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    “O Massacre da Serra Elétrica” volta aos cinemas em cópias 4k

    1 de fevereiro de 2023 /

    “O Massacre da Serra Elétrica”, um dos mais icônicos filmes de terror da história vai voltar aos cinemas. O clássico dirigido por Tobe Hooper em 1974 será relançado no Brasil em uma cópia 4k restaurada em 16 de fevereiro, voltando a aterrorizar o público com os canibais da família Sawyer. A produção, que se tornou uma referência do terror e é considerada uma das maiores obras da década de 1970, acompanha cinco jovens que acabam se perdendo numa estrada secundário do Texas e vão parar numa fazenda decrépita, onde se deparam com uma família de canibais e o terrível Leatherface. Integrante mais assustador da família Sawyer, ele perseguia os jovens com sua motosserra, brandida de forma perigosa até para a própria segurança de seu intérprete. Em busca de realismo, Tobe Hooper filmou até sangue real, quando a atriz Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, o Letherface, queria ser poeta, mas foi fazer o teste para o papel porque o filme estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara – criada a partir de retalhos de outras faces humanas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra, furioso numa estrada, é das mais icônicas da história do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos de Marilyn Burns, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado, justamente, em 1999! A cópia 4k restaurada permite que os espectadores experimentem ainda mais a intensidade da trama e a habilidade do diretor em criar tensão e suspense. Além disso, as imagens mais claras e nítidas tendem a tornar a experiência ainda mais impactante.

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  • Série

    Fadas atacam no trailer do final de “Carnival Row”

    10 de janeiro de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o trailer da 2ª e última temporada da série “Carnival Row”, que mostra um conflito definitivo entre humanos e criaturas de contos de fadas. Com muitos efeitos visuais, as cenas destacam os ataques das fadas voadoras, como a personagem vivida por Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A trama se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas mágicas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Orlando Bloom (“Piratas do Caribe”) interpreta um ex-detetive humano que se apaixona pela fada vivida por Delevingne e passa a viver entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). O elenco ainda conta com os atores Simon McBurney (“Invocação do Mal 2”), Arty Froushan (“A Casa do Dragão”), Jay Ali (“Demolidor”), David Gyasi (“Interestelar”) e Tamzin Merchant (“Salem”), entre outros. Os novos capítulos serão exibidos cerca de três anos e meio depois da estreia da atração em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A estreia vai acontecer em 17 de fevereiro.

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  • Filme

    Keira Knightley caça serial killer em primeira foto de suspense baseado em caso real

    4 de janeiro de 2023 /

    O 20th Century Studios divulgou a primeira foto do suspense “Boston Strangler”, que destaca a atriz Keira Knightley (“Colette”) no papel principal. A trama acompanha a caça ao serial killer conhecido como “o estrangulador de Boston”, um dos mais famosos psicopatas assassinos dos EUA. O longa tem roteiro e direção de Matt Ruskin (“Conexão Escobar”) e vai recriar os ataques de Albert DeSalvo, que levou terror a Boston no começo dos anos 1960. Knightley interpreta Loretta McLaughlin, a repórter que batizou o “estrangulador de Boston” e ajudou a identificá-lo ao conectar os assassinatos em série. Ela e a colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo da época para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, antes mesmo de seus crimes serem devidamente identificados, trabalhando incansavelmente para manter as mulheres informadas. A reportagem investigativa revelou que a maioria das 13 vítimas do serial killer foram abusadas sexualmente em seus apartamentos e depois estranguladas com artigos de vestuário. Sem qualquer sinal de entrada forçada em suas casas, as mulheres provavelmente conheciam seu assassino, ou seja, elas permitiram que ele entrasse em suas casas. McLaughlin seguiu a história com grande risco pessoal e descobriu uma cortina de corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do estrangulador, que só foi confirmada em 2013 com testes de DNA. A história de DeSalvo já foi levada aos cinemas várias vezes. O primeiro filme foi lançado em 1964, quando o caso ainda era recente, e o mais famoso chegou quatro anos depois, com o astro Tony Curtis (pai da atriz Jamie Lee Curtis) no papel do serial killer. No Brasil, o filme estrelado por Curtis (que originalmente se chamava “The Boston Strangler”) foi lançado com o título de “O Homem que Odiava as Mulheres”. O novo filme tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e da atriz Margot Robbie, por meio de suas empresas Scott Free Productions e LuckyChap Entertainment. O elenco também inclui Alessandro Nivola (“Amsterdã”), David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”), Morgan Spector (“Homeland”), Bill Camp (“Coringa”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”), e o lançamento vai acontecer em 17 de março nas plataformas Hulu nos EUA e Star+ no Brasil.

