PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Black Narcissus: Série de freiras assombradas ganha primeiro trailer

    22 de setembro de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Black Narcissus”, que registra o último papel da carreira de Diana Rigg (“Game of Thrones”), falecida em 10 de setembro aos 82 anos . Com três episódios, a minissérie adapta o livro “Narciso Negro”, de Rumer Godden, já filmado em 1947 por Michael Powell, com Deborah Kerr como a Irmã Clodagh, a madre superiora mais jovem de sua ordem. Na nova adaptação, o papel principal cabe à inglesa Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”). A trama se passa no Himalaia, em 1934, em um palácio remoto no topo de um penhasco, que antigamente era um harém conhecido como a “Casa das Mulheres”. Palco para muitos atos lascivos e segredos obscuros, o lugar já tinha sido oferecido e abandonado por monges, que desistiram de transformá-lo num templo. Mas um grupo de jovens freiras lideradas pela ambiciosa Irmã Clodagh acredita que poderá convertê-lo num convento. A convivência com pinturas eróticas e resistência da população local transformam essa missão num suplício, agravado pelo isolamento, doenças e o despertar de desejos proibidos, predispondo-as a repetir uma terrível tragédia. Além de Gemma Arterton e Diana Rigg, o elenco também inclui Alessandro Nivola (“Desobediência”), Aisling Franciosi (“Game of Thrones”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Rosie Cavaliero (“Gentleman Jack”), Karen Bryson (“Safe”), Patsy Ferran (“Jamestown”), Nila Aalia (“O Passageiro”), Chaneil Kular (“Sex Education”), Kulvinder Ghir (“A Música da Minha Vida”) e Gina McKee (“Catherine the Great”). Escrita pela inglesa Amanda Coe (“Apple Tree Yard”), a adaptação tem todos os seus episódios dirigidos pela dinamarquesa Charlotte Bruus Christensen, que estreia na função após uma carreira premiada como cinematógrafa – de filmes como “A Caça” (2013), “Longe Deste Insensato Mundo” (2015) e “Um Lugar Silencioso” (2018). Coprodução desenvolvida em parceria com a rede britânica BBC, a série será lançada em 23 de novembro no canal pago FX, com disponibilização no dia seguinte na plataforma Hulu e em dezembro no Reino Unido.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim

    21 de setembro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).

    Leia mais
  • Série

    The Big Sky: Série policial com atriz de Vikings ganha primeiros trailers

    21 de setembro de 2020 /

    A rede americana ABC aproveitou a audiência da premiação do Emmy 2020 para divulgar bastante “The Big Sky”, sua principal novidade da temporada, com a exibição de dois trailers diferentes que revelam a data de estreia da atração. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota em Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.

    Leia mais
  • Etc

    Rami Youssef revela destino dos perdedores do Emmy 2020

    21 de setembro de 2020 /

    O esquema diferenciado de produção remota do Emmy 2020 providenciou o envio de troféus da Academia de Televisão para casa de todos os indicados. Mas enquanto as vitoriosos receberam seus prêmios, com direito a festas entre familiares, os perdedores tiveram a frustração de ver as estatuetas serem levadas embora. Quem acompanhou a premiação pela TV – no Brasil, no canal pago TNT – não viu este lado B do evento. Mas ele não ficou sem registro. O comediante Rami Youssef, que disputou e perdeu a categoria de Melhor Ator em Comédia, gravou o momento em que o representante da Academia, totalmente paramentado em traje de proteção contra o coronavírus, foi embora com o troféu que ele não conquistou. Postado nas redes sociais do criador e estrela da série “Rami”, o vídeo tem até tchauzinho para o ator, acompanhado pela legenda: “Quando você perde o Emmy”. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram when u lose the emmy Uma publicação compartilhada por ramy youssef (@ramy) em 20 de Set, 2020 às 5:32 PDT

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Emmy 2020: Conheça os vencedores e recordes batidos por Schitt’s Creek e Zendaya

