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  • TV

    Vai na Fé: Globo censura beijo lésbico pela 3ª vez e é detonada na internet

    31 de maio de 2023 /

    A Globo uma chuva de críticas nas redes sociais por cortar novamente uma cena de beijo entre as personagens Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. Essa foi a terceira vez que a emissora barrou um momento romântico entre as personagens, o que gerou revolta entre os internautas. O novo corte ocorreu no capítulo exibido nesta quarta-feira (31/5), no exato momento em que Clara e Helena se aproximavam. De acordo com o site Notícias da TV, o roteiro da autora Rosane Svartman mostrava com Lumiar (Carolina Dieckmann) flagrando o selinho entre as duas, o que não aconteceu na transmissão. Os fãs reagiram de maneira enfurecida, acusando a emissora de censura. Diante de mais uma alteração na novela, eles apontaram novamente que a escolha da Globo é extremamente desnecessária. No Twitter, uma usuária acusou a emissora de desrespeitar as mulheres lésbicas. “Estou me sentindo suja, como se um beijo em outra mulher fosse algo tão horrível. Espero que vocês um dia entendam como essa representação mal feita nos destrói perante a sociedade”, julgou. Já outra usuária, disparou que os cortes afetam a própria narrativa da novela. “Pra quê criar casal lésbico se vai censurar todos os beijos?”, protestou. “As cenas completamente sem sentido por que são cheias de corte”. Outra ainda ironizou: “Parabéns Globo, você nos fez acreditar num romance lésbico sem beijo”. Desde a primeira cena censurada, o público questionou a decisão da Globo de barrar o beijo entre as personagens de Regiane e Priscila. Ainda segundo o site, a Globo optou pelo corte na justificativa de que um beijo “de verdade” entre as duas pudesse assustar o público e causar rejeição às personagens, prejudicando o desenvolvimento do romance. Na prática, está acontecendo o contrário. Não há nenhum protesto contra o romance das personagens, mas uma fúria generalizada do público contra a Globo por seu conservadorismo. Até o momento, o casal só protagonizou um selinho, porém em um contexto cômico específico. Na cena, elas fizeram isso visando afastar homens que as assediavam. Eu tô sentindo tão ódio da @tvglobo pq está sim me desrespeitando como mulher lésbica, estou me sentindo suja , como se um beijo em outra mulher fosse algo tão horrível. Espero que vcs um dia entendam como essa representação mau feita nós destrói perante a sociedade#VaiNaFe — Cassia (@cassiakatdom) May 31, 2023 e mais uma vez cortaram o beijo delas kkk chega a ser ridículo isso. se não quer mostrar duas mulheres se beijando pq inventam de fazer casal lésbico em novela? vsf globo #VaiNaFé https://t.co/UVLVyCDQ5w — ste (@sftwste) May 31, 2023 Parabéns Globo vc nos fez acreditar num romance lésbico sem beijo #VaiNaFé pic.twitter.com/kSTSa8pE8v — like GRAH (@jonnpereira) May 25, 2023 PRA QUE CRIA CASAL LÉSBICO SE VAI CENSURAR TODOS OS BEIJOS??!???????????!!! as cenas completamente sem sentido pq são cheias de corte kkkkkkkkkk #VaiNaFe — indie (@1ND1S) May 31, 2023

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  • TV

    Deborah Secco voltará a viver personagem de “Salve-se Quem Puder” em “Vai na Fé”

