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    Globo renova Carcereiros, Sob Pressão e a inédita Ilha de Ferro

    20 de maio de 2018 /

    A rede Globo anunciou a renovação das séries dramáticas “Carcereiros”, “Sob Pressão” e “Ilha de Ferro”. As duas primeiras tiveram confirmação da 3ª temporada, um ano antes da estreia da segunda leva de episódios, enquanto “Ilha de Ferro” ainda nem começou a ser exibida. No caso de “Carcereiros”, trata-se de uma reviravolta completa, já que a série passou 15 meses aguardando para estrear na TV, desde que foi anunciada pela primeira vez em 2016. Apesar de ter vencido um prêmio internacional, a Globo preferiu guardá-la para lançamento em streaming, onde não teve a repercussão que atingiu ao estrear na TV neste ano, onde se tornou um sucesso de audiência. A série atualmente está gravando sua 2ª temporada em uma fábrica desativada em São Paulo, mas ainda não há previsão de estreia para os capítulos inéditos. Já o drama médico “Sob Pressão” estreia sua 2ª temporada no próximo semestre. Por sua vez, “Ilha de Ferro” deve ser lançada apenas em 2019, após ser disponibilizada em streaming na plataforma Globo Play. A renovação antecipada das três produções mostra um investimento da Globo no formato de séries, popular entre o público mais jovem. E acontece após “Sob Pressão” bater até a audiência da novela “A Lei do Amor” no ano passado. Por sua vez, o primeiro episódio de “Carcereiros” representou a melhor audiência de uma série desde o fenômeno “A Grande Família”. Além disso, as séries também renderam repercussão no mercado internacional. “Sob Pressão” foi destacada pela revista americana Variety por apresentar qualidade de cinema e “Carcereiros” venceu o MIPTV 2017, na França.

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  • Etc,  Série,  TV

    Eloísa Mafalda (1924 – 2018)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu Eloísa Mafalda, a Dona Nenê da versão original da série “A Grande Família” e atriz que marcou época na TV brasileira. Ela faleceu aos 93 anos em casa, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira (16/5) de causas naturais. A veterana atriz foi, ao longo de meio século de atividade, a grande mãe da TV brasileira, intérprete de inúmeras figuras maternas que embalaram séries e novelas da Globo. Mas Mafalda Theotto, que nasceu em 1924, em Jundiaí, interior de São Paulo, podia ter se tornada famosa por outro talento que possuía e que nada tinha a ver com interpretação. Em 1936, aos 12 anos de idade, foi convidada a integrar o time olímpico brasileiro, como atleta de natação. Porém, seu pai não deixou. Em vez disso, incentivou-a a trabalhar como costureira e auxiliar de escritório nas Emissores Associadas para ajudar nas contas da família. Assim que o irmão conseguiu emprego como locutor de rádio no Rio de Janeiro, ela aproveitou seus contatos para fazer um teste de elenco e acabou estreando nas radionovelas da Rádio Nacional. Ao se destacar com sua voz, ambicionou mais e conseguiu figurar num filme em 1950, arranjando em seguida trabalho como atriz no “Teledrama” da TV Paulista, onde ficou até a emissora ser vendida para a TV Globo. Eloísa Mafalda estrelou a primeira “novela das oito” da Globo, “O Ébrio”, em 1965. E já na época não era uma donzela, com 41 anos. Pela idade, acabou se especializando nos papéis de mãe, quase sempre da classe trabalhadora, da qual Dona Nenê é a maior representante. Isto lhe dava enorme identificação com o público alvo da emissora, as então chamadas “donas de casa”, que tinham nas telenovelas seu principal passatempo. Não por acaso, a maioria de seus personagens se chamou “dona”: dona Consolação (“O Astro”, 1977), dona Mariana (“Paraíso”, 1982), dona Pombinha (“Roque Santeiro”, 1985), dona Delfina (“Meu Bem Querer”, 1991), etc. Mas não eram mulheres fracas. E a mais forte de todas dispensava reverências simbólicas, por ser dona de si mesma: a fantástica cafetina Maria Machadão (“Gabriela”, 1975). Versátil, apesar da insistência com que foi escalada como mãezona, também interpretou papel oposto, como a beata Gioconda (“Pedra sobre Pedra, 1992). Sua última novela foi “O Beijo do Vampiro”, de 2001, onde interpretou mais uma dona de sua galeria: Dona Carmem. Os dramaturgos da emissora a amavam e gostariam que ela fosse mãe eterna de seus personagens. Mas Mafalda decidiu por conta própria se aposentar, porque já na época da última novela encontrava dificuldades para decorar os textos, lutando contra a perda de memória. Mesmo assim, acabou convencida a fazer um curta em 2010 pelo ator (e diretor da obra) Giancarlo Di Tommaso, “Obrigada!”, em que aparecia numa cadeira de rodas. Foi seu último trabalho. Ela fez poucos filmes, embora tenha começado a carreira cinematográfica em 1950, como figurante de “Somos Dois”. Outros trabalhos incluem participações nas antologias “Os Mansos” (1976) e “O Ibraim do Subúrbio” (1976), nos dramas “O Mau-Caráter” (1974), de Jece Valadão, e “Beijo 2348/72” (1990), de Walter Rogério, e na comédia infantil “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998), escrita e estrelada por Renato Aragão. Foram muitos papéis, mas ela será sempre lembrada como a Dona Nenê, personagem que virou título até de música dos Titãs. Dona Nenê foi a mãe que simbolizou as famílias brasileiras no pior momento do país, entre 1972 e 1975, fazendo de tudo para manter todos unidos contra as inúmeras adversidades, como crises financeiras e de relacionamento, num Brasil de inflação desenfreada, censura e repressão. Bem diferente do país do remake, que até chegou colorido, quando lançado em 2001.