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  • Série

    Amazon anuncia data do 2º e último ano de “Carnival Row”

    8 de novembro de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o teaser da 2ª temporada da série “Carnival Row”, que destaca os personagens vividos por Orlando Bloom e Cara Delevingne. A prévia anuncia a estreia para 17 de fevereiro e também que novos episódios serão os últimos. A série vai voltar cerca de três anos e meio depois da exibição de sua estreia em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A série se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas dos contos de fadas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Bloom interpreta um detetive humano, enquanto Delevingne é uma fada que reside entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). Curiosamente, “Carnival Row” foi concebido como um filme, que deveria ter sido dirigido por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”). O roteiro original de Travis Beacham chegou a figurar na Black List de 2015, mas Del Toro não conseguiu financiamento para rodar o longa. Echevarria fez a adaptação para o novo formato e contou com outro cineasta, Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”), na direção do piloto. O elenco também conta com os atores Jared Harris (“Chernobyl”), Indira Varma (“Game of Thrones”), David Gyasi (“Interestelar”), Karla Crome (“Misfits”) e Tamzin Merchant (“Salem”).

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    O Paciente: Steve Carell é terapeuta de serial killer em trailer de suspense

    6 de novembro de 2022 /

    A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer nacionais de “O Paciente” (The Patient), série de suspense que traz Steve Carell (“The Office”) como um psicanalista numa situação de pesadelo: atendendo um serial killer, vivido por Domhnall Gleeson (“Ex Machina”). A trama encontra o personagem de Carrell num momento da carreira em que ele se vê perdido pessoalmente, determinado a retornar para a terapia justamente para ajudar outras pessoas. Entretanto, não esperava ser sequestrado e aprisionado para tratar seu paciente mais complicado, um homem que, durante a sessão, revela ter compulsão para matar pessoas. “O Paciente” foi criada por Joseph Weisberg e Joel Fields, respectivamente criador e showrunner de “The Americans”, e seu elenco ainda conta com Linda Emond (“Casamento de Verdade”), David Alan Grier (“Meu Pai e Outros Vexames”), Laura Niemi (“Pânico na Cabana”), Andrew Leeds (“Cristela”), Alex Rich (“GLOW”) e Amy Handelman (“You’ll be Fine”). Lançada em agosto passado nos EUA, na plataforma Hulu, a chega vai chegar no Brasil apenas em 21 de dezembro.

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  • Série

    Equipe de “Criminal Minds” enfrenta rede de serial killers no trailer da volta da série

    5 de novembro de 2022 /

    A Paramount+ divulgou o pôster e o trailer de “Criminal Minds: Evolution”, que resgata a longeva franquia “Criminal Minds” para o público do streaming. Bastante tensa, a prévia apresenta o desafio mortal que o grupo de investigadores terá que enfrentar em seu retorno: uma rede mortal de serial killers. Criada por Jeff Davis, “Criminal Minds” foi originalmente um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. A atração acompanha um esquadrão de elite do FBI, que estudava as maiores mentes criminosas, antecipando seus próximos passos, antes que eles atacassem novamente. Mas se na TV aberta a série seguia o formato procedimental de um crime por capítulo, a nova versão da Paramount+ será serializada, com a equipe da BAU (Unidade de Análise Comportamental, na sigla em inglês) trabalhando em um único caso ao longo da temporada – que terá 10 episódios, em vez dos 22 tradicionais da CBS. Os episódios contarão com os retornos de Joe Mantegna (David), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Penelope), Aisha Tyler (Tara), Adam Rodriguez (Luke) e Paget Brewster (Emily). Mas Matthew Gray Gubler e Daniel Henney decidiram não reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente. Além dos “mocinhos”, a produção ainda trará Zach Gilford (“Missa da Meia-Noite”) como principal antagonista, que, conforme sugere seu destaque no pôster da atração, deverá ser um serial killer com maior importância que todos os vilões anteriores da série. “Criminal Minds: Evolution” vai estrear em 24 de novembro nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Insatisfação com “Halloween – Ressurreição” fez Jamie Lee Curtis voltar à franquia

