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    Sean Penn vive astronauta rumo a Marte no primeiro trailer da série The First

    25 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou o trailer de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). E, por coincidência, a prévia evoca um antigo trabalho do ator, com suas imagens da natureza e do espaço, sobrepostas a uma narração metafísica: “A Árvore da Vida” (2011), de Terrence Malick. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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    The First: Série sci-fi estrelada por Sean Penn ganha primeiras fotos

    23 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou as fotos de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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    Livro de Sean Penn defende assediadores e ataca movimento #MeToo

    29 de março de 2018 /

    O ator Sean Penn resolveu escrever um livro. O resultado, seu primeiro romance, “Bob Honey Who Just Do Stuff”, pode implodir sua carreira no cinema, tamanha foi a rejeição. Além de execrado pela crítica por ser “repelente e estúpido”, na definição do jornal The Guardian, o livro encerra com um poema que faz a defesa do comediante Louis CK e o jornalista Charlie Rose, ambos acusados de assédio sexual, além de atacar o movimento #MeToo. “Para onde foram todas as risadas? Você está por aí, Louis C.K.? Uma vez, conversas cruciais nos mantinham de pé. Era mesmo do nosso interesse atropelar Charlie Rose?”, diz o poema. Em outro trecho, logo em seguida, o autor reclama: “O que querem com esse ‘Me Too’? Esse termo infantil do momento. É uma cruzada de crianças?” Penn recebeu muitas críticas nas redes sociais, mas não ficou nisso. O ator resolveu aparecer chapado numa entrevista com Steve Colbert para promover o livro no programa “The Late Show”. Confessou estar sob efeito de droga, enrolou a língua o tempo inteiro e ainda acendeu um cigarro ao vivo. Veja abaixo. Diante da controvérsia, o jornal The Guardian resolveu criar um ranking para saber se Penn era o ator mais insuportável de Hollywood. Ele acabou em 3º lugar, atrás de Jim Carrey e James Franco, o mestre, que já escreveu vários livros, além de entrevistas consigo mesmo – inclusive uma entrevista com seu lado feminino – e que tem a “vantagem” sobre os demais por também ter sido acusado de assédio sexual.

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  • Série

    Sean Penn tentou barrar série documental Quando Conheci El Chapo, recém-lançada na Netflix

    21 de outubro de 2017 /

    A ator Sean Penn tentou impedir a estreia da série documental “Quando Conheci El Chapo”, que foi disponibilizada nesta sexta-feira (20/10) na Netflix. De acordo com o jornal New York Times, Penn teria pedido ao serviço de streaming que editasse a forma como ele foi retratado, porque daria a entender que ele ajudou as autoridades a capturarem o traficante, o que não seria verdade e ainda colocaria sua vida em risco. A Netflix, porém, se recusou a fazê-lo. Diante das negativas, Penn ainda mobilizou seus advogados para barrar a exibição, mas não houve tempo suficiente para uma ação antes do lançamento. Para quem não lembra, El Chapo, maior traficante do México, foi capturado após aceitar participar de uma entrevista para a revista Rolling Stone, que foi realizada por Sean Penn. O encontro entre o criminoso e o ator aconteceu por meio de intermediação da atriz mexicana Kate del Castillo, que é a narradora da série da Netflix. “É repreensível que, em seus contínuos e implacáveis esforços para obter atenção e publicidade adicionais, a Sra. Del Castillo e sua equipe procurem criar esta narrativa profundamente falsa, tola e imprudente. A noção de que o Sr. Penn ou qualquer pessoa em seu nome alertou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para a viagem é uma fabricação completa e uma mentira. Nunca aconteceu, nem teria havido nenhuma razão para isso ter acontecido”, afirmou o porta-voz de Penn, Mark Fabiani. O produtor da série David Broome rebateu a polêmica. “Nunca dissemos no documentário que Sean Penn estava em conluio com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.” A Netflix também se manisfestou sobre o caso, dizendo que o ator se recusou a contar sua versão da história na série. “Penn teve oportunidade em múltiplas ocasiões de participar de ‘Quando Conheci El Chapo’ e não o fez. Os eventos em torno do agora infame encontro foram bem cobertos [pela imprensa], incluindo pelo próprio Penn na entrevista da Rolling Stone e em seus muitos comentários públicos desde então. O única novidade dessa série é dar a Kate a chance dela de contar o seu lado dessa história mais estranha que ficção.” A série já está disponível na Netflix.

