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    Robert Redford e Jane Fonda voltam a se apaixonar após 50 anos em teaser de novo filme

    10 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou fotos e o primeira teaser de “Our Souls at Night”, filme que volta a juntar Robert Redford e Jane Fonda quase 40 após seu último romance nas telas. E o clima realmente é romântico. O responsável pelo reencontro é o diretor indiano Ritesh Batra, do fenômeno “The Lunchbox”, uma das maiores bilheterias mundiais de 2013. “Our Souls at Night” é baseado no romance homônimo de Kent Haruf (“Histórias Divididas”), publicado postumamente em 2015, e tem roteiro da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”). A trama começa com uma visita inesperada de Addie Moore (Jane Fonda) a seu vizinho, Louis Waters (Robert Redford). Os dois são viúvos há muitos anos, mas nunca tiveram muito contato, apesar de viverem em um pequeno povoado. Pois a situação começa a mudar a partir da iniciativa da viúva, que faz ao vizinho uma proposta indecente. Redford e Fonda trabalharam juntos em três filmes, “Caçada Humana” (1966), “Descalços no Parque” (1967) e “O Cavaleiro Elétrico” (1979), mas embora seus personagens tivessem relacionamentos em todos, eles só tiveram vida de casados no segundo. “Our Souls at Night” estreará, portanto, cinco décadas após a primeira lua de mel cinematográfica do casal.

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  • Filme

    Katie Holmes vai estrelar adaptação do best-seller de auto-ajuda O Segredo

    9 de agosto de 2017 /

    A atriz Katie Holmes vai estrelar a adaptação do fenômeno da auto-ajuda “O Segredo”, escrito por Rhonda Byrne. E o projeto que transforma frases de auto-ajuda em cinema será uma comédia romântica. Dirigido pelo especialista em comédias românticas Andy Tennant (“Para Sempre Cinderela”, “Hitch”, “Doce Lar”), o filme seguirá a personagem de Holmes, uma jovem viúva com três filhos, que contrata um trabalhador para consertar sua casa durante uma terrível tempestade. À medida que o trabalhador se aproxima da família, ele compartilha sua filosofia de acreditar no poder do universo para entregar o que queremos, mas a viúva logo percebe que ele carrega uma conexão secreta com seu passado. O próprio Tennant assina a adaptação, em parceria com os roteiristas Rick Parks (“Para Sempre Cinderela”) e Bekah Brunstetter (das séries “Switch at Birth” e “This Is Us”). “Nossos cineastas criaram uma história de amor familiar convincente que incorpora os princípios de ‘O Segredo'”, disse o produtor Robert Cort em comunicado. “Pretendemos fazer um filme tão engraçado, emocional e cativante como sua mensagem é esperançosa”. O livro de Byrne, publicado em 2006, vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo, foi traduzido para 50 idiomas diferentes e permaneceu na lista de best-sellers do New York Times por 190 semanas. O livro e os filmes que exploram a mensagem de Byrne sugerem que a força dos pensamentos e as visualizações dos desejos podem fazer com que as coisas aconteçam.

