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    Pantera Negra bate recorde da Marvel ao reinar pela 4ª semana nas bilheterias dos EUA

    11 de março de 2018 /

    “Pantera Negra” devorou a competição nas bilheterias norte-americanas pelo quarto fim de semana consecutivo. Após ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, o filme de super-herói acrescentou outro recorde a sua coleção, ao se tornar o primeiro lançamento da Marvel a liderar por quatro vezes o ranking semanal do mercado doméstico. Foram mais US$ 41,1M (milhões), o que impulsionou o faturamento total para US$ 562M nos Estados Unidos e no Canadá. Isto representa a 7ª maior bilheteria de todos os tempos na região. No exterior, o longa estreou no último país em que ainda estava inédito, justamente a China. E o sucesso no segundo maior mercado do mundo fez com que liderasse com folga o ranking internacional. Foram mais US$ 66,5M nas bilheterias chinesas, elevando o total de sua arrecadação mundial para 1,07 bilhão – a 21ª maior bilheteria da História. A Disney comemora, mas também lamenta. Afinal, o êxito de “Pantera Negra” parece ter canibalizado o interesse por “Uma Dobra no Tempo”. A fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. Mas a filmagem da obra de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay abriu em 2º lugar com “apenas” US$ 33,3M. O valor não atingiu as expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para o estúdio, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho e manteve à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que também abriu com US$ 33,3M e não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome, o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 42% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). “Uma Dobra no Tempo” chega ao Brasil em 29 de março. Outra estreia ocupou o 3º lugar do ranking norte-americano. “Os Estranhos: Caçada Noturna”, continuação de um terror de uma década atrás – “Os Estranhos” (2008) – , fez US$ 10,4M e também ficou abaixo da linha da mediocridade na avaliação do RT, com 38% de aprovação. A velha história dos psicopatas mascarados que caçam inocentes numa locação isolada foi considerada, sem surpresas, uma história velha. O déjà vu será exibido por aqui em 31 de maio. Além destes, ainda houve mais dois lançamentos amplos rejeitados pela crítica e com o agravamento de reunir bem menos público. O filme B de assalto em meio a furacão, “The Hurricane Heist”, abriu em 7º, fez US$ 3,1M e atingiu 33% no RT, enquanto a comédia de ação “Gringo” mostrou “desempenho de streaming” sem aparecer no Top 10 – abriu em 11º, com 2,6M e 38%. Ambos chegam ao Brasil em 5 de maio. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 41,1M Total EUA e Canadá: US$ 562M Total Mundo: US$ 1B 2. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 33,3M Total EUA e Canadá: US$ 33,3M Total Mundo: US$ 39,6M 3. Os Estranhos: Caçada Noturna Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,4M Total Mundo: US$ 10,4M 4. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 31,1M Total Mundo: US$ 82,9M 5. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 69,7M 6. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 93,4M Total Mundo: US$ 119,6M 7. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 23,8M Total Mundo: US$ 23,8M 8. The Hurricane Heist Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 9. Aniquilação Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 26M Total Mundo: US$ 26M 10. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 397,2M Total Mundo: US$ 934,1M

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  • Música

    Figuraça Tommy Wiseau estrela clipe da banda The Neighbourhood

    11 de março de 2018 /

    O ator, diretor, roteirista, produtor e figuraça Tommy Wiseau, criador do trash “The Room” (2003), que inspirou o filme “O Artista do Desastre”, está aproveitando seus minutos extras de fama. Ele estrela o clipe de “Scary Love”, da banda The Neighbourhood, como um caçador de recompensas/amante rejeitado, que vai a um diner armado com um laser para acertar as contas com uma garçonete-monstro. O clipe dirigido por Jennifer Juniper Stratford (da série “Multinauts”) emula uma sci-fi B dos anos 1980, com a indispensável iluminação neon e defeitos visuais da era do VHS, para recriar uma Los Angeles pós-apocalíptica. E minimiza a própria música em favor de diálogos melodramáticos, para valorizar ao máximo a interpretação canastrona que consagrou Wiseau. A banda americana lançou o seu terceiro álbum de estúdio na sexta (9/3) e vem tocar no Brasil, no festival Lollapalooza, em 25 de março.

