Melissa Benoist dá boas vindas à nova Supergirl
A intérprete da Supergirl televisiva, Melissa Benoist, deu as boas-vindas à nova Supergirl cinematográfica, Sasha Calle, nas redes sociais. Após a notícia de que a jovem estrela da novela “The Young and the Restless” tinha sido escolhida para interpretar a Garota de Aço no filme “The Flash”, Benoist escreveu no Instagram: “Isso é incrível! Sim, garota, você pode voar! Bem-vinda ao universo DC, Sasha Calle. Mal posso esperar para vê-la como Supergirl. O mundo precisa de todas as Supergirls possíveis”. E a nova Supergirl ficou emocionada com a atenção. “Melissa! Isso significa muito. Meu irmão mais novo e eu vimos todos os episódios. Este foi um momento tão doce para nós. Obrigada”, ela respondeu, assumindo-se fã da série da rede The CW. A escolha da Callie, americana de descendência colombiana, foi feita pelo diretor argentino Andy Muschietti (de “It: A Coisa”), que comandará a atriz em seu primeiro filme. Segundo apurou o site Deadline, 425 atrizes diferentes foram testadas! E a performance de Calle impressionou tanto o diretor quanto o chefe da DC Films, Walter Hamada. A nova Supergirl será introduzida em “The Flash”, que será uma continuação de “Liga da Justiça” (2017), incluindo participações de alguns personagens daquele filme, como o Batman vivido por Ben Affleck, além, claro, do Flash interpretado por Ezra Miller. O herói Ciborgue também deveria aparecer, mas após denúncias de seu intérprete, Ray Fisher, sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” por Joss Whedon, ele não fará parte da produção. A trama lidará com o multiverso e diferentes versões dos super-heróis da DC. Michael Keaton, por sinal, também está confirmado como Batman, retomando o personagem que interpretou em “Batman” (1989) e “Batman – O Retorno” (1992). Por conta dessa narrativa, não está claro se Calle será uma Supergirl alternativa, de alguma Terra paralela do multiverso, ou se assumirá o papel definitivamente, aparecendo em outros filmes – mas esta última opção é fortalecida pela participação de Walter Hamada no processo decisório. Um filme solo de Supergirl está em desenvolvimento há anos. Mas a última notícia deste projeto é de 2018, quando a Warner contratou Oren Uziel (“O Paradoxo Cloverfield”) para escrever o roteiro. Sempre retratada como uma americana loira, Supergirl já foi vivida por Helen Slater em seu único filme de cinema, lançado em 1984. Na TV, a heroína ficou mais conhecida durante a passagem de Laura Vandervoort na série “Smallville” (entre 2007 e 2011) e ganhou status de protagonista com Melissa Benoist, absolutamente perfeita como a personagem título da série “Supergirl”, que, por coincidência ou não, vai chegar ao fim neste ano. Vale reparar ainda que Sasha Calle tem praticamente a mesma idade que Melissa Benoist tinha quando virou Supergirl.
Atriz de Modern Family se emociona com homenagem de WandaVision
A atriz Julie Bowen, que viveu a mãezona Claire Dunphy em “Modern Family”, resolveu se manifestar sobre a homenagem de “WandaVision” à sua interpretação naquela série. Em uma publicação no Instagram, ela se disse emocionada pela referência materializada por Elizabeth Olsen no 7º episódio da atração da Marvel, exibida na Disney+ (Disney Plus). “Um ano depois de a gente ter encerrado ‘Modern Family’, hoje somos parte de ‘WandaVision’. Eles homenagearam ‘I Love Lucy’, ‘A Feiticeira’, ‘The Brady Bunch’ e outros… Ver a nossa série entre as ‘clássicas’ nos olhos da série inovadora da Marvel me deixou sem palavras (Acredite em mim e em qualquer pessoa que tenha trabalhado comigo, isso é uma coisa difícil de fazer). Desde o rompimento da 4ª parede até o tecido do sofá… nossa! Que ótima maneira de comemorar um aniversário agridoce”, elogiou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Julie Bowen (@itsjuliebowen)
O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o teaser da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), sua primeira adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar, após comprar a editora Millarworld em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos quadrinhos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série será estrelada por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”) e Matt Lanter (“90210”). Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.
