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    Len and Company: Rhys Ifans é roqueiro decadente em trailer de comédia

    31 de maio de 2016 /

    A IFC Films divulgou o primeiro trailer da comédia dramática “Len and Company”, em que Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) vive um roqueiro decadente. Sem vontade de ser criativo, ele mora afastado de todos, no meio do campo, passando a vida a contemplar o nada, até que seu filho resolve visitá-lo com a fita demo de sua nova banda. O elenco inclui Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho do ator Val Kilmer, e Juno Temple (série “Vinyl”). Escrito e dirigido pelo estreante Tim Godsall, o filme estreia em 10 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Roadies: Série roqueira do diretor de Quase Famosos ganha trailer e vídeo de bastidores

    28 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer completo e um vídeo de bastidores de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Após vários vídeos sobre a atmosfera da produção, as novas prévias finalmente abordam a trama, ao colocar em cena o conflito gerado pela chegada do representante de uma grande gravadora, que tem a missão de colocar ordem na turnê caótica de uma banda de rock. Como é de se esperar, a equipe responsável pelos shows não fica nada satisfeita com a intervenção. Escrita e dirigida por Cameron, a série foca o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, numa prévia anterior, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). “Roadies” é a primeira série de Crowe, mas a temática é a mesma que o acompanha desde que começou sua carreira como repórter da revista de música Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. A produção de “Roadies” é do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e a estreia está marcada para 26 de junho nos EUA.

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    Novo clipe do Coldplay é uma apoteose surreal

    19 de maio de 2016 /

    A banda Colplay lançou seu novo clipe, “Up&Up”, povoado de gigantes e miniaturas vivas. O vídeo é uma apoteose surreal, onde é possível mergulhar num prato de massa, fazer pipoca num vulcão e dirigir sobre os anéis de saturno. Composto inteiramente de justaposições de imagens, a obra mistura cenas de filmes, imagens históricas e gravações inéditas de forma única, bela e atordoante, que subvertem dimensões para criar cenas de poesia sci-fi. É o melhor clipe de toda a carreira da banda inglesa. O surpreendente clipe da Terra de Gigantes é o quarto vídeo extraído do disco “A Head Full of Dreams” e reforça a proposta da banda de trabalhar com diferentes e inovadores artistas visuais em cada canção. Desta vez, a obra foi criada por dois israelenses de 30 anos, Vania Heymann e Gal Muggia. Ambos trabalham em publicidade e já dirigiram clipes. Heymann, por sinal, assinou um bem famoso, a nova versão de “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan, em 2013. Já Muggia vinha trabalhando com artistas do pop israelense, como Ester Rada e Adi Ulmansky.

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    Cauby Peixoto (1931 – 2016)

