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    Filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz aos 8 anos

    31 de agosto de 2020 /

    A filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz no próximo filme da diretora Laís Bodansky (“Como Nossos Pais”). A pequena Sofia Marques, de oito anos, foi escalada no filme “Pedro”, que será protagonizado por seu pai. Em entrevista para a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Grazi disse que a decisão de deixá-la participar do filme foi muito tranquila. “Sofia é uma menina, ela atua brincando. Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo, criando histórias e personagens”. O Pedro do título da produção é Dom Pedro I. Atualmente em fase de pós-produção, o filme é centrado na volta do ex-imperador do Brasil a Portugal, após ser destronado por um golpe parlamentar. Durante a travessia, ele reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo para não ser apedrejado pela população, em 1831. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, tem 40% das cenas rodadas em Portugal e na Ilha dos Açores. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, seu marido e parceiro profissional Luiz Bolognesi e Chico Matoso.

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    Kate Winslet e Saorsie Ronan combinaram entre si cenas de sexo de Ammonite

    27 de agosto de 2020 /

    A atriz Kate Winslet revelou que se entendeu pessoalmente com Saoirse Ronan para filmar, sem ajuda ou orientações do diretor, as cenas de sexo lésbico do filme “Ammonite”, que terá sua première mundial em setembro no Festival de Toronto. Combinar como fariam sexo foi uma forma que as duas encontraram para se manter seguras e trabalhar sem maiores interferências durante as filmagens. Elas interpretam, respectivamente, a paleontóloga Mary Anning e a geóloga Charlotte Murchison no longa do diretor Francis Lee (“O Reino de Deus”), que imagina um envolvimento romântico entre as duas celebradas cientistas britânicas. Celebradas atualmente, claro, porque na época, como todas as mulheres do século 19, à exceção da Rainha Vitória, eram menosprezadas pela comunidade científica masculina. As cenas de amor entre as duas têm sido descritas como quentes. Segundo a revista The Hollywood Reporter, que entrevistou as atrizes, as filmagens seriam capazes de fazer “Carol” parecer uma obra pudica. Um desses enlaces, em especial, teria teor quase explícito. “Saoirse e eu coreografamos a cena nós mesmas”, explicou a atriz, sobre a sequência mais sexual. “Acho que Saoirse e eu nos sentimos realmente seguras. Francis estava naturalmente muito nervoso. E eu apenas disse pra ele: ‘Ouça, nos vamos nos resolver’. E assim fizemos. ‘Vamos começar aqui. Faremos isso com os beijos, peitos, você vai lá embaixo, aí você faz isso, aí você sobe aqui’. Quer dizer, marcamos as batidas da cena para que fôssemos ancoradas em algo que apoiasse a narrativa. Eu me senti mais orgulhosa do que jamais senti ao fazer uma cena de amor. E me senti, de longe, a menos constrangida”, acrescentou. Já Ronan diz que as “performances são incrivelmente humanas”. As duas se conheciam apenas superficialmente antes de “Ammonite”. “Obviamente, ela é incrivelmente talentosa, mas também é alguém com quem você sente que pode se identificar, e acho que isso diz muito sobre o tipo de pessoa que ela é”, contou a atriz ao THR. Winslet acrescentou que não se preocupou com a possibilidade de ter seu corpo comparado ao de Ronan. “Tenho quase 45 anos e Saoirse tem quase metade da minha idade. É ter a oportunidade de ser meu verdadeiro eu com 40 e poucos, pós-filhos, sabe? As mulheres não têm realmente coragem de fazer isso”, considerou. Ela, inclusive, deixou se acabar um pouquinho para as filmagens, fazendo o oposto do que normalmente faria, especialmente considerando a necessidade de aparecer nua. “É assim que sou agora, e não é o corpo que eu tinha há 20 anos. E também trabalhei para manter esse tipo de peso para Mary. Há uma coragem nela, há um peso para ela. Mudei um pouco meu exercício. Eu me certifiquei de não perder peso – o que eu faço muito, na verdade, em filmes. Eu odeio falar sobre peso, mas só digo no contexto de ter sido um esforço consciente da minha parte, para realmente ter certeza de que não mudei para ficar nua. Eu fiz o oposto”, completou. Fãs de Kate Winslet devem lembrar que ela começou sua filmografia num drama sobre relacionamento lésbico, “Almas Gêmeas”. Lançado em 1994, quando a atriz tinha 19 anos, o filme foi assinado por um cineasta ainda em começo de carreira, um certo Peter Jackson (ele mesmo, da trilogia “Senhor dos Anéis”), e se tornou cultuadíssimo. O burburinho sobre sua volta à temática LGBTQIA+ vem crescendo desde que “Ammonite” foi selecionado para debutar no Festival de Cannes, que infelizmente foi cancelado devido à pandemia de covid-19. Até o momento, apenas os programadores de festivais viram a produção, tecendo muitos elogios. O trailer foi divulgado na terça (26/8) sem qualquer cena imprópria, mas muitos olhares, toques e suspiros. A trama se passa em 1840 e começa quando um geólogo aristocrata, preocupado com a melancolia de sua jovem esposa, pede para a já famosa, mas não reconhecida paleontóloga, ocupá-la com trabalho. Relutante, a paupérrima Mary Anning aceita Charlotte Murchison como assistente, e entre a coleta de fósseis à beira-mar e os passeios na praia, aos poucos as duas deixam de lado as diferenças sociais para aprofundar laços, até despertarem uma paixão. Embora as duas mulheres realmente tenham passado uma temporada trabalhando juntas, não há registros oficiais desse romance. “Ammonite” é o segundo longa escrito e dirigido por Francis Lee, que estreou em 2017 com outro longa de temática LGBTQIA+, “O Reino de Deus”. Após a première no Festival de Toronto, a expectativa do estúdio Neon é realizar um lançamento em novembro nos cinemas americanos. O filme é a aposta do estúdio ao Oscar 2021. Vale lembrar que o Neon lançou o vencedor de 2020, “Parasita”, nos EUA. Por enquanto, não há previsão para o Brasil. Se não viu o trailer antes ou deseja revê-lo, confira logo abaixo – sem legendas em português.

