10 séries novas para maratonar até 2023
A Netflix inaugura 2023 com o lançamento de duas séries novas no domingo (1/1). São justamente os destaques entre as séries que ficam disponíveis nesse fim de semana. A lista da virada também inclui as últimas estreias de 2022. Confira abaixo as melhores opções pra maratonar até o ano novo. | OLHAR INDISCRETO | NETFLIX A primeira série brasileira de 2023 da Netflix é um suspense psicológico, em que Débora Nascimento (“Pacificado”) vive uma voyeur incontrolável e hacker extremamente habilidosa. Sua personagem se chama Miranda e ela gosta de espiar pela janela a vida de Cléo (Emanuelle Araújo, de “Samantha!”), uma prostituta de luxo e moradora que mora no prédio da frente. Quando Cléo bate à sua porta e pede para ela cuidar de seu cachorro enquanto viaja, a vida da hacker muda para sempre e ela conhece o homem dos seus sonhos. No entanto, nada é exatamente o que parece. O título entrega de cara a inspiração em “Janela Indiscreta” (1954), mas a sinopse também sugere o filtro sexual de “Dublê de Corpo” (1984), a homenagem de Brian De Palma ao clássico de Hitchcock. Escrita por Marcela Citterio e com direção de Fabrizia Pinto e Letícia Veiga, “Olhar Indiscreto” também traz em seu elenco Nikolas Antunes (“A Vida Invisível”) e o português Ângelo Rodrigues (“Golpe de Sorte”). A estreia está marcada para domingo (1/1). | CALEIDOSCÓPIO | NETFLIX A primeira série americana de 2023 da Netflix se encaixa no gênero “heist”, de grandes assaltos como “La Casa de Papel”. A trama parte de uma história real, o desaparecimento de US$ 70 bilhões em títulos que teriam sido destruídos pelo impacto do furacão Sandy em Nova York, em 2012. Mas sua premissa é totalmente fictícia, considerando a hipótese de os bilhões terem sido roubados durante o furacão por um grupo de ladrões internacionais. Apesar do apelo da superação de obstáculos supostamente intransponíveis para um roubo impossível, o grande diferencial da produção é outro. A narrativa foi concebida pelo roteirista Eric Garcia (“Repo Men: O Resgate de Órgãos”) sem ordem estabelecida. Os episódios não foram numerados. Em vez disso, receberam nomes de cores, para serem vistos de forma aleatória, embora White (Branco) seja considerado o último capítulo. Os oito episódios mostram eventos que começam 24 anos antes e terminam seis meses depois do roubo. Deste modo, cada ordem escolhida pelos telespectadores apresenta um desenvolvimento diferente, afetando o ponto de vista sobre a história, os personagens e as questões de fundo que envolvem o roubo, como a subtrama de vingança e a ligação entre o chefe da equipe e seu alvo. O bom elenco destaca Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), Jai Courtney (“O Esquadrão Suicida”), Paz Vega (“Rambo: Até o Fim”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), Peter Mark Kendall (“Chicago Med”) e Rosaline Elbay (“Ramy”). Vale lembrar que a série, que estreia neste domingo (1/1), não é a primeira a explorar ordem aleatória de episódios. O suspense “Mosaic”, da HBO, foi concebido da mesma forma pelo diretor Steven Soderbergh em 2017. | TRAIÇÃO | NETFLIX A minissérie de espionagem gira em torno da ascensão suspeita do personagem de Charlie Cox (o “Demolidor”) à chefia do MI6, serviço secreto britânico, com a ajuda mortal de uma espiã russa vivida por Olga Kurylenko (“Viúva Negra”). Investigado pela CIA e pressionado pelo inimigo, ele precisa provar que não é um agente duplo, ao