Série Pure Genius está virtualmente cancelada
A série “Pure Genius” não terá novos capítulos. A rede americana CBS anunciou que não produzirá nenhum episódio além dos 13 inicialmente encomendados para sua 1ª temporada. Ou seja, a série foi cancelada, mas a emissora prefere usar outras palavras para não espantar a pouca audiência que ainda acompanha sua exibição semanal. Por conta disso, a condição da série é virtualmente cancelada, uma vez que oficialização só deve acontecer em maio, durante os upfronts. “Pure Genius” foi a série estreante de menor audiência da CBS. Criação de Jason Katims e Sarah Watson (ambos de “Parenthood”), sua trama se passava num hospital high tech, financiado por um bilionário do Vale do Silício (Augustus Prew, da série “The Borgias”), que aplica o que há de mais moderno e revolucionário na Medicina para tratar casos complexos, enquanto espera que seus médicos possam curar sua própria doença rara. O elenco inclui Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Odette Annable (séries “House” e “Banshee”), Brenda Song (série “Dads”), Reshma Shetty (série “Royal Pains”), Ward Horton (“Annabelle”) e Matthew John Armstrong (série “Heroes”). A série continuará sendo exibida nas noites de quinta-feira até encerrar o seu primeiro ciclo de 13 episódios, como está acontecendo com outras séries virtualmente canceladas da temporada, como “Frequency” e “No Tomorrow” na CW, e “Conviction” e “Notorious” na ABC. O caso desta última é ainda mais grave, já que a produção recebeu ordem de entregar três episódios a menos que o originalmente encomendado. Nenhuma das atrações citadas teve seu cancelamento oficializado, já que as redes de TV dos EUA cancelaram a palavra “cancelamento”. Mas não serão mais produzidas, o que dá na mesma.
Rogue One: Comercial destaca amizade dos protagonistas do spin-off de Star Wars
A LucasFilm divulgou um novo comercial de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que traz cenas inéditas da produção para destacar a amizade forjada entre os principais protagonistas, Jyn Erso e o Capitão Cassian Andor, vividos respectivamente por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”) e Diego Luna (“Elysium”). O filme vai acompanhar um grupo rebelde numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a nova arma de destruição planetária do Império, num prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977). No elenco estão ainda Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e as vozes de Alan Tudyk (série “Firefly”) e James Earl Jones, que novamente dublará Darth Vader, como na trilogia clássica. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 16 de dezembro.
Passageiros: Jennifer Lawrence e Chris Pratt lutam para sobreviver em nova cena de sci-fi espacial
A Sony Pictures divulgou a segunda cena tensa da sci-fi “Passageiros”, que mostra Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”) e Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) lutando pela vida, quando o oxigênio começa a se esvair de sua nave espacial. Na trama, os dois despertam de uma longa hibernação durante uma jornada para outro planeta. O problema é que o computador de bordo fez com que acordassem antes dos demais viajantes e se vissem sozinhos numa grande nave espacial, com 90 anos de viagem para frente. Para completar, ainda precisarão impedir uma catástrofe para salvar suas vidas. Apesar da sinopse se limitar aos dois personagens, o filme também inclui em seu elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”) como um robô, além de Laurence Fishburne (série “Hannibal”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e Aurora Perrineau (“Jem e as Hologramas”). Com roteiro de Jon Spaihts (“Prometheus”) e direção do norueguês Morten Tyldum (indicado ao Oscar por “O Jogo da Imitação”), “Passageiros” tem estreia prevista para 5 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Veja a abertura de 3%, primeira série brasileira da Netflix
A Netflix divulgou a abertura de “3%”, sua primeira série brasileira original, com elenco encabeçado por João Miguel (“Xingu”) e Bianca Comparato (“Irmã Dulce”). “3%” é uma série de ficção científica juvenil criada por Pedro Aguilera (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), que teve seu piloto divulgado em 2011 no YouTube, antes de “Jogos Vorazes” lançar tendência. A trama retrata uma sociedade futurista dividida entre o progresso e a devastação. A história acompanha jovens que pertencem ao lado desfavorecido e querem tentar a sorte do outro lado, mas para isso precisam passar por um processo de seleção, e só 3% conseguem. No projeto original, isto embutia uma crítica ao vestibular e ao sistema de ensino. Mas o desenvolvimento da série transformou o tema numa questão social mais ampla. Os sete episódios estreiam na sexta (25/11) com direção do uruguaio Cesar Charlone (“Artigas, La Redota”), que foi indicado ao Oscar pela fotografia de “Cidade de Deus” (2002).