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  • Música

    Minissérie sobre a banda Mamonas Assassinas volta a vida na Record

    12 de maio de 2018 /

    A rede Record desengavetou a minissérie sobre a banda “Mamonas Assassinas”, após um novo roteiro de Carlos Lombardi (da novela “Pé na Jaca”). A informação é da coluna de Flavio Ricco no Uol. A produção ia começar há dois anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção. Inicialmente, será uma missérie em cinco capítulos que, depois, compactada, dará origem a um filme. Ou seja, o contrário do que a Globo faz em suas coproduções – como “Gonzaga: De Pai pra Filho”, que foi filme antes de virar minissérie. A produtora Total Filmes vai começar, a seguir, a definir elenco e equipe, inclusive diretor. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música

    Liniker faz um carnaval na série 3% e ganha clipe da Netflix

    5 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou um clipe extraído da série “3%”, que traz Liniker como rainha do carnaval, acompanhada pelo bloco percussivo Ilú Obá de Min, desfilando o samba “Preciso Me Encontrar”, clássico de Cartola. A sequência carnavalesca acontece durante uma procissão festiva realizada no Continente, o lado mais pobre, onde vivem 97% da população na série distópica. Na cena, entre cortiços cenográficos e integrantes do elenco, Liniker aparece sentada em um trono, onde é carregada pelo povo enquanto entoa os versos: “Deixe-me ir/ Preciso andar/ Vou por aí a procurar/ Sorrir pra não chorar”. A direção é de Dani Libardi, que assina episódios da série e acompanha a trajetória da produção desde o piloto de 2011. A cena que virou clipe não é seu primeiro trabalho musical. Ela também dirigiu e ilustrou o clipe em animação da música “O Pardal”, para o álbum infantil “Zoró” (2014) do cantor Zeca Baleiro.

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  • Série

    Elenco de 3% revela como é a experiência de fazer parte de uma produção da Netflix

    4 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou um nova peça da série “3%”, que brinca com o que acontece nos bastidores de gravação de um vídeo promocional da plataforma. Após os atores Laila Garin, Laila Garin e Rodolfo Valente fazerem numa chamada para a série, a câmera continua gravando uma conversa entre eles, em que a recém-chegada Laila quer saber como é a experiência de fazer parte de uma produção da Netflix. A conversa vai desde o desconhecimento das vovós sobre o trabalho, já que não é novela, até brincadeiras sobre karaokê com Will Smith e cobranças pelo final do “Sense8”. Ao final, o improviso se revela uma metalinguagem combinada. A 2ª temporada de “3%” já está disponível na plataforma de streaming.

