PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme,  Música

    Meat Loaf (1947–2022)

    21 de janeiro de 2022 /

    O roqueiro Michael Lee Aday, conhecido como Meat Loaf, morreu na quinta-feira (20/1), aos 74 anos, cercado pela família. A causa da morte não foi revelada. Ele lançou um dos discos mais famosos do rock, “Bat Out of Hell”, de 1977, que se tornou um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 43 milhões de cópias comercializadas. As músicas foram concebidas em parceria com o compositor Jim Steinman como trilha de uma musical, uma versão futurística de “Peter Pan”. E o sucesso contínuo de “Bat Out of Hell” inspirou o cantor a estender o conceito numa trilogia, com os discos seguintes também vendendo milhões de cópias em todo o mundo. A conexão com o mundo dos espetáculos musicais não foi casual. A carreira no rock foi consequência de seu começo em produções do gênero. Sua performance na montagem de “Hair” em Los Angeles lhe rendeu seu primeiro contrato fonográfico com a Motown em 1971. Mas foi só seis anos depois, quando focou seu lado teatral no rock, que Meat Loaf estourou. Além da transição para roqueiro de sucesso, ele também trocou os palcos pelas telas. Foram mais de 60 papéis em filmes e séries, começando por sua participação no clássico musical “The Rocky Horror Picture Show”, em 1975 – repetindo papel que já tinha vivido no teatro. Meat Loaf chegou a protagonizar “Roadie” (1980), uma comédia musical de Alan Rudolph, e fazer par romântico com Cher em “Dead Ringer” (1982), batizado com o título de seu segundo álbum em parceria com Jim Steinman, mas a maioria de seus trabalhos no cinema foi como coadjuvante. A lista inclui alguns filmes cultuados, como “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), o improvável “O Mundo das Spice Girls” (1997), “Clube da Luta” (1999) e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006). Nos anos 1990, ele voltou a liderar as paradas de sucesso com o hit “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”, que ganhou um clipe dirigido por Michael Bay (“Transformers”). A música integrou o segundo volume da trilogia, “Bat Out of Hell II: Back Into Hell”, lançado em 1993. O capítulo final, por sua vez, só saiu em 2006. Depois disso, foi preciso mais um década para “Bat Out of Hell” completar seu círculo e ser finalmente transformado num musical de teatro, lançado no West End londrino em 2017. O cantor também vinha aparecendo como convidado de diversas séries nos últimos anos, incluindo “Glee”, “House” e “Elementary”, mas só foi ter um papel fixo numa atração televisiva em 2017, no terror “Ghost Wars”, que foi seu último trabalho nas telas. Sua postura conservadora e favorável ao Partido Republicano o afastou, pouco a pouco, de Hollywood. Ao se tornar um dos poucos roqueiros apoiadores de Donald Trump, praticamente caiu no ostracismo. Para complicar, passou por alguns problemas de saúde, principalmente nas cordas vocais. Ele sofreu vários desmaios durante apresentações nos últimos anos.

    Leia mais
  • Música

    Elza Soares (1930-2022)

