Amanda Seyfried é policial em nova série de suspense
"Long Bright River" ganha trailer oficial para estreia em 13 de março nos Estados Unidos
“Blue Bloods” ganha derivado com Donnie Wahlberg
"Boston Blue" acompanhará o personagem Danny Reagan em uma nova fase como policial em Boston
“Histórico Criminal”, com ator de “Doctor Who”, é renovada para 2ª temporada
Série policial britânica estrelada por Peter Capaldi e Cush Jumbo ganha continuação na Apple TV+
“White Collar” vai voltar com Matt Bomer e elenco original
Criador Jeff Eastin confirmou que a série policial, também conhecida como "Crimes do Colarinho Branco", ganhará novos episódios
“Walker” é cancelada após quatro temporadas
Série estrelada por Jared Padalecki chegará ao fim com episódio previsto para ir ao ar em 26 de junho
“NCIS: Hawai’i” é cancelada após três temporadas
Atores revelam surpresa com a decisão da rede CBS, que tira do ar uma série com 7,8 milhões de espectadores
“Arquivo Morto” vai ganhar reboot após 15 anos
Série original teve sete temporadas nos anos 2000 e acompanhava a investigação criminal de casos abandonados
David Soul, astro de “Justiça em Dobro”, morre aos 80 anos
O ator David Soul, conhecido por seu papel como o Sargento Kenneth “Hutch” Hutchinson na série clássica “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), morreu na quinta-feira (4/2) aos 80 anos. A morte foi anunciada por sua esposa, Helen Snell, que descreveu os últimos momentos do ator como uma “batalha valente pela vida na companhia amorosa da família”. Soul também fez sucesso na música, com o hit número 1 “Don’t Give Up on Us”. O começo da carreira Nascido em Chicago em 28 de agosto de 1943, ele começou a se destacar nos anos 1960 ao seguir sua paixão pela música. Ao cantar no programa “The Merv Griffin Show” em 1967, recebeu grande atenção, que lhe rendeu seu primeiro papel televisivo na série em “Flipper”. No mesmo ano, também apareceu em episódios de “Jeannie é um Gênio” e “Jornada nas Estrelas”. E isso o levou a assinar um contrato com a Columbia Pictures para seu primeiro grande papel como Joshua Bolt em “E As Noivas Chegaram”. Na série clássica, ele interpretava um lenhador de uma família de irmãos no Velho Oeste, que esperam se casar com noivas que viajam até Seattle para cortejá-los. O show foi exibido de 1968 a 1970 e tornou Soul uma grande estrela. Em 1971, ele fez sua estreia no cinema em “Johnny vai a Guerra” e em seguida apareceu ao lado de Clint Eastwood em “Magnum 44” (1973), um dos filmes da franquia Dirty Harry. O fenômeno “Justiça em Dobro” Após mais participações em séries variadas, Soul conseguiu o maior papel de sua carreira em “Justiça em Dobro”, como o Sargento David Michael Starsky. Ele e Paul Michael Glaser, intérprete de Starsky, marcaram época como os policiais mais “durões” da TV. Seus personagens eram detetives da polícia do sul da Califórnia, que batiam sem dó nos criminosos que perseguiam. A série começou com um telefilme piloto de 1975 e foi exibida na rede ABC até 1979. Fenômeno de audiência, acabou chamando atenção pelo realismo e a brutalidade policial registrada em suas cenas – na esteira do sucesso, justamente, de Dirty Harry. A série do produtor Aaron Spelling também se tornou conhecida pelo icônico Ford Gran Torino listrado de vermelho e branco, que os dois dirigiam, além da atitude fraternal dos protagonistas, ao estilo “nós contra o mundo”, diferente das típicas séries policiais. O bromance da dupla se tornou um marco dos anos 1970 e chegou a virar alvo de piadas eróticas. Até Glaser admitiu mais tarde que Starsky e Hutch tinham