    7 de janeiro de 2023 /

    A Globo está investindo num universo compartilhado entre suas novelas. Depois de Giovanna Antonelli reprisar o papel da Helô de “Salve Jorge” (2012) em “Travessia”, agora Deborah Secco voltará a viver a Alexia de “Salve-se Quem Puder” em “Vai na Fé”. Na trama de “Vai na Fé”, a atriz famosa procurará pelos serviços do escritório de advocacia de Lumiar (Carolina Dieckmann). E o detalhe é que ela não estará sozinho nessa incursão multiversal. Quem também vai aparecer é o Willian de “Bom Sucesso” (2020), vivido por Diego Montez, agora como assessor de Alexia. Sucessora de “Cara e Coragem” na faixa das sete da Globo, a novela escrita por Rosane Svartman tem estreia marcada para 16 de janeiro. A trama central gira em torno de Sol (Sheron Menezzes), uma vendedora de marmitas que decide voltar a cantar como backing vocal para sustentar o família. Porém, enfrenta resistência da família evangélica para trabalhar com o cantor Lui Lorenzo (José Loreto). Com o tempo, porém, a parceria dá certo e ela passa a se destacar, ficando tão famosa com suas apresentações que um antigo amor a procurará depois de anos.  Trata-se do advogado Ben (Samuel de Assis), que é casado com Lumiar (a personagem de Dieckman). Eles se casaram após se conheceram na faculdade de Direito e construíram uma vida bem sucedida. No entanto, tudo indica que o relacionamento irá ruir após o reencontro de Ben e Sol.

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  • Série

    João Guilherme se emocionou com papel que lembra sua vida em série da Globoplay

    28 de setembro de 2022 /

    A arte imitou a vida para o ator João Guilherme, que na nova série da Globoplay, “Musa Música”, interpreta o filho de um músico famoso e ausente em sua criação. João Guilherme é filho do cantor Leonardo e cresceu distante do pai. “Meu pai não foi presente desde bebê. Nunca tive meu pai para ficar vendo antes dos 6 anos em Goiânia”, disse ele ao podcast “PodDelas”. “[Quando] fui começar a trocar umas ideias com ele eu tinha uns 7 anos”, continuou. “Ele mora em Goiânia, é em outro estado (João é de São Paulo). Minha mãe, até eu ter 6 anos, não queria que eu ficasse viajando”. Na série, o personagem de João Guilherme e seu irmão na trama, interpretado por Nicolas Prattes, cresceram longe do pai, o músico Mario (Luiz Nicolau). Na trama, Mario se separa da mulher (Leticia Isnard) quando as crianças são pequenas. Anos depois, ele volta tentando resgatar a relação com os filhos e, no decorrer da história, a família acaba se acertando. Segundo a coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, a gravação da cena de reaproximação entre pai e filhos emocionou bastante João Guilherme, justamente por conta dessa semelhança com sua própria vida. Criada por Rosane Svartman (da novela “Bom Sucesso” e do filme “Pluft”), “Musa Música” vai acompanhar a musa grega Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), ajudando jovens na missão de mudar suas vidas. O elenco também inclui Cecília Chancez, Cris Vianna e Stella Freitas. A produção juvenil é dirigida por Marcus Figueiredo (também de “Bom Sucesso”) e terá duas versões: uma para a plataforma Globoplay e outra para o canal pago infantil Gloob. A estreia é esperada para 2023.

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  • Filme

    Musa Música: Nova série terá banda de Nicolas Prattes, Malu Rodrigues e Dan Ferreira

    13 de agosto de 2022 /

    A Globoplay divulgou a primeira imagem de Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”), Malu Rodrigues (“Pantanal”) e Dan Ferreira (“Amor de Mãe”), que formam uma banda na vindoura série “Musa Música”. Na trama, eles interpretam Davi, Isa e Jê, amigos que se unem para transformar o bairro fictício de Canto Belo através da arte. Vale lembrar que Nicolas Prattes já mostrou dons musicais no “Masked Singer Brasil”, enquanto Malu Rodrigues viveu a cantora Wanderléa no filme “Minha Fama de Mau” (2019) e Dan Ferreira será Gilberto Gil em “Meu Nome É Gal”, atualmente em produção. Criada por Rosane Svartman (da novela “Bom Sucesso” e do filme “Pluft”), a série vai acompanhar a musa grega Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), ajudando jovens na missão de mudar suas vidas. O elenco também inclui Cecília Chancez, Cris Vianna, Stella Freitas, Luiz Nicolau, Letícia Isnard e João Guilherme. A produção juvenil é dirigida por Marcus Figueiredo (também de “Bom Sucesso”) e terá duas versões: uma para a plataforma Globoplay e outra para o canal pago infantil Gloob. A estreia é esperada para 2023.

