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    Pantera Negra atinge US$ 500 milhões nas bilheterias da América do Norte

    4 de março de 2018 /

    O fenômeno “Pantera Negra” segue na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo. Com o faturamento de US$ 65,7M (milhões) nos últimos três dias, o filme ultrapassou a marca espetacular de US$ 500M no mercado doméstico. E foi apenas o 10º filme da história a fazer isto. Dentre todos os filmes da Marvel, “Pantera Negra” só faturou menos que “Os Vingadores” nos Estados Unidos e no Canadá. Já no resto do mundo, a soma da bilheteria global “ainda” está em US$ 897,7M – ou seja, atrás de quatro outros filmes da própria Marvel. Isto se deve a seu sucesso local ser muito maior que o internacional. Mas ainda falta contabilizar o lançamento na China, que acontece apenas na sexta (9/3). Dependendo da repercussão chinesa, a próxima semana pode incluir a ultrapassagem de outro marco significativo, com as boas-vindas ao clube dos bilionários de Hollywood. As outras duas estreias da semana ficaram muito abaixo do desempenho do blockbuster. “Operação Red Sparrow”, que traz Jennifer Lawrence como uma espiã russa sedutora, ficou em 2º lugar ao arrecadar US$ 17M. Com orçamento de US$ 69M, é o terceiro filme consecutivo estrelado pela atriz que pode dar prejuízo, após “Mãe!” (2017) e “Passageiros” (2016). O lado positivo é que, em três dias, já fez praticamente o mesmo que “Mãe!” em toda a sua trajetória nos cinemas norte-americanos. Mas não contará com o apoio da crítica para perseverar no ranking. Divisivo, o lançamento conquistou 51% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes – medíocre. Já “Desejo de Matar” fez muito ao atingir o 3º lugar. Com Bruce Willis no papel que marcou a carreira de Charles Bronson, o remake do clássico de vingança dos anos 1970 foi destruído pelos críticos com apenas 15% de aprovação. O faturamento de US$ 13M representa um mau recomeço para a MGM, que fez deste título seu primeiro lançamento após superar sua falência. A estreia no Brasil só vai acontecer em maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 65,7M Total EUA: US$ 501M Total Mundo: US$ 897,7M 2. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 43,5M 3. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 13M Total EUA: US$ 13M Total Mundo: US$ 13M 4. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA: US$ 33,5M Total Mundo: US$ 49,5M 5. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 84M Total Mundo: US$ 101,8M 6. Aniquilação Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 20,6M Total Mundo: US$ 20,6M 7. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 393,2M Total Mundo: US$ 928,9M 8. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA: US$ 95,5M Total Mundo: US$ 346,1M 9. O Rei do Show Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 164,6M Total Mundo: US$ 366,8M 10. Todo Dia Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,2M