Canal Viva vai exibir versão clássica do Sítio do Pica-Pau Amarelo
O canal pago Viva vai resgatar a primeira versão do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, com exibição de três “temporadas” que marcaram época: “Memórias da Emília” (1978), com 18 episódios, “O Minotauro” (1978), também com 18, e “Reinações de Narizinho” (1982), com 10 capítulos. A reprise do programa, uma adaptação das obras infantis de Monteiro Lobato, irá ao ar em março, de segunda a sexta-feira, a partir das 10h45m. Uma pena que o Viva tenha decidido pular os episódios de “origem”, com a chegada de Pedrinho ao Sítio e a apresentação de cada um dos personagens. A série clássica foi originalmente exibida na rede Globo de 1977 a 1986, com direção de Geraldo Casé. Inicialmente, participaram Dirce Migliaccio (Emília), Rosana Garcia (Narizinho), Zilka Sallaberry (Dona Benta), André Valli (Visconde de Sabugosa), Júlio César Vieira (Pedrinho), Samuel Santos (Tio Barnabé), Canarinho (Garnizé), Tonico Pereira (Zé Carneiro), Dorinha Duval (Cuca), Romeu Evaristo (Saci-Pererê), mas, ao longo desse período, o elenco foi sendo modificado. A Cuca, por exemplo, ganhou nova intérprete (Stela Freitas) já no segundo ano da produção.
Os Irregulares de Baker Street: Série do universo de Sherlock Holmes ganha teaser
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser de “Os Irregulares de Baker Street” (The Irregulars), que explora cenas de terror explícito e a ligação da série com o universo do escritor Arthur Conan Doyle, com destaque especial para o célebre endereço da rua Baker, número 221b, em Londres. Trata-se, claro, da residência de Sherlock Holmes. Ao contrário de “Sherlock”, a série não traz Holmes como protagonista, focando-se no grupo do título, meninos de rua que são recrutados pelo Dr. Watson para ajudar na resolução de mistérios após Sherlock Holmes ficar incapacitado – por doença ou drogas. O grupo não é invenção recente como “Enola Holmes”. É uma criação legítima do escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. Os “Irregulares” apareceram nos livros do detetive publicados no final do século 19 como versões alternativas dos delinquentes dickensianos de “Oliver Twist”. Eram trombadinhas que trabalhavam como espiões de Sherlock Holmes em troca de moedas, liderados por um menino mais velho chamado Wiggins. Eles apareceram pela primeira vez em “Um Estudo em Vermelho” (1887). E ganharam mais destaque no romance seguinte, “O Signo dos Quatro” (1890), que trazia um capítulo intitulado “Os Irregulares de Baker Street”, que batiza a série. “Os Irregulares” toma grande liberdade em relação à versão literária para incluir mulheres e minorias raciais entre os detetives amadores, além de preferir tramas de terror aos mistérios de crimes que geralmente são investigados por Holmes. Além disso, são apresentados na série como verdadeiros detetives e não apenas fontes de informação, enquanto Holmes tem sua reputação questionada. Outra mudança, cada vez mais comum nas produções atuais, é a troca na raça de um dos protagonistas. O Dr. Watson, parceiro constante de Sherlock Holmes, é interpretado por um ator negro na série, criada pelo roteirista Tom Bidwell (criador de “My Mad Fat Diary”). O elenco traz Henry Lloyd-Hughes (“O Cavalo Amarelo”) como Sherlock, Royce Pierreson (“The Witcher”) como Watson, Aidan McArdle (“O Gênio e o Louco”) como Inspetor Lestrade e os jovens Thaddea Graham (“Carta ao Rei”), Darci Shaw (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”), Jojo Macari (“Sex Education”), McKell David (“Snatch: Um Novo Golpe”) e Harrison Osterfield (“Mundo em Caos”) como os Irregulares. A estreia está marcada para 26 de março.