alguns “elementos homoeróticos”. Multiplicação de talentos Graças à repercussão da série, Soul retornou às suas raízes musicais e fez enorme sucesso como cantor. Sua gravação musical de “Don’t Give Up on Us” foi lançada em janeiro de 1977, durante a 2ª temporada de “Justiça em Dobro”, e alcançou o 1º lugar na parada de sucessos Billboard Hot 100. Em seguida, veio “Silver Lady”, que também virou hit. Ao todo, Soul gravou cinco álbuns de estúdio, mas sua carreira ainda rendeu mais sete compilações de sucessos. “Justiça em Dobro” ainda lhe rendeu outra mudança na carreira. Ele estreou como diretor à frente de três episódios da série, o que o levou a ser convidado a continuar esse trabalho em outras produções televisivas, como “Miami Vice” e “Crime Story”, ambas produzidas pelo cineasta Michael Mann, que havia sido roteirista de “Justiça em Dobro”. Depois da série policial Com o fim da atração policial, o artista se dedicou a papéis variados na TV, com destaque para a minissérie de terror “Vampiros de Salem” (Salem’s Lot), de 1979, baseada num romance de Stephen King. Ele interpretou o personagem principal, um escritor que retorna à sua cidade natal, apenas para descobrir que ela é assolada por vampiros. Ao longo dos anos 1980, Soul continuou aparecendo em diversas produções televisivas e cinematográficas, incluindo os filmes “Hanoi Hilton” (1987) e “Encontro Marcado com a Morte” (1988), adaptação de Agatha Christie que fazia parte da franquia do detetive Poirot (“Assassinato no Expresso Oriente” e “Morte no Nilo”). Na década de 1990, sua carreira tomou uma nova direção quando ele se mudou para o Reino Unido e passou a atuar no teatro e em produções britânicas. Ele se naturalizou inglês em 2004 e encerrou sua trajetória nas telas com o filme “Filth – O Nome da Ambição” de 2014, estrelado por James McAvoy.
“DNA do Crime” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a série brasileira “DNA do Crime” para sua 2ª temporada. Além do anúncio nas redes sociais, a plataforma informou, em comunicado à imprensa, que Benício (Rômulo Braga), Suellen (Maeve Jinkings) e Rossi (Pedro Caetano) não vão se contentar apenas com a prisão do Sem Alma (Thomás Aquino), sugerindo que os personagens policiais retornarão para colocar toda a quadrilha de assaltantes atrás das grades. Considerada a série brasileira mais cara já feita para a plataforma de streaming, o thriller criminal se destaca por integrar ação intensa com uma investigação detalhada. A trama é baseada em uma história real que ocorreu na América do Sul entre 2013 e 2020, e começa com um assalto bem planejado em Ciudad del Este, no Paraguai. Mais de 50 assaltantes fortemente armados usam explosivos para entrar e fugir com US$ 44 milhões da sede de uma empresa de private equity. À medida que as investigações se desdobram, com o envolvimento de agentes federais brasileiros, sediados em Foz do Iguaçu, a história se aprofunda em uma complexa rede de crimes que cruza fronteiras. Os protagonistas são os agentes Benicio, interpretado por Romulo Braga (“O Rio do Desejo”), e Suellen, interpretada por Maeve Jinkings (“Os Outros”), ambos apoiados por seu chefe Rossi, vivido por Pedro Caetano (“O Escolhido”). Eles enfrentam o líder dos assaltantes, Sem Alma, interpretado por Thomas Aquino (também de “Os Outros”), num momento em que a polícia brasileira começa a usar amostras de DNA para encontrar criminosos. A descoberta de uma pista liga o roubo a outros crimes recentes e leva à revelação de um esquema ainda maior, misturando criminosos do Paraguai e do Brasil. Embora “DNA do Crime” não