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    Atriz cubana de Bata Antes de Entrar vai estrelar continuação de Blade Runner

    24 de abril de 2016 /

    A atriz cubana Ana de Armas, uma das gatas sádicas de “Bata Antes de Entrar” (2015), entrou na continuação de “Blade Runner”, informou o site da revista Variety. Outras fontes sustentam que ela terá um dos principais papeis femininos da produção. Ela vai se juntar no elenco aos atores Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”). Com direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o novo “Blade Runner” será ambientado décadas após os eventos da trama original. A história foi desenvolvida por Ridley Scott e Hampton Fancher, respectivamente diretor e roteirista do filme de 1982. As filmagens vão começar em julho para uma estreia em outubro de 2017.

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    Ghost in the Shell: Após sofrer patrulha ideológica, Scarlett Johansson ganha defensores

    24 de abril de 2016 /

    A divulgação da primeira foto de Scarlett Johansson na sci-fi “Ghost in the Shell” virou tempestade em copo d’água, nesses tempos de patrulha ideológica politicamente correta nos EUA. Tudo porque ela não é japonesa como a personagem original do mangá em que o filme se baseia. Aliás, já não era japonesa antes da foto ser feita, mas a tentativa dos produtores de deixarem-na com o visual dos quadrinhos aumentou o ressentimento. O óbvio: o filme “Ghost in the Shell” é uma produção americana baseada no famoso mangá e anime. E quem protesta contra uma estrela americana numa adaptação de produto japonês parece ignorar que remakes de filmes americanos no exterior, como, por exemplo, as versões chinesas de clássicos de Martin Scorsese e dos irmãos Coen, não são estreladas por americanos. Mas nem sempre o óbvio é claro o suficiente para quem se alista na patrulha estelar. Diante da fumaça, Sam Yoshiba, diretor executivo da editora Kodansha, que publicou o mangá, deu uma entrevista ao site The Hollywood Reporter em que comemorou a escalação de Johansson. “Olhando para a carreira dela até agora, Scarlett Johnsson é uma escolha de elenco muito boa. Ela tem uma coisa meio cyberpunk, sabe. E, desde o começo, nós nunca imaginamos que seria uma atriz japonesa”, manifestou-se. Yoshiba também exaltou o fato de que o longa permitirá ao mundo conhecer algo culturalmente relevante que foi criado no Japão. E se isso não for suficiente para ajustar a perspectiva de quem acha que Hollywood deve ser um microcosmo do planeta e representar o mundo inteiro, o roteirista Max Landis (“Victor Frankenstein”) postou um vídeo no YouTube em que explica, de forma didática, como funciona a cultura americana, eximindo, inclusive, a indústria cinematográfica da escolha. Dizendo que os patrulheiros estão “bravos com a pessoa errada”, ele conclui que, sem Scarlett, o filme jamais seria feito. Vale a pena, para quem domina inglês, ouvir seus argumentos sensatos (veja abaixo). Considerada uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. A estreia está marcada para 13 de abril de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Independence Day: O Ressurgimento ganha novo trailer legendado, repleto de efeitos visuais

    23 de abril de 2016 /

    A Fox divulgou o segundo trailer de “Independence Day: O Ressurgimento”, em versões legendada e dublada. A prévia apresenta a volta ameaçadora dos alienígenas e destaca alguns rostos conhecidos do filme de 1996, além de estabelecer claramente o protagonismo do novo personagem vivido por Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”). Há muito mais efeitos visuais e destruição que a produção de 20 anos atrás, e um esforço de humor auto-referencial. O estúdio também produziu uma coleção de pôsteres que, embora pareçam similares, trazem diferentes continentes sob a sombra da nova força invasora, demonstrando o tamanho da nave espacial e a escala global do desafio. A continuação traz de volta Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), ao lado de uma nova geração de personagens, interpretados por Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”), William Fichtner (“Tartarugas Ninja”), Joey King (“O Ataque ”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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  • Série

