Atriz de Into the Badlands vai estrelar nova série de terror dos criadores de Dark
A atriz inglesa Emily Beecham, que viveu a Viúva em “Into the Badlands” e venceu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes pelo terror biológico “Little Joe” (2019), vai estrelar a nova série dos criadores de “Dark” na Netflix. Beecham é o primeiro nome escalado em “1899”, terror de época dos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”. Programado para entrar em produção no segundo trimestre de 2021, “1899” vai girar em torno de um navio a vapor que vai de Londres a Nova York. Quando os passageiros descobrem outro barco à deriva, sua jornada se transforma em um pesadelo horrível. Nas últimas semanas, Baran Bo Odar postou vários testes de câmeras e roupas para a série em sua conta do Instagram, que se seguiram à foto de um roteiro do episódio 1, intitulado “The Ship”. Ele e Friese foram os primeiros criadores europeus a fechar um contrato de desenvolvimento geral com a Netflix em 2018. Sobre “1899”, Odar chegou a dizer: “O que realmente nos conectou a essa ideia foi o conceito de ter uma série verdadeiramente europeia com um elenco misto de países diferentes. Em seu cerne, está a questão do que nos une e do que nos divide. E como o medo pode ser um gatilho para o último.” Além deste projeto, Beecham terminou recentemente de filmar, ao lado de Emma Stone (“La La Land”), a vindoura fábula da Disney “Cruella”. Ela também estará na ficção científica da Netflix “Outside The Wire”, co-estrelada por Anthony Mackie (“Vingadores: Ultimato”), e no drama da Amazon “The Pursuit Of Love”, com Lily James (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar (@baranboodar)
Hulu cancela Helstrom, série de terror da Marvel
A plataforma Hulu oficializou o cancelamento de “Helstrom”, última série live-action da Marvel Television. O fim da produção desce o pano na divisão televisiva do conglomerado Disney, que agora tem apenas produções animadas em desenvolvimento. Os fracassos consecutivos da divisão televisiva levaram à dissolução do núcleo comandado por Jeph Loeb. Foi o executivo quem fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, encabeçado pelo “Demolidor”, mas também quem realizou o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus), as produções da Marvel Television, como “Manto e Adaga”, “Fugitivos” e “Agents of SHIELD”, acabaram tendo seu final acelerado para a Marvel Television ser devidamente desativada. A partir de “WandaVision”, todas as séries live-action da Marvel passam a ser produzidas pela Marvel Studios, até recentemente apenas uma divisão cinematográfica, que virou um núcleo de conteúdo geral da Marvel sob o comando de Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada no ano passado. “Helstrom” acabou sendo dano colateral dessa mudança de comando. Apesar do cancelamento ter sido anunciado nesta segunda (14/12), a série chegou na Hulu já sabendo que não teria continuação. Seis meses antes da estreia, o showrunner da atração, Paul Zbyszewski (“Agents of SHIELD”), teve seu contrato encerrado, sinalizando a falta de interesse no projeto. Uma pena, porque a Marvel deixa passar a oportunidade de introduzir um universo de terror bastante interessante, ficando restrita apenas aos super-heróis. O pior disso é que a personagem da atriz Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) tinha enorme potencial. Nos quadrinhos, os Helstrom são Daimon e Satana, filhos de um demônio e uma mulher mortal chamada Victoria Wingate – tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Os dois herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, ele foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Mas a série mudou um pouco a premissa, a começar pelo nome da irmã, que virou Ana. Interpretados por Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon, os irmãos foram separados na infância, enquanto sua mãe, Victoria Helstrom, ficou enclausurada em um hospício, possuída por um demônio. Décadas se passaram e ela ainda está presa, enquanto o filho tenta curá-la e a filha espera nunca mais vê-la. Elizabeth Marvel (“Homeland”) tem o papel da mãe dos protagonistas, O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive a versão feminina de outro famoso personagem da Marvel. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. A 1ª temporada termina com uma reviravolta, que serviria de gancho para a 2ª temporada. Infelizmente, os fãs jamais saberão o que aconteceria nos próximos capítulos. Tudo o que resta da Marvel Television agora são duas séries animadas em desenvolvimento para a Hulu, “MODOK” e “Hit-Monkey”, previstas para 2021 – e que foram completamente ignorados na apresentação do Dia do Investidor da Disney. Eles deveriam formar um universo animado com “Howard the Duck” e “Tigra & Dazzler”, mas as duas últimas foram abandonadas em janeiro, após diferenças criativas.
