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  • Série

    Criador de Rick & Morty vai fazer nova série animada para a Fox

    17 de junho de 2020 /

    A Fox Entertainment fechou um contrato com Dan Harmon, co-criador de “Rick & Morty”, para desenvolver uma nova série animada para a rede Fox americana. Ainda sem título definido, o projeto será produzido em conjunto por Harmon, a Fox e o estúdio de animação Bento Box Entertainment. Nem o tema foi revelado, mas a parceria foi bastante elogiada pela Fox em comunicado sobre o negócio. “Antes de ingressar na rede, eu era um produtor independente que teve a oportunidade de trabalhar com Dan em um dos meus primeiros projetos. Sua voz singular e convicção de sempre apresentar o inesperado nas histórias que ele conta, me fez perceber imediatamente que ele era um talento especial”, disse o presidente da Fox Entertainment, Michael Thorn. “Como um dos criadores mais prolíficos de hoje – e como a marca de animação da Fox continua a crescer e evoluir, com o apoio e a orientação do [CEO da Fox Entertainment] Charlie Collier – não há melhor parceiro criativo para nós do que Dan Harmon”. O negócio faz parte de um grande impulso em produções de animação adulta que o canal tem priorizando desde que a Disney comprou seus estúdios. Além das três séries que ainda são produzidas pela 20th Century Fox Television, “Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e “Bob’s Burgers”, a Fox estreou recentemente “Bless the Harts” e “Duncanville” e ainda desenvolve “Housebroken” e “The Great North”.

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  • Etc,  Filme

    Mel Winkler (1941 – 2020)

    11 de junho de 2020 /

    O ator Mel Winkler, que apareceu em diversos filmes entre os anos 1970 e 1990 e se destacou como dublador, morreu nesta quinta-feira (11/6), pacificamente em seu sono de causas desconhecidas aos 78 anos. Nascido em St. Louis, Winkler chamou atenção de Hollywood após estrear na Broadway, na montagem de “A Grande Esperança Branca”, em 1968. No ano seguinte, ele virou o Dr. Simon Harris na novela diurna “The Doctors”, da NBC, fazendo sua transição para o cinema em 1972, no clássico “A Máfia Nunca Perdoa”. Ao longo da carreira, ele ainda apareceu nos filmes “A Chance” (1983), com Tom Cruise, “Policial por Acaso” (1986), com Judge Reinhold, “Dominick e Eugene” (1988), com Tom Hulce, Ray Liotta e Jamie Lee Curtis, “Dr. Hollywood: Uma Receita de Amor” (1991), com Michael J. Fox, “O Diabo Veste Azul (1995), com Denzel Washington, “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996), com Al Pacino, e “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), com Cameron Diaz e Ewan McGregor. Também apareceu em episódios de várias séries, incluindo o piloto de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, em 1993, como o inspetor William Henderson, de Metropolis. O papel acabou sendo repetido em “Superman: A Série Animada”, lançando sua carreira como dublador em 1996. Em seguida, ele foi contratado para dar voz a Lucious Fox, famoso personagem dos quadrinhos de Batman, na animação “As Novas Aventuras do Batman”, e Johnny Snowman em “Oswalt”, do Cartoon Network. Seus últimos filmes foram “Coach Carter: Treino para a Vida” (2005), com Samuel L. Jackson, e o drama indie “The Disciple” (2008).

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    Crossing Swords: Nova animação adulta da turma de Frango Robô ganha trailers