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  • Série

    Irmãos Duffer se dizem “profundamente chateados” com acusações de abuso em Strangers Things

    10 de março de 2018 /

    Os criadores e showrunners de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, reagiram às alegações de abuso de uma integrante da equipe de produção com um comunicado, em que se dizem “profundamente chateados” com as acusações. A Netflix também se manifestou sobre o caso, declarando não ter encontrou nenhuma evidência de transgressão no set. Em sua declaração, os irmãos Duffer disseram: “Estamos profundamente chateados ao saber que alguém se sentiu desconfortável em nosso set. Devido à natureza de alta tensão da produção, os temperamentos ocasionalmente ficam desgastados e, por isso, pedimos desculpas. No entanto, pensamos que é importante não caracterizar erroneamente o nosso set, onde acreditamos fortemente no tratamento de todos de forma justa, independentemente do sexo, orientação, raça, religião ou qualquer outra coisa. Nós permanecemos totalmente comprometidos em fornecer um ambiente de trabalho seguro e colaborativo para todos em nossas produções”. Netflix, por sua vez, observou: “Examinamos a questão, quando ouvimos falar pela primeira vez da alegação na quinta-feira, e não encontramos nenhuma transgressão. Manter uma atmosfera segura e respeitosa no set é importante para nós, e nós sabemos que é também para os irmãos Duffer”. A acusação foi feita pela contrarregra H. Peyton Brown em seu Instagram. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST

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  • Filme

    Jogador Nº 1 imita Stranger Things com pôsteres que referenciam filmes dos anos 1980

    10 de março de 2018 /

    Lembra quando “Stranger Things” reciclou diversos pôsteres de filmes dos anos 1980 (e 1970) para divulgar sua 2ª temporada? O marketing da Warner achou que seria uma ideia original fazer o mesmo com “Jogador Nº 1”. Afinal, não é uma série, mas um filme de Steven Spielberg, que dirigiu/produziu vários clássicos da época, portanto… mais legítimo? Enfim, os avatares animados (e não o elenco) de “Jogador Nº 1” ganharam diversos pôsteres que fazem referências a cartazes de filmes clássicos – e de outros nem tanto. Veja abaixo e tente identificar cada um dos títulos originais – para ajudar, um dos longas é na verdade dos anos 1960. O exercício é praticamente um ensaio para a sessão de “Jogador Nº 1”, que, no fundo, é um filme sobre os filmes que você já viu. O longa, que marca a volta do diretor Steven Spielberg à ficção científica, é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar. Os vídeos disponibilizados já trouxeram várias menções à cultura pop, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Por sinal, estas referências estão entre os pôsteres abaixo. O elenco também inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Rogue One: Uma História Star Wars”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), T.J. Miller (“Deadpool”), Lena Waithe (série “Master of None”), Win Morisaki (“Gokusen: The Movie”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”). “Jogador Nº1” estreia em 29 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Criadores de Strangers Things são acusados de abuso verbal nas gravações da série

    10 de março de 2018 /

    A contrarregra H. Peyton Brown acusou os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, de abusarem verbalmente e causar demissões de diversas mulheres no set de gravação da série. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal do Instagram, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST

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  • Série

    Site afirma que Black Mirror terá episódio gravado no Brasil

    10 de março de 2018 /

    A 5ª temporada da série “Black Mirror” teria um episódio passado no Brasil. Segundo fontes do site BuzzFeeds News, uma equipe internacional estaria de viagem marcada para as gravações, que aconteceriam em São Paulo e no Rio durante abril. O site afirma ter obtido a informação de três profissionais brasileiros que foram contratados para prestar apoio à equipe, e teve acesso aos seus contratos, todos com cláusulas de sigilo. Eles trabalhariam para a Conspiração Filmes. O set deve ser misto, com profissionais locais e estrangeiros, mas a equipe brasileira ainda não viu o roteiro do episódio. Nem a produtora, nem a Netflix confirmaram a notícia. A série, que gravou as primeiras temporadas no Reino Unido, seu local de origem, começou a rodar o mundo quando passou a ser produzida pela Netflix na 3ª temporada. Alguns episódios foram gravados em Toronto, no Canadá, na Almeria, cidade no sul da Espanha, na capital islandesa Reykjavik, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, e em Lanzarote, uma das ilhas Canárias. Caso a gravação se confirme, não será a primeira vez que uma produção da Netflix usa o país como locação. Em 2016, o elenco de “Sense8” veio participar da parada LGBT de São Paulo e gravou cenas que foram exibidas na 2ª temporada da série. O anúncio da renovação de “Black Mirror” foi feito na segunda (5/3) pela Netflix, que não deu maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a 5ª temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição.

