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    Andor: Disney+ (Disney Plus) revela primeira prévia da nova série live-action de Star Wars

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) revelou a primeira prévia de “Andor”, série de “Star Wars” em que Diego Luna revive seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor. Revelado durante o Dia do Investidor, da Disney, na noite desta quinta (10/12), o vídeo apresenta os sets, criaturas, figurinos, o trabalho da equipe e diversos detalhes dos bastidores da produção, em meio a trechos de “Rogue One”, storyboards da série e depoimentos entusiasmados do ator mexicano. A série recém-batizada será uma das dez atrações derivadas do universo de “Star Wars” que povoarão o streaming da Disney. Seu elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e mais dois integrantes de “Rogue One”, Genevive O’Reilly como Mon Mothma e Alan Tudyk como a voz do robô K-2SO. Em desenvolvimento desde 2018, “Andor” é escrita e produzida por Tony Gilroy, um dos roteiristas de “Rogue One”, e deverá ser a segunda atração live-action de “Star Wars” a estrear na plataforma de streaming, que já conta com “The Mandalorian”. A série mostrará a formação da Aliança Rebelde antes dos eventos apresentados em “Rogue One”, localizando sua trama depois de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e contará com direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. “Andor” ainda não tem previsão de estreia.

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    Disney+ anuncia e dá detalhes de 10 séries de Star Wars

    10 de dezembro de 2020 /

    Em sua apresentação do Dia do Investidor, na noite desta quinta (10/12), a Disney revelou a expansão massiva de seu negócio de streaming, que já atinge quase 90 milhões de assinantes em todo o mundo e ganhará em breve a companhia da Star+, uma plataforma de conteúdo da ABC, FX e 20th Century Studios, além de esportes. Para acompanhar esses planos, a empresa revelou um cronograma ambicioso de produção de conteúdo exclusivo para a Disney+ (Disney Plus), que pretende levar 35 novos títulos da Lucasfilm, Marvel Studios, Disney Animation e Pixar Animation para o streaming em 2021. Kareem Daniel, o novo chefe de distribuição da Disney, anunciou nada menos que 10 séries de “Star Wars”, 10 séries da Marvel e 15 séries da Disney e Pixar Animation, prometendo que os detalhes seriam anunciados pelo presidente do estúdio, Bob Iger, e outros executivos da Disney mais tarde na apresentação – prevista para ter quatro horas de duração. Talvez a maior surpresa tenha sido o anúncio de 10 séries “Star Wars”, a expansão criativa mais agressiva da franquia desde que a Disney adquiriu a Lucasfilm em 2012. Até o momento, a Disney lançou cinco longas-metragens “Star Wars” e uma série, “The Mandalorian”, que se tornou o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus). Mas a verdadeira bomba ficou por conta do anúncio do filme “Star Wars: Rogue Squadron”, da diretora Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), feito pela presidente da Lucasfilm, Katlheen Kennedy. Com direito a teaser! A apresentação de Kennedy também confirmou o projeto de um filme de “Star Wars” em desenvolvimento por Taika Waititi (“Thor Ragnarok”), mas se concentrou basicamente em detalhar as novas séries, a começar por “Andor”, atração do personagem de Diego Luna em “Rogue One”, que finalmente ganhou título. Outra produção que já estava confirmada, “Obi-Wan Kenobi”, ganhou um acréscimo bombástico no elenco. Além de trazer de volta Ewan McGregor como o personagem-título, que ele interpretou entre os Episódios I e III da franquia cinematográfica, Hayden Christensen também retornará como Anakin Skywalker/Darth Vader. As gravações vão começar em março. Duas séries ganharão vida como derivados de “The Mandalorian”, com produção de Jon Favreau e Dave Filoni: “The Rangers of the New Republic” e “Ahsoka”. A primeira deve ser estrelada por Gina Carano no papel da rebelde Cara Dune, enquanto a segunda trará Rosario Dawson no papel de Ahsoka Tano, que ela desempenhou em episódio recente do atual hit da Disney+ (Disney Plus). A lista é longa e ainda destaca “Lando”, uma nova série desenvolvida por Justin Simien (criador de “Dear White People”) focada em Lando Calrissian. Não foi divulgado se eles pretendem trazer Donald Glover (“Atlanta”) para viver o personagem, que ele interpretou em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Outros projetos incluem “The Acolyte”, uma série centrada em personagens femininas e ambientada nos dias finais da era áurea da República, desenvolvida por Leslye Headland (“Boneca Russa”), além de três produções animadas: “Star Wars: The Bad Batch”, sequência de “Star Wars: The Clone Wars”, “Star Wars: Visions”, antologia de curtas criados por 10 diferentes mestres dos animes japoneses, e “A Droid Story” em que R2-D2 e C-3PO vivem uma nova aventura. Para quem está contando, junto com “The Mandalorian”, isso compõe todos os 10 títulos prometidos de “Star Wars”. A Marvel Studios, por sua vez, já tinha anunciado oito títulos para a Disney+ (Disney Plus), alguns prestes a estrear, como “WandaVision”, prevista para 15 de janeiro, “O Falcão e o Soldado Invernal” e “Loki”, que também chegam em 2021, “Hawkeye” (do Gavião Arqueiro) e “Ms. Marvel”, que começaram a ser gravadas, “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua) e “She-Hulk” (Mulher-Hulk), em fase de escalação, a série animada “What If…?”, mas outras novidades ligadas ao Homem de Ferro e um crossover encabeçado por Nick Fury (Samuel L. Jackson) também vieram à tona no evento. Para completar, entre as novidades de animação foram reveladas uma inesperada série baseada nos filmes da “Era do Gelo”, do Blue Sky Studios, e um revival do desenho clássico “Tico e Teco – Defensores da Lei”, com dublagem de John Mulaney (“Mulaney”) e Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”).

