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  • Série

    Netflix confirma 2ª temporada de Sintonia em 2021

    5 de novembro de 2020 /

    A Netflix confirmou a 2ª temporada da série brasileira “Sintonia” para 2021, sem, contudo, informar a data de estreia. “Sintonia volta em 2021! E essa minha família perfeita já tinha feito até um hit pro anúncio!”, publicou a Netflix, junto do vídeo em que Jottapê (que vive MC Doni), Christian Malheiros (Nando), Bruna Mascarenha (Rita) e MC M10 (Formiga) interpretam uma versão de “Parado no Bailão”, de MC L Da Vinte e MC Gury. Lançada em agosto do ano passado, a 1ª temporada de “Sintonia” teria registrado o segundo melhor público para uma série brasileira estreante da plataforma. A primeira colocada não teve seu nome revelado, já que a empresa prefere manter a “caixa preta” da sua audiência longe do alcance da concorrência. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 60 milhões de inscritos. A série é estrelada pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, e o ator Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. MC Jottapê interpreta Doni, um músico ansioso para voar além dos modestos sonhos que sua família planejou para ele. Seu melhor amigo, o ambicioso e ousado Nando (Malheiros), escolhe o caminho arriscado do crime organizado, mesmo indo contra seu senso de ética. O elenco ainda destaca Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz, no papel da rebelde e engenhosa Rita, além de Matheus Santos (o MC M10), Julia Yamaguchi, Fernanda Viacava, Danielle Olímpia, Leilah Moreno e Vanderlei Bernadino. Kondzilla desenvolveu o projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. Sintonia volta em 2021! E essa minha família perfeita já tinha feito até um hit pro anúncio! "ai netflix… mas em qual mês, dia e horário a série chega?" Quem me perguntar isso vai direto pras ideia! 😎 pic.twitter.com/l0axpIr140 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 4, 2020

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  • Série

    Netflix oficializa contratação de Manu Gavassi

    3 de novembro de 2020 /

    A Netflix finalmente confirmou que Manu Gavassi vai estrelar uma série na plataforma. A cantora e atriz ganhou vídeos, divulgados nas redes sociais, para ser apresentada como “nova estrela” do streaming. No anúncio, em vez de comemorar, Manu protesta contra o vazamento da notícia e diz que se irrita com o suposto nome da série que ela faria, “Condom Ladies”. Um dos vídeos disponibilizados no Instagram corrige o nome para “Condom Lady”. Mas a verdade é que nem sua irritação nem a divulgação oficial da Netflix anunciam o título oficial da atração. Muito menos dão detalhes do programa. De fato, os minutos gastos nos vídeos podem ser resumidos na constatação de que Manu Gavassi está oficialmente contratada pela Netflix e fará uma série. Uma série que não é teen, ela garante, porque é adulta, apesar de sua carreira ter sido toda voltada, até o momento, para o público adolescente. “Eu sou uma mulher, uma mulher bem resolvida, independente e que vai descobrir quem vazou as informações do meu trabalho todas erradas, destruindo meu sonho de ter um vídeo de contratação mais legal que o do Bruno Gagliasso”, disse a artista, no tom irônico que virou sua marca. Ver essa foto no Instagram Uma série teen sobre uma camisinha e várias mulheres… Ou quase isso! @netflixbrasil ❤️😎 Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 3 de Nov, 2020 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Condom Ladies… Condom Ladies… Seria eu então uma Condom Lady? 😳 #condomladies #condomladysensata Uma publicação compartilhada por Manu Gavassi (@manugavassi) em 2 de Nov, 2020 às 5:17 PST

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  • Série

    Filhas de Eva: Série com Renata Sorrah, Giovanna Antonelli e Vanessa Giácomo estreia em 2021

