On Becoming A God in Central Florida: Série de comédia de Kirsten Dunst ganha novo trailer
O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um novo trailer de “On Becoming a God in Central Florida”, que destaca o humor negro da comédia estrelada por Kirsten Dunst (a Mary Jane da trilogia original do Homem-Aranha). Na prévia, ela tem praticamente um arco completo, transformando-se de vítima de golpistas em alguém capaz de se vingar na mesma moeda. Com produção de George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”), a série criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na região de Orlando no início dos anos 1990. A trama é centrada em Krystal Gill (Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro da Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Além de estrelar, Dunst também divide a produção com Clooney e Grant Heslov, donos da produtora Smokehouse Pictures – responsável, entre outros projetos, pela recente minissérie “Catch 22”. O resto do elenco ainda destaca Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) quase irreconhecível de mullet. Vale lembrar que a série estava sendo desenvolvida para o YouTube Premium, que mudou seu plano de negócios diante da chegada dos estúdios às plataformas de streaming, abandonando o projeto de virar um serviço pago. Com isso, o Showtime trouxe a produção para sua programação. A estreia da série vai acontecer em 25 de agosto.
Rip Torn (1931 – 2019)
O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.
The Righteous Gemstones: Série com Danny McBride e John Goodman ganha trailer legendado
A HBO divulgou o trailer legendado de “The Righteous Gemstones”, nova série de comédia criada pelo comediante Danny McBride (“Alien: Covenant”). A série traz McBride, John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, com uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco também inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). “The Righteous Gemstones” é a terceira série criada por McBride para a HBO, após “Eastbound & Out” e “Vice Principals”. A estreia está marcada para 18 de agosto.
Globoplay revive a série Cilada, de Bruno Mazzeo
A plataforma Globoplay anunciou o revival de “Cilada”, série de comédia criada e estrelada por Bruno Mazzeo. A série original teve seis temporadas, exibidas entre 2005 e 2009 no canal Multishow, e também deu origem ao filme “Cilada.com”, lançado em 2011. A produção, em parceria do serviço de streaming com o Multishow e a Casé Filmes, focará no protagonista com seus 40 anos, passando por situações típicas dos tempos atuais. A previsão de estreia da “7ª temporada” é para 2020.
Divorce: Série estrelada por Sarah Jessica Parker vai acabar na 3ª temporada
A HBO decidiu se divorciar da série “Divorce”. A atração estrelada por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”) vai acabar em sua 3ª temporada. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna para seus últimos episódios nesta segunda (1/7) nos Estados Unidos. E será uma temporada abreviada, após menos de 500 mil telespectadores assistirem à produção no ano passado. É interessante reparar na contagem regressiva que levou ao cancelamento. A 1ª temporada teve 10 episódios, a 2ª diminuiu para 8 e a 3ª terá apenas 6 capítulos para encerrar a trama. A produção marcou a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. Mas sem o mesmo sucesso. Na nova série, ela interpretava uma mulher recém-divorciada, que precisa lidar com o longo processo de separação do ex-marido (Church) e iniciar uma nova etapa em sua vida. O elenco também incluía Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integra o elenco fixo dos capítulos finais.
Mrs. Fletcher: Kathryn Hahn vive fantasias sexuais no trailer da nova série do autor de The Leftovers
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Mrs. Fletcher”, série de comédia estrelada por Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”). A prévia mostra a atriz no papel-título, fantasiando situações sexuais que viu na internet. Baseada no romance best-seller de Tom Perrotta, autor de “The Leftovers”, a atração vai mostrar como se comporta uma mãe divorciada moderna, após o filho sair de casa para ir para a faculdade. A trama pretende explorar o impacto da pornografia online e das mídias sociais na vida das mulheres da meia idade, acompanhando como Eve Fletcher (Hahn) lida com a descoberta de sua recém-adquirida liberdade em tempos de aplicativos de encontros. Paralelamente, a série também vai mostrar as opções de seu filho Brendan, vivido por Jackson White (da série “SEAL Team”), como calouro na universidade. O elenco também inclui Casey Wilson (“Happy Endings”), Owen Teague (“Bloodline”) e Jen Richards (“Nashville”). Além de ser autor do livro, Perrotta vai assinar os roteiros e trabalhar como produtor ao lado de Jessi Klein (“Inside Amy Schumer”), Sarah Condon (“Looking”) e da cineasta Nicole Holofcener (“Gente de Bem”), que dirigiu o piloto. “Mrs. Fletcher” vai estrear durante o outono norte-americano, entre setembro e novembro, em data ainda não anunciada.
