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    Luc Besson divulga primeira foto de Dane DeHaan e Cara Delevingne como os heróis espaciais Valerian e Laureline

    25 de março de 2016 /

    O cineasta Luc Besson revelou em seu Instagram a primeira foto de Dane DeHaan e Cara Delevingne como os heróis espaciais de “Valerian and the City of a Thousand Planets”. Ele também aparece na foto, além de ter divulgado dezenas imagens dos bastidores das filmagens, com vários alienígenas, cenários, Rihanna e muita tela azul. Confira abaixo. A adaptação dos cultuados quadrinhos franceses, criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, vai acompanhar os exploradores espaciais Valérian e Laureline em uma missão no planeta Sirte, para descobrir se seus habitantes representam um risco para a Terra. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), o veterano ator Rutger Hauer (“Blade Runner”), a cantora Rihanna (“Battleship”) e o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”). As filmagens começaram em janeiro, marcando o retorno do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Além de dirigir, o cineasta assina o roteiro do filme, que será o mais caro já produzido por sua empresa, a EuropaCorp, responsável pela franquia “Busca Implacável”. A estreia está prevista para 21 de julho de 2017 na França e nos EUA.

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    Fracasso de Convergente rende crise e corte no orçamento de Ascendente, o final da franquia Divergente

    22 de março de 2016 /

    “A Série Divergente: Convergente” pode ter aberto em 1º lugar no Brasil na semana passada, mas é um grande fracasso internacional. Por conta de seu péssimo desempenho nos EUA, onde estreou muito abaixo dos primeiros filmes da franquia, as ações do estúdio Lionsgate despencaram. O quarto filme, de conclusão da saga, só não foi cancelado devido aos contratos já firmados, num caso em que a ambição (dividiram o terceiro livro de Veronica Roth em dois filmes, como no final de “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”) provou-se um erro estratégico. Com um custo altíssimo de produção (estimado em US$ 110 milhões), “Convergente” só rendeu US$ 29 milhões em seu fim de semana nos EUA – no mesmo período, “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. E deve dar prejuízo. Por conta disso, a Lionsgate, que já tinha se antecipado e afastado o diretor Robert Schwentke, pretende cortar muito o orçamento de “Ascendente”, último capítulo da saga, previsto para ser lançado em junho de 2017, que será dirigido por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”). “O orçamento para o próximo longa vai ser reduzido. Mas ainda não se sabe o quanto”, disse uma fonte da produção ao site da revista The Hollywood Reporter. Para completar a tempestade perfeita, a baixa bilheteria do filme aconteceu três semanas após o desastre de “Deuses do Egito”, filme que custou US$ 140 milhões e rendeu apenas US$ 29 milhões nos EUA. E nem com a bilheteria mundial, que soma US$ 127 milhões, ele se paga. Além de se preocupar com o desastre financeiro, o estúdio considera o resultado especialmente preocupante diante do indício do esgotamento do filão da sci-fi e fantasia juvenis. A Lionsgate se especializou em filmes do gênero, que renderam seus principais sucessos, de “Crepúsculo” a “Jogos Vorazes”. O estilo, que já foi uma das grandes apostas de Hollywood, também rendeu este ano o fracasso de “A 5ª Onda”. Ao mesmo tempo, o gênero migrou para a televisão. Só em 2016, foram três lançamentos de fantasia/sci-fi juvenis: “The Magicians”, The Shannara Chronicles” e “Shadowhunters”, sendo que a última série levou para a telinha uma franquia que fracassou nos cinemas, “Os Instrumentos Mortais”. Das três, apenas a mais cara, “The Shannara Chronicles”, ainda não teve sua renovação confirmada.