    2 de novembro de 2020 /

    A Globoplay anunciou a previsão de lançamento de sua próxima série nacional em streaming: “Filhas de Eva” vai chegar à plataforma em 2021. Estrelada pelas atrizes Renata Sorrah (a eterna Nazaré de “Senhora do Destino”), Giovanna Antonelli (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), a série “convida o público a pensar sobre mudanças na vida”, segundo a apresentação, mas sua sinopse sugere uma novela tradicional. Na trama, Stella (Renata Sorrah) decide pedir o divórcio ao marido, Ademar (Cacá Amaral, de “O Mecanismo”), durante a festa de bodas de ouro do casal. A decisão inesperada afeta a filha deles, Lívia (Giovanna Antonelli), mas também Cléo (Vanessa Giácomo), que até então não conhecia a família e está na festa apenas como responsável por levar o bolo. A partir daí, os caminhos das três acabam se cruzando. A partir desta premissa, “Filhas de Eva” pretende conta a trajetória dessas três mulheres que estão presas a padrões que não as fazem felizes. Stella repete o destino de sua geração, que abriu mão de sonhos pelo casamento e pela maternidade. Lívia tem sua carreira, mas sofre por não ter o controle da vida afetiva que idealizou. Já Cléo, com sua baixa autoestima, precisa garantir teto e sobrevivência antes de pensar em qualquer realização pessoal. Além das três, a história também acompanha Dora (Debora Ozório, de “Me Chama de Bruna”), neta de Stella e filha de Lívia, que se debate entre os modelos familiares e o feminismo das jovens de hoje. O roteiro é de Adriana Falcão (“O Inventor dos Sonhos”), Jô Abdu (“Linda de Morrer”), Martha Mendonça (“As Canalhas”) e Nelito Fernandes (“Tá no Ar”), a direção é assinada por Leonardo Nogueira (“Malhação”) e o elenco tem ainda Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Stênio Garcia (“O Beijo no Asfalto”), Erom Cordeiro (“A Divisão”), Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”), Analu Prestes (“TOCs de Dalila”) e Cecília Homem de Mello (“Sessão de Terapia”).

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  • Filme

    Série sobre Marielle Franco tem novas roteiristas

    29 de outubro de 2020 /

    A série de ficção sobre Marielle Franco tem novas escritoras. Duas semanas após quatro roteiristas demitirem-se do projeto, por divergências com orientações da narrativa, a produção da Globoplay definiu Mariana Jaspe e Maria Camargo como responsáveis por desenvolver a história. Como o roteiro de nenhum capítulo tinha sido finalizado, elas vão começar do zero, seguindo as orientações da roteirista Antônia Pellegrino e do diretor José Padilha, idealizadores do projeto. Mariana Jaspe e Maria Camargo já desenvolveram trabalhos anteriores na Globo. Juntas, acabam de escrever um épico escravagista baseado no livro “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, que vai virar série em 2021 na emissora. Mais experiente, Maria Camargo criou as séries “Assédio” (2018) e “Dois Irmãos” (2017), colaborou nas novelas “Lado a Lado” (2012) e “Babilônia” (2015) e ainda assinou o roteiro do filme “Nise: O Coração da Loucura” (2015) e do documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (2019). Em comunicado, a Globo afirmou que “a chegada das duas à equipe é resultado da recomposição da sala de roteiro e de um processo de escuta que garantiu a representatividade da mulher negra também no grupo de liderança criativa do projeto”. “Marielle foi protagonista de sua própria história e será também a protagonista desta série. É por isso que me junto a este projeto: para contar a história de Marielle – pessoa e personagem – com a dignidade e a força que ela exige e merece”, diz Mariana. “Vamos somar forças e mergulhar juntas em busca da melhor forma de contar a história de Marielle, com o cuidado, a responsabilidade e a delicadeza que sua trajetória merece”, complementa Maria. Além dos produtores executivos Antonia Pellegrino e José Padilha, a série também terá Jeferson De (“Bróder”) entre os diretores. Desde que foi anunciada, a produção enfrenta questionamentos de representatividade. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social e contra as ações de extermínio da política em comunidades negras. O que a fez ser assassinada por milicianos. Além de ser concebida por dois brancos, a produção enfrentou muitas críticas pelo envolvimento de José Padilha, responsável pelo filme “Tropa de Elite” (2007), visto como apologia à truculência policial, e a série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011).