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  • Série

    Polícia carioca se confunde com gravações e “prende” atores da série Sob Pressão

    28 de abril de 2018 /

    A série “Sob Pressão” tem fama de ser realista, mas nem os atores esperavam ser confundidos com “suspeitos” numa cena de crime, durante uma ação da Polícia Militar na tarde de sexta-feira (27/4). Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a PM recebeu denúncia de que um ônibus tinha sido sequestrado e incendiado, debaixo de um viaduto na Ilha do Governador, no Rio. Uma viatura correu para lá, aproximou-se e, com grande desenvoltura, rendeu os suspeitos. Só que os policiais estranharam o fato de o rosto de alguns dos “suspeitos” ser bastante familiar. Entre os detidos, estava a atriz Marjorie Estiano, uma das protagonistas do programa, no qual interpreta a doutora Carolina Almeida. A cena do ônibus fazia parte da gravação de um dos episódios da série e todos os abordados eram atores da produção. Uma das séries mais bem-sucedidas da TV brasileira, “Sob Pressão” conta as dificuldades de uma equipe de hospital público do Rio e tem ainda entre os atores principais Julio Andrade, que interpreta o médico Evandro Moreira. Inspirada em um filme homônimo dirigido por Andrucha Waddington, a série está atualmente gravando os episódios de sua 2ª temporada, que contará com elenco reforçado por Humberto Carrão, Julia Shimura e Fernanda Torres, que interpretará a nova diretora do hospital.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Agildo Ribeiro (1932 – 2018)