Série do YouTube de Kirsten Dunst vai parar no Showtime e ganha primeiro trailer
O canal pago americano Showtime surpreendeu a mídia com a divulgação do primeiro trailer de “On Becoming a God in Central Florida”, comédia de humor negro estrelada por Kirsten Dunst (a Mary Jane da trilogia original do Homem-Aranha), que estava sendo desenvolvida para o YouTube Premium. A mudança inesperada de canal confirma o colapso dos planos do YouTube para oferecer um serviço premium pago, com séries exclusivas de ficção. O serviço de assinatura da plataforma de vídeos do Google vai ser trocado por um projeto financiado por anúncios, com mais documentários e YouTubers. Curiosamente, o Showtime é o terceiro lar de “On Becoming a God in Central Florida”, que começou a dar seus primeiros passos no canal pago AMC. Com produção de George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”), a série criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky é descrita como uma comédia sombria sobre o culto da iniciativa privada e a busca incansável de uma jovem mulher pelo sonho americano. Passada na região de Orlando no início dos anos 1990, a trama é centrada em Krystal Gill (Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro da Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Além de estrelar, Dunst também divide a produção com Clooney e Grant Heslov, donos da produtora Smokehouse Pictures – responsável, entre outros projetos, pela recente minissérie “Catch 22”. O Showtime marcou a estreia da série para 25 de agosto.
Boneca Russa é renovada para a 2ª temporada na Netflix
A Netflix confirmou a produção da 2ª temporada de “Boneca Russa” (Russian Doll), série de looping temporal estrelada por Natasha Lyonne (a Nicky de “Orange Is the New Black”). Mais demorado que o habitual, o anúncio veio quatro meses após a estreia dos episódios inaugurais. E foi comemorado num vídeo da atriz, que pode ser conferido abaixo. Na trama original de humor negro, ela celebra seu aniversário numa festa noturna na cidade de Nova York, se droga, se diverte e morre. Apenas para voltar à cena inicial, no banheiro da festa. Várias Vezes. Basicamente como “A Morte Te Dá Parabéns”, mas sem o psicopata. O que a mata são detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). Com 96% de aprovação, “Boneca Russa” é uma das séries de comédia mais bem-avaliada da Netflix no site Rotten Tomatoes. II @RussianDoll ???? pic.twitter.com/eFrr3g0Vyj — natasha lyonne (@nlyonne) June 11, 2019
The Good Place vai acabar na próxima temporada
A excelente série de comédia “The Good Place” vai acabar em sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na noite de sexta-feira (7/6), durante um evento da rede ABC para divulgar suas melhores séries para os votantes do Emmy. A decisão de concluir a trama foi do próprio criador da atração, Mike Schur. Em entrevista feita em dezembro para a revista The Hollywood Reporter, ele já tinha sugerido que a série não duraria muito. “Obviamente, por conta do DNA da trama, onde o status quo é desafiado frequentemente, essa não é uma série que duraria por nove anos. Não é como ‘Friends’, que teria 200 episódios. Então, nós refletimos e chegamos a um plano definitivo, que vocês vão perceber no futuro próximo”, disse Schur. Novamente falando ao THR, já com o final divulgado, o showrunner destacou a importância de concluir a série na hora certa. “Após sobrevivermos à renovação da 1ª temporada, consideramos que esta não era uma série tradicional, que ela precisava ter fim… E desde que fizemos um mapa sobre a narrativa, ela sempre concluía na 4ª temporada”, explicou. “A coisa boa sobre programas de TV hoje em dia é que não é preciso forçar uma continuidade infinita. Você pode deixar a história ditar o número de episódios, o que é ótimo para a criatividade”. “The Good Place” é a oitava série da TV aberta americana a anunciar seu final para a próxima temporada, após “Modern Family”, “Criminal