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    Sean Penn vai estrelar série sci-fi do criador de House of Cards

    20 de setembro de 2017 /

    O ator Sean Penn (“Milk”) vai estrelar sua primeira série. Ele será o protagonista de “The First”, nova atração desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”. O lançamento, porém, será feito na plataforma rival, a Hulu, numa coprodução com o Channel 4 britânico. “The First” acompanha a primeira missão humana a Marte e mostra os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. O papel de Sean Penn não foi revelado. “Tenho grande admiração pelo imenso talento e todo o trabalho já feito pelo Sean Penn. Sinto-me sortudo de colaborar com um artista deste calibre”, afirmou Willimon. “The First” é a nova aposta da Hulu após o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, grande vencedora do Emmy 2017. Vencedor de dois Oscars, Sean Penn vai estrelar sua primeira série após o fracasso de seu novo filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”.

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  • Filme

    Mel Gibson processo coprodutora de seu novo filme

    1 de agosto de 2017 /

    O filme “The Professor and the Madman”, que tem Mel Gibson (“Herança de Sangue”) e Sean Penn (“O Franco-Atirador”) nos papéis principais, foi parar nos tribunais. Com roteiro e direção de Farhad Safinia (roteirista de “Apocalypto”, filme dirigido por Gibson), o longa foi filmado em 2016 e, por conta da briga judicial, não tem previsão para chegar aos cinemas. “The Professor and the Madman” é uma adaptação do best-seller homônimo de Simon Winchester, lançado no Brasil como “O Professor e o Louco”, e conta como o professor James Murray (papel de Gibson) começou o ambicioso projeto do dicionário Oxford em 1857, tendo como colaborador o Dr. W.C. Minor (Penn), que cuidou de mais de 10 mil verbetes, a despeito de sua condição de interno de um hospício para criminosos. Segundo o Deadline, Gibson e o produtor Bruce Davey entraram com uma ação, em nome de sua produtora Icon, contra a Voltage Pictures, alegando violação de contrato e dever fiduciário, fraude promissória e muito mais. Descrevendo o projeto como um “trabalho de amor de Mel Gibson”, a ação descreve como o ator e produtor passou 20 anos desenvolvendo o projeto – ele comprou os direitos da adaptação nos anos 1990 – , até fechar um contrato em 2015 com a Voltage visando dividir os custos da produção. “Os acordos exigem que coisas como mudanças no roteiro, mudança de diretor, orçamento final de produção e cronograma, e seleção de locais de filmagem sejam aceitos pela Icon e pelo Sr. Gibson”, diz o texto do processo. “Além disso, como seguro extra para que sua visão do filme seja protegida, o Sr. Gibson tem o direito, se necessário, de selecionar a edição final do filme que entre uma montagem preparada pelo Sr. Safinia e uma montagem preparada pela Voltage”. Entretanto, ainda de acordo com a ação, a Voltage exibiu uma versão não aprovada para distribuidores no Festival de Cannes. Além disso, não honrou sua parte nas despesas, como o pagamento de locações “críticas” em Oxford, o orçamento apresentado, o contrato de direção da Safinia e a taxa de produção da Icon. A ação pede uma indenização por danos e a recuperação dos direitos plenos sobre o filme, para a Icon realizar sua própria edição, filmar cenas extras que forem necessárias e fechar novos acordos de distribuição para lançar o trabalho nos cinemas.

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    The Last Face: Trailer destaca tudo que há de errado no “melodrama com causa” de Sean Penn

