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    Foto revela Superman com uniforme preto no crossover de Arrow, Flash e Supergirl

    15 de outubro de 2018 /

    O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, postou em seu Twitter um novo spoiler do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Após ter divulgado imagens e curiosidades menos reveladoras da produção, ele divulgou uma foto do ator Tyler Hoechlin com o uniforme de Superman, acompanhado pelo próprio Amell e Grant Gustin, intérprete do Flash. O detalhe é a cor do uniforme do herói: preta. O traje preto foi introduzido na famosa história da volta de Superman após sua “morte” nas mãos de Apocalypse, nos anos 1990. O herói deveria usar esse uniforme no filme “Liga da Justiça”, após sua suposta morte nas mãos do mesmo vilão (que ocorreu no cinema em “Batman vs. Superman”). Mas os planos foram descartados com o afastamento do diretor Zack Snyder. Agora, o uniforme finalmente aparece numa produção com atores, nas séries do canal americano CW. Para deixar os fãs ainda mais desnorteados, o crossover ganhou o título de “Elseworlds”, o mesmo de um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. Ou seja, o Superman de uniforme preto pode não fazer parte do mesmo universo de Supergirl, onde o ator Tyler Hoechlin já apareceu usando seu traje clássico. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o uniforme preto de Superman alude à mortes na produção do crossover, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Ator de Lost viverá psiquiatra do Asilo Arkham no crossover de Arrow, The Flash e Supergirl

    22 de setembro de 2018 /

    O crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” vai levar os super-heróis da rede CW para Gotham City. É o que revela a descrição de um novo personagem. O ator Jeremy Davies (de “Lost”, “Justified” e “Sleepy Hollow”) se juntou ao elenco no papel de John Deegan, um psiquiatra no Asilo Asylum, onde os criminosos insanos de Gotham são trancafiados – e supostamente tratados. Por curiosidade, o nome do personagem já apareceu numa história de Batman. Foi em 1941, quando ele foi recrutado como capanga pelo Coringa – e morreu nesta única aparição. Mas a descrição oficial da DC parece transformá-lo no equivalente ao Dr. Hugo Strange de “Gotham”. “Ele é um médico do Asilo Arkham para os Criminosos Insanos de Gotham City, mas pode ser mais louco do que os presos que ele trata. Suas maquinações vão atrair Arqueiro Verde, Flash e Supergirl para Gotham City”, diz a sinopse. Davies não é novato nas adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Ele interpretou Ritchie Simpson na série “Constantine” e reprisou o papel como dublador na animação “Liga da Justiça Sombria”, lançada no ano passado. Anteriormente, havia sido revelado que a história também introduziria a heroína Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”). O novo detalhe confirma que o encontro de Arqueiro Verde (Stephen Amell), Flash (Grant Gustin) e Supergirl (Melissa Benoist) como a nova aliada vai acontecer na cidade dela, Gotham City. Também foram confirmadas as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço, que ele já desempenhou em “Supergirl”, e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. E Cassandra Jean Amell (“Hart of Dixie”), que é esposa do intérprete do Arqueiro Verde na vida real, vai viver Nora Fries, mulher do Sr. Frio, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Mulher de Stephen Amell vai viver a esposa do Sr. Frio no crossover de séries da DC Comics

    14 de setembro de 2018 /

    O próximo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, planejado para dezembro, deve mesmo levar os heróis a Gotham City. Além de introduzir a Batwoman (Ruby Rose, de “Megatubarão”), a produção do evento confirmou a aparição de Nora Fries, que é a esposa do Sr. Frio, vilão clássico dos quadrinhos de Batman. A personagem será interpretada por Cassandra Jean Amell, que é esposa de um herói na vida real. Como o sobrenome sugere, ela é casada com Stephen Amell, o intérprete do Arqueiro Verde em “Arrow”. A atriz tem em seu currículo participações em séries como “One Tree Hill”, “Hart of Dixie” e “Mad Men”. Isto significa que o Sr. Frio também vai aparecer? O site TVLine fez esta pergunta à rede CW e um porta-voz do canal afirmou que não. O personagem faz parte atualmente da galeria de vilões de “Gotham”, interpretado por Nathan Darrow. Também foram confirmadas as participações de Superman e Lois Lane, com Tyler Hoechlin reprisando o papel do Homem de Aço, que ele já desempenhou em “Supergirl”, e Elizabeth Tulloch (Juliette e Eve em “Grimm”) na pele de sua namorada repórter. Mais novidades devem surgir em breve, já que as gravações do crossover estão prestes a começar. A primeira parte será exibida nos Estados Unidos em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. As três séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Atriz de Grimm será a nova Lois Lane da televisão

