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    Lily James usou 50 seios postiços para parecer Pamela Anderson em “Pam and Tommy”

    7 de fevereiro de 2022 /

    A produção da minisssérie “Pam and Tommy” surpreendeu ao deixar Lily James (“Rebecca”) parecida com Pamela Anderson. Originalmente, as duas atrizes são muito diferentes. Mas a equipe de maquiagem conseguiu realizar uma transformação completa. Em entrevista ao site Refinery29, Jason Collins, chefe de maquiagem da produção, contou alguns dos segredos. Entre eles, estão o uso de nada menos que 50 seios postiços. “A verdade é usávamos um novo par todos os dias para filmar, o que significava ter 50 deles produzidos”, disse. Segundo Collins, outros 20 pares de seios acabaram sendo descartados durante as filmagens por causa de acidentes. Mais de uma dúzia foram destruídos durante as filmagens das cenas de sexo da atriz. “Nós passamos de 65 a 70 seios”, contou o chefe da maquiagem, revelando o atrito gerado pelas cenas íntimas entre Lily James e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”), intérprete do roqueiro Tommy Lee, foi responsável pela perda de várias próteses. Além das próteses, a produção também contou com um time de cabeleireiros para mudar o cabelo de Lily James, além de uma equipe de maquiadores para mudar sua expressão. Barry Lee Moe, chefe do departamento de cabelo da produção, contou à revista Variety que antes das câmeras começarem a gravar, James passava de 3 a 5 horas diárias com cabeleireiros e maquiadores para ficar parecida com a estrela dos anos 1990. “Acabamos usando 25 perucas no final”, contou, lembrando ainda que todos os atores, incluindo Seth Rogen (“Vizinhos”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”) e Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) usaram perucas na produção. “Nós os transformamos em novos personagens”, contou Lee Moe. Lançada na semana passada pela plataforma Star+, “Pam and Tommy” lembra o vazamento da sex tape mais famosa de todos os tempos, gravada na lua de mel da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) e do baterista da banda Mötley Crüe, trazendo Lily James e Sebastian Stan nos papéis de Pamela Anderson e Tommy Lee. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal nos anos 1990. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen ainda interpreta o homem que roubou a fita infame. Os três primeiros episódios já estão disponíveis, com os demais (de um total de oito) liberados semanalmente às quartas.