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  • Filme

    Fantasmas de “O Telefone Preto” e “Pluft” são as maiores atrações nos cinemas

    21 de julho de 2022 /

    Por coincidência, as duas estreias mais amplas desta quinta (21/7) contam histórias com crianças fantasmas, que querem ajudar crianças de verdade a enfrentar sequestradores malvados. Mas enquanto uma é aterrorizante, a outra é uma comédia infantil. “O Telefone Preto” marca a volta do diretor Scott Derrickson (de “A Entidade” e “Livrai-nos do Mal”) ao terror sobrenatural, após um desvio por “Doutor Estranho”. Já “Pluft – O Fantasminha” tem uma das maiores estreias nacionais dos últimos tempos, chegando em 700 salas. O circuito limitado recebe mais dois filmes nacionais, com destaque para “A Casa das Antiguidades”, exibido nos principais festivais internacionais do mundo, inclusive Cannes, que premiou o principal título internacional da lista: “Memória”, de Apichatpong Weerasethakul, vencedor do Prêmio do Júri do festival francês no ano passado. Embora a maioria do público brasileiro só vá ter acesso aos dois filmes de fantasmas, a programação de cinema recebe ao todo nove lançamentos. Confira abaixo os trailers e os detalhes de cada um deles, inclusive daqueles que são filmes fantasmas de verdade – visíveis apenas para cinéfilos que conhecem as salas mitológicas que projetam arte fora dos shopping centers.   | O TELEFONE PRETO |   A volta do diretor Scott Derrickson ao terror, após comandar “Doutor Estranho” (2016), é um dos melhores filmes recentes do gênero, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é baseada no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra que inspirou a série “Locke & Key”. A história faz parte do best-seller “Fantasmas do Século XX” e foi adaptada pelo próprio Derrickson em parceria com o roteirista Robert Cargill, com quem o diretor desenvolveu a franquia “A Entidade”. Por sinal, o papel principal é de Ethan Hawke, que estrelou o primeiro “A Entidade” (2012). Ele vive um serial killer sequestrador de crianças que, numa referência distorcida a “It”, usa balões negros e disfarce de palhaço para cometer seus crimes. Só que seus planos são atrapalhados quando seu alvo mais recente recebe uma ajuda inesperada para escapar. Fantasmas de vítimas passadas ligam para o menino recém-sequestrado no telefone preto do título, que não tem fio e não deveria funcionar, ensinando-o a sobreviver, enquanto sua melhor amiga da escola começa a ter visões de seu cativeiro. Os jovens Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (a jovem Hope de “Homem-Formiga e a Vespa”) encabeçam o elenco mirim.   | PLUFT – O FANTASMINHA |   A nova adaptação da famosa peça infantil de Maria Clara Machado é o primeiro filme live-action infantil brasileiro produzido para exibição em 3D. A trama clássica mostra como Pluft, uma criança fantasma com medo de gente, inicia uma amizade com Maribel, uma menina com medo de fantasma, que foi raptada pelo terrível pirata Perna-de-Pau. Como os únicos em busca de Maribel são três marinheiros atrapalhados, Pluft se vê impelido a virar o herói da história. O longa dirigido por Rosane Svartman (“Tainá, a Origem”) chega às telas 60 anos depois da primeira adaptação cinematográfica de “Pluft”, que contou com participação de Tom Jobim e Dorival Caymmi. A nova versão destaca a volta às telas de Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. As filmagens aconteceram bem antes do reality show, em 2020, e o papel do ex-“Rebelde” é pequeno, como um dos três marinheiros que procuram a protagonista. Além dele, o elenco traz as crianças Nicolas Cruz e Lola Belli (“Onde Está Meu Coração”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Juliano Cazarré (“Pantanal”), Lucas Salles (“Detetive Madeinusa”) e Hugo Germano (“Desenrola”).   | CASA DE ANTIGUIDADES |   Exibido nos festivais de Cannes e Toronto, e premiado em Estocolmo e Chicago, o longa de estreia de João Paulo Miranda Maria retrata a vida de um trabalhador negro em uma cidade fictícia de colonização germânica no sul do Brasil. Natural do sertão brasileiro, ele se sente solitário, condenado ao ostracismo pelas diferenças culturais e étnicas, e invisível para os patrões. Um dia, descobre uma casa abandonada repleta de objetos que o lembram de suas origens. Ele se instala lentamente nesta casa e cada vez mais objetos começam a aparecer. Estrelado pelo veterano Antônio Pitanga (“Ganga Zumba”, “Rio Babilônia”, “Irmãos Freitas”), o drama trata de racismo estrutural e foi rodado em Treze Tílias, cidade catarinense que deu forte apoio ao presidente eleito em 2018.   | ELA E EU |   A dramédia brasileira traz Andréa Beltrão como uma roqueira que desperta depois de 20 anos de coma e descobre que tem uma filha adulta, criada pela atual esposa de seu ex-marido. Seu despertar impacta a todos na família, que precisam absorver seu retorno, enquanto ela reaprende a andar, falar e se relacionar, com o detalhe de permanecer tão desajustada quanto era há duas décadas. Exibido nos festivais do Rio e de Brasília do ano passado com outro título (“Antes Tarde”), a produção é o segundo longa de ficção dirigido por Gustavo Rosa de Moura (“A Canção da Volta”), que já teve um terceiro (“Cora”) exibido no circuito dos festivais nacionais no final do ano passado.   | ÚLTIMA CIDADE |   A produção independente é um drama de vingança estrelado por Julio Adrião (“Nise: O Coração da Loucura”) e rodado com trejeitos de cinema de arte – e com bela fotografia – pelo estreante Victor Furtado (assistente de “O Clube dos Canibais”). Montado em seu cavalo e na companhia de um andarilho, o personagem de Adrião é carregado de simbolismo quixotesco ao embarcar em sua jornada para uma grande cidade do Nordeste brasileiro (uma Fortaleza futurista), visando enfrentar aquele que tomou suas terras e acabou com sua família. O estilo alegórico também evoca a politização do Cinema Novo e ajuda a enfatizar uma crítica à desigualdade e à especulação que assolam as grandes cidades do país.   | DIÁRIOS DE OTSOGA |   A obra do casal português Miguel Gomes (“As Mil e Uma Noites”) e Maureen Fazendeiro é um drama metalinguístico para cinéfilos, um filme de confinamento pandêmico sobre um filme de confinamento pandêmico, que tem a peculiaridade de ser montado de trás para frente. É que a projeção começa pelo fim e avança em direção a seu começo, mostrando os bastidores de uma produção cinematográfica sob as mesmas circunstâncias do filme real, com baixo orçamento e protocolo pesado contra covid-19. Os atores interpretam atores, os diretores aparecem como (versões de) si mesmos e cada cena é motivada pela que vem depois dela (ou seja, antes dela). Confuso? Mas inteligente, com personagens que surgem do nada para só chegarem depois na projeção desordenada, criando um senso de caos que reflete a própria situação da pandemia. A propósito do tema, Otsoga é Agosto escrito ao contrário. O quebra-cabeças cinematográfico rendeu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Mar del Plata e de Melhor Filme Estrangeiro do ano pela Associação dos Críticos Online dos EUA.   | OS AMORES DELA |   O primeiro filme de Charline Bourgeois-Tacquet teve première em Cannes, foi premiado em Melbourne e atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes com um triângulo amoroso típico do cinema francês, apresentado de forma atípica. A atriz Anaïs Demoustier (“Alice e o Prefeito”) interpreta a Anaïs do título original (“Les Amours d’Anaïs”), uma mulher de 30 anos falida e em crise amorosa, que um dia conhece um homem casado que imediatamente se apaixona por ela. O detalhe é que a esposa do novo amante é uma escritora famosa (Valeria Bruni Tedeschi, de “Loucas de Alegria”), de quem Anaïs é fã declarada e por quem se sente totalmente atraída, criando uma confusão conjugal.   | PARADISE – UMA NOVA VIDA |   A comédia italiana explora a paranoia de um jovem (Vincenzo Nemolato, de “Martin Eden”) enviado a uma cidade isolada nos Alpes suíços pelo serviço de proteção a testemunhas, onde dá de cara com o assassino da máfia denunciado por ele, que também foi relocado pelo mesmo programa. Temendo pela vida, ele procura se disfarçar e aprender formas de matar o assassino antes de ser morto. Mas se prova mais que amador, completamente inepto. Até que a desconfiança começa a ruir, conforme a solidão e as saudades da Sicília os aproxima. A amizade inesperada rende cenas divertidas, porém não afasta a sensação de uma ameaça em potencial.   | MEMÓRIA |   Vencedor da Palma de Ouro de 2010 com “Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas”, o tailandês Apichatpong Weerasethakul voltou a ser consagrado no Festival de Cannes com este filme, vencedor do Prêmio do Júri do ano passado. “Memória” também marca a estreia em inglês e espanhol do cineasta e foi rodado na Colombia. O filme acompanha Jessica, personagem da inglesa Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), que visita sua irmã em Bogotá. Lá, ela lida com ataques de insônia e procura a fonte de sons que lhe parecem sobrenaturais no meio da noite. Durante o dia, faz amizade com uma arqueóloga, que estuda restos humanos descobertos dentro de um túnel em construção, e com um escamador de peixes em uma pequena cidade próxima. Com eles, compartilha memórias e momentos de lirismo característicos das obras do diretor, que retrata a linha tênue entre a vida e a morte – e o cinema e o sonho – com nenhum outro.