    14 de setembro de 2018 /

    A atriz Elizabeth Tulloch, que viveu Juliette e Eve em “Grimm”, será a nova intérprete de Lois Lane no universo televisivo da DC Comics. Ela foi escalada para dar vida à repórter intrépida do Planeta Diário no próximo crossover das séries de super-heróis da rede CW. Tulloch vai se juntar a Tyler Hoechlin, que irá reprisar seu papel como Superman, nos três episódios de encontro das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” planejado para dezembro. “Não poderíamos estar mais empolgados em apresentar Lois Lane ao Arrowverso. Essa repórter decidida e corajosa será uma parceira forte para o Superman e uma adição incrível ao nosso universo de personagens DC”, afirmam os produtores executivos de “Supergirl”, Jessica Queller e Robert Rovner, no comunicado em que revelaram sua busca pela intérprete de Lois Lane no mês passado. Por coincidência, duas ex-intérpretes de Lois Lane já aparecem em “Supergirl”. Teri Hatcher (de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”) viveu Rhea, mãe de Mon-El (Chris Wood), na 2ª temporada, e Erica Durance (de “Smallville”) interpretou Alura Zor-El, mãe de Supergirl (Melissa Benoist), na 3ª temporada. Embora só venha a aparecer fisicamente agora, a presença de Lois é referenciada desde a estreia da atração. Vale lembrar que a irmã de Lois, Lucy Lane, foi uma personagem fixa da 1ª temporada de “Supergirl”, vivida por Jenna Dewan (“Witches of East End”), enquanto o pai das duas, o General Sam Lane, teve participação recorrente, interpretado por Glenn Morshower (série “24 Horas”). O crossover deste ano também vai introduzir outra personagem feminina importante da DC Comics, Batwoman, que será vivida por Ruby Rose (“Megatubarão”) e ainda ganhará uma série própria em 2019.

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    Séries de super-heróis da DC Comics ganham vídeo de “treinamento” para novas temporadas

    24 de agosto de 2018 /

    A rede The CW divulgou um vídeo promocional que reúne os personagens de suas cinco séries de super-heróis, “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Supergirl” e “Black Lightning”. A premissa é um treinamento coletivo dos heróis numa velha estação abandonada de metrô, preparando-se para suas próximas aventuras. O vídeo destaca que todos estarão de volta com novas temporadas em outubro. Além disso, a maioria desses personagens ainda vai se encontrar num crossover previsto para dezembro, que se passará ao longo de episódios de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”, e ainda contará com participação de Superman e introduzirá duas novas personagens no Arrowverse: Lois Lane e a heroína Batwoman – que será vivida pela atriz Ruby Rose (“Megatubarão”).

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    Superman e Lois Lane participarão do crossover de The Flash, Arrow e Supergirl

    24 de agosto de 2018 /

    O crossover deste ano de “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” será um evento com super-heróis de peso. Além de introduzir a nova heroína Batwoman, que será interpretada por Ruby Rose (“Megatubarão”) numa série própria posterior, a trama terá participação de mais dois personagens célebres dos quadrinhos da DC Comics: Superman e Lois Lane. Superman será novamente interpretado por Tyler Hoechlin (da série “Teen Wolf”), que já apareceu como o herói e seu alter-ego Clark Kent durante alguns episódios de “Supergirl”. Já Lois Lane fará sua estreia no Arrowverse – como as séries interligadas a “Arrow” (a primeira) são chamadas. Por coincidência, duas ex-intérpretes de Lois Lane já aparecem em “Supergirl”. Teri Hatcher (de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”) viveu Rhea, mãe de Mon-El (Chris Wood), na 2ª temporada, e Erica Durance (de “Smallville”) interpretou Alura Zor-El, mãe de Supergirl (Melissa Benoist), na 3ª temporada. Mas a presença de Lois é referenciada desde a estreia da atração. Vale lembrar que a irmã de Lois, Lucy Lane, foi uma personagem fixa da 1ª temporada de “Supergirl”, vivida por Jenna Dewan (“Witches of East End”), enquanto o pai das duas, o General Sam Lane, teve participação recorrente, interpretado por Glenn Morshower (série “24 Horas”). A Berlanti Productions, produtora de Greg Berlanti, ainda não escalou uma atriz para interpretar Lois. “Não poderíamos estar mais animados em introduzir Lois no nosso universo. Essa repórter corajosa e determinada fará um par formidável com o nosso Superman, e uma adição maravilhosa ao nosso grupo de personagens”, comentaram os produtores Jessica Queller e Robert Rovner, de “Supergirl”, em comunicado oficial. Dividido em três episódios, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner.