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  • Música

    Os 10 clipes indies da semana exploram o lado dark da música eletrônica

    5 de fevereiro de 2022 /

    A seleção de clipes independentes da semana reúne os melhores lançamentos de música eletrônica dos últimos dias. Mas não se trata de música alegrinha para encher pista de dança. É som de luz negra, que reflete o lado mais dark da eletrônica, com muitas referências góticas, mas sem perder o apelo dançante. Boa parte dos artistas destacados estão iniciando a carreira, como pode ser conferido a seguir. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre cada artista na descrição dos vídeos, e num playlist, localizado ao final, para uma sessão contínua – método indicado para quem quiser assistir ao conteúdo numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome). Veja abaixo.   MELT MOTIF | NORUEGA A banda eletrônica norueguesa, com passaporte carimbado em São Paulo, combina vocais de dreampop com batidas lentas, guitarras de rock industrial e clipes de terror. O álbum de estreia “A White Horse Will Take You Home” será lançado em maio.   ARACHNIDA | CHILE Há uma década em atividade no Chile, o projeto eletrônico do cantor e músico Sebastián Mortiphero é influenciado por Depeche Mode e a estética gótica. A música “Product of Hate” foi originalmente lançada em 2018, mas só ganhou clipe no último fim de semana, graças à produção de uma versão remix, assinada pela dupla alemã Paradox Obscur.   DEAD LIGHTS | INGLATERRA O cantor inglês Saul, aka Mr Strange, e o músico holandês Richard Van Kruysdijk se juntaram durante a pandemia. O som é EBM dark e pesada, mas muito dançante. Lançada na sexta (4/2), “Boom Boom Trash” é a faixa-título do segundo EP da dupla andrógina.   SOLO ANSAMBLIS | LITUANIA O grupo pós-punk lituano lançou seu primeiro disco em 2016 e desde então vem chamando atenção com shows energéticos de eletrônica com atitude roqueira. A definição de seu som, segundo eles mesmos, é música dançante triste.   ISOCULT | ALEMANHA Formada na véspera da pandemia, a banda alemã se inspirou na quarentena de coronavírus de 2021 para compor “White Noise”, uma música sobre isolar-se, consumir mídia o dia todo e perder-se no “ruído branco”.   NNHMN | Alemanha NNHMN (Non-Human) é uma dupla alemã de dark wave eletrônica, especializada em batidas hipnóticas, climas de terror e vocais suspirantes.   COATIE POP | EUA A novidade de Nova York se descreve como “uma dupla etérea pós-punk grunge rave”. E o som é realmente uma mistura de referências. O single de “City Song” é impulsionado por um sintetizador glacial, um baixo gótico, batidas dançantes de techno e os vocais de dreampop da cantora Courtney Watkins. O clipe ainda inclui participação da equipe de dança Nameless Shufflers para aumentar a confusão entre gêneros e cenas. O álbum de estreia, “Deathbed”, será lançado em 11 de fevereiro.   MENTHÜLL | CANADÁ Juntos há dois anos, Gabriel e Yseult buscam calma e silêncio em seu novo single, que evoca New Order em francês.   ALINA VALENTINA | HOLANDA “Queen of the Darkness” é o primeiríssimo clipe da artista eletrônica holandesa, apesar dela estar lançando já seu segundo álbum de synthwave retrô, “Life Is Like a Fairytale”, em 25 de fevereiro.   BOY HARSHER | EUA A dupla de synthpop dark se junta a Mariana Saldaña, cantora do Boan, de Los Angeles, em uma música da trilha de “The Runner”, média-metragem (40 minutos) de terror totalmente musicado por Jae Matthews e Augustus Muller, e lançado na plataforma Shudder nos EUA.     MELT MOTIF | NORUEGA | ARACHNIDA | CHILE | DEAD LIGHTS | INGLATERRA | SOLO ANSAMBLIS | LITUANIA | ISOCULT | ALEMANHA | NNHMN | Alemanha | COATIE POP | EUA | MENTHÜLL | CANADÁ | ALINA VALENTINA | HOLANDA | BOY HARSHER | EUA

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  • Música

    Red Hot Chili Peppers retoma formação clássica e lança primeiro clipe em cinco anos

    4 de fevereiro de 2022 /

    A banda Red Hot Chili Peppers lançou seu primeiro clipe em cinco anos. Com direção de Deborah Chow (da série “O Mandaloriana”), o vídeo também celebra o retorno da formação favorita dos fãs da banda, com John Frusciante na guitarra. Frusciante se juntou à Anthony Kiedis, Flea e Chad Smith em 1989, logo após a morte do guitarrista original, Hillel Slovak, e com apenas 18 anos. Ele mudou o som da banda, que explodiu com o disco “Blood Sugar Sex Magik” em 1991. Mas por causa de seu vício em drogas, passou a ser um membro inconstante, abandonando o grupo em duas ocasiões. A primeira foi logo após o estouro comercial, em 1992. Sua volta em 1999 rendeu outro disco bem-sucedido, “Californication”, antes dele largar tudo de novo em 2009. O quarteto voltou a se reunir em shows ao vivo na véspera da pandemia, e a música “Black Summer” é o primeiro sinal do que esperar desse revival. O som inicialmente chega a lembrar “Under the Bridge”, o maior sucesso de “Blood Sugar Sex Magik”, mas logo ganha solos de guitarra psicodélicos e uma batida funky que não conversam entre si. Em comunicado à imprensa, os integrantes da banda disseram que passaram “milhares de horas, juntos e individualmente, nos aprimorando e compartilhando para fazer o melhor álbum que pudéssemos”, e frisaram que estão “gratos por essa chance de estar juntos novamente na mesma sala”. O 12º álbum do grupo, intitulado “Unlimited Love”, está previsto para chegar ao mercado em 1º de abril.