    10 de junho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e dois trailers de “Crossing Swords”, nova série de animação adulta da equipe de “Frango Robô” (Robot Chicken), que estreia nesta sexta (12/6) nos EUA. A série acompanha Patrick, um escudeiro da idade média que tenta ser valoroso num reino governado por um rei tirano. Pior ainda, a coragem de Patrick fez dele a ovelha negra da família, e seus irmãos criminosos farão tudo para tornar sua vida um inferno. Nicholas Hoult (o Fera de “X-Men: Fênix Negra”) é o responsável pela voz original do protagonista e o elenco de dubladores ainda inclui Adam Ray (“American Vandal”), Tara Strong (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”), Tony Hale (“Veep”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Alanna Ubach (“Euphoria”), Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Maya Erskine (“PEN15”), Wendi McClendon-Covey (“The Goldbergs”), Breckin Meyer (“Franklin & Bash”), Jameela Jamil (“The Good Place”) e o criador de “Frango Robô”, Seth Green. Com piadas que incluem violência, palavrões e crítica social, a animação em stop-motion é criada e escrita por John Harvatine IV e Tom Root, produtores-roteiristas de “Frango Robô”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada serão disponibilizados na sexta (12/6) nos EUA.

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  • Série

    Warner desarma Hortelino Troca-Letras nos novos desenhos do Pernalonga

    7 de junho de 2020 /

    A nova série “Looney Tunes Cartoons”, que atualiza a Turma do Pernalonga para a era dos streamings, trouxe uma mudança significativa que reflete a atenção da Warner para as campanhas a favor do desarmamento. Lançada com a plataforma HBO Max em 27 de maio, o novo “Looney Tunes” desarma o caçador do “toelho”, Hortelino Troca-Letras (Elmer Fudd, no original), que agora tenta pegar o Pernalonga sem sua tradicional espingarda. A mudança foi feita, de forma crítica, como reação ao aumento da violência armada nos EUA. “Não vamos usar armas de fogo”, admitiu o produtor executivo e showrunner Peter Browngardt ao jornal New York Times. “Mas podemos mostrar a violência típica dos desenhos animados – como TNT, o material da Acme, tudo que faz parte dos desenhos clássicos.” A intenção é manter a nova série fiel ao espírito dos curtas originais da Warner, mas refletindo as sensibilidades modernas. Isso significa que explosões de dinamite, balas de canhões antigos, armadilhas elaboradas, bigornas, cofres e pianos podem ser utilizados contra os personagens. Mas nada de tiros. Segundo o produtor, a mudança não deixa os desenhos menos violentos, mas deixa de promover o uso de armas de fogo. Além de Hortelino, os desenhos do Pernalonga incluem outro personagem que às vezes aparecia armado: o cowboy baixinho e barbudo Eufrazino Puxa-Briga (Yosemite Sam). Ele também teve que pendurar o coldre. “Looney Tunes Cartoons” consiste, ao todo, de 80 episódios de 11 minutos de duração, disponibilizados para assinantes da HBO Max nos EUA.

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    2020 – Japão Submerso: Adaptação animada de sci-fi clássica ganha trailer legendado

    31 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “2020 – Japão Submerso” (Japan Sinks: 2020), série animada que adapta o best-seller homônimo escrito por Sakyo Komatsu em 1973. A trama cataclísmica descreve um futuro (2020!) em que todo o Japão começa a afundar no mar, acompanhando uma família que tenta sobreviver em meio ao caos e a destruição causados por terremotos. A obra é considerada um clássico da sci-fi japonesa e já foi adaptada anteriormente para o cinema, no filme “A Submersão do Japão” (1973), e também ganhou uma série live-action em 2006. Esta é a primeira vez que “2020 – Japão Submerso” obra é transformado em animação. O anime tem produção estúdio Science SARU, responsável por “Devilman Crybaby”, e o diretor é Masaaki Yuasa, justamente do aclamado “Devilman Crybaby”. A estreia em streaming está marcada para 9 de julho.