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    George Clooney foi hospitalizado ao perder peso para filme

    10 de dezembro de 2020 /

    O ator George Clooney contou que, quatro dias antes de começar a rodar seu novo filme, “O Céu da Meia-Noite”, precisou ser hospitalizado com fortes dores no estômago. Ele explica que desenvolveu uma pancreatite pelo fato de ter perdido rapidamente 12 quilos para o papel de um cientista no longa, que ele também dirige. “Acho que estava me esforçando demais para perder peso rapidamente e provavelmente não estava cuidando de mim mesmo”, revelou, em entrevista ao tabloide britânico The Mirror. “Levou algumas semanas para ficar melhor, e, como diretor, não é fácil, uma vez que você precisa de energia”, contou. Mais magro, com olheiras e abatido, Clooney ainda deixou uma barba branca crescer, mudando completamente sua aparência para o filme. O que dividiu opiniões em sua família. “Eu deixei crescer uma barba grande e feia, e meu filho [Alexandre, 3 anos] adorou, porque ele escondia coisas na minha barba, das quais eu não sabia até chegar ao trabalho e perceber: ‘Tem um picolé preso aqui'”, contou. “Mas minha esposa [Amal] e filha [Ella, 3] ficaram muito felizes quando me barbeei, porque era muito difícil encontrar um rosto por trás de toda aquela bagunça”, brincou. No filme, Clooney interpreta um astrônomo que, depois de uma catástrofe mundial, precisa avisar a tripulação de uma nave sobre os perigos de voltar ao planeta Terra. O ator afirmou que o trabalho é “o maior” de sua carreira, acrescentando que gravar nas frias temperaturas na Finlândia ajudou na construção de seu personagem. Baseado no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton, “O Céu da Meia-Noite” foi roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”) e também inclui em seu elenco Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”) como astronautas, além da pequena estreante Caoilinn Springall como filha do personagem de Clooney. A estreia está marcada para 23 de dezembro.

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  • Filme

    Diretor de Elysium e Distrito 9 completou filme em sigilo durante a pandemia

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Neill Blomkamp, de “Distrito 9” e “Elysium”, fez um filme de terror sobrenatural sem alarde durante a pandemia. Ainda sem título, o filme é o primeiro longa-metragem do diretor desde 2015, quando ele lançou o filme de ficção científica “Chappie”. Blomkamp estava se preparando para filmar o thriller de ação “The Inferno”, com Taylor Kitsch, mas a pandemia adiou os trabalhos para 2021. Por conta disso, ele aproveitou para fazer um filme com atores locais de forma rápida, barata e em sigilo no Canadá, na região da Colúmbia Britânica. Além de dirigir, o cineasta também escreveu a produção, mas os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo. Segundo apurou o site Deadline, seria uma produção com efeitos visuais e algo que o cineasta sempre quis fazer. Ele agora vai se juntar com o editor Julian Clark, com quem trabalhou em seus três longas anteriores, para encerrar a pós-produção. O lançamento deve acontecer no segundo trimestre de 2021.