Sweet Home: Monstros atacam no trailer de nova série sul-coreana de terror
A Netflix divulgou cinco pôsteres e o trailer de “Sweet Home”, nova série sul-coreana de terror, que acompanha a luta pela sobrevivência durante uma pandemia de monstros. A série adapta o webtoon de mesmo nome de Kim Kan-bi e Hwang Young-chan, em que um estranho fenômeno transforma as pessoas em monstros deformados e enlouquecidos. A história acompanha um grupo não infectado preso dentro de um prédio enquanto o mundo se transforma em caos, tendo a seu lado um jovem morador misterioso do local, que não é exatamente normal. Com dez episódios, a série é dirigida por Lee Eung-bok (de “Descendants of the Sun” e “Goblin”) e seu elenco inclui Song Kang (“Love Alarm”), Lee Jin-wook (“Glass Castle”) e Lee Si-young (“No Mercy”). A estreia está marcada para sexta-feira (18/12).
Ryan Murphy revela primeiros detalhes de American Horror Stories
O criador de “American Horror Story”, Ryan Murphy, forneceu as primeiras informações sobre a sua nova série de antologia, “American Horror Stories” (no plural), que é derivada de sua atração de terror. As novidades foram compartilhadas após o produtor divulgar o primeiro pôster da atração em suas redes sociais. Ao comentar a imagem com seguidores, Murphy disse: “Estamos fazendo 16 episódios autônomos de uma hora investigando mitos, lendas e histórias de terror… muitos desses episódios apresentarão estrelas da ‘AHS’ que você conhece e ama. Mais a seguir … ” Na sequência, vários astros de “American Horror Story” e outras produções de Murphy curtiram o cartaz e fizeram breves comentários, incluindo Dylan McDermott, Cody Fern, Billy Porter e Evan Peters. Além deles, Sarah Paulson, que é praticamente um talismã do produtor, também estará envolvida no spin-off, mas não necessariamente na tela. A atriz vencedora do Emmy e do Globo de Ouro adiantou, durante um painel da Netflix para “Ratched”: “Eu estarei dirigindo algo.” O título no plural explica a diferença básica de “American Horror Stories” para a atração de terror que vai para sua 10ª temporada no canal pago FX. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, mas em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. Apesar de derivar de uma atração do canal FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não há previsão de estreia.
American Horror Stories: Nova série de terror ganha primeiro pôster
Depois de compartilhar o cartaz da 10ª temporada de “American Horror Story”, o produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram o pôster da 1ª temporada de “American Horror Stories”. A nova série tem um título no plural, mas a diferença entre as duas produções é menos sutil. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, contudo, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. O pôster não revela a data de estreia, trazendo uma arte de horror com o logotipo da série e do canal FX. Apesar de destacar o FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não foram disponibilizadas outras informações, como elenco, equipe e tramas da nova série, muito menos previsão para seu lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)
Castle Rock é cancelada após duas temporadas
A plataforma Hulu anunciou o cancelamento da série de terror “Castle Rock” após duas temporadas. A atração tinha formato de antologia e contou duas histórias diferentes durante dois anos distintos, utilizando a cidade e personagens criados pelo mestre do terror Stephen King. Na 2ª temporada, Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) deu vida à Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). O último episódio foi exibido há quase um ano, em dezembro de 2019. A série era uma criação de Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”) e tinha produção de JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e do próprio Stephen King. O escritor citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. E um dos personagens daquele filme, “Ace” (interpretado no longa por Kiefer Sutherland), também apareceu na série (na pele de Garrett Hedlund). Apesar do cancelamento, King e Abrams vão continuar sua parceria, que também inclui a minissérie “11.22.63”, lançada em 2016 na Hulu. A dupla vai agora realizar um spin-off de “O Iluminado”, chamado “Overlook Hotel”, para a plataforma HBO Max. Não é demais lembrar que “Castle Rock” encerrou sua 1ª temporada com uma cena pós-créditos que aludia a uma história em potencial focada em “O Iluminado”.