mesmo tempo em que vê a segurança de sua família em risco. Sem ter a quem recorrer, ele descobre que o maior problema em ser um espião é não saber em quem confiar. Desenvolvido por Matt Charman, roteirista indicado ao Oscar pelo filme “Ponte dos Espiões” (2015), a atração ainda traz no elenco Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Ciarán Hinds (“Belfast”), Tracy Ifeachor (“Treadstone”) e Beau Gadsdon (“The Crown”). | A VÍTIMA | GLOBOPLAY A minissérie criminal britânica acompanha o desejo de vingança de uma mãe, que procura descobrir o paradeiro do assassino de seu filho, após ele ser libertado da prisão. Entretanto, o homem a quem ela dirige sua fúria jura que é outra pessoa. O impasse leva a polícia a questionar quem é o verdadeiro criminoso nesse confronto. Criada por Rob Williams (criador também de “Suspition”), a produção foi indicada ao BAFTA (o Emmy britânico) de Melhor Minissérie e destaca em seu elenco Kelly Macdonald (“Boardwalk Empire”) como a mãe, James Harkness (“Raised by Wolves”) como o suspeito e John Hannah (“A Múmia”) como o encarregado do caso. | A LIÇÃO| NETFLIX O thriller sul-coreano acompanha uma mulher que dedica a vida a se vingar de seus agressores, anos depois de ter sido vítima de terríveis atos de violência na escola. A produção foi concebida pela roteirista Kim Eun Sook (“Mr. Sunshine, Um Raio de Sol”), mais conhecida por tramas românticas, e é estrelada pela atriz Song Hye-Kyo (“O Grande Mestre”), bastante popular na Coreia do Sul. As duas trabalharam juntas anteriormente no sucesso “Descendants of the Sun”, romance de 2017 que também está disponível na Netflix. | CANIBAL | STAR+ O terror japonês se passa numa bela vila isolada, onde a paisagem idílica convive com um boato macabro, de que canibais habitam a região. O policial novato que se muda para o local logo se depara com a terrível verdade que espreita os moradores. Baseada no mangá “Gannibal”, de Ninomiya Masaaki, a trama foi adaptada pelo cineasta Shinzô Katayama (diretor-roteirista do thriller “Missing”) e é estrelada por Yûya Yagira (“Gintana”). | SICÁRIOS: SINDICATO DO CRIME | HBO MAX A produção filipina é baseada na franquia cinematográfica “On the Job”, que gerou dois elogiados filmes escritos por Michiko Yamamoto e dirigidos por Erik Matti. Os primeiros episódios, por sinal, são o próprio filme homônimo de 2013, reeditado e remasterizado para incorporação na atração, originalmente lançada na HBO Ásia no ano passado e indicada ao Emmy Internacional de Melhor Minissérie do mundo. A trama gira em torno de sindicatos do crime, que libertam temporariamente presidiários para que possam realizar assassinatos políticos. O detalhe é que os chefões por trás de tudo também são políticos. | A RAINHA DO TRÁFICO 3 | NETFLIX A produção mexicana original que inspirou “A Rainha do Sul”, com Alice Braga, continua sua história na Netflix, trazendo Kate del Castillo, rosto conhecido das novelas da tarde, no papel-título. Fora da prisão e foragida, ela agora está ainda mais perigosa, fazendo seu império do crime crescer com o aumento do tráfico internacional. Lançada originalmente em 2010 como uma novela da Telemundo, a adaptação do best-seller “La Reina del Sur”, de Arturo Pérez-Reverte, fez tanto sucesso que acabou ganhando “temporadas”. Embora o título seja antigo, a 2ª fase estreou em 2019 e a 3ª foi produzida neste ano. Mais curta, a nova temporada tem “apenas” 43 episódios. | A FAXINEIRA 2 | HBO MAX O drama