    21 de setembro de 2020 /

    O Emmy 2020 consagrou “Schitt’s Creek”, “Watchmen”, “Succession” e Zendaya. Mas os aplausos vão primeiro para seus organizadores, que conseguiram contornar as limitações do distanciamento social para entregar um programa em que tudo podia dar errado, mas que transcorreu sem falhas e se mostrou capaz de entreter e inspirar com discursos edificantes, como o de Tyler Perry, homenageado pela Academia da Televisão por suas realizações. A premiação remota, com apresentação de Jimmy Kimmel, programou textos de humor em participações especiais, mas a graça veio mesmo das comemorações divertidas dos vencedores em suas casas, como o grito de “Mãe” de Uzo Aduba após sua vitória por “Mrs. America”, a festa de Zendaya com familiares e elenco de “Euphoria”, e também o beijo de Jeremy Strong em quem lhe entregou o Emmy de Melhor Ator em Drama, por “Succession”. Divida em blocos, a premiação teve uma primeira parte completamente dominada por “Schitt’s Creek”, que venceu todos os sete troféus que disputou nas categorias de Série de Comédia. Com elenco e equipe reunido num grande salão no Canadá, a consagração da série pareceu uma festa particular, que também serviu para marcar a despedida da atração. Encerrada em abril na rede canadense CBC e no pouco visto canal pago americano Pop – atualmente em processo de implosão planejada – , “Schitt’s Creek” finalizou sua trajetória no auge. A atração, que no Brasil é transmitida pelo Comedy Central, apresenta um mundo em que não existe homofobia e sua visão otimista foi festejada com vários recordes na premiação. Para começar, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a vencer todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. E, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se a Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Depois de “Schitt’s Creek”, as produções mais premiadas foram “Watchmen” e “Succession”, com quatro troféus cada nos segmentos de Minissérie e Drama. As duas séries da HBO ajudaram o canal a, mais uma vez, consagrar-se como o mais premiado do Emmy – 11 vitórias. Entre os demais vencedores, Zendaya também registrou um recorde, tornando-se, aos 24 anos, a mais jovem premiada com o Emmy de Melhor Atriz de Drama – por “Euphoria”. Para atingir essa marca, ela superou a vencedora do Emmy passado, Jodie Comer, de “Killing Eve”, que tinha conquistado seu troféu aos 26. “Sei que nosso programa de TV nem sempre parece um grande exemplo disso, mas há esperança nos jovens”, disse a estrela de “Euphoria” em seu agradecimento. Já a vitória de Billy Crudup como Melhor Ator Coadjuvante em Drama, por “The Morning Show”, representou o primeiro Emmy de uma produção da plataforma Apple TV+. Confira abaixo todos os vencedores da premiação principal do Emmy 2020 (lembrando que a lista completa inclui ainda as categorias técnicas, reconhecidas no chamado Creative Arts Emmy). Melhor Série de Drama “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner, “Ozark” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Billy Crudup, “The Morning Show” Melhor Direção em Série de Drama Andrij Parekh, “Succession” Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong, “Succession” Melhor Série de Comédia “Schitt’s Creek” Melhor Atriz em Série de Comédia Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Direção em Série de Comédia Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Roteiro em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Minissérie “Watchmen” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Regina King, “Watchmen” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Damon Lindelof e Cord Jefferson, “Watchmen” Melhor Talk Show de Variedades “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

    Leia mais
  • Série

    WandaVision: Série da Marvel ganha primeiro trailer legendado

    20 de setembro de 2020 /

    A Marvel divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “WandaVision” na noite de domingo (20/9), durante a exibição do Emmy 2020 na TV americana. Na prévia, é possível ver a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda e Visão aparecem, finalmente, com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, será a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, “WandaVision” será uma produção importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Lista de indicados ao Emmy 2020 é marcada por renovação

