Série de comédia britânica criada e estrelada por Idris Elba ganha primeiras fotos
O canal pago britânico Sky One divulgou as primeiras imagens de “In the Long Run”, série de comédia criada e estrelada por Idris Elba (“A Torre Negra”). Ambientada na Londres dos anos 1980, a série acompanha a família de Walter Easmon, imigrantes vindos de Serra Leoa. A produção é inspirada na infância de Elba, que interpreta o patriarca. Além dele, estão no elenco Jimmy Akingbola (série “Arrow”), Madeline Appiah (minissérie “Partners in Crime”), Bill Bailey (“Nanny McPhee e as Lições Mágicas”) e Kellie Shirley (novela “EastEnders”). A série estreia no Reino Unido no dia 29 de março.
Emma Chambers (1964 – 2018)
A atriz inglesa Emma Chambers, conhecida por seu papel na comédia “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999), morreu aos 53 anos de idade na quarta (21/2), mas a notícia só foi divulgada neste sábado por seu agente. As causas da morte foram descritas como “naturais”. “Emma criou uma grande quantidade de personagens e um imenso currículo de trabalho. Levou sorrisos e alegria a muitas pessoas”, disse John Grant, representante da atriz, que estava afastada das telas há 11 anos. Ela só fez duas aparições no cinema. E no mesmo ano, coadjuvando como Honey, a irmã mais nova do personagem de Hugh Grant em “Um Lugar Chamado Notting Hill”, e na comédia de época “The Clandestine Marriage”. Mas se tornou muito popular no Reino Unido por dar vida a Alice Tinker na série “The Vicar of Dibley”, exibida pela BBC de 1994 a 2007. Chambers fez diversas outras séries desde 1988, mas nenhuma foi tão popular quanto “The Vicar of Dibley”, que acabou marcando seu último papel, ao lado da estrela Dawn French (série “French and Saunders”), e lhe rendeu o British Comedy Award. A atriz era casada com o ator britânico Ian Dunn (série “Girls in Love”) desde 1991.
Série sobre a guerra de Troia lidera audiência e vira polêmica racial no Reino Unido
A série “Troy: Fall of a City”, produção da BBC sobre a lendária Guerra da Troia, virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais inglesas na última semana. A atração estreou em 1º lugar na audiência no sábado passado (17/2), com 3,2 milhões de telespectadores britânicos ao vivo, mas a repercussão foi muito maior na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A grande repercussão foi consequência da escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.
Carey Mulligan investiga assassinato no trailer legendado da minissérie Collateral
A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.
Killing Eve: Trailer da nova série estrelada por Sandra Oh explora suspense e humor negro
A BBC America divulgou o primeiro trailer de “Killing Eve”, série de suspense estrelada por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (série “The White Princess”). A prévia explora o humor negro, acompanhando um diálogo entre as duas e o comportamento daquela que a outra define como psicopata. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a trama é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno das duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não realiza suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). A estreia está marcada para 8 de abril.
Pôsteres e vídeo revelam novo logo da série Doctor Who
A rede BBC divulgou dois pôsteres e um vídeo da nova temporada de “Doctor Who”, que introduzem o novo logotipo da atração. É isto mesmo. “Doctor Who” não terá só nova protagonista, novo showrunner e nova empresa de efeitos visuais em sua 11ª temporada (desde o revival de 2005). Terá também um novo logo, para deixar claro a natureza inovadora dos próximos episódios, que destacarão a primeira protagonista feminina da série cinquentenária. Em comunicado, a Diretora Criativa Executiva da BBC Worldwide, Rafaela Perera, afirmou: “O logotipo e as insígnias do ‘Doctor Who’ são os símbolos centrais da marca. Nosso objetivo era criar designs modernos e elegantes que estivessem ligados ao que mais amamos em ‘Doctor Who'”. O logo também está sendo lançado com uma animação de 10 segundos que apresenta a nave Tardis brilhando em um caminho que atravessa o logo. O som da animação foi criado pelo compositor britânico Matthew Herbert (curiosamente, também conhecido como Doctor Rockit). A nova temporada, estrelada por Jodie Whittaker e produzida por Chris Chibnall (ambos de “Broadchurch”), ainda não tem previsão de estreia.
