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    NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022

    10 de maio de 2021 /

    O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.

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    Tom Cruise devolve troféus do Globo de Ouro em protesto

    10 de maio de 2021 /

    O astro Tom Cruise devolveu suas três estatuetas do Globo de Ouro para a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Ele tinha troféus de Melhor Ator por “Nascido em 4 de Julho” (1989) e “Jerry Maguire” (1996), além de Melhor Ator Coadjuvante por “Magnólia” (1999). O gesto foi o protesto mais claro de um astro de Hollywood contra a associação responsável pela tradicional premiação de cinema e TV dos EUA, e acontece após Scarlett Johansson defender boicote contra a HFPA e a Amazon, Netflix e uma coalizão de 100 agências de talentos (responsáveis pelas carreiras das estrelas da indústria do entretenimento) ameaçarem não trabalhar mais com os jornalistas estrangeiros responsáveis pelo Globo de Ouro. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, ameaça a continuidade do Globo de Ouro.

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    Scarlett Johansson defende boicote contra o Globo de Ouro

    8 de maio de 2021 /

    Scarlett Johansson se tornou uma das primeiras estrelas de Hollywood a se manifestar claramente a favor de um boicote contra o Globo de Ouro. Em um comunicado divulgado à imprensa neste sábado (8/5), a intérprete de Viúva Negra destacou que cansou de enfrentar “perguntas e comentários sexistas” de jornalistas da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), organização responsável pela premiação do Globo de Ouro, e sugeriu que a indústria do cinema e da televisão se juntasse, após as iniciativas da Netflix, da Amazon e de 100 agências de talentos, que decidiram boicotar o Globo de Ouro pela dificuldade da entidade de adotar medidas para sanar seus problemas crônicos de falta de ética e representatividade. “Espera-se que uma atriz que promova um filme participe da temporada de premiações, o que inclui entrevistas coletivas e de cerimônias de premiação”, disse Johansson em seu comunicado. “No passado, isso geralmente significava enfrentar perguntas e comentários sexistas de certos membros da HFPA que beiravam o assédio sexual. Foi também a razão exata pela qual eu, por muitos anos, me recusei a participar de suas coletivas. A HFPA é uma organização que foi legitimada por nomes como Harvey Weinstein para ganhar impulso como prévia do reconhecimento da Academia e a indústria os seguiu. A menos que haja uma reforma fundamental necessária dentro da organização, acredito que é hora de dar um passo atrás em relação à HFPA e nos concentrar na importância e na força da unidade dentro de nossos sindicatos e da indústria como um todo”, ela concluiu. A declaração foi a mais contundente, mas não a única entre os astros de cinema dos EUA. Seu colega da Marvel, Mark Ruffalo, que venceu um Globo de Ouro neste ano (por seu papel na minissérie “I Know This Much Is True”), manifestou-se na noite de sexta (7/5) dizendo que era hora de “corrigir os erros do passado” da premiação, dizendo-se desanimado com a falta de empenho da entidade para mudar. “É desanimador ver a HFPA, que ganhou destaque e lucrou muito com seu envolvimento com cineastas e atores, resistir à mudança que está sendo pedida por muitos dos grupos que foram os mais privados de direitos por sua cultura de sigilo e exclusão. Agora é a hora de intensificar e corrigir os erros do passado”, ele declarou. “Nossa indústria está abraçando a oportunidade de maior igualdade neste belo momento. Não é perfeito ou exagerado, mas é claro o que deve acontecer e como. O Movimento de Justiça está oferecendo a todos nós, à HFPA e a todas as outras entidades de entretenimento, um bom caminho a seguir. Todos nós devemos seguir o exemplo. É nosso público e nosso maior senso de decência que estamos servindo com essas mudanças. Ambos são merecedores.” Os comentários refletem a frustração da indústria do entretenimento com as mudanças anunciadas pela HFPA na quinta-feira (6/5), como parte de um esforço para salvar o Globo de Ouro. A HFPA foi forçada a reavaliar seu funcionamento após realizar uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. O anúncio das mudanças aconteceu nesta semana, incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, mas apenas a partir de setembro, quando a temporada de premiação estiver começando. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, plataformas como Amazon e Netflix, representantes de 100 agências de talentos (que cuidam da carreira das estrelas de Hollywood) e até os próprios artistas começaram a reagir com decepção, anunciando um boicote à premiação. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Pressionado, o comitê agora terá que mostrar serviço, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC, que viabiliza o Globo de Ouro em troca da transmissão televisiva, pagando os polpudos salários dos membros da associação. O fato é que se os artistas não aparecerem, a cerimônia do Globo de Ouro deixa de ter atrativo como programa de televisão.

