HBO cancela a série animada Animals. após três temporadas
O canal pago HBO cancelou a série animada “Animals.”, ao final de sua 3ª temporada. Criada por Phil Matarese e Mike Luciano, a série acompanhava a rotina de diversos animais que vivem em Nova York e passam por experiências tipicamente humanas, sentindo-se isolados, rejeitados e ignorados pelas outras “pessoas”. A atração é baseada num curta-metragem da dupla, lançado no Festival de Sundance de 2012, e desde o começo entusiasmou o canal pago americano, que encomendou duas temporadas de uma vez, dispensando a etapa de criação de piloto. Mas a audiência não correspondeu à expectativa. A última temporada, encerrada no começo de outubro, teve média de 185 mil telespectadores por episódio ao vivo. Além de Matarese e Luciano, a equipe de produção contava com os irmãos Jay e Mark Duplass (criadores da série “Togetherness”). Os quatro também dão vozes a alguns dos animais dos episódios, ao lado de diversos comediantes famosos, como Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Aziz Ansari (série “Master of None”), Katie Aselton (série “The League”), Nick Kroll (série “The Kroll Show”), Marc Maron (série “Glow”), Matt Walsh (série “Veep”), Zach Woods (série “Silicon Valley”) e diversos convidados, incluindo Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”), Edie Falco (“Nurse Jackie”), David Harbour (“Stranger Things”), Lucy Liu (“Elementary”), Johnny Knoxville (“Jackass”), John Leguizamo (“Bloodline”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Anthony Mackie (“Vingadores: Guerra Infinita”), Tatiana Maslany (“Orphan Black”), Demi Moore (“Empire”), Moby (“Blunt Talk”), Tracy Morgan (“30 Rock”) e muitos outros. O último episódio foi ao ar no dia 6 de outubro nos Estados Unidos. Detalhe: poucas horas após a HBO liberar os criadores da série para buscarem novas oportunidades, Matarese e Luciano fecharam um contrato com a Fox e vão desenvolver séries animadas para o canal.
Super Drags: Série animada dublada por Pabllo Vittar ganha trailer contra haters
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Super Drags”, sua primeira animação brasileira, que vem precedido por um aviso de que se trata de material adulto. É a deixa para a prévia enfiar o pé na jaca e abusar dos closes. O desenho é basicamente “As Meninas Superpoderosas” com drag queens, com três super-empoderadas que voam espalhando raios de arco-íris contra os terríveis haters, vilões do mal. Com alusões anatômicas e sexualmente óbvias, a prévia também é garantia de mais chiliques conservadores. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e desde então desperta chiliques e pitis. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclamava a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Por conta disso, a Netflix chegou a divulgar um vídeo em que Vedete Champanhe explica que não se trata de uma animação para crianças. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, perguntava a personagem animada. Veja aqui. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. Para dar ainda mais credibilidade à brincadeira, as super-empoderadas tem vozes famosas, dubladas pelo cantor Pabllo Vittar, pela ícone da noite paulistana Silvetty Montilla (“Do Lado de Fora”), pela drag queen mais debochada do Rio Suzy Brasil (da vindoura comédia “Carlinhos & Carlão”) e o ator Rapha Vélez (da série “Macho Man”). A série também ganhou data de estreia. Os cinco episódios da 1ª temporada serão disponibilizados em 9 de novembro.
She-Ra: Nova versão da heroína animada ganha primeiro trailer e pôster
A versão da Netflix de “She-Ra: A Princesa do Poder” ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man e será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.
Série Clube da Anittinha estreia já renovada para a 2ª temporada
A animação infantil de Anitta, “Clube da Anittinha”, vai estrear já renovada para a 2ª temporada. A série, que chega nesta quarta-feira (3/10) nos canais pagos Gloob e Gloobinho, teve nova temporada encomendada para 2019. Além disso, entrou para o portfólio de produtos licenciados da unidade infantil da Globosat, responsável pelos canais. Outra novidade é que cada episódio terá uma música inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. E todas as canções estarão disponíveis no Spotify após a exibição dos episódios. A 1ª temporada terá 11 episódios, com os dois primeiros exibidos na estreia, em sequência – a partir das 17h30 no Gloob e, às 18h30, no Gloobinho. Os demais episódios vão ao ar diariamente neste mesmo horário até o dia 11. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, os canais farão uma maratona da temporada completa. Além da dublagem feita pela própria cantora, Clube da Anittinha” terá personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos tem produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix, e abordarão temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças.