Perdidos no Espaço: Dr. Smith vai virar Dra. Smith no remake da Netflix
Depois de mudar a raça da intérprete de Judy Robinson, a produção do remake de “Perdidos no Espaço” trocou o sexo do Doutor Smith. Segundo o site Deadline, a atriz Parker Posey (“O Homem Irracional”) viverá o papel imortalizado por Jonathan Harris no série clássica. Além da nova Dra. Smith, o elenco do remake da Netflix já escalou Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will e a adolescente Taylor Russell como Judy. Faltam apenas escalar a filha do meio, Penny, o navegador Major West e o dublador do robô. O sobrenome dos personagens é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. O remake está sendo escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A previsão é que o remake estreie apenas em 2018 na Netflix.
Estúdio de Godzilla adquire a sci-fi clássica Duna para produzir novo filme ou série
A sci-fi clássica “Duna” deve ganhar nova versão. O estúdio Legendary, de “Godzilla” e do vindouro “Kong: Ilha da Caveira” comprou os direitos da franquia de ficção científica dos herdeiros do escritor Frank Herbert, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, ainda não definiu se realizará uma série de televisão ou um novo filme. Até o momento, não há cronograma de produção ou equipe definida para a adaptação, além dos executivos da própria Legendary. Recentemente, o cineasta canadense Denis Villeneuve (“A Chegada”) revelou que pretende se especializar em filmes do gênero sci-fi e que gostaria de filmar, justamente, “Duna”. A trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, mas conhecido como Duna, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, por isso a família real que supervisiona o local sofre um atentado, mas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as areias de Duna – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ao longo dos anos, muitos tentaram adaptar “Duna” no cinema. Um documentário sobre a primeira tentativa, a versão nunca realizada do diretor Alejandro Jodorowsky nos anos 1970, foi lançado em 2013 com detalhes espetaculares. O único filme produzido chegou aos cinemas na década de 1980, mas sofreu cortes que prejudicaram muito seu resultado, ainda assim com visuais fantásticos. Dirigido por ninguém menos que David Lynch, “Duna” foi lançado em 1984 com um elenco que tinha Kyle MacLachlan, Patrick Stewart, Linda Hunt, Max von Sydow e até o cantor Sting. Depois disso, ainda foram produzidas duas minisséries sobre o universo de “Duna”, em 2000 e 2003, pelo canal atualmente conhecido como SyFy.
Sci-fi pós-apocalíptica Expresso do Amanhã pode virar série
A cultuada sci-fi sul-coreana “Expresso do Amanhã” pode virar série de televisão. O canal pago americano TNT encomendou um piloto baseado na história do filme dirigido por Joon-ho Bong. Segundo o site Deadline, a adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista Josh Friedman, que escreveu “Guerra dos Mundos” (2005), a série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” (2008-2009) e está envolvido com as continuações de “Avatar” (2009). A fonte original da história é, na verdade, a graphic novel francesa “Le Transperceneige”, escrita por Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo, que erradicou quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O elenco espetacular da versão de cinema incluiu Chris Evans (“Capitão América: Guerra Civil”), Jamie Bell (“Ninfomaníaca”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Octavia Spencer (“A Série Divergente: Convergente”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), Alison Pill (“Zoom”), Ewen Bremner (“Jack – O Matador de Gigantes”) e Ed Harris (série “Westworld”), além dos sul-coreanos Sang Kang-ho e Ko Ah-sung, que trabalharam com o diretor em “O Hospedeiro” (2006). Vale lembrar que o filme acabou envolvido numa grande polêmica nos EUA, porque o produtor Harvey Weinstein pretendia cortar 20 minutos do longa para exibi-lo no país, além de desejar adicionar narrações, descaracterizando completamente a produção. Mesmo sendo sua estreia em Hollywood, Bong Joon-Ho não aceitou, protegido por cláusulas contratuais. Por conta disso, a Weinstein Company atrasou o lançamento nos países de língua inglesa em mais de um ano. O reflexo dessa briga respingou até no Brasil, onde o filme só foi chegar dois anos após quebrar recordes de bilheterias na Coreia do Sul. Os cineastas Bong Joon-Ho e Park Chan-wook, respectivamente diretor e produtor do filme, serão produtores executivos do piloto de “Snowpiercer” (o título original) em parceria com Marty Adelstein (séries “Prison Break”, “Teen Wolf” e “Aquarius”), que adquiriu os direitos da adaptação, via seu Tomorrow Studios. O piloto precisará ser aprovado pelo TNT para ganhar encomenda de temporada e virar série.