    29 de junho de 2017 /

    A Saban Films divulgou um novo trailer de “The Last Face”, que marca a volta de Sean Penn à direção, uma década após “Na Natureza Selvagem” (2007). Mas apesar do elenco grandioso, que inclui a ex-namorada do diretor, Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), o lançamento está sendo protelado há mais de um ano, desde que virou piada no Festival de Cannes do ano passado. A prévia dá uma dica do que deu errado, mostrando, mesmo em dois minutos, uma incômoda repetição de situações com dramaticidade exagerada, sem esconder a banalidade frustrante da trama. “A vida é dura”, simplifica uma fala ilustrativa, diante do desespero de refugiados, apenas para completar: “Você precisa de alguém para compartilhá-la”. A filosofia barata embala um romance meloso entre voluntários do Médico Sem Fronteiras, que namoram em meio às vítimas de uma guerra civil. Romance entre branquinhos bonitos, no meio da miséria africana, é difícil de aturar, ainda mais com uma trilha que joga o melodrama no volume mais alto. O roteiro foi escrito por Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e o elenco internacional de atores brancos ainda inclui o espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), o franco-marroquino Jean Reno (“A Sombra do Inimigo”), o inglês Jared Harris (“Poltergeist: O Fenômeno”), a francesa Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”) e até o filho do diretor (o estreante Hopper Penn), enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”. Penn quis fazer um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado por seu romance com Theron, que se dedica à causa dos refugiados africanos. Mas, em meio à produção, até esse relacionamento pessoal deu errado, virando ex-namoro. A saia-justa continua sem data para chegar aos EUA. Também não há previsão para lançamento no Brasil.

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    Michael Bay negocia dirigir filme sobre a caçada ao narcotraficante El Chapo

    29 de março de 2017 /

    A Sony está negociando com Michael Bay (“Transformers”) para o diretor assumir a caçada ao traficante mexicano “El Chapo”. O estúdio venceu o próprio Bay num leilão pelos direitos autorais do livro que descreve destalhes da prisão do narcotraficante mais procurado do mundo e agora quer aproveitar o interesse do cineasta na história para trazê-lo a bordo. Joaquín “El Chapo” Guzmán, que se declara inocente de todas as acusações, foi considerado o inimigo público número um dos Estados Unidos após a morte de Osama bin Laden, e chegou a escapar duas vezes de prisões de segurança máxima no México. “El Chapo” ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamento com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, além de figurar na lista de bilionários da revista Forbes durante quatro anos, quando seu cartel foi responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. Ele acabou recapturado no ano passado, ao ceder à vaidade e aceitar uma entrevista com o ator Sean Penn para a revista Rolling Stone. O longa da Sony será uma adaptação do livro “Hunting El Chapo: The Thrilling Inside Story of the American Lawman Who Captures the World’s Most-Wanted Drug Lord”, assinado por Cole Merrell e Douglas Century, que será publicado em outubro. Mas o projeto competirá com outro longa sobre o narcotraficante, produzido pela Fox e com direção de Ridley Scott (“Alien: Covenant”) Trata-se da adaptação de “The Cartel”, uma versão ficcional da ascensão de El Chapo, adaptada do romance homônimo de Don Winslow. Além destes filmes, o roteirista e produtor norte-americano Chris Brancato, cocriador de “Narcos”, está desenvolvendo uma série baseada na história do líder do cartel de Sinaloa para o canal pago americano History.

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    Sony e Fox planejam filmes rivais sobre o traficante El Chapo com direção de Ridley Scott e Michael Bay

    9 de março de 2017 /

    A Sony e a Fox vão disputar território no submundo volátil do narcotráfico internacional. Ambos os estúdios anunciaram planos para filmar uma cinebiografia do mexicano Joaquín “El Chapo” Guzmán, maior chefe dos cartéis de drogas dos últimos anos. O projeto da Fox terá direção de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), enquanto a Sony ainda busca um diretor famoso para se ocupar de sua produção. Segundo o site The Hollywood Reporter, Michael Bay (da franquia “Transformers”) está no topo da lista. A princípio, as duas filmagens serão bem distintas. Enquanto o filme da Fox, intitulado “The Cartel”, é uma versão ficcional da ascensão de El Chapo, adaptada do romance homônimo de Don Winslow, o longa da Sony pretende focar a caçada ao criminoso, adaptando o livro “Hunting El Chapo: The Thrilling Inside Story of the American Lawman Who Captures the World’s Most-Wanted Drug Lord”, assinado por Cole Merrell e Douglas Century, que será publicado em outubro. Joaquín “El Chapo” Guzmán, que se declara inocente de todas as acusações, foi considerado o inimigo público número um dos Estados Unidos após a morte de Osama bin Laden, e chegou a escapar duas vezes de prisões de segurança máxima no México. Ele acabou recapturado no ano passado, ao ceder à vaidade e aceitar uma entrevista com o ator Sean Penn para a revista Rolling Stone. Além destes filmes, o roteirista e produtor norte-americano Chris Brancato, cocriador de “Narcos”, está desenvolvendo uma série baseada na história do líder do cartel de Sinaloa para o canal pago americano History. “El Chapo” ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamento com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, além de figurar na lista de bilionários da revista Forbes durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos.

