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    Sucesso da Netflix esgota livros de Arséne Lupin no Brasil

    3 de fevereiro de 2021 /

    O sucesso de “Lupin”, da Netflix, fez esgotar no Brasil as obras com o personagem Arséne Lupin, que inspira a série estrelada por Omar Sy (“Intocáveis”). Por conta disso, a Zahar (que virou divisão da Companhia das Letras) fará uma nova impressão do livro “Ladrão de Casaca”, que reúne as primeiras histórias do escritor francês Maurice Leblanc sobre o criminoso charmoso, que ele criou em 1907. Os novos livros estarão disponíveis a partir do dia 19. Apenas em janeiro, “Ladrão de Casaca” já teve mais exemplares vendidos do que em todo o ano de 2020.

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    Estilista acusa Marilyn Manson de agressão armada durante ensaio

    3 de fevereiro de 2021 /

    Mais uma acusação veio à tona contra Marilyn Manson. A estilista e cineasta Love Bailey, diretora do vindouro musical “Slather”, acusou o cantor de apontar uma arma para a sua cabeça e lhe ameaçar com agressividade homofóbica. Bailey, que é transexual, publicou seu desabafo após Evan Rachel Wood (da série “Westworld”), ex-namorada do polêmico cantor, dar início a uma corrente de acusações contra abusos cometidos por Manson. A própria atriz republicou os posts de Bailey em seu Stories do Instagram. “Não sou fã da cultura do cancelamento, mas quando alguém como Marilyn Manson aponta uma arma para sua cabeça, é hora de falar”, desabafou Bailey sobre o assunto, num primeiro post na segunda (1/2). “É 2021 e temos que tirar o poder dessas pessoas horríveis, para que não façam mal a ninguém”. relatou a artista, que afirmou que vai procurar as autoridades para registrar um boletim de ocorrência, mas que por enquanto pretende manter a identidade da atriz envolvida na história em segredo. “Sinto que é uma questão urgente falar diretamente para a câmera e dar meu depoimento do que aconteceu na noite em que conheci Marilyn Manson”, continuou a diretora num vídeo publicado em suas redes sociais, relembrando que era uma estilista de 20 anos quando recebeu o convite para participar de um ensaio para a revista LoveCat — hoje rebatizada como Galore. Ela deveria trabalhar com uma atriz no ensaio e quando chegou lá viu que o estúdio de gravação do artista estava cheio de pôsteres com mulheres nuas e havia na sala de estar um punhado de desenhos sombrios no chão, que, segundo ela, pareciam tentar abrir “algum portal demoníaco”. Quando foi chamada ao quarto onde Manson e a atriz estavam, identificou gaiolas em que ele deveria prender suas “vítimas”. Segundo a estilista, eles haviam acabado de fazer sexo e a tal atriz parecia estar dopada, cambaleante. Ela chegou a machucar o tornozelo, enquanto Manson caía na gargalhada. Foi quando tentou alcançar a atriz para ajudá-la, que recebeu uma arma na cara. “Uma grande Glock, uma Glock de metal, não uma arma de brinquedo. Ele colocou isso direto na minha testa e disse: ‘Eu não gosto de bichas’. Então ele riu, em um tom agressivo”, contou Bailey. “Me lembro de ter ficado chocada naquele momento”, continuou, visivelmente emocionada. “Há anos tenho sido silenciada para não dizer nada por causa da indústria, por causa da indústria da moda, por causa desses fotógrafos que vão colocar você na lista negra por mencionar o nome deles”, prosseguiu. Em seu vídeo no Instagram, Love ainda acrescentou o depoimento de duas outras pessoas que a acompanharam no dia em que foi ameaçada. Sua assistente na ocasião confirmou a história, dizendo ter visto as “artes demoníacas” na sala de estar, além de lembrar que ter sido barrada, porque Manson não permitia assistentes no local. Uma amiga de Bailey, por sua vez, contou que a estilista ligou para ela depois do incidente e recordou que ela estava “em choque” e sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Love Bailey não revelou o nome da atriz que estava com Manson na ocasião, mas Evan Rachel Wood também postou denúncias de uma artista conhecida como Gabriella, da fotógrafa Ashley Walters, da modelo Sarah McNeilly e da modelo Ashley Lindsay Morgan. Todas elas afirmaram que foram vítimas de agressão sexual e abuso físico e emocional nas mãos de Manson. Pouco tempo depois, Manson se manifestou nas redes sociais para negar os relatos, que seriam “distorções”. “Obviamente, minha vida e minha arte são há anos imãs para controvérsia, mas essas recentes declarações a meu respeito são distorções horríveis da realidade. Meus relacionamentos íntimos sempre foram completamente consensuais, com pessoas que pensavam como eu. Independente de como – e porque – outros estão escolhendo deturpar o passado agora, essa é a verdade”, afirmou o cantor. Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood. Para completar, a senadora Susan Rubio, da Califórnia, escreveu uma carta para o Promotor-Geral dos EUA (Monty Wilkinson) e o diretor do FBI (Christopher Wray), pedindo a abertura de um inquérito oficial contra o artista. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Love Bailey (@loveisbailey) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Love Bailey (@loveisbailey)

