Pete Davidson será Joey Ramone em filme da Netflix
O comediante Pete Davidson, astro do humorístico “Saturday Night Live” (e do ainda inédito “O Esquadrão Suicida”), vai interpretar Joey Ramone, icônico vocalista dos Ramones, numa cinebiografia chamada “I Slept with Joey Ramone” (em tradução livre: “Eu Dormi com Joey Ramone”). Produção da Netflix, o longa será baseado no livro de mesmo nome de Mickey Leigh, irmão de Joey, e vai mostrar a história dos Ramones sob o ponto de vista da família do vocalista — que, inclusive, apoia a produção do filme. Pioneiros do punk rock, os Ramones lançaram seu primeiro álbum em 1976, antes dos Sex Pistols. O quarteto formado também por Johnny, Dee Dee e Tommy Ramone redefiniu o rock com acordes básicos, velocidade acelerada e shows intensos, que condensavam quase 20 músicas em 20 minutos, numa época em que os discos de rock tinham faixas que se estendiam sozinhas por 20 minutos de duração. “I Slept with Joey Ramone” tem direção de Jason Orley, que trabalhou com Davidson em “Amizade Adolescente”, em 2019. Nesta quinta, completa-se 20 anos da morte de Joey Ramone, falecido em 15 de abril de 2001, aos 49 anos de idade, em decorrência de um linfoma.
Dave Grohl conta história das vans de turnês de rock em novo documentário
Dave Grohl está se especializando em produzir, dirigir e apresentar documentários musicais. Depois de contar a história do lendário estúdio californiano Sound City em 2013 e documentar o 20º aniversário do Foo Fighters em 2014, ele está de volta com “What Drives Us”, sobre a relação dos músicos de rock com a estrada, forjada nas vans de turnê. O primeiro trailer foi publicado pelo cantor na página de sua banda no YouTube. Na prévia, Grohl resume seu objetivo: “Este filme é minha carta de amor para cada músico que já pulou em uma velha van com seus amigos e deixou tudo para trás pela simples recompensa de tocar música”. A produção traz depoimentos de vários roqueiros famosos, como o baterista dos Beatles, Ringo Starr, o baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, o guitarrista do U2, The Edge, e o vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, entre outros tantos, inclusive da cena alternativa, compartilhando histórias sobre excursões memoráveis e a importância de pegar a estrada com os parceiros musicais no começo de suas carreiras. “Você tem que entrar na van”, resume Ringo Starr. Uma das cenas da prévia mostra Steven Tyler a bordo da van original das primeiras turnês do Aerosmith, que recentemente foi reformada, após ser encontrada abandonada em 2019 numa floresta, nos arredores de Chesterfield, Massachusetts. “What Drives Us” será lançado em 30 de abril na Amazon Video Prime.
Mick Jagger e Dave Grohl lançam clipe-surpresa de rock sobre a pandemia
Os roqueiros Mick Jagger e Dave Grohl surpreenderam os fãs nesta terça (13/4) com o lançamento de um clipe surpresa. Os cantores dos Rolling Stones e Foo Fighters se juntaram para gravar “Eazy Sleazy”, música composta por Mick Jagger durante o recente lockdown britânico. O vídeo registra cenas de distanciamento social da dupla no estúdio. “Eazy Sleazy” fala do impacto da pandemia, listando as situações forçadas pelo confinamento (“cancelem todas as turnês”, “não temos mais folhetos de agências de viagem” e “tentando compor música, melhor fazer por Zoom”), o negacionismo desvairado (“tomando a vacina, Bill Gates na minha corrente sanguínea”) e o otimismo por um renascimento vibrante ao final do lockdown. “Será uma memória que vamos tentar nos lembrar de esquecer”, resume o verso final. Além de cantar, Jagger toca guitarra na canção, acompanhado por Grohl em todos os demais instrumentos – bateria, baixo, mais guitarras e ainda vocais de apoio. Os dois se tornaram amigos quando o Foo Fighters foi improvisado como banda de apoio do cantor durante uma participação especial no programa humorístico “Saturday Night Live” em 2012. Bastante pesado, o rock é quase grunge e mostra que Jagger não perdeu a voz nem a urgência para falar dos tempos em que vive. A gravação chega quatro anos após a lenda do rock ensaiar uma retomada de sua carreira solo com os singles politizados de “Gotta Get a Grip” e “England Lost”, lançados na época em que o Reino Unido discutia o Brexit.
Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme
Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.
Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte
Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.
Documentário sobre Chorão, do Charlie Brown Jr., ganha trailer
A O2 Play divulgou o pôster e o trailer do documentário “Chorão: Marginal Alado”. O filme reúne registros da vida e da arte de Alexandre Magno Abrão, o skatista de “Santos Beach” que ficou conhecido como o cantor Chorão da banda Charlie Brown Jr. O diretor Felipe Novaes pesquisou mais de 1,2 mil horas de material audiovisual, e também incluiu uma entrevista com Champignon, o baixista da Charlie Brown Jr. que foi encontrado morto em seu apartamento em setembro de 2013 — seis meses depois de Chorão ter encerrado sua trajetória com o mesmo destino. “Chorão: Marginal Alado” estreia no dia 8 de abril simultaneamente nos cinemas e nas plataformas NOW, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e Youtube.
Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Miley Cyrus lança clipe gravado no maior show ao vivo desde o começo da pandemia
Miley Cyrus lançou o clipe da power ballad “Angels Like You”, uma das faixas mais populares de seu disco “Plastic Hearts”. O vídeo foi gravado durante seu show na abertura do Super Bowl 2021. Com clima de festival de rock, a performance teve participação de Joan Jett, Billy Idol e foi presenciada por 7,5 mil pessoas, todos profissionais da saúde já vacinados contra o coronavírus. Durante a apresentação, Miley ainda agradeceu aos médicos, enfermeiros e socorristas presentes e aos que não puderam ir por estar de plantão nos hospitais durante a pandemia. “Quero agradecer a vocês, são meus heróis e meus ídolos”, ela disse ao dedicar o espetáculo para eles. Na edição do clipe, a cantora lembrou que aquele foi o show de maior público desde o começo da pandemia de coronavírus. Ela ainda salientou que se todos cooperassem com a vacinação, apresentações ao vivo como aquela poderiam voltar a acontecer em breve. Veja abaixo o clipe oficial e a apresentação integral de “Angels Like You” no Super Bowl 2021.
Dandara Mariana estrela clipe dos Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso lançaram nesta quinta (5/3) o clipe de “Não Posso Mais”, música de Nando Reis que a banda gravou num disco de 2017 e que agora ressurge em vídeo dirigido por outro artista, o cantor Rubel. Além de dirigir, Rubel assinou o roteiro da produção, que se apresenta como um curta-metragem sobre o tema do desejo em tempos de isolamento social. As atrizes Dandara Mariana (de “A Força do Querer”) e Priscila Lima (“Brilhante F.C.”) vivem as protagonistas, duas vizinhas que se descobrem pela janela numa madrugada de insônia e começam a trocar mensagens escritas em “chamequinho” até despertar a vontade, mas, respeitando a quarentena, despedem-se sem dar “o beijo na boca” que gostariam.