Gal Gadot faz teste para viver Lisa na estreia da 30ª temporada de Os Simpsons
A Fox divulgou uma cena da estreia da 30ª temporada de “Os Simpsons”, que revela as participações especiais de Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Emily Deschanel (“Bones”). A premissa do episódio é uma grande sátira à recente mania dos filmes cristãos de Hollywood. Intitulado “Bart’s Not Dead” , mostra Bart no hospital após aceitar um desafio e se dar mal. Para encobrir a traquinagem e também salvar a pele de Homer, ele resolve dizer que chegou a morrer, foi ao céu e encontrou Jesus. E imediatamente produtores cristãos oferecem aos Simpsons um acordo para a realização de um filme, o que Homer prontamente aceita. Mas Bart não consegue lidar com a culpa e conta a verdade para Marge após a conclusão do filme. Para quem não percebeu, esta é a premissa do longa “O Céu É de Verdade”, enquanto o título parodia “Deus Não Está Morto” (God’s Not Dead), ambos lançados em 2014. O vídeo abaixo mostra Homer como produtor, ao lado de Ned Flanders, selecionando os intérpretes de sua família no cinema. Emily Deschanel faz testes para viver Marge, enquanto o papel de Gadot, que não fica claro pela prévia, é o de Lisa. Ela deixou a participação mais clara ao revelar um desenho de si mesmo como Lisa em seu Instagram. Veja abaixo. A cena também inclui uma crítica aos filmes de super-heróis da DC Comics. “Sempre que eu vejo a logo da DC, eu imediatamente durmo”, diz o patriarca da família Simpson à intérprete da Mulher-Maravilha. “Os Simpsons” estreia sua 30ª temporada neste domingo (30/0) nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox no Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. This family was a huge part of my childhood. And now it's so cool that I get to be apart of the Simpsons' Season 30 premiere episode ??♀️ Airing tonight!…. Uma publicação compartilhada por Gal Gadot (@gal_gadot) em 30 de Set, 2018 às 5:33 PDT
General Leia e Poe Dameron aparecem no novo trailer da série Star Wars Resistance
O Disney Channel divulgou o pôster e o segundo trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. A prévia revela grande conexão com os filmes da nova trilogia, destacando personagens como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma. Estes últimos são até dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Mas quem mais chama atenção é a General Leia, icônica personagem de Carrie Fisher, que segue viva na franquia apesar do falecimento da atriz. Ela é dublada na série animada por Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”). Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha a jornada de um jovem rebelde, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força” e mostra Poe como responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores originais os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener ( “Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos.
Monstros hormonais voltam a atacar no trailer legendado da 2ª temporada de Big Mouth
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada da animação “Big Mouth”, repleto de seios, ereção, pentelhos e os “monstros hormonais” que atormentam os adolescentes. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 2ª temporada estreia em 5 de outubro.
Ducktales é renovada para a 3ª temporada
O canal pago Disney Channel anunciou a renovação da série animada “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” para sua 3ª temporada. E para celebrar a continuidade da divertida atração da família Pato, a Disney divulgou um vídeo de bastidores, que mostra como os dubladores de Huguinho, Zezinho e Luisinho se divertem. E como Tio Patinhas é ranzinza também na vida real. O trio de sobrinhos tem as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). E Tio Patinhas é dublado por David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”. Todos eles voltam volta à TV americana em 20 de outubro para a 2ª temporada da série, que contará com um novo integrante da família, Dumbela Pato (Della Duck, no original), a irmã do Pato Donald, cujo resgate ao final da temporada inaugural resolveu um mistério de quase um século de quadrinhos – “quem é a mãe dos sobrinhos do Donald?”. Ela é dublada em inglês por ninguém menos que Paget Brewster, atriz da série “Criminal Minds”. Já Pato Donald tem a voz de Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), primeiro a grasnar como o pato mais famoso da história da animação. O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda traz outros personagens conhecidos do público, como o Professor Pardal e os vilões Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos e despertou a atenção do canal em função do alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, além da boa audiência na TV. Por conta disso, acabou “promovida” para o Disney Channel a partir da metade de sua 1ª temporada. A série já é exibida no Disney Channel no Brasil, onde ganhou, além da dublagem nacional, uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo.
