Falando a Real: Série com Harrison Ford e Jason Segel ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming Apple TV+ divulgou o trailer completo de “Falando a Real” (Shrinking), série de comédia estrelada por Jason Segel (“How I Met Your Mother”) e Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”). A prévia mostra a crise de Segel e tentativa de Ford para alertá-lo das consequências de seus atos. A trama acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta que se encontra em luto pela morte da esposa, e durante um surto começa a quebrar as regras e a dizer a seus clientes exatamente o que pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes mudanças na vida das pessoas – incluindo na sua – para preocupação de seu mentor (Ford). Ford interpreta o Dr. Phil Rhodes, um psicólogo realista e pioneiro em terapia cognitivo-comportamental, que também enfrenta seus próprios problemas, tendo sido recentemente diagnosticado com Parkinson. A atração foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, produtores de “Ted Lasso”, e pelo próprio Segel, e o elenco ainda conta com Christa Miller (“Scrubs”), Jessica Williams (“Love Life”), Michael Urie (“Um Crush para o Natal”), Luke Tennie (“Players”) e Lukita Maxwell (“Generation”). A equipe ainda conta com o cineasta James Ponsoldt, que dirige episódios da série após comandar Segel no drama “O Fim da Turnê” (2015). Os dois primeiros capítulos de “Shrinking” vão estrear em 27 de janeiro na Apple TV+, com os demais oito episódios lançados semanalmente.
Primeira foto da 3ª temporada anuncia volta de “Ted Lasso”
A Apple TV+ divulgou a primeira foto da 3ª temporada de “Ted Lasso”, que coloca frente a frente os ex-amigos Nathan (Nick Mohammed) e Ted (Jason Sudeikes). Os dois estarão no comando de times rivais nos novos episódios. A plataforma também aproveitou para anunciar que a atração vai retornar no segundo trimestre, durante a primavera dos EUA (nosso outono). Série mais premiada da Apple, “Ted Lasso” venceu dois Emmys consecutivos de Melhor Série de Comédia, além de troféus do Critics Choice, WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores). O Emmy 2022 ainda rendeu os troféus de Melhor Ator para Jason Sudeikis e Melhor Ator Coadjvuante para Brett Goldstein – respectivamente, os intérpretes de Ted Lasso e Roy Kent. Além de estrelar, Sudeikis também é um dos criadores, roteiristas e produtores de “Ted Lasso”, ao lado de Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”). A série gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. Com uma mensagem edificante de superação, a produção virou um fenômeno cultural, que também bateu recorde de audiência da Apple TV+ no lançamento de sua 2ª temporada, virando a estreia mais vista da plataforma em todos os tempos. Apesar desse sucesso, há rumores de que “Ted Lasso” possa acabar em seu terceiro ano. A revelação foi feita por Goldstein – o intérprete de Roy Kent também é um dos roteiristas da comédia. “Estamos escrevendo assim [como final]”, disse o ator, quando questionado se a próxima temporada encerraria a série. “Foi planejado para ter três. Alerta de spoiler: todo mundo morre.” Embora ele tenha brincado no final da resposta, a declaração converge com o planejamento de Jason Sudeikis, que disse em 2021 ver a comédia encerrando-se no terceiro ano.
Série de suspense estrelada por Jennifer Garner ganha fotos e data de estreia
A Apple TV+ divulgou as duas primeiras imagens e a data de estreia de “The Last Thing He Told Me”, minissérie de suspense estrelada e coproduzida por Jennifer Garner (“De Repente 30”). Baseada no recente best-seller homônimo de Laura Dave, a trama acompanha Hannah (Garner), uma mulher que, ao lado de sua enteada de 16 anos, busca descobrir a razão do desaparecimento misterioso de seu marido. A enteada será vivida por Angourie Rice (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que pode ser vista ao lado de Garner logo abaixo, e o elenco também destaca Nikolaj Coster-Waldau (“Game of Thrones”). A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista vencedor do Oscar Josh Singer (“Spotlight”) em parceria com sua esposa, que é justamente a escritora do livro original. Já a produção corre a cargo da empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon, e do estúdio 20th Television para a plataforma Apple TV+. A estreia em streaming vai acontecer no dia 14 de abril, com a disponibilização dos dois primeiros episódios, e os cinco demais seguirão lançados semanalmente, sempre às sextas-feiras, até 19 de maio.