Supervisor de efeitos de O Homem nas Trevas faz curta sci-fi apocalíptico contra Trump
O uruguaio Alejandro Damiani, que trabalhou como supervisor de efeitos visuais no terror “O Homem nas Trevas”, fez um curta apocalíptico que mostra as consequências extremas da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA. Disponibilizado no YouTube, o vídeo se chama “M.A.M.Ó.N.”, é produzido pelo estúdio uruguaio Aparato, falado em espanhol e inclui legendas em inglês. Para quem não domina nenhum dos dois idiomas, segue uma longa descrição. Começa com imigrantes sendo arremessados pelo muro da fronteira do México. Médicos, noivas, vendedores e crianças são jogados de volta para o México, e quando surgem as primeiras reclamações, um robô gigante pilotado pelo próprio Trump invade o país para esmagar a rebelião. Mariachis, lutadores mascarados de lucha libre e outros ícones mexicanos tentam impedi-lo, mas, como o Chapolim Colorado está morto, ninguém tem astúcia suficiente para vencer o louco americano. Apenas um milagre poderia detê-lo. E é quando surge dos céus uma nave espacial da Santa Maria, que traz uma galinha feroz, capaz de destruir o vilão. No epílogo, Trump se contorce numa mesa de operação, vindo a falecer porque deportou o cirurgião que poderia salvá-lo.
Neil Gaiman desenvolve série sci-fi de realidades alternativas para a Fox
A rede Fox encomendou a produção de uma série desenvolvida pelo escritor Neil Gaiman (o criador dos quadrinhos de “Sandman”). Trata-se de “The Building”, uma sci-fi sobre universos paralelos, ao estilo de “The Fringe”, informou o site Deadline. A série é inspirado num filme da divisão digital da 20th Century Fox, chamado “Parallels” (2015), que fez bastante sucesso na Netflix. Gaiman adorou a premissa e procurou o autor original da história, o diretor e roteirista Christopher Leone (da minissérie “The Lost Room”), para desenvolver o projeto. A trama acompanha três jovens que recebem uma mensagem para ir num prédio moderno do centro da cidade, mas ao chegar lá encontram o interior do edifício completamente desolado e cheio de pichações. O principal problema, porém, acontece quando resolvem ir embora e descobrem que a rua do prédio mudou completamente. Na verdade, o muito inteiro está diferente, por influência de fatos históricos que eles nunca testemunharam, como um ataque nuclear da União Soviética contra os Estados Unidos nos anos 1980. Logo eles descobrem que o edifício se movimenta entre realidades alternativas a cada 36 horas, sem nunca retornar ao endereço original. A atração deverá explorar a origem do edifício, porque foi construído e com qual objetivo, além de mostrar o que acontece em cada andar do prédio e se será possível para os protagonistas voltarem à sua Terra original. O piloto será escrito por Leone e Albert Kim (produtor-roteirista de “Nikita” e “Sleepy Hollow”), que também atuará como showrunner e dividirá a produção executiva com Gaiman. A produção ainda está em estágio inicial, mas logo fará companhia as outras série de Gaiman na programação televisiva. Além de “Lucifer”, baseado numa história do escritor nos quadrinhos de “Sandman”, o canal pago Starz vai lançar “American Gods”, adaptação do livro “Deuses Americanos”, de Gaiman, no começo de 2017. Confira abaixo o trailer de “Parallels” para ter ideia do que será a nova série.