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    The Last Face: Trailer indica o que deu errado no melodrama ridicularizado de Sean Penn

    28 de novembro de 2016 /

    A Saban Films divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “The Last Face”, que marca a volta de Sean Penn à direção, nove anos após “Na Natureza Selvagem” (2007). Mas apesar do elenco grandioso, que inclui sua então namorada Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), o filme acabou ganhando destaque por ter virado piada no Festival de Cannes deste ano. A prévia dá uma dica do que deu errado. A bela fotografia mostra paisagens africanas e o desespero de refugiados, mas o centro da história é um romance meloso entre voluntários do Médico Sem Fronteiras, que namoram em meio às vítimas de uma guerra civil. Romance entre branquinhos bonitos, no meio da miséria africana, é difícil de aturar, ainda mais com uma trilha exagerada, que joga o melodrama no volume mais alto. O roteiro foi escrito por Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e o elenco internacional de atores brancos ainda inclui o espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), o franco-marroquino Jean Reno (“A Sombra do Inimigo”), o inglês Jared Harris (“Poltergeist: O Fenômeno”), a francesa Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”) e até o filho do diretor (o estreante Hopper Penn), enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”. Isto até rende uma discussão política, mas não a que o diretor deve ter planejado. Penn quis fazer um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado por seu romance com Theron, que se dedica à causa dos refugiados africanos. Mas, em meio à produção, até esse relacionamento pessoal deu errado, virando ex-namoro. A saia-justa nem sequer tem data para chegar aos EUA, mas já estreia em janeiro na França. Também não há previsão para lançamento no Brasil.

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    Mel Gibson e Sean Penn vão estrelar filme sobre o dicionário Oxford

    2 de agosto de 2016 /

    Uma dupla que tem fama de intratável vai se juntar pela primeira vez no cinema. E a imprensa já imagina as entrevistas! Os atores Mel Gibson (“Os Mercenários 3”) e Sean Penn (“O Franco Atirador”) vão estrelar um filme sobre a criação do dicionário Oxford. Segundo o site The Hollywood Reporter, o filme vai se desenvolver em torno de loucura, genialidade e a obsessão de dois homens que mudaram o curso da história literária. Intitulado “The Professor and the Madman”, o filme é uma adaptação do best-seller homônimo de Simon Winchester, lançado no Brasil como “O Professor e o Louco”, e vai contar como o professor James Murray (papel de Gibson) começou o ambicioso projeto do dicionário Oxford em 1857, tendo como colaborador o Dr. W.C. Minor (Penn), que cuidou de mais de 10 mil verbetes, a despeito de sua condição de interno de um hospício para criminosos. Mel Gibson comprou os direitos de adaptação da obra ainda nos anos 1990, mas o projeto ficou em banho maria, enquanto ele lidava com o turbilhão de escândalos que jogou sua carreira para escanteio. Por conta disso, ele pretende apenas estrelar e produzir o longa, deixando a direção para seu colaborador em “Apocalypto”, o roteirista Farhad Safinia, que vai estrear como diretor. A produtora Voltage Pictures abraçou o projeto e planeja vender “The Professor and the Madman” para distribuidores internacionais no próximo Festival de Toronto, que acontece entre 8 e 18 de setembro. As filmagens têm início previsto para outubro e ainda não há previsão de lançamento.