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  • Música

    Presidente do Spotify defende propagação de conteúdo ofensivo

    4 de fevereiro de 2022 /

    Um discurso de 15 minutos do presidente e fundador do Spotify, Daniel Ek, vazado pelo site The Verge, escancarou que a empresa não está preocupada com repercussões negativas por abrigar negacionistas. Ek defendeu que o conteúdo ofensivo não é problemático se der audiência e lucro. Só que na verdade, em vez disso, está dando prejuízo para o Spotify. Bilionário. No discurso gravado por funcionários, o executivo abordou o podcast de Joe Rogan, responsável por questionar a eficácia das vacinas contra a covid-19, chamando-o de vital para sua companhia. Apesar de considerar “muito ofensivas” e estar “fortemente em desacordo” com “muitas coisas” que Joe Rogan diz, “para alcançar suas metas” a plataforma deve manter conteúdos que seus funcionários “podem não gostar”. “Nem tudo é válido, mas haverá opiniões, ideias e crenças com as quais discordamos fortemente, e inclusive que nos deixam furiosos ou tristes”, disse Ek justificando seu apoio a Rogan. Ele ainda acrescentou que não faria controle maior de conteúdo, ignorando pedidos neste sentido. “Não podemos escrever novas ou diferentes políticas com base em notícias ou questionamentos de pessoas”, disse o empresário. Em uma avaliação digna de podcast negacionista, Ek ainda afirmou que a expressão criativa e a segurança dos ouvintes “raramente entram em conflito”. Entretanto, programas negacionistas como o de Joe Rogan – que já recomendou remédios ineficazes com perigosos efeitos colaterais e afirmou que as vacinas podem alterar genes, sugerindo a jovens que não se vacinem – são capazes de causar danos irreparáveis à saúde dos ouvintes. Em defesa de sua política, Ek afirmou que alguns episódios do podcast de Rogan teriam sido eliminados por não se adequarem às regras do Spotify. Ele não citou quais, mas os episódios eliminados foram produzidos antes do acordo com a plataforma e continham os convidados mais radiativos do programa, incluindo golpistas conspiradores e predadores sexuais de baixíssimo nível. Já os episódios mais polêmicos sobre a covid ainda estão no ar e podem ser ouvidos por qualquer pessoa. No Brasil, a situação ainda é pior, já que dezenas de podcasts abrigados no Spotify propagam impunemente mensagens letais, que podem levar seus ouvintes à morte. O executivo ainda ressaltou que, por sua posição de líder no mercado mundial, seria “impossível ignorar a escala e o sucesso” do podcast “Joe Rogan Experience”, que tem total autonomia sobre seu conteúdo e com quem a plataforma assinou um contrato de exclusividade no ano passado. “Para ser honesto, se não tivéssemos tomado alguma das decisões que tomamos, tenho certeza de que nossa empresa não estaria onde está hoje”, acrescentou Ek. O vazamento do discurso deve aumentar ainda mais a pressão contra a empresa, que há pelo menos 10 dias não está onde Ek acha que está. Desde que o cantor Neil Young confrontou a plataforma sobre o podcast de Joe Rogan, o Spotify perdeu 25% de valor de mercado, o que representa bilhões de dólares de prejuízo. Na tarde quinta (3/2), durante e depois do vazamento, as ações da companhia despencaram ainda mais, caindo mais 16% em poucas horas. Com isso, a empresa atingiu a sua maior desvalorização em dois anos. Uma debandada de artistas em protesto contra podcasts negacionistas também tem sido noticiada diariamente. Caso um figurão da música pop desça do muro, o caos será inevitável.

