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  • Filme,  Música

    Dave Grohl é possuído em trailer de terror da banda Foo Fighters

    4 de dezembro de 2021 /

    A banda Foo Fighters divulgou em seu canal do YouTube o trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. A prévia mostra a banda gravando o disco “Medicine at Midnight”, quando de repente os olhos do cantor Dave Grohl ficam totalmente negros. Logo, ele começa a voar. Mas possessão não é nada perto dos fantasmas, demônios e criaturas sombrias que surgem em seguida. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após transformarem uma mansão antiga e cheia de história em estúdio para gravar seu 10º álbum, sem saber que as forças ocultas do local ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico 5”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para fevereiro de 2022 nos EUA, exatamente um ano após o lançamento de “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Filmes: “Marighella” é principal estreia de streaming da semana

    3 de dezembro de 2021 /

    A programação de filmes das plataformas de streaming está ótima nesta semana, com destaque para a chegada de “Marighella” na Globoplay e “Ataque dos Cães” na Netflix. Mas há outras boas opções, entre aventuras épicas, desenhos animados, dramas premiados e documentário de rock. Veja abaixo as 10 principais indicações para o fim de semana online.     Marighella | Globoplay   Maior bilheteria do cinema brasileiro em 2021, o filme que marca a estreia na direção do ator Wagner Moura (“Narcos”) recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói na obra, em interpretação magistral de Seu Jorge (“Irmandade”), Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com o diretor, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Por conta disso, o filme rodado em 2017 e que teve pré-estreia mundial no Festival de Berlim de 2019, demorou dois anos para conseguir estrear no Brasil. Comparado às obras dos grandes cineastas do cinema engajado dos anos 1960 e 1970, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes.     Ataque dos Cães | Netflix   Western dirigido por Jane Campion, primeira mulher a vencer a Palma de Ouro do Festival de Cannes – por “O Piano”, em 1993 – e que acrescentou em sua estante o troféu de Melhor Direção no Festival de Veneza deste ano por esta nova obra, “Ataque dos Cães” é um “Brokeback Mountain” desalmado e trancado muito mais fundo no armário. A trama explora o poder intimidador do protagonista, um homem bruto encarnado pelo ator inglês Benedict Cumberbatch (“Dr. Estranho”) no primeiro papel de cowboy de sua carreira, e o desespero da personagem de Kirsten Dunst (“Melancolia”) diante do bullying que ele pratica contra seu filho, vivido por Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”). Só que perseguição maldosa embute um subtexto gay, tanto do interesse do vilão em sua vítima quanto do medo do jovem perceber sua verdade. Por extensão, o filme também coloca em questão todo o gênero clássico do western, repleto de machões que desdenham da franqueza das mulheres e vivem sempre acompanhados de outros homens. Venceu o Festival de San Sebastián e soma 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.     Ágora | MUBI   O épico histórico de Alejandro Amenábar (“Os Outros”) sobre Alexandria, uma das cidades mais importantes de todos os tempos, conjectura os motivos que levaram o grande conhecimento guardado em sua biblioteca a ser destruído de forma violenta. Ataque aos intelectuais e intolerância religiosa marcam uma trama típica de aventura de época, mas que também inspira reflexão, especialmente pelo fato de os vilões serem cristãos fanáticos. Com 11 prêmios internacionais, o filme destaca em seu elenco Rachel Weisz (“A Favorita”) e Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”).     Viagem ao Topo do Mundo | Netflix   A animação dramática francesa acompanha a busca obsessiva de um fotojornalista pela verdade sobre a primeira expedição ao Monte Evereste, em busca de um alpinista estimado que desapareceu. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme marca a estreia na direção de Patrick Imbert, animador dos ótimos “Abril e o Mundo Extraordinário” (2015) e “Ernest & Célestine” (2012).     Diário de um Banana | Disney+   Graças ao sucesso dos livros infantis – 250 milhões de cópias vendidas – e dos filmes live-action lançados entre 2010 e 2017, a história criada por Jeff Kinney já é bem conhecida. A versão animada adapta o primeiro livro, reintroduzindo Greg Heffley, um garoto magricela, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos para se tornar rico e famoso. Mas para isso precisa conseguir sobreviver ao ensino fundamental primeiro. Perseguido e constantemente humilhado, ele acredita que essa fase um dia vai passar, mas não se conforma de ver seu melhor amigo Rowley levar a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar!     A Fita Cassete | Netflix   Comédia dramática passada nos anos 1990 sobre uma adolescente tímida e ignorada, que descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos e, ao acidentalmente destrui-la, decide encontrar cada música obscura do k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda, com maquiagem gliter exagerada e se achando tão grunge quanto os Titãs na época. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal, e o elenco ainda destaca Julie Bowen (“Modern Family”) como sua vó incrivelmente jovem.     Um Crush para o Natal | Netflix   O primeiro filme gay de Natal da Netflix traz Michael Urie (de “Ugly Betty”) como um rapaz que convence o melhor amigo (o estreante Philemon James) a fingir ser seu namorado durante o feriado com sua família, especificamente para evitar que a mãe (Kathy Najimy, de “Abracadabra”) encha seu saco por estar solteiro. Só que a mãe já tinha planejado um encontro às cegas com Luke Macfarlane (de “Killjoys”) e ele pode ter estragado sua chance com o novo e interessante pretendente. Ao mesmo tempo, os parentes tentam mostrar para Peter que seu melhor amigo pode ser o melhor namorado de sua vida.     Noite #1 | Filmica   Nossos Entes Queridos | Filmica   Os dois primeiros longas de Anne Émond chegam ao streaming numa mini retrospectiva de um dos novos talentos do cinema canadense, especialmente da região do Quebec, que tem como idioma principal o francês. Premiado nos festivais de Toronto e Vancouver, o filme de estreia, “Noite #1” (2011), acompanha uma ficada de uma noite, que surpreende por virar uma noitada de conversas e reflexão entre um casal de desconhecidos. Já “Nossos Entes Queridos” reflete o impacto da morte de um pai na vida dos filhos, muitos anos depois do acontecido, e rendeu a Émond o prêmio Jutra (do cinema quebequense) de Melhor Direção.     Woodstock 99: Peace, Love, and Rage | HBO Max   O Festival de Woodstock entrou para História como ponto alto da era hippie, mas seus organizadores perderam uma fortuna em 1969 quando o evento foi invadido por centenas de milhares de jovens, que não pagaram um centavo de ingressos. Trinta anos depois, eles resolveram recuperar o investimento com um novo festival musical, apelando para a mítica em torno do nome Woodstock. Mas em vez de três noites de paz, amor e música, o evento de 1999 entrou para a História por outros motivos, com exploração financeira, cenas de violência e até denúncia de estupro. Assim como 30 anos atrás, marcou época tanto pelo rock quanto o que aconteceu longe de seus palcos.