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    Ataque dos Titãs: Desespero marca o trailer da última temporada da série animada

    31 de maio de 2020 /

    A rede japonesa NHK divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada do cultuado anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). A prévia, em tom desesperado, pode ser conferida abaixo, em japonês sem legendas. Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009, e começou a ser adaptado como série animada em 2013, com direção de Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”). A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que mostra a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para literalmente consumir a humanidade – comer mesmo. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A franquia já ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015, e está na mira dos grandes estúdios de Hollywood. A Warner adquiriu os direitos da adaptação e há dois anos definiu o diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) à frente do projeto. Mas, desde então, ele foi remanejado pelo próprio estúdio para a produção de “The Flash”. Anteriormente feita pela Wit Studio, divisão da IG Animation, a série vai se encerrar com produção do Studio MAPPA, sob a direção de Jun Shishido (“A Princesa e o Piloto”) e Yūichirō Hayash (“Dorohedoro”), mas os últimos episódios ainda não têm previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Crunchyroll com o título em inglês “Attack on Titan”.

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    Josh Gad, voz de Olaf, revela que sua família não aguenta mais o personagem

    29 de maio de 2020 /

    Josh Gad, que dá voz ao boneco de neve Olaf em “Frozen”, contou que sua família já não aguenta mais o personagem. Ao participar do programa britânico de entrevistas “Graham Norton Show”, Gad contou que suas filhas já passaram da fase de gostar do Olaf e agora queriam “que a Moana fosse o pai delas”. Em meio à overdose de Olaf, acentuada pelo lançamento de uma série animada que ele tem dublado em casa, durante a pandemia de covid-19, o ator ainda recebeu um boneco gigantesco do personagem – algo que, segundo ele, não agradou sua esposa. Gad contou que, para evitar um divórcio, precisou “esconder” a estátua no seu escritório. “Quando isso chegou, veio numa arca saída direto de ‘Caçadores da Arca Perdida’”, brincou. Mesmo assim, o ator garante que Olaf “não irá sumir tão cedo assim” já que, como disse para as filhas, é quem paga as escolas e suas queijadinha favoritas. A cada duas semanas, a Disney disponibiliza um curta novo do personagem no YouTube. Veja a entrevista abaixo.

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    Polícia prende suspeito de incendiar estúdio de animação e matar 36 pessoas no Japão

    27 de maio de 2020 /

    A polícia japonesa anunciou nesta quarta-feira (27/5) que prendeu oficialmente o principal suspeito do incêndio criminoso de um estúdio de animação em Kyoto, que causou 36 mortes e deixou cerca 30 feridos no ano passado, incluindo o próprio suspeito, que permaneceu hospitalizado por um longo tempo. “Prendemos Shinji Aoba, 42, por suspeita de ter matado 36 pessoas por incendiar” o Kyoto Animation (Kyoani) em 18 de julho de 2019, disse um porta-voz da polícia. Shinji Aoba foi preso logo após o incêndio, mas, por ter sofrido queimaduras graves, foi hospitalizado e passou várias semanas em coma. Ele ainda está se recuperando, mas a polícia montou um centro médico em uma delegacia para interrogatório, esperando ele despertar para determinar sua prisão, revelou a rede de TV NHK. De acordo com várias testemunhas, o suspeito invadiu o prédio do estúdio, derramou gasolina e lançou fogo, gritando “Você vai morrer”. O motivo do ataque é desconhecido. O que se sabe é que Aoba nunca teve contato com o Kyoto Animation, mas supostamente acusou o estúdio de roubar a ideia de um roteiro que ele estava desenvolvendo. Segundo a imprensa, ele sofre de uma doença mental e, em 2012, cometeu um assalto num supermercado pelo qual foi condenado a mais de três anos de prisão. A tragédia do Kyoani repercutiu no Japão e no exterior, pois o estúdio tinha muitos funcionários jovens, especialmente mulheres. Esses profissionais carregavam “a indústria de animação japonesa nos ombros …”, disse o presidente da empresa, Hideaki Hatta, após o ataque. O estúdio de três andares era um dos mais tradicionais da animação japonesa. Foi criado em 1981 e produz animações de cinema e televisão. Entre suas produções, estão o clássico “Robotech”, “A Voz do Silêncio”, “Full Metal Panic”, “K-On”, “Violet Evergarden”, “Clannad” e “A Melancolia de Haruhi Suzumiya”. Depois do atentado com dezenas de mortos, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, classificou o crime como “assombroso demais para as palavras”.

