Jogador Nº 1: Simon Pegg entra na nova sci-fi de Steven Spielberg
O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) entrou no elenco do novo filme de Steven Spielberg, “Jogador Nº 1”, informou o site da revista Variety. O ator se junta a Tye Sheridan (o novo Cíclope de “X-Men: Apocalipse”), Olivia Cooke (série “Bates Motel”) e Ben Mendelsohn (série “Bloodline”) no retorno do cineasta à ficção científica. Ele vai interpretar Orgen Morrow, um dos criadores do Oasis, programa de realidade virtual em que se passa a maior parte da trama. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 30 de março de 2018.
Convergente assume que Divergente não é grande coisa
Uma das características de “Divergente” é ser a mais regular dessas franquias juvenis contemporâneas. Regular, tanto no sentido de manter o mesmo nível a cada novo filme, mas também no sentido deste nível ser baixo. “A Série Divergente: Convergente”, dirigido pelo mesmo Robert Schwentke do segundo capítulo, não foge à regra, embora exista um consenso tácito de que se trata do pior. Uma das “vantagens” do terceiro filme é que ele funciona quase como se fosse independente de “Divergente” (2014) e “Insurgente” (2015), por não se focar muito no enredo das facções – a separação da população de Chicago em diferentes grupos organizados conforme suas capacidades ou inclinações. O que servia de motivação ao longa inicial é praticamente deixado de lado, assim como o desfecho visto no segundo capítulo. “Convergente” começa em outro ponto, no meio do julgamento e execução daqueles considerados inimigos da nova ordem. Como o irmão de Tris (Shailene Woodley), Caleb, vivido por Ansel Egort, está preso e prestes a ter o mesmo fim dos demais, o roteiro arranja um jeito de libertá-lo e fazê-lo se juntar ao grupo de jovens que atravessarão a muralha inexorável que cerca Chicago, para descobrir o que existe além dela – embora a nova líder, Evelyn (Naomi Watts), tente impedi-los com seus soldados. Nesse sentido, o filme se aproxima de outro produto de distopia juvenil, “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), que, se não evoca melhor a tese da caverna de Platão, é muito mais eficiente na construção de sua ação e no modo intrigante com que apresenta o novo mundo para os personagens – o além do labirinto de lá é o além da muralha daqui. Uma curiosidade: o roteirista Noah Oppenheim escreveu o primeiro “Maze Runner”. Em vez de perigos desconhecidos, o que “Convergente” reserva para Tris, Four (Theo James) e seus aliados é uma civilização de arquitetura moderna e futurista, que atingiu diversos avanços tecnológicos, mas que não chega a causar encantamento ou mesmo temor. Quanto ao fato deste destino não ser exatamente o paraíso, o próprio trailer já antecipou. Desde antes de entrar no cinema, o público sabe que se trata de uma cilada. Mas a maior cilada está mesmo no roteiro, que perde de vista as teorias comportamentais controvertidas que embasaram a concepção utópica da sociedade pós-apocalíptica de “Divergente”, para revelar que, bem, ser Divergente não é grande coisa. É, basicamente, ser normal. Mesmo com essa desconstrução, o novo chefão, David (Jeff Daniels), quase alicia Tris com seu discurso pseudo-metafísico, embora seu objetivo seja o mesmo de qualquer vilão introduzido em fase posterior de videogame: exterminar. Graças à incapacidade da direção em construir eficientes sequências de ação e a opção por diálogos repletos de chavões (“Não separem as pessoas” etc.), o filme parece ter uma duração bem maior do que sua projeção. Arrasta-se na tela. E, claro, não conclui nada. Isto porque o último livro foi dividido em dois longas – como de praxe – , apesar de ser o mais fraco da trilogia de Veronica Roth. A esperança é que, com a mudança de direção – Schwentke saiu depois de uma discussão com os produtores – , aumentem as chances dessa distopia terminar melhor.
