Rio Heroes: Nova série coloca Murilo Rosa e Priscila Fantin em lutas clandestinas
A Fox Premium estreia na noite deste sábado (4/2) a nova série brasileira “Rio Heroes”, que mergulha no universo das lutas de vale tudo. Inspirado na história verdadeira da criação de uma competição de lutas clandestinas, a atração reúne alguns nomes conhecidos do grande público, como Murilo Rosa, Priscila Fantin, André Ramiro e Duda Nagle. Um vídeo de bastidores, recém-divulgado, apresenta a trama em detalhes, com entrevistas do elenco e do “personagem” real que inspirou a história. Veja abaixo. Criada por Fabio Danesi (“O Negócio”) e dirigida por Pablo Uranga (“Superbonita”), a série se passa no início dos anos 2000 e traz Murilo Rosa como o lutador e professor de jiu-jitsu Jorge Pereira, adepto de métodos pouco ortodoxos: logo na cena de abertura, Jorge incentiva seu pupilo Rogerinho (Nagle) a brigar com o segurança de uma balada, como parte de seu treinamento. Com as crescentes restrições que passavam a vigorar no esporte naquela época, Jorge Pereira decide retomar o espírito original do vale-tudo quando um empresário lhe propõe organizar um campeonato que seria transmitido para apostadores americanos – o “Rio Heroes” do título, que na verdade aconteceu em Osasco, na Grande São Paulo. Mas a série não é só lutas. Há vários dramas que Jorge precisa enfrentar, além de uma multiplicidade de personagens e romance. Com cinco episódios, “Rio Heroes” chega às telas já com sua 2ª temporada aprovada. As gravações vai acontecer ainda este ano, novamente coproduzida por duas multinacionais, a Fox e a NBCUniversal, em parceria com a produtora Mixer. Vale lembrar que não é a primeira vez que as lutas de artes marciais mistas viram série dramática. “Kingdom” abordava o universo dos lutadores, acompanhando uma família dentro e fora do ringue, com um elenco que incluía Frank Grillo, Kiele Sanchez, Matt Lauria e o cantor Nick Jonas. Durou três temporadas no canal pago americano Spike (hoje, Paramount), entre 2014 e 2017.
Comerciais e vídeos de bastidores apresentam a última temporada de O Negócio
A HBO divulgou comerciais e vídeos de bastidores da 4ª e última temporada de “O Negócio”, sua série brasileira mais longeva. Nas prévias, as protagonistas tomam a decisão de revelar a suas famílias que são garotas de programa. As reações, como esperado, não são as melhores. A série acompanha três garotas de programa (posteriormente, quatro) que revolucionaram o mundo da prostituição de luxo em São Paulo, transformando sexo num negócio bem-sucedido, com abordagem empresarial. Criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho (ambos de “Descolados” e “Agora Sim!”), a série brasileira voltará com mais 13 episódios estrelados por Rafaela Mandelli, Juliana Schalch, Michelle Batista e Aline Jones, e direção de Michel Tikhomiroff (“Confia em Mim”) e Júlia Pacheco Jordão (série “A Garota da Moto”). A última temporada de “O Negócio” estreia no dia 18 de março.