Disney+ revela novas fotos de Falcão e o Soldado Invernal
A Disney+ (Disney Plus) divulgou novas fotos de “Falcão e o Soldado Invernal”, que destaca os personagens do título, juntos com a agente Sharon Carter e o escudo do Capitão América. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. Ela também pode ser vista numa das imagens abaixo.
Gillian Anderson será Eleanor Roosevelt em série sobre Primeiras-Damas dos EUA
Depois de viver a Primeira Ministra Margaret Thatcher em “The Crown”, Gillian Anderson se prepara para viver outra personagem política importante do século 20: Eleanor Roosevelt. A atriz se juntou ao elenco da minissérie “The First Lady”, uma antologia do canal Showtime dedicada à três Primeiras-Damas importantes dos EUA, que já conta com Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”) como Michelle Obama e Michelle Pfeiffer (“Vingadores: Ultimato”) como Betty Ford. Eleanor Roosevelt serviu como Primeira-Dama dos Estados Unidos de 1933 a 1945, tornando-a Primeira-Dama mais longeva da história do país. Polêmica por sua franqueza, especialmente sobre os direitos civis, ela foi a primeira esposa presidencial a dar entrevistas coletivas regulares, escrever uma coluna na imprensa e apresentar um programa de rádio semanal. Ela também pressionou os Estados Unidos a aderir e apoiar as Nações Unidas e se tornou sua primeira delegada. A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) ainda definiu a cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy (pela minissérie “The Night Manager”), como responsável pela direção e produção dos episódios. Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política das três primeiras-damas dos EUA. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.
Os Simpsons troca dublador branco de personagem negro
Os produtores de “Os Simpsons” anunciaram uma nova mudança no elenco de dubladores originais da atração, visando diversificar seu casting de vozes. Harry Shearer, integrante de longa data da série animada da Fox, vai parar de dar voz ao Dr. Julius Hibbert, o médico da cidade, que é negro. O episódio de domingo, “DiaryQueen”, apresentou Shearer dando a voz ao personagem pela última vez. Começando com o episódio de 28 de fevereiro, “Wad Goals”, Kevin Michael Richardson assumirá o papel. Dublador prolífico, ele já trabalhou em mais de 70 episódios de “Os Simpsons” no passado, e seus créditos também incluem “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “American Dad” e “F Is for Family”. A inclusão de Richardson segue-se à contratação de Alex Désert como nova voz de Carl Carlson (anteriormente dublado por Hank Azaria), colega de trabalho de Homer, e Jenny Yokobori como Kumiko Albertson (anteriormente dublada por Tress MacNeille), a esposa do Comic Book Guy. As mudanças refletem uma declaração dos produtores, que prometeram, em junho de 2020, que “daqui para frente, ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos dando voz a personagens não brancos”. Essa declaração foi feita no momento em que a indústria da animação enfrentou críticas sobre falta de inclusão, em meio aos protestos generalizados por justiça social e racial no verão americano passado. Outras séries animadas, incluindo “Big Mouth” da Netflix e “Central Park” da Apple, também reformularam os intérpretes de personagens de etnia diversificada, que até então eram dublados apenas por atores brancos. A decisão representa uma grande mudança para “Os Simpsons”, que durante anos deu de ombros para os pedidos de que um ator do sul da Ásia assumisse o papel de Apu, dublado de forma caricata por Hank Azaria. O personagem chegou a virar tema de documentário, “The Problem with Apu”, em 2017. Azaria se sensibilizou antes dos produtores e decidiu parar, por conta própria, de dublá-lo, mas continuou a fazer as vozes de Carl e o policial Lou, que são negros, além do personagem hispânico Bumblebee Man. Shearer, por sua vez, havia interpretado o Dr. Hibbert durante todo a série – por mais de três décadas.