Minds”, “Madam Secretary”, “Blindspot”, “Empire”, “Supernatural” e “Arrow”. A atração gira em torno de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell, de “Veronica Mars”), que chega a seu destino final após morrer. Ao receber as boas-vindas de Michael (Ted Danson, de “CSI”), descobre que foi parar no “Lugar Bom”, eufemismo para o paraíso. O detalhe é que Eleanor deveria ter ido para o “Lugar Ruim”, por tudo que aprontou na vida. Mas ela logo descobre que o céu é um inferno. Cercada por gente boazinha, ela quer enlouquecer, até perceber que aquele era seu tormento e o “Lugar Bom” era na verdade uma versão do “Lugar Ruim” criada pelo demônio vivido por Danson. Mas esta foi apenas a primeira reviravolta da série, que a cada temporada apresenta uma mudança brusca de situação. Uma não, várias, com uma revelação inesperada atrás da outra. Em meio a esse jorro de criatividade, Eleanor se junta a outros três pecadores, vividos por William Jackson Harper (“Paterson”), Manny Jacinto (“The Romeo Section”) e a revelação Jameela Jamil, que era jornalista e DJ antes da série. Fazendo de tudo para evitar o “Lugar Ruim” tradicional, aquele com torturas e tormentos físicos, eles negociarem sua salvação com uma ajuda surpreendente de Michael e sua assistente (D’Arcy Carden, que também está em “Barry”). E conseguem uma segunda chance, ponto em que a história foi retomada na 3ª temporada… de volta à Terra. A NBC não revelou a quantidade de episódios da 4ª temporada, mas os três primeiros anos tiveram 13 capítulos.
Netflix renova Disque Amiga para Matar para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série de comédia “Dead to Me”, que ganhou o título nacional (nada a ver) de “Disque Amiga para Matar”. A série estreou em 3 de maio e apareceu num ranking experimental da Netflix britânica como o programa mais visto do mês na plataforma. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marca a volta da atriz Christina Applegate para as sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, Jen cria uma amizade com Judy (papel de Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”), uma mulher de espírito livre que guarda um segredo chocante. O elenco também inclui James Marsden (“Westworld”), Max Jenkins (“Os Mistérios de Laura”) e o veterano Ed Asner (o eterno Lou Grant de “Mary Tyler Moore”). A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, uma lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais são as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, lidera o ranking desde a estreia. Veja abaixo a lista mais recente, divulgada no fim de semana passado. #DeadToMe has been renewed for Season 2!! #NetflixFYSee pic.twitter.com/uYyB9XuJki — See What's Next (@seewhatsnext) June 4, 2019 < And the most-watched ~series~ in the UK this week… ? 1. Dead to Me2. Jane The Virgin3. WHAT / IF4. The Society5. Dynasty6. Lucifer7. Riverdale8. The Rain9. Line of Duty10. iZombie — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) May 29, 2019
Silicon Valley é próxima série da HBO a acabar em 2019
“Silicon Valley” será a próxima atração a se despedir da HBO. Uma das comédias mais bem-sucedidas do canal pago, a série vai acabar no final da 6ª temporada, que estreia ainda este ano. E será um final sucinto. O sexto ano da produção criada por Mike Judge (“Beavis e Butt-Head”) terá apenas sete episódios, em vez dos oito capítulos das temporadas anteriores. Judge e o showrunner Alex Berg prometeram “um final adequado à jornada dos personagens”, em comunicado oficial. “‘Silicon Valley’ se provou um dos grandes momentos de nossa vida e de nossa carreira”, disseram no texto. “Vamos sentir muita falta da série, e teremos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, nossa equipe e nossos parceiros na HBO”. A série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods e Martin Starr formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi divulgada.