Oswaldo Loureiro (1932 – 2018)
O ator e diretor Oswaldo Loureiro morreu neste sábado (3/2), em São Paulo, aos 85 anos. Ele participou de quase 150 peças, estrelou um punhado de clássicos do cinema e atuou em dezenas de novelas da Globo. O ator sofria de Alzheimer e estava afastado da carreira artística desde 2011. Oswaldo Loureiro Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de julho de 1932. Filho de artistas — a mãe era cantora lírica, o pai ator e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal —, ele iniciou a carreira artística ainda criança, aos 12 anos, quando atuou em filmes como “O Brasileiro João de Souza”, “É Proibido Sonhar” e “Romance Proibido”, todos realizados em 1944. Ele seguiu carreira teatral ao estrear na peça “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1955. E em 1958 recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, de Ator Revelação por “A Fábula do Brooklin”, de Irwin Shaw. A partir dos anos 1960, atuou em montagens de grande repercussão, como “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, e “Édipo Rei”, de Sófocles, com direção bem-sucedida de Flávio Rangel. Além disso, deslanchou no cinema numa coleção de clássicos, como o thriller conspiratório “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, a comédia “Sonhando com Milhões” (1963), com Dercy Golçalves, “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por J.B. Tanko, o thriller criminal “Mineirinho Vivo ou Morto” (1967), com Jesse Valadão e Leila Dinis, “O Homem Nu” (1968), adaptação do famoso conto de Fernando Sabino com direção de Roberto Santos, e até a comédia italiana “Uma Rosa para Todos” (1967), estrelada por Claudia Cardinale. Na mesma época, estreou na TV. Após atuar no fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964), da TV Tupi, Loureiro foi integrar uma das primeiras turmas de atores da TV Globo, no elenco das novelas “Sangue e Areia” (1968), “Véu de Noiva” (1969) e “Acorrentados” (1969), sucessos iniciais de Janete Clair. Também participou da divertida “Corrida do Ouro” (1974), e do histórico “O Casarão” (1976), primeira novela de estrutura não linear da Globo, ambas escritas por Lauro César Muniz. A guinada do cinema para a pornochanchada nos anos 1970 não interessou Loreiro, que só fez quatro filmes na década, entre eles “Os Herdeiros” (1970), de Cacá Diegues, e “As Confissões de Frei Abóbora” (1971), de Braz Chediak. Ele preferiu dedicar sua energia aos palcos, atingindo o ápice da carreira teatral com os clássicos “Gota D’água” (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Papa Higuirte”, de Vianinha, e “Dois Perdidos numa Noite Suja” (1977), de Plínio Marcos. Loureiro voltou com tudo ao cinema em 1981, em adaptações de dois famosos textos teatrais de Nelson Rodrigues: “O Beijo no Asfalto” (1981), dirigido por Bruno Barreto, e “Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Rezende” (1981), de Braz Chediak. Seguiu com o sucesso “Bar Esperança” (1983), de Hugo Carvana, e diversificou, com um filme dos Trapalhões, “Atrapalhando a Suate” (1983), o drama “Parahyba Mulher Macho (1983), de Tizuka Yamasaki, um adaptação musical de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, “Para Viver Um Grande Amor” (1984), a aventura juvenil “Rádio Pirata” (1987), de Lael Rodriguez, a cinebiografia de sua amiga “Leila Diniz” (1987) e a comédia “Sonho de Verão” (1990). A agenda cinematográfica cheia coincidiu com alguns de seus melhores papéis na TV, em novelas como “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984) e “Cambalacho” (1986), as três de Sílvio de Abreu, o fenômeno “Roque Santeiro” (1985) e “Mandala” (1987), ambas de Dias Gomes, além da divertidíssima “Que Rei Sou Eu?” (1989), de Cassiano Gabus Mendes, na qual viveu o inesquecível conselheiro pilantra Gaston Marny, do Reino de Avillan. Fez também muitas séries, entre elas “Tenda dos Milagres” (1986), “Incidente em Antares” (1994) e “A Grande Família” (em 2001), além de dirigir “O Bem-Amado” (1980-1985) e o humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988). Nos anos 1990, estabeleceu-se como uma figura habitual das novelas das 19h. Ele apareceu em diversas produções consecutivas do horário na Globo até o final da carreira – “Quatro por Quatro” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), sequência interrompida por um pulo na extinta TV Manchete e retomada com “Uga-Uga” (2000), “As Filhas da Mãe” (2001), “Kubanacan” (2003), “Começar de Novo” (2004) e “A Lua Me Disse” (2005), seu último trabalho. Além de atuar e dirigir peças, Oswaldo também dirigiu óperas, shows musicais e de humor, e foi presidente do Sindicato dos Artistas, num momento de luta pelo reconhecimento da profissão e pela liberdade de expressão, nos anos 1980.
Série Sob Pressão vence quatro prêmios internacionais em festival francês
A série médica brasileira “Sob Pressão” conquistou neste domingo alguns dos principais prêmios da 31ª edição do Festival Internacional de Programas Audiovisuais da França (FIPA), também conhecido como Festival de Biarritz, um dos mais importantes prêmios de TV da Europa. A produção da rede Globo concorreu com produções de vários países, como Israel, Bélgica, Áustria, Alemanha, Itália, Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Suécia e a própria França, entre outros. E venceu o FIPA de Ouro na categoria de Melhor Série, além dos prêmios de Melhor Roteiro (Jorge Furtado, Lucas Paraizo, Antonio Prata e Marcio Alemão), Atriz (Marjorie Estiano) e Ator (Julio Andrade). É a primeira vez que o Brasil vence prêmios tão importantes no festival, que costuma destacar séries europeias. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo de 2015, de Andrucha Waddington. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) e da Dra. Carolina (Marjorie Estiano) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.