inove na narrativa das séries criminais, entrega ação intensa, com cenas de perseguição de carros e tiroteios reminiscentes do estilo visual de Denis Villeneuve em “Sicario”. Há também uma obsessão compartilhada com cidades de fronteira e a atmosfera especial que envolve as operações ilegais que ocorrem ali. A direção é dos cineastas Pedro Morelli (do filme “Zoom” e da série “Irmandade”) e Heitor Dhalia (do filme “Tungstênio” e da série “Arcanjo Renegado”), este último também listado como um dos criadores, ao lado do também cineasta Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e dos roteiristas Bernardo Barcellos (“Quero Ter 1 Milhão de Amigos”) e Leonardo Levis (“Irmandade”). Que orgulho da minha primeira série brasileira de ação policial. DNA do Crime está renovada para uma 2ª temporada. 🧬 pic.twitter.com/XwrFosuVyL — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 5, 2023
Histórico Criminal | Série policial com ator de “Doctor Who” ganha prévia tensa
A Apple TV+ divulgou o trailer da série policial “Histórico Criminal” (Criminal Record), que coloca frente a frente Peter Capaldi (“Doctor Who”) e Cush Jumbo (“The Good Wife”). Bastante tensa, a prévia mostra a colisão inevitável entre os personagens dos atores, que interpretam policiais com posições antagônicas sobre um antigo caso. Na trama, após uma investigação trazer informações que podem inocentar um condenado por assassinato, a jovem sargento detetive June Lenker (Jumbo) confronta o experiente detetive inspetor-chefe Daniel Hegarty (Capaldi), que encerrou o caso rapidamente com uma confissão. Enquanto Lenker busca se provar como uma detetive, Hegarty resolve impedi-la de enxovalhar o seu legado. Criada por Paul Rutman (indicado ao BAFTA TV por “Five Days”), a série terá seus dois primeiros episódios disponibilizados em streaming no dia 10 de janeiro (uma quarta-feira).
“Blue Bloods” vai acabar na 14ª temporada
A rede americana CBS anunciou nesta segunda (20/11) que o longevo drama policial “Blue Bloods” vai acabar em sua 14ª temporada. O último ano da produção terá 18 episódios e será dividido em duas partes, ambas exibidas em 2024. “’Blue Bloods’ será para sempre uma parte querida do legado da CBS. Ela liderou as noites de sexta-feira com um domínio sem precedentes desde sua estreia e se estabeleceu como um pilar de nossa programação vencedora com uma base de fãs excepcionalmente devotada”, disseram Amy Reisenbach, presidente da CBS Entertainment, e David Stapf, presidente da CBS Studios, em um comunicado conjunto. Apesar de ser líder de audiência do canal nos EUA, “Blue Bloods” quase não foi renovada para a 14ª temporada, devido a seu alto orçamento. Por conta de gatilhos salariais, séries longas se tornam muito caras para serem produzidas. Por isso, no início deste ano, o elenco e os produtores concordaram em reduzir seus ganhos para que a atração continuasse. A renovação, porém, já previa o cancelamento. Os últimos capítulos serão produzidos com a missão de encerrar a trama da atração. Criada em 2010 por Mitchell Burgess e Robin Green (roteiristas de “Família Soprano”), a série gira em torno de uma família de policiais, liderada pelo veterano Tom Selleck (o Magnum original). O elenco também destaca Donnie Wahlberg, Bridget Moynahan, Will Estes, Len Cariou, Marisa Ramirez e Vanessa Ray. Nos EUA, a primeira parte da última temporada de Blue Bloods, com 10 episódios, vai ao ar em 16 de fevereiro. A segunda leva ainda não tem data de estreia anunciada. No Brasil, “Blue Bloods” é transmitida na Universal TV e é disponibilizada em streaming pela Globoplay.