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  • Série

    Série da Amazon terá Morgan Freeman, Anne Hathaway, Anthony Mackie, Helen Mirren e mais estrelas

    2 de fevereiro de 2021 /

    A Amazon juntou um time de estrelas para lançar sua nova série de antologia “Solos”. Desenvolvida pelo criador de “Hunters”, David Weil, a série contará com Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Anne Hathaway (“Os Miseráveis”), Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), Helen Mirren (“A Rainha”), Dan Stevens (“Legion”) e Constance Wu (“As Golpistas”) em seu elenco. O tema principal do seriado serão as conexões humanas. Os sete episódios da produção mostrarão diferentes pessoas que vivem em períodos de tempo distintos, mas que compartilham histórias de isolamento similares e também de como as situações humanos podem juntar a todos. A diretora Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) irá dirigir dois dos episódios, mas ainda não previsão de estreia.

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  • Série

    The Nevers: Nova série de heroínas do criador de Buffy ganha primeiro teaser

    2 de fevereiro de 2021 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser de “The Nevers”, nova série criada por Joss Whedon (criador de “Agents of SHIELD” e “Buffy – A Caça-Vampiros”), que reúne um grupo de heroínas da era vitoriana. A trama se passa nos últimos anos do reinado da rainha Vitória, quando Londres registra a presença dos Touched (Tocados): pessoas, a maioria mulheres, que de repente manifestam habilidades incomuns – algumas encantadoras e outras perturbadoras. Entre elas estão Amalia True (Laura Donnelly), uma viúva misteriosa e impulsiva, e Penance Adair (Ann Skelly), uma jovem inventora brilhante, campeãs dessa nova subclasse, que pretendem a dar lugar àqueles para quem a História não tem lugar. A série vai estrear em abril, mas sem Whedon, que após as acusações de mau comportamento nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, trazidas à tona pelo ator Ray Fisher (intérprete do Ciborgue), pediu para sair da produção. Whedon emitiu um comunicado, em que afirma que os acontecimentos sem precedentes de 2020 afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado e, embora desenvolver e produzir ‘The Nevers’ tenha sido uma experiência agradável, eu percebi que o nível de comprometimento necessário para continuar, combinado ao desafio físico de fazer essa série durante a pandemia é mais do que eu posso aguentar”. Ele ainda se disse “genuinamente exausto” e afirmou que focará sua energia em sua vida pessoal, “que passará por mudanças animadoras”. “Estou profundamente orgulhoso do trabalho que fizemos. Agradeço meu elenco e meus colaboradores extraordinários, e a HBO pela oportunidade de moldar esse mundo estranho”, concluiu. Ele chegou a produzir seis episódios da série, que serão exibidos em abril, com a segunda metade da temporada programada para ir ao ar mais adiante sob o comando da roteirista Philippa Goslett (dos filmes “Como Falar com Garotas em Festas” e “Maria Madalena”). Além de Laura Donnely (“Tolkien”) e Ann Skelly (“Vikings”), o elenco da produção também destaca Olivia Williams (“Counterpart”), James Norton (“Adoráveis Mulheres”), Tom Riley (“Da Vinci’s Demons”), Nick Frost (“Truth Seekers”), Ben Chaplin (“Carta ao Rei”), Pip Torrens (“Preacher”), Zackary Momoh (“Doutor Sono”), Amy Manson (“The White Princess”), Rochelle Neil (“Das Boot”), Eleanor Tomlinson (“Poldark”), Denis O’Hare (“American Horror Story”) e Elizabeth Berrington (“Yesterday”).