Elenco do Castelo Rá-Tim-Bum vai participar do humorístico Tá no Ar
O elenco do “Castelo Rá-Tim-Bum” voltou a se reencontrar, 20 anos após o final da série original. A Globo confirmou a participação dos atores Cassio Scapin (o aprendiz de feiticeiro Nino), Angela Dip (a jornalista Penélope) e Rosi Campos (a bruxa Morgana) numa homenagem especial do programa humorístico “Tá no Ar”. A notícia foi divulgada após a comediante Veronica Debom vazar a novidade, via compartilhamento no Instagram de fotos com seus ídolos de infância. Veja abaixo. Do elenco do “Castelo” que gravou “Tá no Ar”, somente Rosi Campos é contratada da Globo. Cassio Scapin deixou a Record, onde atuou pela última vez em “O Rico e o Lázaro”, e interpreta Nino no teatro. Angela Dip está no elenco de “Carinha de Anjo”, novela do SBT, e revive Penélope em seu canal no YouTube. “Castelo Rá-Tim-Bum” será o segundo programa de outra emissora que o “Tá no Ar” homenageia. Em 2016, o humorístico exibiu sua versão de “A Praça É Nossa” com a presença de Carlos Alberto de Nóbrega, liberado pelo SBT, e Marcius Melhem interpretando a Velha Surda. O programa humorístico estreou sua 5ª temporada na terça-feira (23/1). Aí tô no camarim e minha infância entra. Morri. Morri. Rolei no chão. Gritei. Boa tarde. Uma publicação compartilhada por Veronica Debom (@veronicadebom) em 22 de Jan, 2018 às 9:26 PST
O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.
Cine Holliúdy vai virar série de comédia da Globo
A comédia “Cine Holliúdy”, sucesso inesperado do cinema brasileiro em 2013, vai virar série da Globo. Dirigido por Halder Gomes, o filme começou como fenômeno cearense, exibido em apenas nove salas do estado, para virar uma das maiores bilheterias do ano e vencer o prêmio de Melhor Comédia, conferido pela Academia Brasileira de Cinema. Mistura de “Os Trapalhões” e “Cinema Paradiso”, o filme contava as peripécias de um cineclubista – ou melhor, “cinemista” – para exibir filmes no único cinema de sua cidadezinha do interior cearense, durante os anos 1970. Segundo o jornal O Globo, a série vai manter a ambientação e voltará a trazer o ator Edmilson Filho no papel do idealista Francisgleydisson, dono do Cine Holliúdy, mas mudará a premissa, tomando emprestado de “O Bem Amado” o antagonismo do prefeito local. Além disso, o personagem de Edmilson deixará de ser um homem de família para virar um solteirão, que se envolve com a enteada de seu rival. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, e Letícia Colin (“Entre Irmãs”) como a enteada do prefeito – batizada, apropriadamente, de Marilyn. É para agradar as duas que o prefeito Olegário decide comprar a primeira televisão da cidade, e instala o aparelho em praça pública. “Com a chegada da televisão, o cinema perde seu público. Mas Francisgleydisson é um contador de histórias e começa a produzir seus próprios filmes para atrair as pessoas”, conta Halder Gomes. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo, que ainda não tem previsão de estreia, será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além da série, Halder Gomes também trabalha numa continuação para o cinema. “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” já foi totalmente filmado e deverá ganhar lançamento ainda neste semestre.
Rafaella Justus vai estrear como atriz aos 8 anos de idade
Rafaella Justus, filha da atriz Ticiane Pinheiro e do apresentador e empresário Roberto Justus, vai estrear como atriz. A menina de 8 anos fará participação na 3ª temporada da série infantil “O Zoo da Zu”, exibida no canal pago Discovery Kids. Segundo a revista Veja São Paulo, a menina queria ter seu canal de Youtube, mas foi proibida pela mãe. Entretanto, os pais não viram problema no trabalho numa produção infantil. “A direção do canal me encaminhou a proposta, consultei minha filha, e ela gostou da ideia”, contou Justus para a coluna Terraço Paulistano. “A Rafinha assiste ao programa e costuma brincar de fazer filminhos no iPad”, completou. Na produção, a filha caçula do empresário será uma aspirante a astronauta. E vai ganhar um cachê simbólico, que os pais depositarão numa caderneta de poupança. “Quando contei essa ideia, ela me disse assim: ‘Agora estou rica, pai'”, contou Justus. A participação vai ao ar neste semestre.