criminal é um remake americano da série argentina “A Garota da Limpeza”, também disponibilizada pela HBO Max. A trama acompanha uma faxineira vivida por Elodie Young (a Elektra da série “Demolidor”), que faz mais que limpeza doméstica. A personagem é, na verdade, uma médica, que não pode exercer sua profissão por ser um imigrante ilegal nos EUA. Ela está no país por causa de um tratamento experimental para salvar seu filho doente. Mas sem dinheiro e emprego por ser estrangeira, acaba marginalizada. Um dia, por acaso, acaba testemunhando um assassinato cometido por traficantes. Sob ameaça de morte, promete ser capaz de limpar a cena do crime sem que pareça ter havido uma morte no local. Ao convencer com suas habilidades, recebe a proposta de se tornar faxineira oficial dos criminosos, uma opção melhor que ser assassinada no local. A série argentina (“La Chica que Limpia” em espanhol) teve uma temporada de 13 episódios, mas a versão americana, adaptada pela roteirista Miranda Kwok (da série “The 100”), completou sua 2ª temporada. A season finale com mortes chocantes, deportação e uma lição trágica para a protagonista pode ser o fim da série, caso não seja renovada. Além de Elodie Young, o elenco também inclui Adam Canto (“Designated Survivor”), Martha Millan (“O Destino de Mister e Pete”), Vincent Piazza (“Boardwalk Empire”) e os gêmeos Sebastien e Valentino LaSalle, que compartilham o papel do menino Luca, filho da protagonista. E, como curiosidade, ainda conta com a atriz Shay Mitchell (a Emily de “Pretty Little Liars”) como produtora, por meio de sua empresa Amore & Vita Productions. | CALL ME CAT 3 | HBO MAX A primeira atração de Mayim Bialik após “The Big Bang Theory” é remake da sitcom britânica “Miranda” (2009–2015), da BBC, e traz a atriz como uma mulher que luta todos os dias contra a sociedade e sua mãe para provar que pode viver uma vida feliz e gratificante, apesar de ainda ser solteira aos 39 anos. Num ato de desafio, ela resolve gastar todo o dinheiro que os pais economizavam para seu casamento para abrir um café com tema felino em sua cidade. “Call Me Kat” também continua a parceria entre Bialik e Jim Parsons, após interpretarem o casal Amy e Sheldon em “The Big Bang Theory”. Desta vez, Parsons se junta à colega nos bastidores, como coprodutor da adaptação, que foi desenvolvida pela roteirista-produtora Darlene Hunt (“The Big C”). O elenco também inclui Swoosie Kurtz (“Mike & Molly”), Cheyenne Jackson (“American Horror Story”), Kyla Pratt (“Recovery Road”), Julian Gant (“Good Girls”) e Leslie Jordan (“American Horror Story”), que morreu num acidente de carro em outubro passado. O ator aparece em 9 episódios e ganhou uma grande homenagem da equipe da 3ª temporada, que ainda está sendo exibida nos EUA.
Trailer de “Alice in Borderland 2” traz novos jogos mortais
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Alice in Borderland”, que mostra Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”) enfrentando novas etapas do jogo mortal enquanto lutam para sobreviver. Desesperados em meio a ataques de competidores e aos desafios de novos jogos, eles tentam saber se existem uma saída daquele labirinto. Embora a perspectiva não seja otimista, uma das cenas traz as boas-vindas ao “jogo final”. Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de uma sucessão de jogos de sobrevivência. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. A 2ª temporada tem estreia para 22 de dezembro.