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  • Filme

    Pequena Grande Vida se encolhe até virar irrelevante

    4 de março de 2018 /

    Desde, pelo menos, “O Incrível Homem que Encolheu” (1957), de Jack Arnold, o cinema tem gostado de brincar com a ideia de encolher as pessoas. Há “Viagem Fantástica” (1966), “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) e muitos outros exemplos. Até o filme “Fale com Ela” (2001), de Pedro Almodóvar, inclui um curta chamado “O Amante Minguante”, inspirado no conto “15 Centímetros”, de Charles Bukowski. “Pequena Grande Vida”, dirigido por Alexander Payne, volta ao tema da miniaturização das pessoas. Agora, a média de altura seria de 13 centímetros. Só que aqui a brincadeira toma um ar de seriedade que, apesar da ironia e da crítica, reflete as preocupações da atualidade. A miniaturização definitiva das pessoas, a partir de uma descoberta norueguesa, que não produz efeitos colaterais, parece se constituir numa solução para a humanidade, que está destruindo o planeta e poluindo tudo. É só criar comunidades em miniatura, onde será possível viver em casas maravilhosas, sem trabalhar, já que o dinheiro existente se multiplicará, devido à redução brutal dos gastos. É a lazerlândia, a cidade dos sonhos, a vida ideal se todos aderirem à ideia. De esmola demais o santo desconfia, lembram-se desse provérbio? Pois é, assim é. Toda idealização desmorona porque, fincada na ilusão de uma utopia, por mais bem intencionada que seja, não resiste ao confronto com o real da vida. Até aí muito bem, mas o filme vai se perdendo em detalhes e situações irrelevantes e acaba buscando abrigo na questão social, na opressão da desigualdade de classes e coletividades e na questão ecológica. Faz uma mistura que não funciona muito bem e que acaba por anular qualquer viés cômico que a ideia da miniaturização pudesse ter. Além disso, é desnecessariamente longo. O resultado não corresponde à intenção. A sensação é de uma boa proposta que se perdeu no caminho, mesmo contando com uma boa produção e um bom elenco. Destaque para o desempenho brilhante da atriz tailandesa Hong Chau, num casting que ainda inclui Matt Damon, Christoph Waltz, Jason Sudeikis e Kristen Wiig.

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    Novos trailers de Jogador Nº 1 parecem comerciais de óculos de Realidade Virtual

    2 de março de 2018 /

    A quantidade de óculos de VR (realidade virtual) vistos nos novos trailers de “Jogador Nº 1” (Ready Player One) é tão exagerada que surge um comercial. Não será surpresa se o filme for patrocinado por uma fabricante do equipamento. Confira abaixo. O filme que traz o diretor Steven Spielberg de volta à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline e se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual. Graças a tecnologia dos óculos VR, as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar nesse mundo digital. Mas Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que isso. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas no “jogo”, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do final do século 20. Por conta disso, o filme é repleto de easter eggs, com citações de filmes, quadrinhos, músicas e videogames. O elenco ainda inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Travelers
    Filme

    Travelers: Uma das melhores séries sci-fi da atualidade é renovada para a 3ª temporada

    2 de março de 2018 /

    O canal pago canadense Showcase anunciou a renovação de “Travelers” para sua 3ª temporada. Apesar de pouco badalada, trata-se de uma das melhores séries de ficção científica atuais, disponibilizada no Brasil pela Netflix. Assim como no ano passado, os novos episódios serão gravados a partir do final de março. Isto significa jornada dupla de trabalho para o ator Eric McCormack, que também está no revival da série clássica “Will & Grace” – ele é o Will do título. Mas os fãs agradecem o esforço. O segundo ano de “Travelers” tinha terminado em um grande cliffhanger, mantendo os espectadores ansiosos pela renovação da série. Foram três meses de tortura, desde o final da temporada em dezembro. Criada por Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão (as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”), a atração gira em torno dos últimos sobreviventes da humanidade, que descobrem como enviar suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21. Estes “viajantes” assumem a vida de pessoas aparentemente aleatórias, destinados a morrer de causas fortuitas, enquanto secretamente trabalham em conjunto para salvar a humanidade de um futuro terrível. Armados apenas com seu conhecimento da História e dos perfis de mídia social de seus alvos, os viajantes precisam fingir que são maridos, mães e filhos para as famílias dos corpos que possuíram, descobrindo que os relacionamentos no século 21 são tão desafiadores quantos suas arriscadas missões. Além de Eric McCormack, o elenco inclui Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”).

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    Chris Hemsworth negocia estrelar novo filme dos Homens de Preto

    28 de fevereiro de 2018 /

    O ator Chris Hemsworth está negociando estrelar o próximo filme da franquia “MIB – Homens de Preto”. O intérprete de Thor nos filmes da Marvel pode viver um dos novos homens de preto do projeto da Sony. Às vezes descrito como um spin-off, outras como reboot, o filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas originais da franquia, focando novos agentes da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O roteiro aprovado foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção estará a cargo de F. Gary Gray, que comandou o sucesso “Velozes e Furiosos 8”. E, mesmo sem título, o filme já tem data de estreia, marcada pela Sony para o dia 17 de maio de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Robôs se rebelam no trailer legendado da 2ª temporada de Westworld

