2ª temporada de Sense8 ganha trailer tenso em clima de conflito
Após as fotos, a Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Sense8”. A prévia foca no conflito entre os sensates e a organização secreta que os caça, com destaque para Will, o personagem policial vivido por Brian J. Smith, que é seduzido pelos inimigos, ao mesmo tempo em que descobre Angelica Turing (Daryl Hannah) ainda viva e cativa. Também chama atenção a participação do ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A estreia acontece em 5 de maio.
Katee Sackhoff vai estrelar piloto de série sci-fi baseado no telefilme Soldado do Futuro
Katee Sackhoff vai voltar às origens, participando de um piloto de ficção científica do canal pago SyFy. A atriz-revelação de “Battlestar Galactica”, que continua a ser o maior sucesso do canal após mais de uma década, dará voz a um supercomputador no projeto de “The Machine”. O piloto é baseado no telefilme homônimo de 2013, batizado no Brasil de “Soldado do Futuro”, que ganhou um certo culto entre os fãs do gênero. A trama se passa num futuro transformado pela emergência da inteligência artificial, e vai explorar o conflito entre a humanidade e a tecnologia, por meio da interação de seis personagens, cada um capaz de levar a humanidade para a vitória ou à destruição. Além de Sackhoff, a produção escalou Lance Henriksen (“Aliens”) e Jaeden Bettencourt (“Hotel Transilvânia 2”) como vozes de computadores. Suas máquinas se chamam, respectivamente, Nadia, Stanley e Zazimir. “The Machine” está sendo desenvolvido pelo diretor e roteirista do telefilme original, Caradog W. James, e produzido por Andrew Miller (“O Círculo Secreto”). Além de escrever, James vai dirigir o piloto, que precisará ser aprovado pelo canal para virar série.
Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana
A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.
2ª temporada de Sense8 ganha 50 fotos
A Netflix divulgou 50 fotos da 2ª temporada de “Sense8”, que mostram os personagens em cenas de festas, mas também de ação. Entre as imagens, está o ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Há também três fotos do episódio que inclui a parada LGBTQ de São Paulo, gravado em maio de 2016 em plena Avenida Paulista. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 2ª temporada estreia em 5 de maio.
Japoneses aprovam Scarlett Johansson em A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
“A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” foi lançado no Japão na sexta (7/4), e os fãs dos mangás e animes em que o filme se baseia não viram polêmica na escalação de Scarlett Johansson como protagonista da trama. O filme sofreu patrulha ideológica nos EUA por ter uma atriz branca num papel originalmente escrito para uma asiática. Mas os japoneses ouvidos pelo site The Hollywood Reporter disseram que ela foi a melhor escolha e que outra não faria tão bem o papel. “Eu a amei nos Vingadores e queria ver este só porque ela estava nele. Se tivessem feito uma versão japonesa, provavelmente teriam escalada uma ‘idol’ boboca”, disse um fã, referindo-se às girl bands adolescentes do país, que costumam estrelar filmes baseados em mangás. “Ouvi dizer que pessoas nos Estados Unidos queriam uma atriz asiática para interpretá-la. Será que seria bom se ela fosse asiática ou asiática-americana? Honestamente, isso seria pior: alguém de outro país asiático fingindo ser japonês. É menos ofensivo tornar a personagem branca”, disse outro, revelando um lado da discussão que a patrulha ideológica ignorou completamente. Segundo a Paramount, as acusações de embranquecimento do material original teria resultado em críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado nos EUA. Além de Scarlett, o público se encantou com os efeitos visuais do filme, considerados muito superiores a qualquer adaptação de mangá e anime já feita no Japão. O único ponto negativo ficou por conta do roteiro, que os fãs da franquia consideraram superficial, tendo em vista as questões filosóficas da trama clássica de Masamune Shirow. “Foram os melhores efeitos visuais que eles poderiam ter feito em uma versão live-action. Mas a história foi um pouco superficial, evitando aprofundar os temas do anime. Mas é uma versão de Hollywood, então é meio isso que é o que se espera”, comentou um espectador. O filme foi cotado com 3,5 estrelas pelo público no site Yahoo Japan Movies: 4 para o visual e 3 para a história.