    10 de outubro de 2022 /

    A atriz Jamie Lee Curtis revelou ter aceitado voltar à franquia “Halloween” porque estava insatisfeita com o final dado à personagem Laurie Strode nos filmes anteriores. A revelação foi feita pela própria atriz, durante a Comic Con de Nova York. Na ocasião, Curtis lembrou que ela já tinha retornado à franquia no filme “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), que tinha o propósito de dar um fim à saga de Laurie Strode e Michael Meyers. Entretanto, na ocasião, os produtores não queriam que o filme terminasse com a morte do assassino. “Agora, isto foi dito com o trem em movimento, quero dizer, quando estávamos prontos para filmar”, contou ela. “Eu bati o pé: ‘Não vou fazer isso, não vou provocar o público novamente'”. Assim, “Halloween H20: Vinte Anos Depois” terminou com Laurie decapitando Michael, numa cena que deveria ter encerrado a franquia. Mas os roteiristas deixaram uma porta aberta e, quatro anos depois, “Halloween – Ressurreição” mostrou outra versão do desfecho. A explicação dada foi a de que Meyers havia trocado de roupa com um paramédico, e que a pessoa que Strode decapitou era, na verdade, um homem inocente. Curtis falou que não se importou com a mudança, desde que aquilo significasse a sua despedida da franquia. Mas estipulou uma condição para aceitar esta possibilidade. “Eu disse: ‘OK, se vocês vão fazer isso, e parece que terminou para Laurie, e meu público sente que acabou, então eu farei. Mas vocês terão que me pagar muito dinheiro no próximo filme e me matar nos primeiros dez minutos do filme, porque então ficará claro que eu [na verdade, Laurie] matei um homem inocente e não poderia viver com isso.” “Halloween – Ressurreição” mostrou Michael Meyers finalmente matando Laurie Strode logo no início do filme, numa cena de deveria marcar o fim da participação de Curtis na franquia. Mas tudo mudou quando ela recebeu o roteiro do reboot, “Halloween” (2018), co-escrito pelo cineasta David Gordon Green. “Ele me enviou um roteiro [que desconsiderava os filmes anteriores] e disse que ela passou 40 anos se escondendo atrás de arame farpado, emocionais e físicos”, explicou Curtis. “Às custas de sua filha e neta, porque ela sabe que Michael Meyers está voltando. E era esse filme incrível sobre Laurie e seu trauma.” A conexão do novo filme com os tempos atuais também foi um fator determinante para que ela aceitasse retornar. “Era esse lindo filme sobre uma mulher assumindo o controle de sua vida e coincidiu com as mulheres ao redor do mundo se levantando e assumindo o controle de suas vidas e dizendo ‘Me Too’, ‘Me Too’, ‘Time’s’ Up’ e ‘Me Too.'” Agora, Curtis está empolgada em compartilhar com o público o verdadeiro final da sua personagem, que será revelado em “Halloween Ends”, último capítulo da trilogia iniciada em 2018. Numa entrevista anterior, concedida à revista Total Film, ela falou um pouco sobre o que o público pode esperar desse novo filme. “Quando encontramos Laurie Strode, ela já conseguiu ajuda”, contou. “Ajuda para processar o nível de violência que foi perpetrado contra ela e sua família. Ela fez o trabalho. E há um momento no início do filme em que você realmente conhece Laurie – não vou dizer que ela é tão inocente quanto era aos 17 anos – mas há uma camada de esperança sobre ela. Esse é um belo lugar para começar um final realmente trágico e incrivelmente violento”, completou. A trama do novo filme vai se passar quatro anos após os eventos mostrados em “Halloween Kills” (2021). Agora, Laurie está morando com sua neta, Allyson (Andi Matichak) e terminando de escrever suas memórias. Laurie decidiu se libertar do medo e da raiva e abraçar sua vida. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um menino que ele estava cuidando, isso desencadeia uma cascata de violência e terror que forçará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar. Além de Curtis, a nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro tem estreia marcada para quinta-feira (13/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Trailer e vídeo de bastidores marcam final da franquia “Halloween”