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    Viúva Negra: Novo trailer foi visto mais de 70 milhões de vezes em 24 horas

    6 de abril de 2021 /

    O novo trailer de “Viúva Negra” teria superado 70 milhões de visualizações em 24 horas. Os números foram divulgados pelo site The Hollywood Reporter sem informar a fonte. Oficialmente, o YouTube oficial da Marvel registra apenas 10% desse total. Considerando outros números fornecidos pela Disney, trata-se de um aumento considerável em comparação ao trailer anterior, que atingiu 53 milhões de views em seu primeiro dia. Geralmente, trailers subsequentes costumam ser menos vistos que os iniciais. Mas a Disney está há quase dois anos sem lançar um filme da Marvel, o que parece ter aumentado o desejo do público. O novo vídeo teria ultrapassou o interesse nos primeiros trailers das séries do Disney+ “WandaVision” (53 milhões), “Loki” ( 36 milhões ) e “Falcão e o Soldado Invernal” (20,3 milhões). “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. Escrito por Jac Schaeffer (criadora de “WandaVision”) e dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), o longa introduz a “família” russa da protagonista, formada por personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer em julho, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Disney Plus (“por um custo adicional”). Aproveite para rever o trailer novamente.

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    Filme da Viúva Negra ganha 15 fotos

    4 de abril de 2021 /

    A Marvel divulgou 15 novas fotos de “Viúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. Além da protagonista, as imagens destacam os principais coadjuvantes da produção, incluindo o vilão mascarado Treinador. “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. Escrito por Jac Schaeffer (criadora de “WandaVision”) e dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), o longa introduz a “família” russa da protagonista, formada por personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer em julho, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Disney Plus (“por um custo adicional”).

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    “Viúva Negra” ganha novo trailer com cenas inéditas da juventude da heroína

    3 de abril de 2021 /

    A Marvel divulgou um novo trailer legendados de “Víúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. A prévia abre com um flashback dos filmes dos Vingadores e inclui muitas cenas inéditas da juventude da heroína para anunciar o lançamento da produção simultaneamente nos cinemas e no Disney Plus (“por um custo adicional”). “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e introduz a “família” russa da protagonista, formada por personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer em julho. Veja abaixo duas versões do trailer, disponível com legendas e dublagem nacional.

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    Filmes de Viúva Negra e Cruella serão lançados na Disney+