    28 de fevereiro de 2018 /

    Com três semanas de atraso, a HBO Brasil disponibilizou a versão legendada do trailer da 2ª temporada de “Westworld”, que foi exibido nos Estados Unidos em 4 de fevereiro, durante o intervalo do Super Bowl. A prévia contrapõe um discurso de rebelião de Dolores (Evan Rachel Wood) com cenas de matadouro, em que uma manada de touros robóticos ataca os seguranças das instalações do parque futurista. O vídeo ainda revela as voltas de Maeve (Thandie Newton), Bernard (Jeffrey Wright), Teddy (James Marsden), Clementine (Angela Sarafyan), do Homem de Preto (Ed Harris), do pai de Dolores (Louis Herthum), até de Logan (Ben Barnes), que parecia ter saído da história. E, ao final, anuncia a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada estreia em 22 de abril.

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  • Série

    Ator de Planeta dos Macacos: A Guerra vai estrelar série baseada no filme Uma Noite de Crime

    26 de fevereiro de 2018 /

    O ator Gabriel Chavarria (um dos principais humanos de “Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a atriz Jessica Garza (série “Six”) vão estrelar a série “The Purge”, baseada na franquia distópica homônima – lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). A produção está a cargo do estúdio Blumhouse, responsável por inúmeros sucessos de terror – só no ano passado, “Fragmentado” e “Corra!” – , que produziu os três filmes da franquia. Segundo o site The Hollywood Reporter, Chavarria nem precisou fazer teste, sendo considerado a primeira escolha para o papel, após estrelar o drama “Lowriders”, produzido pela Blumhouse. Ele vai interpretar Miguel, um marine que, após receber uma carta enigmática da irmã, retorna na noite do expurgo, preparado para enfrentar a violência das ruas e proteger sua família. Já Garza viverá Penelope, integrante de uma seita de adoradores do expurgo que é selecionada para ser sacrificada, mas passa a questionar sua fá quando é exposta à realidade da violência sancionada pelo governo. Com dez episódios, a série é uma criação do diretor e roteirista James DeMonaco, responsável por “The Purge” também no cinema, e será exibida nos EUA por dois canais diferentes, USA e SyFy, por enquanto sem previsão de estreia.

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    Remake de Fahrenheit 451 com Michael B. Jordan ganha primeiro trailer

    26 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer do remake do clássico sci-fi “Fahrenheit 451”. A prévia mostra livros queimando e o trabalho dos bombeiros – que não é o esperado – , com ênfase na doutrinação de crianças sobre a importância de acabar com a cultura. A tensão crescente deságua no relacionamento entre o bombeiro vivido por Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e seu chefe, interpretado por Michael Shannon (“O Homem de Aço”). Baseado na influente trama distópica do escritor Ray Bradbury, originalmente publicada em 1953, que virou um filme cultuado de François Truffaut em 1966, “Fahrenheit 451” se num futuro totalitário, em que as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes e são proibidas de ler. Nesta sociedade, o trabalho do corpo de bombeiros é um dos mais importantes, responsável por incendiar bibliotecas e qualquer resquício de cultura antiquada. O nome da obra se refere à temperatura (451 em graus fahrenheit) da queima dos livros. Enquanto no filme europeu todos os personagens eram brancos, a nova versão segue o bombeiro negro Montag (papel de Jordan), que passa a questionar a motivação dos subversivos para esconder livros. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como Millie, a mulher de Montag, cuja imersão nas mídias sociais e consumismo resultam num casamento distante, e Sofia Boutella (“A Múmia”) como Clarisse, uma apaixonada por literatura que desperta dúvidas no protagonista sobre o seu próprio trabalho. O filme da HBO tem roteiro e direção de Ramin Bahrani (“A Qualquer Preço” e “99 Casas”) e estreia em maio.