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  • Série

    Obra de Nelson Rodrigues vai virar série da Globoplay

    29 de outubro de 2020 /

    A dupla de roteiristas George Moura e Sergio Goldenberg estão criando uma nova série para a plataforma Globoplay baseada na obra de Nelson Rodrigues. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto vinha sendo mantido em sigilo por conta das negociações com a família do escritor, que foram agora concluídas. A atração tem um nome genérico, “Paraíso Perdido”, que batiza dezenas de filmes, inclusive uma produção brasileira de dois anos atrás, e vai adaptar livremente quatro peças do famoso dramaturgo, com direção artística de José Luiz Villamarim (“Redemoinho”). Moura e Goldenberg têm uma trajetória bem-sucedida na Globo. Eles assinaram juntos “O Canto da Sereia” (2013), “Amores Roubados” (2014), o remake de “O Rebu” (2014) e “Onde Nascem os Fortes” (2018), quem também foram parcerias com o diretor Villamarim. “Paraíso Perdido” será a segunda criação dos roteiristas para a plataforma de streaming da emissora. Eles também assinaram “Onde Está Meu Coração”, produção já gravada e estrelada por Leticia Colin, que ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Carol Castro vai estrelar série de terror da Fox

    28 de outubro de 2020 /

    A atriz Carol Castro (“Órfãos da Terra”) vai estrelar “Insânia”, série de suspense e terror da Fox. Na trama, que mistura terror e suspense, Carol interpreta Paula, uma perita forense que sofre um surto após receber a notícia da morte da filha e é internada numa clínica psiquiátrica. Lá, ela vira cobaia de um experimento misterioso, comandado pelo médico vivido por Eucir de Souza (“O Doutrinador”). No elenco, também estão Rafaela Mandelli (“A Divisão”) e Rafael Losso (“3%”), respectivamente como melhor amiga e ex-marido da protagonista, que vão ajudá-la a investigar as circunstâncias da morte da filha, pois existe a suspeita de que ela esteja viva. Além deles, o elenco inclui Thomás Aquino (“Bacurau”) no papel de Capa Preta, um homem enigmático. Em fase de pós-produção, os episódios começaram a ser gravados no Paraná, mas foram finalizados em estúdios do Uruguai durante o auge da pandemia, devido a quarentena no Brasil. O país vizinho não interrompeu trabalhos, graças à implantação rápida de medidas de higiene e segurança, que renderam os menores índices de contágio no continente – 2,9 mil infectados e apenas 54 mortes – , apesar de fazer fronteira com o Brasil, um dos países que pior lidou com a covid-19 no mundo – 5,4 milhões de casos e 158 mil mortes até esta quarta (28/10). Com os índices de covid-19 controlados, o Uruguai é visto por produtores brasileiros como um novo destino para a gravação de séries. A equipe de “Insânia” alugou um estúdio em Montevidéu e contratou profissionais locais, e a experiência positiva também tem levado Netflix e Amazon a transferirem projetos da América do Sul para lá.

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  • Série

    Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar série na Netflix

    28 de outubro de 2020 /

    As melhores amigas Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar uma série juntas na Netflix. A notícia foi publicada pela coluna de Ancelmo Goes no jornal O Globo. Depois de dividirem a apresentação do MTV Miaw, no mês passado, as duas entraram no elenco de “Condom Ladies”, que também inclui Enzo Romani (“Me Chama de Bruna”), Sheron Menezzes (“Novo Mundo”) e Guilherme Winter (“Os Dez Mandamentos”). Detalhes ainda estão sendo mantidos sob sigilo, mas o que circula é que o programa será uma espécie de comédia juvenil ambientada no Rio de Janeiro. A autoria do projeto é da comediante Natália Klein (“Zorra Total”, “Adorável Psicose”) e as gravações devem começar ainda neste ano, seguindo protocolos de segurança. Todos os atores da produção estavam sem contrato e soltos no mercado. Marquezine e Menezzes não renovaram o contrato de exclusividade com a Globo, Winter também teve o acordo encerrado na Record e boatos dão conta de que Gavassi teria recusado um papel no retorno da novela “Salve-se Quem Puder”, da Globo, para permanecer independente e estrear no serviço de streaming. A Netflix ainda não divulgou oficialmente a produção, que, portanto, não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Daniel de Oliveira será Henfil em série da Globo