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    Disney lança primeiro curta LGBTQIA+ da Pixar

    23 de maio de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) lançou na sexta-feira (22/5) seu primeiro desenho animado com protagonista LGBTQIA+. Trata-se de um curta da Pixar que apresenta um personagem abertamente gay. Intitulado “Out”, o desenho conta a história de Greg, um jovem que decidiu morar com o namorado Manuel, mas tem dificuldades para contar a verdade sobre sua identidade sexual para a família. Ele é surpreendido quando os pais chegam para ajudá-lo na mudança. E, vendo sua agonia, o cachorrinho de Greg tenta ajudá-lo a esconder seu segredo. O detalhe é que há mágica e transferência de corpos envolvida na situação – ao estilo do filme “Soltando os Cachorros” (2006). Dirigido por Steven Hunter, “Out” faz parte da série “Pixar SparkShorts”, uma coleção de curtas da Pixar, que nos episódios anteriores revelaram “Purl”, “Kitbull”, “Smash and Grab”, “Float”, “Wind” e “Loop”. Embora demore os fãs brasileiros ainda não tenham acesso à Disney+ (Disney Plus), a plataforma tem planos de expandir sua cobertura para a América Latina no final de 2020. Veja abaixo o trailer e o pôster de “Out”. The latest heartwarming tale from @Pixar’s #SparkShorts. Start streaming Out tomorrow on #DisneyPlus. pic.twitter.com/gRvBEdK1Iw — Disney+ (Disney Plus) (@disneyplus) May 21, 2020

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    Tuca & Bertie: Adult Swim salva série cancelada pela Netflix

    23 de maio de 2020 /

    O Adult Swim, versão do Cartoon Network para adultos, resgatou a série animada “Tuca & Bertie”, cancelada pela Netflix após uma temporada, no ano passado. Considerada uma das melhores animações dos últimos, a atração vai ganhar uma 2ª temporada em novo endereço, a ser lançada em 2021. A animação criada por Lisa Hanawalt e produzida pela equipe do sucesso “BoJack Horsemen” contava a história de duas amigas passarinhas em suas aventuras e crises comuns às fêmeas de qualquer espécie, com dublagem original das comediantes Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e Ali Wong (“American Housewife”). O cancelamento foi muito lamentado pela crítica e até gerou alguns editoriais em publicações importantes, como a revista Variety. A série tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e seu final abrupto, após apenas 10 episódios, foi considerado “uma perda desapontadora”. Fãs também reclamaram ativamente nas redes sociais com a hashtag #SaveTucaAndBertie. Demorou dez meses – a série foi cancelada em julho – , mas o Adult Swim salvou “Tuca & Bertie”. A ironia dessa história é que a Netflix é capaz de exibir a 2ª temporada, já que também disponibiliza outras séries do Adult Swim, como “Rick & Morty”. “Sou fã das animações do Adult Swim desde que era adolescente, então estou muito animada para levar minhas aves amadas pra festa e me tornar uma nova voz numa nova década de animação adulta absurda, irreverente e emocionante”, afirmou Lisa Hanawalt, em comunicado. Lembram quando era a Netflix que salvava séries canceladas?

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    Nova She-Ra tem final épico LGBTQIA+