    Série clássica Além da Imaginação vai ganhar nova versão interativa

    19 de abril de 2016 /

    A série “Além da Imaginação” (“The Twilight Zone”, no original em inglês) vai ganhar um novo remake. A diferença da nova versão é que ela será interativa, num esforço conjunto entre a rede americana CBS e a empresa Interlude. Segundo comunicado divulgado pelas companhias, o programa permitirá ao espectador “mudar e adaptar a história baseado no que ele sente”. O comunicado não explica como isso se dará na prática, mas a Interlude é conhecida por criar vídeos que permitem interação, como o comercial da Coca-Cola com o Hulk e o Homem-Formiga, que estreou no Super Bowl deste ano. Além disso, o responsável pela adaptação tem experiência com o universo dos videogames. Ken Levine, criador do game “BioShock”, irá escrever e dirigir o episódio piloto da série. Em entrevista à revista Wired, ele afirmou que o processo criativo da produção ainda está no início. “Nós fizemos um esboço do que queremos fazer e agora estamos dando início ao processo de escrita, pensando em como dosar o elemento interativo para fazer a narrativa se tornar mais pessoal para o espectador, e deixá-lo mais engajado”. Um das séries mais famosas da ficção científica, “Além da Imaginação” foi criada por Rod Serling e exibida entre 1959 a 1964 na própria CBS, tendo um total de 156 episódios. A CBS também desenvolveu dois revivals da série – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). A série já foi adaptada para o cinema, na antologia “No Limiar da Realidade (Twilight Zone: The Movie, 1983). O filme apresentava quatro histórias curtas, cada uma dirigida por um mestre do cinema fantástico: Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel.

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Veja Scarlett Johansson na primeira foto da adaptação do mangá futurista

    15 de abril de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou a primeira foto da produção de “Ghost in the Shell”, que traz a Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) de perfil. De cabelo escuro e cortado como a personagem dos quadrinhos, a atriz evoca o visual da Major Mokoto Kusanagi, heroína do mangá futurista em que a trama se baseia. Confira em versão maior abaixo deste texto (clique na imagem para ampliar). Além da foto, o estúdio divulgou um press release da produção, que contém uma sinopse. Nela, Motoko Kusanagi é referida apenas como a Major. O que não deixa de ser um artifício interessante para preservar a personagem sem se referir a sua etnia original. Afinal, Johansson pode pintar e cortar o cabelo, mas claramente não é japonesa. A sinopse diz: Baseado na obra de ficção científica internacionalmente aclamada, “Ghost in the Shell” acompanha a Major, uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera uma força-tarefa de elite: a Seção 9. Dedicada a deter os mais perigosos criminosos e extremistas, a Seção 9 enfrenta um inimigo, cujo objetivo é exterminar os avanços da Hanka Robotic na tecnologia cibernética. Curiosamente, as filmagens não estão acontecendo no Japão, mas num país vizinho: em Wellington, na Nova Zelândia. O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”) como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, parceiro de Kusanagi, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como a Dra. Ouelet, que não existe nos quadrinhos, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Considerado uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história de Shirow também influenciou a animação mundial ao ser transformada em longa animado em 1995 – lançado no Brasil como “Fantasma do Futuro” – , surpreendendo a crítica com uma trama adulta de ficção científica, num período em que abundavam, no mercado americano, produções de desenhos infantis medíocres. A trama tem ritmo de thriller futurista. A história original se passava em 2029 e acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. O lançamento está marcado para 13 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Rua Cloverfield, 10 surpreende com mistério e tensão