    23 de março de 2021 /

    A Disney adiou, adiou – continua adiando – , mas teve que tomar a decisão de lançar um filme da Marvel em streaming. O estúdio anunciou nesta terça (23/3) que “Viúva Negra” será lançado simultaneamente nos cinemas e no streaming da plataforma Disney+. Além do filme da heroína, o estúdio também estabeleceu o mesmo formato para o filme da vilã Cruella, que será a segunda adaptação live-action do catálogo de personagens animados da Disney a ganhar lançamento simultâneo em streaming. A primeira foi “Mulan”, no ano passado. “Cruella” será lançado como programado em 28 de maio, enquanto “Viúva Negra” sofreu novo adiamento e irá estrear em 9 de julho em vez de 7 de maio. Ambos os títulos seguirão o modelo de “Raya e o Último Dragão”. Serão oferecidos na Disney+ como Premier Access, denominação do PVOD (locação digital premium) da empresa, que é cobrada à parte da assinatura mensal. Ou seja, além da assinatura, os interessados tem que pagar uma taxa de locação salgada para ver os filmes, de R$ 69,90 no Brasil. Com a mudança de data de “Viúva Negra”, outro filme da Marvel, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que estava previamente marcado para julho, foi adiado para 3 de setembro. A Disney não informou se a produção terá um lançamento tradicional exclusivo nos cinemas. Em compensação, a nova aventura animada da Pixar, “Luca”, será lançada exclusivamente na Disney+, sem custos extras (seguindo o modelo de “Soul”), em 18 de junho. Outros títulos menores, a maioria herdada da 20th Century Fox, tiveram estreias adiadas, mas serão exibidos na tela grande, incluindo “Free Guy: Assumindo o Controle” (13 de agosto), “King’s Man: A Origem” (22 de dezembro), “Deep Water” (14 de janeiro de 2022) e “Morte no Nilo” (11 de fevereiro de 2022). As datas se referem aos lançamentos nos EUA. Kareem Daniel, presidente da Disney Media and Entertainment Distribution, diz que as decisões “refletem nosso foco em fornecer opções ao consumidor e atender às preferências em evolução do público”. “Ao alavancar uma estratégia de distribuição flexível em um mercado dinâmico, que está começando a se recuperar da pandemia global, continuamos a empregar as melhores opções para entregar as histórias inigualáveis ​​da The Walt Disney Company para fãs e famílias em todo o mundo”, disse ele. A Marvel já começou a divulgar a novidade, com direito a um novo pôster de “Viúva Negra”, divulgado nas redes sociais com a mudança de data. Junto com o cartaz, o Twitter do estúdio também está informando o novo formato de exibição. Black Widow in theaters July 9 and on @DisneyPlus with Premier Access. Additional fees required. pic.twitter.com/MSLHxk6Eez — Marvel Studios (@MarvelStudios) March 23, 2021

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    Disney mantém estreia de Viúva Negra em maio

    10 de março de 2021 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, afirmou que “Viúva Negra” manterá sua data de lançamento atual. O filme está programado para chegar aos cinemas em 7 de maio. A decisão foi reforçada durante a reunião de investidores, realizada na segunda (9/3), mas Chapek não disse se o filme também teria lançamento simultâneo na Disney+ (Disney Plus) como “Raya e o Último Dragão”). A falta de publicidade recente para um lançamento tão próximo levou muitos a apostarem num novo adiamento. Caso a Disney mantenha realmente a data, “Viúva Negra” chegará aos cinemas com um ano de atraso em relação à sua previsão original. Antes da pandemia de coronavírus, “Viúva Negra” devia chegar aos cinemas em 30 de abril passado. O começo da contaminação levou a Disney a realizar dois adiamentos de sua estreia, primeiro para novembro do ano passado e, posteriormente, para maio, onde a previsão ainda se mantém. O filme estrelado por Scarlett Johansson deveria abrir a Fase 4 da Marvel, que acabou aberta pela série “WandaVision”.

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    Bono, Pharrell e Halsey entram no elenco da animação Sing 2

    21 de dezembro de 2020 /

    A animação “Sing 2”, continuação de “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” (2016), vai contar com as vozes de Bono, Pharrell Williams e Halsey. Os cantores vão integrar o estrelado elenco de dubladores, que já inclui Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, remanescentes do primeiro longa. Além deles, a produção também contará com novos personagens dublados por Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Eric Andre (“A Noite é Delas”) e Chelsea Peretti (“Brooklyn Nine-Nine”). O primeiro “Sing” – um musical sobre um concurso de talentos, que apresentava versões de sucessos populares como “Crazy in Love” e “True Colors” – foi um enorme sucesso, arrecadando mais de US$ 600 milhões em sua bilheteria global. A continuação vai seguir Buster Moon (McConaughey) e seu elenco de cantores, enquanto eles tentam ir além do circuito local, com a esperança de uma chance de se apresentar no palco de maior prestígio na capital mundial do entretenimento: The Crystal Tower Theatre. Cannavale interpretará o lobo Jimmy Crystal, um magnata egocêntrico do entretenimento, que envia Buster e sua turma numa jornada para tirar a lenda do rock mais reclusa do mundo, o leão Clay Calloway (Bono), da aposentadoria voluntária após a morte de sua esposa, para persuadi-lo a voltar a cantar. Williams interpretará Alfonso, o dono gentil de um caminhão de sorvete que se torna a primeira paixão da tímida elefante Meena (Kelly). Halsey dá voz à filha adolescente de Jimmy Crystal, Porsche, enquanto Wright interpreta uma dançarina felina, Andre dá voz a um iaque presunçoso e Chelsea Peretti dubla a arrogante assistente canina e caçadora de talentos de Jimmy Crystal. Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para o estúdio Illumination, com distribuição da Universal Pictures. A estreia está marcada para o Natal de 2021.