Leighton Meester vai viajar no tempo em piloto de série dos diretores de Anjos de Lei
A atriz Leighton Meester (a Blair de “Gossip Girl”) será a protagonista do piloto de “Making History”, novo projeto dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. O piloto acompanhará três amigos que descobrem uma maneira de viajar no tempo em busca da verdade, da justiça e de riquezas. Ao tentarem resolver seus problemas pessoais, eles visitarão alguns dos grandes momentos do passado, ao mesmo tempo em que complicam suas vidas no presente. Afastada da TV desde o fim de “Gossip Girl” em 2012, Meester vai se juntar ao anteriormente confirmado Adam Pally (série “The Mindy Project”), que interpretará o inventor nerd da máquina do tempo. A atriz, por sua vez, viverá Deborah, uma mulher do período colonial, que possui ideais modernos apesar de estar aprisionada em uma época conservadora. Em pleno 1775, ela tem crenças contemporâneas acerca de questões raciais e de gênero. Caso o piloto seja aprovado, será a segunda comédia sci-fi de Lord e Miller na rede americana Fox. Eles também produzem a divertida “Last Man on Earth”, sobre os últimos sobreviventes do apocalipse. Mas não criaram nenhuma das duas. “Last Man on Earth” foi criação do ator Will Forte e “Making History” está sendo escrita por Julius Sharpe, roteirista das séries “The Cleveland Show” e “Dads”).
Hunters: Veja fotos e comerciais da série sobre terroristas alienígenas
O canal pago americano Syfy divulgou o pôster, fotos e dois novos comerciais de “Hunters”. Espécie de “Homens de Preto” levado a sério, a atração acompanha uma unidade especial que enfrenta atos terroristas praticados por alienígenas na Terra. A série é baseada no best-seller “Alien Hunter”, de Whitney Strieber (autor dos livros que viraram os filmes “Fome de Viver”, “Lobos” e “Estranhos Visitantes”) e foi desenvolvida por Natalie Chaidez (produtora-roteirista de “12 Monkeys” e “V: Visitantes”). A trama acompanha um policial condecorado da Filadélfia (Nathan Phillips, de “Wolf Creek – Viagem ao Inferno”), que, após o rapto de sua esposa, é recrutado por uma unidade governamental secreta para caçar um grupo de terroristas de outro mundo. O elenco também inclui Britne Oldford (série “Ravenswood”), Lewis Fitz-Gerald (“Eclipse Mortal”), Julian McMahon (série “Nip/Tuck”), Mark Coles Smith (“Airlock”), Gareth Davies (“The Daughter”), Sarah Peirse (trilogia “O Hobbit”) e Laura Gordon (“Jogos Mortais 5”). “Hunters” tem estreia prevista para 11 de abril nos EUA.
Star Wars: Alienígenas invadem o set das filmagens do Episódio VIII
Surgiram novas fotos das filmagens de “Star Wars: Episódio VIII” na cidade de Dubrovnik, na Croácia, que revelam novos alienígenas e um acidente de trânsito de grandes proporções. As fotos também revelam como a cenografia da produção maquiou a cidade histórica, para combinar a arquitetura medieval do lugar com tecnologia futurista e seres de outro mundo. Confira abaixo. Dubrovnik é uma das cidades medievais mais bem preservadas do mundo, por isso costuma servir de locação para diversos filmes e até séries, como “Game of Thrones”. As cenas da produção estão sendo filmadas à noite nos palácios medievais da cidade e cercadas de grande sigilo e segurança, para evitar qualquer vazamento sobre seu conteúdo antes do estreia. Mas, após o fenômeno de bilheterias de “Star Wars: O Despertar da Força”, o interesse pela continuação aumentou muito, levando fãs e paparazzi profissionais a realizarem um verdadeiro cerco ao set, em busca de imagens inéditas. O oitavo filme da saga de ficção científica tem direção de Rian Johnson (“Looper”) e continuará a ser rodado em Dubrovnik até o dia 17 de março. As filmagens croatas já representam a segunda fase da produção, que começou a rodar suas primeiras cenas em fevereiro, na ilha de Skellig Michael, na Irlanda, e passará por várias cidades no mundo. Ainda sem título oficial, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para 15 de dezembro de 2017 no Brasil.