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  • Filme

    “Mixtape” ganha título nacional e trailer legendado da Netflix

    27 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Mixtape”, comédia dramática passada nos anos 1990 que recebeu o título nacional de “A Fita Cassete”, num caso típico em que era melhor ter mantido o nome original. O filme segue uma adolescente tímida e ignorada, que descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos. Ao acidentalmente destruir a fita, ela decide encontrar cada música obscura listada na fita k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda, com maquiagem gliter exagerada e se achando tão grunge quanto os Titãs na época. É uma história adolescente divertida, que tipicamente erra referências como costumam acontecer nos filmes adolescentes sobre outras gerações. Para deixar clara a confusão, a trilha que toca no trailer vai do hair metal de Blues Saraceno ao punk quase indie de Girls at Our Best, o que revela que os pais da garota tinham gosto ecletíssimo ou que os produtores são jovens demais para lembrar que as duas tribos musicais não se suportavam. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal, e o elenco também destaca Julie Bowen (“Modern Family”) como sua vó incrivelmente jovem, Audrey Hsieh (“Here Today”) como sua melhor amiga, a estreante Olga Petsa como a rebelde da escola e Nick Thune (“Love Life”) como um vendedor de loja de discos. A nostalgia de “Mixtape” chega ao streaming em 3 de dezembro.