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  • Série

    For All Mankind é renovada para 3ª temporada

    8 de dezembro de 2020 /

    A Apple TV+ renovou “For All Mankind” para sua 3ª temporada. A decisão foi tomada mais de dois meses antes da estreia do segundo ano da produção de sci-fi desenvolvida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”. “For All Mankind” explora uma linha temporal alternativa da história, que leva a Guerra Fria até a Lua com consequências dramáticas. Na realidade da série, os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua e a trama imagina o impacto deste feito na corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa dos 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para a Lua. Ainda inédita, a 2ª temporada vai levar a história aos anos 1980, com a criação de uma Força Espacial americana para enfrentar batalhas lunares. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”). Com coprodução da Sony Television, a série marca uma parceria criativa de Ronald D. Moore e dois produtores de “Fargo”, Matt Wolpert e Ben Nedivi, que também trabalham nos roteiros da atração. A 2ª temporada estreia em 19 de fevereiro, mas ainda não há previsão para o terceiro ano da produção.

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    Hugh Keays-Byrne (1947 – 2020)

    2 de dezembro de 2020 /

    O ator Hugh Keays-Byrne, que viveu vilões famosos no primeiro e no último “Mad Max”, morreu pacificamente na manhã desta terça-feira (2/12), aos 73 anos, de acordo com seus representantes. Nascido em 1947 na Caxemira, Índia, Keays-Bryne deu início à carreira de ator na Austrália, onde, aos 20 anos, lançou-se em papéis na televisão local. Ele passou a trabalhar no cinema australiano em 1974, no filme “Stone” (1974), emblematicamente sobre gangues de motoqueiros, e se estabeleceu em filmes de ação com “Traficantes Audazes” (1975), “Marcado Para Morrer” (1976) e “Perigo em Alto-Mar” (1978). Mas foi mesmo sua aparição no primeiro “Mad Max” que o tornou conhecido em todo o mundo. Keays-Bryne interpretou Toecutter, o líder da gangue de motoqueiros do clássico de 1979 dirigido por George Miller. Teve um desempenho tão marcante que, 30 anos depois, Miller o convidou a retornar àquele universo como outro vilão: o decrépito Immortan Joe, de “Mad Max: Estrada da Fúria”. Na distopia de 2015, Immortan Joe liderava outra gangue de motoqueiros e motoristas malucos, que aterrorizavam a terra devastada da saga, controlando a água e escravizando mulheres para sua reprodução. Depois do primeiro “Mad Max”, o ator experimentou uma fase áurea na carreira, com participações no clássico “Onde Sonham as Formigas Verdes” (1984), do alemão Werner Herzog, da aventura “Burke e Wills” (1985), de Graeme Clifford, do drama “Kangaroo” (1986), de Tim Burstall, e da sci-fi “Juggers – Os Gladiadores do Futuro” (1989), de David Peoples. Mais recentemente, ele integrou o elenco da cultuada série sci-fi “Farscape” e do filme provocador “Beleza Adormecida” (2011), de Julia Leigh. “Mad Max: Estrada da Fúria” foi o último filme de sua carreira. Charlize Theron, que viveu Furiosa, líder da rebelião que destronou Immortan Joe no longa de George Miller, foi ao Twitter homenagear o ator. “É incrível você ter sido capaz de interpretar tão bem um senhor da guerra do mal, porque você era uma alma tão gentil e linda”, ela escreveu na rede social.

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    Especial de Ano Novo de Doctor Who ganha trailer completo

    29 de novembro de 2020 /

    A rede britânica BBC divulgou o trailer completo do especial de Ano Novo de “Doctor Who”, que vai trazer à bordo da Tardis um personagem favorito dos fãs da série. Narrada por John Barrowman, que reprisa seu papel como o Capitão Jack Harkness, a prévia mostra como o personagem vai se juntar – e possivelmente liderar – o grupo de companheiros da Doutora (vivida por Jodie Whittaker) para enfrentar nova tentativa de extermínio da Terra, enquanto a protagonista é mantida prisioneira pelos Judoons, em decorrência dos eventos do final da 12ª temporada. Um dos mais antigos intérpretes que ainda aparecem na série sci-fi britânica, Barrowman estreou como Jack Harkness em 2005, num episódio intitulado “The Empty Child”, e fez tanto sucesso que acabou retornando em vários capítulos até ganhar seu próprio spin-off, “Torchwood”, que foi ao ar de 2006 a 2011. Recentemente, ele voltou a vestir o casaco do personagem numa aparição breve e de surpresa no quinto episódio da última temporada (“Fugitive of the Judoon”). Intitulado “Revolution of the Daleks”, o especial mostrará o Capitão Jack ao lado de Graham (Bradley Walsh), Ryan (Tosin Cole) e Yasmin (Mandip Gill) contra os inimigos mais temidos e perigosos da série: os daleks, identificados no nome da produção. O especial foi gravado no começo do ano, antes da pandemia, e irá ao ar em 1 de janeiro no Reino Unido e nos EUA.

