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  • Série

    Atriz de The Crown vai estrelar série de Os Homens que Não Amavam as Mulheres

    26 de setembro de 2026 /

    Viola Prettejohn interpretará Lisbeth Salander ao lado de David Oyelowo em adaptação com 8 episódios

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  • Filme

    Festival de Veneza traz menos apostas de Hollywood e mais filmes políticos

    2 de setembro de 2026 /

    Diretor do evento aponta retração dos grandes estúdios em meio a filmes sobre Gaza, Ucrânia, imigração e o poder dos bilionários

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  • Filme

    “Retorno a Buenos Aires” leva Brasil à disputa do Leão de Ouro

    23 de julho de 2026 /

    Coprodução de Marco Bechis foi filmada em Porto Alegre e concorre com novos trabalhos de Danny Boyle, Werner Herzog e Hirokazu Kore-eda

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  • Filme

    Filme sobre massacre em Gaza bate recorde com 23 minutos de aplausos em Veneza

    4 de setembro de 2025 /

    "The Voice of Hind Rajab", de Kaouther Ben Hania, superou todos os tempos de ovação da história do festival italiano

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  • Filme

    Irmãs Kate e Rooney Mara aparecem juntas em foto da primeira parceria

    14 de maio de 2025 /

    Longa foi filmado na Irlanda pelo cineasta alemão Werner Herzog é inspirado numa história real

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  • Filme

    As irmãs Kate e Rooney Mara atuarão juntas pela primeira vez

    6 de fevereiro de 2025 /

    As atrizes interpretarão gêmeas que vivem à margem da sociedade no novo filme do diretor alemão Werner Herzog

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  • Filme

    Joaquin Phoenix abandona romance gay na véspera das filmagens

    9 de agosto de 2024 /

    Produção de época do diretor de "Carol" é cancelada após desistência do ator principal.

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  • Filme

    Festival de Berlim inicia com forte seleção internacional

    15 de fevereiro de 2024 /

    Evento cinematográfico começa nesta quinta destacando diretores aclamados e a estreia mundial do filme brasileiro "Cidade; Campo", de Juliana Rojas.