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  • Filme

    Replicante de Blade Runner 2049 vai estrelar o novo Exterminador do Futuro

    9 de março de 2018 /

    A atriz Mackenzie Davis, que viveu uma replicante sexy em “Blade Runner 2049”, vai participar de outra franquia sci-fi clássica. Ela foi confirmada no sexto “Exterminador do Futuro”, ainda sem título oficial. Há conflitos sobre quem ela irá interpretar. Embora alguns sites afirmem que se trata de uma nova Sarah Connor – protagonista dos dois primeiros filmes dirigidos por James Cameron e do recente reboot – as revistas Variety e The Hollywood Reporter apuraram versões contraditórias de seu papel. As fontes da Variety indicam que ela será uma das novas exterminadoras, enquanto a THR sugere uma militar humana. Nenhuma informação oficial foi divulgada. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. O filme terá direção de Tim Miller, que estourou à frente de “Deadpool”, e roteiro final de Billy Ray (“Jogos Vorazes”), baseado em ideias do diretor e do produtor. Segundo a Variety, Mackenzie Davis sempre foi a atriz favorita de Miller para viver a personagem misteriosa, o que facilitou sua aprovação. Mas o THR afirma que ela não terá o papel principal. Isto caberá a outra atriz, ainda não escolhida. A equipe estaria realizando diversos testes em busca de uma latina, sem se contentar com nenhuma escolha até o momento. Esta atriz assinaria para estrelar uma nova trilogia. Também são esperados os retornos de Arnold Schwarzenneger, o Exterminador original, e Linda Hamilton, a Sarah Connor original. James Cameron chegou a afirmar anteriormente que o filme será uma continuação direta de “O Exterminador do Futuro 2” (1990). Além de participar de “Blade Runner 2049”, Davis também estrelou a série “Halt and Catch Fire” e o episódio de “Black Mirror” que venceu o Emmy 2017, além de integrar o elenco do filme “Perdido em Marte” (2015). Ela será vista a seguir na comédia “Tully”, de Jason Reitman (“Jovens Adultos”), que chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio. O novo “Exterminador do Futuro” tem estreia marcada para julho de 2019.

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  • Série

    Teaser e pôster de The Handmaid’s Tale revelam data de estreia da 2ª temporada

    8 de março de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. O vídeo ilustra a vida de submissão da protagonista Offred (Elisabeth Moss) e tem a função de divulgar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada ampliará o mundo distópico da escritora Margaret Atwood, ao ir além do romance “O Conto da Aia”, que inspirou a produção de Bruce Miller – e compôs toda a temporada inaugural. Entre as novidades, estão a introdução de novas personagens vividas por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”), e a revelação das colônias radioativas, locais para onde são mandadas as mulheres que não se submetem ao regime totalitário de Gilead. Os novos episódios estreiam em 25 de abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.

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  • Filme

    Diretor de X-Men: Fênix Negra vai filmar remake de Fuga do Século 23

    8 de março de 2018 /

    A Warner retomou seus planos de realizar um remake de “Fuga do Século 23” (Logan’s Run). O projeto já tem quase duas décadas e trocou de roteiristas e diretores inúmeras vezes. Mas agora vai, parece, talvez. Segundo o site Deadline, o estúdio quer levar às telas um roteiro de Peter Craig (das duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”) com direção de Simon Kinberg, também roteirista, que vai estrear oficialmente como diretor em “X-Men: Fênix Negra”. Esta equipe foi definida após o estúdio recusar os projetos de, entre outros diretores, Joseph Kosinski (“Tron: Legacy”), Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”), além de roteiros de Alex Garland (“Ex-Machina” e “Aniquilação”), Tim Sexton (“Filhos da Esperança”) e Ryan Condal (criador de “Colony”). A história original é baseada num romance cultuado de ficção de científica, escrito por William F. Noland e George Clayton em 1967. A história se passa no futuro distópico e seu protagonista chamado Logan (Michael York, no filme original) é um caçador de foragidos de uma rígida lei populacional, que determina que todas as pessoas que completam 21 anos sejam mortas. Mas quando chega sua vez, ele também decide escapar. A adaptação cinematográfica original também se tornou cult e rendeu até uma série de TV, mas trazia uma diferença em relação à trama literária: os adultos eram condenados à morte ao completar 30 anos. Lançado em 1976, tinha direção de Michael Anderson (“1984”) e também foi estrelado por Jenny Agutter (“Equus”), Peter Ustinov (“Quo Vadis”) e Farrah Fawcett (série “As Panteras”). Curiosamente, a Warner tinha contratado Kinberg para escrever o roteiro e produzir a adaptação em 2015. Três anos depois, o projeto tem outro roteirista e Kinberg virou diretor.