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  • Filme

    Filmes online: “Venom” e os lançamentos de locação digital

    26 de novembro de 2021 /

    Super-heróis, dramas premiados, terrores brasileiros e shows clássicos de rock são as principais novidades das locadoras digitais, que também recebem “Duna” – igualmente disponibilizado em streaming, sem custo adicional. O principal título é “Venom – Tempo de Carnificina”, que chega para locação após trazer o público de volta aos cinemas. Quem preferiu esperar para assistir na segurança e conforto do lar, tem a opção de se divertir com um filme que se leva bem menos a sério que as demais produções da Marvel. Veja outras dicas abaixo.     Venom – Tempo de Carnificina | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube   Filme mais visto nos cinemas brasileiros desde o começo da pandemia, o segundo “Venom” foi o primeiro blockbuster dirigido pelo ator Andy Serkis (o macaco Caesar dos filmes de “O Planeta dos Macacos”), que opta por reforçar o que deu certo no primeiro longa: a convivência forçada do protagonista (Tom Hardy) com o alienígena simbionte que batiza a franquia. O tom é de “pastelão” – com direito a ketchup na cara. Mas as gracinhas ficam um pouco de lado quando o novo vilão aparece em cena. O “Tempo de Carnificina” do título completo se refere ao personagem introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme (vivido por Woody Harrelson), que na continuação se transforma em outro simbionte assassino, apropriadamente batizado de Carnificina. Por sinal, a cena pós-crédito de “Venom – Tempo de Carnificina” também tem um desenvolvimento importante, com provável conexão com “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”.     Duna | Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Vivo Play   Com opção de VOD, “Duna” também está disponível em streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max. Seja qual for sua preferência, o ideal é não vê-lo num celular e sim na maior tela possível, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco no filme de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Adaptação do clássico sci-fi escrito originalmente por Frank Herbert em 1965 – e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”) – , a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo e que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. Villeneuve adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme (já confirmado).     Onde Fica o Paraíso | Amazon, Apple, Google, Looke, Microsoft, NOW, Vivo, YouTube   Gemma Arterton (“João e Maria: Caçadores de Bruxas”) vive uma pesquisadora solitária e reclusa num pequeno vilarejo inglês, que tem sua vida alterada quando, durante o auge da 2ª Guerra Mundial, recebe a missão de cuidar de um jovem fugitivo dos bombardeios nazistas em Londres. A inocência e a curiosidade do menino despertam nela lembranças de um passado que estava enterrado. Com muitos elogios para a performance de Arterton, o longa de estreia da diretora Jessica Swale atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.     Os Esquecidos | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   A diretora ucraniana Daria Onyshchenko (do premiado “Eastalgia”) mergulha nas manchetes de guerra de seu país, ao explorar a relação entre uma professora e um estudante em meio à ocupação da cidade de Luhansk por separatistas russos. Premiado em festivais europeus e pela Academia Ucraniana de Cinema, “Os Esquecidos” é uma homenagem à resistência contra a opressão, numa disputa territorial que está longe de terminar.     Sin Señas Particulares | Vivo Play   Outra história extraída dos noticiários atuais, “Sin Señas Particulares” acompanha a odisseia de uma mãe, que parte em viagem desesperada em busca do filho, supostamente morto enquanto tentava cruzar a fronteira para os Estados Unidos. Reflexão sobre a tragédia contemporânea da imigração ilegal, o primeiro longa da cineasta Fernanda Valadez tem 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu nada menos que 26 prêmios internacionais, incluindo o prêmio do público do Festival de Sundance e nove troféus da Academia Mexicana de Cinema – entre eles, o Ariel (o Oscar mexicano) de Melhor Filme em 2021.     O Novelo | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Vencedor do Prêmio do Público e de Melhor Ator (Nando Cunha) no Festival de Gramado deste ano, o primeiro longa de Cláudia Pinheiro acompanha cinco irmãos que mal lembram do pai e perderam a mãe cedo, transformando o mais velho num pai substituto. Já adultos, recebem a notícia de que um homem em coma numa UTI pode ser seu pai desaparecido. Reunidos na sala de espera do Hospital, eles mergulham em seus conflitos e memórias, enquanto passam o tempo fazendo tricô aprendido na infância. E esta é a única tradição que os une, já que se revelam completamente diferentes. Adaptação da peça homônima de Nanna De Castro, “O Novelo” usa linguagem cinematográfica para revelar a história de cada um, transformando cada fio de trajetória em reflexões sobre o papel do homem no mundo contemporâneo.     O Tio | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Descascado | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Dois filmes do cineasta paulista André Borelli. Em comum, “O Tio” (2020) e “Descascado” (2021) integram um universo sombrio de torturas físicas e psicológicas, em que personagens inocentes são enredados em tramas de falsos simpáticos, na verdade mal-intencionados. Ambos são terrores incômodos, que como os dois lançamentos anteriores do diretor (“Quase Livres” e “O Poço”) conseguem extrair o máximo da condição de produções independentes com a presença de poucos personagens e situações de confinamento. É quase uma marca autoral, já reconhecida no circuito dos festivais internacionais de cinema fantástico.     Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts | NOW   Pink Floyd: Pulse | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Dois documentários de shows clássicos completam a seleção, mostrando o começo de uma lenda e o final de outra. “Bruce Springsteen: The Legendary 1979 No Nukes Concerts” reúne as melhores apresentações de Springsteen no Madison Square Garden, em shows que marcaram sua estreia no ativismo político em 1979 – num protesto contra a energia nuclear após o meltdown de Three Mile Island. A ironia é que as apresentações mostram a E Street Band em sua forma mais bombástica e incendiária. Trata-se de um momento importante e pouco conhecido da transformação de Springsteen num dos roqueiros mais aclamados de seu tempo. “Pink Floyd: Pulse” também foi um marco histórico e chegou a virar disco ao vivo. Mas enquanto o álbum reuniu trechos de vários shows da turnê “The Division Bell”, o filme é o registro de um único show daquela época, realizado em 1994 em Earls Court, Londres, com o repertório integral do disco “Dark Side of the Moon”. Trata-se de uma das últimas performances oficiais da banda, àquela altura já sem Roger Waters, que se separou ao fim da turnê. Depois disso, eles só se reuniram em concertos beneficentes.