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    Episódio de Marilyn Manson é cortado da série Creepshow

    2 de fevereiro de 2021 /

    Após ter sua participação cortada na 3ª temporada de “American Gods”, Marilyn Manson também será extraído da série “Creepshow”. O cantor gravou participação num episódio da 2ª temporada da antologia de terror da plataforma Shudder, mas a rede AMC, responsável pelo serviço, anunciou que esse capítulo não será mais exibido. Os cortes integram a repercussão das denúncias feitas na segunda-feira (1/2) contra o cantor. Manson foi acusado de abuso sexual por cinco mulheres, entre elas sua ex-noiva Evan Rachel Wood (estrela da série “Westworld”), o que também o fez ser dispensado por sua gravadora Em seu post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Depois do desabafo da atriz, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares e os parceiros comerciais de Manson começaram a lhe virar as costas. Manson demorou várias horas para abordar a polêmica, publicando uma nota curta em seu Instagram. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ”

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    Marilyn Manson responde às acusações de abuso: “Horríveis distorções”

    2 de fevereiro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson manifestou-se pelas redes sociais para abordar as repercussões de uma segunda-feira (1/2) tensa, em que foi acusado de abuso sexual por cinco mulheres, entre elas sua ex-noiva Evan Rachel Wood (estrela da série “Westworld”), o que o fez ser dispensado por sua gravadora e cortado da série “American Gods” de forma praticamente automática. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” A nota curta é uma resposta ao post em que Evan Rachel Wood acusou publicamente o roqueiro de abusar “horrivelmente” dela quando ainda era adolescente. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006, quando a atriz de “Westworld” tinha 18 anos, até 2010 e chegaram a ficar noivos. Depois da denúncia, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares e os parceiros comerciais de Manson começaram a lhe virar as costas, repercutindo o apelo da atriz. Em seu post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Confira os dois posts originais abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marilyn Manson (@marilynmanson) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evan Rachel Wood (@evanrachelwood)

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    Marilyn Manson é cortado da série American Gods

    2 de fevereiro de 2021 /

    Depois de ser dispensado por sua gravadora, a participação de Marilyn Manson na 3ª temporada de “American Gods” também foi cortada. A dispensa aconteceu depois que Evan Rachel Wood acusou publicamente o roqueiro de abusar “horrivelmente” dela quando ainda era adolescente. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006, quando a atriz de “Westworld” tinha 18 anos, até 2010 e chegaram a ficar noivos. Depois da denúncia, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares. “Devido às alegações feitas contra Marilyn Manson, decidimos remover sua performance do episódio restante em que ele apareceria, que estava agendado para ir ao ar no final desta temporada. O Starz está inequivocamente ao lado de todas as vítimas e sobreviventes de abuso”, disse um porta-voz do canal pago Starz em comunicado. Manson se juntou à série baseada no premiado romance de Neil Gaiman na atual temporada, como o sangrento Johan Wengren, vocalista da banda Viking de death metal Blood Death. O cantor foi uma parte essencial do episódio “The Unseen”, exibido na noite de domingo (31/1) nos EUA, e voltaria em mais um episódio. Em seu post nas redes sociais, Evan Rachel Wood escreveu: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. As alegações da atriz e de outras quatro mulheres não as primeiras denúncias de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito.