Ash se torna mestre Pokémon 25 anos após estreia da série
O personagem principal da série animada japonesa “Pokémon”, Ash Ketchum, finalmente conseguiu realizar o objetivo de sua vida e se tornou um mestre Pokémon. Ash tentava vencer o campeonato mundial desde o início do desenho e, no episódio mais recente, exibido no Japão, conseguiu realizar seu sonho. Levou apenas 25 anos para isso. A página oficial do Pokémon no Twitter comemorou o feito: “Ele conseguiu! Ash se tornou um campeão mundial”, diz a postagem, que ainda compartilhou uma imagem do protagonista comemorando a vitória ao lado de criaturas já conhecidas pelo público, como Pikachu, seu Pokémon de estimação. Fenômeno de público, a série baseada no videogame da Nintendo foi lançada em 1999 quando Ash era um menino de 10 anos. Na época, ele amargava o 16º lugar na liga local de Pokémon, em que bichinhos poderosos são treinados e escalados para lutarem entre si. Ao longo dos anos, sua colocação foi melhorando e ele chegou à 8ª posição diversas vezes. Em 2016, finalmente atingiu o pódio, levando a medalha de prata. Então, em 2019, conseguiu se consagrar campeão no campeonato local. Mas só agora, em 2022, conquistou o tão sonhado troféu da competição mundial. Atualmente em sua 25ª temporada, a série começou a ser exibida no Brasil em 1999, no programa “Eliana & Alegria”, da Record. Com mais de 1,2 mil episódios, a série principal já rendeu várias atrações derivadas, além de filmes animados e uma adaptação live-action. Os novos desenhos podem ser vistos nas plataformas de streaming Amazon Prime Video e Netflix, e os filmes da franquia também estão disponíveis na Telecine. He's done it! Ash has become a World Champion! 🏆🎉 pic.twitter.com/a2jPb8pym3 — Pokémon (@Pokemon) November 11, 2022
Trailer de “Alice in Borderland 2” mostra novos jogos mortais
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Alice in Borderland”. Revelada no Tudum, a prévia mostra Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”) enfrentando novas etapas do jogo mortal enquanto lutam para sobreviver. Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. A 2ª temporada tem previsão de estreia em dezembro.
“Astro Boy” vai ganhar nova série do criador de “Ladybug”
O famoso anime “Astro Boy” vai ganhar uma nova versão, produzida e dirigida pelo francês Thomas Astruc, criador do sucesso “Miraculous: As Aventuras de Ladybug”. Pra quem não sabe, o personagem foi criado por Osamu Tezuka, um dos maiores mangakas de todos os tempos, e publicado em mangás a partir de 1952. Mas seu grande impacto na cultura japonesa se deve à sua adaptação em anime. Lançada em 1963, a série se tornou um fenômeno global. “Astro Boy” foi um dos primeiros desenhos japoneses exibidos com sucesso no Ocidente – inclusive no Brasil – , e se destacou por um detalhe: os olhos grandes dos personagens. Graças à popularidade da série, esse detalhe passou a fazer parte da estética de todas as animações japonesas desde então. A origem do personagem-título foi concebida como uma versão sci-fi de “Pinóquio”: um robô construído por um cientista à imagem e semelhança do filho que perdera. Além disso, antes de tornar-se o herói da história, o menino-robô passa um tempo “perdido” numa espécie de circo, exatamente como na história do boneco de pau de Carlo Collodi popularizado por Walt Disney. A diferença é que o personagem acredita ser um menino de carne e osso e, mesmo depois de descobrir a sua verdadeira origem, continua agindo como tal. Isto, claro, quando não está salvando o mundo de algum dano criado pela própria humanidade ou pregando o pacifismo e ensinando respeito. A nova série deverá ser bem diferente da produção original, já que sua animação será computadorizada – como o longa-metragem lançado em 2009. Mas os temas básicos serão mantidos, com abordagens contemporâneas para expressar o impacto da internet, redes sociais e a devastação do meio-ambiente. “Demoramos vários meses para garantir os direitos e, é claro, havia muitas empresas japonesas e americanas circulando essa propriedade, mas no final (os detentores dos direitos de Tezuka) confiaram e nós, porque temos uma sensibilidade e cultura semelhantes de quadrinhos em ambos nossos países, e o que conseguimos com ‘Ladybug’ no Japão e em todo o mundo também teve um grande papel em convencê-los”, disse em comunicado Aton Soumache, presidente da Method Animation, empresa francesa que vai produzir a nova versão da série. Thomas Astruc, que se tornou um superstar com a criação de “Ladybug”, também se manifestou sobre o projeto, afirmando que “não tinha palavras para descrever o quanto Osamu Tezuka influenciou (sua) vida e (seu) trabalho”. “’Astroboy’ é uma série cult que vislumbrou o futuro como nenhuma outra propriedade. No mundo estranho em que vivemos hoje, todo mundo precisa que o Astroboy volte!” acrescentou Astruc, comparando o impacto cultural do trabalho de Tezuka ao de Victor Hugo e Jack Kirby. “’Astroboy’ desencadeou o boom dos mangás e criou a indústria do anime moderno”, resumiu. A 1ª temporada terá 52 episódios de meia-hora, mas ainda não há previsão de estreia.