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  • Filme

    Ammonite: Trailer mostra Kate Winslet e Saoirse Ronan como casal apaixonado

    25 de agosto de 2020 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Ammonite”, drama de época que aborda o relacionamento de duas mulheres, vividas por Kate Winslet (“Titanic”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”). A história é inspirada por fatos reais da vida da paleontóloga Mary Anning, interpretada no filme por Winslet. A trama se passa em 1840 e começa quando um geólogo aristocrata preocupado com a melancolia de sua jovem esposa pede para a pioneira, mas não reconhecida paleontóloga, ocupá-la com trabalho. A esposa é a geóloga Charlotte Murchison, papel de Ronan. Relutante, a paupérrima Anning aceita a mulher como assistente, e entre a coleta de fósseis à beira-mar e os passeios na praia, aos poucos as duas deixam de lado as diferenças sociais para aprofundar laços, até despertarem uma paixão. Embora as duas mulheres realmente tenham passado uma temporada trabalhando juntas, não há registros oficiais desse romance. O elenco da produção também inclui Fiona Shaw (“Killing Eve”), Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”), Claire Rushbrook (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e James McArdle (“Star Wars: O Despertar da Força”). “Ammonite” é o segundo longa escrito e dirigido por Francis Lee, que estreou em 2017 com outro longa de temática LGBTQIA+, “O Reino de Deus”. O filme terá première no Festival de Toronto, em setembro, e há expectativa de um lançamento em novembro nos cinemas dos EUA. Por enquanto, não há previsão para o Brasil.