    26 de outubro de 2020 /

    O ator Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) foi escalado para o elenco de “Betinho”, série sobre o sociólogo Herbert de Souza (1935-1997). Na trama, ele interpretará Henfil (1944-1988), irmão de Betinho e cartunista famoso, criador dos Fradinhos, da Graúna e do bode Orelana, que morreu após se contaminar com Aids devido a uma transfusão de sangue. Para dar vida a Henfil, o ator terá de perder peso ao longo das filmagens. Ele passou por processo semelhante quando encarnou Cazuza no longa-metragem sobre o cantor, “O Tempo Não Para”, de 2004. “Betinho” terá direção do cineasta Sérgio Machado (“Tudo Que Aprendemos Juntos”), produção da AfroReggae Audiovisual com a Formata, e trará Julio Andrade (“Sob Pressão”) como protagonista. A trama contará a luta do sociólogo contra a fome no país e pela defesa dos direitos humanos, lembrando suas ações solidárias. O elenco contará ainda com Lázaro Ramos (“Mister Brau”), Natália Lage (“A Divisão”), Débora Nascimento (“Pacificado”), Ravel Andrade (“Reality Z”) e Danni Suzuki (“Arcanjo Renegado”), entre outros. Ravel Andrade, irmão de Julio, viverá Chico Mário, o irmão caçula de Betinho, Lázaro Ramos terá o papel de um médico, Débora Nascimento interpretará uma funcionária fictícia do Instituto Brasileiro de Análises Sociais (Ibase), fundado pelo sociólogo, enquanto Natália Lage e Danni Suzuki serão, respectivamente, Irles Carvalho e Maria Nakano, a primeira e a segunda mulher de Betinho. A estreia está prevista apenas para 2022.

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  • Filme

    Jane di Castro (1947 – 2020)

    24 de outubro de 2020 /

    A atriz Jane di Castro morreu na sexta-feira (23/10) de câncer no Hospital de Ipanema, no Rio, aos 73 anos. Batizada como Luiz de Castro, filha de mãe evangélica e pai militar, sofreu desde cedo e na própria casa repressão por sua identidade social. Ao se assumir Jane Di Castro, começou a trabalhar como cabeleireira, em Copacabana, e logo tornou-se uma das pioneiras dos espetáculos de transformistas do Rio, chegando a ser perseguida durante a ditadura militar, nos anos 1960, por fazer shows nos teatros Rival e da Praça Tiradentes. Mas ela resistiu. Foi dirigida nos palcos por Ney Latorraca, Bibi Ferreira, Miguel Falabella e chegou a se apresentar no Lincoln Center, nos EUA, antes de integrar o espetáculo “Divinas Divas” em 2004, que celebrou a trajetória de travestis e transformistas de Copacabana. Em 2016, Leandra Leal lançou o documentário homônimo, que contou com sua participação. A projeção nos palcos a levou à televisão. Ela fez sua primeira aparição na rede Globo em 1995, na novela “Explode Coração”, de Gloria Perez, interpretando a si mesma. Mas foi só a partir deste século que passou a ser vista de forma mais habitual. Sempre como ela mesma, Jane apareceu em “Paraíso Tropical” (2007), “Salve Jorge” (2013) e “A Força do Querer” (2017), atualmente reprisada na TV, além de ter interpretado Patricia Swanson na série “Pé na Cova” (2014). Na vida pessoal, Jane encontrou a felicidade com Otávio Bonfim, com quem viveu por meio século, formalizando a união em 2014, num casamento coletivo que reuniu 160 casais LGBTQIA+. Infelizmente, o marido morreu em 2018, de câncer, e ela só sobreviveu mais dois anos como viúva. Jane faleceu na véspera da estreia de seu primeiro filme, “De Perto Ela Não É Normal”, escrito e protagonizado por Suzana Pires (“Louca para Casar”) e com lançamento marcado para quinta-feira (29/10). Na trama, ela interpretava a funcionária pública Geralda Maltêz. “Ela é a chefe que toda mulher gostaria de ter. Afetuosa, firme e cheia de sororidade. E assim também era a Jane. Esse filme será lançado em sua homenagem”, disse Suzana Pires.