    20 de setembro de 2020 /

    A edição 2020 do Emmy, que acontece neste domingo (20/9) a partir das 21h, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT, será diferente em muitos sentidos. E não apenas por combinar uma apresentação ao vivo com comemoração remota dos artistas vencedores, devido à pandemia de coronavírus. A lista de indicados ao maior prêmio da televisão americana marca uma grande renovação em relação às edições passadas. Há vários programas novos na disputa, graças à ausência de séries tradicionais na premiação, como “Game of Thrones” e “Veep”, que deixaram de ser produzidas no ano passado. Além disso, a pandemia também refletiu num maior reconhecimento de atrações de streaming que nas edições anteriores, incluindo nomeações para séries da Disney+ (Disney Plus), Apple TV+ e até da Quibi, ao lado das já tradicionais opções da Netflix, Amazon e Hulu. A renovação significa ainda que há vários artistas estreantes na disputa, como Zendaya, que emplacou uma vaga na disputada categoria de Melhor Atriz em Série de Drama por sua performance em “Euphoria”. Outras estrelas já consagradas no cinema, como Cate Blanchett (por “Mrs. America”), Lupita Nyong’o (“Serengetti”), Octavia Spencer (“A Vida e a História de Madam C.J. Walker”), Sarah Snook (“Succession”) e Anna Kendrick (“Dummy”) também receberam suas primeiras indicações ao troféu da televisão. Entre os homens, os “novatos” incluem Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Corey Hawkins (“Survive”), Christoph Waltz (“Most Dangerous Game”), Jeremy Strong (“Succession”), Billy Crudup (“The Morning Show”) e o cineasta Taika Waititi (“The Mandalorian”). Outro detalhe que chama atenção na relação de indicados foi a lembrança da cineasta Lynn Shelton, que faleceu recentemente, na disputa de Melhor Direção de Minissérie, por “Little Fires Everywhere”. Confira abaixo a lista dos indicados ao evento principal. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Handmaid’s Tale” “The Crown” “The Mandalorian” “Ozark” “Stranger Things” “Killing Eve” “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Aniston, “The Morning Show” Olivia Colman, “The Crown” Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Sandra Oh, “Killing Eve” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Sterling K. Brown, “This Is Us” Steve Carrell, “The Morning Show” Brian Cox, “Succession” Billy Porter, “Pose” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter, “The Crown” Laura Dern, “Big Little Lies” Julia Garner, “Ozark” Thandie Newton, “Westworld” Fiona Shaw, “Killing Eve” Sarah Snook, “Succession” Meryl Streep, “Big Little Lies” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Mark Duplass, “The Morning Show” Giancarlo Esposito, “Better Call Saul” Matthew Macfadyen, “Succession” Bradley Whitford, “The Handmaid’s Tale” Jeffrey Wright, “Westworld” Melhor Direção em Série de Drama Lesli Linka Glatter, “Homeland” Alik Sakharov, “Ozark” Ben Semanoff, “Ozark” Andrij Parekh, “Succession” Mark Mylod, “Succession” Benjamin Caron, “The Crown” Jessica Hobbs, “The Crown” Mimi Leder, “The Morning Show” Melhor Roteiro em Série de Drama “Better Call Saul – Bad Choice Road” “Better Call Saul – Bagman” “Ozark – Boss Fight” “Ozark – Fire Pink” “Ozark – All In” “Succession – This Is Not For Tears” “The Crown – Aberfan” Melhor Série de Comédia “Curb Your Enthusiasm” “Disque Amiga para Matar” “The Good Place” “Insecure” “O Método Kominsky” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Schitt’s