    28 de abril de 2018 /

    Morreu Agildo Ribeiro, um dos comediantes de maior sucesso no Brasil. Ele faleceu neste sábado (28/4) em sua casa no Leblon, no Rio de Janeiro, aos 86 anos. O humorista sofria de um grave problema vascular e, após um tombo recente, estava com dificuldades de se manter muito tempo em pé. Nascido em 26 de abril de 1932, Agildo sempre foi associado ao bom humor, tanto que seu apelido era o “Capitão do Riso”. Fez rádio, teatro, cinema, mas ficou mais conhecido com seus inesquecíveis personagens da TV, nos programas “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A…Gildo!” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo (1994) e “Zorra Total”. O talento para a comédia foi desenvolvido ainda no Colégio Militar, com imitações dos professores que faziam muito sucesso entre os colegas, mas não com a direção. Acabou aconselhado a sair da escola. Para frustração do pai, o tenente comunista Agildo Barata, foi fazer teatro. Agildo enveredou pelo teatro de revista e não demorou a se juntar à turma da Cinelândia para aparecer em meia dúzia de chanchadas com Ankito. A filmografia inaugurada com “O Grande Pintor”, em 1955, também incluiu uma comédia de Mazzaropi, “Fuzileiro do Amor” (1956), e uma chanchada da Atlântida, “Esse Milhão É Meu” (1959), com Oscarito. Foram uma dezena de comédias até Agildo participar do thriller americano “Sócio de Alcova” (1962) e da espionagem francesa “O Agente OSS 117” (1965), ambos filmados no Rio e entremeados por um curto desvio pelo cinema dramático – fase que incluiu o clássico criminal “Tocaia no Asfalto” (1962), de Roberto Pires, e o pioneiro filme de favela “Esse Mundo é Meu” (1964), de Sérgio Ricardo. Aos poucos, porém, as comédias voltaram a prevalecer, com participações no clássico infantil “Pluft, o Fantasminha” (1965), o musical da Jovem Guarda “Jerry – A Grande Parada (1967), “A Espiã Que Entrou em Fria” (1967), “A Cama Ao Alcance de Todos” (1969) e “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971). Este último marcou época por incluir alguns dos colegas que acompanhariam Agildo por parte da carreira, como os comediantes Costinha e Renata Fronzi, futuros “alunos” da “Escolinha do Professor Raimundo”. Sua estreia na telinha foi numa série da rede Globo, “TNT”, em 1965, no qual interpretava um repórter que narrava a história de três jovens modelos, Tânia (Vera Barreto Leite), Nara (Márcia de Windsor) e Tetê (Thais Muiniz Portinho). Em 1969, virou apresentador do programa “Mister Show”, contracenando com o famoso ratinho fantoche Topo Gigio. Mas foi só nos anos 1970, a partir de “Uau, a Companhia” (1972), que a Globo o escalou em programas de esquetes humorísticas. Agildo virou presença marcante de humorísticos desde então. Emplacou papéis em “Chico City” (1973) e “Satiricom” (1973), mas foi em “Planeta dos Homens” (1976) que estourou, graças ao esquete do professor de mitologia Acadêmico, que possuía um mordomo ao qual chamava de múmia paralítica, toda vez que ele tocava uma sineta. Isso acontecia quando o professor frequentemente desviava-se dos temas das suas aulas e passava a suspirar pela atriz Bruna Lombardi, ou então fazia alguma piada em analogia à situação política do Brasil. Ele também participou de um punhado de pornochanchadas da época e filmou a comédia “O Pai do Povo” (1976), único filme dirigido por Jô Soares, seu colega nos programas da Globo. Mas, ao fim de “Planeta dos Homens”, Agildo tentou se estabelecer como protagonista de humorísticos, o que levou ao distanciamento de Jô, Chico Anísio e outras estrelas da comédia televisiva brasileira, em sua busca por estrelar seu próprio programa. Entretanto, ao contrário dos dois colegas famosos, sua carreira “solo” não decolou. Enquanto “Viva o Gordo” (1981-87), de Jô Soares, e “Chico Anysio Show” (1982-90) ocuparam a programação da Globo por praticamente uma década, “Estúdio A… Gildo” (1982) não teve a repercussão pretendida e foi cancelado após o primeiro ano. Agildo foi deslocado para programas de humor coletivo, como “A Festa É Nossa” (1983) e “Humor Livre” (1984), que também não emplacaram, embora fossem protótipos do que virou “Zorra Total”. Desencantado, Agildo mudou de canal. Foi para a rede Bandeirantes, onde estrelou “Agildo no País das Maravilhas”, contracenando com fantoches que representavam políticos brasileiros. Foi um sucesso, até os produtores decidirem levar o programa para a rede Manchete em 1989, rebatizando-o de “Cabaré do Barata”. Sem o nome de Agildo, a audiência sumiu. Ele ainda fez um humorístico para a TV portuguesa, “Isto É o Agildo” (1994), mas a atração também foi cancelada ao final de uma temporada. Assim, voltou para a Globo como integrante da “Escolinha do Professor Raimundo”, assumindo o papel de Andorinha. Seu arsenal de “tipos”, porém, ficou guardado até o lançamento de “Zorra Total” em 1999, no qual tirou do baú inúmeros personagens, como Ali Babaluf, Manoel, Chapinha, Professor Laércio Fala Claro, Gaspar, Rubro Chávez, Don Gongorzola e Aquiles Arquelau. Ao mesmo tempo em que fazia o humorístico, Agildo também participou de novelas do canal, como “A Lua Me Disse” (2005) e “Escrito nas Estrelas” (2010), desempenhou um papel importante na série infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo” em 2007, filmou três bons longa-metragens – a sátira “O Xangô de Baker Street” (2001), baseada num livro do velho amigo Jô Soares, o drama criminal “O Homem do Ano” (2003), roteirizado pelo escritor Rubem Fonseca, e a comédia “Casa da Mãe Joana” (2008), de Hugo Carvana – e rodou o país em sucessivos espetáculos de humor teatral. Até que, em 2015, “Zorra Total” virou “Zorra”, numa repaginada completa, marcando o fim de uma era no humor televisivo brasileiro, com a substituição de comediantes veteranos por uma nova geração, que propunha outro tipo de humor, no qual as esquetes de “tipos” seriam ultrapassadas. Agildo resistiu apenas aos primeiros episódios do novo programa, afastando-se da TV em 2016. Em março, ele foi o grande homenageado do prêmio Prêmio do Humor 2018, promovido por Fábio Porchat, ocasião em que deu entrevistas relembrando a carreira e também a vida pessoal, chegando a comentar sobre seus três casamentos – com Consuelo Leandro (“Era ótimo, mas dois humoristas casados não dá muito certo. Tem hora que pede seriedade”), Marília Pera (“A Marília era foda, né?”) e Didi Ribeiro (“Foi o amor da minha vida”), todas já falecidas. O presidente Michel Temer se pronunciou sobre o tamanho da perda sofrida pelo humor brasileiro. “É triste perder um talento do humor do porte de Agildo Ribeiro, que tantas gerações alegrou. Profissional do riso que não perdia a elegância e inteligência jamais. Um mestre. Meus sentimentos à família e amigos”, escreveu no Twitter. “A comédia brasileira perde mais um Grande! Triste pensar num mundo sem as piadas do Agildo. Obrigado por tudo o que fez por nós!”, resumiu Fábio Porchat, o último a lhe render homenagens durante a vida.