    13 de abril de 2016 /

    Há filmes que quanto menos você souber melhor. E a equipe por trás do marketing de “Rua Cloverfield, 10” faz desse detalhe um trunfo desde seu trailer, que pouco entrega da trama. Claro que é possível inferir um monte de coisas, especialmente se você já viu “Cloverfield – Monstro” (2008), de Matt Reeves, que utiliza a estética do found footage para contar uma história de criaturas alienígenas que infernizam uma metrópole. De maneira muito inteligente, o novo filme não usa o mesmo recurso do original, contando também uma história bem diferente e que privilegia o que acontece no bunker claustrofóbico de um sujeito estranho e suspeito chamado Howard, vivido brilhantemente por John Goodman (“Argo”). O ponto de vista, no entanto, é de Michelle, interpretada pela linda e talentosa Mary Elizabeth Winstead (“A Coisa”). Ela está numa espécie de cidade fantasma apocalíptica quando, depois de abastecer o carro, sofre um acidente na estrada que a deixa desacordada. A cena do baque é, desde já, um dos grandes momentos cinematográficos do ano, com um trabalho de edição lindo, junto com os pré-créditos. Quando Michelle acorda presa em um lugar desconhecido, e é recebida por aquele sujeito esquisito e com um papo meio maluco de que o mundo acabou e se tornou inabitável pela radioatividade, ela não acredita. Aos poucos, vamos sabendo que nem tudo que Howard diz é mentira, embora ele omita certas coisas, e a verdade vai sendo revelada aos poucos, às vezes até em cenas aparentemente inocentes, como a de um jogo de adivinhação. Na casa subterrânea de Howard também habita um jovem barbudo simpático, Emmett (John Gallager Jr., da série “The Newsroom”), que aos poucos vai se tornando amigo e confidente de Michelle, na mesma proporção em que Howard vai inspirando mais e mais desconfiança, ainda que pareça um tanto infantil às vezes. Sua obsessão por coisas infantis é impressionante, aliás – o que nos remete novamente à cena do jogo de adivinhação, que é, ao mesmo tempo, tensa e engraçada. E é desse jeito que o diretor Dan Trachtenberg, em sua estreia em longa-metragem, os roteiristas talentosos (entre eles, Damien Chazelle, de “Whiplash”) e o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) decidem contar essa história: juntando momentos tensos, e às vezes de puro horror, com instantes mais leves e de muito bom humor. Até em seu final o filme insiste em trafegar por outros caminhos. E como a realização é de alto nível, pouco importa se algumas soluções parecem inverossímeis ou extremamente fantasiosas. Elas acabam se adequando perfeitamente à narrativa. Assim como também é perfeita a construção da heroína Michelle, mais uma representante desses tempos de heroínas fortes, estirpe iniciada pela Ripley, de “Alien, o 8º Passeiro” (1979). Com um orçamento modesto, estimado em apenas US$ 15 milhões (pouco para os padrões de uma produção sci-fi hollywoodiana), “Rua Cloverfield, 10” valoriza sua história, o clima e a atuação. E o que economiza em sensacionalismo, mantendo em mistério o que não se deve comentar sobre sua trama, vale mais que mil explosões jogadas na cara do público por uma superprodução de entretenimento genérico.

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    Kill Command: Trailer de sci-fi indie britânica mostra guerra robótica

    11 de abril de 2016 /

    A Vertigo Films divulgou dois pôsteres e o trailer da sci-fi “Kill Command”, primeiro filme escrito e dirigido por Steven Gomez, técnico de efeitos visuais que faz da prévia um cartão de visitas de sua capacidade para evocar o futuro. O filme evoca conhecidos clichês de gênero e vale mesmo pelo realismo dos robôs e a qualidade dos efeitos, materializados com baixo orçamento. A premissa, por sinal, evoca outra famosa produção indie britânica, o terror “Dog Soldiers” (2002). Só que, em vez de lobisomens, o inimigo agora é tecnológico, via influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). Na trama, um exercício militar futurista acaba se transformando em uma batalha pela sobrevivência, quando os robôs de treinamento começam a matar os soldados. O elenco destaca Vanessa Kirby (“Evereste”), que o trailer não deixa claro se vive uma ciborgue ou androide, embora no final sua personagem se defina como humana. Além dela, também estrelam a produção o dinamarquês Thure Lindhardt (“Velozes & Furiosos 6”), David Ajala (“O Destino de Júpiter”) e Tom McKay (série “The White Queen”). A estreia está marcada para 13 de maio no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Orphan Black: Veja os primeiros minutos da 4ª temporada