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    Amazon renova The Expanse para 6ª e última temporada

    24 de novembro de 2020 /

    A Amazon Studios anunciou nesta terça (24/11) que renovou a série “The Expanse” para sua 6ª e última temporada. O anúncio foi feito três semanas antes da estreia do 5º ano da produção, que chegará à plataforma Amazon Prime Video em 16 de dezembro. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. “Desde o momento em que nos comprometemos a dar vida a esta série até a temporada final, trabalhamos incansavelmente para honrar a visão dos escritores”, disseram em comunicado os executivos Andrew Kosove e Broderick Johnson, CEOs e Fundadores do Alcon Television Group, produtora de “The Expanse”. “Temos o orgulho de ter um dos mais diversos elencos da televisão e de dar espaço para histórias que importam. Um agradecimento especial a Daniel Abraham e Ty Franck, os escritores dos livros e da série, e a Naren Shankar, showrunner e produtor executivo da série. Continua sendo uma honra e privilégio trabalhar com essa equipe. Também gostaríamos de agradecer à Amazon pelo apoio contínuo em nos ajudar a contar essa história em sua totalidade e por levar ‘The Expanse’ para um público global”. Apesar da menção à totalidade da história, até a 4ª temporada, a produção vinha adaptando um livro por ano. Assim, se seguir essa tendência nos próximos capítulos, a série chegará ao fim bem antes da trama literária, cujo 9º volume tem seu lançamento programado para 2021. A 5ª e a 6ª temporadas terão 10 episódios cada. Mas enquanto o último ano ainda não entrou em produção, os fãs da atração poderão retomar a história em dezembro com o lançamento de três capítulos de uma vez. Os demais chegarão semanalmente ao streaming da Amazon. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Chad Coleman (“The Walking Dead”) e Keon Alexander (“Tyrant”).

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    Doctor Who: Especial de fim de ano terá volta do Capitão Jack

    24 de novembro de 2020 /

    O especial de fim de ano de “Doctor Who” vai trazer à bordo da Tardis um personagem favorito dos fãs da série: John Barrowman vai reprisar seu papel como o Capitão Jack Harkness. Ao anunciar a novidade, a rede BBC divulgou um teaser e um cartaz do programa, que inclui o personagem entre os demais integrantes da série. Barrowman, que já liderou sua própria série derivada de “Doctor Who”, voltará a vestir seu famoso casaco novamente, dando sequência a uma aparição breve e de surpresa num episódio da recente 12ª temporada (“Fugitive of the Judoon”). Intitulado “Revolution of the Daleks”, o especial mostrará o Capitão Jack ajudando a enfrentar os inimigos mais temidos e perigosos da série. O detalhe é que, enquanto isso, a Doutora, vivida por Jodie Whittaker, estará trancada em uma prisão especial. E essa situação só serve para lançar dúvidas sobre a capacidade de seu velho amigo para salvar o planeta Terra. Um dos mais antigos intérpretes que ainda aparecem na série britânica, Barrowman estreou como Jack Harkness em 2005, num episódio intitulado “The Empty Child”, e fez tanto sucesso que acabou voltando em vários capítulos, até ganhar seu próprio spin-off, “Torchwood”, que foi ao ar de 2006 a 2011. Em comunicado, Barrowman disse: “Colocar o casaco de Jack e entrar no set de ‘Doctor Who’ foi como voltar para casa. É sempre emocionante interpretar o Capitão Jack. Ele é um personagem muito próximo ao meu coração, que mudou minha vida, e saber que os fãs o amam tanto quanto eu torna seu retorno ainda mais doce. Espero que todos gostem da aventura heroica de Jack com a 13ª Doctor.” O especial foi gravado no começo do ano, antes da pandemia, mas ainda não teve a data de exibição confirmada. Geralmente transmitido no Natal, nos últimos dois anos passou a ser programado para o Ano Novo. Já a 13ª temporada tem menos previsão ainda. Sob comando do showrunner Chris Chibnall, a série só começou a gravar seus novos episódios neste mês, devido ao coronavírus. A expectativa é que a estreia aconteça no fim de 2021, mas de forma abreviada. O próximo ano terá apenas oito capítulos, em vez dos dez tradicionais.