Selton Mello prepara minissérie baseada em O Alienista, clássico de Machado de Assis
O multitalentoso Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) prepara uma minissérie sobre o conto clássico “O Alienista”, de Machado de Assis. Ele pretende dirigir e produzir a adaptação, além de ter trabalhado no desenvolvimento da abordagem com o autor Filipe Miguez (da novela “Cheias de Charme”) e seu parceiro Marcelo Vindicatto (roteirista dos três filmes dirigidos por Selton). Publicado em 1882, “O Alienista” é uma comédia de humor negro e gira em torno do Dr. Bacamarte, um médico renomado que, ao voltar da Europa, cria a Casa Verde, uma espécie de manicômio, e passa a internar todos os moradores de sua cidade, por acreditar que cada um tem um grau diferente de loucura. Ao perceber que prendera 75% dos moradores, constata que a taxa era tão elevada que não poderia ser exceção, mas regra, e que, portanto, a verdadeira loucura seria ser normal. Diante desta conclusão, decide liberar a todos e passar a internar os 25% “normais”. A história ainda tem golpe político, corrupção legislativa e conclusão improvável. Selton Mello aguarda a aprovação do projeto para marcar as gravações. “A conversa já está avançada. Nós desenvolvemos em formato de minissérie, e estou esperando eles darem o sinal verde para realizar o trabalho”, disse ao blog Notícias da TV. “Estamos numa fila de espera para entrar em produção. É uma fila grande”, avisa. Enquanto o projeto não sai, Selton tem outros trabalhos na Globo. Ele vive o anti-herói da minissérie “Treze Dias Longe do Sol”, que a rede passa a exibir a partir de segunda (8/1). E também está sendo sondado para voltar às novelas em 2019, na primeira trama das 21h escrita por Manuela Dias, com quem trabalhou em “Ligações Perigosas”, minissérie de 2016. O ator também será visto na Netflix em 2018, interpretando um delegado da Polícia Federal em “O Mecanismo”, série de José Padilha (“Narcos”) sobre a Operação Lava-Jato.
Filme da série infantil Gaby Estrella ganha vídeo com Maisa Silva – que não está na adaptação!
Quer ver algo curioso? A Downtown/Paris, que domina o mundo das comédias infantis brasileiras, lançou o primeiro trailer de “Gaby Estrella”, mais um filme baseado numa produção de TV. A série original passava no canal pago infantil Gloob, que é da Globo. Entretanto, o canal escolhido para fazer a divulgação foi o YouTube de Maisa Silva, a estrelinha do SBT. Maisa está no filme? Não. Mas aparece toda prosa no começo do vídeo para falar de seu filme favorito que não fez. Para deixar claro: “Gaby Estrella” não tem nada a ver com “Carrossel”, a novelinha estrelada por Maisa que também virou filme. Mas vale lembrar que a protagonista, vivida por Maitê Padilha, já apareceu na série dos “Detetives do Prédio Azul”, outra atração mirim que foi transposta para o cinema com grande bilheteria. O detalhe é que as três adaptações foram produzidas/distribuídas pela Downtown/Paris Filmes. Os que não conhecem – e são muitos – podem se contentar em saber que “Gaby Estrella” é uma “Hannah Montana” brasileira, menina do interior que vira sucesso musical. Sua série/novelinha teve três temporadas, entre 2013 e 2015, e o filme a encontra com problemas para manter a carreira de “estrella”. Outro fenômeno pop descartável surgiu e, para continuar seus 15 minutos de fama, ela é mandada de volta ao interior, com o objetivo de estrelar um reality show que possa voltar a lhe deixar em evidência. Mas os planos são sabotados por sua prima invejosa, Rita de Cássia (Bárbara Maia). A moral da história é que a verdadeira amizade é importante, mas, até chegar neste final feliz, é preciso suportar muita música ruim, como as vistas no trailer, e muita superficialidade – fama e inveja, aparentemente, são tudo na vida. Dirigido por Cláudio Boeckel (da novela “A Força do Querer”), “Gaby Estrella” tem estreia marcada para o dia 18 de janeiro.