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    Pantera Negra mantém liderança nas bilheterias e já soma US$ 700 milhões em dez dias

    25 de fevereiro de 2018 /

    Líder incontestável das bilheterias da América do Norte, “Pantera Negra” atingiu nova marca expressiva ao somar US$ 108M (milhões) nos últimos três dias, valor que representa a segunda maior arrecadação de uma segunda semana em cartaz em todos os tempos – perde apenas para “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 149,2M em dezembro de 2015). A queda de rendimento desde a estreia foi de apenas 47%, uma das menores já registradas entre os blockbusters americanos. O ímpeto é tanto que, em apenas dez dias, o filme já atingiu US$ 400M no mercado doméstico e US$ 704M em todo o mundo. E ainda não estreou na China. Apenas um lançamento faturou mais que isso pelo mesmo período: “Star Wars: O Despertar da Força”. Um detalhe curioso na amostragem das bilheterias da América do Norte é que o público da segunda semana de “Pantera Negra” foi formado em sua maioria por espectadores brancos, após negros liderarem a compra de ingressos da estreia. Latinos e asiáticos também representam fatias expressivas, o que torna o público da produção o mais diversificado entre todos os filmes de super-heróis. Das três estreias da semana na América do Norte, a comédia “A Noite do Jogo” foi a que se deu melhor, abrindo em 2º lugar, ainda que com apenas 16% do faturamento do líder. O dado mais interessante da produção é que ela se tornou uma das comédias rasgadas mais bem-avaliadas dos últimos anos. Conquistou 83% de aprovação da crítica na média apurada pelo Rotten Tomatoes, interrompendo um longo período de comédias “podres” na avaliação do site. A estreia no Brasil está prevista apenas para 10 de maio. Com aprovação ainda maior, a sci-fi “Aniquilação” não se saiu tão bem entre o público. Recebida por elogios rasgados da crítica, o novo filme de Alex Garland, diretor de “Ex Machina”, atingiu 87% no Rotten Tomatoes, mas abriu em 4º lugar, com apenas US$ 11M. E a avaliação do CinemaScore (pesquisa entre os espectadores) foi medíocre, rendendo nota C – o que dificulta a expectativa de um boca-a-boca consistente. Isto ajuda a explicar o temor da Paramount, que decidiu realizar um lançamento em menos salas e com uma janela menor, negociando-o com a Netflix para o mercado internacional. O lançamento em streaming já acontece em 12 de março. A terceira estreia foi “Todo Dia”, que tombou em 9º lugar, com faturamento de US$ 3,1M. O fiasco de bilheteria veio acompanhado por 50% de aprovação da crítica – literalmente medíocre. Trata-se do segundo romance impossível do diretor Michael Sucsy, após “Para Sempre” (2012). Desta vez, com o detalhe de acompanhar uma menor de idade que se apaixona por uma “alma”, que muda de corpo todos os dias. A ideia doentia vem de um best-seller adolescente, que segue a linha apelativa aberta por “Crepúsculo” de colocar garotas em relações abusivas com justificativas fantasiosas. Chega no Brasil em 25 de maio. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 108M Total EUA: US$ 400M Total Mundo: US$ 704M 2. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA: US$ 16,6M Total Mundo: US$ 21,8M 3. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA: US$ 71,2M Total Mundo: US$ 71,9M 4. Aniquilação Fim de semana: US$ 11M Total EUA: US$ 11M Total Mundo: US$ 11M 5. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 320,3M 6. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 387,2M Total Mundo: US$ 915,9M 7. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA: US$ 32,2M Total Mundo: US$ 45,1M 8. O Rei do Show Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 160,7M Total Mundo: US$ 348,7M 9. Todo Dia Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M

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    Chichezão sci-fi, The Cloverfield Paradox faz a Terra e a lógica desaparecerem

