Shows clássicos: Veja 18 vídeos com Bauhaus, The Cure, Siouxie and the Banshees, Echo & the Bunnymen, etc
A 8ª seleção de shows clássicos da Pipoca Moderna destaca a era gótica dos anos 1980, reunindo 18 apresentações extraídas de documentários, VHS caseiros e programas de TV raros, disponíveis em diferentes portais de vídeos da internet. A mostra abre com o famoso show do Bauhaus no Old Vic Theater em 1982, que foi retalhado e lançado separadamente em dois vídeos diferentes pela gravadora Beggars Banquet na companhia de clipes da época. Para apresentar a performance completa, os dois VHS originais foram reunidos numa miniplaylist, que emenda um vídeo oficial atrás do outro. A banda Siouxsie and the Banshees também entra na lista com um célebre lançamento da época do VHS: o show “Nocturne”, gravado em 1983 no Royal Albert Hall com participação de Robert Smith, do Cure, na guitarra. O próprio The Cure aparece num show de 1988, logo após o lançamento do disco “Kiss Me Kiss Me Kiss Me”. Ao lado dos artistas mais conhecidos da geração gótica, como Sisters of Mercy, The Mission, Cocteau Twins e Clan of Xymox, a seleção inclui outros talentos que combinaram punk rock e estilo gótico, como Killing Joke e Lords of New Church, e avança pelo neopsicodelismo que também brotou no Reino Unido durante aquele período por meio de seus representantes mais destacados. Não só Echo & The Bunnymen, The Cult e Psychedelic Furs, mas também a banda Colourfield de Terry Hall (ex-The Specials), a sensacional Teardrop Explodes de Julian Cope, Icicle Works de Ian McNabb e The Chameleons, possivelmente a banda mais subestimada da história de Manchester. Além da seleção atual, abaixo também estão disponíveis os atalhos para as curadorias anteriores, com diferentes períodos da História do Pop/Rock. E aguardem para breve os vídeos da mostra de synthpop. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) Bauhaus | 1982 The Sisters of Mercy | 1985 The Misson | 1987 Lords of the New Church | 1984 Killing Joke | 1985 Siouxsie and the Banshees | 1983 The Cure | 1986 Clan of Xymox | 1989 Xmal Deutchland | 1985 Cocteau Twins | 1984 Echo and the Bunnymen | 1982 The Teardrop Explodes | 1981 The Mighty Lemon Drops | 1988 The Chameleons | 1984 The Colourfield | 1984 Icicle Works | 1984 The Psychedelic Furs | 1984 The Cult | 1986
Alan Parker (1944 – 2020)
O cineasta britânico Alan Parker, que marcou época no cinema com obras como “O Expresso da Meia-Noite” (1978), “Fama” (1980) e “The Wall” (1982), morreu nesta sexta-feira (31/7) em Londres, aos 76 anos. A notícia foi confirmada pelo Instituto Britânico de Cinema, citando que Parker sofria há anos de uma doença não especificada. Apesar de sua filmografia abranger vários gêneros, Parker é mais lembrado como “especialista” em musicais. Além do popular “Fama”, também assinou “The Wall” (1982), inspirado no disco clássico do Pink Floyd, “Evita” (1996), estrelado por Madonna, “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem” (1976) e “The Commitments: Loucos pela Fama” (1991). “Se você pode usar música e imagens juntos, é muito poderoso”, observou ele em 1995. Apesar dessa relação íntima com a música, foi por dois dramas inspirados em fatos reais que o diretor foi reconhecido pela Academia. Sua primeira indicação ao Oscar veio por “O Expresso da Meia-Noite” (1978), com roteiro de Oliver Stone sobre um jovem americano preso por tráfico de drogas na Turquia, e a segunda por “Mississippi em Chamas” (1988), sobre a investigação do desaparecimento de ativistas do movimento dos direitos civis, no sul racista dos EUA durante os anos 1960. Filho único, Parker nasceu em 14 de fevereiro de 1944 em Islington, barro da classe trabalhadora de Londres. Sua mãe, Elise, era costureira e seu pai, William, foi jornaleiro e pintor de casas. Criativo desde jovem, seu primeiro emprego foi como redator de