Polícia persegue Ozzy Osbourne e Post Malone em clipe animado
O veterano cantor de rock Ozzy Osbourne lançou um clipe animado para a música “It’s a Raid”, parceria com Post Malone. O título é a primeira frase de Ozzy no desenho dirigido por Patrick Pope, que acompanha os dois cantores fugindo de uma batida policial (“raid”, em inglês). Após se verem cercados no quarto de motel em que consomem drogas, eles passam o clipe acelerando num carro, em fuga de viaturas, até serem encurralados. O final tem Ozzy (em versão jovem, além de animada) xingando todo mundo. A história de “It’s a Raid” teria sido inspirada por fatos reais. Pelo menos foi o que Ozzy contou em uma entrevista recente à rádio SiriusXM, dos Estados Unidos. “Estava sentado lá, em Bel Air [Los Angeles], o sol brilhava. Tinha cocaína à mão, bebidas. E eu pensava: ‘F*-se, eu consegui chegar até aqui!’. Estava muito quente. Vi aqueles botões na parede e pensei serem do ar condicionado. Apertei o botão e em cinco minutos, quatro ou cinco carros da política chegaram berrando na porta da casa.” Em outras palavras. Ozzy acionou o alarme da casa em vez de ligar o ar condicionado. “Então, eu e um roadie pegamos uma tigela enorme de cocaína e a maconha que tínhamos e nos escondemos no banheiro. Ficava pensando que não deveria jogar isso fora. Tive cocaína saindo pelas minhas orelhas! Não dormi por quatro dias depois disso.” No clipe, Ozzy não se esconde, mas foge acompanhado por Post Malone, gerando uma perseguição policial intensa pelas ruas de Los Angeles. Confira abaixo.
Veja Miley Cyrus cantar com Billy Idol e Joan Jett no Super Bowl 2021
Miley Cyrus fez seu show mais roqueiro em Tampa, Flórida, neste domingo (7/2), sacramentando sua transformação de popstar em rockstar na abertura do Super Bowl 2021. Transmitido ao vivo pelo perfil do TikTok da NFL, a liga do futebol americano, o show deixou claro a influência dos anos 1980 na atual fase da cantora, abrindo com cover de “Hey Mickey”, de Toni Basil, e seguindo com “Heart of Glass”, da banda Blondie, e as participações especiais de Billy Idol e Joan Jett. Billy Idol fez dueto com Miley em “Night Crawling”, música do novo disco da cantora, e em seu sucesso clássico “White Wedding”, que na apresentação ainda contou com acompanhamento do guitarrista da gravação original, Steve Stevens. Já Joan Jett comandou o palco, de guitarra em punho, à frente do dueto “Bad Karma” e de seus antigos hits “Bad Reputation” e “I Hate Myself For Loving You”, transformando Miley numa backing vocalista de luxo. O repertório de covers passou ainda por “Head Like a Hole”, do Nine Inch Nails (que ela cantou na série “Black Mirror”), “Edge of Seventeen”, “abençoada pela própria Stevie Nicks”, e o hino riot grrl “Rebel Girl”, do Bikini Kill, para compensar o fato de que suas músicas antigas não combinam com sua recente conversão ao rock’n’roll. Ainda assim, ela encaixou versões eletrificadas de hits, como “Party in USA” e “Wrecking Ball”. Mas principalmente criou contexto para as músicas do disco roqueiro, “Plastic Hearts”, lançado em novembro passado, que ela cantou pela primeira vez para um grande público. Com clima de festival de rock, a performance foi presenciada por 7,5 mil pessoas, todos profissionais da saúde já vacinados contra o coronavírus. Durante a apresentação, Miley ainda agradeceu aos médicos, enfermeiros e socorristas presentes e aos que não puderam ir por estar de plantão nos hospitais durante a pandemia. “Quero agradecer a vocês, são meus heróis e meus ídolos”, ela disse ao dedicar a última música, “The Climb”, para eles. Veja abaixo vídeos dos pontos altos da apresentação. Trecho da live de Edge Of Midnight no pré-show do Super Bowl. MILEY CYRUS SUPER BOWL pic.twitter.com/8lW9cOugGh — Tudo Miley (@TudoMiley) February 7, 2021 HEY MILEY! SHE IS HERE 🤘🏼 Miley Cyrus Super Bowl pic.twitter.com/VAqevGxaNJ — Miley Nation (@MileyNation13) February 7, 2021 Miley cantando "Plastic Hearts"@MileyCyrusBR MILEY CYRUS SUPER BOWL pic.twitter.com/BHqQqJ0hop — MCBR Media (@MCBRmedia) February 7, 2021 she played rebel girl! can @MileyCyrus put out a rock album already?? #SBLV pic.twitter.com/6B0u4WUK4z — 𝐿𝒾𝓁𝓎 𝑀𝒶𝒾𝒹 (@lilymaid__) February 7, 2021