    16 de maio de 2016 /

    Uma das vozes mais famosas do Brasil se calou na noite de domingo (15/5). O cantor Cauby Peixoto faleceu aos 85 anos de idade. Ele estava internado no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, desde o último dia 9, com um quadro de pneumonia. A notícia de sua morte foi confirmada na página oficial do artista no Facebook, que publicou: “Foi em paz e nos deixa com eterna saudades.” Com quase 70 anos de carreira, Cauby passou por diversas fases, tornando-se icônico já na era do rádio, quando arrastava multidões de fãs apaixonadas. Foi nessa época que se tornou também ator, virando estrela do ciclo cinematográfica da chanchada. Ela apareceu em diversos musicais dos anos 1950, como “Carnaval em Marte” (1955), “De Pernas Pro Ar” (1956), “Com Água na Boca” (1956), “Chico Fumaça” (1956), “Com Jeito Vai” (1957) e “Metido a Bacana” (1957), ao lado de ícones do humor brasileiro – Grande Otelo, Ankito, Renata Fronzi, Zezé Macedo, Ilka Soares, o palhaço Carequinha, Mazzaropi, o jovem Jô Soares etc. Foi em “Água na Boca” que Cauby imortalizou seu maior sucesso, “Conceição”. Além disso, os filmes o aproximaram da cantora Ângela Maria, uma de suas amizades mais duradouras. E, curiosamente, registraram seu curto mas significativo flerte com o rock. Cauby foi o primeiro cantor brasileiro a gravar um rock em português, a música “Rock and Roll”, em 1957 – composta por Miguel Gustavo, também autor da marchinha “Pra Frente, Brasil”, hino da ditadura. E apareceu cantando “That’s Rock” (composta por Carlos Imperial) na comédia “Minha Sogra É da Policia” (1958). No filme, ele era acompanhado pelo grupo The Snakes, que tinha, entre seus integrantes, Erasmo Carlos. Mais significativa ainda foi sua estreia em Hollywood, como integrante do musical americano “Jamboree” (1957), que incluía performances das lendas do blues Fats Domino e Joe Williams e do roqueiro Jerry Lee Lewis. No filme, ele assumia o nome de Ron Coby e cantava “Toreador”, canção de temática mexicana. Cauby chegou a lançar discos com este nome nos EUA. Ao comentar seu talento, a revista Time o chamou de “Elvis Presley brasileiro”. Mas seu ídolo, na verdade, era outro, o cantor romântico Nat King Cole, com quem compartilhava o tom grave e aveludado. Em 1958, ele teve a chance de cantar com o mestre e nunca se esqueceu da experiência, dedicando um disco a Cole em 2015. Uma de suas maiores transformações aconteceu nos anos 1970, quando mudou radicalmente o visual em conseqüência do encontro com Ney Matogrosso, tornando-se um personagem extravagante. Foi quando começou a relaxar sobre sua preferência sexual, até então resguardada sob uma aparência de elegância séria e estudada. O período também incluiu uma participação em “O Donzelo” (1974), comédia escrita e estrelada por Flávio Migliaccio, que ainda destacava no elenco a saudosa Leila Diniz e Grande Otelo. Sua última aparição no cinema foi em outra comédia, “Ed Mort” (1997), vivendo um dos muitos personagens chamados Silva que o detetive do título, vivido por Paulo Betti, esbarra ao procurar um Silva desaparecido. No ano passado, o cantor foi tema de documentário, “Cauby – Começaria Tudo Outra Vez” (2015), de Nelson Hoineff, que já o havia incluído em outra obra, “Alô, Alô Teresinha” (2009), documentário sobre o Chacrinha. Ainda em plena atividade, Cauby estava em turnê pelo Brasil com o show “120 Anos de Música”, ao lado de Ângela Maria. Sua última apresentação foi no dia 3 de maio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

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    Playlist (Vapour Trail): 10 clipes do “guitar pop” dos anos 1980

    9 de maio de 2016 /

    Três anos após apontar o caminho para a cena indie com seus primeiros singles de microfonia exasperante, The Jesus and Mary Chain lançou novo par de canções que renderam outra mudança na paisagem musical britânica. Domando o feedback, a ponto de torná-lo melódico, e acrescentando batidas eletrônicas, que podiam ser dançadas, Jesus inventou uma nova religião. Se “Psychocandy” (1985) era radical demais para o mainstream, “Darklands” (1987) apontou o caminho para o surgimento de uma espécie de “guitar pop”, um pop de guitarras saturadas e vocal meloso, que tomou as paradas e ainda lançou modinhas, como o “Blonde movement”, um cruzamento de Jesus and Mary Chain com Go-Go’s que multiplicou as bandas de cantoras loiras na música britânica do final dos anos 1980. Para fechar a década, Jesus lançou “Automatic” (1989), cujo sucesso finalmente fez a banda estourar nos EUA. A esta altura, as batidas tornaram-se ainda mais dançantes, influenciadas pela acid house e pela cena que florescia entre o contato dos roqueiros com as primeiras raves. Logo, o grupo de seu primeiro baterista, Primal Scream, ganharia remixes de um DJ, dando início a um novo capítulo.