Creek” “What We Do in The Shadows” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate, “Disque Amiga para Matar” Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel” Linda Cardellini, “Disque Amiga para Matar” Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Issa Rae, “Insecure” Tracee Eliss Ross, “Blackish” Melhor Ator em Série de Comédia Michael Douglas, “O Método Kominski” Anthony Anderson, “Blackish” Ted Danson, “The Good Place” Don Cheadle, “Black Monday” Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Ramy Youssef, “Ramy” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” D’Arcy Carden, “The Good Place” Betty Gilpin, “GLOW” Marin Hinkle, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Yvonne Orji, “Insecure” Cecily Strong, “Saturday Night Live” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Mahershala Ali, “Ramy” Alan Arkin, “O Método Kominsky” Andre Braugher, “Brooklyn Nine-Nine” Sterling K. Brown, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Tony Shalhoub, “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson, “Saturday Night Live” Melhor Direção em Série de Comédia Gail Mancuso, “Modern Family” Ramy Youssef, “Ramy” Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Matt Shakman, “The Great” Amy Sherman-Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” Daniel Palladino, “The Marvelous Mrs. Maisel” James Burrows, “Will & Grace” Melhor Roteiro em Série de Comédia “Schitt’s Creek – Happy Ending” “Schitt’s Creek – The Presidential Suite” “The Good Place – Whenever You’re Ready” “The Great – The Great” “What We Do in the Shadows – Collaboration” “What We Do in the Shadows – Ghosts” “What We Do in the Shadows – On The Run” Melhor Minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Inacreditável” “Nada Ortodoxa” “Watchmen” Melhor Telefilme “American Son” “Má Educação” “Dolly Parton’s Heartstrings” “These Old Bones” “El Camino A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt Kimmy vs. The Reverend” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Cate Blanchett, “Mrs. America” Shira Haas, “Nada Ortodoxa” Regina King, “Watchmen” Octavia Spencer, “A Vida e a História de Madam C.J. Walker” Kerry Washington, “Little Fires Everywhere” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Jeremy Irons, “Watchmen” Hugh Jackman, “Má Educação” Paul Mescal, “Normal People” Jeremy Pope, “Hollywood” Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Toni Collette, “Inacreditável” Margo Martindale, “Mrs. America” Jean Smart, “Watchmen” Holland Taylor, “Hollywood” Tracey Ullman, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Jovan Adepo, “Watchmen” Tituss Burgess, “Unbreakable Kimmy Schmidt” Louis Gossett Jr., “Watchmen” Jim Parsons, “Hollywood’ Dylan McDermott, “Hollywood” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Lynn Shelton, “Little Fires Everywhere” Lenny Abrahamson, “Normal People” Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Nicole Kassell, “Watchmen” Steph Green, “Watchmen” Stephen Williams, “Watchmen” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme “Mrs. America – Shirley” “Normal People – Episode 3” “Inacreditável – Episode 1” “Nada Ortodoxa – Part 1” “Watchmen – This Extraordinary Being” Melhor Talk Show de Variedades “The Daily Show with Trevor Noah” “Full Frontal” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “The Masked Singer” “Nailed It!” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice”