Santo Maldito: Felipe Camargo é pastor ateu no trailer de nova série
A Star+ divulgou pôsteres e o trailer de “Santo Maldito”, nova série brasileira que deve dar o que falar. A trama acompanha a história de um amargurado professor ateu, vivido por Felipe Camargo (“Novo Mundo”), que apesar de renegar a existência de Deus se transforma em pastor, após a comunidade de uma humilde igreja da periferia acreditar que ele realizou um milagre. Quando a esposa de Reinaldo (Felipe Camargo) entra em estado vegetativo, o professor toma a desesperada atitude de colocar um fim no sofrimento da amada, mas, milagrosamente, Maria Clara (Ana Flávia Cavalcanti) acorda. Sem saber, Reinaldo foi filmado pelo fiel de uma pequena igreja, que espalha o feito como milagre. Acreditando estar diante de um homem iluminado por Deus, o fracassado pastor cadeirante Samuel (Augusto Madeira) oferece todas as suas economias para que Reinaldo pregue em sua igreja. Endividado com as despesas hospitalares da esposa, Reinaldo aceita e se torna um líder religioso complexo. Incapaz de confessar seus erros e preocupado com a própria imagem de bom pai de Gabriela (Bárbara Luz) e marido de Maria Clara, ele embarca num caminho de autodescoberta, para entender quem realmente é. E inicia sua jornada como um pastor que não crê em Deus. Com grande elenco, “Santo Maldito” tem roteiros de Rubens Marinelli (“Entre Lágrimas e Risos”), Ricardo Tiezzi (“Temporada de Verão”) e Bea Góes (“Quarentenados”), com a colaboração de Carla Meireles (“Manhãs de Setembro”), Fábio Rodrigo (“Kairo”), Vinicius Vasconcellos e Matheus Hruschka. A direção dos episódios é de Gustavo Bonafé (“Insânia”), Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”) e Lucas Fazzio (“Dois Tons”). Gravada na cidade de São Paulo e realizada pela Intro Pictures, a série tem 8 episódios com estreia marcada para 8 de fevereiro.
Paramount+ muda pôster de “O Dono de Kingstown” após acidente de Jeremy Renner
A Paramount+ decidiu trocar o pôster da 2ª temporada de “O Dono de Kingstown” (Mayor of Kingstown) após o acidente grave sofrido por Jeremy Renner. O ator foi hospitalizado no início do ano, após ser atropelado por um removedor de neve. O pôster original mostrava Renner ensanguentado. Já a nova versão limpa seu rosto para não mostrá-lo tão machucado. O contexto da imagem faz referência ao motim carcerário da temporada inaugural. Vale lembrar que, em sua estreia, a série se consagrou como a segunda mais assistida do streamer, atrás apenas de “1883”, prólogo recém-lançado de “Yellowstone”. Por coincidência, as duas atrações tem o mesmo criador: Taylor Sheridan. Co-criada por Sheridan e o ator Hugh Dillon (do elenco de “Yellowstone”), “Mayor of Kingstown” gira em torno da família McLusky, considerada verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Em seus 10 episódios iniciais, a trama enveredou por temas como racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. Além de Renner, o elenco destaca Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”), Taylor Handley (“Vegas”), Aidan Gillen (“Game of Thrones”), Tobi Bamtefa (“Tin Star”), Michael Reventar (“See”) e o próprio roteirista Hugh Dillon, entre outros. A 2ª temporada estreou no domingo (15/1) nos EUA, mas ainda não tem previsão para o Brasil. Compare abaixo as duas versões do pôster
“Ginny & Georgia” domina o Top 10 mundial da Netflix
A 2ª temporada de “Ginny & Georgia”, que estreou em 5 de janeiro, foi a série mais vista da Netflix pela segunda semana consecutiva, acumulando 162,7 milhões de horas visualizadas. Com isso, a série chegou, ao todo, a impressionantes 343 milhões de horas em apenas 10 dias. E para comprovar o interesse do público, a segunda atração mais vista na plataforma entre 9 a 15 de janeiro foi… a 1ª temporada de “Ginny & Georgia”! Os primeiros episódios somaram 63,2 milhões de horas visualizadas. Diante desse desempenho, não há dúvidas de que a criação da estreante Sarah Lampert já conseguiu assegurar a produção de seu terceiro ano. “Ginny & Georgia” gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Mas esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio, o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. É que Georgia é uma assassina. Ela jura que matou o primeiro marido por acidente, mas logo se seguem outras mortes, como o padrasto de Ginny no final da 1ª temporada, que chamam atenção da polícia local. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Bastou para o público correr para a Netflix para ver do que se tratava, rendendo audiência e renovação para a produção. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). O resto do ranking da Netflix mantém a recordista “Wandinha” em 3º lugar, com mais 57,8 milhões de horas visualizadas, a 2º temporada de “Vikings: Valhalla” grudada em 4ª, com 55,4 milhões, e o thriller “Caleidoscópio” fechando o Top 5 – embora os produtores prefiram que o público veja essa disposição em outra ordem. 1 | GINNY E GEORGIA 2 | NETFLIX 2 | GINNY E GEORGIA 1 | NETFLIX 3 | WANDINHA | NETFLIX 4 | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX 5 | CALEIDOSCÓPIO | NETFLIX
Trailer de “The Mandalorian” revela volta ao planeta Mandalore
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “The Mandalorian”, que traz de volta Din Djarin e o “Baby Yoda” Grogu após suas participações coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. A prévia destaca a determinação de Djarin de recuperar a honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, mas a recepção não parece ser das melhores, com muitas cenas de tiroteios e um reencontro com Bo-Katan. Há também uma ameaça não revelada, que exige o envolvimento de Jedis, alguns rostos conhecidos e novos memes do pequeno Grogu. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” também foi o primeiro sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas temporadas já exibidas, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. O elenco destaca Pedro Pascal (“The Last of Us”) como a voz do personagem mascarado do título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) como Greef Karga, Omid Abtahi (“Fear the Walking Dead”) na pele do sinistro Dr. Pershing, Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como a mecânica Peli Moto, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) na armadura da guerreira mandaloriana Bo-Katan e Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) de volta ao papel de Moff Gideon, vilão da 1ª temporada. A 3ª temporada estreia em 1 de março de 2023. O trailer foi disponibilizado em versões legendada e dublada em português. Confira.
“The Last of Us” tem 3ª maior estreia da HBO em todos os tempos
O primeiro episódio série “The Last of Us”, exibido no domingo (15/1), quebrou recordes de audiência. A série foi vista por um total de 4,7 milhões de telespectadores, tornando-se a 3ª maior estreia da história da HBO. Ficou atrás apenas do primeiro episódio de “A Casa do Dragão” (que atraiu incríveis 9,9 milhões de telespectadores) e de “Boardwalk Empire” (vista por 4,8 milhões de pessoas na sua estreia). Existe, porém, uma diferença. Como “Boardwalk Empire” estreou em 2010, a série contabilizou esse número apenas com a exibição no canal pago HBO. Já os números de telespectadores de “A Casa do Dragão” e “The Last of Us” levam em conta também a audiência da HBO Max. E os números de “The Last of Us” tendem a crescer ainda mais, já que a própria HBO disse que a audiência de domingo à noite normalmente representa entre 20% e 40% da audiência total de um episódio. Ou seja, com reprises e exibições em streaming, a audiência do primeiro episódio será muito maior. A atração também está sendo bastante elogiada pela crítica e, atualmente, tem uma aprovação de 99% no site Rotten Tomatoes. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Craig Mazin (“Chernobyl”) e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Trailer de “Superman & Lois” traz nova gravidez
A rede The CW divulgou o trailer da 3ª temporada de “Superman & Lois”, que revela a troca de intérprete de Jonathan Kent, o anúncio de uma nova gravidez de Lois e uma ameaça à vida da esposa do Superman. O novo intérprete de Jonathan é Michael Bishop (da série australiana “Grace Beside Me”), que entra na série em substituição a Jordan Elsass. A decisão foi tomada depois que Elsass não retornou ao trabalho no prazo dado ao elenco para começar as gravações dos novos episódios em Vancouver, no Canadá. Ele notificou a produção, dizendo que não voltaria por “problemas pessoais”. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção acompanha a rotina de Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. O elenco também conta com Alexander Garfin no papel do jovem Jordan Kent. A 3ª temporada estreia em 14 de março nos EUA. No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max, que ainda não revelou a previsão de lançamento nacional.