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  • Filme,  Música

    Filme independente revela fotos de intérpretes dos Beatles

    25 de novembro de 2021 /

    No mesmo dia em o documentário “The Beatles: Get Back” estreia na Disney+, outro projeto envolvendo a banda mais famosa de todos os tempos começa a ganhar vida, com a divulgação das primeiras fotos dos intérpretes de John, Paul, George e Ringo no filme independente “Midas Man”. As imagens não devem atrair muitos fãs à produção, que tem baixo orçamento e é no mínimo conturbada. O sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018), abandonou o projeto em meio às filmagens e foi substituído por Sara Sugarman (“Confissões de uma Adolescente em Crise”) – sem maiores explicações. As filmagens ficaram interrompidas por quase um mês, mas foram recentemente retomadas em Liverpool, cidade que serviu de cenário para o surgimento dos Beatles. Os atores Jonah Lees (“Carta ao Rei”) vive John Lennon, Blake Richardson (“Eleven Days”) é Paul McCartney, Harvely Elledge (“Creation Stories”) interpreta George Harrison e o estreante Campbell Wallace assume as baquetas de Ringo Starr. Ao lado dos atores caracterizados com o visual de no máximo 1965, é possível ver em destaque um amplificador Orange, que só foi inventado em 1968. De todo modo, a história é centrada, na verdade, no “quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967), o homem com o toque de Midas, que é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. O quarteto achou engraçado. Mas oito meses depois de conhecê-lo, assinaram o contrato que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles, que também teve uma carreira de sucesso. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. Muitos ligam a morte precoce de Epstein ao começo do fim da banda. No filme, Epstein será interpretado por Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”. O elenco também inclui Adam Lawrence (“Peaky Blinders”) como Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, Jay Leno (“The Tonight Show”) como o lendário apresentador Ed Sullivan, Emily Watson (“Chernobyl”) e Eddie Marsan (“Ray Donovan”) como os pais do empresário, Rosie Day (“Por um Corredor Escuro”) como Cilla Black e Charley Palmer Rothwell (“Jack Ryan”) no produtor musical George Martin. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Música,  Série

    Série dos Beatles é “sonho realizado” do diretor Peter Jackson

    24 de novembro de 2021 /

    O cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) definiu o lançamento da série “The Beatles: Get Back”, que acontece nesta quinta (25/11) na plataforma Disney+, como um “sonho realizado”. “Foi um sonho realizado e eu realmente quero dizer isso porque eu passei anos como um fã dos Beatles, e imagino que muitos fãs como eu também façam isso, imaginando o que poderiam fazer se inventassem uma máquina do tempo”, disse Jackson. “Se eu pudesse voltar para um só dia, qual eu escolheria? E eu acho que sabia qual seria a minha escolha: eu pegaria um dia nos anos 1960, iria para Abbey Road e sentaria no canto do estúdio para ver os Beatles trabalharem”. E foi basicamente isto que ele fez, ao mergulhar em 56h de cenas íntimas dos Beatles durante ensaios e gravações do disco “Let It Be” em 1969. A captação das imagens foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969, originalmente para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol desde a década de 1990 – e com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+.