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  • Série

    Vídeo de 3% foca mercado internacional com elenco travando língua em diferentes idiomas

    27 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo da 2ª temporada de “3%”, sua primeira série original brasileira, que tem o objetivo de explorar o alcance internacional da plataforma. O vídeo traz o elenco tentando dizer, em diferentes línguas, que a 2ª temporada já está disponível. Se alguns se saem bem em inglês, espanhol, italiano e até francês, os idiomas alemão, árabe, japonês e zulu travam as línguas dos atores. “3%” se passa em um futuro distópico, onde a maior parte da população vive no “Lado de Cá”: um lugar decadente, miserável, corrupto. Quando atingem 20 anos de idade, as pessoas passam pelo “Processo”, a única chance de chegar ao “Maralto” – o melhor lugar, com oportunidades e promessas de uma vida digna. Apenas três por cento dos candidatos são aprovados nesse árduo processo seletivo, que os coloca em situações perigosas e testa suas convicções por meio de dilemas morais. Os novos episódios mostrarão um novo Processo que se aproxima, enquanto acompanha as vidas dos 3% que ingressaram na elite na 1ª temporada e os que voltaram a seus cotidianos de dificuldades. Ao serem reprovados no Processo, Joana (Vaneza Oliveira) e Fernando (Michel Gomes) se juntaram à Causa, enquanto Michele (Bianca Comparato), agora parte da elite, recebe a missão de voltar ao Continente para se infiltrar na resistência dos ex-colegas. Para a 2ª temporada, o elenco foi reforçado com participações de Fernanda Vasconcellos (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Maria Flor (“Pequeno Segredo”) e Laila Garin (novela “Rock Story”). Além disso, efeitos visuais e cenografia caprichada sugerem um sensível aumento de orçamento para a produção. Os novos episódios foram disponibilizados nesta sexta (27/4) na plataforma.

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  • Filme

    Série Sai de Baixo vai virar filme com elenco original

    27 de abril de 2018 /

    O ator Tom Cavalcanti postou no seu Instagram uma foto de seu reencontro com o elenco da série de comédia “Sai de Baixo” após 30 anos, para a produção do filme baseado na atração. Ele até confirmou o título – bem óbvio – da produção, ao anunciar na legenda: “Vem aí ‘Sai de Baixo – O Filme’!” Cavalcanti, que interpretava o porteiro Ribamar, saiu da série durante sua 3ª temporada, em 1998, e não participou do revival da atração em 2013, no canal pago Viva. De acordo com o jornal O Globo, as filmagens deveriam ter acontecido no ano passado, mas a morte de Márcia Cabrita fez com que mudanças precisassem ser feitas no roteiro, que passou a contar com Claudia Jimenez, a Edileuza. Assim, a produção contará com todo o elenco original da 1ª temporada. Claudia não aparece na foto divulgada, que reúne Cavalcanti com Aracy Balabanian (Cassandra), Luis Gustavo (Vavá), Marisa Orth (Magda) e Miguel Falabella (Caco Antibes), que também vai escrever e dirigir o filme. Ainda não há previsão para a estreia. Vem aí Sai de Baixo o Filme! Uma publicação compartilhada por Tom Cavalcante (@tomcavalcante) em 25 de Abr, 2018 às 2:19 PDT