Carey Mulligan investiga assassinato em imagens e trailers da minissérie Collateral
A Netflix e a BBC divulgaram fotos, o pôster e os trailers de “Collateral”, minissérie britânica que combina investigação policial e temática social, estrelada pela atriz Carey Mulligan (“O Grande Gatsby”). A trama acompanha a detetive Kipe Glaspie (Mulligan), que investiga o assassinato de um entregador de pizzas muçulmano, em busca dos motivos por trás do crime. Um detalhe: o crime foi cometido em frente a casa da ex-mulher de um político influente. A mulher é vivida por Billie Piper e o político por John Simm (que trabalharam em épocas diferentes na série “Doctor Who”). A série foi escrita por David Hare (“O Leitor” e “Negação”) e coproduzida pela rede pública britânica BBC. A estreia no Brasil vai acontecer em 9 de março pelo serviço de streaming, quatro dias após o último episódio ir ao ar no Reino Unido.
Produtora de efeitos de Blade Runner 2049 vai assumir o visual da série Doctor Who
A série “Doctor Who” não terá só nova protagonista e novo showrunner em sua 11ª temporada. Terá também uma nova empresa cuidando de seus efeitos visuais. A informação veio de Louise Hastings, produtora de efeitos especiais da Milk VFX, empresa que foi responsável pelos efeitos da série desde 2005. “Foi tomada a decisão de que, com a saída do produtor Steven Moffat e o seu time da série, uma nova empresa seria chamada. Então, nós passamos o bastão para nossos amigos na Double Negative para a próxima temporada”, ela disse, em entrevista ao site Radio Times. A Double Negative, também conhecida como DNEG, foi responsável pelos efeitos de “Blade Runner 2049”, “Star Trek: Sem Fronteiras” e “Thor: Ragnarok”, para citar filmes recentes, e atualmente trabalha nos VFX de “Vingadores: Gerra Infinita”, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e “Círculo de Fogo: A Revolta”, entre outros. A nova temporada, estrelada por Jodie Whittaker e produzida por Chris Chibnall (ambos de “Broadchurch”), ainda não tem previsão de estreia.
The Innocents: Série sci-fi com Guy Pearce ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou o primeiro teaser da nova série sci-fi britânica “The Innocents” (Os Inocentes), com o objetivo de apresentar o elenco da produção. A prévia chama atenção por destacar o ator Guy Pearce (“Alien: Covenant”), ao lado de Sorcha Groundsell (série “Clique”) e Percelle Ascott (série “Wizard vs. Aliens”), num clima bastante dramático. Criada por Hania Elkington e Simon Duric, a série de oito episódios é descrita como uma história de amor adolescente com reviravoltas sobrenaturais. Segundo a sinopse, o casal Harry (Ascott) e June (Groundsell) foge da repressão familiar para ficar junto, mas uma jornada extraordinária de descoberta destrói seu sonho inocente. Os segredos mantidos por seus respectivos pais testam seu amor até o ponto de ruptura, e o dom extraordinário que eles possuem desencadeia uma perseguição por forças poderosas com a intenção de dividi-los para sempre. Parece a descrição da série da Marvel “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga). A conferir. A produção é da New Pictures, estúdio com sede no Reino Unido que também realiza “Requiem”, outra série britânica de temática sobrenatural disponibilizada pela Netflix. Ainda não há previsão para a estreia.
Sullivan Stapleton e Philip Winchester voltarão à série Strike Back
O canal pago americano Cinemax confirmou os retornos de Sullivan Stapleton (hoje em “Blindspot”) e Philip Winchester (“Chicago Justice”) para “Strike Back”. Os protagonistas da versão original da série farão participações em dois episódios do reboot, reprisando seus personagens, os sargentos Damien Scott e Michael Stonebrid. “Strike Back” acompanha uma equipe de elite militar da Section 20, uma divisão secreta do Departamento de Defesa do Reino Unido, que opera missões de alto risco ao redor do mundo. A versão original da série era uma adaptação do livro homônimo do ex-militar Chris Ryan e terminou em 2015 depois de cinco temporadas. O reboot estreou em 2 de fevereiro no Cinemax, apresentando uma nova equipe, que enfatiza protagonistas femininas. A nova versão é estrelada por Roxanne McKee (série “Dominion”), Warren Brown (“Luther”), Daniel MacPherson (“The Shannara Chronicles”) e Alin Sumarwata (série “Neighbours”). As participações especiais de Stapleton e Winchester vão acontecer nos dois últimos episódios da temporada, previstos para ir ao ar em 30 de março e 6 de abril nos Estados Unidos.