    20 de janeiro de 2022 /

    A cantora Elza Soares morreu na tarde desta quinta (20/1) de causas naturais em sua casa, no Rio de Janeiro, aos 91 anos de idade. “Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação”, definiu perfeitamente a assessoria de imprensa da artista, no comunicado sobre seu falecimento. Elza Gomes da Conceição Soares foi realmente uma das maiores cantoras da música brasileira, iniciando a carreira no samba no final dos anos 1950, e praticamente lançando a cena do sambalanço com “Se Acaso Você Chegasse”, em 1959. A fase áurea da cantora inclui discos obrigatórios da música brasileira, como “O Samba é Elza Soares” (1961), “Sambossa” (1963) e “Na Roda do Samba” (1964). Mas ela sofreu muito quando seu relacionamento com Mané Garrincha se tornou público. Foi vítima de um dos primeiros cancelamentos da música brasileira, oprimida por uma sociedade conservadora que a acusou de ter acabado com o casamento do jogador, mesmo os dois tendo oficializado a união. Para piorar, Elza era desquitada, situação malvista numa época em que nem divórcio era permitido no país. Ela chegou a ser impedida de realizar um show na Mangueira, tendo que fugir disfarçada para evitar agressões, reação alimentada por radialistas que incentivavam a quebra do disco da música em que ela cantava “Eu Sou a Outra”… Até o DOPS, a polícia da repressão, invadiu sua casa à noite, rendeu todos os moradores, revirou o interior do imóvel e executou o mainá de estimação de Garrincha, sem dar explicações. A casa também foi alvo de tiros. A situação abateu sua ascendente carreira cinematográfica. Muitos não lembram, mas Elza participou de muitas filmes brasileiros no começo dos anos 1960, como o musical “Briga, Mulher e Samba” (1960), o drama criminal “A Morte em Três Tempos” (1964) e as comédias “O Vendedor de Linguiça” (1962) e “O Puritano da Rua Augusta” (1964), ambas estreladas por Mazzaropi. A cantora seguiu gravando discos, como o sensacional “Elza Pede Passagem” (1972), sem que repercutissem como antigamente. Mas após o popular Mazzaropi a levar de volta ao cinema em “Um Caipira em Bariloche” (1973), ela mudou o repertório e voltou a fazer sucesso com gravações que exaltavam escolas de samba do Rio, como “Salve a Mocidade” e “Bom dia, Portela” (ambas de 1974). Seguiu lançando sambas tradicionais e emplacou dois novos hits: “Pranto Livre” (1974) e “Malandro” (1976). Mas a situação doméstica voltou a chamar mais atenção que a arte. Muitos se ressentiram, ironicamente, por Elza virar alvo de violência doméstica. O fato de o ídolo Garrincha, herói da Copa do Mundo de 1962, provar-se um marido violento, que sofria de alcoolismo e agredia a esposa, teria pesado contra a vítima. Já era a segunda experiência negativa de Elza com casamento, após ser forçada a se casar com o homem que tentou abusá-la na adolescência – seu pai acreditava que só assim sua honra estaria salva. Ela se divorciou de Garrincha em 1982, um ano antes do ex-jogador morrer de cirrose hepática, mas nem isso a tirou do ostracismo. Elza teria até pensado em desistir de cantar, diante das inúmeras portas fechadas para seu talento, quando literalmente bateu na porta de Caetano Veloso, num hotel de São Paulo, para pedir ajuda. Caetano prontamente convidou para Elza participar da gravação do samba-rap “Língua” no álbum “Velô” (1984) e do filme que ele dirigiu, “Cinema Falado”, lançado em 1986. “Língua” apresentou uma Elza Soares moderna e conquistou uma nova geração que não tinha compromisso com o conservadorismo. Ela abraçou esse público com seu disco menos voltado ao samba, “Somos Todos Iguais” (1985), que tinha até composição de Cazuza. Ela também gravou um rock com Lobão, “A Voz da Razão”, no disco “O Rock Errou” (1986), do cantor. Reconstruindo a carreira, passou o final dos anos 1980 nos EUA, se apresentando em vários shows no país. Mas na década seguinte só lançou um disco de estúdio, voltando a sofrer boicote da indústria fonográfica nacional, que passou a valorizar outras tendências. Precisou recomeçar tudo de novo, numa terceira fase no século 20, quando apresentou seu disco mais moderno e radical, “Do Cóccix Até o Pescoço” (2002), indicado ao Grammy Latino. O álbum espetacular, criado sob a sombra de uma queda e cirurgias que afetaram sua capacidade de locomoção, marcou com letras impactantes como “A carne mais barata do mercado é a carne preta” (“Carne Preta”). Foi seguido por um disco influenciado pela música eletrônica, “Vivo Feliz” (2003), e uma participação no filme “Chega de Saudade” (2008), no qual ela também cantou a trilha sonora. Mas logo veio outro hiato comercial. O lançamento de “A Mulher do Fim do Mundo” (2015) só foi viabilizado com recursos financeiros do Natura Musica, mas mostrou como Elza continuava a representar a vanguarda musical brasileira, misturando todos os ritmos. Graças à aclamação crítica do álbum, que venceu o Grammy Latino e colocou a faixa-título na série “3%”, ela encontrou uma rara estabilidade no final da carreira, fechando contrato com a Deckdisc para lançar dois discos consecutivos, “Deus É Mulher” (2018) e “Planeta Fome” (2019). Em 2018, Elza virou tema de documentário, “My Name is Now, Elza Soares”, cuja trilha foi vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. A consagração continuou em 2020, quando virou samba enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Elza Deusa Soares”, e participou como homenageada do desfile da escola de seu coração no Carnaval do Rio. Mostrando a continuidade de seu diálogo com as diferentes tribos da música brasileira, ela ainda lançou no mesmo ano uma nova versão do hit “Comida” com os Titãs. Sua última mensagem nas redes sociais, publicada nesta quinta, foi de apoio e torcida para a cantora Linn da Quebrada no “BBB 22”. A morte da cantora aconteceu exatos 39 anos depois de Garrincha, que também morreu no dia 20 de janeiro, em 1983.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Mick Fleetwood fará série dramática sobre roqueiro terminal