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    Tove Lo vai estrear no cinema em remake de épico sueco

    19 de agosto de 2020 /

    A cantora sueca Tove Lo vai estrear no cinema. Ela entrou no elenco do remake de “Os Emigrantes” (1971), de Jan Troell, um épico do cinema sueco, originalmente estrelado por Max von Sydow e Liv Ullmann. Na refilmagem, ela vai contracenar com a estrela do longa original. Liv Ullmann, que foi indicada ao Oscar por interpretar a protagonista Kristina, voltará para o remake como uma nova personagem. Já o papel de Tove Lo será o de Ulrika, seguindo os passos de outra cantora, Monica Zetterlund, que viveu a mesma personagem na versão de 1971. Gustaf Skarsgård (“Vikings”) e Sofia Helin (“The Bridge”) também estão no elenco. “Os Emigrantes” tem como fonte de inspiração uma série de livros de Vilhelm Moberg (1898-1973), considerados clássicos da literatura da Suécia, e acompanha um grande contingente de camponeses suecos que deixam seu país no século 19 em busca do sonho americano. Em comunicado, Tove Lo disse que atuar “sempre foi um sonho distante, e não uma intenção imediata”, e contou ter ficado “muito feliz” por poder participar deste projeto em específico. “Esta é uma história clássica contada do ponto de vista feminino, o que eu amo. Também adoro a personagem de Ulrika, ela é uma lutadora, mas ainda tem certa vulnerabilidade”, afirmou. O longa tem direção do premiado cineasta norueguês Erik Poppe, responsável por “Mil Vezes Boa Noite” (2013) e “Utøya 22 de Julho: Terrorismo na Noruega” (2018), e ainda não possui previsão de estreia.

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    Radioactive: Rosamund Pike é a cientista Marie Curie em trailer de cinebiografia

    18 de julho de 2020 /

    A Amazon divulgou novos pôster e trailer de “Radioactive”, cinebiografia da cientista Marie Curie estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A prévia destaca o machismo e a ignorância (terraplanistas) que ela enfrentou para ter suas pesquisas científicas reconhecidas, além de mostrar as consequências devastadoras de sua maior descoberta: a radioatividade. Por seu trabalho, Marie Curie se tornou primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. Mas teve que lutar para a glória não ser dada apenas ao marido e parceiro cientista, Pierre Curie (vivido no filme por Sam Riley, de “Malévola”). Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio, que deram início a uma nova era científica e tecnológica – que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear, mas também ao tratamento do câncer com radioterapia. A história é baseada numa graphic novel de Lauren Redniss e foi adaptada pelo roteirista Jack Thorne (de “Extraordinário” e da série “His Dark Materials”), com direção da iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”, “As Vozes”). O elenco também inclui Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”), Simon Russell Beale (“Penny Dreadful”), Jonathan Aris (“Rogue One”) e Corey Johnson (“Fúria em Alto Mar”). “Radioactive” teve première no ano passado no Festival de Toronto, atingiu 70% de aprovação no Rotter Tomatoes e chega ao serviço Amazon Prime Video na próxima sexta (24/7).

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  • Série

    The Alienist: Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning retornam no trailer da 2ª temporada

    16 de julho de 2020 /

    A TNT divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um bebê recém-nascido. Brühl interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os primeiros psiquiatras, que tratavam pacientes “alienados da realidade”. Evans vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Fanning é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Os novos episódios adaptam o segundo livro escrito por Caleb Carr sobre os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, que gira em torno do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Na trama, o trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada deveria chegar em junho à TV dos Estados Unidos, mas teve a estreia adiada para o próximo domingo (19/7), quando exibirá dois episódios consecutivos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.

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  • Filme

    Apple vai produzir próximo filme de Will Smith

    1 de julho de 2020 /

    A Apple entrou na disputa e superou a concorrência para produzir o próximo filme de Will Smith (“Bad Boys para Sempre”), com o objetivo de lançá-lo em seu serviço de streaming. O projeto foi apresentado na semana passada no mercado virtual de Cannes e, segundo o site da Variety, recebeu ofertas da Warner, MGM, Lionsgate e Universal. Chamado de “Emancipation”, o filme é baseado na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” está sendo descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. ´ A direção está a cargo de Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). Smith também será um dos produtores do projeto, que deve ser filmado apenas em 2021. Veja abaixo a foto real do escravo Peter.

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    Will Smith vai estrelar thriller sobre escravidão do diretor de O Protetor

    15 de junho de 2020 /

    Will Smith vai estrelar o novo filme do diretor Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). Chamado de “Emancipation”, o drama vai contar a história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas, marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. Pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. A imagem também é creditada por um aumento considerável no número de alistamento de negros livres no exército da União — nome dado aos estados da região norte dos EUA, que lutavam pela abolição. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” está sendo descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. Smith também será um dos produtores do projeto, que deve ser filmado apenas em 2021. Veja abaixo a foto real do escravo Peter.