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  • Filme

    Trailer de “Pluft – O Fantasminha” mostra volta de Arthur Aguiar às telas

    18 de maio de 2022 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer da nova adaptação de “Pluft – O Fantasminha”, adaptação da famosa peça infantil de Maria Clara Machado. A prévia resume a premissa e revela a participação de Arthur Aguiar, vencedor do “BBB 22”. As filmagens aconteceram bem antes do reality show, em 2020. No filme, o ex-“Rebelde” vive o marinheiro Sebastião, um dos três amigos de Maribel. O elenco também destaca as crianças Nicolas Cruz e Lola Belli (“Onde Está Meu Coração”), Fabiula Nascimento (“Segundo Sol”), Juliano Cazarré (“Pantanal”), Lucas Salles (“Detetive Madeinusa”) e Hugo Germano (“Desenrola”). A trama clássica mostra como Pluft (Cruz), uma criança fantasma com medo de gente, inicia uma amizade com Maribel (Belli), uma menina com medo de fantasma, que foi raptada pelo terrível pirata Perna-de-Pau (Cazarré). Como os únicos em busca de Maribel são três marinheiros atrapalhados, Pluft se vê impelido a virar o herói da história. Primeiro filme live-action infantil brasileiro produzido para exibição em 3D, o longa dirigido por Rosane Svartman (“Tainá, a Origem”) vai chegar às telas 60 anos depois da primeira adaptação cinematográfica de “Pluft”, que contou com participação de Tom Jobim e Dorival Caymmi. A estreia está marcada para 21 de julho, durante as férias escolares.