Robin investiga morte de Batman no trailer de “Gotham Knights”
A rede The CW divulgou um novo trailer de “Gotham Knights”, série baseada em personagens dos quadrinhos da DC Comics, que se passa em Gotham City após a morte de Batman. A prévia mostra que a trama toma enormes liberdades com universo da DC, misturando cronologias dos quadrinhos. Os pontos extremos são a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin, retratada como uma adolescente negra em vez de ruiva. Além disso, a produção também destaca um personagem inédito: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. Para sorte dos produtores, a premissa é interessante o suficiente para não ser rejeitada de cara pelos fãs dos quadrinhos. Como diz a sinopse, a série traz “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato” do herói. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham fica mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. A produção também conta com Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. Ela tem menos destaque na prévia, que enfatiza mais o papel de Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como a citada Carrie Kelley, numa alteração racial da primeira Robin feminina. Outros integrantes incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que vivem a heroína Pássaro Azul e seu irmão, além de Oscar Morgan (“Warren”) como Turner Hayes e Misha Collins (o Castiel de “Supernatural”) como Harvey Dent. “Gotham Knights” foi desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que escreviam “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo (em extinção) de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. A estreia vai acontecer em 14 de março nos EUA e a série deve aparecer por aqui na HBO Max.
Pandemia mostrada em “The Last of Us” pode acontecer, diz criador da série
A aguardada série apocalíptica “The Last of Us”, baseada em uma famosa franquia de games, estreou nesse domingo (15/1), na HBO, já dando o que falar. Muita gente ficou curiosa sobre a pandemia mostrada na atração, especialmente após a abertura trazer um debate sobre como ela poderia acontecer na realidade. O primeiro episódio começa mostrando um talk show da década de 1960. Nele, um epidemiologista (John Hannah, de “A Múmia”) fala sobre a ameaça iminente de fungos e explica que certos fungos podem infectar e controlar seus hospedeiros animais. Ele pondera que o seres humanos poderiam ser os próximos a serem controlados, caso esses esporos evoluíssem e sobrevivessem em um clima mais quente, sugerindo que isso pudesse acontecer caso o planeta sofresse mudanças climáticas. “Se o mundo ficar um pouco mais quente, então há razão para evoluir”, disse o epidemiologista. “Candida, cravagem do centeio, Cordyceps, Aspergilose – qualquer um deles poderia ser capaz de penetrar em nossos cérebros e assumir o controle não de milhões de nós, mas de bilhões. Bilhões de marionetes com mentes venenosas… e não há tratamento para isso, nem prevenção. Esses tratamentos não existem, e nem mesmo é possível criá-los.” Segundo o criador e showrunner da série Craig Mazin, o que é dito pelo personagem é embasado pela ciência. “É real – é real na medida em que tudo o que ele diz que os fungos fazem, eles fazem”, disse Mazin ao site The Hollywood Reporter. “Eles fazem isso e têm feito isso desde sempre. Existem alguns documentários notáveis que você pode assistir que são bastante assustadores.” “Agora, o aviso: e se eles evoluírem e entrarem em nós? De um ponto de vista puramente científico, eles fariam conosco exatamente o que fazem com as formigas? Eu acho que não. Eu duvido. Por outro lado, ele está certo – o LSD e a psilocibina vêm de fungos. O que eu disse a John foi: ‘O que estamos fazendo nesta cena é dizendo às pessoas que isso sempre esteve aqui’”. O fungo retratado na série é o Cordyceps, do filo Ascomycota, que é um endoparasita de artrópodes, como formigas. Ele usa seus esporos para infectar a vítima, mantendo-a viva por um tempo enquanto se desenvolve