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  • Série

    The Alienist: Trailer da 2ª temporada volta a juntar Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning

    22 de maio de 2020 /

    A TNT divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um recém-nascido. A trama adapta o segundo livro de Caleb Carr com os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, e acompanha a investigação do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. O trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 26 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.

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    O Oficial e o Espião coloca Roman Polanski na berlinda

    13 de abril de 2020 /

    Recebido por piquetes feministas e manifestações de repúdio na França, o novo filme de Roman Polanski colocou o diretor na berlinda. Mas não por conta de cenas polêmicas, que inexistem. Na verdade, ele incomoda ativistas por algo que jamais explicita, apenas sugere sutilmente em seu subtexto. “O Oficial e o Espião” aborda o tema da inocência, o fato de alguém ser julgado e condenado por um crime que não cometeu. O problema, para muitas, é que o cineasta busca comparar o caso Dreyfus com seu próprio caso. Polanski foi condenado por estupro, admitiu o crime e fugiu dos EUA para a França para escapar da prisão nos anos 1970, situação que voltou à tona no bojo do movimento #metoo e após o surgimento de novas denúncias de supostas vítimas daquele período, acusações que mancharam definitivamente sua biografia. Mas o tema também se integra perfeitamente à fase mais recente dos filmes de Polanski, alimentada por uma dramaturgia humanista desde “O Pianista” (2002) e, refletindo os lançamentos mais próximos, calcada em diálogos – elementos enfatizados em “Deus da Carnificina” (2011) e “A Pele de Vênus” (2013), ambos baseados em peças de teatro. A obra atual ainda apresenta similaridades com “O Escritor Fantasma” (2010), que, como esta, também era uma adaptação de romance de Robert Harris, roteirizada pelo próprio autor. Formalmente falando, “O Oficial e o Espião” surge como um misto desses trabalhos, já que é centrado em conversas e contém poucas cenas de ação, mas também cria uma atmosfera de suspense e apreensão, levando em consideração o quanto o protagonista, o Coronel Georges Picquart (Jean Dujardin), vê-se envolvido em um jogo de cartas marcadas por membros antissemitas do corpo de superiores do exército francês, ao descobrir e tentar reparar uma injustiça: a prisão do oficial Alfred Dreyfus (Louis Garrel), o militar judeu mais proeminente do país, acusado de alta traição. A história reproduz um escândalo bastante conhecido na França e o título original, “J’Accuse”, refere-se ao editorial de mesmo nome escrito pelo romancista Émile Zola, que denunciou a conspiração por trás do envio de Dreyfus à prisão da Ilha do Diabo. O artigo foi publicado no jornal francês L’Aurore em 13 de janeiro de 1898 – e pode ser encontrado facilmente na internet – , três dias após o verdadeiro traidor, Esterhazy (no filme vivido por Laurent Natrella), ser inocentado pela justiça. Há muitos méritos artísticos no trabalho de Polanski. E não deixa de ser uma satisfação ver mais um trabalho do diretor, que é um verdadeiro mestre, pertence ao primeiro escalão e tem uma filmografia riquíssima, mostrando aos 88 anos um vigor artístico e uma capacidade técnica que muitos cineastas jovens jamais atingirão. Muitos pensam assim, tanto que Polanski foi premiado no Festival de Veneza e no César (o Oscar francês) como Melhor Diretor, justamente no momento em que o esforço para seu cancelamento atingiu o auge. O filme também se torna muitíssimo relevante nesses tempos de fake news, de pós-verdade. A trama mostra, de forma didática, como uma mentira vira verdade por imposição de forças superiores e essencialmente más. Na história, os inimigos de Dreyfus não se contentam em maltratar e manchar sua carreira; precisam também humilhá-lo. Nisso, entra a questão do antissemitismo, que na época já era forte, mas cresceria muito mais nos anos seguintes para se converter em ideologia política – o nazismo. Mas também poderia entrar, como ressaltam as contrariedades, a própria cultura do “cancelamento” social, que Polanski enxerga como o monstro que lhe acusam de ser. Por isso, fala-se mal de “O Oficial e o Espião”. Por isso, fala-se bem dessa obra, agora disponibilizada para locação virtual. Definitivamente, fala-se muito deste filme em que o nome de Roman Polanski parece ter sido grafado com caixa mais alta que o normal.

