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  • Filme

    Grupo de pressão faz campanha por personagem gay em Star Wars

    2 de maio de 2016 /

    A GLAAD, uma ONG que surgiu em defesa dos direitos homossexuais nos EUA e que virou um dos maiores lobistas da causa LGBT em Hollywood, iniciou uma campanha para a inclusão de personagens gays na franquia “Star Wars”. A pressão teve origem na divulgação do novo relatório anual da ONG, conhecido como Índice da Responsabilidade, sobre a quantidade de personagens gays nos filmes de Hollywood. O mais recente concluiu que nem a Disney nem a Paramount lançaram filmes com gays, lésbicas ou transgêneros em 2015. É um alerta importante para a mudança de atitude da indústria cinematográfica em relação à diversidade sexual. Entretanto, em vez de buscar enquadrar a Disney e a Paramount, a conclusão do relatório foi bizarra: um pedido específico sobre uma franquia já existente. Ou seja, que sejam incluídos gays em “Star Wars”. “Como os projetos de ficção científica têm a oportunidade especial para criar mundos únicos cujas sociedades avançadas podem servir como um comentário sobre o nosso próprio mundo, o lugar mais óbvio em que a Disney poderia incluir personagens LGBT seria o próximo filme ‘Star Wars'”, diz o relatório, lembrando que “Star Wars: O Despertar da Força” “introduziu um novo e diversificado trio central, que dá oportunidade aos criadores para contarem histórias frescas”. O texto concluiu conclamando: “Livros oficiais da franquia já contam com personagens gays e lésbicas que também poderiam ser facilmente incluídos nas histórias dos filmes”. Vale lembrar que no início desse ano, o cineasta J.J. Abrams, responsável por “Star Wars: O Despertar da Força”, afirmou que os próximos episódios de “Star Wars” poderiam contar com personagens gays. Além disso, o ator Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker, afirmou que seu próprio personagem tinha uma sexualidade aberta à interpretação. Em entrevista ao jornal The Sun, o ator ponderou a preferência sexual do herói da franquia. “Me perguntam: ‘Luke poderia ser gay?’ Eu diria que isso deve ser interpretado pelos fãs. Se você acha que Luke é gay, é claro que ele é. Você não deve ter vergonha dele. Julgue Luke pelo seu caráter, não por quem ele ama”, Hamill explicou. Uma discussão também se levantou acerca da relação entre o piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e o desertor Finn (John Boyega). Para algumas pessoas, os dois teriam um romance. Na época, J.J. Abrams não desmentiu e nem confirmou a teoria. Atualmente sendo filmado, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para dezembro de 2017, com roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper”). Antes disso, a franquia ganhará o seu primeiro spin-off, “Rogue One: Uma História Star Wars”, que chega aos cinemas em 15 de dezembro deste ano.

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  • Série

    The Handmaid’s Tale: Elisabeth Moss será protagonista de nova série distópica

    2 de maio de 2016 /

    A atriz Elisabeth Moss (série “Mad Men”) vai estrelar uma série baseada no romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood. A informação é do site The Hollywood Reporter. A produção reforça a intenção do Hulu de se tornar cada vez mais competitivo no mercado de serviços de streaming, reforçando seu catálogo com uma obra de grande apelo. Lançado em 1985, o livro de Atwood já virou filme, estrelado por Natasha Richardson em 1990, com o título brasileiro “A Decadência de uma Espécie”. A série manterá o título original em inglês, “The Handmaid’s Tale”, e está sendo desenvolvida por Bruce Miller, roteirista-produtor de outra adaptação distópica bem-sucedida na TV, “The 100”. A trama de “The Handmaid’s Tale” se passa numa sociedade fundamentalista religiosa que, diante de desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, passa a explorar as mulheres como propriedade do estado. Elizabeth Moss dá vida a Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres fertéis, cumprir seu papel na repopulação do regime totalitário. Assim, ela é forçada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. “The Handmaid’s Tale” terá dez episódios, com estreia prevista para 2017.