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    Freddy Krueger entra na 4ª temporada de Stranger Things

    20 de novembro de 2020 /

    O veterano Robert Englund, intérprete original do monstro Freddy Krueger nos filmes de “A Hora do Pesadelo”, entrou na 4ª temporada de “Stranger Things”. O ator é um das novidades do elenco dos próximos episódios da série da Netflix, que foram anunciadas nas redes sociais, com direito a fotos invertidas. A lista também inclui Tom Wlaschiha (“Game of Thrones”), Jamie Campbell Bower (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Eduardo Franco (“Fora de Série”), Sherman Augustus (“Into the Badlands”), Mason Dye (“Bosch”), Nikola Djuricko (“Informer”) e Joseph Quinn (“Operação Overlord”). Para variar, Englund vai interpretar um doido varrido. Ele dará vida Victor Creel, um homem perturbado e intimidador que está aprisionado num hospital psiquiátrico. Campbell Bower será um empregado do tal hospício. Wlaschiha também trabalhará numa prisão, mas na Rússia. Djuricko será outro personagem russo, um contrabandista. Augustus viverá um militar americano com ideias próprias sobre como impedir a proliferação do mal em Hawkins. Franco e Dye serão estudantes, e Quinn o mentor de um clube de RPG. Vale reparar que a lista não incluiu Levon Thurman-Hawke, irmão da atriz Maya Hawke, que vive Robin na série, apesar dele ter sido fotografado no set, caracterizado como um roqueiro dos anos 1980. Levon deve interpretar o irmão de Robin na trama. Os demais detalhes da 4ª temporada estão sendo mantidos em sigilo, mas um teaser dos novos episódios, lançado em fevereiro passado, deu aos fãs a confirmação de que Hopper (David Harbor) sobreviveu aos eventos do final da 3ª temporada e agora está sendo mantido como prisioneiro na União Soviética. Por conta da pandemia do coronavírus, as gravações da 4ª temporada tiveram que ser interrompidas em seu começo, atrasando a estreia dos novos episódios. Um dos criadores da série, Ross Duffer, afirmou que este hiato proporcionou tempo para que ele e seu irmão Matt Duffer refletissem mais sobre os caminhos que queriam dar para o enredo, resultando em roteiros melhores. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Stranger Things (@strangerthingstv)

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    Diretor de Rua Cloverfield, 10 fará Predador 5

    20 de novembro de 2020 /

    A 20th Century Studios colocou em desenvolvimento um quinto filme da franquia “Predador”, que será o primeiro com distribuição da Disney. O estúdio contratou o diretor Dan Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há quatro anos. Ele vai filmar um roteiro escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”). O “Predador” original foi lançado em 1987, juntando Arnold Schwarzenegger e Carl Weathers numa tropa de elite em missão nas selvas da América Central, apenas para virar caça esportiva de um extraterrestre fortemente armado. Depois do primeiro, o melhor filme da franquia foi o terceiro, de 2010, em que um grupo disparatado de mercenários e assassinos foi transportado para o planeta dos Predadores para uma nova rodada do jogo de caça espacial. O elenco contava com a brasileira Alice Braga. O personagem Predador também apareceu em duas produções de crossover com outra franquia sci-fi da Fox, “Alien vs. Predator” (2004) e “Aliens vs. Predator 2” (2007). Sua aparição mais recente nos cinemas foi há dois anos, num quarto filme “solo” dirigido por Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que atuou no filme original de 1987. O longa fracassou nas bilheterias com apenas US$ 160 milhões, que deu prejuízo diante de seu orçamento de US$ 88 milhões. De fato, apesar do entusiasmo com o filme original, os quatro filmes do Predador arrecadaram juntos “somente” US$ 443 milhões em todo o mundo.