publicidade nas agências Maxwell Clarke, PKL e depois CDP, de onde progrediu para a direção de comerciais. “Minhas ambições não eram ser diretor de cinema, tudo que eu queria era me tornar diretor de criação no CDP… até que de repente os comerciais de televisão se tornaram muito importantes e a agência se transformou”, afirmou ele, numa longa entrevista sobre sua vida e carreira para Instituto Britânico de Cinema há três anos. “Eu estava no momento em que o [CDP] fez os melhores comerciais e tive a sorte de fazer parte desse mundo”. Parker fundou uma produtora para criar comerciais, mas acabou se dedicando ao cinema, antecipando uma tendência posteriormente seguida por outros de seus contemporâneos – Ridley Scott, Tony Scott, Adrian Lyne, etc. Em seu caso, a mudança de rumo teve um empurrão de David Puttnam. Com o encorajamento do futuro produtor de “Carruagens de Fogo” (1981), ele escreveu o roteiro de “Quando Brota o Amor” (1971), seu primeiro musical, que usava músicas dos Bee Gees para ilustrar um romance adolescente inspirado em seus dias de escola. Puttnam produziu esse filme (que foi dirigido por Waris Hussein), assim como os primeiros longas do diretor, e os dois permaneceram amigos por toda a vida. “Como fui o primeiro a fazer a transição do mundo dos comerciais para os longas-metragens, acho que fui mais sensível às críticas de que, de alguma maneira, não éramos legítimos, apenas um grupo de vendedores vulgares que vendiam produtos com frágeis credenciais intelectuais”, ele disse em uma entrevista de 2017. “Então parei de fazer comerciais para ser levado a sério como cineasta”. Parker ganhou o primeiro de seus seis prêmios BAFTA em 1976, ao estrear como diretor de longas no telefilme “The Evacuees”, uma produção da BBC sobre dois meninos, passada durante os bombardeios da 2ª Guerra Mundial. Sua estreia no cinema aconteceu no mesmo ano e também foi estrelada por crianças. Com o inventivo “Bugsy Malone – Quando as Metralhadoras Cospem”, Parker filmou um musical de época, ambientado em 1929 na cidade de Nova York durante a Lei Seca. Só que os intérpretes dos gângsteres americanos eram todos astros mirins, entre eles uma Jodie Foster de 13 anos de idade e o futuro diretor de “Rocketman”, Dexter Fletcher, com 10. A ideia veio da publicidade, num período em que Parker fazia muitos comerciais com crianças. Além disso, ele tinha quatro filhos, todos com menos de 9 anos na época. Seu filme seguinte foi o oposto completo daquele projeto divertido. Denso, maduro e sombrio, “O Expresso da Meia-Noite” (1978) abordava violência e homossexualidade na prisão. A mudança tão radical atendia o desejo do diretor de não ficar marcado por nenhum tipo específico de filme. “Gosto de fazer coisas diferentes como forma de manter a criatividade”, afirmou. Ele seguiu nessa gangorra por toda a carreira. Em seu filme seguinte, “Fama”, voltou ao universo musical e juvenil para retratar os sonhos e aspirações dos alunos de uma escola de artes em Nova York. A produção se tornou seu primeiro grande sucesso comercial, puxado por uma trilha sonora vibrante, e sua influência foi brutal, inspirando até uma série de TV de mesmo nome. Mas, como muitas realizações da carreira de Parker, seu devido reconhecimento como pioneiro de um revival de filmes musicais, que atingiu seu auge nos anos 1980, foi minimizado pelos críticos da época. Depois das coreografias de “Fama”, Parker filmou um divórcio em “A Chama que não Se Apaga” (1982), antes de voltar à música com “The Wall” (1982) – desta vez sem danças, mas com grande influência dos videoclipes, levando ao surgimento do termo “estética MTV”. “The Wall” fez sucesso enorme entre fãs de rock, alimentando Sessões da Meia-Noite por anos, além de ter cenas transformadas, de fato, em clipes da MTV. Mas, inconformado com as críticas negativas, o diretor acabou se afastando do gênero por um