Dado Villa-Lobos fará trilha do filme sobre a Fluminense FM
O músico Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, está fazendo a trilha sonora do filme “Aumenta que é Rock’n’Roll”, sobre a história da rádio Fluminense FM nos anos 1980. Conhecida como “a Maldita”, a rádio foi fundada em 1982 e se tornou a primeira FM especializada em rock no Brasil – um ano antes da gaúcha Ipanema FM e três anos antes da paulista 89 FM. A emissora chegou a se tornar a segunda rádio mais ouvida no Brasil e tocava em sua programação até fitas demo de bandas novas, entre elas a Legião Urbana – bem antes de suas primeiras gravações oficiais. O filme é baseada no livro autobiográfico de Luis Antonio Mello, fundador da “Maldita”, que deixou a rádio depois do primeiro Rock in Rio, em 1985. Acompanhando o apogeu e a queda da geração mais popular do rock brasileiro, a Fluminense durou apenas até 1990. Segundo a coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, a produção também mostrará um show da Legião Urbana. “Aumenta que é Rock’n’Roll”, cujo título lembra uma música da época, gravada por Celso Blues Boy (“Aumenta que Isso Aí é Rock’n’Roll”), tem direção de Tomás Portella (“Operações Especiais”, “Desculpe o Transtorno”) e destaca em seu elenco Johnny Massaro (“O Filme da Minha Vida”), Marina Provenzano (“Bom Dia, Verônica”), Adriano Garib (também de “Bom Dia, Verônica”), George Sauma (“Sai de Baixo: O Filme”), João Vitor Silva (“Impuros”) e Flora Diegues (“O Grande Circo Místico”). Por sinal, este foi o último trabalho de Flora, filha do diretor Cacá Diegues e da produtora Renata Magalhães, que faleceu em 2019, vítima de um câncer.
Marie Harmon (1923 – 2010)
A atriz Marie Harmon, que apareceu em vários westerns nos anos 1940 e era mãe da roqueira Cherie Currie, da banda The Runaways, morreu na segunda-feira (25/1) de causas naturais em Los Angeles, aos 97 anos. Nascida em Chicago, Harmon mudou-se para Hollywood aos 18 para se tornar atriz, logo conseguindo pequenos papéis em produções da época da 2ª Guerra Mundial, geralmente sem receber créditos pelas figurações. Ela acabou tendo um espaço maior na comédia musical “Her Lucky Night” (1945), da Universal, o que lhe rendeu um contrato com a Republic Pictures e mais destaque nos westerns B do estúdio, como “The El Paso Kid” (1946), “Gunsmoke” (de 1947, sem relação com a famosa série) e “O Luar de Nevada” (1948), estrelado pelo cowboy cantor Roy Rogers. Harmon também apareceu em “Punhos de Ouro” (1947), com Mickey Rooney, e na adaptação de quadrinhos “Pafúncio e Marocas às Voltas com a Lei” (1948). Apesar disso, sua carreira nunca decolou e ela abandonou Hollywood após o impactante drama “Mãe Solteira” (1949), de Ida Lupino. Aposentada, ela só voltou a ser lembrada pela indústria do cinema por causa da filha mais famosa. No filme de 2010 “The Runaways: Garotas do Rock”, estrelado por Dakota Fanning como Cherie Currie e Kristen Stewart como Joan Jett, Harmon voltou às telas por meio da interpretação de Tatum O’Neal. Além de Cherie, Marie Harmon também era mãe da cantora Marie Currie e da atriz Sondra Currie, que já atuou em quase 90 filmes, inclusive nos três “Se Beber, Não Case”.