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    Roadies: Série roqueira do diretor de Quase Famosos ganha pôster e comercial

    8 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um novo comercial de “Roadies”, série criada pelo cineasta Cameron Crowe, que volta ao universo dos bastidores do rock visto em seu melhor filme, “Quase Famosos” (2000). Escrita e dirigida por Cameron, a série será centrada nos roadies, assistentes de palco que são responsáveis pelo transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama vai acompanhar uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, na prévia, como uma combinação de filme de Fellini com episódio da série dos Monkees. O elenco é cinematográfico e inclui Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”), Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”), Machine Gun Kelly (“Nos Bastidores da Fama”), Ron White (“Perseguição Implacável”) e Peter Cambor (série “NCIS: Los Angeles”). “Roadies” é a primeira série de Crowe, mas a temática é a mesma que o acompanha desde que começou sua carreira como repórter da revista de música Rolling Stone, fato que inspirou “Quase Famosos” (2000). Mais recentemente, ele dirigiu o documentário “Pearl Jam Twenty” (2011), que narrou os 20 anos de trajetória da banda Pearl Jam. Kelly Curtis, empresário do Pearl Jam, também faz parte da equipe de produção da série, assim como o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com uma temporada inicial de 10 episódios, a estreia de “Roadies” está marcada para 26 de junho nos EUA.

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    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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    Lenda urbana sobre a banda The Smiths vai virar filme

    6 de maio de 2016 /

    A banda inglesa The Smiths lançou o hit “Panic” em 1986, conclamando seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, a história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 vai virar um filme dramático, segundo o jornal inglês The Guardian. A produção terá o título de outra música dos Smiths, “Shoplifters of the World”, e será estrelada e produzida por Joe Manganiello (“Magic Mike”). Direção e roteiro estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. “Kijak e Morrisey já se conheciam há algum tempo e o vocalista concordou em oferecer o catálogo de músicas para o filme. Não saiu barato, mas temos a bênção de Morrissey para avançar com o projeto sobre Smiths. Eu sou um grande fã da banda. Estou animado e apaixonado pelo projeto”, declarou Manganiello. O cantor dos Smiths foi, por sinal, quem mais atuou para divulgar essa lenda, contando a história em entrevistas e em sua biografia. Mas a verdade é que, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia, armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, no estacionamento da rádio. Ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Para a polícia de Denver em 1987, só mesmo um louco adoraria aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O filme ainda não tem data de lançamento prevista. Além dele, há outro longa sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011).

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    Playlist (Superfly): 35 clipes do funk sintetizado dos anos 1980

    22 de abril de 2016 /

    O funk de sintetizadores new wave e batida sincopada marcou a sonoridade dos anos 1980 graças a Prince. Infelizmente, a preservação dessa história foi comprometida pelo próprio artista, que proibiu seus clipes no YouTube, vetou homenagens, como a série “Glee”, e barrou o compartilhamento dos registros de seus shows feitos por fãs. Após sua morte na quinta (21/4), dois clipes apareceram de forma não autorizada no portal de vídeos do Google. Eles abrem e fecham a lista abaixo, que junta 35 vídeos de artistas do R&B e da new wave para evocar o complô de influências que prosperou durante o reinado do funk sintético de Prince.

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    Músicas de Bob Dylan vão inspirar série dramática

    17 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Amazon prepara uma série inspirada nos personagens das canções de Bob Dylan, informou o site da revista Variety. A série, que ainda está em fase inicial de desenvolvimento, deve levar o título de “Time Out of Mind”, o nome de um disco de Dylan, lançado em 1997. O projeto está sendo desenvolvido pelo cineasta australiano Josh Wakely, que obteve os direitos das canções de Dylan para poder usá-las na televisão, e terá produção da divisão televisiva do estúdio Lionsgate. Embora ainda não existam muitos detalhes concretos da possível série, a Variety afirmou que o plano é que dois personagens ou histórias surgidos do catálogos de composições de Dylan cruzem seus caminhos de alguma maneira. Josh Wakely, por sinal, já trabalha em outra série que tem o rock como premissa para sua produção. Ele também desenvolveu “Beat Bugs”, uma produção infantil baseada nas canções dos Beatles, que estreará em agosto na plataforma de conteúdos digitais Netflix. Já a Amazon tem outros projetos musicais no horizonte, como a criação de uma série inspirada na trajetória do grupo de rock psicodélico Grateful Dead.