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  • Série

    Remake de Roswell terá astros de Pretty Little Liars, The Originals e The Vampires Diaries

    6 de março de 2018 /

    O piloto da série “Roswell” já é um sucesso na internet por conta do elenco contratado. O anúncio mais recente de casting contempla três galãs de séries adolescentes, que movimentam fã-clubes dedicados. São eles: Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”), Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) e Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”). Eles se juntam a Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”), primeiro nome anunciado, além de Lily Cowles (“BrainDead”), Michael Vlamis (visto em “New Girl”) e Heather Hemmens (“Hellcats”). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Segundo a sinopse oficial, a trama vai acompanhar Liz Ortecho (Mason), uma pesquisadora biomédica e filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo apontam para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). Todos tiveram carreiras de sucesso. Nathan Parsons foi escalado no papel de Max, o protagonista masculino. Os outros dois alienígenas serão vividos por Lily Cowles e Michael Vlamis. Michael Trevino ficou com o papel originalmente vivido por Nick Wechsler, como o filho do xerife local. Heather Hemmens será a melhor amiga de Liz, papel de Majandra Delfino em 1999. E Tyler Blackburn viverá uma variação gay do personagem de Colin Hanks, um militar que precisa manter sua preferência sexual em segredo. A trama vai se diferenciar bastante da série e dos livros em que se baseia por acompanhar jovens adultos e não adolescentes em idade escolar. O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a WB (Warner). Pois “Roswell” era originalmente exibido no canal da Warner. Outra curiosidade sobre o piloto é que ele marcará a estreia na direção de Julie Plec, produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie, caso o piloto seja aprovado.

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  • Série

    Trailer legendado de Perdidos no Espaço revela muitas diferenças da série clássica dos anos 1960

    6 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer completo legendado de “Perdidos no Espaço”. A prévia revela diversas diferenças em relações à série clássica. Além do Dr. Smith ser uma mulher, como antecipado, houve uma mudança na origem do Robô, que os roteiristas resolveram tornar alienígena. O tom dramático também destoa dos episódios mais leves dos anos 1960 e parece substituir o monstro da semana por desafios de sobrevivência num ambiente desconhecido e hostil. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama original se passava em 1997 – o futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril

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  • Filme

    Artista francês acusa Disney de plagiar seu trabalho nos pôsteres de Han Solo

    6 de março de 2018 /

    O artista francês Hachim Bahous acusou a Disney, em um post no Facebook, de ter plagiado seu trabalho para fazer os pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Segundo Bahous, o estúdio copiou o visual de artes criadas por ele para o lançamento de uma coleção de discos Sony Music, de 2015. Compare abaixo. “À esquerda estão os pôsters oficiais do próximo ‘Star Wars’ (Disney), e à direita as imagens que eu fiz em 2015 para Sony Music France/Legacy Recordings France… Eu fico lisonjeado que a qualidade do meu trabalho tenha sido reconhecida, mas isto é simplesmente a mais pura e simples cópia, não foi pedida minha permissão e eu quero créditos e pagamento por este trabalho que eu fiz para a Sony!”, ele escreveu no post. Procurada pelo site The Hollywood Reporter, a Disney respondeu que está verificando a acusação. “Os cartazes foram criados por um fornecedor externo e é algo que estamos investigando”, disse um porta-voz do estúdio. A acusação se soma aos problemas de bastidores da produção, com a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. Chamado de última hora, Ron Howard assina a versão final do longa. “Han Solo: Uma História Star Wars”, que traz Alden Ehrenreich como o personagem icônico, tem estreia marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série Black Mirror é renovada para sua 5ª temporada

    5 de março de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “Black Mirror” para sua 5ª temporada. A novidade foi compartilhada no Twitter, por meio de um vídeo da série, que se encerra com o anúncio de que a atração “volta logo em seguida”. O anúncio não foi acompanhado de maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a próxima temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição. A série sci-fi britânica, criada por Charlie Brooker, teve seis episódios nas duas últimas temporadas, quando passou a ser produzida com exclusividade para a Netflix. Mas os dois primeiros anos foram feitos pelo Channel 4 britânico e tiveram, respectivamente, três e quatro episódios. Confira o anúncio abaixo. The future will be brighter than ever. pic.twitter.com/slVeg3VPd7 — Black Mirror (@blackmirror) March 5, 2018

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