Trailer de cinco minutos lembra porque Justiça Jovem é a melhor série animada de super-heróis
A plataforma DC Universe divulgou dois pôsteres e o trailer de cinco minutos da 3ª temporada de “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da “Justiça Jovem” e dos “Titãs”. Batizada de “Young Justice: Outsiders”, a trama animada também traz em seu título um terceiro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. Metade da prévia é dedicada a lembrar os eventos da temporada anterior, exibida no Cartoon Network, para mostrar que a cronologia será preservada e também lembrar porque “Young Justice” é a melhor série animada de super-heróis da atualidade – não apenas da DC. As cenas inéditas introduzem uma trama conhecida dos Renegados, com a história de origem do herói Geoforça (Geoforce), passada no reino fictício da Markóvia, mas também há vislumbres de ameaças de Apokolips, o planeta de Darkseid, e de Vandal Savage, numa continuação da trama da 2ª temporada. O vídeo ainda lança dúvidas sobre o destino de Kid Flash, ao mostrar o herói das melhores piadas bem vivinho nos instantes finais – mas os fãs não devem se animar, porque, como aconteceu nos quadrinhos, Bart Allen (Impulso) pode ter herdado o traje amarelo icônico do Titã clássico. Já os pôsteres incluem personagens não listados na relação dos protagonistas anteriormente antecipada pela DC. Oficialmente, a série ia reunir os clássicos titãs Robin, Kid Flash, Arsenal (ex-Ricardito) e Mutano (Beast Boy), os justiceiros jovens Garota Maravilha (Wonder Girl), Besouro Azul (Blue Beetle) e Flechete (Arrowette), e três novidades: Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler) e Traci 13 (Thirteen). Mas as artes destacam as participações de Superboy, Aqualad, Asa Noturna e Artemis (em novo uniforme), além dos novatos Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide), Halo, Metamorfo e Katana – que compõem os Renegados. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). A estreia vai acontecer junto com o lançamento da plataforma de streaming da DC, que deve ser disponibilizada ao público norte-americano entre setembro e novembro.
Sociedade Brasileira de Pediatria ataca animação de drag queens da Netflix em defesa das “futuras gerações”
Não bastassem os conservadores americanos, agora a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) quer que a Netflix cancele o lançamento da animação “Super Drags”, que mostrará drag queens super-heroínas. A alegação, acreditem, é que a produção adulta seria imprópria para o público infantil. Em nota destinada “a médicos e à sociedade”, publicada em seu site oficial, a SBP ataca o que chama de “linguagem infantil” usada pela série inédita: “A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”. Sem mencionar a Netflix ou o nome da série, a entidade diz que “vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”. E “apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”. O comunicado ainda critica o fim da Classificação Indicativa, decretado em sentença do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou inconstitucional o dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que estabelece multa e suspensão às emissoras de rádio e TV que exibirem programas em horário diverso do autorizado pela classificação indicativa. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e será a primeira animação brasileira a ser produzida pela empresa, com cinco episódios. E, por enquanto, o único material da produção revelado foi um teaser, de 27 segundos. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos durante o dia e, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Isto tem sido considerado suficiente para a emissão de notas de repúdio. A Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão) também está atacando a produção, e iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira nos Estados Unidos. Sua alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. Ao menos, o preconceito do grupo cristão americano é assumido e justificado por cultura religiosa. Já os médicos brasileiros apelam para discurso científico, embora o subtexto seja o mesmo. Neste caso, a preocupação teria maior legitimidade se listasse outras séries animadas adultas do serviço de streaming, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Estas lidam com sexo e drogas, algo que “Super Drags” não parece tocar, ao menos nos 27 segundos que tanto “preocuparam”. Considerar que toda animação é feita para crianças também é presunção antiquada, da época que os bichinhos falantes, drogados e sexualmente ativos de “O Gato Fritz” ainda causavam polêmica – lá em 1972 – , e não tem sido usado mais em argumentos desde a estreia da faixa Adult Swim, com desenhos adultos, no canal de animação Cartoon Network, no “raiar” do século 21. Neste século tão cheio de inovações, empresas de streaming como a Netflix disponibilizam para seus usuários a opção de controle parental, que permite aos pais controlar quais títulos seus filhos têm acesso. É bem mais simples, na verdade, que bula de remédio e não precisa de receita. Além disso, como animação adulta, “Super Drags” não será disponibilizada na seção Netflix Kids da plataforma. Mesmo assim, vale observar que “Super Drags” ainda não foi finalizada e, por isso, não se sabe até o momento qual será sua classificação indicativa. Precipitação é um sintoma característico de preconceito, uma doença social da qual, infelizmente, nem médicos são imunes.