    10 de abril de 2016 /

    O canal pago canadense Space divulgou os primeiros quatro minutos da 4ª temporada de “Orphan Black”. A prévia é um flashback, que resgata a primeira clone vista na trama, Beth Childs, mas também introduz outra clone que ainda não tinha aparecido. Além de introduzir um novo mistério, o vídeo comprova que a clone com máscara de ovelha não era Sarah. Todas as clones são interpretadas por Tatiana Maslany, que dá show na série. A sinopse divulgada já tinha revelado que, nos próximos episódios, Sarah irá rastrear uma elusiva e misteriosa aliada, ligada à clone que começou toda a trama – Beth Childs. Na trama, Sarah vai seguir os passos de Beth em uma relação perigosa com um novo inimigo em potencial, caminhando para uma nova e assustadora direção. Enquanto suas irmãs são levadas para diferentes rumos, Sarah se distancia dos relacionamentos que a mudaram para melhor. Os novos episódios começam a ser exibidos em 14 de abril nos EUA e no Canadá. No Brasil, a série é exibida no canal pago A&E e no Netflix, onde as temporadas iniciais estão disponíveis.

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    Star Wars: Veja o trailer legendado de Rogue One, o primeiro spin-off da franquia espacial

    7 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou o trailer legendado e um pôster com o logotipo do próximo “Star Wars”. Trata-se do primeiro spin-off da franquia, uma aventura independente da saga central, que introduz diversos personagens novos. A prévia confirma que a ação se passa entre as duas primeiras trilogias e envolve um missão das forças rebeldes contra a Estrela da Morte. O tom é bem mais sombrio que o material de divulgação de “Star Wars: O Despertar da Força”, destacando a atitude “rebelde” da nova heroína, Jyn Erso, vivida por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”). Intitulado “Rogue One: Uma História de Star Wars”, o filme está sendo considerado o mais aguardado de 2016. Em seu elenco também estão Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). Além disso, circulam rumores sobre uma aparição de Darth Vader na trama. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), “Rogue One: Uma História de Star Wars” estreia em 16 de dezembro deste ano.

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    Star Wars: Diretor divulga imagem de bastidores do Episódio VIII com Maz Kanata

    7 de abril de 2016 /

    O diretor Rian Johnson (“Looper”) divulgou em seu Tumblr uma imagem dos bastidores da produção de “Star Wars: Episódio VIII”, que traz Maz Kanata, uma criação digital interpretada, via captura de performance, por Lupita Nyong’o. Clique na foto acima para ampliá-la. A imagem confirma que a ex-pirata, dona de um bar interestelar, estará de volta na continuação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Ainda sem título oficial, “Star Wars: Episódio VIII” também foi escrito por Johnson e tem estreia marcada para 15 de dezembro de 2017 no Brasil.

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    Fotos revelam o elenco de Class, novo spin-off da série Doctor Who