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  • Filme

    Festival de Berlim revela programação com diretores renomados

    22 de janeiro de 2024 /

    O Festival de Cinema de Berlim revelou uma seleção promissora para sua próxima edição, com títulos de diretores renomados, como Claire Burger, Olivier Assayas, Hong Sangsoo, Bruno Dumont, Abderrahmane Sissako e Mati Diop na mostra competitiva. A programação também inclui o novo longa da brasileira Juliana Rojas na seção Berlinale Enconters, dedicada a filme mais ousados e inovadores. A produção irlandesa “Small Things Like These”, de Tim Mielants, vai abrir a competição e a mostra cinematográfica, destacando o ator Cillian Murphy que vive uma consagração na temporada de prêmios por “Oppenheimer”. O filme se passa em 1985 e conta a história de um vendedor de carvão, interpretado por Murphy, que descobre sobre as lavanderias de Madalena para “jovens caídas” da cidade. As lavanderias, que também foram retratadas no premiado filme “Em Nome de Deus” (2002), eram administradas por freiras católicas e recebiam solteiras grávidas e filhas rejeitadas. Elas foram acusadas de aprisionar 10 mil mulheres e meninas – algumas com apenas 9 anos – que eram tratadas como escravas, impondo um regime de medo e devoção que resultou na morte de uma a cada dez internas, entre 1922 e 1996. Outros destaques da programação incluem “La Cocina”, filme do mexicano Alonso Ruizpalacios, estrelado por Rooney Mara, que acompanha a correria da hora do almoço em uma cozinha de Nova York; “Another End”, ficção científica do italiano Piero Messina com Gael García Bernal, focada em relacionamentos de pessoas que encontram conforto em substitutos para os mortos; “Langue Etrangere”, terceira obra da francesa Claire Burger, vencedora da Câmera de Ouro em Cannes; “Suspended Time” do francês Olivier Assayas, uma comédia sobre dois casais durante o confinamento; “A Traveler’s Needs”, descrito como uma comédia leve do sul-coreano Hong Sangsoo, em nova parceria com a atriz Isabelle Huppert após “A Visitante Francesa” (2012); “The Empire”, uma comédia pós-apocalíptica do francês Bruno Dumont; “Sons”, um thriller psicológico do sueco Gustav Moller; “Pepe”, a história de um hipopótamo de Pablo Escobar, narrada pelo próprio animal e dirigida pelo dominicano Nelson Carlos de los Santos Arias; “Dahomey”, um documentário de Mati Diop que explora a questão da colonização através da história de obras de arte restituídas ao Benin em novembro de 2021, após terem sido roubadas por colonizadores franceses em 1892; e o primeiro filme do Nepal na competição, “Shambhala”, de Min Bahadur Bham. Para completar, os títulos alemães incluem “Dying” de Matthias Glasner e “From Hilde With Love” de Andreas Dresen. Seis dos filmes da mostra principal são dirigidos ou co-dirigidos por mulheres, mantendo o mesmo número do ano passado, e dois são longas de estreia. Apenas um filme selecionado já foi exibido previamente: “A Different Man”, do diretor americano Aaron Schimberg, que chega a Berlim após première bem-sucedida no Festival de Sundance. Carlo Chatrian, diretor artístico, e Mariëtte Rissenbeek, diretora executiva, destacaram a importância política dos filmes selecionados. “Festivais oferecem um espaço para expressão artística e diálogo pacífico. Acreditamos que, por meio do poder dos filmes e discussões abertas, podemos ajudar a promover empatia, consciência e compreensão, especialmente em tempos dolorosos como estes”, declarou Chatrian, enquanto Rissenbeek anunciou iniciativas durante o festival para promover um diálogo aberto sobre a crise no Oriente Médio. Outros títulos Além dos filmes na disputa pelo Urso de Ouro, a Berlinale Encounters apresenta uma seleção de cineastas de vanguarda, destacando “Cidade; Campo”, de Juliana Rojas, filme estrelado por Fernanda Vianna, Mirella Façanha e Bruna Linzmeyer sobre a migração entre o meio urbano e o rural – ou São Paulo e o Mato Grosso do Sul. Ela vai competir numa seção repleta de cineasta femininas, como a alemã Nele Wohlatz, a portuguesa Margarida Gil, a francesa Christine Angot, a austríaca Ruth Beckermann e a alemã Eva Trobisch. A programação também agendou várias premières fora de competição. Adam Sandler, Carey Mulligan e Paul Dano são esperados no tapete vermelho para a estreia mundial de “Spaceman” da Netflix. Kristen Stewart retorna com o thriller “Love Lies Bleeding”, que deu muito o que falar em Sundance. Hunter Schafer estará presente para a estreia mundial do filme de terror “Cuckoo” do diretor germano-americano Tilman Singer. Amanda Seyfried vem para “Seven Veils” de Atom Egoyan. E Julia von Heinz lançará “Treasure” com Lena Dunham e Stephen Fry. Sem esquecer que o festival também exibirá a série “Supersex” da Netflix. Lupita Nyong’o presidirá o júri da mostra principal do evento, que ocorrerá de 15 a 24 de fevereiro na capital da Alemanha. Confira a programação oficial Competição Internacional “Small Things Like These”, de Tim Mielants “Another End”, de Piero Messina “Architecton”, de Victor Kossakovsky “Black Tea”, de Abderrahmane Sissako “La Cocina”, de Alonso Ruizpalacios “Dahomey”, de Mati Diop “A Different Man”, de Aaron Schimberg “L’Empire”, de Bruno Dumont “Gloria!”, de Margherita Vicario “Hors du Temps”, de Olivier Assayas “In Liebe, Eure Hilde”, de Andreas Dresen “Keyke Mahboobe Man”, de Behtash Sanaeeha e Maryam Moghaddam “Langue Etrangere”, de Claire Burger “Me el Ain”, de Meryam Joobeur “Pepe”, de Nelson Carlos De Los Santos Arias “Shambhala”, de Min Bahadur Bham “Sterben”, de Matthias Glasner “Des Teufels Bad”, de Severin Fiala e Veronika Franz “Vogter”, de Gustav Moller “Yeohaengjaui Pilyo”, de Hong Sang-soo Berlinale Encounters “Arcadia”, de Yorgos Zois “Cidade; Campo”, de Juliana Rojas “Demba”, de Mamadou Dia “Direct Action”, de Guillaume Cailleau e Ben Russell “Dormir de Olhos Abertos”, de Nele Wohlatz “The Fable”, de Raam Reddy “Une Famille”, de Christine Angot “Favoriten”, de Ruth Beckermann “Ivo”, de Eva Trobisch “Khamyazeye Bozorg”, de Aliyar Rasti “Kong Fang Jian li de nv Ren”, de Qiu Yang “Mãos no Fogo”, de Margarida Gil “Matt and Mara”, de Kazik Radwanski “Through the Graves the Wind Is Blowing”, de Travis Wilkerson “Tu me Abrasas”, de Matias Pineiro