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    Freud: Netflix lança série em que o pai da psicanálise caça serial killer

    23 de março de 2020 /

    A Netflix lançou nesta segunda (23/3) a série “Freud”, produção austríaca de suspense que acompanha Sigmund Freud, o pai da psicanálise, caçando um serial killer. Passada em Viena no fim do século 19, a trama encontra Freud ainda jovem, vivido por Robert Finster (de “Stefan Zweig: Adeus, Europa”), aprimorando suas técnicas inovadoras de investigação do subconsciente, quando cruza com um psicopata assassino. A série foi criada pelo cineasta Marvin Kren e o roteirista Benjamin Hessler, que trabalharam juntos nos filmes de terror “Rammbock – Berlin Undead” (2010) e “Geleira Sangrenta” (2013). A première aconteceu no Festival de Berlim, onde dividiu a crítica. Definitivamente, não é uma biografia do célebre psicanalista. Mas quem gostou de “O Corvo”, em que Edgar Allan Poe perseguia um psicopata, deve se divertir. Veja abaixo o trailer da produção. A prévia tem legendas em inglês – porque a Netflix brasileira travou em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”. O que não impede a admiração pelo climão sinistro e a recriação de época, que também lembram “Penny Dreadful” e mais precisamente “Vienna Blood” (sobre um aluno de Freud que investiga os crimes de um serial killer).

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    The English Game: Netflix lança série do criador de Downton Abbey sobre a origem do futebol

    20 de março de 2020 /

    A Netflix lançou nesta sexta (20/3) “The English Game”, minissérie sobre a origem do futebol desenvolvida por Julian Fellowes, criador de “Downton Abbey”. Em tempos em que faltam jogos ao vivo, a atração conta, ao longo de seis episódios, como o futebol surgiu na Inglaterra e os principais envolvidos em sua criação, 100 anos antes do tricampeonato brasileiro na Copa do México. A trama gira em torno das histórias reais de dois jogadores, que pertencem a classes sociais distintas e atuam por equipes rivais nos anos 1870. Um deles tem família aristocrata e joga no time de uma faculdade de elite – o Eton College, onde recentemente estudaram os príncipes William e Harry, por exemplo. O outro é um atleta escocês do time de operários de uma fábrica. Além dos aspectos sociais, a produção apresenta a evolução das regras e até das táticas dos primeiros jogos, terminando com a profissionalização, que acabou com os jogos motivados apenas pela paixão pelo esporte. O resultado é muito informativo e bastante curioso por mostrar jogos completamente diferentes, com atletas desajeitados, em relação ao futebol moderno. Confira o trailer oficial abaixo. Apesar de estar em inglês e sem legendas, a série também foi disponibilizada na Netflix brasileira.

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    Freud: Pai da psicanálise caça serial killer em trailer de série austríaca de suspense

    22 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer de “Freud”, série de suspense austríaca que acompanha Sigmund Freud, o pai da psicanálise, caçando um serial killer. A prévia tem legendas em inglês – porque a Netflix brasileira travou em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”. O que não impede a admiração pelo climão sinistro e a recriação de época, que evocam “Penny Dreadful” e mais precisamente “Vienna Blood” (sobre um aluno de Freud que investiga os crimes de um serial killer). Passada em Viena no fim do século 19, a trama encontra Freud ainda jovem, vivido por Robert Finster (de “Stefan Zweig: Adeus, Europa”), aprimorando suas técnicas inovadoras de investigação do subconsciente, quando cruza com um psicopata assassino. A série foi criada pelo cineasta Marvin Kren e o roteirista Benjamin Hessler, que trabalharam juntos nos filmes de terror “Rammbock – Berlin Undead” (2010) e “Geleira Sangrenta” (2013). A première vai acontecer na segunda (24/2) com exibição no Festival de Berlim, e a estreia em streaming está marcada para 23 de março.

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