    6 de abril de 2016 /

    A rede britânica BBC divulgou as primeiras fotos do elenco do novo spin-off da série “Doctor Who”, intitulado “Class”. As imagens (veja abaixo) trazem os atores no cenário da atração, mas as gravações só vão começar na próxima semana. Apesar da divulgação, ainda não há informações sobre a trama ou os nomes dos personagens. Desde que o projeto foi anunciado, o título se prestou a diversas especulações, alimentando a possibilidade de ser uma atração derivada da atual encarnação da série principal. Afinal, a última companheira do Doutor, Clara Oswald (Jenna Coleman), era uma professora e vários de seus jovens alunos apareceram em aventuras da série, inclusive viajando a bordo da Tardis. Infelizmente, essa possibilidade foi apenas parcialmente contemplada. Com o triste desfecho da 9ª temporada, Clara saiu definitivamente da série. E, ao que parece, seus alunos também. Entretanto, sua escola continuará a fazer parte da mitologia da produção em “Class”. Na verdade, a escola de Clara, Coal Hill School, tem uma longa tradição como cenário “Doctor Who”. Ela aparece no próprio piloto da atração, “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. Depois, porém, só voltou a ser lembrada num episódio de 1988, quando o Doutor viajou no tempo de volta a 1963, para resolver problemas que deixara inacabados em sua primeira aparição na Terra. Foi necessário outro longo hiato para o lugar voltar a ganhar destaque. Isto aconteceu no especial de 50 anos da série, quando a nova companheira do Doutor, Clara, tornou-se professora de Inglês da escola londrina. Isto mudou a relação da série com o colégio fictício. A partir da 8ª temporada, a maioria dos episódios incluiu cenas relacionadas com o local, destacando professores e alunos. “Class”, porém, não deve retomar nenhum dos personagens já conhecidos. Pelos menos, é o que indica o elenco divulgado. Ele será encabeçado por Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”), que deve viver uma professora, e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah, escalados como estudantes da Coal Hill School. Criada por Patrick Ness (roteirista da vindoura fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), a série está sendo descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica. “Eu sempre me perguntei se poderia haver uma ‘Buffy’ britânica, e só mesmo o brilhante Patrick Ness para descobrir como fazer isso acontecer”, disse o produtor executivo Steven Moffat (“Doctor Who”) no press release divulgado pela BBC. O novo spin-off vem suprir uma lacuna no universo de “Doctor Who”, que nos últimos anos chegou a ter duas séries derivadas, “Torchwood”, para um público mais velho, e “The Sarah Jane Adventures”, para crianças. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração.

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    Independence Day: Comercial mostra retorno dos alienígenas dos anos 1990

    5 de abril de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “Independence Day: O Ressurgimento”, que destaca a volta ameaçadora dos alienígenas e também alguns rostos conhecidos do filme de 1996, com direito a cenas no espaço e muitos efeitos visuais. A continuação traz de volta Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), além de introduzir uma nova geração de personagens, interpretados por Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”) e Joey King (série “Fargo”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a continuação, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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    Ator de Guardiões da Galáxia entra no elenco da continuação de Blade Runner

    5 de abril de 2016 /

    O ator Dave Bautista, intérprete do grandalhão Drax em “Guardiões da Galáxia” (2014), entrou no elenco da sequência de “Blade Runner – O Caçador de Andróides” (1982). O próprio ator deu a dica ao postar em seu Instagram uma foto em que aparece segurando o origami de unicórnio, elemento icônico do clássico dos anos 1980. Na legenda, Bautista deu o teaser: “Eu mal posso esperar para dividir algumas notícias realmente empolgantes”. A Warner Bros. acabou confirmando sua participação no longa e horas depois ele divulgou um vídeo oficializando a notícia. Confira abaixo. Ele vai se juntar no elenco aos atores Harrison Ford, reprisando o papel do protagonista Rick Deckard, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”) e Robin Wright (série “House of Cards”). Ainda sem um título definido, a sequência terá direção de Denis Villeneuve (“Sicario”), o roteiro foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e Hampton Fancher (autor da primeira adaptação de “Blade Runner”), e a produção está a cargo de Ridley Scott, diretor do longa original. As filmagens vão começar em julho para uma estreia prevista para 12 de janeiro de 2018. I'm so excited to be able to share this news! Thank you for your support in everything I do. It's humbling. Um vídeo publicado por David Bautista (@davebautista) em Abr 4, 2016 às 9:35 PDT

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