    27 de setembro de 2022 /

    A Universal divulgou o trailer e um vídeo de bastidores de “Halloween Ends”, filme anunciado como encerramento da longeva saga de terror. Por isso, as prévias são centradas na última luta entre o serial killer Michael Myers e a final girl Laurie Strode (Jamie Lee Curtis). Desde que os dois se enfrentaram pela primeira vez em 1978, eles já tiveram três finais anunciados como definitivos – o primeiro foi a continuação direta, “Halloween II”, de 1980, seguido por “Halloween H20: Vinte Anos Depois” em 1998 e, por fim, “Halloween: Ressurreição” em 2002, o filme em que Laurie morre. Todos foram ignorados pela nova trilogia, inaugurada em 2018 como uma sequência direta do longa original de John Carpenter. O papel de Laurie deu à Jamie Lee Curtis, filha de Tony Curtis (“Quanto Mais Quente Melhor”) e Janet Leigh (“Psicose”), a fama de maior “scream queen” (rainha do grito) e mais popular “final girl” (última garota sobrevivente) de todos os tempos. Ela reconhece o impacto causado pelo filme em sua carreira num dos vídeos recém-disponibilizados, emocionando-se com a despedida do papel. Além dela, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada do psicopata Michael Myers, também retornou na nova trilogia, como homenagem em alguns closes. Uma vez que ele é septuagenário, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney). A nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Uma delas foi despachada pelo bicho papão da franquia no longa anterior. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro – ou apenas o final da trilogia – tem estreia marcada para 13 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e 18 antes do Halloween.

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  • Série

    Irmã de vítima de Jeffrey Dahmer reclama da série Netflix: “Apenas ganância”

    26 de setembro de 2022 /

    Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, uma das vítimas de Jeffrey Dahmer, está indignada com a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, na Netflix. Ela falou que nunca foi contatada pelos realizadores. “Eu sinto que a Netflix deveria ter perguntado se nos importaríamos ou como iríamos nos sentir. Não me perguntaram nada. Eles apenas fizeram aquilo”, ela disse ao site Insider. Isbell explicou que não precisaria de nenhuma compensação financeira pelo uso do seu nome na série, mas reconheceu que “é triste que eles estão apenas ganhando dinheiro com essa tragédia. Isso é apenas ganância.” Com sentimento dividido sobre a série, ela aponta que a produção “traz à tona sentimentos antigos e isso doeu, mas também me beneficia”, disse ela. “Eu me beneficio porque hoje posso lidar com isso de maneira diferente do que fiz no passado. Eu posso falar sobre isso sem tanta raiva.” Os produtores a transformaram numa dos personagens da série, interpretada pela atriz DaShawn Barnes (“Bosch”), e reproduziram seu pronunciamento durante o julgamento do assassino. Na ocasião, ela quis falar sobre como a morte do seu irmão havia afetado a sua família. Mas “quando cheguei na frente dele foi um jogo totalmente novo. Eu reconheci o mal. Eu estava cara a cara com o puro mal”, explicou. “Eu não tinha escrito nada”, contou Isbell sobre seu testemunho. “Se eu tivesse, eu teria rasgado de qualquer maneira. Não teria sido lido. Aquela foi a minha primeira vez na frente dele. O que quer que eu pensei que ia dizer, isso não aconteceu. Tudo acabou saindo naquele momento.” Ela explicou o que a motivou. “A razão pela qual eu disse o que disse durante aquela declaração foi porque, durante o julgamento, eles o retratavam como alguém tão fora de controle que não conseguia se conter”, disse ela. “Mas você tem que estar no controle para fazer as coisas que ele estava fazendo. Você tem que estar muito no controle. Então é por isso que eu disse: ‘Deixe-me mostrar o que é fora de controle. Isso é alguém fora de controle.’ Eu estava fora do corpo. Eu não era eu naquele momento.” Em seu desabafo, ela comentou que só assistiu aos episódios em que a sua “versão ficcional” aparece. “Não assisti a série inteira. Eu não preciso assistir. Eu vivi aquilo. Eu sei exatamente o que aconteceu.” Ao contrário de Rita, seu primo Eric Isbell foi mais contundente nas suas críticas à atração. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (“Glee”), “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie estreou na quarta-feira (21/9) na Netflix. Netflix Jeffrey Dahmer’s victim’s sister and the real Rita in 1992 #jeffreydahmer #serialkillers #truecrime #truecrimecommunity pic.twitter.com/t8fZe1S2oT — Carol DaRonch (@CarolDaRonch) September 21, 2022