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  • Música,  Série

    Novo trailer de documentário revela mais cenas inéditas dos Beatles

    22 de novembro de 2021 /

    A Disney+ divulgou nas redes sociais um novo trailer da série documental “The Beatles: Get Back”, que os bastidores da gravação do álbum “Let It Be”. A prévia mostra imagens inéditos dos músicos ao som da própria “Let It Be”. A captação das imagens foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969, originalmente para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado ao fim da melhor banda de todos os tempos. Intrigado com as muitas horas registradas e que nunca tinham vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) pediu para vasculhar os arquivos e conseguiu permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, para recuperar o material num novo documentário. Só que ele encontrou mais de 56 horas de filmagens desconhecidas do público, que o cineasta decidiu transformar numa minissérie de três episódios, de modo a não não deixar nada importante de fora. O mais o curioso do projeto, como mostra a prévia, é que, ao contrário do filme visto em 1970, as imagens encontradas por Jackson não traz músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem contexto distinto, com os artistas no auge da criatividade, divertindo-se durante o trabalho em conjunto. Além das cenas de ensaios e gravações, a minissérie também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, que marcou a última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+. "Let it be, let it be…" 🎵 Pode já ir aquecendo a voz que eles estão chegando.#TheBeatlesGetBack, uma Série Original. Estreia em 25, 26 e 27 de novembro. Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/GzLCGEpj4c — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) November 22, 2021

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  • Música

    Jason Sudeikis estrela clipe escatológico do Foo Fighters

    19 de novembro de 2021 /

    A banda Foo Fighters lançou o clipe de “Love Dies Young”, que começa como um curta de humor de Jason Sudeikis. No vídeo, o vencedor do Emmy como o técnico de futebol que batiza a série “Ted Lasso” interpreta outro tipo de treinador, incentivando de forma dura – e de peruca loira – um time de natação sincrônica. Quando as “meninas” vão para a piscina, elas se revelam os integrantes barbados da banda, que ganham corpo atlético graças à montagem de computador. Com direção do vocalista Dave Grohl, o clipe destaca a apresentação competitiva e ensaia um final feliz com as notas 10 conseguidas pela performance aquática. Só que vai além (do bom gosto) para incluir um desfecho escatológico.

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  • Série

    Lily James vira Pamela Anderson em trailer de série sobre sex tape mais famosa do mundo

    18 de novembro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Pam and Tommy”, que mostra Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. A prévia mostra que a transformação da dupla, especialmente da atriz britânica, é impressionante. Com oito episódios, a minissérie vai se concentrar no vazamento da sex tape de lua de mel do baterista da banda Mötley Crüe e da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, que comercializou a fita, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e estreia em 2 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a produção será lançada pela plataforma Star+, que ainda não confirmou a data.

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  • Filme,  Música

    Jonah Hill será Jerry Garcia em filme de Martin Scorsese sobre a banda Grateful Dead

    18 de novembro de 2021 /

    O cineasta Martin Scorsese vai estender sua parceria com a Apple TV+ com um novo filme, após concluir “Killers of the Flower Moon”. Como seu próximo projeto, ele pretende produzir e dirigir uma longa biográfico sobre a banda Grateful Dead e já escalou Jonah Hill como o cantor Jerry Garcia. Hill, que foi indicado ao Oscar pela colaboração com Scorsese em “O Lobo de Wall Street”, também será um dos produtores. O roteiro está sendo escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, responsáveis pela premiada minissérie “American Crime Story: The People vs. OJ Simpson”, e conta com a colaboração dos integrantes da banda. Surgido em meio à contracultura psicodélica dos anos 1960, Grateful Dead continua em atividade até hoje graças a fãs ardorosos, autodenominados Deadheads, que lotam seus shows para assistir improvisos e solos intermináveis. Mas embora os membros sobreviventes façam o possível, a fase áurea da banda chegou ao fim quando Jerry Garcia morreu em 1995. Scorsese faz parte da mesma geração da banda, tendo começado a carreira trabalhando no documentário sobre o festival de Woodstock, em 1969. Paralelamente a sua respeitada filmografia de obras de ficção, ele continuou a alimentar sua paixão por documentários de rock com vários projetos, entre eles a produção de um filme sobre o Grateful Dead, “Long Strange Trip”, lançado em 2017. Ainda sem título, o longa está sendo comemorado na Apple, com quem Socorsese assinou um contrato de produção no ano passado. A plataforma resolveu investir em filmes e prepara diversos lançamentos de peso para os próximos meses, incluindo o citado “Killers of the Flower Moon”, que reúne Leonardo DiCaprio e Robert De Niro, “Kitbag”, de Ridley Scott, que trará Joaquin Phoenix como Napoleão, “Emancipation”, de Antoine Fuqua, com Will Smith no papel de escravo, e um novo thriller sem título estrelado por George Clooney e Brad Pitt.