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  • Filme

    Estúdio quer produzir continuações de Crepúsculo e Jogos Vorazes

    9 de agosto de 2017 /

    Com dificuldades para emplacar um novo sucesso, o estúdio Lionsgate está interessado em produzir continuações para as franquias “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, ambas sucesso em bilheteria. De acordo com o site da revista Variety, o CEO da empresa, Jon Feltheimer, afirmou a acionistas de Wall Street na terça-feira (8/8) que só dependeria do interesse das escritoras Stephenie Meyer, responsável pela saga vampiresca, e Suzanne Collins, autora da ficção científica. “Há muito mais histórias para serem contadas e estamos prontos para realizá-las quando nossos criadores estiverem prontos para contá-las”, afirmou ele. Lançado em 2008, o filme “Crepúsculo” projetou Kristen Stewart e Robert Pattinson e rendeu mais quatro filmes – um deles com cenas filmadas no Brasil – , inaugurando uma febre de adaptações de romances sobrenaturais juvenis. Entretanto, a tendência foi logo substituída por outra mania: sci-fis distópicas, após o lançamento de “Jogos Vorazes”. A mais recente aposta em romance sobrenatural para adolescentes, “Fallen”, foi um fracasso mundial e nem sequer teve lançamento nos Estados Unidos. “Jogos Vorazes” chegou aos cinemas em 2012 e rendeu mais três filmes, transformando Jennifer Lawrence numa estrela popular. Assim como “Crepúsculo”, também lançou tendência, que igualmente foi superada por outra modinha. A própria Lionsgate pagou caro por tentar repetir o fenômeno com a franquia “Divergente”, que ficou sem final após a decisão do estúdio de repetir as estratégias de seus campeões de bilheteria e dividir o capítulo final em dois filmes diferentes. Com o fracasso da primeira parte de seu desfecho, “Divergente” nem sequer foi concluída. A atual tendência juvenil explorada pelos estúdios de cinema decorre do sucesso de “A Culpa É das Estrelas”: romances mórbidos, em que adolescentes doentes se apaixonam. O tema também está se esgotando, conforma mostra a indiferença com que foi recebido “Tudo e Todas as Coisas”, lançado em junho no Brasil.

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  • Música

    De Canção em Canção exalta obsessão de Terrence Malick pela beleza mundana

    29 de julho de 2017 /

    O azar de Terrence Malick foi a crítica ter adorado “A Árvore da Vida” (2011), em que ele usou talvez pela primeira vez o uso da câmera-chicote, que trabalha a aproximação e a rejeição ao mesmo tempo. É um tipo de efeito muito interessante, mas imagina só ver uma obra inteira feita dessa maneira, e com cortes rápidos, que impedem que quase nunca possamos ver imagens estáticas, a não ser quando a câmera está dentro de um barco, por exemplo – como na cena com Cate Blanchett (“Carol”) em seu novo trabalho, “De Canção em Canção”. O que se pode perceber também na nova obra é o quanto Malick passou de cineasta existencialista e religioso para um homem interessado nas coisas, digamos, mais mundanas. Ele aborda o amor, algo transcendental em qualquer forma que seja apresentado, mas o diretor está muito interessado em filmar rostos bonitos. Se em “A Árvore da Vida” e também em “Amor Pleno” (2012), Jessica Chastain e Olga Kurylenko pareciam figuras angelicais, esse sentimento é deixado de lado no novo filme. Ou ao menos, é diminuído consideravelmente, já que a personagem de Rooney Mara (“Lion”) parece estar vivendo uma crise de consciência tremenda, ao ficar com dois homens ao mesmo tempo, traindo o namorado vivido por Ryan Gosling (“La La Land”) pela personificação do cafajeste conquistador vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Os dois atores, é bom dizer, funcionam muito bem dentro desses papéis. Não é uma má escolha no casting. Mas o excesso de voice over e de tentativa de dar profundidade às suas angústias acaba por tirar-lhes a voz. Por causa disso é que uma cena que deveria ser impactante, envolvendo Natalie Portman (“Jackie”), acaba não tendo força. Seria por culpa da edição, que tirou muito de sua personagem no enredo? Quem sabe. Mas o fato é que assistir a “De Canção em Canção” é quase um desafio. Não é todo mundo que entra na sala de cinema e fica até o final. Muitos espectadores vão embora, coisa que aconteceu com “A Árvore da Vida” também. Assim, é preciso entrar na sala esperando ver um filme de Terrence Malick. O Malick dos anos 2010, mais disposto a contar uma história de maneira fragmentada e estilizada, com uma câmera que não para de rodopiar, quase como num cacoete. O filme também gera frustração na questão da música, que é o pano de fundo da trama e está em evidência no título. Algumas das canções são muito boas, mas quando elas começam a tocar e o filme fica parecendo um belo trailer (como são belos os trailers dos filmes do Malick, hein?), são interrompidas, causando mais irritação. Tudo em prol de manter flutuantes os vai-e-vens da câmera do mexicano Emmanuel Lubeski (tricampeão do Oscar). Aliás, uma das melhores coisas do filme e o que mais segura o espectador é a beleza das imagens que Lubeski capta. Mais até que o interesse pelos roqueiros famosos filmados (Patti Smith, Iggy Pop, Red Hot Chilli Peppers, John Lydon, Florence Welch, Lykke Li, Tegan & Sara, etc). E entre as belas imagens está o elenco. Cate Blanchett aparece pouco, mas poucas vezes foi fotografada de forma tão deslumbrante como em “De Canção em Canção”. É até perdoável que Malick tenha se deixado inebriar pela beleza de suas atrizes, entre elas a francesa Bérénice Marlohe (“007 – Operação Skyfall”). Fazer cinema é muitas vezes registrar a beleza dos corpos jovens da melhor maneira possível, a fim de eternizá-los. Em alguns momentos, Malick quase se deixa levar pelo lado mais sensual, com personagens, principalmente as femininas, tocando ou tendo tocado o seu sexo com volúpia. E, nisso, vale destacar também uma cena de amor entre duas mulheres, o que só aumenta o sentimento de fascínio do diretor pela beleza sensual, ainda que seja uma beleza sempre branca, emoldura por filtros e por uma arquitetura luxuosa e envolta pelas coisas que o dinheiro pode comprar.