longo período, trabalhando em filmes de temática mais dramática. O cineasta venceu o Prêmio do Júri de Cannes com “Asas da Liberdade” (1984), sobre amizade e traumas de guerra. Mas seu filme seguinte deu ainda mais o que falar. Único terror de sua carreira, “Coração Satânico” (1987) tornou-se cult devido à fotografia estilosa e pela escalação de Robert DeNiro como o diabo e Mickey Rourke como um detetive noir, em meio ao jazz e ao vudu de Nova Orleans. Os dois atores quebraram o pau nos bastidores, mas o maior desafio de Parker foi conseguir enfrentar a censura, que queria classificar o filme como “X” (basicamente pornô) após a transformação de Lisa Bonet, menina recatada da série familiar “The Cosby Show” – e futura mãe de Zoë Kravitz – em sex symbol. Em “Mississippi em Chamas” (1988) e “Bem-Vindos ao Paraíso” (1990), ele abordou o racismo americano, filmando casos históricos: o assassinato de ativistas dos direitos civis nos anos 1960 e os campos de concentração para japoneses nos anos 1940. Mas, depois de temas tão pesados, o diretor finalmente decidiu voltar à música, concebendo “The Commitments” (1991), sobre artistas amadores de Dublin que decidem formar uma banda de soul. Foi novo sucesso a extrapolar as telas. O filme vencedor do BAFTA transformou os atores em músicos de verdade, que fizeram turnês e gravaram discos após a repercussão nos cinemas, e ainda foi adaptado como espetáculo de teatro. Parker não foi tão feliz com a comédia “O Fantástico Mundo do Dr. Kellogg” (1994), o que o levou de volta, pela última vez, a seu gênero favorito, com a adaptação de “Evita”, versão da Broadway para a vida de Eva Peron, estrelada por Madonna e Antonio Banderas. Mais uma vez, a obra foi além dos cinemas, com Parker assinando dois clipes de Madonna extraídos da trilha sonora. Ele encerrou a carreira com mais dois longas, ambos de teor dramático, “As Cinzas de Ângela” (1999) e “A Vida de David Gale” (2003). O último, estrelado por Kevin Spacey e Kate Winslett, recebeu as críticas mais negativas de sua filmografia. Alan Parker nunca conseguiu agradar à imprensa. Sua carreira como diretor de comerciais lhe deu um apuro estético que causava estranheza entre os defensores do cinema mais tradicional. Mas a quantidade de obras cultuadas de seu currículo reflete, em retrospecto, como esteve à frente de seu tempo e como seu valor foi sempre reconhecido com atraso, em revisões críticas. Ironicamente, Parker acabou presidindo o Instituto Britânico de Cinema a partir de 1998. E por suas realizações e impacto cultural, foi nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico e, em 2002, cavaleiro pela rainha Elizabeth II. Ele também venceu quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e recebeu, em 2013, um BAFTA honorário pela carreira da Academia Britânica. “Eu vivi uma vida encantada”, disse. “Tive controle absoluto do meu trabalho, mesmo trabalhando em uma área muito difícil de expressar qualquer individualidade, como em Hollywood. Eles não interferiram no que eu fiz e, portanto, se meus filmes agradaram ou não, não é culpa de ninguém, apenas minha”. Parker deixa a mulher, a produtora Lisa Moran, e cinco filhos — entre eles, o roteirista Nathan Parker (“Lunar”).
Keanu Reeves vai ao inferno em novo trailer de Bill & Ted: Encare a Música
A Orion Pictures divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de, 30 anos depois, ainda não terem feito a música que salvaria a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: viajar em sua cabine-telefônica-do-tempo para o futuro e descobrir logo a música que eles próprios já terão criado. Só que suas filhas resolvem ajudá-los e, em vez de encontrar os pais no futuro, acabam no inferno. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia foi remarcada para 1 de setembro nos EUA, com lançamento simultâneo em VOD, devido à pandemia de coronavírus.