Woody Allen protesta contra série da HBO: sem interesse pela verdade
Como previsto, Woody Allen e sua esposa, Soon-Yi Previn, protestaram nesta segunda (22/2) contra a série documental “Allen v. Farrow”, que estreou na noite de domingo na HBO. A produção desferiu um potente ataque-denúncia, buscando provar que o diretor teria abusado sexualmente de sua filha adotiva Dylan Farrow na década de 1990, quando ela tinha 7 anos. Em comunicado à imprensa americana, um porta-voz do casal afirma que os cineastas Amy Ziering e Kirby Dick, responsáveis por “Allen vs. Farrow”, “não tinham interesse na verdade” e acusaram os documentaristas de “colaborar com os Farrows e seus facilitadores”, procurar-lhes apenas há dois meses, com a série praticamente pronta, e dar-lhes uma “questão de dias” para apesentar seu “lado” para inclusão na obra. O primeiro episódio da série em quatro partes traz Dylan Farrow detalhando as acusações de incesto que fez contra seu pai adotivo quando criança e retrata Allen como pedófilo, com ajuda de depoimentos de outros membros da família, amigos dos Farrow e registros da época. “Esses documentaristas não tinham interesse na verdade. Em vez disso, passaram anos colaborando sub-repticiamente com os Farrows e seus facilitadores para montar um trabalho de demolição repleto de mentiras. Woody e Soon-Yi foram abordados há menos de dois meses e receberam apenas um punhado de dias ‘para responder’. Claro, eles se recusaram a fazer isso. “Como se sabe há décadas, essas alegações são categoricamente falsas. Várias agências as investigaram na época e descobriram que, independentemente do que Dylan Farrow possa ter sido levado a acreditar, absolutamente nenhum abuso aconteceu. Infelizmente, não é surpreendente que a rede para transmitir isso seja a HBO – que tem um contrato de produção e uma relação comercial com Ronan Farrow. Embora esta obra de sucesso de má qualidade possa ganhar atenção, ela não muda os fatos.”
Minissérie baseada em A Costa do Mosquito ganha trailer tenso
A Apple TV+ (Apple TV Plus) divulgou o trailer da minissérie baseada em “A Costa do Mosquito” (The Mosquito Coast), romance de Paul Theroux publicado em 1981 e já levado aos cinemas em 1986. A prévia descortina um clima de grande tensão e suspense, apontando algumas mudanças em relação à história popularizada nas telas pelo diretor Peter Weir e estrelada por Harrison Ford, Mirren e River Phoenix nos anos 1980. No filme, a motivação para o protagonista conduzir sua família para as florestas da América Latina era a desilusão com os Estados Unidos e o desejo de criar uma utopia. Já na série, ele parece estar em fuga da polícia. Além disso, o filho com maior destaque é uma garota. A principal curiosidade da nova produção, entretanto, é a escalação do ator Justin Theroux (“The Leftovers”) no papel principal. Ele é sobrinho do escritor do livro original. O resto do elenco destaca Melissa George (“30 Dias de Noite”) como sua esposa e os jovens Gabriel Bateman (“Brinquedo Assassino”) e Logan Polish (“Sonhando Alto”) como seus filhos. A adaptação está a cargo do produtor-roteirista Neil Cross (criador da série “Luther”) em parceria com Tom Bissell (“Artista do Desastre”). Eles coproduzirão a atração com o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que assina a direção dos dois primeiros episódios. O que, por sinal, explica o visual extremamente cinematográfico do trailer. Serão sete episódios ao todo, com estreia marcada para 30 de abril em streaming.