Série animada Rugrats: Os Anjinhos vai ganhar revival televisivo e um filme com atores reais
A série animada “Rugrats: Os Anjinhos”, grande sucesso dos anos 1990, vai voltar à televisão e também ganhar um filme com atores reais. A atração clássica terá um revival no canal pago infantil Nickelodeon com uma nova temporada de 26 episódios inéditos, a cargo de seus criadores originais, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, que retomarão a produção interrompida em 2005. Um dos maiores sucessos do Nickelodeon, “Rugrats: Os Anjinhos” foi lançada em 1991 e inovou ao contar histórias sob o ponto de vista de um grupo de bebês. A produção também rendeu três longa-metragens animados, além do spin-off “Rugrats Crescidos” (2003–2008) que acompanhava os bebês originais na adolescência. “‘Rugrats’ é, sem dúvida, um dos desenhos animados mais célebres da história da TV, e estamos entusiasmados em apresentar a um público totalmente novo esses personagens icônicos em novas aventuras”, declarou Sarah Levy, presidente interina da Nickelodeon. “Ainda hoje as crianças são fascinadas com o mundo dos bebês, assim como quando a série original estreou em 1991. Mal podemos esperar para que os pequenos de hoje em dia conheçam Tommy, Chuckie e sua turminha”, completou a executiva sobre o projeto. Já ó filme com atores reais faz parte do projeto Paramount Players, uma divisão criada pela Viacom para explorar franquias de seu catálogo de produções. Ele será o terceiro projeto da Paramount Players derivado de uma série da Nickelodeon – após “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?) e “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer), que ganharão longas em 2019. A versão live action de “Rugrats: Os Anjinhos” está sendo escrita por David A. Goodman (da série animada “Uma Família da Pesada”) e teve estreia marcada para novembro de 2020.
Nova versão da série animada de She-Ra revela primeiras imagens
A Netflix divulgou as primeiras imagens da nova série da heroína animada “She-Ra”, que vai ganhar um remake exclusivo para o serviço de streaming. Como mostram as prévias, a princesa do poder vai voltar com novo visual, que lembra desenhos japoneses. Mas se trata mesmo de uma produção americana da DreamWorks Animation, realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”. Sucesso dos anos 1980, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A série será dublada em inglês por diversos atores conhecidos, como Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título original de “She-Ra and the Princess of Power”, a atração tem previsão de estreia na Netflix para setembro.
Nova série animada do escritor de Avatar: A Lenda de Aang ganha primeiro pôster
A Netflix divulgou o pôster de uma nova série animada exclusiva: “O Príncipe Dragão” (The Dragon Prince). Segundo a sinopse oficial divulgada pelo serviço de streaming, o desenhoh contará a história de dois príncipes humanos que unem suas forças com um elfo enviado para assassiná-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra. A história foi escrita por Aaron Ehasz, produtor e principal roteirista da série animada “Avatar: A Lenda de Aang” (2003–2008), e a direção está a cargo de Justin Richmond, que comandou o game “Uncharted 3: Drake’s Deception” (2011). A data de estreia ainda não foi confirmada pela Netflix, que deve dar mais detalhes sobre a produção durante a San Diego Comic-Con, na semana que vem.