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  • Série

    Vida de Ronald Biggs no Brasil vai virar série documental

    3 de fevereiro de 2022 /

    O Canal Brasil prepara uma série documental sobre o Ronald Biggs (1929-2013), que fugiu para o Brasil depois de ter participado do famoso assalto ao trem pagador na Inglaterra, crime que ficou conhecido como “O assalto do século”. Biggs chegou ao Rio com passaporte falso pouco antes da Copa de 1970. E virou celebridade quando participou do filme “A Grande Farsa do Rock” (1980), com integrantes da banda inglesa Sex Pistols. Ele também cantou no disco da trilha sonora. “No One is Innocent” foi lançado como single no Reino Unido, alcançando o 6° lugar nas paradas britânicas. Só que sua impunidade inspirou uma aventura ousada de ex-militares ingleses. Um grupo clandestino o sequestrou e o levou até Barbados, esperando receber alguma recompensa. Não deu certo e, aproveitando-se de brechas na lei, Biggs conseguiu voltar ao Brasil. Nos anos 1980, inspirado pelo pós-punk britânico, abriu uma famosa casa noturna carioca com sócios ingleses, Crepúsculo de Cubatão, que fomentou a cena alternativa do Rio. Além disso, sua história virou filme, “Prisioneiro do Rio” (1988), com direção do polonês Lech Majewski (“O Moinho e a Cruz”) e participação de José Wilker e Zezé Motta. Ele ainda voltou ao rock em 1991, como cantor convidado na faixa “Carnival In Rio (Punk Was)”, da banda punk alemã Die Toten Hosen. E seu filho brasileiro, Mike Biggs, foi um dos membros do popular grupo musical infantil Balão Mágico. Sua lendária boa vida carioca chegou ao fim em 2001, quando Biggs aceitou uma oferta em dinheiro do tabloide The Sun para retornar à Inglaterra, mesmo sabendo que seria imediatamente preso. Acabou adoecendo na prisão, sendo libertado oito anos depois por conta de seu estado de saúde. Ele faleceu em 2013 num abrigo de idosos na Inglaterra, e foi enterrado junto com bandeiras de seu país natal e do Brasil. A série “Biggs in Rio – No One Is Innocent” tem direção de Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) e Cris Pickard (escritor e jornalista inglês que já escreveu três livros sobre Biggs). A produção é dividida pela TvZero e a Critical Divide, da Inglaterra, além do Canal Brasil. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    “Moonfall” estreia em mil salas de cinema

    3 de fevereiro de 2022 /

    Segundo maior lançamento do ano nos cinemas brasileiros, “Moonfall – Ameaça Lunar” estreia em cerca de mil salas nesta quinta (3/2). Só perde para a animação “Sing 2”, lançada em 1,1 mil. A iniciativa busca tirar a liderança das bilheterias de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que é o filme mais visto do Brasil desde meados de dezembro passado. Mas não vai ser fácil. Para atingir seu objetivo, a catástrofe americana terá que superar ainda a concorrência da comédia brasileira “Tô Ryca 2”, outra produção superexagerada – histeria no último – distribuída em 637 salas. Como nenhum dos dois filmes empolga a crítica, a grande ironia da programação é que o único filme que valeria a pena ver no cinema nesta semana, sem esperar pelo lançamento em streaming, é da Netflix. O premiado “Mães Paralelas”, de Pedro Almodóvar, chega em circuito mínimo, ou melhor, promocional, apenas para chamar atenção para sua estreia digital daqui a duas semanas. A lista de lançamentos ainda incluiu uma animação ucraniana de pouco apelo comercial e, entre segunda (7/2) e quinta (10/2), o último show dos Beatles em IMAX. Confira abaixo os trailers e mais detalhes de cada titulo.   MOONFALL – AMEAÇA LUNAR Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo sendo destruído por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas, trata-se de um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”).   TÔ RYCA 2 A sequência deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o mesmo artifício que justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de uma hora para outra. Novamente miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados de forma mais estereotipada que os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no primeiro filme, o roteiro é de Fil Braz e a direção ficou a cargo de Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa.   AS AVENTURAS DE GULLIVER A animação ucraniana imagina a volta de Gulliver para Liliput, só que desta vez ele não é um gigante, mas um homem comum, que precisa lidar com a decepção dos moradores que contavam com sua ajuda descomunal para vencer seus inimigos. Além da “moral da história” evidente, o desenho também é bem simplezinho em seus aspectos técnicos, resultando numa animação sem muita expressividade.   MÃES PARALELAS Com distribuição limitadíssima, duas semanas antes de ser lançado em streaming na Netflix, o novo filme de Pedro Almodóvar gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. A produção reforça a mudança temática na filmografia de Almodóvar, que há tempos trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de mães e filhos. A trama acompanha duas mulheres grávidas que dividem o quarto em uma maternidade, sem saber que esse breve encontro as unirá de maneiras que nunca poderiam imaginar. Ao mesmo tempo, a personagem de Cruz ainda lida com o legado da guerra civil espanhola, que marcou sua família e a de muitos de seus compatriotas. Além de Cruz, que venceu o Festival de Veneza por seu desempenho no filme, “Mães Paralelas” tem como protagonistas Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”), a novata Milena Smit (“No Matarás”) e Israel Elejalde (“Veneno”), e volta a reunir outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar.   THE BEATLES GET BACK: O ÚLTIMO SHOW O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido no circuito IMAX apenas de segunda (7/2) a quinta (10/2). São 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+. O show histórico dos Beatles completou 53 anos no domingo passado (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso.