Schwarzenegger recusou participar do novo Predador após ler o roteiro
O diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) bem que tentou, mas Arnold Schwarzenegger não vai participar do reboot/continuação de “O Predador” (1987). Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator se recusou a fazer parte do projeto após ler o roteiro. “Eles me chamaram, li o roteiro e não gostei. Não importa mais o que ofereçam, não vou fazer isso. Exceto se tiver alguma chance de rescreverem ou criarem um papel mais significante para mim. Mas, do jeito que está, não farei”, ele afirmou. O roteiro foi escrito pelo próprio Shane Black em parceria com Fred Dekker (“RoboCop 3”). Nunca é demais lembrar que Shane Black participou, como ator, do primeiro “Predador”, ao lado de Schwarzenegger. No filme dirigido por John McTiernan, o personagem do astro de ação foi o único que sobreviveu ao encontro entre seu grupo de mercenários e o alienígena, numa selva centro-americana. As filmagens do novo longa começaram em fevereiro deste ano, com um elenco formado por Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Boyd Holbrook (“Logan”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Sterling K. Brown (série “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”) Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). A estreia está marcada para 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Colossal: Comédia de monstro gigante com Anne Hathaway ganha trailer legendado
A comédia de monstros “Colossal”, estrelada por Anne Hathaway (“Interestelar”), ganhou dois novos pôsteres internacionais e seu primeiro trailer legendado. A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul e como a personagem de Hathaway percebe estar ligada à criatura, que imita todos os seus gestos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um monstro gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011), que, inclusive, optou por um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia acontece nesta sexta (7/4) em circuito limitado nos EUA, e daqui a 20 dias no Brasil.
Diretor do novo Piratas do Caribe vai filmar último livro do autor de Jurassic Park e Westworld
O diretor norueguês Joachim Ronning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) está em negociações com a Amblin Entertainment para filmar “Micro”, adaptação do último livro de Michael Crichton, autor de “Jurassic Park” e do filme que inspirou a série “Westworld”. A trama de suspense segue um grupo de estudantes convocado para trabalhar em uma misteriosa empresa de biotecnologia no Havaí. Só que, ao chegarem lá, eles são miniaturizados e jogados em uma floresta tropical, com nada além de sua inteligência e conhecimento científico para sobreviverem. A história ficou inacabada com a morte de Crichton em 2008, e foi completada por Richard Preston (autor de “The Demon in the Freezer”, que também vai virar filme). Segundo o site da revista Variety, o roteiro está a cargo de Darren Lemke (“Goosebumps”) e ainda não há data de lançamento prevista. Escaldado pelos adiamentos da produção de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, Ronning vem negociando vários projetos nos últimos meses. “Micro” é o quarto que vem à tona, após “Matusalém” com Tom Cruise, o filme de princesas “Princesses” e o piloto da série “Doomsday”.
Ghost in the Shell vai ganhar nova série animada
Se o filme com atores “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” não virou o sucesso que o estúdio americano esperava, a franquia está longe de ter acabado. Aproveitando que o marketing da Paramount tornou o mangá original conhecido mundialmente, a editora Kodansha e o estúdio de animação Production I.G. anunciaram o projeto de uma nova série animadoa de “Ghost in the Shell”. A animação estará a cargo de Kenji Kamiyama, diretor e roteirista da série animada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com Shinji Aramaki, que assinou dois animes computadorizados de “Appleseed”, além de “Tropas Estelares: Invasão” para o mercado de home video americano. A produção será a primeira produção animada desde “Ghost In The Shell: The New Movie” (2015). Todas as séries e longas animados anteriores foram produzidos pelo estúdio Production I.G.
Colony é renovada para sua 3ª temporada
O canal pago americano USA Network renovou a série “Colony” para sua 3ª temporada. O anúncio acompanhou a exibição do episódio final do segundo ano, que foi ao ar na noite de quinta (6/4) nos EUA. Uma das melhores séries sci-fi da programação atual da TV americana, a série mantém uma audiência fiel em torno de 800 mil telespectadores semanais. A cada episódio, a trama consegue se provar mais envolvente. Não por acaso, Jeff Wachtel, presidente do canal, afirmou em comunicado: “É um programa de qualidade que nós sabemos que irá superar o teste do tempo”. Criada por Carlton Cuse (produtor das séries “Lost” e “Bates Motel”) e Ryan Condal (roteirista de “Hércules”), “Colony” apresenta uma nova ordem mundial, após a Terra ser invadida por uma raça alienígena, e acompanha a família do casal formado por Josh Holloway (série “Lost”) e Sarah Wayne Callies (série “The Walking Dead”) numa Los Angeles dominada por colaboradores dos invasores. A série tem diversos episódios dirigidos pelo cineasta argentino Juan José Campanella, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Segredo de Seus Olhos” (2009). No Brasil, “Colony” é transmitida pelo canal pago TNT.