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    Novo crossover das séries de heróis da DC Comics ganha data oficial

    22 de agosto de 2018 /

    A rede CW marcou as datas do crossover anual de suas séries da DC Comics. Desta vez, o evento vai envolver apenas três séries – em vez das quatro do ano passado – e acontecerá na segunda semana de dezembro. Mas em vez disso simplificar a logística, o projeto causará tumulto na ordem de exibição das atrações em suas novas temporadas. A trama vai começar com um episódio de “The Flash” e terminar em “Supergirl”, e por conta disso gerará uma troca no calendário entre as duas séries. A primeira parte será exibida em 9 de dezembro, um domingo, com o episódio de “The Flash”. Seguirá pela segunda em “Arrow”. E se encerrará na terça, dia 11 de dezembro, em “Supergirl”. Ao final do crossover, “Supergirl” voltará aos domingos e “The Flash” às terças. Ainda sem título, a história marcará a primeira aparição de Batwoman no Arrowverso – como são chamadas as séries da DC derivadas de “Arrow” – , com interpretação de Ruby Rose (“Megatubarão”) – , que deverá ganhar sua própria atração em 2019. A aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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    Ruby Rose deleta Twitter após sofrer ataques pelo papel de Batwoman

    12 de agosto de 2018 /

    A atriz Ruby Rose deletou sua conta no Twitter, alguns dias após ter sido anunciada como Batwoman na próxima série do Arrowverse da rede CW. Oficialmente, foi para não se distrair e focar no trabalho. Mas como ela também removeu comentários de suas fotos no Instagram, ficou claro que se trata de uma reação ao patrulhamento que transforma as redes sociais em ambientes tóxicos. Assim como aconteceu com Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”), Kelly Marie Tran (a Rose de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Anna Diop (a Estelar da série “Titans”), o Twitter de Ruby Rose foi tomado nos últimos dias por uma avalanche de ataques. O bullying veio de todos os lados: patrulheiros da direita, que querem parar a “influência” LGBTQIA+ na TV, e até patrulheiros da esquerda, que não consideram a atriz lésbica o suficiente para o papel. A última mensagem da australiana, pouco antes de deletar o Twitter foi: “De onde surgiu isso de ‘Ruby não é lésbica então não pode interpretar a Batwoman’? Provavelmente a coisa mais engraçada que já li – eu me assumi aos 12 anos de idade, sendo que nos últimos 5 anos tive de lidar com críticas de ‘ser gay até demais’. Como vocês viram a casaca assim? Eu não mudei”, criticou a atriz. Seja como for, ela continua escalada para viver a personagem – e até foi elogiada por Greg Rucka, o cocriador da versão pós-reboot da heróina nos quadrinhos: “Não que alguém tenha me perguntado, nem importa, mas eu gosto muito de Ruby Rose. A Kate dela vai honrar o trabalho dos escritores”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz.

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    Stephen Amell dá boas vindas à Ruby Rose no Arrowverse

    10 de agosto de 2018 /

    Stephen Amell, protagonista da série “Arrow”, foi ao Twitter desejar boas-vindas a Ruby Rose, recém-chegada ao Arrowverse como estrela da nova série da “Batwoman”. “Hey, Ruby Rose – Bem-vinda!! São personagens como a Batwoman que carregarão o nosso universo para o futuro. Te vejo em breve!”, escreveu o ator. E ela, que tinha prometido sair do Twitter para se concentrar no trabalho, voltou especialmente para agradecer. “Bastante obrigado, Stephen. Isto vai ser muito divertido”, ela respondeu. Ruby Rose vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. O produtor Greg Berlanti, que é gay assumido, tem introduzido diversos personagens LGBTQIA+ nas séries da DC. Vale lembrar que Sarah Lance, a Canário Branco, foi a primeira a ter relacionamento com outras mulheres no Arrowverse. A personagem interpretada por Caity Lotz define-se como bissexual. Já a policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) se estabeleceu como a primeira lésbica em “Supergirl”, ajudando a irmã da heroína a descobrir sua verdadeira sexualidade. Por sinal, Maggie e Kate Kane tem história nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pelo noivado do casal em 2013. Avanços e retrocessos. Thank you so much Stephen. This is going to be so much fun. X https://t.co/LI3TCuAfzm — Ruby Rose (@RubyRose) August 10, 2018

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    Ruby Rose se emociona por virar Batwoman e revela ligação com morcegos desde criança