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  • Música

    Crosby, Stills e Nash se juntam a Neil Young em protesto contra Spotify

    2 de fevereiro de 2022 /

    Um dos mais famosos quartetos do rock americano voltou a se juntar nesta quarta-feira (2/2). Mas não para fazer música. David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash emitiram um comunicado conjunto em apoio ao ex-colega de banda Neil Young, pedindo a remoção de suas músicas do Spotify em protesto contra podcasts negacionistas na plataforma. Na declaração, postada nas redes sociais dos artistas, os músicos que marcaram a História do Rock entre o final dos anos 1960 e meados dos 1970 assumem: “Apoiamos Neil e concordamos com ele que há desinformação perigosa sendo transmitida no podcast de Joe Rogan no Spotify. Embora sempre valorizemos pontos de vista alternativos, espalhar desinformação conscientemente durante essa pandemia global tem consequências mortais. Até que uma ação real seja tomada para mostrar que a preocupação com a humanidade deve ser equilibrada com o comércio, não queremos que nossa música – ou a música que fizemos juntos – esteja na mesma plataforma”. Em outro tuíte, o cantor David Crosby fez um apelo a Taylor Swift para se juntar ao protesto, lembrando que “ela foi a única que chutou o traseiro do Spotify com sucesso. A única. Acho que ela poderia nos dar bons conselhos. Isso está longe de acabar”. Taylor Swift deixou suas músicas fora do Spotify por três anos, entre 2014 e 2017, em protesto contra a modalidade de remuneração da plataforma por quantidade de publicidade exibida junto das gravações. Lembre abaixo um dos maiores sucessos da formação clássica de Crosby, Stills, Nash & Young (CSNY). pic.twitter.com/5xOoBsVQ15 — Stephen Stills Official (@Stephen__Stills) February 2, 2022

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    Último show dos Beatles será exibido nos cinemas no Brasil

    31 de janeiro de 2022 /

    O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido nos cinemas do Brasil. O filme projetará 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, do Disney+. A apresentação dos Beatles chegará às salas IMAX dos cinemas brasileiros com o título de “The Beatles Get Back: O Último Show”, e estará em cartaz de 10 a 13 de fevereiro. Os ingressos estão à venda. O show histórico completou 53 anos no último domingo (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso. “Estou muito animado por o concerto no telhado de ‘The Beatles: Get Back’ ser visto em IMAX, naquela tela gigantesca”, afirmou o Peter Jackson em comunicado sobre o lançamento. “É a última apresentação dos Beatles e é a forma perfeita de ser vista e ouvida”. Lançada em novembro pelo Disney+, “The Beatles: Get Back” mostra, além do show, cenas inéditas dos bastidores da gravação de “Let It Be”, o último show dos Beatles.

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    Spotify terá aviso de conteúdo em podcasts sobre covid-19