Rolling Stones revelam canção inédita de 1974 com participação de Jimmy Page
Os Rolling Stones lançaram nesta quarta (22/7) uma canção inédita gravada com Jimmy Page, o lendário guitarrista do Led Zeppelin. A faixa “Scarlet” foi disponibilizada nas plataformas digitais, inclusive no YouTube, onde foi acompanhada por um clipe. O vídeo traz apenas a letra da canção e alguns rabiscos virtuais preenchidos na embalagem da fita master. A fita estava guardada desde os anos 1970. A gravação aconteceu em 1974, após os Stones lançarem o álbum “Goat’s Head Soup” (1973). Page apareceu para uma jam e o resultado acabou gravado. Keith Richards chegou a espalhar que se tratava de uma música para um disco solo do colega, mas os planos sempre foram de lançar a faixa num disco dos Stones, com Mick Jagger escrevendo uma letra e cantando sobre o material. O próprio Page acreditava que ela apareceria no lado B de algum single da banda. O nome da faixa, de todo modo, é uma homenagem à filha mais velha de Page, chamada de Scarlet, que na época tinha três anos de idade. O guitarrista do Led Zeppelin é um velho amigo dos Stones, tendo tocado ainda adolescente numa versão de “Heart of Stone”, de 1965, além de fazer o solo da música “One Hit (To the Body)”, em 1985. “Scarlet” será incluída numa versão estendida do álbum “Goat’s Head Soup”, que ganhará uma nova versão de luxo no dia 4 de setembro. Além desta faixa, o lançamento contará com mais duas faixas inéditas, gravadas naquele período: “All the Rage” e “Criss Cross”.
Keanu Reeves vai ao futuro no trailer legendado de Bill & Ted: Encare a Música
A Imagem Filmes divulgou a versão legendada do trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de não terem realizado aquilo que estavam destinados a fazer. Trinta anos depois, eles ainda não criaram a música que deveria salvar a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: embarcar em sua cabine-telefônica-do-tempo para descobrir, de uma vez por todas, qual é a música que eles terão criado no futuro. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é uma cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), a continuação tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia segue marcada para 28 de agosto nos EUA, apesar da pandemia de coronavírus, mas no Brasil já se tornou um lançamento para “breve”, como assinala o trailer.
Shows clássicos: Veja The Jam, Pretenders, Joan Jett, Stray Cats, Nick Cave, etc
A 7ª mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna reúne uma seleção com 27 apresentações extraídas de documentários, festivais e programas de TV raros dos anos 1980, cobrindo os revivals das cenas mod e rocka(psycho)billy, além da reinvenção pós-punk do folk e do blues. De quebra, a lista ainda reflete a curiosa intersecção entre o punk e o pop comercial do período. A nova coleção de vídeos abre com a última turnê da banda The Jam em 1982, época do disco “The Gift”, e encerra com a primeira turnê de The Fall com a guitarrista Brix Smith, esposa do cantor Mark E. Smith, com o repertório do LP “Perverted by Language”, de 1983. Entre as curiosidades, destacam-se também o começo da carreira solo de Joan Jett em 1982, o auge dos Stray Cats em 1981, Dexy’s Midnight Runners em 1982, quando chegou a ser considerada a melhor banda da Inglaterra, a fase mais popular dos Pretenders em 1984, que marcou a despedida de Martin Chambers na bateria, o Housemartins em show de 1986 com o futuro Fatboy Slim no baixo, e até Boomtown Rats em 1980, com o cantor Bob Geldof, antes de estrelar o filme “The Wall” (1982) e conceber o Live Aid. A profusão de lives históricas inclui Nick Cave em dois momentos, à frente da banda Birthday Party em 1982 e no início de sua carreira solo em 1984, e um registro breve do grupo belga The Honeymoon Killers com Yvon Vromman em 1982. A cantora morreu sete anos depois. Entre muitas outras opções. E se achar pouco, tem mais links para conferir abaixo, com a curadoria das mostras anteriores. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) The Jam | 1982 Secret Affair | 1980 Bram Tchaikowsky | 1980 The Housemartins | 1986 The Pretenders | 1984 Boomtown Rats | 1980 Billy Idol | 1983 Joan Jett | 1982 Billy Squire | 1981 Pat Benatar | 1982 X | 1985 The Monochrome Set | 1989 The Stranglers | 1985 Ian Dury | 1981 Johnny Thunders | 1984 Stray Cats | 1981 The Cramps | 1986 The Meteors | 1988 King Kurt | 1984 Violent Femmes | 1985 Dexy’s Midnight Runners | 1982 The Pogues | 1988 The Birthday Party | 1982 Nick Cave | 1984 Crime and the City Solution | 1985 Honeymoon Killers | 1982 The Fall | 1983