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    Frasier: Série dos anos 1990 pode ser revivida em streaming

    1 de fevereiro de 2021 /

    A série clássica “Frasier” pode ganhar revival em breve na Paramount+ (Paramount Plus). O retorno da atração está em discussão no serviço de streaming da ViacomCBS, informaram várias publicações especializadas dos EUA nesta segunda (1/7). Representantes da CBS Studios e Paramount+ preferiram não comentar. O astro da série, Kelsey Grammer, vem tentando realizar um revival há algum tempo. Segundo fontes ouvidas por Variety, TV Line, Deadline e The Hollywood Reporter, o maior obstáculo potencial para confirmar a produção seria o salário do elenco, que era um dos mais altos da TV quando a série terminou. Mas os americanos amam a série, que durou 11 temporadas, entre 1993 e 2004, e venceu 39 prêmios Emmy para a rede NBC. Curiosamente, esse sucesso não se repetiu no Brasil, onde “Frasier” só foi exibida na TV paga, pelo canal Sony. Além disso, apenas as suas três primeiras temporadas chegaram a ser lançadas em DVD por aqui. A série era um spin-off de “Cheers”, em que Grammer vivia Frasier Crane. Em sua série, o psicólogo volta a Seattle para trabalhar num programa de rádio e viver com o pai e o irmão. David Hyde Pierce e John Mahoney (falecido em 2018) interpretavam, respectivamente, o irmão e o pai de Frasier, e o elenco também destacava Jane Leeves e Peri Gilpin. A retomada da série se encaixaria nos planos da ViacomCBS para explorar marcas conhecidas como forma de atrair assinantes para seu serviço de streaming. A Paramount+ será oficialmente lançada em 4 de março nos EUA, ocupando o lugar da CBS All Access.

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    Diretor de Pantera Negra desenvolve série sobre Wakanda para Disney+

    1 de fevereiro de 2021 /

    Uma série ambientada em Wakanda está em desenvolvimento na Disney+ (Disney Plus). A notícia veio à tona durante o anúncio de que o cineasta Ryan Coogler, que dirigiu “Pantera Negra” e está escrevendo a continuação, fechou um contrato amplo e geral de vários anos com a Disney para a criação e produção de séries. “Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company, no comunicado que anunciou a parceria. “Com ‘Pantera Negra’, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.” Por sua vez, Coogler disse que era “uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”. “Trabalhar com eles em ‘Pantera Negra’ foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio de televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com o público em todo o mundo por meio das plataformas Disney”, continuou. E, ao mencionar seus planos, o cineasta acabou revelando que já está desenvolvendo uma série para a plataforma Disney+ com a equipe da Marvel Studios. “Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar. ” Coogler vai desenvolver os projetos por meio de sua produtora, Proximity Media. A opção de lançar uma série baseada em Wakanda, país do Pantera Negra, vem à tona após boatos sugerirem que “Pantera Negra 2” diluiria sua trama entre os personagens da nação africana, como forma de compensar a ausência do protagonista – após a morte inesperada de Chadwick Boseman (o Pantera Negra) no ano passado. Mas nem o projeto de série nem a trama do filme estão oficialmente confirmados. “Pantera Negra” foi um sucesso estrondoso para a Disney e a Marvel, arrecadando quase US$ 1,35 bilhão em todo o mundo. O filme ganhou um significado cada vez maior depois da morte repentina do astro Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon em agosto.