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    Mundo em Caos: Sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha trailer legendado

    19 de novembro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Mundo em Caos” (Chaos Walking), sci-fi distópica estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”). Junto com os pôsteres e fotos revelados pelo estúdio americano Lionsgate, o vídeo marca o começo da campanha promocional da produção, após mais de três anos das filmagens originais – a primeira foto oficial veio à tona em 2017! A grande ironia é que, diante do quadro atual, o melhor para o filme seria um atraso maior. Afinal, os planos de estreia – marcada para janeiro – podem ser revistos a qualquer momento, diante do aumento crescente de casos de covid-19. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e pode originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. O grande elenco de “Mundo em Caos” ainda inclui David Oyelowo (“Selma”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Ray McKinnon (“Mayans FC”), Kurt Sutter (criador de “Sons of Anarchy”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Demián Bichir (“A Freira”) e Óscar Jaenada (“Rambo: Até o Fim”). Até segunda ordem, a estreia deve acontecer em 28 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento do filme nos EUA.

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    Tenet irrita com explicações, mas fascina com ação

    15 de novembro de 2020 /

    A decisão da Warner de lançar “Tenet” nos cinemas mesmo com os índices de contaminação ainda altos e com o público temeroso de pisar em uma sala de exibição foi arriscada. Com isso, o filme do diretor Christopher Nolan tornou-se o único “blockbuster” do semestre, já que houve uma rejeição a “Os Novos Mutantes” – um filme bem simpático e que mereceria um pouco mais de consideração. Começar o texto falando de loucura de lançar “Tenet” em plena pandemia contrasta com o fato de Nolan ser reconhecido como um diretor cerebral. Em seus filmes, quem fica com os neurônios pegando fogo é o público. E se as pessoas acharam “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014) complicados, “Tenet” eleva essa complexidade a uma outra escala. Quando se acha que está começando a entender a trama, Nolan apresenta novas cenas para deixar o espectador perdido novamente. Mas é preciso respeitar um cineasta que é capaz de fazer um filme caro como este, de difícil compreensão, sem um protagonista do nível de Leonardo DiCaprio (“A Origem”) ou Matthew McConnaughey (“Insterestelar”), e seu estúdio apostar que isso atrairia um número considerável de espectadores em plena pandemia. “Tenet” é um filme que faz o público variar sua reação ao longo da projeção. Dá para se irritar com as explicações sobre as balas reversas, depois achar fascinante a história de um mundo reverso e ficar bastante impressionado com as cenas de ação, e em especial com o som, com a qualidade de som do filme, que numa sala IMAX é estrondoso. A trilha sonora, a cargo do sueco Ludwig Göransson, lembra algumas bandas de rock industrial, como o Ministry. É possível embarcar na proposta de Nolan: um diretor com uma fascinação absoluta pelo tempo, e que vem brincando com isso de maneira cerebral ao longo de toda sua filmografia, talvez desde a sua obra de estreia. Lembremos que em Nolan até o sonho é racionalizado, vide “A Origem”. Até porque, com “Tenet”, ele reforça sua posição como um dos cineastas mais determinados a realizar ficção científica da maneira mais séria possível. Ou seja, trazendo conceitos científicos reais, de física e química, para a construção de uma trama complexa. O problema (ou seria a solução?) é que ele não quis fazer um filme de ficção científica, mas uma espécie de thriller de espionagem à moda de James Bond, com o mérito de trazer um protagonista negro e cheio de carisma. John David Washington foi uma grande aposta, já que seu papel de maior destaque até então tinha sido “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, um filme mais direcionado ao circuito alternativo. Aqui ele incorpora um James Bond meio perdido, mas que nunca abandona a elegância. Sempre com um terno chique, mesmo quando está às voltas com lutas braçais com criaturas vindo do futuro. O fato de o protagonista (ele não tem nome no filme) estar tão perdido quanto o espectador não deixa de ser um alento. Aliás, é curioso que, na época da divulgação do filme, contou-se que nem o elenco entendeu a história de “Tenet”. Então, quando vemos os personagens dialogando sobre conceitos complicados de uma maneira até um tanto robótica, a impressão é que Nolan realmente não se importou muito com a preparação dos atores, mais interessado na mise-en-scène, como Alfred Hitchcock tempos atrás. As cenas que mais se aproximam de uma sensação dramática ou minimamente sentimental vem da personagem de Elizabeth Debicki, que interpreta a esposa do personagem de Kenneth Branagh, um homem que tem em suas mãos o destino do universo. Uma das sequências mais empolgantes do filme, inclusive, acontece quando os dois coadjuvantes estão em um barco. Por outro lado, as cenas de ação mais ambiciosas, como as perseguições rodoviárias, parecem um pouco engessadas. Mas ainda assim funcionam como um alívio para o cérebro nas duas horas e meia de duração que, acredite se quiser, passam voando.

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