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  • Filme

    Diretor de Moonlight vai adaptar romance de James Baldwin

    11 de julho de 2017 /

    Barry Jenkins, o diretor de “Moonlight”, filme vencedor do Oscar 2017, definiu o seu próximo projeto. Segundo o site da revista Variety, ele vai adaptar um romance de James Baldwin. O cineasta vai dirigir e escrever a adaptação de “If Beale Street Could Talk”, publicado em 1974, que segue um casal de noives no Harlem, em Nova York. Quando ele é acusado falsamente de estupro por um policial racista, ela, grávida, vai atrás de provas para inocentar o futuro marido. Baldwin foi um dos maiores nomes da literatura afro-americana. Por coincidência, um documentário sobre o autor, “Eu Não Sou Seu Negro”, foi um dos indicados ao Oscar deste ano. Ainda não há cronograma de produção nem previsão para a estreia de “If Beale Street Could Talk” nos cinemas.

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  • Etc

    Um Instante de Amor destaca grande interpretação de Marion Cotillard

    1 de julho de 2017 /

    Distúrbios mentais podem trazer comportamentos extremados, contrastantes e mesmo opostos na mesma pessoa, como, de um lado, a exacerbação do desejo, de outro, o isolamento, a depressão, ou o binômio agressividade e apatia. E, ainda, serem recheados de sentimentos persecutórios e a presença de delírios ou alucinações. Personagens assim costumam ser muito explorados pelos roteiros cinematográficos em filmes de mistério, suspense, fantasia ou terror, mas é menos frequente encontrá-los nas histórias de amor. A personagem Gabrielle, magnificamente interpretada por Marion Cotillard (“Aliados”) em “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia (“Place Vendôme”), é uma figura assim, cheia de contrastes e incongruências, com reações que escapam ao seu próprio controle e surpreendem os que com ela convivem. Os pais dela buscam acalmar seu furor por meio de um casamento arranjado, que vai complicar as coisas, envolvendo um contrato, digamos, alternativo, que colocará em jogo a vida sexual, a questão da gravidez e até mesmo a do aborto. O marido, o pedreiro José, em muito bom desempenho de Alex Brendemühl (“O Médico Alemão”), entra no jogo, mas mesmo assim sofre consequências inesperadas e doloridas para sua vida. O destino de Gabrielle acaba sendo um sanatório, que se baseava na cura ou no alívio proporcionado por águas termais. A razão desse rumo seriam dores renais, um mal de pedras do título original do romance de Milena Agus, “Mal de Pierres”, que inspirou “Um Instante de Amor”. Algo como o deslocamento do problema mental para um elemento físico do corpo, este mais possível de admissão e tratamento do que a “loucura”. Mas lá Gabrielle conhece um militar, o tenente André, papel de Louis Garrel (“Saint Laurent”), doente em estado terminal. E dessa relação algo importante surgirá. O que é objetivo ou subjetivo nessa história acabará sendo a grande questão do filme, uma vez que esses limites estão borrados pelas características da personagem de Gabrielle e de suas circunstâncias. Uma história de amor inusitada resulta dessa trama e acaba por surpreender o espectador, oferecendo à grande atriz Marion Cotillard uma oportunidade para explorar uma personagem complexa e intrigante. De Louis Garrel, ao contrário, se exige o minimalismo interpretativo de alguém que já perdeu suas forças, e de Alex Brendemühl, ambiguidade e contenção. Esse trio de protagonistas é um dos pontos altos do filme. A personagem Gabrielle e a atriz que lhe dá vida são a razão de ser e o sustentáculo de “Um Instante de Amor”.