Pitty lança clipe feito por fãs em registro do distanciamento social
A cantora Pitty lançou um novo clipe de “Submersa”. Após apresentar a música num vídeo gravado em sua casa, durante o período de isolamento social, o novo clipe registra cenas do cotidiano de seus fãs, em cenas que mostram como eles estão enfrentando o distanciamento causado pelo atual período de pandemia. Intitulado “Colab Submersa”, o vídeo foi editado por Otavio Sousa, que também editou o clipe “oficial”, a partir do material enviado pelos fãs. Cada um gravou sua parte em sua própria casa. E alguns foram bastante criativos. Ao final, a obra ainda inclui uma mensagem de trabalhadoras da saúde. Uma das melhores músicas recentes de Pitty, “Submersa” tem mesmo um clima de quarentena entre quatro paredes. “Me perdi por aqui/ Em alguma esquina desse apartamento/ Pedaços de mim pelos cômodos/ Eu não sei voltar”, entoa a cantora, que entretanto lembra no final: “Vai passar”. A música foi lançada há mais de um ano, quase como premonição, no álbum “Matriz”.
Cantor do New York Dolls vai ganhar documentário de Martin Scorsese
O cineasta Martin Scorsese prepara um novo documentário musical, desta vez sobre o pioneiro do glam e do punk rock David Johansen, vocalista da banda New York Dolls. Ele já tinha abordado a banda em sua série de ficção “Vinyl”, sobre a era do glam rock na HBO, e revelou que conhece Johansen há décadas, no comunicado sobre o projeto. “Conheço David Johansen há décadas, e sua música tem sido importante pra mim desde que ouvi os Dolls quando filmava ‘Caminhos Perigosos'”, disse Scorsese, referindo-se ao longa de 1973, que muitos erradamente consideram seu primeiro filme. “Naquela época, e assim como agora, a música de David capta a energia e a emoção da cidade de Nova York. Costumo vê-lo se apresentar e, ao longo dos anos, conheci a profundidade de suas inspirações musicais. Depois de assistir seu show no ano passado no Café Carlyle, eu sabia que tinha que filmar porque era muito extraordinário ver a evolução de sua vida e seu talento musical em um ambiente tão íntimo. Para mim, o show capturou o verdadeiro potencial emocional de uma experiência musical ao vivo. ” A apresentação mencionada por Scorsese será a base do documentário, realizado em parceria com David Tedeschi, editor com quem o cineasta trabalhou em “Vinyl” e nos documentários “George Harrison: Living in the Material World” (2011) e “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese” (2019). No show feito no início do ano, Johansen tocou músicas das diferentes fases de toda a sua carreira e encantou o público com histórias de sua vida. O documentário combinará esta performance com imagens de arquivo e cenas inéditas do cantor e dos Dolls, que assumiram estética drag queen em plenos anos 1970. Os shows da banda inspiraram o punk nova-iorquino e sua influência também foi exportada para a Inglaterra, quando um certo Malcolm McLaren, após suprir o visual dos Dolls com sua namorada Viven Westwood, resolveu lançar sua própria banda com os frequentadores de sua loja de roupas fetichistas, os Sex Pistols. Ao contrário dos últimos trabalhos do diretor, o filme não será exibido pela Netflix, mas pelo canal pago americano Showtime, numa parceria com a produtora Imagine Entertaiment. “É uma honra para todos nós do Showtime trabalhar com Martin Scorsese, que sem dúvida se destaca como um dos maiores cineastas de nossos tempos”, disse o vice-presidente de programação de não-ficção da Showtime, Vinnie Malhotra. “Nas últimas décadas, seu trabalho documental nos levou para a vida de alguns dos músicos mais emblemáticos do rock, de The Band a Rolling Stones a Bob Dylan, e agora David Johansen e o New York Dolls. A história de Johansen transcende os limites da música e é uma janela para a evolução artística e cultural da cidade de Nova York.” Ainda não há previsão para a estreia. Confira abaixo um vídeo do New York Dolls tocando “Personality Crisis”, um de seus maiores sucessos, em 1973.