Orphan Black: Veja novo trailer as fotos da 4ª temporada
O canal pago BBC America divulgou um novo comercial e as fotos da 4ª temporada de “Orphan Black”, que traz as diversas clones interpretadas por Tatiana Maslany em situações tensas. Além disso, a prévia confirma que a nova personagem misteriosa, que surgiu em fotos e vídeos anteriores escondendo sua identidade com uma máscara de ovelha, também é interpretada por Tatiana Maslany. Não está claro, porém, se o disfarce é usado por Sarah ou um novo clone, mas os diálogos sugerem a volta de Beth Childs, a clone que aparentemente tinha se matado no primeiro episódio da atração – “A única razão de eu estar viva é porque pensam que estou morta”. Para valorizar essa teoria, a sinopse divulgada revela que, nos próximos episódios, Sarah vai sair do seu esconderijo para rastrear um elusivo e misterioso aliado, ligado à clone que começou toda a trama – Beth Childs. Na nova temporada, Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes rumos, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios só começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá (o canal pago canadense Space também divulgou um pôster, veja abaixo). No Brasil, a série pode ser assistida no canal A&E ou no Netflix, onde as primeiras duas temporadas estão disponíveis.
Comédia sci-fi estrelada por Matt Damon se reforça com elenco de peso
Os atores Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”) e Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) entraram no elenco da comédia sci-fi “Downsizing”, informou o site da revista Variety. Eles vão se juntar a Matt Damon (“Perdido em Marte”) na produção, que se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso. Na trama, Damon será um homem que percebe que sua vida seria muito melhor caso ele conseguisse se encolher. Isto porque ele e sua mulher enfrentam dificuldades financeiras, e a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas ela desiste no último instante, deixando-o sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. A trama será a primeira história fantasiosa de Alexander Payne, diretor mais conhecido por comédias agridoces, como “Nebraska” (2013) e “Os Descendentes” (2011), e que retomará no filme a parceria com o roteirista Jim Taylor, com quem trabalhou em “As Confissões de Schmidt” (2002). A estreia está marcada para 25 de dezembro de 2017.
Robert Redford vai descobrir vida após a morte em sci-fi com Rooney Mara
A produção da sci-fi indie “The Discovery” definiu seu elenco central, com as contratações de Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), informou o site da revista Variety. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. As filmagens começam ainda neste mês em Rhode Island, menor estados dos EUA, com produção conjunta da americana Endgame Entertainment e da britânica Protagonist Pictures. A estreia está prevista para 2017.
Ryan Reynolds, Jake Gyllenhall e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi dos roteiristas de Deadpool
Os atores Ryan Reynolds (“Deadpool”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”) foram confirmados no elenco da ficção científica “Life”, informou o site da revista Variety. “Life” vai acompanhar astronautas da Estação Espacial Internacional que descobrem sinais de vida inteligente em Marte após uma expedição ao planeta vermelho. A história foi escrita pela dupla responsável pelo sucesso “Deadpool”, Paul Wernick e Rhett Reese, e será dirigida pelo sueco Daniel Espinosa (“Crimes Ocultos”).
Começam as gravações de 3%, a primeira série brasileira do Netflix
O Netflix iniciou em São Paulo as gravações de “3%”, sua primeira série original brasileira, que irá estrear no serviço de streaming ainda este ano. O detalhe é que não só uma série brasileira qualquer. É uma rara série sci-fi produzida no país. Demorou “só” cinco anos para o projeto encontrar um parceiro. O piloto, dividido em três partes, circula na internet desde 2011. Surpreendente e criativo, o projeto original se passava num futuro distópico, no qual todas as pessoas, ao completarem 20 anos, poderiam se inscrever em um processo seletivo para fazer parte da elite. Mas o processo de seleção é cruel, composto por provas cheias de tensão e situações limites de estresse, medo e dilemas morais, e ao final apenas 3% seriam aprovados e aceitos em um mundo melhor, cheio de oportunidades e com a promessa de uma vida digna. A similaridade