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  • Série

    Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco

    24 de outubro de 2020 /

    Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.

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  • Série

    Amazon vai transformar peça 5X Comédia em série

    21 de outubro de 2020 /

    A Amazon vai adaptar para o streaming a peça brasileira “5X Comédia”, que lotou teatros nos anos 1990 com textos de Mauro Rasi, Luis Fernando Verissimo e outros, e que, recentemente, ganhou nova versão assinada por Antonio Prata, Jô Bilac, Pedro Kosovski, Julia Spadaccini e Luis Miranda. A adaptação será uma antologia com cinco episódios, cada um com um elenco e uma história diferente. A produção começou a escalar o primeiro episódio. Os atores Luiz Henrique Nogueira, Thati Lopes, Victor Lamoglia e Yara de Novaes estrelarão o capítulo que terá direção de Pedro Coutinho (“Todas as Razões Para Esquecer”). O trabalho mais recente de Luiz Henrique na TV foi na novela “Verão 90”. Victor Lamoglia estrelou a série “Ninguém Tá Olhando”, na Netflix, e está no filme “Eduardo e Mônica”. Já Thati faz parte do elenco do grupo de humor Porta dos Fundos. Victor está no “Zorra”, que sairá da grade da Globo no fim do ano. E Yara, conhecida no teatro por seu trabalho como atriz e diretora, fez uma participação em “Shippados”, do Globoplay.

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  • Série

    Os Outros: Série criada por Fernanda Torres conclui seus roteiros

    19 de outubro de 2020 /

    A série “Os Outros”, criada pela atriz Fernanda Torres para a rede Globo, concluiu os roteiros de sua 1ª temporada. Os episódios foram escritos por Lucas Paraizo, roteirista de “Sob Pressão”, a partir do argumento de Torres, que não participará do projeto como atriz. Segundo o jornal O Globo, a diretora Luisa Lima (“Nada Será Como Antes”) aguarda o sinal verde da emissora para iniciar a escalação do elenco. A nova série terá 12 episódios, mas ainda não tem data para começar a ser gravada e nem previsão de estreia. Também não há muita informação sobre a trama, além de ser um drama estrelado por dois casais e ambientado num condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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    Livros de Ailton Krenak vão virar série do produtor de Me Chame pelo Seu Nome

    18 de outubro de 2020 /

    O pensador indígena Ailton Krenak vai virar série. A coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo informou que seus dois livros lançados pela Companhia das Letras, “Ideias para Adiar o Fim do Mundo” e “A Vida Não É Útil”, tiveram seus direitos comprados pela RT Television. Braço televisivo da RT Features, a premiada produtora de Rodrigo Teixeira, responsável por filmes de sucesso como “Alemão”, “Tim Maia”, “A Bruxa”, “Me Chame pelo Seu Nome”, “Ad Astra” e “A Vida Invisível”, a RT Television foi formada no ano passado para produzir atrações visando o mercado de streaming internacional. O novo empreendimento atua em parceria com a produtora americana Anonymous Content e conta com investimento da poderosa agência de entretenimento e esportes Creative Artists Agency (CAA). Como os livros de Krenak estão sendo agora lançados nos EUA e Canadá, o objetivo é que a série alcance também espectadores estrangeiros. Considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, Krenak integrou a Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição Brasileira de 1988, foi um dos fundadores da União dos Povos Indígenas, protagonizou o documentário “Índios no Brasil” (2000), virou Doutor Honoris Causa e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora em 2016 e, mais recentemente, ganhou o prêmio Juca Pato de Intelectual do Ano, oferecido pela União Brasileira de Escritores em 2020.

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