NBC cancela todas as suas séries novatas da midseason
A rede NBC desceu a guilhotina sobre toda as suas séries novas desta midseason. A comédia “Abby’s”, o drama “The Village” e o thriller “The Enemy Within” foram cancelados. Estes cancelamentos se juntam ao corte da série de comédia “AP Bio”, em sua 2ª temporada, para zerar quase completamente a programação da emissora no período que equivale à primavera norte-americana (entre março e maio). Apenas “Good Girls” sobreviveu ao massacre, renovada para sua 3ª temporada – ao lado dos programas de competição “The Voice” e “World of Dance”. A decisão não é surpreendente, já que nenhuma dessas séries ganhou muitos elogios da crítica ou se provou um sucesso de público. “The Village” e “The Enemy Within” encerraram suas primeiras temporadas na semana passada, enquanto “Abby’s” ainda tem mais cinco episódios antes de seguir para o cemitério das séries. Todas eram produções da Universal. Criada por Mike Daniels (roteirista-produtor de “Shades of Blue” e “Sons of Anarchy”), “The Village” era um drama lacrimoso ao estilo de “This Is Us”. Girava em torno dos residentes de um prédio de Manhattan, diferentes em idade, raça, cultura e estilo de vida, que têm suas vidas entrelaçadas para provar o velho clichê de que os desafios da vida são melhores quando enfrentados junto a quem se ama. O elenco incluía Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”), Warren Christie (série “Chicago Fire”), Moran Atias (série “Tyrant”), Daren Kagasoff (série “The Secret Life of the American Teenager”), Grace Van Dien (série “Greenhouse Academy”), Dominic Chianese (série “The Sopranos”), Michaela McManus (série “Aquarius”), Jerod Haynes (“Benji”) e Frankie Faison (série “Banshee”). “The Enemy Within” era uma espécie de “The Blacklist” feminino. Criada por Ken Woodruff (produtor-roteirista de “The Mentalist” e “Gotham”), trazia Jennifer Carpenter (de “Dexter” e “Limitless”) como a protagonista Erica Shepherd, a maior traidora da história da CIA. A trama começa com ela saindo da prisão para trabalhar com o agente do FBI Will Keaton (Morris Chestnut, da série “Rosewood”) numa missão que lhe permitiria se vingar do homem responsável por sua situação. “Abby’s”, por sua vez, provou-se um raro fracasso do produtor Michael Schur (criador de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”). Desenvolvida por Josh Malmuth (roteirista-produtor de “New Girl” e “Superstore”), Abby’s é o nome de um bar improvisado no quintal da casa da personagem-título, vivida por Natalie Morales (das séries “Parks and Recreation” e “Santa Clarita Diet”), com o objetivo de ser o oposto de tudo que a incomoda nas noitadas de hoje em dia. Sim, lembra “Cheers”, a famosa série de bebuns dos anos 1980, com um diferencial do século 21. Agora, a principal personagem feminina não é garçonete, mas dona do bar. É fácil constatar que nenhuma das três atrações se destacava por sua originalidade. Mas, apesar da lógica comercial por trás dos cancelamentos, a opção radical de zerar a programação pode ter efeitos colaterais. Além de desapontar os anunciantes que apostaram nas séries – e todo ano são convidados a investir nas novidades do canal – , não há pesquisas sobre o impacto psicológico produzido por cancelamentos em massa nos hábitos do público televisivo. Sem final, as produções só podem ter decepcionado sua pequena, mas fiel audiência. O detalhe é que a radicalização da NBC representa apenas o pico de uma tendência que marcou o final da atual temporada, com vários cancelamentos de séries estreantes na ABC, CBS e Fox. O efeito disso é o oposto da fidelização da audiência. Sem garantia de continuidade, o público não tem estímulo para se dedicar a séries estreantes na TV aberta – o que, a longo prazo, tende a trazer consequências muito sérias para o setor. Vale apontar ainda que, exceção à regra, a rede The CW não cancelou nenhuma série novata em 2019. Todas as suas séries atuais, das estreantes às mais antigas, voltarão ao ar no outono norte-americano.
3ª temporada de Divorce ganha primeiro teaser e data de estreia
A HBO divulgou o trailer da 3ª temporada de “Divorce”, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna no dia 1º de julho com novos capítulos sobre as desventuras de um ex-casal divorciado, vivido por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”). A produção marca a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. O elenco também inclui Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integrará o elenco fixo dos próximos episódios.