Carol Castro vai estrelar série de terror da Fox
A atriz Carol Castro (“Órfãos da Terra”) vai estrelar “Insânia”, série de suspense e terror da Fox. Na trama, que mistura terror e suspense, Carol interpreta Paula, uma perita forense que sofre um surto após receber a notícia da morte da filha e é internada numa clínica psiquiátrica. Lá, ela vira cobaia de um experimento misterioso, comandado pelo médico vivido por Eucir de Souza (“O Doutrinador”). No elenco, também estão Rafaela Mandelli (“A Divisão”) e Rafael Losso (“3%”), respectivamente como melhor amiga e ex-marido da protagonista, que vão ajudá-la a investigar as circunstâncias da morte da filha, pois existe a suspeita de que ela esteja viva. Além deles, o elenco inclui Thomás Aquino (“Bacurau”) no papel de Capa Preta, um homem enigmático. Em fase de pós-produção, os episódios começaram a ser gravados no Paraná, mas foram finalizados em estúdios do Uruguai durante o auge da pandemia, devido a quarentena no Brasil. O país vizinho não interrompeu trabalhos, graças à implantação rápida de medidas de higiene e segurança, que renderam os menores índices de contágio no continente – 2,9 mil infectados e apenas 54 mortes – , apesar de fazer fronteira com o Brasil, um dos países que pior lidou com a covid-19 no mundo – 5,4 milhões de casos e 158 mil mortes até esta quarta (28/10). Com os índices de covid-19 controlados, o Uruguai é visto por produtores brasileiros como um novo destino para a gravação de séries. A equipe de “Insânia” alugou um estúdio em Montevidéu e contratou profissionais locais, e a experiência positiva também tem levado Netflix e Amazon a transferirem projetos da América do Sul para lá.
Série de terror dos diretores de Todos os Mortos estreia este mês no Canal Brasil
O Canal Brasil definiu a data de estreia de “Noturnos”, série de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. A atração é inspirada em contos do compositor Vinícius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”, a partir do próximo dia 21 de outubro. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”). A série vai juntar os contos de Vinícius de Moraes num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo acabam virando as tramas dos episódios, encenadas em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso, e até à transexualidade. Cada episódio será contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco trará artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso.
Y: The Last Man e spin-off de American Horror Story viram conteúdo de streaming
Mais duas séries que estavam sendo desenvolvidas para a TV, visando lançamento no canal pago FX, vão estrear diretamente em streaming, na seção FX on Hulu, criada para as atrações da emissora na plataforma de conteúdo adulto da Disney. As séries que serão exclusivas do serviço de streaming são a aguardada adaptação de quadrinhos “Y: The Last Man” (“Y: O Último Homem” nas bancas brasileiras) e o spin-off de “American Horror Story”, a antologia “American Horror Stories”, que contará uma história de terror completa por episódio. Lançada no ano passado com as séries “Mrs. America” e “Devs”, a FX on Hulu faz parte de uma estratégia da Disney para valorizar sua plataforma digital e também vai receber em breve “A Teacher”, com Nick Robinson e Kate Mara, e “The Old Man”, estrelada por Jeff Bridges. A mudança foi comunicada nesta segunda-feira (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu. A apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada revelou que a seção FX on Hulu ampliou em 130% o alcance da programação do FX. A alteração de endereço também correspondeu a mais uma reviravolta na longa jornada para trazer “Y: The Last Man” às telas. A produção está em desenvolvimento há cerca de cinco anos e chegou a ter uma foto oficial divulgada em fevereiro de 2019. Mas desde então tudo mudou. O piloto não agradou e a série voltou à estaca zero com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com o FX. No lugar deles, entrou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”), que encomendou mudanças no piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna), visando retirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. Entretanto, as mudanças também levaram à desistência do protagonista previamente escalado, fazendo com que todo o primeiro episódio precise ser inteiramente regravado. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Por outro lado, em streaming o material poderá ser mais ousado. A verdade é que a ideia inicial de adaptar “Y” tem bem mais de uma década e até agora não conseguiu sair do papel. O projeto chegou a ser considerado um possível filme pela Warner em 2007 e foi levado até a HBO, por se tratar de uma propriedade da DC Comics, mas, ao contrário de “Watchmen”, jamais superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados do antigo selo adulto da DC, Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e a desenhista Pia Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand foram as únicas exceções. Quando grupos de mulheres descobrem que ele é o último homem do planeta, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas justamente na plataforma Hulu. Já “American Horror Stories” é um projeto recentíssimo, que veio à tona no mês passado. Com produção de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”), a série trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, em vez de contar uma história por temporada como a série original, terá histórias de horror completas e diferentes em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. As duas atrações ainda não tem previsão de estreia.
Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix
O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.
Curon: Netflix revela trailer legendado de nova série italiana de terror
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Curon”, nova série italiana da plataforma, que abraça o terror sobrenatural. A pandemia de coronavírus tem feito a Netflix dar mais atenção a seu material internacional. Muitas séries excelentes, como a francesa “Marianne”, foram canceladas sem nem sequer receber divulgação no Brasil. A mudança de tratamento, com diversos vídeos legendados, já se refletiu na renovação em tempo recorde da série mexicana “Control Z”. Na nova série, uma mãe retorna com os filhos adolescentes à cidadezinha em que nasceu e percebe que nem tudo é tão tranquilo quanto parece. Quando os sinos da velha igreja tocam, sentimentos reprimidos vêm à tona. “Curon” tem entre seus criadores o roteirista Ezio Abbate, que criou “Suburra” e o atual sucesso britânico “Devils” (lançamento do canal pago Sky), e seu elenco traz Valeria Bilello (“Apenas uma Chance”), Luca Lionello (o Judas de “A Paixão de Cristo”, de Scorsese), Alessandro Tedeschi (“Nada Santo”), Max Malatesta (“Uma Vida Oculta”), Maximilian Dirr (“Sobidor”), Anna Ferzetti (“Anna e as Cores da Vida”) e Federico Russo (“Don Matteo”). A estreia está marcada para 10 de junho em streaming.
American Horror Story: 10ª temporada é adiada, mas série ganhará spin-off
A rede Fox anunciou que 10ª temporada de “American Horror Story” foi adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus. A série criada por Ryan Murphy planejava iniciar gravações neste mês, mas foi impedida pelo agravamento da pandemia nos EUA. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo ano, mas Murphy chegou a comentar que as gravações dependiam de condições climáticas, sugerindo muitas cenas ao ar livre. Os atores esperados na produção são Jessica Lange, Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson, Denis O’Hare, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, Anjelica Ross, Leslie Grossman, Finn Wittrock, Taissa Farmiga, Billie Lourd, Dylan McDermott, Adina Porter e Cody Fern, habituais na atração, além de Macaulay Culkin (o eterno Kevin, de “Esqueceram de Mim”). Mas os fãs da série de terror também tiveram uma boa notícia. A Fox oficializou a nova série derivada, “American Horror Stories”, que trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, o spin-off também será uma série de terror em formato de antologia, mas, em vez de contar uma história por temporada, terá histórias de horror diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. Ainda não há previsão para a estreia.
Série baseada no terror japonês O Grito ganha primeiro trailer da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Ju-on: A Maldição – Origens” (Ju-On: Origins), série baseada em “Ju-On”, longa japonês que inspirou a franquia americana de terror “O Grito” (The Grudge). A prévia é sangrenta, tétrica e pesada, sugerindo uma atração mais forte que os filmes americanos. A série vai contar a origem da maldição de Kayako e seu filho, mostrando como sua casa se tornou mal-assombrada por seus espíritos vingativos. A sinopse oficial da Netflix acrescenta que a trama é baseada em “eventos reais” que aconteceram há 40 anos. A história de “Ju-On”, na verdade, surgiu exatamente há duas décadas, num telefilme japonês de 2000, escrito e dirigido por Takashi Shimizu. A produção ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. E fez tanto sucesso que rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “O Chamado vs. O Grito” (Sadako vs. Kayako”, 2016), em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do próprio Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava uma maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. Fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. Neste ano, um segundo remake americano de “Ju-On” chegou aos cinemas com produção da Sony Pictures, e foi destruído pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Ju-on: A Maldição – Origens” tem produção de Takashige Ichinose, responsável pela franquia japonesa original e também por outros clássicos do J-horror, como “Ringu: O Chamado” (1998) e “Água Negra” (2002). O elenco destaca Yuina Kuroshima, que estrelou o penúltimo filme da saga de Kayako, “O Grito: o Começo do Fim” (2014). Ela vive a protagonista feminina, uma mulher atormentada pelo som de passos em sua casa no meio da noite, que pede ajuda a um investigador paranormal, vivido por Yoshiyoshi Arakawa (“Too Young to Die”). Já a direção está a cargo do cineasta Shô Miyake (“And Your Bird Can Sing”), que estreia tanto em séries quanto no gênero terror. Com 6 episódios, a atração será lançada em 3 de julho.