dentro do corpo dela e consome suas estruturas musculares. A formiga infectada mantém suas atividades por cerca de duas semanas, até o fungo atingir o sistema nervoso central. A partir desse momento, o hospedeiro passa a se comportar de forma estranha e, depois de um tempo, morre. E novos esporos – formados no corpo da formiga morta – são liberados no ambiente, infectando outras formigas. Ou seja, a lógica da série é real e o mundo está aquecendo, mas, por enquanto, não existem casos confirmados de infecção em humanos. Porém, o que move “The Last of Us” é a ideia de uma ameaça iminente. Falando sobre isso, Mazin fez uma relação com a série “Chernobyl” (2019), que ele também criou. “O que foi tão assustador para mim foi que [a usina nuclear de Chernobyl] explodiu naquela noite, mas poderia ter explodido uma semana antes ou um mês antes”, disse ele. “O que significa que, agora, também há algo [fungos] que está apenas esperando para explodir – e você simplesmente não sabe sobre isso. E é perturbador dizer às pessoas: ‘Sabíamos disso, já existia, agora vamos mostrar a noite em que finalmente aconteceu’. Não de repente, mas finalmente”. A história de “The Last of Us” se passa no mundo pós-apocalíptico depois que a pandemia de fungos destrói quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que pode representar a cura da infecção, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”), Anna Torv (“Mindhunter”), Jeffrey Pierce (“Castle Rock”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Storm Reid (“Euphoria”). A adaptação ficou a cargo de Mazin e do próprio criador do game, Neil Druckmann, que juntou em sua equipe um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). Assista abaixo ao trailer da série.
Critics Choice: “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” vence maior prêmio da crítica dos EUA
A comédia sci-fi independente “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” foi a grande vencedora da principal premiação da crítica dos EUA, o Critics Choice Awards, que aconteceu na noite de domingo (15/1) em Los Angeles. A produção do pequeno estúdio A24 faturou ao todo cinco categorias, incluindo a principal, de Melhor Filme do ano. O longa que aborda o conceito do multiverso, tão na moda nas superproduções atuais de super-heróis, também recebeu os troféus de Melhor Direção e Roteiro, conquistados por sua dupla de cineastas, Daniel Kwan e Daniel Scheinert, conhecidos como The Daniels. Os outros prêmios foram por Edição e Ator Coadjuvante. Os prêmios de interpretação, por sinal, refletiram as performances mais comentadas do ano, em especial Brendan Fraser como o obeso mórbido de “A Baleia” e Cate Blanchett no papel de maestrina autoritária de “Tár”. Entre os coadjuvantes, a consagração da crítica ficou com a rainha Angela Bassett, de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, e para a história de retorno do ano, Ke Huy Quan, que brilhou como ator mirim nos anos 1980 – em “Goonies” e “Indiana Jones e o Templo da Perdição” – e volta, após longo sumiço, para ganhar tudo em todo lugar ao mesmo tempo – como diz o título de seu filme. Outros destaques de cinema foram “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, vencedor das categorias de Melhor Comédia e Elenco; “RRR”, Melhor Filme Estrangeiro e Canção; e “Pinóquio por Guillermo del Toro”, a Melhor Animação. Todos os três são lançamentos da Netflix, que neste ano se deu melhor com produções de filmes que por suas séries. Na premiação de TV, o destaque foi o reconhecimento tardio a “Better Call Saul”. Após seis anos figurando em eventos do gênero apenas para colecionar derrotas, o spin-off de “Breaking Bad” finalmente venceu o Critics Choice em sua última temporada como Melhor Série de Drama, além de receber troféus de Melhor Ator e Coadjuvante pelos desempenhos de Bob Odenkirk e Giancarlo Esposito. Com três troféus, foi também a série mais premiada da noite, seguida pelos vencedores das categorias de Comédia, Telefilme e Minissérie – respectivamente, “Abbot Elementary”, “Weird: The Al Yankovic Story” e “The Dropout” – que conquistaram duas vitórias cada. A premiação foi exibida nos EUA pelo canal The CW, que como o comediante Seth Rogen lembrou com ironia ferina, não tinha nenhum indicado – “é o canal menos favorito de vocês [críticos]”. No Brasil, a transmissão aconteceu pelo canal pago TNT e pela plataforma HBO Max (que atrasou a esperada estreia de “The Last of Us” para priorizar a transmissão). Confira abaixo a lista completa dos vencedores. CINEMA Melhor Filme “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Brendan Fraser – “A Baleia” Melhor Atriz Cate Blanchett – “Tár” Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” Melhor Ator/Atriz Jovem Gabriel LaBelle – “Os Fabelmans” Melhor Elenco “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” Melhor Direção Daniel Kwan e Daniel Scheinert – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Original Daniel Kwan e Daniel Scheinert – “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado Sarah Polley – “Entre Mulheres” Melhor Fotografia Claudio Miranda – “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção Florencia Martin e Anthony Carlino – “Babilônia” Melhor Edição Paul Rogers – “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Figurino Ruth E. Carter – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” Melhor Cabelo e Maquiagem “Elvis” Melhores Efeitos Especiais “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Comédia “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” Melhor Animação “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Filme em Língua Estrangeira “RRR” Melhor Canção “Naatu Naatu” – “RRR” Melhor Trilha Sonora Hildur Guðnadóttir – “Tár” TV Melhor Série – Drama “Better Call Saul” Melhor Ator em Série – Drama Bob Odenkirk – “Better Call Saul” Melhor Atriz em Série – Drama Zendaya – “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama Giancarlo Esposito – “Better Call Saul” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama Jennifer Coolidge – “The White Lotus” Melhor Série – Comédia “Abbott Elementary” Melhor Ator em Série – Comédia Jeremy Allen White – “O Urso” Melhor atriz em Série – Comédia Jean Smart – “Hacks” Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia Sheryl Lee Ralph – “Abbott Elementary” Melhor Minissérie “The Dropout” Melhor Telefilme “Weird: The Al Yankovic Story” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Daniel Radcliffe – “Weird: The Al Yankovic Story” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Amanda Seyfried – “The Dropout” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Paul Walter Hauser – “Black Bird” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Niecy Nash-Betts – “Dahmer: Um Canibal Americano” Melhor Série em Língua Estrangeira “Pachinko” Melhor Série Animada “Arlequina” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Especial de Comédia “Norm Macdonald: Nothing Special”
“Chucky” é renovada para 3ª temporada
O canal pago americano SyFy renovou “Chucky” para seu terceiro ano de produção. “O elenco e a equipe de ‘Chucky’ gostariam de agradecer aos fãs e críticos por sua resposta esmagadora à 2ª temporada, que temos o prazer de anunciar ter estimulado o sinal verde oficial para a 3ª temporada”, disse o criador da atração, Don Mancini em um comunicado. “Essa notícia deixou Chucky muito feliz. Graças por isso, porque, caso contrário, seria francamente impossível de lidar com ele”. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Mancini, que também é o criador do personagem. Ele escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Continuação direta dos filmes, a série destaca em seu elenco Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Star+. O anúncio foi acompanhado por um teaser, que pode ser conferido abaixo. i'm baaaaack 😈 now u dipshits can get tf out of my mentions #ChuckySeason3 pic.twitter.com/IhTtPB2BjN — Chucky (@ChuckyIsReal) January 15, 2023