Shows clássicos: Vídeos com The Specials, The Police, Blondie, B-52’s, Talking Heads, Gang of Four, etc
Pipoca Moderna apresenta a 6ª mostra de show históricos, numa seleção com 28 documentários, festivais e programas de TV raros que traçam mais um capítulo da história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre com a popularização do afro beat e do reggae, que internacionalizou o universo pop nos anos 1980, avança pelo movimento Two Tone do ska britânico e chega até a new wave e o pós-punk – um trajeto que vai de Youssou N’Dour a Bow Wow Wow. A lista de shows históricos inclui as últimas turnês de Bob Marley, da formação original de Toots and the Maytals, de Gang of Four e de Blondie nos anos 1980, além da apresentação do UB40 com Chrissie Hynde em homenagem a Mandela em 1988, e os megaconcertos de “Synchronicity” do Police, “Heartbeat City” do Cars e “Stop Making Sense” do Talking Heads. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) Youssou N’Dour | 1989 Fela Kuti & Egypt 80 | 1986 Bob Marley & The Wailers | 1980 Peter Tosh | 1984 Steel Pulse | 1980 Toots & The Maytals | 1982 UB40 | 1988 The Beat | 1980 The Selecter | 1980 The Specials | 1980 Fun Boy Three | 1983 Madness | 1983 The Police | 1983 Men at Work | 1983 XTC | 1982 Blondie | 1982 The Go-Go’s | 1982 The Motels | 1982 The Romantics | 1983 The Waitresses | 1982 The B-52’s | 1980 The Cars | 1984 Talking Heads | 1984 Gang of Four | 1983 Bush Tetras | 1980 Public Image Ltd | 1985 Adam and the Ants | 1981 Bow Wow Wow | 1982
Romance de Megan Fox e Machine Gun Kelly se torna “oficial”
A atriz Megan Fox (“Transformers”) e o cantor Machine Gun Kelly (“The Dirt”) assumiram seu relacionamento em público. Os dois artistas andaram de mãos dadas e se beijaram diante de câmeras pela primeira vez na segunda-feira (15/6). As fotos acabaram viralizando nas redes sociais. Segundo relatos, depois de passar uma hora e meia no Mr. Furley’s Bar, no bairro de Sherman Oaks, em Los Angeles, eles caminharam de mãos dadas para o carro de Kelly, onde foram fotografados apaixonadamente se beijando no banco da frente. Megan se separou há um mês de seu marido, o ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”), com quem tem três filhos. Segundo Green, a separação aconteceu depois que “ela conheceu esse Colson (nome real do cantor) no set de filmagens”. A atriz filmou “Midnight in the Switchgrass” ao lado do músico – dirigido por Randall Emmet, o filme também traz Bruce Willis no elenco. Além disso, os dois ainda estenderam esse relacionamento para um clipe. No vídeo de “Bloody Valentine”, os dois se assumem como amantes, ao menos na ficção, e a atriz parece adorar a situação, que envolve dominar o parceiro em jogos sexuais violentos. Veja aqui. Machine Gun Kelly and Megan Fox spotted together 💖 pic.twitter.com/6oT9uBnqW1 — EST FOR LIFE (@ESTFORLIFE1) June 16, 2020
Vida de Lemmy Kilmister, vocalista do Motörhead, vai virar filme
A vida do vocalista do Motörhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), um dos músicos mais influentes de sua geração, vai virar filme. O projeto tem direção de Greg Olliver, que fez o documentário “Lemmy”, de 2010. Ele seguirá a vida de Kilmister desde a adolescência, quando foi roadie de Jimi Hendrix e integrante da banda de rock psicodélico Hawkwind, antes de lançar o Motörhead, banda que abriu caminho para Metallica, Megadeth e Anthrax, além de Foo Fighters, cujo vocalista Dave Grohl prestou uma homenagem a Lemmy em seu funeral. “Tudo o que você ouviu sobre Lemmy provavelmente é verdade … não porque ele estava adotando clichês do rock’n’roll, mas porque ele os criou”, disse Olliver, no comunicado sobre a produção. “Desenvolvemos cuidadosamente essa cinebiografia desde 2013, certificando-nos de permanecer fiéis a Lemmy, aos membros da banda do Motörhead, Phil Campbell e Mikkey Dee, e a todas as outras pessoas que desempenharam papéis importantes na vida de Lemmy. Será um filme do qual se orgulharão”, completou. O roteiro foi escrito pelo estreante Medeni Griffiths e o filme também vai se chamar “Lemmy”, como o documentário. As filmagens devem começar no início de 2021, dependendo da evolução da pandemia de covid-19.