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    Convergente não tira Zootopia da liderança das bilheterias dos EUA

    20 de março de 2016 /

    Maior lançamento do fim de semana nos EUA, “A Saga Divergente: Convergente” não foi capaz de tirar “Zootopia – Essa Cidade É o Bicho” da liderança das bilheterias do país. A animação de bichos falantes da Disney fez mais US$ 38 milhões e se manteve como o filme mais visto da América do Norte pela terceira semana consecutiva. O sucesso de “Zootopia” tem surpreendido até a própria Disney. Com sua arrecadação atual, o filme já fez mais de US$ 200 milhões nos EUA e está a um dia de atingir US$ 600 milhões em todo o mundo. Para se ter ideia, “Frozen – Uma Aventura Congelante” levou uma semana a mais para chegar nesses números. Além de “Frozen”, apenas “Operação Big Hero” superou US$ 600 milhões em arrecadação, entre todos os lançamentos da história da Disney Animation. Por sua vez, “A Saga Divergente: Convergente” fez US$ 29 milhões, muito abaixo do desempenho dos dois filmes anteriores da franquia – “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. Para piorar, foi também o título de pior recepção crítica entre as franquias distópicas que tem sido produzidas em série nos últimos anos, com apenas 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Até o público parece concordar, dando nota B na pesquisa do CinemaScore (contra notas A de “Divergente” e A- de “Insurgente”). A Lionsgate, porém, anteviu o problema e tomou iniciativas importantes. Primeiro, antecipou o lançamento no mercado internacional, evitando a contaminação das críticas negativas e o desempenho pífio nos EUA. Resultado disso é que, no Brasil, o filme liderou as bilheterias da semana passada, faturando R$ 10 milhões. A arrecadação brasileira só perdeu para a estreia na França, com US$ 8,1 milhão. Assim, a soma mundial do filme está agora em US$ 82,4 milhões. O problema é que “Convergente” custou, só em produção, US$ 110 milhões, e já é o segundo fiasco milionário do estúdio em 2016, após a implosão de “Deuses do Egito”. Neste contexto, os produtores foram rápidos em sua segunda iniciativa: demitir o diretor Robert Schwentke, que será substituído por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”) no último filme da “Série Divergente”, intitulado “Ascendente”, que continua previsto para 2017. O 3º lugar ficou com outro lançamento, “Milagres do Paraíso”. Distribuído em mais de 3 mil cinemas, fez US$ 18,5 milhões – uma arrecadação por sala relativamente baixa. Embora o baixo rendimento reflita uma certa descrença do público na atual onda de filmes sobre milagres religiosos contemporâneos, seu desempenho não é nem de longe um desastre de proporções bíblicas, já que custou apenas US$ 13 milhões e se pagará, a princípio, com uma bilheteria na casa dos US$ 35 milhões, algo que nem depende de muita fé para se tornar realidade. O Top 5 tem ainda “Rua Cloverfield, 10”, que chegou a US$ 45 milhões em dez dias nos EUA, e “Deadpool”, que aumentou seu recorde de arrecadação para US$ 340 milhões no mercado doméstico. Para se ter ideia, o filme de censura “R” (para maiores de 17 anos) agora só perde para quatro lançamentos PG-13 (para maiores de 13 anos) da Marvel: “Vingadores” (2012), “Vingadores: Era de Ultron” (2015) e “Homem de Ferro 3” (2013), além dos dois primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Em todos os tempos. No mercado mundial, “Deadpool” chegou a impressionantes US$ 730 milhões, o que o deixa a apenas US$ 17 milhões de superar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e assumir a condição de filme de super-herói mais bem-sucedido do estúdio 20th Century Fox. Vale observar que ele também é o mais autoral e radical de todos esses filmes citados. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 38 milhões Total EUA: US$ 201,8 milhões Total Mundo: US$ 591,7 milhões 2. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 29 milhões Total EUA: US$ 29 milhões Total Mundo: US$ 82,4 milhões 3. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 18,5 milhões 4. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 45,1 milhões Total Mundo: US$ 52,3 milhões 5. 5. Deadpool Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 340,9 milhões Total Mundo: US$ 730,6 milhões 6. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 50 milhões Total Mundo: US$ 50 milhões 7. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 19,2 milhões Total Mundo: US$ 19,2 milhões 8. The Perfect Match Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 7,3 milhões Total Mundo: US$ 7,3 milhões 9. 5. Irmão de Espião Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 5,9 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 10. O Regresso Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 181,1 milhões Total Mundo: US$ 483,1 milhões

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    Star Trek: Sem Fronteiras passa por refilmagens e inclui atriz da série The Expanse