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    Dustin Diamond (1977 – 2021)

    1 de fevereiro de 2021 /

    O ator Dustin Diamond, que viveu o nerd pateta Screech da sitcom juvenil “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) por 13 anos na TV americana, morreu de câncer nesta segunda (1/2) aos 44 anos. O ator foi diagnosticado com câncer em estágio 4 há três semanas e estava recebendo tratamento em um hospital da Flórida. A carreira de ator de Diamond começou aos 11 anos de idade, quando ele ainda estava na 5ª série e derrotou outros 5 mil aspirantes para conseguir o papel de Samuel “Screech” Powers em 1988, na comédia do Disney Channel “Good Morning, Miss Bliss”, a precursora do que viria a se tornar “Galera do Barulho”. Os espectadores acompanharam o crescimento de Diamond por mais de uma década, pois continuou a viver Screech até o ano de 2000. O personagem ganhou ainda mais destaque em “Galera do Barulho”, que durou quatro temporadas (1989-93) e seguiu por mais uma temporada em “Saved by the Bell: The College Years” (1993-94), culminando sua trajetória em “Saved by the Bell: The New Class”, que teve sete temporadas (1994-2000), todas na NBC. Quando o último episódio foi ao ar, Diamond tinha 23 anos. “A coisa mais difícil em ser uma estrela infantil é desistir da infância. Você não tem uma infância, na verdade”, disse ele em numa entrevista do programa “Where Are They Now?” em 2013. “Você é um artista, você tem que saber suas falas e ensaiar e praticar, garantindo que seja o mais engraçado e o melhor que puder ser. Porque se você não for engraçado, poderá ser substituído.” Após o fim da franquia televisiva, Diamond começou uma nova carreira como comediante e astro de reality shows com competição de celebridades – como “Celebrity Boxing”, “Celebrity Fit Club”, “Celebrity Championship Wrestling” e “Celebrity Big Brother”. Em 2006, ele se viu envolvido em sua primeira polêmica com o lançamento de “Screeched – Saved by the Smell”, um vídeo pornô de 52 minutos que mostrava o ator transando com duas mulheres. Mais tarde, ele disse que um “dublê” o substituiu, com seu rosto acrescentado durante a edição. “É a coisa que mais me envergonha”, disse ele. “Tudo começou com um boato de que Paris Hilton ganhou US$ 14 milhões com [sua] sex tape. Meu amigo disse: ‘Quatorze milhões? Pqp! Onde está a sex tape do Screech? Você tem que valer pelo menos um milhão’. Eu pensei, ‘Sim, talvez’… Eu ganhei algum dinheiro com isso, mas não valeu a pena.” Um dos motivos que o levou a fazer o vídeo é que estava falido. O ator chegou a vender camisetas de US$ 15 para levantar dinheiro e evitar a execução hipotecária de sua casa em Port Washington, Wisconsin. Ele pediu concordata na Califórnia em 2001 e entrou em um buraco financeiro porque, segundo dizia, seus pais gastaram o dinheiro que ele ganhou com a franquia “Saved by the Bell”. Três anos depois, Diamond encontrou outra forma de faturar com sua antiga fama. Ele compartilhou histórias obscenas dos bastidores da “Galera do Barulho” em seu livro “Behind the Bell”. O lançamento rendeu nova polêmica e Diamond disse que o livro era de um “escritor fantasma” e ele não teve a chance de remover algumas das histórias que foram criadas a partir de alguns comentários “improvisados” que fez ao autor real. Ele ainda tentou uma carreira no cinema, que não deu em nada. Entre os títulos de cotação negativa de sua filmografia destacam-se os fracassos “O Grande Mentiroso” (2002), “Pauly Shore Está Morto” (2003) e “Dickie Roberts, o Pestinha Cresceu” (2003). Voltando sempre à fonte de sua fama, Diamond ainda foi produtor executivo de um telefilme “Não Autorizado” sobre “Galera do Barulho” em 2014, “The Unauthorized Saved by the Bell Story”, exibido pelo canal pago Lifetime sem nenhum dos escândalos da biografia publicada em 2009. O site Daily Beast chamou a produção de “o pior telefilme já feito”. Em 2015, Diamond foi condenado por conduta desordeira num bar, após esfaquear uma pessoa com um canivete durante a celebração do Natal de 2014. Ele também foi considerado culpado em um incidente envolvendo sua então noiva e cumpriu três meses de prisão, sendo libertado em abril de 2016. Quando o serviço de streaming Peacock revelou que voltaria a reunir os astros de “Galera do Barulho” num revival da série original, que introduziria uma nova geração de adolescentes, as principais estrelas do programa, como Mark-Paul Gosselaar, Elizabeth Berkley, Mario Lopez e Tiffani Thiessen, foram convidadas a participar da produção. Mas Diamond não.