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  • Filme

    The Last Face: Trailer destaca tudo que há de errado no “melodrama com causa” de Sean Penn

    29 de junho de 2017 /

    A Saban Films divulgou um novo trailer de “The Last Face”, que marca a volta de Sean Penn à direção, uma década após “Na Natureza Selvagem” (2007). Mas apesar do elenco grandioso, que inclui a ex-namorada do diretor, Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), o lançamento está sendo protelado há mais de um ano, desde que virou piada no Festival de Cannes do ano passado. A prévia dá uma dica do que deu errado, mostrando, mesmo em dois minutos, uma incômoda repetição de situações com dramaticidade exagerada, sem esconder a banalidade frustrante da trama. “A vida é dura”, simplifica uma fala ilustrativa, diante do desespero de refugiados, apenas para completar: “Você precisa de alguém para compartilhá-la”. A filosofia barata embala um romance meloso entre voluntários do Médico Sem Fronteiras, que namoram em meio às vítimas de uma guerra civil. Romance entre branquinhos bonitos, no meio da miséria africana, é difícil de aturar, ainda mais com uma trilha que joga o melodrama no volume mais alto. O roteiro foi escrito por Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e o elenco internacional de atores brancos ainda inclui o espanhol Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall), o franco-marroquino Jean Reno (“A Sombra do Inimigo”), o inglês Jared Harris (“Poltergeist: O Fenômeno”), a francesa Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”) e até o filho do diretor (o estreante Hopper Penn), enquanto negros coadjuvam ou figuram como “causa”. Penn quis fazer um filme de amor em tempos de cólera e crise humanitária. O filme teria sido inspirado por seu romance com Theron, que se dedica à causa dos refugiados africanos. Mas, em meio à produção, até esse relacionamento pessoal deu errado, virando ex-namoro. A saia-justa continua sem data para chegar aos EUA. Também não há previsão para lançamento no Brasil.

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    Comédia romântica do diretor de O Espetacular Homem-Aranha ganha fotos e trailer

    24 de junho de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer e oito fotos de “The Only Living Boy in New York”, novo filme de Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”). A produção marca um retorno do diretor à suas origens, evocando a história de relacionamento complicado de “(500) Dias com Ela” (2009). O roteiro foi escrito por Allan Loeb (“Rock of Ages: O Filme”) e é centrado em um jovem que descobre que seu pai está tendo um caso. O filho tenta impedir que isso aconteça, mas no processo acaba se envolvendo com a mesma mulher. O bom elenco destaca Callum Turner (“Assassin’s Creed”) como o protagonista, Pierce Brosnan (“November Man: Um Espião Nunca Morre”) como seu pai e Kate Beckinsale (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”) como a amante, além de Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”), Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Cynthia Nixon (“Além das Palavras”) e Debi Mazar (série “Younger”). A estreia está marcada para 11 de agosto nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Reese Witherspoon fica com homem mais jovem no trailer da comédia De Volta para Casa