    20 de março de 2016 /

    “Star Trek: Sem Fronteiras”, terceiro longa do reboot da franquia “Star Trek”, passou por uma semana de refilmagens que, curiosamente, incluíram uma nova atriz no elenco, Shohreh Aghdashloo, vencedora do Emmy e indicada ao Oscar pelo filme “Casa de Areia e Névoa” (2003). A atriz iraniana, que atualmente estrela a série sci-fi “The Expanse”, não teve seu papel revelado, mas especula-se que viverá uma oficial de alta patente da Federação de Planetas. As filmagens adicionais também envolveram as presenças dos atores Chris Pine (o novo Capitão Kirk), Zoe Saldana (Uhura) e o indonésio Joe Taslim, revelação de “Operação Invasão” (2011). Dirigido por Justin Lin, da franquia “Velozes e Furiosos”, “Star Trek Sem Fronteiras” estreia em julho, dois meses antes da celebração dos 50 anos da franquia, inaugurada com a série “Jornada nas Estrelas” em setembro de 1966.

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    Jogador Nº 1: Simon Pegg entra na nova sci-fi de Steven Spielberg

    18 de março de 2016 /

    O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) entrou no elenco do novo filme de Steven Spielberg, “Jogador Nº 1”, informou o site da revista Variety. O ator se junta a Tye Sheridan (o novo Cíclope de “X-Men: Apocalipse”), Olivia Cooke (série “Bates Motel”) e Ben Mendelsohn (série “Bloodline”) no retorno do cineasta à ficção científica. Ele vai interpretar Orgen Morrow, um dos criadores do Oasis, programa de realidade virtual em que se passa a maior parte da trama. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 30 de março de 2018.

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    Convergente assume que Divergente não é grande coisa

    17 de março de 2016 /

    Uma das características de “Divergente” é ser a mais regular dessas franquias juvenis contemporâneas. Regular, tanto no sentido de manter o mesmo nível a cada novo filme, mas também no sentido deste nível ser baixo. “A Série Divergente: Convergente”, dirigido pelo mesmo Robert Schwentke do segundo capítulo, não foge à regra, embora exista um consenso tácito de que se trata do pior. Uma das “vantagens” do terceiro filme é que ele funciona quase como se fosse independente de “Divergente” (2014) e “Insurgente” (2015), por não se focar muito no enredo das facções – a separação da população de Chicago em diferentes grupos organizados conforme suas capacidades ou inclinações. O que servia de motivação ao longa inicial é praticamente deixado de lado, assim como o desfecho visto no segundo capítulo. “Convergente” começa em outro ponto, no meio do julgamento e execução daqueles considerados inimigos da nova ordem. Como o irmão de Tris (Shailene Woodley), Caleb, vivido por Ansel Egort, está preso e prestes a ter o mesmo fim dos demais, o roteiro arranja um jeito de libertá-lo e fazê-lo se juntar ao grupo de jovens que atravessarão a muralha inexorável que cerca Chicago, para descobrir o que existe além dela – embora a nova líder, Evelyn (Naomi Watts), tente impedi-los com seus soldados. Nesse sentido, o filme se aproxima de outro produto de distopia juvenil, “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), que, se não evoca melhor a tese da caverna de Platão, é muito mais eficiente na construção de sua ação e no modo intrigante com que apresenta o novo mundo para os personagens – o além do labirinto de lá é o além da muralha daqui. Uma curiosidade: o roteirista Noah Oppenheim escreveu o primeiro “Maze Runner”. Em vez de perigos desconhecidos, o que “Convergente” reserva para Tris, Four (Theo James) e seus aliados é uma civilização de arquitetura moderna e futurista, que atingiu diversos avanços tecnológicos, mas que não chega a causar encantamento ou mesmo temor. Quanto ao fato deste destino não ser exatamente o paraíso, o próprio trailer já antecipou. Desde antes de entrar no cinema, o público sabe que se trata de uma cilada. Mas a maior cilada está mesmo no roteiro, que perde de vista as teorias comportamentais controvertidas que embasaram a concepção utópica da sociedade pós-apocalíptica de “Divergente”, para revelar que, bem, ser Divergente não é grande coisa. É, basicamente, ser normal. Mesmo com essa desconstrução, o novo chefão, David (Jeff Daniels), quase alicia Tris com seu discurso pseudo-metafísico, embora seu objetivo seja o mesmo de qualquer vilão introduzido em fase posterior de videogame: exterminar. Graças à incapacidade da direção em construir eficientes sequências de ação e a opção por diálogos repletos de chavões (“Não separem as pessoas” etc.), o filme parece ter uma duração bem maior do que sua projeção. Arrasta-se na tela. E, claro, não conclui nada. Isto porque o último livro foi dividido em dois longas – como de praxe – , apesar de ser o mais fraco da trilogia de Veronica Roth. A esperança é que, com a mudança de direção – Schwentke saiu depois de uma discussão com os produtores – , aumentem as chances dessa distopia terminar melhor.