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  • Série

    Criadora de “The Killing” fará série baseada em “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”

    26 de outubro de 2023 /

    O Amazon MGM Studios encomendou uma série inspirada na trilogia “Millennium”, do escritor sueco Stieg Larsson, para a plataforma Prime Video. O projeto está sendo desenvolvido por Veena Sud, criadora de outra atração baseada em trama nórdica, “The Killing”, remake da dinamarquesa “Forbrydelsen”. Apesar da confirmação da showrunner, a trama central permanece um mistério. A informação inicial é que seria uma história inédita centrada em Lisbeth Salander, uma das personagens principais da franquia, mas detalhes adicionais ainda não foram revelados. A produção será uma parceria entre Amazon MGM Studios e Left Bank Pictures, produtora de “The Crown”, que pertence à Sony Pictures Television.   Legado de “Millennium” A série de livros “Millennium” introduziu ao mundo os personagens a hacker punk Lisbeth Salander e o jornalista investigativo Mikael Blomkvist, com três obras escritas por Larsson antes de seu falecimento em 2004: “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”. As três foram adaptadas numa trilogia cinematográfica sueca em 2009, que transformou Noomi Rapace e Michael Nyqvist (1960-2017) em astros internacionais. O sucesso fez os livros continuarem a ser publicados por outros autores e rendeu adaptações de Hollywood. Rooney Mara e Daniel Craig estrelaram o remake americano de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” em 2011, com direção de David Fincher. Mas o resto da trilogia ficou sem adaptação americana. Apesar disso, a Sony ainda produziu “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, de Fede Alvarez, em 2018, baseado no quarto livro (escrito por David Lagercrantz) e com Claire Foy no papel de Lisbeth. Veja abaixo os trailers de três versões diferentes da franquia cinematográfica.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix viverá romance gay em novo longa do diretor de “Carol”

    22 de maio de 2023 /

    O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) vai estrelar um novo projeto do diretor Todd Haynes (“Carol”) ainda sem título divulgado. A trama será um romance gay de época ambientado na década de 1930 em Los Angeles. A informação foi revelada pelo próprio Haynes durante sua passagem pelo Festival de Cannes. “O próximo filme é um longa que é um roteiro original que desenvolvi com Joaquin Phoenix baseado em alguns pensamentos e ideias que ele me trouxe”, revelou o diretor ao IndieWire. “Nós basicamente escrevemos com ele como um escritor de histórias. Eu, Jon Raymond e Joaquin compartilhamos o crédito da história”. Ainda segundo Haynes, ele espera que o filme comece a ser rodado no início do próximo ano. Seguindo a linha conceitual dos filmes estrelados por Phoenix, o longa deve retratar temas adultos de forma crua. “Joaquin estava me pressionando ainda mais e dizendo ‘não, vamos mais longe’”, disse Haynes. “Este será um filme NC-17” (expressamente proibido para menores nos EUA). Com a previsão da classificação indicativa mais elevada, abaixo só da pornografia, a trama deve trazer cenas fortes. Narrativas LGBTQIAPN+ são comuns para o diretor, já consagrado em produções do gênero como “Veneno” (1991), “Velvet Goldmine” (1998) e “Carol” (2015), sendo esta última coprotagonizada pela atriz Rooney Mara, esposa de Joaquin Phoenix. Entretanto, a escalação de um ator heterossexual para uma história queer foi alvo de críticas negativas do público. Nas redes sociais, apontaram que o longa deveria ser estrelado por um ator gay e não por Phoenix. Além disso, os internautas pontuaram que o mesmo foi feito em “Carol”. O romance lésbico foi protagonizado por Rooney Mara ao lado de Cate Blanchett, duas atrizes também heterossexuais. Inclusive, Blanchett interpretou novamente uma personagem queer no aclamado “Tár” (2022), que rendeu uma série de indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. O argumento na internet é que esse hábito da indústria em escalar atores heterossexuais para papéis LGBTQIAPN+ a torna menos inclusiva, impedindo a verdadeira representatividade em produções prestigiadas. “Não há mais homens gays em Hollywood para interpretar esses papéis agora?”, ironizou uma internauta”. “Por que estão escolhendo todos esses atores heterossexuais para interpretar homens gays?”, disse outra. “Joaquin é um ator incrível. Mas o último ator gay a ganhar um Oscar foi John Gielgud em 1981. Então, se mais um homem heterossexual ganhar um Oscar por interpretar um personagem gay, vou ficar um pouco irritado”, apontou outro comentário Até o momento, nem Phoenix ou Haynes se pronunciaram sobre as críticas. Recentemente, o diretor compareceu ao Festival de Cannes para a premiere de seu novo longa “May December”, que concorre à Palma de Ouro. Exibido no evento no último sábado (20/5), o filme foi aclamado pela crítica especializada. No gay men left in Hollywood to do these roles now? — sk (@generalmyth) May 21, 2023 Why are they choosing all these straight actors to play gay men?this is like the 4th gay romance movie filmupdates posted with no actual gay men. — riley (@Ripleyriley26) May 21, 2023 Joaquin is an incredible actor. But the last gay actor to win an Oscar was John Gielgud in 1981. So if one more heterosexual man wins an Oscar for playing a gay character, I'm going to be a little pissed off. — Drew (@drewlpool) May 21, 2023