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    Sonic vai ganhar série animada na Netflix

    1 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix anunciou a produção de uma série de Sonic, o famoso personagem do mundos games. O anúncio foi feito pelas redes sociais da plataforma nesta segunda (1/1), informando que a produção será chamada de “Sonic Prime” e tem previsão de lançamento para 2022. “Já podem ir juntando anéis dourados. ‘Sonic Prime’, minha nova série animada com o porco-espinho mais rápido do mundo, chega para vocês em 2022″, informou a plataforma, antes de se corrigir. Sonic é ouriço e não porco-espinho. “Sonic é um personagem amado e tem um lugar especial no coração de todos, incluindo o meu”, completou Dominique Bazay, diretora de animação original da Netflix, em um comunicado. “Passei muitas horas com o borrão azul quando criança e é um privilégio poder trazer esse personagem que todos conhecem e amam em uma nova aventura com a Netflix”. A produção será uma série animada computadorizada em 3D e não deve incluir atores reais como o recente filme do personagem. A série está sendo desenvolvida pelas produtoras WildBrain, que participou de “As Aventuras de Paddington” e My Little Pony: O Filme, e Man Of Action, responsável por atrações animadas como “Ben 10” e “Mega Man: Fully Charged”. Já podem ir juntando anéis dourados. Sonic Prime, minha nova série animada com o porco-espinho mais rápido do mundo, chega pra vocês em 2022. pic.twitter.com/5I7Vxk0emq — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 1, 2021

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  • Série

    Volta de Sex and the City vai abordar a pandemia em Nova York

    31 de janeiro de 2021 /

    A volta de “Sex and The City” vai incorporar a pandemia de covid-19 em sua trama. A informação foi dada pela estrela Sarah Jessica Parker em entrevista à revista Vanity Fair. Após dizer que está aguardando “ansiosamente” os roteiros, ela afirmou que, como o cenário da série é Nova York, será imprescindível as consequências do vírus nas relações da cidade. “Obviamente será parte da história, porque essa é a cidade em que [esses personagens] vivem”, disse ela. “E como isso mudou os relacionamentos depois que as amigas desapareceram? Tenho muita fé que os escritores vão examinar tudo.” Não é só fé. Ela é produtora da série e pode determinar os rumos da trama. A atriz ainda celebrou que o time de novos escritos da série “é incrivelmente diverso de uma forma realmente emocionante” e que eles irão trazer uma nova “experiência de vida, visões de mundo políticas e visões de mundo social” para o programa. As personagens da série (menos Samantha) vão voltar num revival com 10 episódios na plataforma HBO Max, intitulado “And Just Like That…”. A minissérie vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker.

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    Hard: Natália Lage é empresária pornô no trailer da 2ª temporada

    30 de janeiro de 2021 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série de comédia brasileira “Hard”. Com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”) e realizada em coprodução com a Gullane, a série é uma adaptação da atração francesa homônima e já tem a 3ª temporada confirmada. Na trama, Natália Lage (“A Divisão”) vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Na nova temporada, Sofia é seduzida pelo mundo pornô realizando fantasias de suas clientes, mas ainda tem que lidar com os preconceitos da família e com a nova carreira de Marcello (Julio Machado, de “Divino Amor”). O elenco também traz Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). Os seis novos episódios estreiam no dia 21 de fevereiro.

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