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  • Série

    Jamie Clayton “comemora” saída de Aml Ameen do elenco de Sense8

    1 de maio de 2016 /

    Os fãs de “Sense8” que foram pegos de surpresa pela notícia de que o ator Aml Ameen, intérprete de Capheus, foi cortado da da 2ª temporada, não poderiam esperar que sua saída fosse comemorada pelo elenco. Pelo menos, é o que sugere a reação de Jamie Clayton, que falou sobre o corte no Twitter. Clayton, que vive Nomi na série, respondeu a alguns fãs que queriam saber o que aconteceu. Usando a rede social, ela teceu comentários pouco esclarecedores, mas deu a entender que toda a equipe da produção estava feliz com a decisão. Quando um de seus seguidores perguntou se ela estava triste pela saída de Aml, ela respondeu em caixa alta que “NÃO”. E quando outro lamentou, Clayton retrucou: “Realmente não é. Ódio é horrível. Intolerância é horrível. #Sense8 É AMOR”. Finalmente, quando uma de suas seguidoras perguntou por que ela estava tão feliz, alegando que Aml era uma ótima pessoa, Clayton ironizou: “Oh, você o conhece?” Apesar disso, nenhum membro da equipe ou do elenco discorreu a respeito do motivo da saída do ator da série. Muitos fãs especulam, agora, que o ator possa ter feito algum comentário ou agido de forma preconceituosa, mas quando uma fã questionou diretamente Clayton, ela respondeu que “nunca disse isso”. Curiosamente, Aml Ameen e Jamie Clayton foram dois dos protagonistas de “Sense8” que vieram ao Brasil em 2015 para a Comic-Con Experience. A versão oficial para a saída de Aml Ameen é que ele se desentendeu com Lana Wachowski, co-criadora da atração. Para o lugar do ator, já foi escalado um substituto: Toby Onwumere (visto na série “The Book of Dallas”).

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  • Filme

    Diretor divulga fotos dos bastidores de Star Wars: Episódio VIII

    1 de maio de 2016 /

    O diretor e roteirista Rian Johnson (“Looper – Assassinos do Futuro”) divulgou fotos dos bastidores da produção de “Star Wars: Episódio VIII” em seu Tumblr. As imagens em preto e branco mostram parte de uma nave X-Wing e um misterioso personagem de armadura preta. Para completar, o cineasta comentou: “Não posso acreditar que estamos no meio das filmagens. (Estamos no meio das filmagens!)”. “Star Wars: Episódio VIII” ainda não teve muitos detalhes divulgados, nem sequer seu título oficial. Mas a trama dará sequência a “Star Wars: O Despertar da Força” e deve mostrar o treinamento de Rey (Daisy Ridley) por Luke Skywalker (Mark Hamill). A estreia está marcada para 15 de dezembro de 2017. Mas o universo de “Star Wars” estará de volta aos cinemas ainda este ano, representado pelo spin-off “Rogue One: Uma História Star Wars”, cujo lançamento acontecerá em dezembro.

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  • Série

    Sense8 troca intérprete de protagonista na 2ª temporada

    27 de abril de 2016 /

    O ator Aml Ameen está fora da série “Sense8”. Intérprete de Capheus na 1ª temporada, ele foi substituído por Toby Onwumere (visto na série “The Book of Dallas”), que assumirá o personagem nos novos capítulos. As circunstâncias por trás da saída do ator ainda são obscuras, mas fontes do site Deadline indicam que houve algum tipo de conflito entre o ator e Lana Wachowski, criadora, produtora e diretora da série. O conflito teria começado na leitura do roteiro em Berlim e piorado com a progressão das filmagens na Índia. Isso ocasionou a saída de Aml Ameen depois de alguns episódios gravados e a reformulação do papel. A série terá, a seguir, gravações em São Paulo, durante a Parada Gay. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. Já a 2ª temporada de “Sense8” começou sua produção em março e ainda não tem previsão de estreia. A série é exibida no serviço de streaming Netflix.

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  • Série

    Netflix vai produzir nova série sci-fi do criador do universo Stargate na televisão

    25 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix vai produzir, em parceria com o canal pago canadense Showcase, uma nova série sci-fi: “Travelers”, criada por Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão – as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”. A atração será estrelada por Eric McCormack (séries “Will & Grace” e “Perception”) e se passa centenas de anos no futuro, quando os últimos sobreviventes da humanidade descobrem como enviar suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21. Estes “viajantes” assumem a vida de pessoas aparentemente aleatórias, enquanto secretamente trabalham em conjunto para salvar a humanidade de um futuro terrível. Armados apenas com seu conhecimento da História e um arquivo de perfis de mídia social, os viajantes descobrem que a vida e os relacionamentos no século 21 são tão desafiadores quantos suas arriscadas missões. Além de McCormack, o elenco inclui Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”). As gravações já estão acontecendo em Vancouver, no Canadá, visando uma estreia no final do ano.