Série Rick and Morty vai lançar disco de sua trilha sonora
O Adult Swim, bloco adulto do canal pago Cartoon Network, anunciou o lançamento de um disco com a trilha sonora da série animada “Rick and Morty”. Em parceria com a gravadora Sub Pop, o disco deve sair em 28 de setembro e, segundo informação do site NME, além de versão digital, também será lançada em vinil, CD e até em fita cassete como álbum duplo. Com 26 faixas no total, o disco terá composições de Ryan Elder, que cria os temas incidentais da série, e algumas músicas de bandas veteranas da cena indie, como Mazzy Star, Belly, Blonde Redhead e Chaos Chaos, além de músicas inéditas de clipping. e Chad VanGaalen – obviamente contratados da Sup Pop. O projeto segue os planos de lançamento do primeiro festival de rock do canal pago Adult Swim, que vai misturar música e animação em Los Angeles durante o mês de outubro. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. Confira abaixo a tracklist completa do álbum. 1. Rick and Morty Theme Song 2. Jerry’s Rick 3. The Small Intestine Song 4. The Flu Hatin’ Rap 5. African Dream Pop 6. Mazzy Star – “Look on Down From the Bridge” 7. The Rick Dance 8. Goodbye Moonmen 9. Summer and Tinkles 10. Chaos Chaos – “Do You Feel It” 11. Unity Says Goodbye 12. Get Schwifty (C-131) 13. Raised Up (C-131) 14. clipping. – “Stab Him in the Throat” 15. Help Me I’m Gonna Die 16. Let Me Out 17. Chaos Chaos – “Memories” 18. Chad VanGaalen – “Stuttering Light” 19. Alien Jazz Rap 20. Blonde Redhead – “For the Damaged Coda” 21. Fathers and Daughters 22. Belly – “Seal My Fate” 23. Chaos Chaos – “Terryfold” 24. Tales From the Citadel 25. Rick and Morty Score Medley 26. Human Music
Irmão do Jorel é renovada para sua 4ª temporada
A série animada “Irmão do Jorel” foi renovada pelo Cartoon Network para a 4ª temporada, antes mesmo da estreia do terceiro ano da produção. “Irmão do Jorel” é uma criação de Juliano Enrico e foi vencedora de um pitching promovido pelo Cartoon Network brasileiro em 2009 para produção de novas animações nacionais. É a primeira animação original do Cartoon Network feita no Brasil e na América Latina, e foi lançada em setembro de 2014. Cada nova temporada tem sido lançada com intervalo de dois anos. A 3ª temporada da atração estreia em 16 de julho, e mostrará o protagonista e sua família em uma viagem nostálgica ao passado através de um álbum de fotografia há muito perdido.
Netflix renova Aggretsuko para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série animada japonesa “Aggretsuko”, com a divulgação de um vídeo que pode ser visto abaixo. O anime é estrelado por uma simpática panda vermelha de 25 anos chamada Retsuko, que tem um trabalho burocrático de estagiária durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal – quando vira Aggretsuko, a versão agressiva de Retsuko. Sua criadora, conhecida apenas como Yeti, descreveu a personagem para a rede CNN como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A artista desenvolveu o design de Aggretsuko para a empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa) japonesa, que tem justamente em Hello Kitty seu maior sucesso. “Aggretsuko” foi concebida para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. “Observamos os trabalhadores do Japão e sentimos gritos vindos do coração. O ambiente de trabalho no Japão virou um problema e muita gente lida com o estresse”, explicaram os produtores pelo desenho, em entrevista à rede BBC. A série animada foi lançada em abril na Netflix e volta com novos episódios em 2019.
Círculo de Fogo vai virar série animada com produção de Guillermo del Toro
A Netflix se prepara para soltar monstros gigantes em streaming, com um trio de produções animadas baseadas em franquias famosas do popular subgênero dos kaiju. São duas novas versões de personagens icônicos e uma adaptação de um saga recente do cinema. A série “Pacific Rim” vai transformar em desenhos o universo dos dois filmes de “Círculo de Fogo”. Ainda não está confirmado, mas o projeto pode marcar o retorno de Guillermo del Toro à franquia. O cineasta, que dirigiu o primeiro filme de 2013, seria um dos produtores da nova atração, que mostrará os Jaegers, robôs gigantes, enfrentando uma invasão dos Kaiju, os grandes monstros que surgem do mar. Del Toro já tem uma relação com a Netflix como produtor da série animada “Caçadores de Trolls” (Trollhunters). Entre as releituras de clássicos, o herói dos anos 1960 “Ultraman” voltará em nova identidade, um homem que possui o espírito e o DNA do lendário personagem, que se transforma quando usa o uniforme ultra metálico para enfrentar o mal – isto é, kaijus. Para completar, a plataforma vai lançar mundialmente o novo longa animado do mais famoso kaiju do cinema. “Godzilla: City on the Edge of Battle” é o segundo longa da franquia e continua a história de “Godzilla: Planet of Monsters”, passado no futuro distante, quando a Terra foi devastada pelo rei dos monstros. A animação foi lançada em maio nos cinemas do Japão e já chega em 18 de julho na Netflix.