Jeffrey Donovan sai da série “Law & Order”
Jeffrey Donovan não voltará na 23ª temporada de “Law & Order”. Segundo o site TVLine, os produtores já estão em busca de um ator para o elenco regular. A publicação apurou que o ator e os produtores tiveram diferenças criativas. Donovan se juntou ao elenco em 2021, interpretando o detetive o Detetive Cosgrove nas temporadas 21 e 22, as primeiras do revival da série. Cosgrove juntou-se à equipe da NYPD como o novo parceiro do Det. Kevin Bernard (Anthony Anderson). “Frank é um detetive durão que busca justiça por todos os meios necessários. Todo drama procedimental precisa de um policial mau, e Donovan brilha”, diz a descrição oficial do personagem, disponibilizada pela rede americana NBC. Mais conhecido por seu trabalho principal como o ex-agente da CIA Michael Westen na série “Burn Notice”, que durou sete temporadas, Donovan também esteve recentemente em “Fargo” do canal pago FX e “Shut Eye” da plataforma Hulu. Sem Donovan, a série segue com Sam Waterston como o promotor público Jack McCoy, Camryn Manheim como a tenente Kate Dixon, Hugh Dancy como o promotor público assistente Nolan Price e Odelya Halevi como a promotora assistente Samantha Maroun. A saída do ator marca a última baixa da série produzida por Dick Wolf. Anderson, que reprisou seu papel na 21ª temporada, deixou a série assim que seu contrato – de apenas um ano – com a NBC terminou. No Brasil, a atração é disponibilizada por duas plataformas: os episódios antigos na Prime Video e os novos na Globoplay.
Série “Rookie: Feds” e derivada de “The Good Doctor” são canceladas
A rede americana ABC anunciou o cancelamento de dois spin-offs. “The Rookie: Feds”, spin-off da já veterana “The Rookie”, sai do ar após uma temporada, enquanto “The Good Laywer”, derivada de “The Good Doctor”, foi descartada sem sequer ir ao ar. Estrelada por Niecy Nash-Betts (protagonista de “Claws”), “The Rookie: Feds” era simplesmente uma versão feminina de “The Rookie”. Enquanto a série original tinha John Nolan (Nathan Fillion) como o novato mais velho da Polícia de Los Angeles, o spin-off traz Simone Clark (Nash-Betts) como a novata mais velha do FBI. A premissa foi apresentada como numa trama de duas partes em episódios da 4ª temporada da série inicial, onde Nolan encontrou Simone Clark. Criada por Alexi Hawley e Terence Paul Winter, respectivamente criador e roteirista de “The Rookie”, a atração também incluía em seu elenco Kevin Zegers (“Gossip Girl”), Britt Robertson (“Under the Dome”), Frankie Faison (“O Grito”), James Lesure (“O Chamado 2”) e Felix Solis (“Ozark”). Piloto descartado O piloto de “The Good Lawyer” também foi exibido como um episódio normal de “The Good Doctor”, durante a 6ª temporada da atração, e se tornou o capítulo mais bem-avaliado da temporada. Na trama, o Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) precisou de representação legal e optou por Joni DeGroot, uma jovem e promissora advogada que sofre de transtorno obsessivo compulsivo como ele. A personagem foi vivida por Kennedy McMann (a “Nancy Drew”). O capítulo também trouxe Felicity Huffman (“Desperate Houswives”) como Janet Stewart, sócia altamente conceituada de um escritório de advocacia, que representou o Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff) em várias questões legais ao longo dos anos. Ele recorre a ela para representar seu amado Shaun, mas quando ele declara que quer ser representado por Joni, ela é forçada a deixar a novata assumir a liderança do caso. A série descartada seria o primeiro emprego fixo de Huffman na TV desde que passou 11 dias presa na Federal Correctional Institution, em Dublin, na Califórnia, em 2021. Envolvida num escândalo de compra de vagas em universidades americanas renomadas, ela foi condenada por comprar uma vaga para sua filha mais velha, Sophia, de seu casamento com o ator William H. Macy (“Casamento em Família”). A produção do projeto era de David Shore e Liz Friedman, os mesmos produtores de “The Good Doctor”.