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    Vinyl: Roteirista de O Ultimato Bourne é o novo showrunner da série

    10 de abril de 2016 /

    A HBO anunciou que Terence Winter não é mais o showrunner de “Vinyl”. Ele será substituído por Scott Z. Burns, roteirista de “O Ultimato Bourne” (2007), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013), que fará sua estreia na produção televisiva. Além dele, a equipe da atração será reforçada em sua 2ª temporada por Max Borenstein, roteirista de “Godzilla” (2014) e criador da série derivada do filme “Minority Report” (2015). “Vinyl” é um projeto do cantor Mick Jagger e do cineasta Martin Scorsese, que maturaram a ideia por cerca de duas décadas, até Winter entrar a bordo com a determinação de transformar o conceito numa série. O programa aborda a indústria da música do começo dos anos 1970, enfocando a fictícia gravadora American Century, presidida pelo instável Richie Finestra (Bobby Cannavale), que busca um “novo som” capaz de salvar seu negócio da falência. Tudo isso é mote para mostrar a cena musical da época, com direito a flashes de bandas e cantores como Velvet Underground, David Bowie e New York Dolls. Apesar de Scorsese ter dirigido o primeiro episódio, com 2 horas de duração, a série não emplacou em audiência nem empolgou a crítica. Após uma estreia com pouco mais de 764 mil espectadores ao vivo, o público se estabilizou em torno de 500 mil pessoas por episódio. Muito abaixo do esperado pelo tema e os nomes envolvidos. A 1ª temporada se encerra em 17 de abril. Na sua declaração oficial, a HBO afirmou: “Ao entrarmos na 2ª temporada de ‘Vinyl’, decidimos que era hora de fazer uma mudança na direção criativa da série. Ficamos gratos por nossa longa parceria com Terry Winter em ‘Família Soprano’, ‘Boardwalk Empire’ e agora em ‘Vinyl’ e ansiamos por nossa próxima colaboração com ele”. O comunicado lembra que Winter foi parceiro da HBO por mais de uma década, como roteirista e produtor da clássica “Família Soprano” (1999-2007), além de ter criado e produzido “Boardwalk Empire” (2010-2014) em parceria com Scorsese. Além disso, ele escreveu o roteiro de “O Lobo de Wall Street” (2013), de Scorsese, pelo qual foi indicado ao Oscar.

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    Playlist (The Sound of Silence): Veja 15 clipes de clássicos do folk rock

    8 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” teve um efeito colateral curioso: a viralização de um vídeo sobre as críticas negativas, que enfatizavam a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, com trilha do clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Em consequência dessa brincadeira, 50 anos após estrear no topo das paradas, a música de 1966 voltou às paradas de sucesso americanas: em 6º lugar no ranking de Hot Rock Songs da revista Billboard e em 2º entre as mais ouvidas em sites de streaming, com 5,6 milhões de execuções apenas na semana passada. Originalmente um gênero de grandes narrativas, criadas por bardos medievais para espalhar lendas, louvar feitos ou zombar dos poderosos, o folk se provou um instrumento poderoso nas vozes dos cantores de protesto dos anos 1960. Mas também evoluiu com o rock, adotando a temática hippie para falar de amor ao violão. “The Sound of Silence” surgiu justamente durante um momento de transição do folk, quando o gênero trocava a preocupação social por canções existenciais. A diferença é visivelmente traçada entre os festivais de Newport e Woodstock, mas no meio desse caminho ainda houve a trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (The Graduate, 1967). O filme com músicas de Simon & Garfunkel deu imagens à sensação de vazio e desapego que emergia no final da década de 1960, transformando “The Sound of Silence” numa espécie de hino da depressão. Aproveite para ver abaixo este e outros clássicos da época em que o folk entrou na história do rock.