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose revelou-se bastante emocionada por ter sido escalada para o papel de Batwoman numa nova série da rede CW. Não apenas por viver um tipo de personagem que ela não tinha a oportunidade de ver na TV quando era pequena, mas também porque brincava com morcegos quando era criança. A confissão foi feita na noite de quarta (8/8) em sua participação no programa “Tonight Show”. Ela foi convidada para falar da estreia nos cinemas de “Megatubarão”, mas o assunto Batwoman dominou as conversas com o apresentador Jimmy Fallon. Ruby contou que recebeu a notícia de que tinha passado nos testes para o papel uma hora antes da première do longa, e que teve de segurar as lágrimas no evento. “Eu estava tão emocionada, que eu pulei todos com quem tinha que falar, porque eu iria começar a chorar se me entrevistassem, como estou quase fazendo agora.” “Mal tive tempo de pensar nisso, eu soube ontem que passei no teste para ser a Batwoman. É um divisor de águas. Eu sinto que a razão para eu me emocionar tanto é porque eu cresci vendo TV e nunca havia alguém com quem me identificar, ainda mais uma super-heroína”, relembrou, referindo-se ao fato de Batwoman ser lésbica assumida como ela. Fallon brincou que será melhor ver crianças no Halloween vestidas como Batwoman do que o papel anterior, como presidiário com o uniforme laranja de “Orange is the New Black”. “As crianças vão poder ver e se identificar, é uma ótima oportunidade”, comentou Rose. Foi então que ela revelou que sua mãe tem uma tatuagem de morcego, porque ela criava morceguinhos como se fossem de estimação. “Pois é, ela cuidava desses morcegos bebês, ajudava-os a sobreviver, mas depois eles não tinham para onde ir, porque cresceram dentro de uma casa, ficaram domésticos e cagando na casa toda”, riu ela. Rose contou que isso a inspirou a fazer suas primeiras asinhas, imitando morcegos. “A gente não tinha dinheiro, então eu fazia meus brinquedos. Uma vez, construiu umas asas de papelão, e eu dormia com elas, corria com elas, pulava de lugares altos para minha mãe me pegar. E agora eu vou ter asas que não serão de papelão!”. Confira abaixo a entrevista original, com mais detalhes.

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    Ruby Rose vai estrelar a série da Batwoman

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose foi anunciada como a intérprete da próxima super-heroína televisiva da DC Comics. Ela vai interpretar Batwoman numa nova série da rede americana CW. O produtor Greg Berlanti, criador e responsável pelo chamado “Arrowverse”, queria uma atriz lésbica para interpretar a personagem, que também é lésbica nos quadrinhos. E Ruby Rose é a mais famosa lésbica assumida do cinema atual. Ex-VJ da MTV Austrália, ela estreou nas séries americanas em 2015 ao participar de uma temporada em “Orange Is the New Black”, de onde saiu para estrelar diversos blockbusters de ação consecutivos, como “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, “xXx: Reativado”, “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” e “Megatubarão”, que estreia nesta quinta (9/8) nos cinemas. Ela vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado, e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E esse personagem ganhou uma série animada.

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    Jason Statham enfrenta Megatubarão em mais de uma dezena de pôsteres internacionais

    7 de agosto de 2018 /

    A Warner Bros. divulgou 11 novos pôsteres internacionais de “Megatubarão”, filme que coloca Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) contra o maior tubarão do mundo. Além do inglês Staham, o elenco multinacional também destaca a chinesa Li Bingbing (“Transformers: A Era da Extinção”), o neozelandês Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), o japonês Masi Oka (série “Heroes”). os australianos Ruby Rose (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”) e Robert Taylor (série “Longmire”) e os americanos Rainn Wilson (série “The Office”) e Page Kennedy (série “Weeds”). O filme adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque a Warner lançou “Do Fundo do Mar” (1999). E os trailers deixam claro que as duas produções têm cenas parecidas. A versão atual foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e pelos irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”) e tem direção de Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). A estreia está marcada para esta quinta (9/8) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jason Statham enfrenta Megatubarão em comercial e novos pôsteres

    1 de julho de 2018 /

    A Warner Bros. divulgou três novos pôsteres e um comercial de “Megatubarão”, filme que coloca Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) contra o maior tubarão do mundo. A prévia aparece um apanhado de cenas de vários filmes de peixes assassinos, desde o clássico de Steven Spielberg de 1975 até “Piranha 3D” (2010). O filme adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque a Warner lançou “Do Fundo do Mar” (1999). E a prévia deixa claro que as duas histórias tem cenas parecidas. A versão atual foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e pelos irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”) e tem direção de Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). Além do inglês Staham, o elenco multinacional também destaca a chinesa Li Bingbing (“Resident Evil 5: Retribuição”), o neozelandês Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), o japonês Masi Oka (série “Heroes”). os australianos Ruby Rose (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”) e Robert Taylor (série “Longmire”) e os americanos Rainn Wilson (série “The Office”) e Page Kennedy (série “Weeds”). A estreia está marcada para 9 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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