Grupo conservador americano quer impedir a Netflix de lançar a série brasileira Super Drags
Um grupo de pressão conservador americano, a Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão), iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira de animação “Super Drags”. A alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. O que, na verdade, é um feito positivo da série. O documento conta com mais de 20 mil assinaturas, mas a Netflix não se manifestou e não estaria preocupada com a opinião dos conservadores. Anteriormente, um grupo mais forte, o Parents Television Council, tentou forçar o cancelamento de “13 Reasons Why”, mas isso só ajudou a série a ganhar mais repercussão e ser renovada para sua 3ª temporada. Também há reclamação sobre o conteúdo, que é inédito e ninguém, mas que o grupo alega ser “repleto de insinuações sexuais que são inadequadas para o público jovem”. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclama a petição. Entretanto, assim como “Big Mouth” e “BoJack Horseman”, “Super Drags” não é uma animação para crianças, mas direcionada ao público adulto da Netflix. Para quem não conhece o Christian Film & Television Commission, o grupo é presidido pelo crítico Ted Baehr, cujo site Movieguide analisa filmes separadamente por qualidade e “aceitabilidade”, a partir de uma “perspectiva bíblica”. Para ele, por exemplo, o filme “Criação” (2009), sobre Charles Darwin, é um lixo por ser uma blasfêmia.
Plataforma de streaming DC Universe ganha vídeo de apresentação oficial
A plataforma DC Universe divulgou um vídeo de apresentação oficial, revelando que está mais para iTunes que Netflix. O vídeo promete um serviço que combina conteúdo inédito de séries, filmes clássicos e material de arquivo, além de acesso a quadrinhos, compra de brinquedos e outros produtos, e um fórum para encontro de fãs das produções derivadas da editora americana. Atualmente estão sendo desenvolvidas ao menos seis produções originais para o DC Universe: as séries live-action “Titans” (dos Novos Titãs), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e “Swamp Thing” (Monstro do Pântano), e as séries animadas “Young Justice: Outsiders” (Justiça Jovem: Renegados) e “Harley Quinn” (Arlequina). Dessas, somente “Titans” pode estar pronta a tempo para a estreia do streaming, prometida para a temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. Mas não faltará material para os fãs, como todas os quatro filmes originais do Super-Homem com Christopher Reeve, além de séries clássicas remasterizadas, como “Batman: The Animated Series” dos anos 1990, o “Superboy” dos anos 1980 e a “Mulher-Maravilha” da década de 1970. O serviço também contará com uma seleção das animações produzidas pela DC Animation, incluindo “Liga da Justiça: Flashpoint”, “Lanterna Verde: Primeiro Voo” e “Mulher-Maravilha”. Sem esquecer o acesso à versão digital dos quadrinhos da editora, notícias, uma enciclopédia de personagens e os demais itens mencionados. A princípio, o serviço estará disponível apenas na América do Norte, mas há planos de expandir para o resto do mundo.
(Des)encanto: Novo desenho animado do criador de Os Simpsons ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Disenchantment”, nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”, que no Brasil será chamada de “(Des)encanto” (com parêntesis “criativos” que não existem no título original). A prévia foi disponibilizada na página do YouTube da Netflix Brasil apenas em versão dublada em português, mas é possível encontrar a versão com as vozes originais no endereço da Netflix americana – sem legendas. Veja os dois vídeos abaixo. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999, e a narração faz questão de salientar que ele só desenvolveu três séries em toda a carreira, ao citar que uma delas se passa no presente, outra no futuro e, logicamente, a terceira só poderia se situar no passado. A história é uma fantasia animada que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “(Des)encanto” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.
Série animada Daria vai ganhar reboot da MTV
A versão “live action” de “Aeon Flux” não será o único resgate feito pela MTV de suas ótimas séries animadas dos anos 1990. O MTV Studios anunciou que também fará um reboot de “Daria”, a adolescente cínica criada por Glenn Eichler e Susie Lewis, que rendeu cinco temporadas entre 1997 e 2001 no canal pago americano. A nova série vai se chamar “Daria & Jodie”, e acompanhará a protagonista original ao lado de sua amiga Jodie Landon. Esta versão está sendo desenvolvida por Grace Edwards, roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt” que já trabalhou na MTV na série “Loosely Exactly Nicole”. Além disso, o MTV Studios pretende reviver outras atrações famosas de sua trajetória, como os reality shows “The Real World” e “Made”. Mas a ideia não é retomar o rumo do canal e sim vender o que a MTV já fez de melhor para seus concorrentes na TV paga e em streaming. Os projetos fazem parte de uma iniciativa da Viacom para transformar seus canais em produtores de conteúdo. Além de explorar o catálogo da MTV, a Viacom também quer transformar a biblioteca do canal infantil Nickelodeon em fábrica de franquias.