James Cameron volta a Avatar com as primeiras artes conceituais de parque temático
James Cameron voltou, finalmente, a trabalhar na produção de “Avatar”. A má notícia é que isso significa que James Cameron vai demorar ainda mais a retomar a produção dos filmes da franquia “Avatar”. Confuso? É que foram divulgadas as artes conceituais da área temática dedicada ao filme “Avatar” (2009), que está sendo construída no parque Animal Kingdom, da Disney, em Orlando, com supervisão do cineasta. Veja acima. O acordo para a construção do parque foi revelado em 2011 e, como tudo que envolve “Avatar”, a construção está bastante atrasada. A data original de conclusão era 2015… O atraso em dois anos é atribuído pela empresa à escala do projeto. Segundo James Cameron, “a Disney quer fazer um território inteiro, com várias atrações. Talvez um passeio voador, uma experiência temática. Queremos que as pessoas se sintam em Pandora. Meu trabalho é tornar isso tudo consistente com a cultura Na’vi, com os temas e valores de ‘Avatar’ e os próximos filmes”. No cinema, “Avatar” terá mais quatro filmes. Originalmente, o primeiro longa começaria a ser rodado em 2011, quando o projeto ainda seria uma trilogia. Mas James Cameron já adiou tantas vezes o início da produção, que já daria para ter filmado inteiramente até o quinto filme da franquia. E em vez de marcar logo o começo das filmagens, decidiu agora priorizar o parque temático… com temas das sequências não produzidas! Surreal.
Rogue One: A Estrela da Morte ganha destaque no novo comercial do spin-off de Star Wars
A LucasFilm divulgou um novo comercial de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que destaca a imponência da Estrela da Morte, com direito a aparição de Darth Vader. O filme vai acompanhar um grupo rebelde numa missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a nova arma de destruição planetária do Império, num prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977). No elenco estão Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”) e as vozes de Alan Tudyk (série “Firefly”) e James Earl Jones, que novamente dublará Darth Vader, como na trilogia clássica. Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 16 de dezembro.
Vídeo mostra como a Netflix seria no futuro da série Black Mirror
E se a Netflix fosse um aplicativo futurista, instalado na retina dos telespectadores? O serviço de streaming se inspirou nas previsões tecnológicas da série “Black Mirror” para realizar um vídeo sobre o impacto que esse tipo de invenção causaria na vida das pessoas. Em resumo, ninguém mais se interessaria em ver a vida real. A propósito, as imagens que as pessoas veem no vídeo são de episódios de “Black Mirror”. Uma das melhores séries sci-fi de todos os tempos, a antologia britânica criada por Charlie Brooker (também criador da série de zumbis “Dead Set”) teve sua 3ª temporada disponibilizada na Neflix em 21 de outubro, com seis episódios baseados em inovações tecnológicas que podem transformar o futuro num pesadelo real.
Emilia Clarke, estrela de Game of Thrones, entra em Star Wars
A atriz Emilia Clarke, que vive Daenerys Targaryen na série “Game of Thrones”, fechou contrato para estrelar um novo filme de “Star Wars”. O anúncio foi feito pela Disney via Twitter na sexta-feira (18/11). O papel de Emilia Clarke não foi revelado, mas ela fará parte do spin-off centrado na juventude de Han Solo. Segundo a Disney, sua personagem será uma das que Han Solo e Chewbacca irão encontrar em suas aventuras. No filme, ela vai se juntar a Alden Ehrenreich, que substitui Harrison Ford como o jovem Han Solo, e Donald Glover, que fará o papel do jovem Lando Calrissian. A trama do longa vai mostrar eventos na vida de Han Solo que se passam antes do primeiro “Star Wars”, lançado no Brasil com o título de “Guerra nas Estrelas” em 1977. O filme de Han Solo será o segundo spin-off (filme derivado) de “Star Wars”. O primeiro é “Rogue One: Uma História Star Wars”, que estreia em dezembro, acompanhando a missão de um grupo de rebeldes para roubar os planos da Estrela da Morte. Ainda sem título, a produção será dirigida por Phil Lord e Christopher Miller, dupla responsável por “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009), “Anjos da Lei” (2012) e “Uma Aventura Lego” (2014). A estreia está marcada para maio de 2018.