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  • Divulgação/Netflix
    Série

    Parente de vítima do canibal Jeffrey Dahmer está furioso com série da Netflix

    23 de setembro de 2022 /

    O parente de uma vítima do serial killer Jeffrey Dahmer está furioso com a estreia da série “Dahmer: Um Canibal Americano” na Netflix. Eric Isbell, primo de Errol Lindsey, que foi morto pelo assassino aos 19 anos, usou as redes sociais para condenar a produção e explicar como a família se sentiu diante da recriação de fatos traumáticos. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. “Voltou a nos traumatizar repetidamente, e para quê? De quantos filmes/séries/documentários precisamos?”, ele seguiu, incluindo um vídeo que compara uma cena da série com o julgamento real de Dahmer, ocorrido em 1992. A cena em questão destaca a intérprete da irmã de Errol, Rita Isbell, e é muito semelhante ao depoimento verdadeiro. “Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal diante do homem que torturou e assassinou o irmão dela é insano. INSANO”, escreveu sobre a cena. Ele também explicou que a produção não notificou sua família de que ela seria retratada na série. “Eles não notificam as famílias quando fazem isso. É tudo registro público, então não precisam notificar (ou pagar!) ninguém. Minha família descobriu [que ia aparecer na série] junto com todo mundo”. Eric continuou suas críticas no Instagram e ressaltou que “não, minha família não está feliz”. “Descanse em paz, meu primo Errol Lindsey, e todas as outras vítimas”, concluiu. Além do garoto de 19 anos, Jeffrey Dahmer matou outros 16 homens. O serial killer seduzia ou oferecia dinheiro às vítimas, que eram drogadas, estupradas, assassinadas e devoradas. A história também chama atenção porque ele dissecava os corpos, comia órgãos, guardava ossos e praticava necrofilia com as pessoas que escolhia matar. Condenado à prisão perpétua, Dahmer morreu espancado por outro detento em 1994. Na minissérie produzida por Ryan Murphy (“American Horror Story”), o psicopata é vivido por Evan Peters (também de “American Horror Story”) e o elenco ainda destaca Niecy Nash (“Claws”), Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). “Dahmer: Um Canibal Americano” foi disponibilizada na quarta (21/9) na Netflix. Like recreating my cousin having an emotional breakdown in court in the face of the man who tortured and murdered her brother is WILD. WIIIIIILD. — eric. (@ericthulhu) September 22, 2022