    Leia mais
  • Etc

    Danny Masterson começa a ser julgado por estupro nos EUA

    19 de setembro de 2020 /

    O ator Danny Masterson, das séries “That ’70s Show” e “The Ranch”, fez sua primeira aparição no tribunal de Los Angeles, na sexta (18/9), para se defender das acusações de estupro movidas contra ele por três mulheres. Masterson chegou a ser preso em junho, mas pagou fiança de US$ 3,3 milhões para participar do julgamento em liberdade. Por meio de seu advogado, o ator declarou-se inocente e alegou que as acusações contra ele eram “políticas”, devido a sua ligação com a Igreja da Cientologia. Segundo o site Page Six, o advogado Tom Mesereau acusou a promotora distrital do condado de Los Angeles, Jackie Lacey, de apresentar as acusações com o objetivo de chamar atenção para si mesma, na véspera de eleições para ser reconduzida a seu posto, marcadas para novembro. “Houve repetidas tentativas de politizar este caso”, disse Mesereau, que também defendeu Michael Jackson contra alegações de má conduta sexual em um caso anterior. “Ele é absolutamente inocente e vamos provar isso.” O advogado de defesa também tentou impedir que câmeras pudessem entrar no tribunal, alegando que a presença da mídia seria prejudicial não só a Masterson, mas também aos jurados em potencial. Mas o juiz do Tribunal Superior, Miguel T. Espinoza, não só permitiu a cobertura da mídia como negou um pedido da defesa para colocar o caso em segredo de justiça, permitindo a polícia, promotores e testemunhas em potencial de revelar informações à imprensa. A defesa ainda apresentou documentos solicitando que a ação penal contra a Masterson fosse rejeitada por ser insuficiente e por ter prescrito. Uma audiência sobre o assunto será realizada na próxima aparição do ator no tribunal, marcada para o dia 19 de outubro. A prisão de Masterson aconteceu após uma investigação de três anos que resultou num raro processo contra um astro de Hollywood na era #MeToo. Apesar de dezenas de investigações, a maioria não resultou em nenhuma acusação, devido à falta de evidências ou por prescrição pela passagem de muito tempo. Mas o caso é muito anterior ao escândalo de Harvey Weinstein que originou o #MeToo. As primeiras denúncias contra o ator foram encaminhadas para a polícia no começo da década passada. Segundo o site Huffington Post, as autoridades não puderam agir na época devido à interferência da igreja da Cientologia, da qual o ator é adepto. As mulheres que o acusavam também eram integrantes da igreja, que tem como regra proibir colaboração com a polícia. De acordo com o relato do site, a instituição mobilizou 50 seguidores para darem testemunhos escritos favoráveis a Masterson e contrários às acusadoras. Além disso, o arquivo com os depoimentos e acusações formais desapareceu misteriosamente no começo do processo, fazendo com que a promotoria tivesse que recomeçar todo o caso do zero. Com isso, o caso só foi reaberto em 2017, após “evidências incriminadoras” terem sido recebidas pela promotoria. Quatro mulheres teriam tomado coragem para ir adiante com a denúncia após a atriz Leah Remini (série “King of Queens”) expor na TV abusos supostamente cometidos por integrantes da Igreja da Cientologia. O caso de Masterson apareceu na série que ela apresenta na TV paga americana – e a própria Remini compareceu à corte para acompanhar o julgamento nesta sexta. Uma das denúncias, porém, não foi levada adiante pela promotoria por ter prescrito. Masterson sempre negou veementemente todas as acusações. Mas após as acusações se tornarem públicas, ele foi demitido pela Netflix da série “The Ranch”, que co-estrelava com Ashton Kutcher. O vice-promotor distrital Reinhold Mueller, da Divisão de Crimes Sexuais, que está processando o caso, disse que todos os supostos crimes atuais ocorreram na casa do ator, entre 2001 e 2003. Se condenado, Masterson pode enfrentar uma possível sentença máxima de 45 anos de prisão.

    Leia mais
  • Série

    Capítulos finais de Supernatural ganham novo pôster com os protagonistas

    19 de setembro de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou um novo pôster dos episódios finais de “Supernatural”. A arte destaca os protagonistas e a volta da série em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros. Os capítulos finais já deveriam ter sido exibidos, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida de Sam e Dean Winchester, os irmãos caçadores de monstros vividos por Jared Padalecki e Jensen Ackles. Além da dupla central, o cartaz inclui seus principais aliados, o anjo Castiel (Misha Collins), introduzido na 4ª temporada, e Jack (Alexander Calvert), o filho de Lúcifer (Mark Pellegrino), que entrou na série em sua 12ª temporada. As gravações finalmente se encerraram na semana passada. Lançada em 2005, “Supernatural” está em sua 15ª temporada e é a série mais longeva do canal. A despedida será precedida por um especial dedicado à série, marcado para acompanhar a transmissão do capítulo final. O último episódio, por sua vez, irá ao ar em 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos exibidos nos EUA.