    31 de janeiro de 2022 /

    Após Neil Young tirar suas músicas do Spotify e a empresa ver seu valor de mercado desabar da noite para o dia, a plataforma decidiu colocar um band-aid na hemorragia. O CEO da empresa, Daniel Ek, anunciou a implementação de um aviso em todos os conteúdos que tratarem de covid-19, em resposta aos protestos contra a manutenção, na plataforma, de podcasts acusados de espalhar desinformação sobre a pandemia. “O aviso que incluiremos na frente dos episódios de podcast que abarcam discussões sobre a covid-19 vai direcionar os usuários para a nossa central de informações sobre a pandemia, que por sua vez provém acesso fácil a fatos, dados e informações atualizadas compartilhadas por cientistas, médicos, acadêmicos e autoridades de saúde pública ao redor do mundo, além de links para fontes de informação confiáveis”, explicou Ek em comunicado à imprensa. A plataforma ainda anunciou que vai tornar públicas, pela primeira vez, as suas políticas de conteúdo, buscando promover maior transparência sobre o que é permitido ou não permitido no Spotify. No comunicado, Ek reiterou o comprometimento do serviço de streaming com a liberdade de expressão, deixando no mesmo patamar mentiras sobre a covid-19 que podem levar à morte com debates sobre temas políticos e sociais. “Escolha qualquer tópico, e você vai encontrar pessoas com opiniões diferentes sobre ele. Pessoalmente, há muitos indivíduos no Spotify que expressam visões com as quais eu discordo fortemente. Sabemos que temos que desempenhar, como empresa, o papel crítico de apoiar a expressão de nossos criadores, mas em equilíbrio com a segurança dos nossos usuários. É importante para mim que, nessa missão, nós não nos tornemos censores de conteúdo, mas estabeleçamos bem as regras e as consequências por quebrá-las”, escreveu o CEO. Por conta disso, o Spotify segue sem incluir botão de denúncia de conteúdo falso, ofensivo ou perigo, ao contrário do YouTube e redes sociais, usando a falácia da defesa de não fazer o papel de censor – em vez de equalizar as fake news da pandemia com “jogos” que incentivam situações de perigo para adolescentes, prontamente censurados sem discussão em todas as plataformas. Um dos principais acusados de promover desinformação no Spotify, Joe Rogan, também se manifestou. Ele postou um vídeo de mais de 10 minutos no Instagram um vídeo em que promete “pesquisar melhor os tópicos” que aborda no seu podcast e “convidar pessoas com opiniões diversas para expressá-las” no programa. “Eu não tenho a intenção de promover a desinformação, nem de ser controverso. Nunca tentei fazer nada com este podcast além de me sentar junto com as pessoas e ter conversas interessantes com elas. Tentarei o meu melhor para balancear os pontos de vista mais polêmicos de alguns convidados com as perspectivas de outras pessoas, para que possamos, talvez, encontrar uma opinião melhor”, disse ele. Durante a pandemia, Rogan (cujo podcast é ouvido por uma média de 10 milhões de usuários a cada episódio) foi criticado por desencorajar seus ouvintes mais jovens a tomarem a vacina contra a covid-19, e também por promover o uso da invermectina, remédio comprovadamente ineficaz contra a doença. Em seu vídeo, ele tenta responsabilizar os convidados pelas polêmicas. Mas assume que as entrevistas controversas foram iniciativas suas para apresentar uma narrativa diferente da “mainstream media”, fazendo um ataque velado às informações legítimas da imprensa profissional e uma defesa assumida da “desinformação”, porque “muitas das coisas que pensávamos como desinformação há pouco tempo agora são consideradas fatos”. Na verdade, a terra continua redonda, apesar dos terraplanistas. A revolta contra o podcaster eclodiu quando artistas como Neil Young e Joni Mitchell anunciaram que estavam retirando as suas músicas do Spotify por causa da insistência da plataforma em manter conteúdos como o de Rogan no ar.

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  • Música

    Florence Pugh revela-se fã de Erasmo Carlos

    30 de janeiro de 2022 /

    A estrela da Marvel Florence Pugh, que interpreta Yelena Belova, a nova Viúva Negra do MCU (Universo Cinematográfico Marvel), surpreendeu seus seguidores brasileiros ao se revelar fã de Erasmo Carlos. A atriz inglesa, vista mais recentemente na série “Gavião Arqueiro”, publicou nos stories do Instagram uma imagem do álbum “Sonhos e Memórias”, de 1972, revelando que estava escutando a faixa “Vida Antiga” no Spotify. “Enquanto isso, dançando ao som desse álbum para boas vibrações”, escreveu a atriz da Marvel na legenda, antes de aparecer num vídeo cozinhando – “Cooking with Flo” (cozinhando com Flo), como ela costuma chamar os vídeos em que cozinha diante da câmera. Clique abaixo para ouvir a música que ela estava escutando.

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    Nils Lofgren tira músicas do Spotify em apoio a Neil Young

    30 de janeiro de 2022 /

    Nils Lofgren, guitarrista da E Street Band de Bruce Springsteen, juntou-se a Neil Young contra o Spotify, acusando a plataforma de streaming de espalhar desinformação sobre covid-19 ao financiar e permitir podcasts negacionistas em seu catálogo. Ele segue Joni Mitchell, que também anunciou a retirada de suas músicas da plataforma no sábado (29/1). Em uma declaração compartilhada no site Neil Young Archives, Lofgren afirmou: “Alguns dias atrás, minha esposa e eu tomamos conhecimento da posição de Neil e Daryl [Hannah], colocando-se ao lado de centenas de profissionais de saúde, cientistas, médicos e enfermeiros na cobrança do Spotify por promover mentiras e desinformação que estão ferindo e matando pessoas.” Lofgren revelou que 27 anos de sua carreira foram retirados do serviço e que ele também está entrando em contato com gravadoras que possuem os direitos de outras músicas que compôs para removê-las também. O roqueiro ainda encorajou “todos os músicos, artistas e amantes da música em todos os lugares a se juntarem conosco e cortar os laços com o Spotify”. Ele conclui chamando a música de “arma sagrada do nosso planeta, capaz de unir e curar bilhões de almas todos os dias” – frase que já estampou numa camiseta. Em seus protestos, tanto Lofgren quanto Young e Mitchell se referiram a uma carta aberta enviada ao Spotify por 270 profissionais da comunidade médica e científica, pedindo à empresa de áudio que implemente uma política de denúncia de desinformação na plataforma. A carta foi estimulada por um episódio do podcast “Joe Rogan Experience” em dezembro, onde Rogan entrevistou um conhecido negacionista de vacinas que comparou as atuais políticas pandêmicas à Alemanha nazista e alegou sem fundamento que as pessoas estavam sendo “hipnotizadas” para acreditar em fatos sobre o covid-19. No Brasil, o Spotify virou o paraíso dos negacionistas, com vários podcasts espalhando mentiras sobre a pandemia e a vacinação, justamente pela falta de mecanismos de denúncia ou política transparente de controle de seu conteúdo perigoso. Podcasts que espalham mentiras sobre a covid-19 e sua prevenção são potencialmente responsáveis por mortes na pandemia.

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    Os 10 melhores clipes indies da semana