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  • Série

    Revelada a nova companheira de Doctor Who

    25 de abril de 2016 /

    A rede britânica BBC revelou quem irá acompanhar o Doutor nas viagens pelo tempo e o espaço da 10ª temporada de “Doctor Who”. A atriz Pearl Mackie foi contratada para interpretar a nova companheira de Peter Capaldi na produção. Ela aparece num vídeo da produção, correndo com Capaldi sob ataque dos indefectíveis daleks. Ela vai dar vida a uma nova personagem, chamada Billy, que irá substituir Clara Oswald, a simpática professorinha encarnada por Jenna Coleman, que teve um destino trágico no final da temporada passada. “Estou muito animada para virar parte da família de ‘Doctor Who'”, ela disse, no comunicado da rede de TV. “É uma instituição britânica tão extraordinária que eu não poderia estar mais orgulhoso de poder chamar a Tardis de minha casa!” A nova atriz tem um currículo bastante enxuto, tendo participado apenas do filme “Svengali” (2013) e de um episódio da longeva série britânica “Doctors” em 2014. Coleman, por sua vez, entrou na série em 2012 e chegou a contracenar com dois intérpretes do Doutor, Matt Smith e Capaldi, que virou o personagem do título em 2014. A decisão de sair da série partiu dela própria, com o objetivo de estrelar uma minissérie de época, no papel da rainha Victoria, para o canal ITV. Todas as ex-coadjuvantes da atual fase de “Doctor Who” continuam em evidência na TV e no cinema. Billie Piper (que viveu Rose Tyler) está na série “Penny Dreadful”, Karen Gillan (Amy Pond) participa da franquia cinematográfica “Guardiões da Galáxia”, Freema Agyeman (Martha Jones) integra o elenco de “Sense8” e até Arthur Darvill (Rory) pode ser visto atualmente em “Legends of Tomorrow”. Apenas a comediante Catherine Tate (Donna Noble), que não teve uma participação discreta na sci-fi britânica, encontra-se sem um papel fixo, mas já estrelou dois telefilmes este ano.

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  • Filme

    Atriz cubana de Bata Antes de Entrar vai estrelar continuação de Blade Runner

    24 de abril de 2016 /

    A atriz cubana Ana de Armas, uma das gatas sádicas de “Bata Antes de Entrar” (2015), entrou na continuação de “Blade Runner”, informou o site da revista Variety. Outras fontes sustentam que ela terá um dos principais papeis femininos da produção. Ela vai se juntar no elenco aos atores Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). Com direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o novo “Blade Runner” será ambientado décadas após os eventos da trama original. A história foi desenvolvida por Ridley Scott e Hampton Fancher, respectivamente diretor e roteirista do filme de 1982. As filmagens vão começar em julho para uma estreia em outubro de 2017.

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Após sofrer patrulha ideológica, Scarlett Johansson ganha defensores