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    Filme da Viúva Negra parte de premissa similar à série The Americans

    8 de novembro de 2020 /

    Os trailers de “Viúva Negra” apresentaram os personagens centrais do filme como uma família disfuncional, mas agora o livro oficial da produção (“Black Widow: The Official Movie Special Book”) – que não teve o lançamento adiado como o longa – explicou o que realmente está por trás disso. Em uma declaração publicada no livro, o ator David Harbour (“Stranger Things”), intérprete de Alexei Shostakov/Guardião Vermelho, revelou que eles conviveram como uma família falsa durante os anos 1990, com o objetivo de realizar espionagem nos EUA. A premissa é a mesma da série premiada “The Americans”, sobre um casal de espiões comunistas que se passa por uma típica família americana – no caso da série, nos anos 1980. “[A] conexão entre ele e a Viúva Negra é que eles foram reunidos como uma família de espiões nos EUA nos anos 1990”, conta Harbour. “Então, a personagem de Rachel Weisz, Melina, era meio que a mãe, Alexei era o pai e Natasha e Yelena eram seus filhos pequenos.” Rachel Weisz (“A Favorita”) interpreta Melina Vostokoff/Dama de Ferro e Florence Pugh é Yelena Belova, assassina que passou pelo mesmo treinamento da heroína e que deve continuar o legado da Viúva Negra no MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Nos quadrinhos, as duas e o Guardião Vermelho se alternaram entre aliados e inimigos de Natacha Romanov, a Viúva Negra, vivida por Scarlett Johannson no cinema. Harbour também confirmou que o filme terá uma cena de flashback para estabelecer esse relacionamento. “Vemos isso no início do filme, e eles funcionam como uma família”, disse o ator. “Então eles se conhecem há muito tempo e perderam o contato por quase 20 anos. E quando se reencontram, Alexei tem um conhecimento profundo sobre Natasha, de uma certa forma que ninguém mais tem sobre quando ela era criança. Ele a tirou da Sala Vermelha e também a colocou de volta na Sala Vermelha porque ele acreditava nesta causa.” “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). Originalmente previsto para 30 de abril no Brasil, o filme passou por vários adiamentos devido à pandemia de coronavírus e agora deve estrear, com um ano de atraso, em maio de 2021. Veja abaixo o trailer que ressalta o relacionamento familiar dos personagens.

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    Scarlett Johansson se casa com comediante do Saturday Night Live