    24 de fevereiro de 2018 /

    Lançado de surpresa (na noite do Super Bowl), numa estratégia até então inédita da Netflix, “The Cloverfield Paradox” é o terceiro capítulo da saga “Cloverfield”. Enquanto o primeiro era um típico filme de monstros, que se utilizou da estética “found footage” como forma de inovar a sua narrativa, o segundo, “Rua Cloverfield, 10”, foi um thriller claustrofóbico passado quase que inteiramente em um abrigo subterrâneo. Este terceiro se assemelha ao anterior na sua ambientação, trocando o abrigo por uma estação espacial, mas apresenta um tom não só diferente como bem mais convencional que os demais. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”) e dirigido por Julius Onah (“The Girl Is in Trobule”), acompanha Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) – única personagem que ganha algum tipo de desenvolvimento dramático e história prévia –, uma cientista que precisa lidar com o trauma da perda recente dos filhos, ao mesmo tempo em que a Terra sofre com o fim iminente das suas fontes de energia – o que inicia conflitos internacionais e a possibilidade de uma guerra. Convencida pelo marido Michael (Roger Davies), ela decide fazer parte da equipe de cientistas e astronautas que, a bordo de uma estação espacial, realizará um experimento com o intuito de gerar energia suficiente para alimentar todo o planeta. O experimento, porém, dá errado e a equipe passa a presenciar estranhos acontecimentos, ao passo que a população da Terra sofre as consequências dessa falha. As referências do texto de Uziel são claras e nem um pouco originais. De “Alien – O 8º Passageiro” (1979) ele tirou a cena em que o peito de John Hurt explode com o nascimento do alien. De “2010 – O Ano Em Que Faremos Contato” e “Projeto Filadélfia” (ambos de 1984) vieram, respectivamente, o conceito de tratar os astronautas como um microcosmo da nossa sociedade, refletindo lá em cima os conflitos que acontecem aqui embaixo, e a ideia da mulher fundida à fiação da estação. JJ Abrams, produtor do longa, construiu a sua carreira em cima da nostalgia, mas é inegável que o novo “Cloverfield” exagera e tropeça em alguns aspectos básicos da narrativa. Afinal, é bastante conveniente que alguém explique o problema do paradoxo do título poucos segundos antes de o tal paradoxo acontecer, o que se mostra uma estratégia preguiçosa para avançar a trama. Além disso, existem diversas incongruências grosseiras. Numa cena, é dito que são necessárias três pessoas para desacoplar uma parte da estação espacial – o velho truque do desacoplamento manual de toda sci-fi – , mas, quando chegam lá, duas ficam observando a terceira fazer todo o trabalho sozinha. Isso sem falar como é incrível a capacidade da estação em continuar funcionando após tantas explosões, perdas de energia e peças faltando. As incongruências são muitas e atrapalham, sim, mas, ao mesmo tempo em que chuta a lógica, o filme também diverte com suas situações absurdas, como a que envolve um braço com vida própria, personagens que surgem dentro das paredes, além do desaparecimento da própria Terra. É tudo tão bizarro que se torna impossível levar a trama a sério. O diretor Julius Onah parece ter ciência disso, ao imbuir as cenas de tensão com toques de humor (além de um pouco de humor involuntário). E ainda que avance em cima de clichês, consegue manter o ritmo da narrativa em meio às viradas na história, fazendo que só ao final o espectador perceba o quanto a subtrama do marido da protagonista foi perda de tempo, por exemplo. “The Cloverfield Paradox” não é tão bom quanto os anteriores, mas, ao menos, a ideia de construir uma franquia com personagens e tons completamente diferentes a cada lançamento mantém um aspecto criativo na obra. O fato de ser o clichezão de sci-fi espacial do trio, porém, não a torna nem mais nem menos memorável. Visto isoladamente, é mais do mesmo, descartável e esquecível como uma produção feita diretamente para DVD – que, neste século 21, sai direto em streaming.