    24 de abril de 2016 /

    A divulgação da primeira foto de Scarlett Johansson na sci-fi “Ghost in the Shell” virou tempestade em copo d’água, nesses tempos de patrulha ideológica politicamente correta nos EUA. Tudo porque ela não é japonesa como a personagem original do mangá em que o filme se baseia. Aliás, já não era japonesa antes da foto ser feita, mas a tentativa dos produtores de deixarem-na com o visual dos quadrinhos aumentou o ressentimento. O óbvio: o filme “Ghost in the Shell” é uma produção americana baseada no famoso mangá e anime. E quem protesta contra uma estrela americana numa adaptação de produto japonês parece ignorar que remakes de filmes americanos no exterior, como, por exemplo, as versões chinesas de clássicos de Martin Scorsese e dos irmãos Coen, não são estreladas por americanos. Mas nem sempre o óbvio é claro o suficiente para quem se alista na patrulha estelar. Diante da fumaça, Sam Yoshiba, diretor executivo da editora Kodansha, que publicou o mangá, deu uma entrevista ao site The Hollywood Reporter em que comemorou a escalação de Johansson. “Olhando para a carreira dela até agora, Scarlett Johnsson é uma escolha de elenco muito boa. Ela tem uma coisa meio cyberpunk, sabe. E, desde o começo, nós nunca imaginamos que seria uma atriz japonesa”, manifestou-se. Yoshiba também exaltou o fato de que o longa permitirá ao mundo conhecer algo culturalmente relevante que foi criado no Japão. E se isso não for suficiente para ajustar a perspectiva de quem acha que Hollywood deve ser um microcosmo do planeta e representar o mundo inteiro, o roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) postou um vídeo no YouTube em que explica, de forma didática, como funciona a cultura americana, eximindo, inclusive, a indústria cinematográfica da escolha. Dizendo que os patrulheiros estão “bravos com a pessoa errada”, ele conclui que, sem Scarlett, o filme jamais seria feito. Vale a pena, para quem domina inglês, ouvir seus argumentos sensatos (veja abaixo). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Independence Day: O Ressurgimento ganha novo trailer legendado, repleto de efeitos visuais

    23 de abril de 2016 /

    A Fox divulgou o segundo trailer de “Independence Day: O Ressurgimento”, em versões legendada e dublada. A prévia apresenta a volta ameaçadora dos alienígenas e destaca alguns rostos conhecidos do filme de 1996, além de estabelecer claramente o protagonismo do novo personagem vivido por Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”). Há muito mais efeitos visuais e destruição que a produção de 20 anos atrás, e um esforço de humor auto-referencial. O estúdio também produziu uma coleção de pôsteres que, embora pareçam similares, trazem diferentes continentes sob a sombra da nova força invasora, demonstrando o tamanho da nave espacial e a escala global do desafio. A continuação traz de volta Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), ao lado de uma nova geração de personagens, interpretados por Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”), William Fichtner (“Tartarugas Ninja”), Joey King (“O Ataque ”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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  • Série

    Série clássica Além da Imaginação vai ganhar nova versão interativa

    19 de abril de 2016 /

    A série “Além da Imaginação” (“The Twilight Zone”, no original em inglês) vai ganhar um novo remake. A diferença da nova versão é que ela será interativa, num esforço conjunto entre a rede americana CBS e a empresa Interlude. Segundo comunicado divulgado pelas companhias, o programa permitirá ao espectador “mudar e adaptar a história baseado no que ele sente”. O comunicado não explica como isso se dará na prática, mas a Interlude é conhecida por criar vídeos que permitem interação, como o comercial da Coca-Cola com o Hulk e o Homem-Formiga, que estreou no Super Bowl deste ano. Além disso, o responsável pela adaptação tem experiência com o universo dos videogames. Ken Levine, criador do game “BioShock”, irá escrever e dirigir o episódio piloto da série. Em entrevista à revista Wired, ele afirmou que o processo criativo da produção ainda está no início. “Nós fizemos um esboço do que queremos fazer e agora estamos dando início ao processo de escrita, pensando em como dosar o elemento interativo para fazer a narrativa se tornar mais pessoal para o espectador, e deixá-lo mais engajado”. Um das séries mais famosas da ficção científica, “Além da Imaginação” foi criada por Rod Serling e exibida entre 1959 a 1964 na própria CBS, tendo um total de 156 episódios. A CBS também desenvolveu dois revivals da série – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). A série já foi adaptada para o cinema, na antologia “No Limiar da Realidade (Twilight Zone: The Movie, 1983). O filme apresentava quatro histórias curtas, cada uma dirigida por um mestre do cinema fantástico: Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel.

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Veja Scarlett Johansson na primeira foto da adaptação do mangá futurista