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    Playlist (Vapour Trail): 15 clipes que inauguraram o indie rock nos anos 1980

    6 de abril de 2016 /

    Existem várias teorias para explicar como surgiu o rock indie. Há quem prefira apontar os primeiros discos (EPs e singles) independentes, lançados pelas próprias bandas a partir de 1977, durante o auge da estética DIY (Do It Yourself) do punk rock. Em 1980, já havia tantos compactos de gravadoras independentes circulando que o semanário britânico Record Week criou a primeira parada de sucessos voltada apenas para refletir os hits com distribuição alternativa, influenciando outras publicações a seguirem a iniciativa. Mas foi só na metade daquela década que o termo “indie” passou a ser usado como definição musical e não apenas econômica. Em novembro de 1985, o primeiro álbum radicalmente diferente do que havia surgido no pós-punk chegou às lojas: “Psychocandy”, de The Jesus and Mary Chain. Sem saber direito como lidar com a banda, a crítica a rotulou como “o novo Sex Pistols”, tecendo uma analogia entre seu som barulhento e os tumultos que marcavam seus primeiros shows. Mas havia sinais que aquele barulho não era isolado. O empresário do Jesus and Mary Chain, Alan McGee, lotava seu clube londrino, The Living Room, com bandas novas. Ele mesmo era integrante de uma delas (Biff Bang Pow) e dava os primeiros passos com sua própria gravadora, a Creation Records, por onde lançaria a banda paralela do baterista do Jesus, chamada Primal Scream. A verdade é que desde 1984 as bandas se multiplicavam, alimentando, por sua vez, o surgimento de diversas gravadoras pequenas. E foi um movimento tão súbito e intenso que deixou até a imprensa musical perdida, sem conseguir identificar para seus leitores os inúmeros artistas que pareciam surgir de uma só vez. Para cumprir essa tarefa, o semanário NME (New Musical Express) teve a ideia de lançar uma amostragem desses novatos, disponibilizando uma fita K7 junto de uma de suas edições. A iniciativa rendeu a primeira coletânea indie de todos os tempos, a “C86”, assim batizada em homenagem à “classe de 1986”. A “C86”, que completa 30 anos, acabou simbolizando o ponto de virada da música indie. Além de reunir diversos artistas diferentes, ela foi acompanhada por uma longa reportagem da publicação, contextualizando sua representatividade. O objetivo de seus idealizadores era demonstrar como a nova música britânica independente tinha evoluído nos últimos anos, afastando-se do pós-punk, de forma quase desapercebida, enquanto o pop com sintetizadores e influenciado pelo R&B americano dominava as paradas de sucesso. Em contraste, a nova geração priorizava guitarras sobre os sons eletrônicos do período, o que também rendeu a definição genérica “guitar bands” para definir aquela geração no Brasil. O impacto do lançamento do “C86” uniu a imprensa musical britânica em torno da bandeira indie. As publicações rivais da NME, como Melody Maker e Sounds, passaram a incluir novas reflexões sobre a revolução em andamento, nem que fosse para declarar que aquele K7 não era, assim, tão representativo. De fato, se lá havia Primal Scream, The Pastels, Close Lobsters e The Wedding Present, por exemplo, sobravam bandas que não foram a lugar algum, enquanto as ausências de The Jesus and Mary Chain, Spaceman 3 e The Loft, entre outros, gritavam. Aproveitando a discussão, a Creation Records passou a lançar suas próprias coletâneas, revelando My Bloody Valentine, House of Love, Jasmine Minks, The Weather Prophets (sucessor de The Loft) e a geração shoegazer. O fato é que 1986 representou uma grande virada. Ainda havia muitos artistas interessados em levar adiante a sonoridade pós-punk, influenciados por PIL e até Echo and the Bunnymen, por exemplo. Mas os talentos que passaram a monopolizar a atenção da crítica citavam influências mais antigas, incomuns até então, de artistas dos anos 1960: o jangle pop de bandas como The Byrds e outros artistas com guitarras de 12 cordas, o wall of sound dos girl groups como Shangri-Las e The Ronettes e a explosão de microfonia entronizada no clássico “Sister Ray”, do Velvet Underground, banda que também contava com os vocais “frágeis” de Lou Reed e “gélidos” de Nico. Essas sementes, que renderam as primeiras bandas da música indie, acabaram frutificando em novas ramificações musicais na década seguinte, o twee pop e o shoegazer. Em suma, foi assim que tudo começou. Relembre, abaixo, os sons mais distorcidos dessa era, responsáveis por tirar o Velvet Underground da obscuridade para transformá-la na banda mais influente do mundo – como atestam as microfonias, as melodias murmuradas e os kits minimalistas de bateria (tocada em pé) que, desde então, se tornaram indissociáveis da cena indie.

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