    29 de outubro de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) casou-se com o comediante Colin Jost (do humorístico “Saturday Night Live”) no fim de semana passado, em uma cerimônia discreta para poucos convidados, que conseguiu evitar totalmente a cobertura da imprensa. A revelação do matrimônio foi feita nesta quinta-feira (29/10) pela instituição de caridade Meals on Wheels, que recebe apoio do casal para ajudar idosos durante a pandemia do coronavírus. “Estamos emocionados em dar a notícia de que Scarlett Johansson e Colin Jost se casaram no fim de semana em uma cerimônia íntima com seus parentes e entes queridos, seguindo as precauções de segurança da Covid-19”, disse a Meals on Wheels America em sua conta no Instagram. “O desejo dos dois para seu casamento é ajudar a fazer a diferença para idosos vulneráveis durante este momento difícil”, disse a instituição de caridade, pedindo aos fãs do casal que façam uma doação. O agente de Johansson confirmou o casamento. Os dois começaram a namorar há cerca de três anos e eles anunciaram o noivado em maio de 2019. Em dezembro passado, quando a atriz se apresentou no “SNL”, ela chamou Jost de “o amor da minha vida” e o beijou diante das câmeras. É a primeira vez que o humorista de 38 anos se casa, enquanto a atriz de 35 embarca em seu terceiro matrimônio, após se separar do colega Ryan Reynolds (o “Deadpool”) e do empresário francês Romain Dauriac, com quem tem uma filha. Johansson é uma das atrizes mais bem pagas do mundo graças a seus papéis nos filmes da Marvel, e neste ano foi indicada duplamente ao Oscar, por seus papéis em “História de um Casamento” e “Jojo Rabbit”. Ela voltará ao papel de heroína da Marvel em “Víuva Negra”, que, após ser várias vezes adiado por conta da pandemia, tem estreia prevista para maio de 2021. Ver essa foto no Instagram We’re thrilled to break the news that Scarlett Johansson and Colin Jost were married over the weekend in an intimate ceremony with their immediate family and loved ones, following COVID-19 safety precautions as directed by the CDC. Their wedding wish is to help make a difference for vulnerable older adults during this difficult time by supporting @mealsonwheelsamerica. Please consider donating to celebrate the happy couple by clicking the link in our bio. Uma publicação compartilhada por Meals on Wheels America (@mealsonwheelsamerica) em 29 de Out, 2020 às 11:52 PDT

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    Scarlett Johansson será nova versão de A Noiva de Frankenstein

    22 de outubro de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) vai estrelar “Bride”, filme descrito como uma nova versão de “A Noiva de Frankenstein” (1935). Segundo a sinopse oficial, a trama acompanha uma mulher criada para ser uma esposa ideal, mas que acaba rejeitando seu criador e é forçada a fugir de sua existência confinada, enfrentando um mundo que a vê como um monstro. É a partir desta trajetória que ela encontra sua verdadeira identidade e a força para se afirmar como uma criação própria. “É mais que necessário que a ‘Noiva’ saia da sombra de sua contraparte masculina e fique sozinha”, disse a atriz no comunicado da produção. “Estamos extremamente animados para emancipar esta anti-heroína clássica e reanimar sua história para refletir a mudança que vemos hoje.” A direção está a cargo do chileno Sebastián Lelio, diretor de “Uma Mulher Fantástica”, Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Mas o longa não é a superprodução da Universal, que traria Javier Bardem como uma nova versão de Frankenstein e tentava fechar com Angelina Jolie para o papel da Noiva, antes do fracasso de “A Múmia” (2017) jogar a ideia no lixo. As filmagens serão produzidas pelo estúdio indie A24 visando lançamento na plataforma de streaming Apple TV+, num contrato firmado em 2018, que ainda inclui o novo longa de Sofia Coppola, “On the Rocks”, e o romance adolescente “The Sky is Everywhere”, baseado no best-seller de Jandy Nelson.

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    Vingadores voltam a se juntar em apoio à Joe Biden

    21 de outubro de 2020 /

    Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltaram a se juntar na noite terça-feira (20/10), desta vez por uma causa política do mundo real. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento reuniu os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), Eles se reencontraram via videoconferência para apoiar e arrecadar fundos para a campanha de Joe Biden à presidência dos EUA, e tiveram companhia da candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. A senadora do Partido Democrata mostrou conhecer “Os Vingadores” e prestou homenagem a Chadwick Boseman, a estrela do “Pantera Negra” que morreu em agosto, a quem ela chamou de amigo querido. Mas foi o marido de Harris, o advogado de entretenimento Doug Emhoff, quem roubou a cena numa participação especial, ao chamar Trump de “um vilão adequado para o Universo Cinematográfico da Marvel”. A reunião dos Vingadores foi o mais potente evento político de apoio a Biden realizado em Hollywood, mas muitos outros estão sendo realizados nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se juntou à campanha democrata na sexta-feira passada (16/10) e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, manifestaram-se em outro encontro pró-Biden. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 50% de intenção de voto contra 41% de Donald Trump, em levantamento apurado pelo jornal The New York Times na terça-feira (20/10).

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