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    Leighton Meester vai viajar no tempo em piloto de série dos diretores de Anjos de Lei

    17 de março de 2016 /

    A atriz Leighton Meester (a Blair de “Gossip Girl”) será a protagonista do piloto de “Making History”, novo projeto dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. O piloto acompanhará três amigos que descobrem uma maneira de viajar no tempo em busca da verdade, da justiça e de riquezas. Ao tentarem resolver seus problemas pessoais, eles visitarão alguns dos grandes momentos do passado, ao mesmo tempo em que complicam suas vidas no presente. Afastada da TV desde o fim de “Gossip Girl” em 2012, Meester vai se juntar ao anteriormente confirmado Adam Pally (série “The Mindy Project”), que interpretará o inventor nerd da máquina do tempo. A atriz, por sua vez, viverá Deborah, uma mulher do período colonial, que possui ideais modernos apesar de estar aprisionada em uma época conservadora. Em pleno 1775, ela tem crenças contemporâneas acerca de questões raciais e de gênero. Caso o piloto seja aprovado, será a segunda comédia sci-fi de Lord e Miller na rede americana Fox. Eles também produzem a divertida “Last Man on Earth”, sobre os últimos sobreviventes do apocalipse. Mas não criaram nenhuma das duas. “Last Man on Earth” foi criação do ator Will Forte e “Making History” está sendo escrita por Julius Sharpe, roteirista das séries “The Cleveland Show” e “Dads”).

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    Hunters: Veja fotos e comerciais da série sobre terroristas alienígenas

    16 de março de 2016 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o pôster, fotos e dois novos comerciais de “Hunters”. Espécie de “Homens de Preto” levado a sério, a atração acompanha uma unidade especial que enfrenta atos terroristas praticados por alienígenas na Terra. A série é baseada no best-seller “Alien Hunter”, de Whitney Strieber (autor dos livros que viraram os filmes “Fome de Viver”, “Lobos” e “Estranhos Visitantes”) e foi desenvolvida por Natalie Chaidez (produtora-roteirista de “12 Monkeys” e “V: Visitantes”). A trama acompanha um policial condecorado da Filadélfia (Nathan Phillips, de “Wolf Creek – Viagem ao Inferno”), que, após o rapto de sua esposa, é recrutado por uma unidade governamental secreta para caçar um grupo de terroristas de outro mundo. O elenco também inclui Britne Oldford (série “Ravenswood”), Lewis Fitz-Gerald (“Eclipse Mortal”), Julian McMahon (série “Nip/Tuck”), Mark Coles Smith (“Airlock”), Gareth Davies (“The Daughter”), Sarah Peirse (trilogia “O Hobbit”) e Laura Gordon (“Jogos Mortais 5”). “Hunters” tem estreia prevista para 11 de abril nos EUA.