Disney revela que O Show dos Muppets contém conteúdo impróprio
A Disney+ (Disney Plus) surpreendeu seus assinantes ao adicionar um aviso de conteúdo impróprio em alguns episódios da série clássica “O Show dos Muppets” (The Muppet Show), que foi disponibilizada na plataforma na sexta-feira (20/2) nos EUA. “Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos de pessoas ou culturas. Esses estereótipos estavam errados na época e estão errados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com ele e iniciar conversas para criarmos juntos um futuro mais inclusivo”, diz o aviso. O aviso foi adicionado a um total de 18 episódios das cinco temporadas do programa. Cada episódio recebeu a advertência por um motivo diferente, mas, por exemplo, durante o capítulo que tem participação de Johnny Cash, o cantor aparece diante de uma bandeira confederada, hoje considerada símbolo do racismo nos EUA. A imprensa americana procurou a Disney+ para saber outros detalhes sobre a decisão de incluir os avisos nos episódios, exibidos de 1976 a 1981 com classificação PG (o equivalente a 10 anos no Brasil) na TV, mas nenhum comentário adicional foi feito. Assim mesmo, a decisão reflete a iniciativa “Stories Matter” (histórias importam), que delineiam os diversos motivos que levam a plataforma a incluir alertas sobre seu conteúdo. “Como parte de nosso compromisso contínuo com a diversidade e inclusão, estamos revisando nossa biblioteca e adicionando recomendações ao conteúdo que inclui representações negativas ou maus-tratos a pessoas ou culturas”, diz o texto no site da Disney. “Em vez de remover esse conteúdo, vemos uma oportunidade de iniciar uma conversa e um diálogo aberto sobre a história que afeta a todos nós. Também queremos reconhecer que algumas comunidades foram apagadas ou totalmente esquecidas, e estamos empenhados em dar voz às suas histórias também. ”
Netflix renova Irmandade para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Irmandade” para sua 2ª temporada. Em post de suas redes sociais, a plataforma também informou que as gravações dos novos episódios vão acontecer “ainda em 2021”, sem dar maiores detalhes. O anúncio vem depois de nada menos que 16 meses de lançamento da série, que, a esta altura, já era tida como cancelada. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” se passa nos bastidores de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de Edson, interpretado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), e Cristina, vivida por Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”), dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco da 1ª temporada também incluiu Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Eu gosto de começar o domingo assim: avisando que Irmandade foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e começa a ser gravada ainda em 2021. pic.twitter.com/aa1L6ftP0J — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 21, 2021
Niana Machado (1939 – 2021)
A atriz Niana Machado, que participou da série “Pé na Cova” (2013-2016), morreu aos 82 anos. Miguel Falabella, que escalou a atriz em vários de seus trabalhos na Globo, foi quem deu a notícia em seu Instagram, aproveitando para contar um pouco de sua história com a colega, que começou em 2009, nas gravações de “Toma Lá da Cá”. “Querida Niana Machado, hoje fecham-se as cortinas para você e eu, longe de casa, passo em revista aquela tarde há muitos anos, quando uma figurante de ‘Toma Lá Dá Cá’ chamou minha atenção. Marília deve ter ido te dar um abraço de boas vindas à imensidão, onde seu grito de ‘Piranha!’ vai certamente assustar os anjos mais conservadores”, escreveu Falabella, sem perder o bom humor, lembrando o bordão da personagem Bá em “Pé na Cova” e a saudade de Marília Pêra, sua co-protagonista, que morreu em 2015. “Toda a família ‘Pé na Cova’ (que lhe amou e respeitou) silenciosamente lhe presta a última homenagem. Obrigado por ter sido nossa Bá, a cereja do bolo de um dos trabalhos que mais prazer e alegria me trouxe nessa passagem. Descanse em paz! Um beijo do seu Miguel”, completou ele. Com uma carreira televisiva tardia, Niana começou a aparecer nas telas justamente com “Toma Lá da Cá”, em 2009. Ela também esteve em mais dois trabalhos de Falabella: a novela “Aquele Beijo”, de 2012, e “Brasil a Bordo”, uma comédia de 2017 da Globoplay, em que praticamente repetiu o papel de “Pé na Cova” – sua personagem se chamava Babá Dellacova. Em 2013, ela passou por uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro. A causa da morte da atriz ainda não foi divulgada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)