Série animada Avatar: A Lenda de Aang vai ganhar versão live action na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (18/9) que produzirá uma versão live-action da premiada série de animação “Avatar: A Lenda de Aang”. Michael DiMartino e Bryan Konietzko, os criadores da série original, servirão como showrunners e produtores executivos do projeto. A nova série será uma parceria com a Nickelodeon, que detém os direitos do personagem, e começará a ser gravada em 2019. “Avatar: A Lenda de Aang” teve três temporadas exibidas no canal pago infantil Nickeledeon, de fevereiro de 2005 a julho de 2008. A série ganhou um Emmy e vários prêmios prestigiados da área televisiva e de animação, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards. Inspirado por animes japoneses, “Avatar: A Lenda de Aang” acompanha as aventuras do protagonista Aang e seus amigos, que juntos precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai e pôr fim à guerra contra a Nação do Fogo para salvar o mundo. Fãs da saga já puderam ver como o desenho poderia parecer em versão de carne e osso, com o filme “O Último Mestre do Ar” (2010), de M. Night Shyamalan, que foi bastante criticado pela escalação de um elenco branco nos papéis principais. “Ter a chance de comandar essa versão live-action de ‘Avatar’ é uma grande emoção para nós. Não vemos a hora de recriar o mundo de Aang da forma cinematográfica como sempre o imaginamos, e com um elenco culturalmente apropriado, não branco”, disseram Konietzko e DiMartino em comunicado oficial. “Nós vamos honrar a visão de Bryan e Mike para esta adaptação. É um grande prazer poder ajudá-los a realizar um live-action da série e apresentar o mundo épico de Aang e toda a sua magia elemental à audiência global da Netflix”, disse Melissa Cobb, vice-presidente de conteúdo infantil da Netflix. Além do filme de Shyamalan, o universo de “Avatar: A Lenda de Aang” ainda inspirou uma continuação após o seu final: “A Lenda de Korra”, exibida entre 2012 e 2014, que acompanhava a personagem-título cumprindo seu dever como Avatar, protegendo Republic City das forças do mal.
Plataforma de streaming DC Universe é inaugurada nos Estados Unidos
A aguardada plataforma de streaming DC Universe já existe. Ela foi inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos e representa uma grande novidade no mercado D2C (direto ao consumidor), por reunir num único serviço tudo o que um fã pode querer de uma marca específica. Após anos sendo considerada valiosa pela Warner, a DC Comics finalmente é valorizada pelo conglomerado de mídia com um iniciativa pioneira, que pode até abrir caminho para outros projetos similares de rivais. O acesso por aplicativo oferece de tudo um pouco. Há quadrinhos selecionados do vasto arquivo de 81 anos da editora, acessados por uma interface revolucionária que permite lê-los numa TV de tela grande. Mais séries clássicas de super-heróis que é possível contar, entre elas o Superman de George Reeves, a Mulher-Maravilha de Lynda Carter, os Superamigos dos anos 1970 e os desenhos animados de Batman que originaram a Arlequina nos anos 1990. Filmes icônicos, como os longas de Superman estrelados por Christopher Reeve e o Batman vivido por Michael Keaton. Documentários, telefilmes raros, especiais, curtas animados. Também há um fórum para fãs. Uma enciclopédia digital com tudo o que um fã gostaria de saber sobre seus heróis favoritos. E um shopping de mercadorias relacionadas aos produtos da DC. Ou seja, uma Netflix acoplada ao iTunes com uma extensão no Reddit e sua própria Wikipedia. Mas a cereja ainda não foi colocada sobre o bolo. São as séries exclusivas. A primeira, “Titans”, estreia só no mês que vem. Mas já há outras em diferentes fases de produção, baseadas nos quadrinhos da Patrulha do Destino (Doom Patrol), Monstro do Pântano (Swamp Thing) e Sideral (Stargirl), além de animações da Arlequina (Harley Quinn) e da Justiça Jovem (Young Justice). E muitas outras devem se seguir. De acordo com o presidente da Warner Bros. Digital, Craig Hunegs, a DC Universe vai estrear um novo episódio de série original por semana a partir do próximo mês, e em 2020 aumentará para dois novos episódios por semana. Sim, isto significa que os episódios serão divulgados semanalmente e não pelo método “maratonal” da Netflix. Jim Lee, publisher da DC Comics, já está selecionando novas propriedades para desenvolver