    16 de maio de 2020 /

    O beijo animado entre Arlequina e Hera Venenosa não foi o único motivo da parada virtual de orgulho LGBTQIA+ que aconteceu na sexta-feira (16/5) nas redes sociais. Quem chegou ao final da maratona da 5ª e última temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder” também se deparou com um beijo lésbico épico no episódio de encerramento da atração. É spoiler, mas não é realmente spoiler, pois os fãs já imaginavam o final feliz. Muitos, porém, tinham dúvidas se a produção conseguiria materializá-lo, devido à pressão conservadora que a série sofreu desde seu lançamento. Mas aconteceu. A heroína dos anos 1980 assumiu sua inclinação sexual com um beijão. A princesa Adora ficou com Catra, vilã da série. Aplaudida por muitos fãs, a cena aconteceu enquanto ambas salvavam o mundo. E basicamente transformou a rivalidade entre as duas numa grande tensão sexual não resolvida – ou melhor, enfim solucionada. O fim da história atesta que a nova versão da animação clássica era mesmo queer, trazendo desde seu início muita diversidade e representatividade LGBTQIA+ em seus episódios. Vale lembrar que os pais do personagem Bow eram um casal gay, e as princesas Netossa e Spinnerela eram casadas e se beijaram algumas vezes na série. A presença de personagens LGBTQs em produções infantis costuma vir sempre acompanhada de polêmica, mas, nos últimos anos, séries como “Steven Universo” e “The Loud House” têm ajudado a quebrar esse tabu. Abertamente lésbica, a criadora da nova versão de “She-Ra”, Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), enfrentou o conservadorismo desde que as primeiras imagens do remake foram divulgadas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, que além de ganhar aparência de anime deixou de ser sexualizada, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta – o que refletia o fato de ser uma adolescente. A produtora DreamWorks Animation ficou do lado da criadora, assim como a Netflix, que exibiu a série completa. Sem He-Man, mas com um monte de princesas aliadas, a nova She-Ra foi lançada como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. E, quem diria, o texto da sinopse não era propaganda enganosa. OFFICIALLY WLW WINNING DAY! ❤🏳️‍🌈 #catradora #HarlIvy #SheRa #HarleyQuinn #spoilers #thegayskeepwinning pic.twitter.com/uu8KtHUFhj — Wolf Jilly Jill 🍍🏳️‍🌈🐺 (@thelonewolf28) May 15, 2020 Veja abaixo o final da série.

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    Olaf canta nova música dos compositores de Frozen sobre isolamento social

    14 de maio de 2020 /

    A Disney disponibilizou um novo episódio da série de curtas baseados no boneco de neve Olaf, da franquia “Frozen”, lançada no YouTube para entreter as crianças durante o período de isolamento social. Se nos episódios anteriores Olaf aparecia geralmente sozinho, tentando se divertir de novas maneiras, desta vez ele busca consolar as crianças com uma canção sobre como a solidão pode ser superada pelo afeto. O vídeo contém cenas de várias animações clássicas, em que os personagens famosos da Disney acompanham a melodia entoada por Josh Gad. O intérprete de Olaf gravou sua voz em sua própria casa. “Quem liga para onde estamos? Estou aqui e você está aí, mas estou contigo e me importo com você”, diz um trecho da música, batizada de “I’m with You” e composta pelos autores dos sucessos de “Frozen”, o casal Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez. Nas redes sociais, a Disney ainda acrescentou um comentário: “Onde você estiver, aqui vai uma mensagem especial do Olaf, diretamente de casa, para o seu lar”. A série do boneco de gelo se chama “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal), mas ganhou o título de “Divirta-se com Olaf” no Brasil. Os episódios estão sendo produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele também trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Veja aqui outros capítulos disponibilizados anteriormente.

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    Bob’s Burgers é renovada para 11ª temporada

    12 de maio de 2020 /

    A Fox oficializou a renovação da série animada “Bob’s Burgers” para sua 11ª temporada. Assim, a atração se mantém entre os desenhos mais tradicionais do canal, “Os Simpsons” e “Uma Família da Pesada” (Family Guy). Apear da formalização ter acontecido apenas na segunda (11/5), os produtores já estavam trabalhando em episódios da próxima temporada, que será lançada no outono norte-americano (entre setembro e novembro). Duas vezes vencedora do Emmy de Melhor Série Animada, “Bob’s Burgers” é exibida pela rede Fox desde 2011 e acompanha Bob Belcher, sua esposa e três filhos na missão de manter um restaurante e os membros da família unidos. A série é uma criação de Loren Bouchard (“Dr. Katz”) e deve ganhar um longa animado em breve.

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