2ª temporada de Sob Pressão vai explorar a corrupção na saúde pública
Uma das melhores séries da TV brasileira em 2017, “Sob Pressão” vai explorar a corrupção na saúde pública em sua 2ª temporada. A informação foi publicada de passagem e sem maiores detalhes na coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, mas não é difícil imaginar o rumo dos capítulos, tendo em vista os escândalos que assolam o governo do Rio de Janeiro. As gravações da coprodução com a Conspiração estão previstas para depois do carnaval. A série estreou na Globo de forma despretensiosa, adaptando o filme de mesmo nome, e acabou superando as expectativas de audiência: 38 milhões de telespectadores por episódio nas 15 regiões aferidas no Brasil. Trata-se de um número impressionante, levando em conta a faixa em que a atração é exibida. Em São Paulo, “Sob Pressão” chegou a marcar 28,8 pontos, a melhor audiência de uma série da Globo desde 2012, quando “A Grande Família” ainda vivia seu auge de popularidade. Com direção artística de Andrucha Waddington, diretor do filme, e roteiro de Jorge Furtado, a série também resgata os atores principais do longa-metragem, Júlio Andrade e Marjorie Estiano. A trama é centrada nos médicos que os dois interpretam: Evandro (Andrade), um cético cirurgião-chefe de um hospital público, e Carolina (Estiano), cirurgiã vascular que é bastante centrada em sua fé. A 2ª temporada deverá ter 12 episódios, dois a mais que a 1ª, mas ainda não tem previsão de estreia.
Revival da série Cidade dos Homens ganha quatro comerciais
As séries brasileiras também tem revival. A Globo divulgou quatro comerciais do resgate de “Cidade dos Homens”. Mas a falta de costume do canal com o gênero fica evidente pela narração, que chama os novos episódios de 2ª temporada. Na verdade, “Cidade dos Homens” já teve quatro temporadas em sua encarnação original, exibidas entre 15 de outubro de 2002 e 16 de dezembro de 2005, e ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os diretores Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. Aquela que seria a 5ª temporada reflete a passagem do tempo, contando o que aconteceu com os personagens desde que a série saiu do ar. Mais de uma década depois, os protagonistas Acerola (Douglas Silva) e Laranjinha (Darlan Cunha) já são adultos, mas continuam enfrentando problemas sociais, como o desemprego, a violência, a paternidade e o preconceito. Além disso, têm seus próprios filhos, que servirão como ponte para lembranças dos episódios “clássicos”. O revival de “Cidade dos Homens” tem apenas quatro capítulos – muito pouco! – numa coprodução da Globo com a O2 Filmes. Os episódios foram escritos por Marton Olympio (da série “Santo Forte”) e a direção geral é do cineasta Pedro Morelli (“Zoom”). A estreia está marcada para o dia 2 de janeiro. Antes disso, a Globo reexibe a 4ª temporada da produção, condensada num telefilme, que irá ao ar nesta quarta-feira (27/12), a partir das 23h10.
Veja teasers de quatro animações diferentes dos personagens da Turma da Mônica
A Mauricio de Sousa Produções divulgou teasers de quatro séries animadas de personagens da Turma da Mônica, atualmente em desenvolvimento. “Bairro do Limoeiro” tem estreia prevista para 2018 no Cartoon Network e apresentará todos os personagens clássicos dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, com um visual mais moderno e estilizado – ao estilo de “DuckTales”. “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” é uma série voltada para crianças pequenas e, ao contrário das outras produções, será realizada com animação 3D, o que resulta num visual um pouco diferente, mas também muito bonito. Além disso, focará em um conteúdo educacional. “Biduzidos” será uma websérie, que tem como protagonistas os animais de estimação da Turminha, como Bidu, Floquinho, Mingau, Chovinista e Giselda. Por fim, o teaser de “Astronauta” já tinha sido adiantado durante a Comic-Con Experience, mas volta a ser incluído aqui para o material ficar completo. Trata-se de uma minissérie de seis episódios, baseada nas recentes graphic novels de Danilo Beyruth sobre o personagem-título, e mantém um estilo mais adulto, com o ritmo de aventura sci-fi das publicações. A direção é de José Márcio Nicolosi (de “Turma da Mônica em Cinegibi, O Filme”).