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    Star Wars: Alienígenas invadem o set das filmagens do Episódio VIII

    14 de março de 2016 /

    Surgiram novas fotos das filmagens de “Star Wars: Episódio VIII” na cidade de Dubrovnik, na Croácia, que revelam novos alienígenas e um acidente de trânsito de grandes proporções. As fotos também revelam como a cenografia da produção maquiou a cidade histórica, para combinar a arquitetura medieval do lugar com tecnologia futurista e seres de outro mundo. Confira abaixo. Dubrovnik é uma das cidades medievais mais bem preservadas do mundo, por isso costuma servir de locação para diversos filmes e até séries, como “Game of Thrones”. As cenas da produção estão sendo filmadas à noite nos palácios medievais da cidade e cercadas de grande sigilo e segurança, para evitar qualquer vazamento sobre seu conteúdo antes do estreia. Mas, após o fenômeno de bilheterias de “Star Wars: O Despertar da Força”, o interesse pela continuação aumentou muito, levando fãs e paparazzi profissionais a realizarem um verdadeiro cerco ao set, em busca de imagens inéditas. O oitavo filme da saga de ficção científica tem direção de Rian Johnson (“Looper”) e continuará a ser rodado em Dubrovnik até o dia 17 de março. As filmagens croatas já representam a segunda fase da produção, que começou a rodar suas primeiras cenas em fevereiro, na ilha de Skellig Michael, na Irlanda, e passará por várias cidades no mundo. Ainda sem título oficial, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para 15 de dezembro de 2017 no Brasil.

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    Orphan Black: Veja novo trailer as fotos da 4ª temporada

    14 de março de 2016 /

    O canal pago BBC America divulgou um novo comercial e as fotos da 4ª temporada de “Orphan Black”, que traz as diversas clones interpretadas por Tatiana Maslany em situações tensas. Além disso, a prévia confirma que a nova personagem misteriosa, que surgiu em fotos e vídeos anteriores escondendo sua identidade com uma máscara de ovelha, também é interpretada por Tatiana Maslany. Não está claro, porém, se o disfarce é usado por Sarah ou um novo clone, mas os diálogos sugerem a volta de Beth Childs, a clone que aparentemente tinha se matado no primeiro episódio da atração – “A única razão de eu estar viva é porque pensam que estou morta”. Para valorizar essa teoria, a sinopse divulgada revela que, nos próximos episódios, Sarah vai sair do seu esconderijo para rastrear um elusivo e misterioso aliado, ligado à clone que começou toda a trama – Beth Childs. Na nova temporada, Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes rumos, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios só começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá (o canal pago canadense Space também divulgou um pôster, veja abaixo). No Brasil, a série pode ser assistida no canal A&E ou no Netflix, onde as primeiras duas temporadas estão disponíveis.

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    Comédia sci-fi estrelada por Matt Damon se reforça com elenco de peso

    14 de março de 2016 /

    Os atores Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”) e Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) entraram no elenco da comédia sci-fi “Downsizing”, informou o site da revista Variety. Eles vão se juntar a Matt Damon (“Perdido em Marte”) na produção, que se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso. Na trama, Damon será um homem que percebe que sua vida seria muito melhor caso ele conseguisse se encolher. Isto porque ele e sua mulher enfrentam dificuldades financeiras, e a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas ela desiste no último instante, deixando-o sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. A trama será a primeira história fantasiosa de Alexander Payne, diretor mais conhecido por comédias agridoces, como “Nebraska” (2013) e “Os Descendentes” (2011), e que retomará no filme a parceria com o roteirista Jim Taylor, com quem trabalhou em “As Confissões de Schmidt” (2002). A estreia está marcada para 25 de dezembro de 2017.

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    Robert Redford vai descobrir vida após a morte em sci-fi com Rooney Mara

    13 de março de 2016 /

    A produção da sci-fi indie “The Discovery” definiu seu elenco central, com as contratações de Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), informou o site da revista Variety. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. As filmagens começam ainda neste mês em Rhode Island, menor estados dos EUA, com produção conjunta da americana Endgame Entertainment e da britânica Protagonist Pictures. A estreia está prevista para 2017.

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    Ryan Reynolds, Jake Gyllenhall e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi dos roteiristas de Deadpool

    12 de março de 2016 /

    Os atores Ryan Reynolds (“Deadpool”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”) foram confirmados no elenco da ficção científica “Life”, informou o site da revista Variety. “Life” vai acompanhar astronautas da Estação Espacial Internacional que descobrem sinais de vida inteligente em Marte após uma expedição ao planeta vermelho. A história foi escrita pela dupla responsável pelo sucesso “Deadpool”, Paul Wernick e Rhett Reese, e será dirigida pelo sueco Daniel Espinosa (“Crimes Ocultos”).

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