    24 de junho de 2017 /

    A Open Road divulgou o trailer e seis fotos da comédia romântica “De Volta para Casa” (Home Again), estrelada por Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”). Na trama, ela interpreta uma mãe divorciada de duas meninas, que resolve comemorar seu aniversário de 40 anos ficando com um rapaz (Pico Alexander, de “O Ano Mais Violento”) com idade para ser seu filho. Para complicar, sua mãe chega de surpresa e convida o jovem e mais dois amigos para morar com elas. E é claro que o ex-marido também reaparece morrendo de ciúmes. O elenco inclui Candice Bergen (“O Casamento do Meu Ex”), Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Jon Rudnitsky (humorístico “Saturday Night Live”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Lake Bell (“Simplesmente Complicado”) e as meninas Lola Flanery (série “The Mist”) e Eden Grace Redfield (“A Fortaleza de Vidro”). O filme é escrito e dirigido por Hallie Meyers-Shyer em sua estreia em ambas as funções. Ela é filha da cineasta Nancy Meyer (“O Senhor Estagiário” e “Simplesmente Complicado”), que assina a produção. A estreia está marcada para 28 de setembro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Depois Daquela Montanha: Trailer legendado mostra Kate Winslet e Idris Elba perdidos na neve

    31 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer de “Depois Daquela Montanha” (The Mountain Between Us), que traz Kate Winslet (“O Leitor”) e Idris Elba (“Beasts of No Nation”) perdidos no meio da neve. A prévia deixa de fora qualquer elemento romântico, tornando a trama pouco parecida com “Seis Dias, Sete Noites” (1998), de premissa similar, concentrando-se no aspecto da luta pela sobrevivência. Baseado no livro homônimo de Charles Martin, traduzido no Brasil como “A Montanha Entre Nós”, a trama acompanha um cirurgião viúvo e uma jornalista que se conhecem na área de embarque de um aeroporto e, quando seu voo é cancelado por conta do mau tempo, decidem alugar um avião particular para seguir viagem, mas um acidente deixa os dois sozinhos e feridos em um local ermo e congelante. A partir daí, eles precisam unir forças para evitar a morte e se salvar. A direção é do israelense Hany Abu-Assad (do indicado ao Oscar “Paradise Now”) e o roteiro foi escrito por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adaline”) e finalizado por Chris Weitz (“Cinderela”). A estreia está marcada para 26 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Kate Winslet e Idris Elba vão parar no meio da neve em fotos de aventura de sobrevivência romântica

    30 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou as primeiras fotos de “Depois Daquela Montanha” (The Mountain Between Us), que trazem Kate Winslet (“O Leitor”) e Idris Elba (“Beasts of No Nation”) no meio da neve. Baseado no livro homônimo de Charles Martin, traduzido no Brasil como “A Montanha Entre Nós”, a aventura de sobrevivência envolve um cirurgião viúvo e uma jornalista que se conhecem na área de embarque de um aeroporto e, quando seu voo é cancelado por conta do mau tempo, decidem alugar um avião particular para seguir viagem, mas um acidente deixa os dois sozinhos e feridos em um local ermo e congelante. A partir daí, eles precisam unir forças para evitar a morte e se salvar. O projeto original chegou a cotar os atores Charlie Hunnam (“Círculo de Fogo”) e Margot Robbie (“O Lobo de Wall Street”) nos papeis principais. O elenco envelheceu e se tornou mais diverso. E o roteiro foi refeito. Originalmente escrito por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adaline”), ganhou nova versão de Chris Weitz (“Cinderela”). A direção é do israelense Hany Abu-Assad (do indicado ao Oscar “Paradise Now”) e a estreia está marcada para 26 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Jessica Chastain vai viver Ingrid Bergman em cinebiografia romântica