Jennifer Garner vai voltar à TV em série de comédia da criadora de Girls
A atriz Jennifer Garner está prestes a voltar à TV, 12 anos após se despedir de “Alias”. Ela será a protagonista de “Camping”, uma série limitada de comédia escrita por Lena Dunham (“Girls”) para o canal pago HBO. Garner ficou conhecida como protagonista de “Alias”, série de espionagem e ação do produtor JJ Abrams que durou cinco temporadas, entre 2001 e 2006. Desde então, vinha se concentrando na carreira cinematográfica, estrelando alguns filmes importantes como “Juno” (2007) e “Clube de Compras Dallas” (2013), mas recentemente se viu limitada às comédias pueris, como “O Maior Amor do Mundo” (2016) e “Virei um Gato” (2017), e dramas indies sem repercussão. Ela está no elenco de “Love, Simon”, que estreia em 22 de março no Brasil. Em “Camping”, Garner interpretará Kathryn Siddell-Bauers, descrita como “uma mãe controladora de Los Angeles que é muito menos alegre do que suas roupas de academia sugerem”. A série vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos de Walt, o marido de Kathryn. O problema é que o passeio também inclui a irmã delicada da protagonista, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. Se a premissa parece conhecida é que se trata de um remake da série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, que está sendo refeita pela criadora da versão original, Julia Davis, em parceria com Lena Dunham e Jenni Konner, respectivamente criadora e produtora-roteirista de “Girls”. As gravações vão começar em Los Angeles nesta primavera (entre março e junho).
Helen Mirren viverá a imperatriz russa Catarina, a Grande, em minissérie britânica
A atriz Helen Mirren (“A Dama Dourada”) interpretará a imperatriz russa Catarina, a Grande numa nova minissérie britânica de grande orçamento. Intitulada “Catherine the Great”, a atração voltará a reunir Mirren e o roteirista Nigel Williams, que escreveu a minissérie “Elizabeth I”, estrelada pela atriz em 2005. A direção está a cargo de Philip Martin (série “The Crown”). Coproduzida em parceria entre o canal pago americano HBO e o britânico Sky Atlantic, a minissérie retratará o reino da monarca do século 18 e seu caso com Grigori Potemkin. “Estou muito animada com a possibilidade de interpretar uma mulher histórica que conquistou e manteve tanto poder”, disse a atriz em comunicado sobre o projeto. “Ela escreveu as regras de governança por uma mulher, e foi bem sucedida ao ponto de ter ‘grande’ associada ao seu nome, Catarina, a Grande” As gravações vão acontecer em breve. “Catherine the Great” será exibida pelo HBO nos Estados Unidos e pelo Sky no Reino Unido e Europa.
Monstros: Primeiro filme do diretor de Godzilla e Rogue One vai virar série
A sci-fi indie “Monstros” (Monsters) vai virar série. A Vertigo Films está desenvolvendo o projeto para o canal britânico Channel 4. O filme de 2010 marcou a estreia do cineasta inglês Gareth Edwards, e fez tanto sucesso que os trabalhos seguintes do diretor foram os blockbusters “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). A produção também ganhou uma continuação, “Monsters: Dark Continent” (2014), que lançou a carreira internacional de Sofia Boutella (“A Múmia”). Na trama do longa original, escrita, dirigida e com efeitos assinados por Gareth Edwards, um fotojornalista (Scoot McNairy, da série “Halt and Catch Fire”) escolta uma turista (Whitney Able, da série “Godless”), filha de seu padrão, pela fronteira do México para os Estados Unidos. O detalhe é que o local está infestado de monstros, após uma invasão de alienígenas na Terra. A adaptação está sendo desenvolvida pelos roteiristas Daniel Fajemisin-Duncan e Marlon Smith (criadores da minissérie “Run”) e o trabalho de showrunner ficará a cargo de Ronan Bennett (criador de “Top Boy”). Gareth Edwards também deve participar, como produtor ou consultor do projeto. A Vertigo procura agora um parceiro americano para o projeto, para contar com um grande orçamento na criação dos efeitos visuais. Amazon, Netflix e AMC estão negociando. Ainda não há previsão para a estreia.