    29 de janeiro de 2022 /

    A nova seleção de clipes musicais independentes da Pipoca Moderna cobre os melhores lançamentos feitos ao longo da semana. A seleção deste sábado (22/1) inicia com rock gótico, passa por shoegazer e chega no pop alternativo, reunido vários artistas em começo de carreira. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre cada artista na descrição dos vídeos, e num playlist, localizado ao final, para uma sessão contínua – método indicado para quem quiser assistir ao conteúdo numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome). Veja abaixo.   DUCTAPE | TURQUIA Uma das melhores bandas da nova geração gótica chega ao segundo álbum. “Never” é o cartão de visitas de “Ruh”, disco recém-lançado da banda formada em 2019 em Istambul pelo guitarrista Furkan Güleray e a cantora-tecladista Çagla Güleray.   BLUSHING | EUA Os shoegazers texanos tem padrinhos fortes. “The Fires” é o terceiro single de seu segundo álbum, produzido por Elliott Frazier (da banda Ringo Deathstarr) e masterizado por Mark Gardener (Ride). Com guitarras empilhadas sobre guitarras enterradas sob guitarras, o disco “Possessions” sai em 18 de fevereiro.   EMPATH | EUA A banda shoegazer da Filadélfia prepara o lançamento de seu segundo álbum com um clipe gravado no apartamento da cantora-guitarrista Catherine Elicson. “Visitor” será lançado em 11 de fevereiro.   HATER | SUÉCIA “Something” é a primeira mostra de “Sincere”, terceiro álbum da banda shoegazer sueca previsto para maio pela Fire Records, quatro anos após “Siesta” e um punhado de singles brilhantes, mas esporádicos.   HONEYGLAZE | INGLATERRA Tudo começou há dois anos em Londres. A cantora-guitarrista Anouska Sokolow tinha um show marcado para o fim de semana, mas não queria se apresentar sozinha. Ela conheceu o baterista e o baixista no dia do primeiro ensaio e três dias depois o Honeyglaze foi apresentado ao público. “Shadows” é o single inaugural do primeiro álbum da banda, com lançamento agendado para abril.   URIAS | BRASIL A mineira Urias despontou com um empurrão de Pabllo Vittar, mas agora deixa de lado as batidas dançantes de funk para revelar seu melhor trabalho, evocando o romantismo do pop brasileiros dos anos 1970 com um toque místico dos Secos e Molhados. A música do álbum de estreia “Fúria” já estourou nas paradas digitais, mas é uma produção independente.   NILÜFER YANYA | INGLATERRA “Midnight Sun” é a segunda faixa revelada do novo disco da cantora londrina. Com uma batida downtempo, violão e vocais de bossa soul, a música fala de uma luz tênue capaz de guiar em meio à escuridão. O álbum “Painless”, sucessor do aclamado “Miss Universe” (2019), será lançado em 4 de março.   WALT DISCO | ESCÓCIA A banda glam/new romantic de Glasgow completa dois anos com a gravação de seu álbum de estreia, “Unlearning”, previsto para 1º de abril. Influenciada por David Bowie, Visage, Sparks e The Associates, Walt Disco celebra androginia e estilo de vida queer, e no single que antecede seu primeiro álbum pergunta para os ouvintes: “o quanto vocês são cool?”   METHYL ETHEL FT. STELLA DONNELLY | AUSTRÁLIA Os australianos Methyl Ethel se juntam pela primeira vez a uma artista convidada, a compatriota Stella Donnelly no single de “Proof”, que fará parte de “Are You Haunted?” – o quarto álbum da banda de pop alternativo, que será lançado em 18 de fevereiro. A música alude às provas da ciência em tempos de negacionistas. “Eu tenho números para deixar tudo claro para você”, diz o refrão.   SAME EYES | EUA A dupla de Ann Harbor, Michigan, grava pop suave de sintetizador desde 2019 e vai lançar seu segundo álbum, “Desperate Ones”, em 4 de março.     DUCTAPE | TURQUIA | BLUSHING | EUA | EMPATH | EUA | HATER | SUÉCIA | HONEYGLAZE | INGLATERRA | URIAS | BRASIL | NILÜFER YANYA | INGLATERRA | WALT DISCO | ESCÓCIA | METHYL ETHEL FT. STELLA DONNELLY | AUSTRÁLIA | SAME EYES | EUA

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  • Música

    Joni Mitchell segue Neil Young e tira músicas do Spotify

    29 de janeiro de 2022 /

    A cantora Joni Mitchell anunciou que removerá seu catálogo de músicas do Spotify em solidariedade a Neil Young. “Decidi remover todas as minhas músicas do Spotify. Pessoas irresponsáveis ​​estão espalhando mentiras que estão custando a vida das pessoas. Sou solidária com Neil Young e as comunidades científicas e médicas globais nesta questão”, escreveu Mitchell na breve nota em seu site. Um porta-voz da gravadora de Mitchell, Rhino Records, confirmou que a artista estava tirando sua música do Spotify, mas se recusou a fazer maiores comentários. Na quarta-feira (26/1), Young retirou suas músicas do Spotify em protesto contra a desinformação espalhada pelo podcast negacionista de Joe Rogan. Em seus protestos, tanto Young quanto Mitchell se referiram a uma carta aberta enviada ao Spotify por 270 profissionais da comunidade médica e científica, pedindo à empresa de áudio que implemente uma política de denúncia de desinformação na plataforma. A carta foi estimulada por um episódio do podcast “Joe Rogan Experience” em dezembro, onde Rogan entrevistou um conhecido negacionista de vacinas que comparou as atuais políticas pandêmicas à Alemanha nazista e alegou sem fundamento que as pessoas estavam sendo “hipnotizadas” para acreditar em fatos sobre o covid-19. No Brasil, o Spotify virou o paraíso dos negacionistas, com vários podcasts espalhando mentiras sobre a pandemia e a vacinação, justamente pela falta de mecanismos de denúncia ou política transparente de controle de seu conteúdo perigoso. Podcasts que espalham mentiras sobre a covid-19 e sua prevenção são potencialmente responsáveis por mortes na pandemia.

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