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  • Série

    Globoplay prepara seis novas séries brasileiras

    19 de setembro de 2021 /

    A Globoplay voltou a produzir novas séries à todo vapor, após as paralisações causadas pela pandemia de covid-19. A lista inclui o desenvolvimento das atrações inéditas “Guerreiros do Sol”, “Musa Música”, “Dragon”, “Rota 66”, “Rensga Hits!” e “As Aventuras de José e Durval”. Em “Musa Música”, uma jovem vai tentar transformar seu bairro por meio da arte e para isso conta com ajuda da musa grega Euterpe. O roteiro está sendo escrito por Rosane Svartman (“Malhação”). Produzida em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre, “Dragon” é sobre uma família falida que passa a ganhar dinheiro por causa da equipe de eSports dos filhos. Apesar do título ser o mesmo de uma série clássica americana, “Rota 66” é uma produção policial baseada no livro homônimo de Caco Barcellos. A trama é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990, e terá como protagonista um jornalista vivido por Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”). A coprodução é com a Boutique Filmes. “Rensga Hits!” se passa no universo da música sertaneja e vai juntar Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”), Lorena Comparato (“Impuros”), Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”). A cargo da Glaz Entretenimento, a produção já começou em Goiânia. “As Aventuras de José e Durval” também vai trazer muitas músicas sertanejas. A produção é uma biografia da dupla Chitãozinho e Xororó. José e Durval são os nomes reais dos dois cantores. Coprodução com a O2 Filmes, o projeto tem direção de Hugo Prata (“Coisa Mais Linda”) e vai juntar os irmãos Rodrigo e Felipe Simas nos papéis principais, após estrelarem juntos a novela “Salve-se Quem Puder”. Já “Guerreiros do Sol” vai revisar o romance cangaceiro de Lampião e Maria Bonita, com roteiro da dupla George Moura e Sergio Goldenberg (“Onde Está Meu Coração”), 40 anos após o sucesso de “Lampião e Maria Bonita”, a primeiríssima minissérie brasileira, estrelada por Nelson Xavier e Tânia Alves em 1982. Para completar, ainda está em produção uma nova temporada de “Cilada”, de Bruno Mazzeo, em parceria com o Multishow.

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  • Filme

    Veja as fotos de Pluft – O Fantasminha, primeiro filme infantil brasileiro em 3D

    28 de novembro de 2016 /

    A produtora Raccord divulgou as primeiras fotos de “Pluft – O Fantasminha”, primeiro filme infantil em 3D do Brasil. Orçado em US$ 10 milhões, ele também será o mais caro longa infantil já produzido no país. “Todo o desenho de produção do filme é muito diferente do que se costuma fazer por aqui. Cada detalhe, desde o roteiro, foi pensado para ser filmado em 3D e live-action”, explicou Clélia Bessa, produtora do filme, ao site Filme B. O longa é uma adaptação da clássica peça de teatro escrita por Maria Clara Machado em 1955 e já transformado em filme em 1965 e minissérie em 1975. A trama retrata a inesperada amizade entre a menina Maribel (Lola Belli) e Pluft, um menino fantasma que tem medo de gente. Eles se conhecem quando a menina é sequestrada pelo pirata Perna de Pau (Juliano Cazarré). O elenco também inclui Lucas Salles, Arthur Aguiar e Hugo Germano como os marujos João, Sebastião e Juliano, amigos da menina. Com direção de Rosane Svartman (“Tainá – A Origem”), o filme está sendo rodado em duas etapas. A primeira, com duração de quatro semanas, tem como locações o Rio Grande do Norte e o Rio de Janeiro. Já a segunda, prevista somente para abril, será dedicada às cenas com efeitos especiais. “Estamos tratando de um mundo fantástico, com fantasmas e piratas. O 3D tem essa linguagem, por si só já traz essa magia. A gente sabe que, para ser competitivo, o filme infantil tem que trazer um algo a mais, e neste caso é o 3D”, explicou a produtora, que revelou que o longa terá até filmagens debaixo d’água. A expectativa de lançamento é apenas para 2018. O Brasil ainda engatinha na produção de longas em 3D. Até hoje, foram realizados apenas três filmes para o circuito comercial com a tecnologia: a animação “Brasil Animado” (2011), de Mariana Caltabiano, a comédia besteirol “Se puder… Dirija!” (2013), com Luiz Fernando Guimarães, e a coprodução franco-brasileira “Amazônia” (2013), uma aventura pela maior floresta do mundo guiada pelo olhar de um macaco-prego.

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