2ª temporada de “Alice in Borderland” ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Alice in Borderland” nas redes sociais. Exibidas durante a Geeked Week, as fotos mostram Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”) de volta ao jogo mortal enquanto lutam para sobreviver. Ao estilo de “Round 6”, mas com elementos de sci-fi, a série adapta um mangá popular do Japão, que, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A direção é de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. A 2ª temporada tem previsão de estreia em dezembro. Eu tô com uma saudade desses jogadores. As primeiras imagens da segunda temporada de Alice in Borderland chegaram. #SemanaGeeked ❤️♠ pic.twitter.com/9eH776Bcxq — netflixbrasil (@NetflixBrasil) June 6, 2022
“Ultraman” vai acabar na 3ª temporada
A Netflix divulgou um teaser que anuncia a 3ª e última temporada de “Ultraman”, anime baseado na série clássica dos anos 1960. O teaser mostra o protagonista com sua armadura quebrada e praticamente desfalecido, enquanto alguém exige que ele se levante. O vídeo termina avisando que a série vai exibir seu final em 2023. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira de um subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando num cenário com miniaturas de prédios. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros também enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960, e apresenta seu lugar em meio à profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional. A direção também reúne Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A animação chegou ao catálogo da Netflix em 2019 e sua 2ª temporada foi lançada na quinta passada (14/4).
Trailer anuncia novos episódios de “Ghost in the Shell”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado em inglês da 2ª temporada de “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi, estrela da longeva franquia animada “Ghost in the Shell”, em bela computação gráfica. O anime é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Uma união curiosa e apropriada, considerando que o criador do mangá original de “Ghost in the Shell, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. Aramaki e Kamyama também trabalharam juntos na série “Ultraman”, da Netflix. A longa trajetória de “Ghost in the Shell” começou em quadrinhos em 1989, mas só foi explodir na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow ao mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e rendendo uma adaptação live-action estrelada por Scarlett Johansson, que foi muito criticada por trazer uma atriz não asiática no papel de Kusanagi. Todos os lançamentos acompanham investigações da major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético chamada Seção 9, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa do futuro. Antes da série da Netflix, a última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A estreia dos novos episódios de “Ghost in the Shell: SAC_2045” vai acontecer em maio em streaming.
Gerações de “Ultraman” se juntam no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer legendado em português da 2ª temporada de “Ultraman”, que junta várias gerações de heróis para enfrentar alienígenas que ameaçam extinguir metade da vida de toda a Terra. Continuação da série clássica Tokusatsu dos anos 1960, o novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam com uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). Os novos episódios chegam à Netflix em 14 de abril.
Hirokazu Kore-eda vai fazer filme e série na Netflix
A Netflix fechou um acordo com o grande cineasta japonês Hirokazu Kore-eda para desenvolver dois projetos, um filme e uma série. Em vídeo divulgado num evento da Netflix no Japão nesta quinta (10/11), o vencedor da Palma de Ouro de 2018 com o drama “Assunto de Família” revelou que será o showrunner da série e dirigirá vários episódios. “A Netflix e eu estamos nos unindo para criar uma série dramática e um filme de grande orçamento que serão diferentes de meus trabalhos anteriores. Vocês ainda precisarão esperar um pouco antes que eles sejam concluídos e disponibilizados, mas eu incorporo elementos diferentes daqueles dos filmes de cinema e tento criar trabalhos interessantes”, comentou Kore-eda no vídeo. “Provavelmente, a escala do novo filme será diferente dos filmes que fiz antes”, continuou, indicando que terá a sua disposição um orçamento bem maior que o costume. “Além disso, a série dramática não seria realizada se eu não colaborasse com a Netflix”, acrescentou. Não há detalhes sobre os projetos, que não tiveram nem sequer seus títulos divulgados.