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  • Série

    Volta de “Criminal Minds” mostrará o que serial killers fizeram na pandemia

    21 de setembro de 2022 /

    O revival de “Criminal Minds”, intitulado “Criminal Minds: Evolution” vai mostrar o que os serial killers fizeram durante a quarentena da pandemia. A revelação foi feita pela showrunner Erica Messer, durante evento da Paramount+ nesta quarta (21/9) para divulgar a atração. “Eu não consegui evitar de me perguntar: o que serial killers estão fazendo agora? Estariam usando esse tempo para estudar os clássicos?”, ela comentou. “Quando me ligaram propondo esta nova série, disse que topava, e que já tinha uma história. A minha cabeça sempre vai para o pior cenário possível, então imaginei o que aconteceria se serial killers usassem esse tempo da pandemia para se comunicarem entre si”, completou. Além de um novo título, a “evolução” para o streaming trará mudanças de formato para as investigações. Criada por Jeff Davis, “Criminal Minds” foi originalmente um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. A atração acompanha um esquadrão de elite do FBI, que estuda as maiores mentes criminosas, antecipando seus próximos passos, antes que eles ataquem novamente. Mas se na TV aberta a série seguia o formato procedimental de um crime por capítulo, a nova versão da Paramount+ será serializada, com a equipe da BAU (Unidade de Análise Comportamental, na sigla em inglês) trabalhando em um único caso ao longo da temporada – que terá 10 episódios, em vez dos 22 tradicionais da CBS. Fora isso, Messer diz que não há maiores mudanças. “Não temos muito mais violência, eu acho, mas certamente temos alguns palavrões… Algumas pessoas podem considerar isso inapropriado, mas eu acho mais do que natural para um ambiente como este, e a pressão sob a qual os personagens estão o tempo todo”. A série contará com os retornos de Joe Mantegna (David), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Penelope), Aisha Tyler (Tara), Adam Rodriguez (Luke) e Paget Brewster (Emily). Mas Matthew Gray Gubler e Daniel Henney decidiram não reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente. Só que, segundo Messer, eles ainda serão citados na série. “Certamente não serão esquecidos. Suas mesas ainda estão lá, ainda têm coisas nelas”, brincou Messer. “Nós definitivamente estamos integrando isso. Eles não se foram.” Além dos “mocinhos”, a produção ainda trará Zach Gilford (“Missa da Meia-Noite”) como principal antagonista, que, conforme sugere o tema da temporada, deverá ser um serial killer com maior destaque que costumavam receber anteriormente os vilões da série. “Criminal Minds: Evolution” fará sua estreia, com a exibição dos dois primeiros episódios, em 24 de novembro pela Paramount+. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente às quintas-feiras.

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    Série

    Trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano” culpa racismo por mortes do serial killer

    20 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. A prévia reforça o papel do racismo como componente primordial para a impunidade do assassino por décadas. Baseada na história real do psicopata, a série vai mostrar como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Vale lembrar que Murphy também mostrou em “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story” que um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Além de Evan Peters, o elenco de “Dahmer” conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.

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    Série

    Evan Peters arrepia no trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”

    16 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer arrepiante de “Dahmer: Um Canibal Americano”, minissérie em que Evan Peters (“American Horror Story”) incorpora o serial killer canibal Jeffrey Dahmer. O ator impressiona na prévia, mostrando a frieza e calma do famoso assassino, enquanto planeja suas carnificinas e serve um sanduíche de gente para sua vizinha. Baseada na história real do psicopata, a série vai narrar a vida de Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, que assassinou e esquartejou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991. A crueldade e sadismo dos seus assassinatos, somado ao fato de praticar necrofilia e canibalismo, chocou a polícia, o público e a mídia, e lhe rendeu o apelido de Canibal de Milwaukee. O mais impressionante é que ele escapou várias vezes de ser capturado em flagrante por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Por sinal, essa questão é apresentada em destaque no trailer. A minissérie foi co-criada por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”) e seu velho parceiro Ian Brennan – os dois conceberam juntos “Glee”, “Screem Queens”, “Hollywood” e “The Politician”, as duas últimas na Netflix. Além de Evan Peters, o elenco conta com Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”). Com direção de Paris Barclay (“Sons of Anarchy”), Carl Franklin (“Mindhunter”) e Janet Mock (“Pose”), os episódios estreiam em 21 de setembro.

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