pesadas. Vale lembrar que a Globo chegou a exibir o episódio de estreia da série neste mesmo horário, em maio do ano passado, como chamariz para o lançamento em streaming. Gravada em 2019, a produção teve a estreia adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus. Com 10 episódios, a série tem roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A produção também traz Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. Com a exibição semanal, o último episódio tem previsão de ir ao ar em 4 de abril. Veja abaixo o trailer da série.

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    Reese Witherspoon vai estrelar série de comédia de cheerleaders

    15 de dezembro de 2022 /

    A atriz Reese Witherspoon (“Pequenos Incêndios Por Toda Parte”) vai estrelar e produzir a série de comédia “All Stars”. Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a atração ganhou encomenda de duas temporadas de uma vez. A série vai acompanhar uma ex-cheerleader (Witherspoon) que usa de trapaças e mentiras para conseguir um emprego ensinando novas líderes de torcida em uma escola na costa da Inglaterra, país sem tradição de cheerleaders. Lá, ela precisa mostrar a um grupo desorganizado de alunas – e a ela mesma – o que significar ser uma All Star (algo como atleta de seleção) das torcidas. O conceito da série parece tentar emular o sucesso “Ted Lasso”. Mas, ao contrário da atração da Apple TV+, “All Stars” é inspirada na história real de Andrea Kulberg, uma americana dos sul dos EUA que foi ao Reino Unido para ensinar adolescentes britânicas a serem líderes de torcida. “All Stars” foi criada por Aline Brosh McKenna (“Crazy Ex-Girlfriend”), que também vai servir como showrunner da atração e dirigir o episódio piloto. Witherspoon vai produzir a série por meio da sua produtora Hello Sunshine. Essa não será a primeira vez que as duas trabalham juntas. A atriz terminou recentemente de filmar a comédia romântica “Your Place or Mine”, dirigida por Brosh McKenna, que estreia em fevereiro. “Há muito tempo venho procurando um projeto que trouxesse nossa missão Hello Sunshine de tornar as mulheres as heroínas de suas próprias histórias para uma geração mais jovem. Quando vi essa história, soube imediatamente que essa ideia faria exatamente isso”, disse Witherspoon, em comunicado. “A ideia de ver uma mulher americana vindo para compartilhar o esporte americano de animação de torcida para um grupo de jovens no Reino Unido me deixou tão animada! Eu amo que essa série seja cheia de um verdadeiro coração, alegria profunda e do poder do trabalho em equipe. Mal posso esperar para fazer parceria com a brilhante, hilária e talentosa Aline McKenna mais uma vez para criar uma personagem cômica e verdadeiramente original, e com a equipe da Amazon, cuja paixão por este projeto é incomparável.” “Reese é minha heroína de longa data e estou muito emocionada por termos feito um filme juntas e por esta fantástica oportunidade na TV”, disse Brosh McKenna. “Estou tão animada por trazer este mundo e esses personagens à vida! O pessoal da Amazon já se mostrou tão entusiasmado e solidário que estou muito animada para me juntar a sua lista de talentos.” “All Stars” ainda não tem previsão de estreia. Reese Witherspoon será vista a seguir na 3ª temporada da série “The Morning Show”, que ainda não tem data de lançamento. Porém, seu comprometimento com uma nova atração, de outra plataforma de streaming, pode colocar em risco o seu futuro na série da Apple TV+. Segundo apurou o site Deadline, o contrato de Witherspoon previa que ela estrelasse três temporadas de “The Morning Show”, abrindo possibilidade de renovação. Já seu novo contrato com a Amazon a permite que ela estrele mais de uma série ao mesmo tempo. Aparentemente, tudo vai depender do interesse dela.

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    Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo

    15 de dezembro de 2022 /

    A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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