com outras sci-fis juvenis, como “Jogos Vorazes” e “Divergente”, vem à mente. Em entrevista à Pipoca Moderna, Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), criador e roteirista da série, chegou a admitir que “a ideia veio por influência de distopias que estava lendo na época”. Mas isso foi o ponto de partida para exprimir um problema bastante brasileiro: a falta de perspectivas diante de um cenário econômico adverso. Havia também uma metáfora, tendo em vista a idade abordada, para o vestibular. “Uma das coisas que mais me atraiam nos conflitos dos jovens brasileiros era a dificuldade de entrada no mercado de trabalho (e outros tipos de seleção), por isso pensei em exagerar essa característica da nossa sociedade, criando esse processo único, cruel e intenso para os personagens enfrentarem”, contou Aguilera. O projeto agora será totalmente refeito para o Netflix, com nova equipe e novo elenco. A 1ª temporada começa a ser gravada com direção do uruguaio Cesar Charlone (“La Redota – Una Historia de Artigas”), há anos radicado no Brasil e indicado ao Oscar de Melhor Fotografia por “Cidade de Deus” (2002). Pedro Aguilera, por sua vez, continua assinando o texto. Por sua vez, o elenco destaca João Miguel (“Xingu”), Zezé Motta (a eterna “Xica da Silva”) e o português Nicolau Breyner (“Trem Noturno para Lisboa”), todos bem adultos, o que sugere que o conceito etário foi abandonado. Pelo que diz Charlone no comunicado, o processo de seleção não será mais por idade, mas obrigatório para toda a sociedade. “Em última instância, a série traz à tona questões sobre a dinâmica da sociedade que impõe constantes processos de seleção pelos quais todos nós temos que passar, gostemos ou não”, comentou o cineasta. O elenco, porém, ainda inclui alguns jovens, como Rafael Lozano (série “Sessão de Terapia”), Mel Fronckowiak (novela “Rebelde”), Michel Gomes (“Salve Geral”) e a estreante Vaneza Oliveira, além da “trintona” Bianca Comparato (“Irmã Dulce”), que completa o time reunido para a primeira foto divulgada da produção (em rotação acima). Com produção da Boutique Filmes, “3%” terá 8 episódios rodados em Ultra HD 4K, e estará disponível também no mercado internacional atendido pelo serviço de streaming. Até o momento, não há previsão de estreia.
Estreias: Pior filme da franquia Divergente chega a mais de mil cinemas
O penúltimo episódio da saga “Divergente” é a maior estreia da semana, alcançando 1.023 salas de cinema. A ocupação é a maior de toda a franquia, atingindo quase o dobro das salas que receberam “Divergente” (524) em 2014 e acima de “Insurgente” (837), de 2015. A má notícia é que “A Série Divergente: Convergente” também é o pior filme dos três. Repetindo o que vem sendo feito com as adaptações da literatura juvenil desde o final de “Harry Potter”, o último livro foi dividido em dois filmes, mas no caso de “Convergente” não daria meio longa-metragem. Tanto que os roteiristas se desviaram da história original. E o resultado é lamentável. A nota no Rotten Tomatoes resume tudo: 0% de avaliação na média da crítica americana. Como o filme vai ocupar um terço de todo o parque exibidor, que já se encontra sobrecarregado com “Kung Fu Panda 3”, “Deadpool” e “Os Dez Mandamentos”, todos os demais lançamentos da semana ficaram restritos ao circuito limitado. De fato, as condições de ocupação até criaram um paradoxo: o lançamento limitado de shopping center. Caso do filme “Little Boy – Além do Impossível”, produção mexicana, falada em inglês, que explora a fé alheia com uma fábula moralista sobre milagres, ridicularizada pela crítica americana – 21% no Rotten Tomatoes. Chega em 26 salas, todas na rede Cinépolis (por sinal, também de origem mexicana). Apesar dessa distribuição dirigida, “Little Boy” consegue ser um dos maiores lançamentos da semana, tão poucas foram as salas que sobraram. A falta de espaço prejudicou até um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos, “Boa Noite, Mamãe”, filme austríaco mais premiado de 2015, que chega em 48 cinemas. Talvez o fato de não ser falado inglês amedronte mais o circuito que sua trama. Releve, pois o longa venceu o famoso festival de cinema fantástico de Stiges, considerado o “Cannes do terror”. Sua história, sobre duas crianças gêmeas que não reconhecem mais a própria mãe, após ela passar por cirurgia plástica, ultrapassou até os limites de gênero, conquistando o “Oscar austríaco” como Melhor Filme do