    15 de abril de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou a primeira foto da produção de “Ghost in the Shell”, que traz a Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) de perfil. De cabelo escuro e cortado como a personagem dos quadrinhos, a atriz evoca o visual da Major Mokoto Kusanagi, heroína do mangá futurista em que a trama se baseia. Confira em versão maior abaixo deste texto (clique na imagem para ampliar). Além da foto, o estúdio divulgou um press release da produção, que contém uma sinopse. Nela, Motoko Kusanagi é referida apenas como a Major. O que não deixa de ser um artifício interessante para preservar a personagem sem se referir a sua etnia original. Afinal, Johansson pode pintar e cortar o cabelo, mas claramente não é japonesa. A sinopse diz: Baseado na obra de ficção científica internacionalmente aclamada, “Ghost in the Shell” acompanha a Major, uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera uma força-tarefa de elite: a Seção 9. Dedicada a deter os mais perigosos criminosos e extremistas, a Seção 9 enfrenta um inimigo, cujo objetivo é exterminar os avanços da Hanka Robotic na tecnologia cibernética. Curiosamente, as filmagens não estão acontecendo no Japão, mas num país vizinho: em Wellington, na Nova Zelândia. O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Considerado uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história de Shirow também influenciou a animação mundial ao ser transformada em longa animado em 1995 – lançado no Brasil como “Fantasma do Futuro” – , surpreendendo a crítica com uma trama adulta de ficção científica, num período em que abundavam, no mercado americano, produções de desenhos infantis medíocres. A trama tem ritmo de thriller futurista. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O lançamento está marcado para 13 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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  • Filme

    Rua Cloverfield, 10 surpreende com mistério e tensão

    13 de abril de 2016 /

    Há filmes que quanto menos você souber melhor. E a equipe por trás do marketing de “Rua Cloverfield, 10” faz desse detalhe um trunfo desde seu trailer, que pouco entrega da trama. Claro que é possível inferir um monte de coisas, especialmente se você já viu “Cloverfield – Monstro” (2008), de Matt Reeves, que utiliza a estética do found footage para contar uma história de criaturas alienígenas que infernizam uma metrópole. De maneira muito inteligente, o novo filme não usa o mesmo recurso do original, contando também uma história bem diferente e que privilegia o que acontece no bunker claustrofóbico de um sujeito estranho e suspeito chamado Howard, vivido brilhantemente por John Goodman (“Argo”). O ponto de vista, no entanto, é de Michelle, interpretada pela linda e talentosa Mary Elizabeth Winstead (“A Coisa”). Ela está numa espécie de cidade fantasma apocalíptica quando, depois de abastecer o carro, sofre um acidente na estrada que a deixa desacordada. A cena do baque é, desde já, um dos grandes momentos cinematográficos do ano, com um trabalho de edição lindo, junto com os pré-créditos. Quando Michelle acorda presa em um lugar desconhecido, e é recebida por aquele sujeito esquisito e com um papo meio maluco de que o mundo acabou e se tornou inabitável pela radioatividade, ela não acredita. Aos poucos, vamos sabendo que nem tudo que Howard diz é mentira, embora ele omita certas coisas, e a verdade vai sendo revelada aos poucos, às vezes até em cenas aparentemente inocentes, como a de um jogo de adivinhação. Na casa subterrânea de Howard também habita um jovem barbudo simpático, Emmett (John Gallager Jr., da série “The Newsroom”), que aos poucos vai se tornando amigo e confidente de Michelle, na mesma proporção em que Howard vai inspirando mais e mais desconfiança, ainda que pareça um tanto infantil às vezes. Sua obsessão por coisas infantis é impressionante, aliás – o que nos remete novamente à cena do jogo de adivinhação, que é, ao mesmo tempo, tensa e engraçada. E é desse jeito que o diretor Dan Trachtenberg, em sua estreia em longa-metragem, os roteiristas talentosos (entre eles, Damien Chazelle, de “Whiplash”) e o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) decidem contar essa história: juntando momentos tensos, e às vezes de puro horror, com instantes mais leves e de muito bom humor. Até em seu final o filme insiste em trafegar por outros caminhos. E como a realização é de alto nível, pouco importa se algumas soluções parecem inverossímeis ou extremamente fantasiosas. Elas acabam se adequando perfeitamente à narrativa. Assim como também é perfeita a construção da heroína Michelle, mais uma representante desses tempos de heroínas fortes, estirpe iniciada pela Ripley, de “Alien, o 8º Passeiro” (1979). Com um orçamento modesto, estimado em apenas US$ 15 milhões (pouco para os padrões de uma produção sci-fi hollywoodiana), “Rua Cloverfield, 10” valoriza sua história, o clima e a atuação. E o que economiza em sensacionalismo, mantendo em mistério o que não se deve comentar sobre sua trama, vale mais que mil explosões jogadas na cara do público por uma superprodução de entretenimento genérico.

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