    Leia mais
  • Série

    Younger vai acabar na 7ª temporada

    19 de setembro de 2020 /

    O criador de “Younger”, Darren Star, revelou que a vindoura temporada será o final da série. Ele deu a notícia durante entrevista promocional de sua nova atração na Netflix, “Emily in Paris”, para o site TVLine. “Estamos planejando não oficialmente [a 7ª temporada] como uma temporada final”, disse o produtor. A série do canal pago americano TV Land que está fora do ar desde que concluiu sua 6ª temporada em setembro de 2019. A atração estava prestes a começar a rodar sua 7ª temporada em Nova York quando a pandemia paralisou todas as produções. Com as gravações agora marcadas para começar “em algumas semanas”, Star atualmente pondera sobre como irá integrar a crise do coronavírus na história – mas isso não deve acontecer no início da 7ª temporada. “Muitos episódios foram escritos” antes da pandemia, o produtor contou ao TVLine. Além disso, “a ação de ‘Younger’ meio que começa de onde parou a última temporada, que foi antes da pandemia. Mas acho que estamos ansiosos para incorporá-la à ação conforme a temporada avançar”. E mesmo que a próxima temporada seja de fato o canto do cisne do show, o mundo de “Younger” pode continuar em uma série derivada. Star confirmou que um spin-off centrado na personagem Kelsey Peters, vivida por Hilary Duff (a eterna “Lizzie McGuire”), está em desenvolvimento. A comédia romântica idealizada pelo criador de “Sex And The City” adapta o romance homônimo de Pamela Redmond Satran e acompanha Liza (Sutton Foster), uma mãe solteira de 40 anos que finge ter menos de 30 para conseguir e manter um emprego. Mas além de se esforçar para parecer mais nova, ela também tem que se adaptar à juventude dos dias de hoje. Além de Foster e Duff, o elenco ainda conta com Miriam Shor (série “The Good Wife”), Peter Hermann (série “Law & Order: SVU”), Molly Bernard (“Sully”), Charles Michael Davis (série “The Originals”), Nico Tortorella (série “The Following”) e Debi Mazar (série “Entourage”).

    Leia mais
  • Série

    Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.

    Leia mais
  • Série

    Criador de Segunda Chamada desenvolve série sobre conflitos raciais no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    A Conspiração Filmes vai produzir uma série ficcional sobre conflitos raciais e de classe no Brasil. Segundo a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo, o projeto está sendo desenvolvido pelo dramaturgo e roteirista Jô Bilac, um dos criadores da série “Segunda Chamada”, da Globo. A produção terá seis episódios e contará a história de um grupo de jovens negros e ricos que enfrentam diversos dilemas entre as suas ancestralidades e as áreas VIPs que frequentam. Na trama, uma correspondente internacional negra vai viajar para o Brasil para escrever uma reportagem sobre esses jovens. Em diálogos francos e afetivos, a repórter vai conversar com o grupo sobre classe, raça, identidade e a busca por pertencimento.

    Leia mais
  • Série

    Estrela mirim de Annabelle 3 entra em The Handmaid’s Tale em papel polêmico

    18 de setembro de 2020 /

    A atriz McKenna Grace, estrela de “Annabelle 3 – De Volta Para Casa” e que tem apenas 14 anos, entrou no elenco da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” num papel polêmico. Ela interpretará a Sra. Keyes, a esposa adolescente de um Comandante muito mais velho e poderoso na sociedade patriarcal de Gilead. Segundo a descrição da personagem, a Sra. Keyes é inteligente, confiante e rebelde. Embora pareça calma, a garota conviverá com intensos conflitos internos. Apesar de muito jovem, o currículo de McKenna Grace já soma mais de 50 créditos. Há dois anos, ela virou a produtora mais jovem de Hollywood, ao fechar contrato para estrelar e produzir “Rabbit Cake”, adaptação do aclamado romance homônimo de Annie Hartnett, para a Amazon Studios. Ela já estrelou as séries “Designed Survivor”, como filha do protagonista, “The Haunting of Hill House”, fez sete aparições em “Fuller House” e três em “Young Sheldon”, além de já ter sido a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries” e de Sabrina em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas é no cinema que a lista de participações realmente impressiona. Grace participou de “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão infantil de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya”, a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”, virou protagonista de “Annabelle 3: De Volta para Casa” como a filha do casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), dublou o longa animado de “Scooby-Doo” e ainda estrelará o próximo “Caça-Fantasmas”, que teve a estreia adiada pela pandemia. Após a paralisação causada pelo coronavírus, o quarto ano de “The Handmaid’s Tale” teve suas gravações retomadas há duas semanas em Toronto, no Canadá. As três temporadas de “The Handmaid’s Tale” estão disponíveis no Brasil em duas plataformas de streaming, Globoplay e Paramount+.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie