Teaser de telefilme fantasia romance de Meghan Markle e o príncipe Harry
O canal pago americano Lifetime divulgou o primeiro teaser de “Harry & Meghan: A Royal Romance”, telefilme que fantasia o romance da atriz Meghan Markle (da série “Suits”) e o príncipe Harry. Brega de doer, da trilha melosa ao visual de entardecer de clipe de música country, a produção convida o público a assistir a história verdadeira de amor, antes do casamento real. O elenco traz a atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) como Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) vive Harry. O telefilme vai mostrar como surgiu o romance, que gera atenção da mídia desde 2016, entre o príncipe britânico e a atriz plebeia, americana, divorciada e negra – tudo o que seria rejeitado pela monarquia no passado, o que dá à história um apelo de fábula de princesa. A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes daquele casamento real. Já o novo filme, com direção a cargo de Menhaj Huda (da série “The Royals”), tem exibição marcada para 13 de maio nos Estados Unidos, seis dias antes do “sim” do novo casal da realeza britânica, marcado para 19 de maio.
Remake de Roswell terá astros de Pretty Little Liars, The Originals e The Vampires Diaries
O piloto da série “Roswell” já é um sucesso na internet por conta do elenco contratado. O anúncio mais recente de casting contempla três galãs de séries adolescentes, que movimentam fã-clubes dedicados. São eles: Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”), Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) e Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”). Eles se juntam a Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”), primeiro nome anunciado, além de Lily Cowles (“BrainDead”), Michael Vlamis (visto em “New Girl”) e Heather Hemmens (“Hellcats”). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Segundo a sinopse oficial, a trama vai acompanhar Liz Ortecho (Mason), uma pesquisadora biomédica e filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo apontam para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). Todos tiveram carreiras de sucesso. Nathan Parsons foi escalado no papel de Max, o protagonista masculino. Os outros dois alienígenas serão vividos por Lily Cowles e Michael Vlamis. Michael Trevino ficou com o papel originalmente vivido por Nick Wechsler, como o filho do xerife local. Heather Hemmens será a melhor amiga de Liz, papel de Majandra Delfino em 1999. E Tyler Blackburn viverá uma variação gay do personagem de Colin Hanks, um militar que precisa manter sua preferência sexual em segredo. A trama vai se diferenciar bastante da série e dos livros em que se baseia por acompanhar jovens adultos e não adolescentes em idade escolar. O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a WB (Warner). Pois “Roswell” era originalmente exibido no canal da Warner. Outra curiosidade sobre o piloto é que ele marcará a estreia na direção de Julie Plec, produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie, caso o piloto seja aprovado.
Lewis Gilbert (1920 – 2018)
Morreu o diretor Lewis Gilbert, lendário cineasta britânico, responsável por mais de 40 filmes, entre eles três longas de James Bond e três dos melhores dramas já feitos no cinema mundial. Ele tinha 97 anos. Nascido em Londres em 1920, Gilbert começou a carreira como ator infantil em “Dick Turpin” (1934) e chegou a ter um papel não creditado ao lado de Laurence Olivier em “O Divórcio de Lady X” (1938). Mas, ao final da adolescência, decidiu mudar seu foco para a direção, conseguindo trabalho na equipe do clássico “A Estalagem Maldita” (1939), de Alfred Hitchcock. Ele desenvolveu sua aptidão pelo registro cinematográfico em plena 2ª Guerra Mundial, durante a qual trabalhou para a unidade de filmes da Royal Air Force, realizando documentários. Esta experiência lhe abriu as portas da indústria do cinema britânico, lançando sua carreira de diretor com uma série de filmes noir nos anos 1950. Mas após dirigir clássicos do gênero, como “Os Bons Morrem Cedo” (1954) e “A Sombra do Pecado” (1955), demonstrou vocação para cenas de ação vertiginosas, ao levar para as telas a guerra que presenciou de verdade. O diretor virou um expert em filmes de combate. Ele dominou o gênero por meio de clássicos como “O Céu ao Seu Alcance” (1956), “Amanhã Sorrirei Outra Vez” (1958) e o incomparável “Afundem o Bismarck” (1960). Este filme se tornou um dos maiores sucessos do cinema britânico da época e o levou a outro blockbuster marítimo, “Revolta em Alto Mar” (1962). Ao atingir seu auge no cinema de ação, resolveu diversificar com o romance “Fruto de Verão” (1961). Mas a grande virada veio com um dos maiores clássicos do cinema britânico, “Alfie” (1966), que ganhou no Brasil o título de “Como Conquistar as Mulheres”. Revolucionário para a época, o filme em preto e branco trazia o jovem Michael Caine como um gigolô cínico que, no processo de explorar mulheres ricas, acabava se compadecendo de uma jovem pobre que decide abortar. Esta história forte era narrada com sensibilidade e humor, além de trazer elementos marcantes, como o visual e a vibração da era mod da Swinging London, ao mesmo tempo que se filiava ao “kitchen sink realism”, um movimento do cinema britânico que focava os dramas da classe baixa do país. Entretanto, também se diferenciava de tudo o que existia no cinema da época por incluir um artifício até então inusitado, em que o protagonista abandonava a trama por alguns minutos para se dirigir ao público com comentários mordazes sobre seu comportamento ou o que acontecia na história. No jargão teatral, isso se chama “quebrar a quarta parede”, com o detalhe de que, o que hoje parece normal num filme de Deadpool, era uma grande novidade em 1966. “Alfie” venceu o Prêmio Especial do Júri em Cannes e recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. A repercussão do longa fez Gilbert ser procurado pelos produtores Harry Saltzman e Albert R. Broccoli para dirigir o quinto filme de James Bond, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), em que Sean Connery enfrentou o grande vilão da franquia, Ernst Stavro Blofeld (vivido por Donald Pleasence). Ele filmaria mais dois títulos do agente secreto, retornando em “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), o melhor dos longas estrelados por Roger Moore, e sua continuação imediata, “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), passado no espaço. No intervalo desses filmes, ainda filmou o sucesso de guerra “Alvorada Sangrenta” (1975). Sua carreira entrou em nova fase nos anos 1980, quando se concentrou em produções “menores”, pelo menos em termos de orçamento. O impacto, porém, foi dos maiores. Ao voltar a se reunir com Michael Caine em “O Despertar de Rita” (1983), criou um dos marcos do chamado “novo cinema britânico”, mesmo sendo um diretor da “velha guarda”. “O Despertar de Rita” girava em torno da dona de casa do título, vivida por Julie Walters, que decidia completar sua educação antes de ter filhos. Mas conforme aprendia e tinha contato com cultura, mais se distanciava do marido, até se separar. Caine viveu seu professor e os dois atores foram indicados ao Oscar – venceram o Globo de Ouro. O filme, por sua vez, conquistou o BAFTA, o prêmio da Academia britânica. O cineasta voltou a abordar uma mulher em crise de meia idade em outro filme marcante, “Shirley Valentine” (1989). Vendo a vida estagnada, a protagonista interpretada por Pauline Collins tinha uma mudança de perspectiva ao viajar com amigos para a Grécia e, no processo, resolve acordar para o que deseja de verdade. O longa rendeu indicação ao Oscar para Collins – que venceu o BAFTA – e nova história de lição de vida eternizada pelo cinema. Gilbert ainda fez três filmes antes de encerrar a carreira: o musical “O Despertar do Sucesso” (1991), estrelado por Liza Minnelli, o terror “Ilusões Perigosas” (1995), com Aidan Quinn e Kate Beckinsale, e a comédia dramática “Antes de Você nos Deixar” (2002). A evocação de sua carreira ajuda a lembrar que, embora Hollywood sugira o contrário, são na verdade raras as vezes em que o cinema produz filmes relevantes de fato, que exprimem as mudanças de suas épocas com precisão, servindo de guia e exemplo. Lewis Gilbert fez esta raridade acontecer três vezes em sua vida, abordando personagens contemporâneos da classe baixa e não os aristocratas de antigamente, que predominam até hoje no cinema britânico. Ao educar Rita, Alfie e Shirley Valentine, ele presenteou o público com personagens engraçados, dramáticos e reais, que poucas vezes se materializaram de forma tão envolvente nas telas. E isto não aconteceu por mero acaso. Lewis Gilbert foi um dos grandes mestres do cinema.
Saoirse Ronan mostra nova atuação arrebatadora em trailer da adaptação do best-seller Na Praia
A distribuidora Bleecker Street divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer do drama de época britânico “On Chesil Beach”, novo filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”). A prévia tem fotografia belíssima e sugere mais um desempenho arrebatador da atriz, que apesar de ter apenas 23 anos já foi indicada três vezes ao Oscar, inclusive em 2018. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, a produção marca a segunda vez que Saoirse filma um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. “On Chesil Beach” se passa em 1962 e acompanha Florence, uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward, um jovem estudante de História. O livro aborda temas como medo e mostra como os equívocos podem moldar o resto das nossas vidas. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Billy Howle (“Dunkirk”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto com críticas positivas, e a estreia comercial está marcada para 15 de julho no Reino Unido. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Atriz de Grey’s Anatomy vai estrelar piloto do remake da série Roswell
A atriz Jeanine Mason, intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”, vai estrelar o piloto do remake da série sci-fi “Roswell”, em desenvolvimento na rede CW. A ideia é atualizar o romance alienígena juvenil da produção de 1999 com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Segundo a sinopse oficial, a trama vai acompanhar Liz Ortecho (Mason), uma pesquisadora biomédica e filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo apontam para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). Todos tiveram carreiras de sucesso. O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a WB (Warner). Pois “Roswell” era originalmente exibido no canal da Warner. Outra curiosidade sobre o piloto é que ele marcará a estreia na direção de Julie Plec, produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie, caso o piloto seja aprovado. Relembre abaixo as aberturas das três temporadas da série original, numa montagem ao som da música-tema, o hit “Here with Me”, de Dido.
Estreias: Cinemas privilegiam freguês do Framboesa de Ouro em semana com indicados ao Oscar 2018
A programação cinematográfica da semana destaca dois indicados ao Oscar 2018 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, mas não é isso que o circuito privilegia, e sim uma franquia campeã do Framboesa de Ouro, a premiação americana paralela que ridiculariza os piores do cinema. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de todas as estreias desta quinta (8/2). “Cinquenta Tons de Liberdade” monopoliza o circuito com lançamento em quase 1,5 mil salas, com a façanha de ser o pior exemplar da trilogia. A estreia também acontece neste fim de semana nos Estados Unidos e, lá, a crítica cravou 7% de (des)aprovação, segundo a média do site Rotten Tomatoes. Podre de ruim. Com Dakota Johnson e Jamie Dorman de volta aos papéis do casal com nomes de perfume, Anastasia e Christian Grey, a trama desta vez tem vestido branco de noiva, casamento, gravidez e uma subtrama de novela da Globo, com vilão psicopata e reviravoltas que não estragam o final feliz. Nem parece que tudo começou como literatura erótica. A falta de excitação do final talvez agrade quem tenha fetiche por vida doméstica. E quem ainda gosta de ouvir cantor de boy band em trilha de filme “adulto”. Para aqueles sem idade para casar, a opção dos shoppings é “Meu Amigo Vampiro”, versão animada dos livros infantis de Angela Sommer-Bodenburg, que já foram adaptados numa série da TV alemã nos anos 1980 e no filme hollywoodiano “O Pequeno Vampiro”, no ano 2000. A animação computadorizada alemã se esforça, mas sofre na comparação com equivalentes americanos pelo enorme atraso tecnológico e trama simplista. Sofrimento mesmo é o que promete “O Que Te Faz Mais Forte”, filme que mistura patriotismo e superação, ingredientes que costumam levar ao Oscar. Mas embora tenha entusiasmado críticos americanos – tem 92% de provação no Rotten Tomatoes – , não contagiou as premiações do final do ano, mesmo com première no Festival de Toronto. Talvez pelo descaramento de seu objetivo de manipulação emocional. A trama é baseada na história real de Jeff Bauman, vítima do atentado terrorista na maratona de Boston em 2013, que perdeu as pernas e precisou reencontrar forças para continuar vivendo, e no processo se tornou símbolo do espírito de uma nação. Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) faz as bandeiras tremularem no papel principal. A oferta de filmes melhora consideravelmente conforme diminuem as salas disponíveis. Cada vez mais exclusivista, o circuito limitado oferece três maravilhas cinematográficas para poucos. Melhor Roteiro no
Atriz de Midnight, Texas será Meghan Markle em telefilme sobre romance com o príncipe Harry
O canal pago americano Lifetime definiu os atores que estrelarão o telefilme “Harry & Meghan: A Royal Romance” (Harry e Meghan: um romance real, em tradução literal). A atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) dará vida Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) será o príncipe Harry. O telefilme vai narrar a história de amor que desde 2016 gera intensa atenção da mídia global, entre o príncipe britânico e sua noiva plebeia, americana, divorciada, atriz e negra. A direção está a cargo de Menhaj Huda (série “The Royals”) A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. Ainda não existe uma data de estréia, mas “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes do casamento real. O casamento de Harry e Meghan Markle está marcado para 19 de maio.
Submersão: Trailer legendado mostra romance trágico de Alicia Vikander e James McAvoy
A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Submersão” (Submergence), novo filme do alemão Wim Wenders (“Paris, Texas”). A produção é um melodrama romântico, em que a sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) e o inglês James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) se apaixonam e são separados por seus trabalhos arriscados, que flertam com tragédias. Na trama, enquanto não estão namorando, o casal central aparece arriscando a vida em missões perigosas. Ele viaja à Somália para libertar prisioneiros de jihadistas, enquanto ela explora as profundezas do oceano num mini-submersível. Diante de situações de morte iminente, resta aos dois as lembranças de um encontro na véspera de Natal ocorrido em uma praia. O filme tem roteiro de Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e é baseado no romance homônimo escrito por J.M Ledgard. A estreia está marcada para 12 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Além do trailer brasileiro, também foram divulgados pôsteres internacionais da produção. Confira abaixo
Comédia escrita, dirigida e estrelada por Heather Graham ganha trailer para maiores
A Momentum Pictures divulgou o pôster e o trailer para maiores da comédia indie “Half Magic”, que marca a estreia da atriz Heather Graham (“Se Beber, Não Case”) na direção. Ela também assina o roteiro e co-estrela o filme, sobre três mulheres com problemas de relacionamentos, que decidem parar de se sujeitar ao machismo, sexo ruim e homens que não sabem valorizá-las. E fazem isso sem papas na língua, o que justifica a tarja vermelha do vídeo. O que a prévia não revela é o que Heather Graham faz para parecer congelada no tempo, com praticamente a mesma aparência de 20 anos atrás, quando o sexo não parecia ser um problema para a Rollergirl de “Boogie Nights: Prazer Sem Limites” (1997). O elenco de “Half Magic” se completa com diversos atores de séries: Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Angela Kinsey (“The Office”), Molly Shannon (“Divorce”), Luke Arnold (“Black Sails”), Thomas Lennon (“The Odd Couple”), Jason Lewis (“Midnight, Texas”) e Chris D’Elia (“Undateable”). A comédia estreia em 23 de fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil. ,
Adam Devine viaja no tempo para conquistar Alexandra Daddario em trailer legendado de comédia
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da comédia “Quando Nos Conhecemos” (When We First Met), estrelada por Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) e Alexandra Daddario (“Baywatch”). A prévia mostra como os dois se conhecem e ele se apaixona, apenas para terminar a noite como melhor amigo dela. Três anos depois, ela se casa com outra pessoa e ele resolve revisitar a cabine de fotos em que soube que tinha encontrado a garota da sua vida. A história chega em sua reviravolta quando o protagonista reaparece magicamente na noite em que se apaixonou, e desta vez resolve fazer tudo diferente. Só que o resultado é pior. Crente que a cabine é na verdade uma máquina do tempo, ele insiste em reprisar o mesmo momento sem parar até fazer tudo direito. Sim, é mais uma produção inspirada no clássico de looping temporal “Feitiço do Tempo” (1993), com um viés da comédia romântica brasileira “O Homem do Futuro” (2011). O roteiro é de John Whittington (“Lego Batman: O Filme”), a direção de Ari Sandel (“DUFF: Você Conhece, Tem ou É”) e o elenco ainda destaca Shelley Hennig (série “Teen Wolf”), Andrew Bachelor (série “Black Jesus”), Noureen DeWulf (série “Anger Management”) e Robbie Amell (série “The Flash”). A estreia acontece em 9 de fevereiro no serviço de streaming.
Liam Payne e Rita Ora lançam clipe de música de Cinquenta Tons de Liberdade
A Universal revelou o primeiro clipe da trilha sonora de “Cinquenta Tons de Liberdade”. Liam Payne e Rita Ora cantam o dueto de “For You”, que confirma a tendência de eliminação gradativa da sexualidade no marketing da franquia. Não há uma cena sensual sequer em todo o clipe, que mostra o casal, na maior parte do tempo, em locações separadas. Para quem não lembra, “Cinquenta Tons de Liberdade” é o final de uma trilogia supostamente erótica, iniciada por “Cinquenta Tons de Cinza” em 2015. Na época do primeiro filme, a publicidade e os clipes investiam em climas sensuais, a ponto de um gemidão de Beyoncé identificar o material de marketing. Rita Ora faz parte do elenco da franquia. Ela interpreta Mia Grey, a irmã de Christian (Jamie Dornan) que se casa com Anastasia (Dakota Johnson) no final feliz, marcado para 8 de fevereiro nos cinemas brasileiros.
Chamada de elenco revela que Spielberg vai dirigir remake de Amor, Sublime Amor
As especulações de que um remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story) seria o próximo projeto dirigido por Steven Spielberg deixaram de ser apenas rumores. A diretora de casting Cindy Tolan (de “Straight Outta Compton” e da série “The Marvelous Mrs. Maisel”) compartilhou a chamada para testes de elenco do projeto nas redes sociais, com o nome de Spielberg incluído nas hashtags e no cartaz da produção. Spielberg está listado como diretor do longa, enquanto Tony Kushner aparece como responsável pela adaptação do roteiro. Kushner é um colaborador frequente de Spielberg, tendo trabalhado com o diretor em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que foi preterido por “The Post” e pode ter sido abandonado. “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta”, passada em Nova York no final dos anos 1950, que acrescenta à história de amor proibido elementos de delinquência juvenil e preconceito racial. A obra estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e já foi levada ao cinema em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. O diretor ainda não se pronunciou a respeito do projeto ou deu motivos para querer refilmar o longa, que é considerado uma obra-prima. Ele nunca fez um musical sequer. Mas seu nome vem sendo ligado ao remake desde 2014. PLEASE SHARE.#WestSideStory#StevenSpielberg #TonyKushner pic.twitter.com/5hgxuwxLm2 — cindy tolan (@cindytolan1) January 25, 2018
Me Chame pelo seu Nome é um romance tão arrebatador que até seu sofrimento é bonito