    21 de maio de 2017 /

    Jessica Chastain (“A Colina Escartale”) vai dar vida a uma das maiores atrizes da história do cinema, a sueca Ingrid Bergman, em “Seducing Ingrid Bergman”. Segundo o site Deadline, além de estrelar, ela também vai produzir a cinebiografia. O projeto está circulando Hollywood desde 2014, quando o roteiro de Arash Amel apareceu na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados daquele ano. A trama é uma adaptação do livro homônimo de Chris Greenhalgh, e se foca no tórrido romance entre Bergman e o celebrado fotógrafo de guerra Robert Capa. O relacionamento só se tornou público quando a atriz publicou sua autobiografia, em 1981, mas foi intenso. O casal se conheceu em Paris no final da 2ª Guerra Mundial. Na época, Bergman estava casada com seu primeiro marido, o neurocirurgião sueco Petter Lindström, e Capa foi seu amante. Mesmo enfrentando problemas com apostas e alcoolismo, o fotógrafo ajudou a atriz a se libertar de um casamento sem amor e dos estúdios controladores de Hollywood. O romance não durou muito, mas poucos anos depois a atriz teve sua imagem de estrela hollywoodiana abalada por outro relacionamento escandaloso, ao se envolver com o cineasta Roberto Rossellini (“Roma, Cidade Aberta”), que na época também era casado. Ela finalmente se divorciou de Lindström para casar com Rossellini em 1949. Capa morreu logo depois, cobrindo a guerra da Indochina em 1954. De acordo com Uday Chopra, chefe executivo da produtora parceira do projeto, a YRF Entertainment, Chastain “é a atriz perfeita para estrelar o filme. Jessica não é estranha a retratos de mulheres fortes e independentes, e esse papel merece uma atriz de imensurável talento. Também sentimos que ela dará uma perspectiva única como produtora”. Mas por mais que o projeto pareça excitante, vale lembrar o resultado de outra cinebiografia de estrela de Hollywood que teve roteiro de Arash Amel. “Grace: A Princesa de Mônaco” foi considerado tão ruim que acabou nem chegando aos cinemas americanos. Ainda não há previsão de estreia nem diretor definido para “Seducing Ingrid Bergman”, mas o filme chegou a encabeçar uma lista de interesses de James Mangold (“Logan”).

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    Trailer de Tudo e Todas as Coisas explora novo romance juvenil de doença

    3 de maio de 2017 /

    A Warner divulgou dois pôsteres e um novo trailer de “Tudo e Todas as Coisas” (Everything, Everything), que segue a linha mórbida dos romances juvenis de doença, que viram moda em Hollywood. Assim como “A Culpa É das Estrelas” (2015), o sucesso responsável por reintroduzir a tendência de “Love Story” (1970), trata-se de uma adaptação de best-seller – desta vez, de Nicola Yoon. O filme gira em torno de Maddy (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma jovem de 18 anos que sofre de uma doença rara que a impede de sair de casa. Ela é basicamente alérgica a tudo e precisa viver em um ambiente cuidadosamente hermético e limpo. Mas aí, como é óbvio, conhece o vizinho Olly (Nick Robinson, de “Jurassic World”), se apaixona e começa a questionar sua vida, desejando conhecer o mundo e viver o primeiro amor. A trama é basicamente uma atualização de “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), outro romance juvenil de doença e ambiente hermético, da época em que John Travolta era adolescente. E comprova a tese de que é possível contar várias vezes a mesma história, com algumas alterações, após alguns anos, e ela parecer totalmente inédita para as novas gerações. Por sinal, o fracassado “O Espaço Entre Nós”, lançado aqui no final de março, também contava história parecida, com o detalhe de o ambiente hermético do protagonista ser uma base espacial. A adaptação de “Tudo e Todas as Coisas” foi escrita por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adeline”), a direção é de Stella Meghie (“Jean of the Joneses”) e a estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.

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