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  • Filme

    Rooney Mara diz que quase largou carreira após “A Hora do Pesadelo”

    9 de janeiro de 2023 /

    A atriz Rooney Mara (“O Beco do Pesadelo”) quase desistiu da carreira de atriz após estrelar “A Hora do Pesadelo” (2010), remake de um clássico do terror da década de 1980. A revelação foi feita durante participação no podcast “LaunchLeft”, mas Mara não entrou em detalhes a respeito do que aconteceu no set do filme, dizendo apenas que “não foi uma boa experiência”. “Tenho que ter cuidado com o que digo e como falo sobre isso”, explicou. “Não foi a melhor experiência fazer o filme e meio que cheguei a esse lugar, onde ainda estou, em que eu não queria atuar a menos que fosse fazendo coisas que sentisse que deveria fazer. Então, depois de fazer aquele filme, eu meio que decidi: ‘Ok, não vou mais atuar, a menos que seja algo que faça me sentir bem'”. Ela diz que teve sorte de em seguida trabalhar com o diretor David Fincher no filme “A Rede Social” (2010), fazendo uma participação pequena, porém marcante, no início do filme. A parceria com o diretor acabou se repetindo em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), em que viveu a protagonista e recebeu uma indicação ao Oscar. A atriz contou que David Fincher “teve que lutar muito para que eu conseguisse o papel, porque o estúdio não me queria para isso”. Ela também reconheceu que o papel de Lisbeth Salander “foi um ponto de virada real e definitivo na minha vida e na minha carreira”. “Trabalhei nisso por um ano direto”, lembrou ela. “David realmente me colocou sob sua proteção. Ele se tornou meu mentor de várias maneiras. Ele tomou muito cuidado para garantir que eu soubesse que tinha voz e que minha opinião significava alguma coisa. Ele estava constantemente me capacitando, o que eu acho que realmente afetou o resto das minhas escolhas depois disso”. Rooney Mara estrelou recentemente o drama “Entre Mulheres”, dirigido por Sarah Polley, que está sendo muito elogiado e pode lhe render sua terceira indicação ao Oscar. O filme chega aos cinemas brasileiros em 2 de março. Veja abaixo o trailer de “A Hora do Pesadelo”.

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  • Filme

    Rooney Mara e Claire Foy lideram rebelião feminina no trailer de “Entre Mulheres”

    22 de novembro de 2022 /

    A Universal Pictures divulgou o trailer legendado de “Entre Mulheres” (Women Talking), novo drama da atriz e cineasta Sarah Polley (“Longe Dela”) com um grande elenco feminino. Baseado no best-seller homônimo de Miriam Toews, o filme se passa em 2010 numa comunidade religiosa isolada, quando as mulheres submissas resolvem conversar sobre os abusos, inclusive sexuais, que sofrem dos maridos e de outros homens, após serem impedidas de protestar devido à sua fé. Isto as leva a questionar tudo e a considerar uma rebelião. A decisão é entre lutar contra os abusos ou abandonar o único mundo que já conheceram – abrindo mão também, conforme suas crenças, da chance de ir para o Céu. O elenco é encabeçado por Rooney Mara e Claire Foy, que curiosamente já viveram versões diferentes da mesma personagem no cinema, respectivamente em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), além de Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Judith Ivey (“Hospital New Amsterdam”), Ben Whishaw (“007: Sem Tempo para Morrer”) e Frances McDormand (“Nomadland”). Exibido nos festivais de Telludide, Toronto e Nova York, “Entre Mulheres” atingiu 88% de aprovação da crítica, na média calculada pelo Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 2 de dezembro nos EUA, mas o filme só vai chegar três meses depois – em 2 de março – no Brasil.

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