Netflix revela teasers de seus novos animes
A Netflix divulgou três teasers que reforçam sua expansão sobre o mercado de animes. Divulgadas no evento “Geeked Week”, encerrado na sexta (11/6), as prévias incluem o novo longa da pioneira franquia “Gundam”, um reboot de “Shaman King” e o lançamento da série sci-fi “Edens Zero”, baseada num mangá do criador de “Fairy Tail”. “Mobile Suit Gundam Hathaway” é o mais recente título da saga de “Mobile Suit Gundam”, ou simplesmente “Gundam”, criada em 1979 pelo animador Yoshiyuki Tomino, que é responsável por popularizar os mecha nos desenhos japoneses de ficção científica. A saga original foi a primeira a apresentar robôs pilotáveis como armas militares, tornando-se a grande inspiração para tudo o que veio depois – inclusive “Círculo de Fogo”, a sci-fi de Guillermo del Toro que homenageia os animes japoneses. A direção é de Shûkô Murase, que trabalhou na animação de “Blade Runner: Blecaute 2022”, curta animado que acompanhou o lançamento do filme “Blade Runner 2049”. A estreia está marcada para “breve”. “Shaman King” é a segunda série animada inspirada no mangá de Hiroyuki Takei sobre Yoh Asakura, um garoto xamã de 13 anos que atravessa o mundo para enfrentar espíritos malignos em busca de desenvolver suas habilidades e se tornar o Rei Xamã do título. Os quadrinhos foram publicados de 1998 e 2004 e o primeiro anime foi ao ar de 2001 a 2005. A nova versão é um reboot com direção de Jouji Furuta, que foi animador de “One Punch Man” e “Sword Art Online”. Estreia em 9 de agosto. Já “Edens Zero” é um título inédito em animação, inspirado no mangá homônimo de Hiro Mashima lançado em junho de 2018. A trama acompanha Shiki Granbell, um órfão criado por animatronics sensíveis num parque temático abandonado, que ao chegarem ao fim de suas baterias apelam a uma aventureira do espaço e seu gato robótico para levá-lo em suas viagens espaciais em busca da deusa suprema conhecida por “Mãe”. A direção é de Yuji Suzuki, que animou “Fairy Tail”, outra criação de Mashima, e estreia em 26 de agosto. Além destes três títulos, a Netflix ainda prepara a fantasia “Bright: Samurai Soul”, os terrores “Make My Day” e “Exception” (com designs do artista de “Final Fantasy”, Yoshitaka Amano) e uma nova série de Godzilla, “Godzilla Ponto Singular”, que teve seu primeiro trailer revelado em abril passado.
O Diretor Nu: 2ª temporada da série sobre pornô japonês ganha trailer legendado
A Netflix divulgou três pôsteres e o trailer legendado da 2ª temporada de “O Diretor Nu” (The Naked Director), série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. A produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus trabalhos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sofrendo forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca – uma característica explorada nos pôsteres. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 24 de junho na Netflix.
Katy Perry se junta a Pikachu em novo clipe
Katy Perry lançou o clipe de “Electric”, em que vive uma aventura ao lado de Pikachu para celebrar os 25 anos do Pokémon mais famoso de todos. No vídeo, Katy e Pikachu viajam para o passado, onde encontram uma versão mais jovem da cantora – e até um Pichu (a pré-evolução do ratinho elétrico) – que anda meio desanimada com a carreira musical. Numa versão fada madrinha de Marty McFly, ela decide “inspirar” a adolescente a continuar perseguindo seus sonhos. O curioso é que, à exceção do Pikachu, nada no vídeo ou na canção tem realmente a ver com o título “Electric”. A música é totalmente eletrônica e a versão jovem de Katy toca um violão acústico. De todo modo, fica explicado que Katy Perry não estourou porque beijou uma garota e gostou, mas porque tinha um Pokémon. A música faz parte do disco “Pokémon 25”, que marca os 25 anos da franquia japonesa e também conta com contribuições de artistas como J Balvin e Post Malone. O disco ainda não tem previsão de lançamento nas plataformas digitais.