Shows clássicos: Vídeos ao vivo com The Clash, Dead Kennedys, Bad Religion, Pixies, Sonic Youth, Nirvana etc
Pipoca Moderna apresenta a 5ª seleção de documentários musicais históricos, numa mostra de shows, festivais e programas de TV raros que traçam a história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre a safra dos anos 1980 em ritmo acelerado, ao acompanhar a evolução do punk ao hardcore e a explosão do rock alternativo, chegando até ao grunge em 27 vídeos. Em resumo, uma programação que vai de Ramones (fase “Pleasant Dreams”) a Nirvana (fase “Bleach”). A lista de vídeos históricos inclui a última apresentação da formação original do Clash em 1983, a punkadaria do Dead Kennedys que terminou num tumulto histórico em Los Angeles, o show do Black Flag que virou disco ao vivo e influenciou todo o futuro grunge, a revolução mosh do Minor Threat, a turnê dos Descendents que popularizou o punk pop em 1985, os derradeiros concertos de Operation Ivy (a banda de Tim Armstrong) e Big Black (a banda de Steve Albini), os registros das primeiras turnês europeias de Mudhoney e Nirvana (com Chad Channing na bateria), que basicamente deram início à década seguinte, etc. É só pauleira. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) #FiqueEmCasa. #StayHome. Ramones | 1982 The Undertones | 1980 Stiff Little Fingers | 1980 Buzzcocks | 1981 The Damned | 1988 The Clash | 1983 New Model Army | 1985 Pete and the Test Tube Babes | 1983 UK Subs | 1982 Plasmatics | 1982 Dead Kennedys | 1984 Bad Brains | 1987 Minor Threat | 1983 Circle Jerks | 1986 Black Flag | 1984 Agent Orange | 1983 Descendents | 1985 Bad Religion | 1989 Operation Ivy | 1989 Husker Du | 1985 The Replacements | 1981 Pixies | 1988 Sonic Youth | 1987 Spaceman 3 | 1989 Big Black | 1987 Mudhoney | 1988 Nirvana | 1989
Várias gerações do rock se juntam para cantar clássico do Legião Urbana
A rádio paulista 89FM, que já foi conhecida como a “rádio rock”, produziu um clipe para a canção “Tempo Perdido”, um dos maiores clássicos do Legião Urbana, numa versão que reúne representantes de várias gerações do rock nacional – e um rapper – , cantando em participações remotas. A música é tocada por Dado Villa-Lobos, guitarrista do Legião, e tem a letra de Renato Russo entoada por artistas como Pitty, Branco Mello (Titãs), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Nasi (Ira!), Frejat (Barão Vermelho), Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii), Thedy Correa (Nenhum de Nós), Rogério Flausino (Jota Quest), Bruno Gouveia (Biquíni Cavadão), Supla, Leo Jaime, Bianca Jhordão (Leela), Érika Martins (Penélope), Lucas Vasconcellos (Letuce), Digão (Raimundos), Mingau (Ultraje a Rigor), Badauí (CPM 22), Egypcio (Tihuana), Pedro Calais (Lagum), André Frateschi (Legião 2.0), Miranda Kassin, o baterista Lourenço Monteiro e o rapper Rincon Sapiência. “Tempo Perdido” foi lançada em 1986 e foi a música mais tocada do disco “Dois”, segundo álbum do Legião Urbana. Veja abaixo o clipe coletivo.