como séries, que devem começar a ser produzidas em breve. “Não há escassez de produtores e escritores em Hollywood interessados em fazer séries para nós, porque estamos prometendo a eles uma liberdade criativa real”, disse Craig Hunegs para a revista Variety. “Você vai ver não apenas em ‘Titans’, mas também em ‘Doom Patrol’, em ‘Swamp Thing’, em ‘Stargirl’, uma espécie de vibração criativa que talvez você não veja em programas de TV tradicionais.” Esta liberdade já pôde ser conferida no primeiro trailer divulgado de “Titans”, que chamou atenção e polemizou pela forma como Robin solta um “fod*-se Batman” em alto e bom som. “Essa plataforma nos permite ousar criativamente e fazer o tipo de programação que nunca fizemos antes”, garante Jim Lee. Uma frase que será testada durante a estreia da série do Monstro do Pântano. Tudo por uma assinatura de apenas US$ 7,99 mensais. A Variety aponta que este valor dificilmente dará lucro imediato para a companhia. Mas é significativo que a DC Universe seja a primeira novidade da Warner Media, a empresa resultante da compra da antiga Time Warner pela AT&T. A nova companhia está recebendo grande investimento para produzir ainda mais conteúdo, estratégia que já está sendo notada no aumento de encomendas de séries da HBO. E é bastante claro que tudo isso será direcionado para o streaming. Enquanto a HBO mantém um pé preso no cabo, a DC Universe já nasce 100% wi-fi. E será interessante ver até onde essa experiência chegará. A propósito, as séries da rede CW – “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e “Black Lightning” – não terão episódios disponibilizados pelo serviço. E embora existam planos, vai demorar para a DC Universe chegar em outros países. Por conta disso, a Warner negocia com outros serviços, que já possuem alcance internacional, os direitos de exibição de suas séries no exterior. Tudo indica que “Titans” chegará no Brasil pela Netflix. Resta saber se semanalmente, como “Better Call Saul”, ou apenas após a exibição completa nos Estados Unidos, como acontece com as séries britânicas e canadenses disponibilizadas pela plataforma.
Hilda: Série animada baseada nos quadrinhos de Luke Pearson ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série animada “Hilda”, inspirada nos quadrinhos de Luke Pearson, que são lançados no Brasil pela Companhia das Letras sob o selo Quadrinhos na Cia. A animação mantém um visual muito próximo dos quadrinhos, além do mesmo clima surreal. A trama acompanha a mudança de vida da jovem protagonista, que troca a floresta mística onde vive pela loucura da cidade, onde fará novos amigos, encontrará criaturas mágicas e embarcará em aventuras incríveis. A animação é produzida pela Mercury Filmworks, responsável por “Enrolados: A Série”, do Disney Channel, tem roteiros de Stephanie Simpson (“Arthur”), direção de Andy Coyle (“Atomic Puppet”) e trilha da cantora canadense Grimes. Com 12 episódios, “Hilda” será disponibilizada na Netflix em 21 de setembro.
Nova série animada de She-Ra ganha primeiro teaser
A Dreamworks Animation divulgou o primeiro teaser do novo desenho de “She-Ra”, que reimagina a personagem clássica do mesmo universo de “He-Man”. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, mas também Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.
Rick and Morty vence o Emmy de Melhor Série Animada
A Academia da Televisão dos Estados Unidos entregou na noite de sábado (8/9) a primeira leva dos Creative Arts Emmys, numa cerimônia não televisionada que adianta as categorias técnicas da premiação. E em meio à enxurrada de prêmios, “Rick and Morty” venceu o Emmy de Melhor Série Animada. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série do Adult Swim acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, e já tem impacto na cultura pop, após inspirar um clipe da dupla de rap Run the Jewels. O episódio premiado pelo Emmy foi “Pickle Rick”, onde Rick se transforma em um picles para não ir em uma terapia de família. Ele superou a concorrência de “Big Hero Six” (série baseada em “Operação: Big Hero”), “Bob’s Burgers”, “Os Simpsons” e “South Park”. O Creative Arts Emmys são realizados ao longo de duas noites, sábado e domingo, em Los Angeles. E o evento principal, onde serão revelados os vencedores nas categorias de Melhor Série de Drama e Melhor Série de Comédia, está marcado para o dia 17 de setembro.