John Simm vai voltar a viver o Mestre em Doctor Who
A 10ª temporada de “Doctor Who” terá o retorno de um dos intérpretes mais memoráveis dos últimos anos. O ator John Simm (série “Life on Mars”) confirmou que voltará a interpretar o Mestre, um Senhor do Tempo que, como o Doutor, também sobreviveu às guerras contra os daleks e serve como antagonista desde a versão original da série. “Posso confirmar que meu retorno é verdade, tudo graças ao poder da viagem no tempo”, disse Simm. “Sempre foi um prazer trabalhar com esse grande time de pessoas e mal posso esperar para ver o que o Mestre fará na próxima temporada.” É bom lembrar que o antagonista recentemente passou por uma regeneração, como acontece de tempos em tempos com os Senhores do Tempo, e virou mulher, assumindo o nome de Missy, personagem vivida por Michelle Gomez. O comunicado emitido pelo site oficial da BBC garante que o processo não será revertido. Ou seja, como Simm explicou, o Doutor encontrará a versão anterior do Mestre ao viajar no tempo, provavelmente ao passado, embora também seja possível uma viagem ao futuro realizada pelo Mestre antigo. “Doctor Who” retorna com episódios inéditos em 15 de abril na BBC One do Reino Unido e um dia depois no Brasil, pelo canal pago Syfy.
Chris Pratt tenta explicar o que é um Walkman para o público de Guardiões da Galáxia
A Marvel divulgou um vídeo divertido de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, em que Chris Pratt explica, mais ou menos, o que é um Walkman. Na trama, seu personagem Peter Quill tem uma ligação afetiva com esta relíquia da era analógica, cuja origem é abordada no primeiro filme. Agora, o ator tenta demonstrar para as novas gerações qual, afinal, é o atrativo de um equipamento musical que não tem tecla shuffle, touch screen ou skip. Como Drax (David Bautista) vem dizendo em outros comerciais: “Que idiotice”. Novamente dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Raise your ✋ if you know what this is! #TBT #GotGVol2 ? pic.twitter.com/XgxhNdklyd — Marvel Studios (@MarvelStudios) April 6, 2017
A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell deve dar prejuízo de US$ 60 milhões
A Paramount já estaria fazendo as contas do prejuízo causado por “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Segundo o site Deadline, o fracasso custará US$ 60 milhões ao estúdio. O rombo só não foi maior, porque as despesas foram parcialmente divididas com a DreamWorks e empresas chinesas. Orçado em US$ 110 milhões, o longa estrelado por Scarlett Johansson fez apenas US$ 19 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, e Kyle Davies, chefe de distribuição do estúdio, culpou a patrulha ideológica pelo fracasso. Em entrevista realizada após a estreia nos EUA, ele disse que tinha esperança de melhores resultados, mas a acusação de “whitewashing” teve mais impacto na arrecadação do que o estúdio estava esperando. Muitas críticas, reportagens e manifestações espontâneas nas redes sociais lembraram que Scarlett Johansson interpretava uma personagem que deveria ser asiática, como nos quadrinhos e animações que precederam o filme. “Você tem um filme que é muito importante para os fãs, uma vez que é baseado em um anime japonês. Então você está sempre tentando encontrar a medida exata entre honrar o material de origem e fazer um filme para uma audiência de massa. Isso é um desafio, mas é evidente que os comentários não ajudaram.” Mesmo assim, o filme tem respondido bem no mercado internacional, onde faturou o dobro. Além disso, estreia nesta sexta (7/4) no Japão e na China, que são considerados mercados importantes para dar a verdadeira dimensão das dívidas geradas pela produção. Além do desempenho na Ásia, a esperança de recuperar uma parte do investimento também inclui a venda de DVD, Blu-Ray, streamings e direitos de exibição na TV.