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    Trailer anuncia data de estreia da 3ª temporada de The Expanse

    23 de fevereiro de 2018 /

    O SyFy divulgou um trailer da 3ª temporada de “The Expanse”, repleto de closes de personagens e foco nos impasses da atração, que é mais cara do canal pago americano. A única novidade do vídeo é a revelação da data de estreia dos novos episódios. “The Expanse” é baseada na franquia de livros “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey, e se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que ameaça conduzir a uma guerra entre mundos. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série é estrelada por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada contará ainda com participação recorrente da atriz Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) num papel descrito, por enquanto, apenas como alguém “que traz uma nova perspectiva espiritual para a série”. Pelos custos elevados, “The Expanse” foi concebida como uma série limitada de 10 episódios. Mas o sucesso obtido, especialmente entre a crítica, animou o Syfy a investir na sua continuação. A 3ª temporada estreia em 11 de abril nos Estados Unidos.

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    Mudo: Sci-fi do diretor de Warcraft vira produção pior avaliada da história da Netflix

    23 de fevereiro de 2018 /

    A sci-fi “Mudo” (Mute), mais uma aposta do gênero feita pela Netflix, foi destruída pela crítica norte-americana. Dirigido por Duncan Jones (“Warcraft”), o longa está sendo considerada pior que “Bright”. Na verdade, muitíssimo pior, com apenas 4% de avaliação positiva na média do site Rotten Tomatoes. Trata-se da menor taxa de aprovação de uma produção original da plataforma de streaming. O detalhe é que o nível desce ainda mais quando apenas os chamados “top critics”, dos grandes jornais e revistas, são considerados. Aí, a aprovação cai para redondos 0% no Rotten Tomatoes. Um horror, no pior sentido. “Mudo” se passa no futuro próximo, daqui a 40 anos em Berlim, onde o personagem de Alexander Skarsgård (“A Lenda de Tarzan”), um bartender mudo e ex-amish, procura sua namorada que desapareceu, e nessa jornada acaba se envolvendo com cirurgiões americanos bastante excêntricos. Além de dirigir, Jones escreveu a trama em parceria com Michael Robert Johnson (do igualmente péssimo “Pompéia), e o elenco ainda inclui Paul Rudd (“Homem-Formiga”) de bigode e Justin Theroux (série “The Leftovers”) quase irreconhecível de peruca loira. Veja abaixo o que a crítica está maldizendo sobre o filme, disponibilizado nesta sexta (23/2) na plataforma de streaming. “Os primeiros trailers fizeram o filme parecer um neon-noir que misturava ‘Blade Runner’ e ‘O Quinto Elemento’. Mas, infelizmente, é apenas outro lixo sem frescor numa embalagem reluzente” – Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly “‘Mute’ é uma lição objetiva sobre a necessidade de auto-edição em ficção narrativa. Ao tentar fazer de tudo, o filme acaba sem dize quase nada” – Andy Crump, site The Playlist. “Skarsgård simplesmente ocupa espaço na tela. Se atuar fosse como fazer música, ele é barulho, uma série de sons apenas vagamente relacionados” – Charles Bramesco, jornald The Guardian. “Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado de elementos provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não disse” – Peter Debruge, revista Variety. “Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível” – Kevin Crust, jornal Los Angeles Times. “Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicionasse mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha mais nada para assistir’” – The Wrap, do site TheWrap.

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    Netflix divulga pôster nacional e o primeiro trailer legendado de Aniquilação

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix começou a fazer a divulgação de “Aniquilação”, filme elogiadíssimo pela crítica americana, que a Paramount não botou fé e negociou com o serviço de streaming após financiar toda a sua produção. O pôster e o primeiro trailer legendado chegam um dia antes da estreia da sci-fi nos cinemas americanos, onde terá lançamento limitado nesta sexta (23/2), antes de também virar streaming. A prévia demonstra o visual psicodélico da adaptação do livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, cinco mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Dirigido pelo britânico Alex Garland (do premiado “Ex Machina: Instinto Artificial”), o longa reúne Natalie Portman (“Thor”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) em seu elenco. “Aniquilação” chega na Netflix em 12 de março.

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