ano, além do troféu de Melhor Direção de Fotografia da Europa, respectivamente pelas Academias Austríaca e Europeia. Para completar, tem 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a melhor cotação entre todas as estreias da semana. Outro destaque do circuito, “Tudo Vai Ficar Bem” marca o retorno do cineasta alemão Wim Wenders à ficção após dois documentários premiados, “Pina” (2011) e “O Sal da Terra” (2014). Mas não impressionou a crítica – 22% no Rotten Tomatoes. Traz James Franco como um escritor envolvido em uma tragédia. O que o distingue de um melodrama convencional é justamente a filmagem do diretor, que usa 3D para perscrutar os recônditos dos personagens. O detalhe é que será exibido no Brasil somente em 20 salas de projeção convencional. Incrível. Os demais lançamentos são praticamente invisíveis. O documentário “Glauco do Brasil”, sobre o pintor tropicalista Glauco Rodrigues, chega em quatro salas (duas no Rio, uma em Florianópolis e uma em Curitiba), assim como o drama francês “É o Amor”, em que o corso Paul Vecchiali (“Noites Brancas no Pier”) aborda a infidelidade (duas em São Paulo, uma em Porto Alegre e uma em Goiânia). Para completar, duas estreias chegam exclusivamente em São Paulo: o romance francês “Astrágalo” (Imovision), que a atriz Brigitte Sy (“Um Lugar na Terra”) filmou em preto e branco com ecos da nouvelle vague, e a dramédia “O Presidente”, do iraniano Mohsen Makhmalbaf (“A Caminho de Kandahar”), sobre um ditador deposto, que se disfarça de sem-teto para escapar do linchamento com seu pequeno príncipe desencantado. Cada um desses filmes chega em apenas uma sala. Estreias de cinema nos shoppings Estreias em circuito limitado
Série apocalíptica de artes marciais Into the Badlands é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano AMC anunciou a renovação da série “Into the Badlands”, que mistura sci-fi e artes marciais, para sua 2ª temporada. De acordo com o AMC, a atração teve uma média de 5,6 milhões de telespectadores por episódio, registrando 3.4 pontos no índice demográfico (entre o público na faixa de 18 a 49 anos). Estes números, porém, são da audiência acumulada, que conta reprises e outras plataformas nos primeiros sete dias após a exibição original (o chamada live +7). Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar, os criadores de “Smallville”, a série se passa numa época indeterminada, em uma terra controlada por barões feudais, e acompanha um grande guerreiro chamado Sunny (Daniel Wu, de “O Homem com Punhos de Ferro”), que trai seu mestre para iniciar uma jornada perigosa para além das muralhas conhecidas. O elenco também inclui Aramis Knight (“Ender’s Game”), Madeleine Mantock (série “The Tomorrow People”), Emily Beecham (“Extermínio 2”), Sarah Bolger (“Renascida do Inferno”), Ally Ioannides (série “Parenthood”), Marton Csokas (“O Protetor”), Oliver Stark (“O Aventureiro: A Maldição da Caixa de Midas”), Orla Brady (série “Sinbad”) e Stephen Lang (série “Terra Nova”).
Star Wars: Chewbacca vai participar do filme sobre a juventude de Han Solo
O velho parceiro de Han Solo, Chewbacca, foi confirmado no filme sobre a juventude do aventureiro favorito da saga “Star Wars”. Quem garante é ninguém menos que Bob Iger, o CEO da Disney. Ele revelou a participação do piloto wookie durante uma conferência do Deutsche Bank. “Temos outros filmes em produção, incluindo um, que é a história de origem de Han Solo e Chewy”, ele “confidenciou”. Neste momento, a Disney e a LucasFilm estão em processo de testes e definição do ator que representará a versão jovem do personagem eternizado por Harrison Ford. O estúdio está considerando atores bem diferentes, como demonstra a lista vazada pela imprensa – entre os nomes conhecidos, destacam-se os de Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), Dave Franco (“Vizinhos”), Logan Lerman (“Corações de Ferro”) e Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”). O filme de Han Solo será o segundo longa de uma linha de produções derivadas da franquia original, passada em épocas diferentes da saga principal. O primeiro é “Rogue One: A Star Wars Story”, que será lançado em dezembro deste ano. Há também um projeto sobre Boba Fett sendo desenvolvido para 2020 e rumores de que a Disney já planeja mais cinco filmes além dos que se tornaram conhecidos. A estreia da produção centrada na juventude de Han Solo está agendada para 25 de maio de 2018.