Inspirado no livro homônimo de André Aciman, “Me Chame Pelo Seu Nome” descreve o primeiro amor de Elio (a revelação Timothée Chalamet), um menino de 17 anos aproveitando a juventude na casa dos pais em algum lugar do norte da Itália no ano de 1983. Elio tem uma namoradinha, mas rapidamente se encanta pelo estudante mais velho, Oliver (Armie Hammer), que ficará hospedado em sua casa durante seis semanas, a convite de seu pai. Os dois rapidamente travam uma amizade, que evolui para uma paixão. Afinal, não se vai para uma Itália tão ensolarada somente para devorar livros e estudar. É como se o diretor italiano Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”) utilizasse a arte que pulsa ao redor, assim como as belezas naturais do cenário, como convites para um romance inevitável. É possível sentir o calor da região, o cheiro das plantas, o gosto da comida e os drinks. Os grandes diretores conseguem transmitir isso à plateia. Por exemplo, David Lean colocou o espectador na temperatura infernal do deserto em “Lawrence da Arábia” (1962) e Steven Spielberg fez a sala de cinema se transformar num campo de batalha com cheiro de fogo e morte em “O Resgate do Soldado Ryan” (1998). Luca Guadagnino fisga os sentidos ao aproveitar o ambiente para que os jovens não tenham escapatória e se entreguem um ao outro da mesma forma que o cinéfilo ao filme. Se o sentimento existe, por que alguém decidiria ignorá-lo? Inicialmente, Elio se faz essa pergunta. Não sabe se diz a Oliver o que realmente sente ou se esconde a verdade para evitar um sofrimento desnecessário. É claro que o ato de reprimir sentimentos ou impulsos gera sofrimento, embora as pessoas não estejam habituadas a aceitar isso quando estão na linha tênue entre se jogar ou não numa relação amorosa. O roteiro de James Ivory (cineasta veterano, responsável por “Retorno a Howards End” e “Vestígios do Dia”) provoca perguntas que todo mundo se fez ou fará algum dia: Se Elio jamais tivesse contado a verdade a Oliver, isso o pouparia de futuras dores ou mágoas? Seria o amor uma maldição? Teria sido melhor apenas manter a amizade? Ou será que ninguém precisa temer um momento especial mesmo sabendo que existe começo e fim para tudo? Mas Elio escolhe arriscar – senão, não teríamos filme. E ao fazer isso, leva o espectador a lembrar do primeiro beijo, do primeiro amor, daquele relacionamento mal-resolvido, mas também daquela pessoa a quem nunca scontou o que realmente sentia por ela. Esse é o poder do filme de Luca Guadagnino, que gruda na retina e não sai mais, com sua beleza e ternura, principalmente após a fala nos minutos finais do personagem de Michael Stuhlbarg, que interpreta o pai de Elio. Um monólogo que jamais será esquecido ao fazer a cabeça girar em torno de memórias, amores jamais superados, responsabilidade afetiva e desejos não concretizados. Porém, a maior qualidade de “Me Chame Pelo Seu Nome” é materializar algo simples e bastante corajoso: uma história de amor entre dois homens sem que, acredite, existe uma cena ou qualquer diálogo que sugira manifestações de preconceito. Mesmo assim, é um romance que só poderia ser contado nos dias de hoje, uma proposta que nunca teria uma visibilidade tão grande no mercado cinematográfico antes dos sucessos de obras como “Brokeback Mountain” e “Moonlight”, que fizeram todos os públicos pensarem. Filmes que ajudaram todos a olhar em volta, entender como é o mundo de verdade e as pessoas que nele vivem com suas próprias escolhas no caminho para a felicidade. “Me Chame Pelo Seu Nome” vem na sequência de algumas histórias que já foram contadas, mas é a virada de página. Não importa se Elio e Oliver são dois homens ou duas mulheres. Importa que eles sejam felizes enquanto o filme dura na tela. É o recado otimista de Luca Guadagnino, que carrega nas cores fortes para imaginar um mundo melhor e sem medo de amar. Uma experiência arrebatadora, de sensibilidade rara, que torna bonito até o sofrimento.