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    Cannes: Filme de Sean Penn é recebido com risos e piadas

    20 de maio de 2016 /

    A exibição do novo filme dirigido por Sean Penn, “The Last Face”, gerou uma reação inusitada do público e da crítica internacional presente no Festival de Cannes. Ao contrário de outros longas que não agradaram, ele não sofreu vaias. Em vez disso, rendeu risadas e piadas. “The Last Face” é uma história romântica sobre um médico de uma ONG, vivido pelo espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), e uma diretora de uma agência internacional de socorro a vítimas de regiões em conflito, interpretada pela sul-africana Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Ambientado entre campos de refugiados da África, o filme tem sua mensagem humanitária comprometida por um romantismo antiquado, repleto de diálogos melosos, que conferem à encenação uma atmosfera piegas e brega no último. “Defendo o filme como o ele é. Claro que todo mundo tem direito a reagir a ele da forma que quiser”, disse o ator e cineasta bissexto, que não dirigia desde “Na Natureza Selvagem” (2007). Na trama, o obstinado cirurgião dos Médicos Sem Fronteiras conhece a lobista humanitária durante a Guerra Civil da Libéria, em 2003, e seu romance é temperado pela luta pela sobrevivência durante o trabalho em várias zonas de conflito na África. O filme vai e volta para 2014, na África do Sul, quando os dois tentam uma reaproximação, depois de quase 10 anos separados. “Embarco no processo de fazer filmes olhando para o mundo. Muita coisa do filme é atual. A fome e ódio estão nos afastando de nossa humanidade. A melhor solução é encontrar beleza nas coisas. Mas o que entendemos por beleza hoje em dia é quase sempre uma perversão. E isso é lamentável”, ele proclama. Penn acredita que até um romance meloso pode ser politizado. “Acho importante entreter, quando entretenimento não é sinônimo do comportamento de um Donald Trump”, disse o diretor, referindo-se ao pré-candidato republicano à Presidência dos EUA. “Eu me interesso por filmes como esse, em que o amor está em guerra, e como essas coisas se misturam”, definiu o diretor. Entretanto, foi exatamente essa mistura que gerou constrangimento. As risadas começaram, na primeira exibição, quando a trama quis comparar “a brutalidade da guerra” com a “brutalidade de um amor impossível entre um homem e uma mulher”. E aumentaram quando ficou clara a quantidade de brancos (o franco-marroquino Jean Reno, o inglês Jared Harris, a francesa Adèle Exarchopoulos e até o filho do diretor estão no elenco) que ocupam o centro dramático, enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”, numa África que há muito deixou de ser colonial. Isto até rende uma discussão política, mas não a que o diretor deve ter planejado. Penn quis fazer apenas um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado pelo romance entre Penn e Theron, ambos conhecidos por seus posicionamentos sociais. Mas, ao final da produção, esse relacionamento pessoal foi encerrado. Agora, os dois voltam a se encontrar, durante a divulgação, tendo que lidar com a rejeição ao trabalho. Destruído pela crítica, “The Last Face” está sendo considerado o pior longa-metragem do Festival de Cannes.

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    Criador de Narcos desenvolve série sobre El Chapo e o tráfico moderno

    4 de maio de 2016 /

    O roteirista e produtor norte-americano Chris Brancato, cocriador de “Narcos”, está desenvolvendo uma série baseada na história do traficante mexicano El Chapo para o canal pago americano History. A série contará a jornada de Joaquin “El Chapo” Guzmán até o poder, além de mostrar como os cartéis mais modernos usam as redes sociais para manter suas imagens, recrutar novos membros e ameaçar rivais. “El Chapo” ficou conhecido como um criminoso pop, por manter relacionamento com figuras da música e do entretenimento dos Estados Unidos, e só foi definitivamente preso em janeiro, seis meses após uma fuga espetacular da prisão de segurança máxima de Altiplano, após aceitar ser entrevistado pelo ator Sean Penn para uma reportagem da revista Rolling Stone. Líder do cartel de Sinaloa e um dos criminosos foragidos mais procurados do mundo, “El Chapo” também esteve na lista de bilionários da revista “Forbes” durante quatro anos. De acordo com a publicação, seu cartel seria responsável por 25% de toda a droga traficada do México para os Estados Unidos. “Estamos orgulhosos de nos unir a Chris Brancato neste projeto. A verdadeira história de ‘El Chapo’, recheada de assassinatos, drogas, corrupção e celebridades, foi e continua sendo uma das mais fascinantes e perturbadoras da última década”, disse Jana Bennett, presidente e gerente geral do canal History, no comunicado que anunciou a produção. Ainda não há previsão para a estreia da série.

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