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  • Série

    Vida do tetracampeão de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie

    24 de abril de 2018 /

    A vida do tetracampeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie da TV paga brasileira. Desenvolvida para o canal Space, a atração tem coprodução da Gullane e da VideoFilmes, em parceria com a empresa de TV Turner, e já começou a ser gravada em São Paulo. Concebida originalmente como filme, a trama se provou difícil de ser condensada e mais adequada para uma minissérie, após incluir histórias sobre outros integrantes da família de Popó, o que afetou, inclusive, o título da obra, chamada de “Os Irmãos Freitas”. O próprio Popó participa como figurante, no papel do treinador de si mesmo. Já o personagem baseado em sua vida é interpretado por Daniel Rocha (da novela “A Lei do Amor”). Campeão infanto-juvenil de kickboxing, o ator perdeu peso e chegou a treinar boxe para melhorar sua performance na luta. Descrito como “uma tragédia grega, com um pano de fundo de boxe” pelo diretor Sérgio Machado (“A Coleção Invisível”), numa reportagem do jornal O Globo, a história gira em torno da disputa dos irmãos Luís Claudio (Rômulo Braga, do filme “Joaquim”), o mais velho, e Acelino (Rocha), o mais novo, pelo amor da mãe deles, dona Zuleika (Edvana Carvalho, da novela “Pega Pega”). A trama vai mostrar como Luis Claudio foi preparado desde cedo para ser campeão de boxe e não conseguiu, enquanto Acelino, de quem a mãe não esperava nada, surpreendeu o mundo. Vale lembrar que o trabalho mais recente de Machado foi um documentário sobre boxe, “A Luta do Século”, em torno da rivalidade entre os lutadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield. Além de Machado, os episódios terão direção do cineasta Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também ajudou a dar forma final aos roteiros escritos por Machado, Pedro Perazzo (“Homem Livre”) e pelo venezuelano George Walker Torres (“Sin Vuelta”). A supervisão artística é de outro diretor de cinema, Walter Salles (“Na Estrada”), proprietário da produtora VideoFilmes, que pretendia dirigir o projeto quando ele ainda era pensado como longa-metragem. Para completar, a trilha, assinada por Beto Villares (“Bingo: O Rei das Manhãs”), conta com participação da banda BaianaSystem. Caso a atração faça sucesso, pode ganhar novas temporadas, já que a trama vai apenas até o primeiro dos quatro títulos mundiais de Popó.

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  • Série

    Ilha de Ferro, com Cauã Reymond, será série mais cara da história da Globo

    18 de abril de 2018 /

    A nova minissérie da Globo “Ilha de Ferro”, atualmente em gravação no Rio, será o maior investimento do canal em produções do tipo. Segundo levantamento da coluna de Flavio Ricco, no UOL, apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo, custou mais de R$ 2 milhões. Além disso, a produção consumirá quase seis meses de trabalho da equipe, que tem gravações agendadas até 12 de maio, para produzir apenas 12 episódios. Uma média de 13 dias para gravar cada capítulo. Protagonizada por Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), a série se passa numa plataforma de petróleo em alto-mar, a Ilha de Ferro do título. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a minissérie tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A programação original da Globo prevê lançar “Ilha de Ferro” primeiro em streaming, antes de realizar a estreia na televisão. A data de estreia ainda não foi divulgada.

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  • Série

    O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil

    17 de abril de 2018 /

    Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.

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    Ator de Elementary vai estrelar minissérie brasileira de Bruno Barreto

    16 de abril de 2018 /

    O canal pago HBO anunciou nesta segunda-feira (16/4) que o ator Aidan Quinn (da série “Elementary”) vai interpretar o presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt na minissérie brasileira “O Hóspede Americano”. A atração de quatro episódios terá direção do cineasta Bruno Barreto (“O Que É Isso, Companheiro?”) e retratará a viagem do presidente americano ao rio da Dúvida, em Rondônia, no ano de 1913. A passagem do presidente pelo país foi bastante noticiada à época e ocorreu logo após ele ter perdido suas eleições para um segundo mandato à presidência dos Estados Unidos. Em sua jornada, ele foi acompanhado pelo então Coronel Cândido Rondon, que estava mapeando as florestas virgens do Brasil. O roteiro também é assinado por um americano, Matthew Chapman (“O Júri”), com quem Barreto já tinha trabalhado anteriormente na cinebiografia “Flores Raras” (2013). As gravações da série vão começar em maio e ainda não há previsão de estreia.

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