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  • Filme

    Baz Luhrmann libera primeiro teaser da cinebiografia de Elvis Presley

    15 de novembro de 2021 /

    O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) liberou a primeira mostra de sua cinebiografia de Elvis Presley, publicando um teaser do filme nas redes sociais. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas ou à distância em três momentos distintos da carreira do cantor, como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e na chegada a um megashow dos anos 1970. O post também revelou que o filme será lançado em 24 de julho de 2022. A produção ainda sem título também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para este mês nos EUA. Elvis Monday⚡️ Made a little something to let you good people know we are taking care of business on June 24, 2022.#Elvis #TCB pic.twitter.com/grf8IGqfw9 — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) November 15, 2021

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  • Música

    Avril Lavigne volta ao rock em clipe com baterista do Blink-182

    13 de novembro de 2021 /

    Avril Lavigne volta ao rock com o clipe de “Bite Me”. Depois de uma temporada interminável de baladas com piano e arranjos de cordas, a cantora canadense que estourou há duas décadas com a explosiva “Sk8er Boi” volta a pegar guitarra e gritar ao microfone, com disposição renovada para soltar palavrões e agitar dedos ofensivos. O movimento acontece após ela virar referência da nova geração roqueira e se segue à sua participação no clipe de “GROW”, punk pop de Willow – a filha de Will Smith. Por sinal, tanto “GROW” quanto “Bite Me” compartilham o mesmo baterista: Travis Barker, da banda Blink-182. Ele tem quase tanto destaque quanto Avril no novo vídeo. Com direção de Hannah Lux Davis, conhecida pelos clipes mais populares de Ariana Grande, a produção visual tem uma historinha, em que Avril e Travis invadem a casa de um ex-namorado infiel da cantora, acompanhados por um bando de fortões para dar uma prensa no folgado. É neste contexto que entram os palavrões e os dedos do meio. Vale observar que há um faux pas conceitual na produção, em que os figurantes fortões aparecem cobertos de tinta preta. Não fica claro se a ideia é aludir à sujeira de graxa ou se trata de uma black face racista. Há justaposição de referências, já que eles representam capangas violentos, mas também se vestem com tutus sujos de balé.

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  • Música,  Série

    Cena da minissérie dos Beatles mostra ensaio de “I Got a Feeling”

    13 de novembro de 2021 /

    A Disney divulgou uma cena legendada da série documental “The Beatles: Get Back”, que mostra um ensaio da música “I Got a Feeling” nos bastidores da gravação do álbum “Let It Be”. A filmagem original durou um mês e foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970, destacando as brigas e disputas internas que teriam levado ao fim da melhor banda de todos os tempos. Intrigado com as muitas horas registradas e que nunca tinham vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) teve aprovação para vasculhar os arquivos com apoio dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison. O que ele encontrou somam mais de 56 horas de filmagens desconhecidas do público, que o cineasta se propôs a editar e lançar num novo documentário. Durante as negociações com a Disney, a estrutura foi modificada para uma série de três episódios, de modo a não não deixar nada importante de fora. O mais o curioso do projeto, como mostra a prévia, é que, ao contrário do filme visto em 1970, as imagens encontradas por Jackson não mostram músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem contexto distinto, com os artistas no auge da criatividade, divertindo-se durante o trabalho em conjunto. Além das cenas de ensaios e gravações, a minissérie também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, que marcou a última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+.

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