    18 de janeiro de 2022 /

    O lendário roqueiro Mick Fleetwood, baterista da banda Fleetwood Mac, vai produzir uma série dramática passada no mundo do rock para a rede americana Fox. Fleetwood compartilhará sua experiência como músico veterano, além de servir como voz criativa e musical da produção. Intitulada “13 Songs”, a série vai girar em torno de… um roqueiro lendário, Jasper Jones, que com sua banda The Grift eletrizou uma geração de americanos, mas agora está quase esquecido. Décadas depois de seu auge, ele é diagnosticado com câncer terminal. Com apenas alguns meses de vida, Jasper decide se reconectar com sua velha banda para compor e gravar as 13 músicas finais de sua vida. O roteiro está a cargo de Will Reiser (“50%”) e Jonathan Prince (“American Soul”), e o cineasta Jonathan Levine (“Meu Namorado É um Zumbi”) vai dirigir os episódios – recentemente, ele assinou todos os capítulos da minissérie “Nove Desconhecidos” (Nine Perfect Strangers) da Amazon. Levine e Reiser trabalharam juntos anteriormente na comédia “50%” (2011). A encomenda da série reforça a tendência da Fox de exibir séries com temática musical. A rede exibiu “Glee” e o drama da indústria do hip-hop “Empire”, e atualmente está preparando uma série passada no universo country, “Monarch”.

    Leia mais
  • Etc

    “Bebê do Nirvana” entra com outro processo contra a banda

    13 de janeiro de 2022 /

    Spencer Elden, conhecido como “bebê do Nirvana”, ainda não se deu por vencido. Ele apresentou um novo processo por pornografia infantil em Los Angeles, por aparecer pelado ainda bebê na capa do disco “Nevermind”, após um juiz rejeitar sua primeira ação por falhas processuais. Elden, que hoje tem 30 anos, apresentou uma denúncia no segundo semestre de 2021 argumentando que nem ele e nem seus pais autorizaram o uso de sua imagem, “e menos ainda para a exploração comercial de sua pessoa com imagens de pornografia infantil”. Um juiz de Los Angeles desconsiderou o caso em 3 de janeiro, sem avaliar o mérito, pois Elden não respondeu a tempo os argumentos apresentados pelos advogados do Nirvana. Contudo, o juiz permitiu que ele apresentasse uma nova denúncia no prazo de dez dias, o que ele fez na quarta-feira (12/1). Em sua defesa, os músicos alegam falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo original.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Foo Fighters enfrentam demônios em trailer de terror

    11 de janeiro de 2022 /

    A banda Foo Fighters divulgou em seu canal do YouTube o novo trailer de seu primeiro filme, o terror “Studio 666”. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos são assombrados após se mudarem para uma mansão antiga e cheia de história para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que as forças ocultas do local ameaçariam os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida pelo roqueiro Dave Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. O elenco inclui Grohl e seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee, além de Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”). A estreia está marcada para 25 de fevereiro nos EUA, exatamente um ano após o lançamento do álbum “Medicine at Midnight”, com distribuição nos cinemas a cargo da Open Road Films. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

    Leia mais
  • Música

    Michael Lang (1944–2022)

    9 de janeiro de 2022 /

    Michael Lang, criador do lendário festival de Woodstock, morreu no sábado (8/1) de complicações de linfoma não Hodgkin num hospital em Nova York, com 77 anos. Nascido e criado no Brooklyn, Lang iniciou sua carreira como produtor musical em Miami, na Flórida, onde desenvolveu o Miami Pop Festival de 1968, que destacou uma performance incendiária de Jimi Hendrix. No ano seguinte, mudou-se para Woodstock, no interior de Nova York, onde trabalhou com os parceiros Artie Kornfeld, Joel Rosenman e John Roberts para criar um festival local. O evento, que aconteceu de 15 a 18 de agosto de 1969, numa fazenda da região, tornou-se um marco da contracultura, reunindo 500 mil pessoas para assistir shows de artistas como Hendrix, Janis Joplin, Jefferson Airplane, The Who, Carlos Santana, Sly and the Family Stone, Joe Cocker e Crosby, Stills, Nash & Young. “Woodstock ofereceu um ambiente para as pessoas expressarem seu melhor”, disse Lang no aniversário de 50 anos do festival, em 2019. “Foi provavelmente o evento mais pacífico do gênero na história. Isso foi devido às expectativas e ao que as pessoas queriam criar lá.” Apesar do sucesso, o festival deu um enorme prejuízo, já que quase ninguém pagou ingressos, invadindo a fazenda para assistir aos shows de graça. Após perder dinheiro, Lang tentou capitalizar um pouco da fama do evento com a realização de mais dois shows na região, em 1994 e 1999. O último ficou marcado por preços inflacionados, quebra-quebra, estupros e um incêndio grandioso, representando o oposto do evento original. Lang também ajudou a planejar o Woodstock 50, que aconteceria em agosto de 2019, mas acabou cancelado por receio de repetir o desastre do festival anterior. O promotor de eventos também foi produtor de cinema. Após produzir o documentário “Woodstock: The Lost Performances” (1990), com cenas de shows não vistos no filme “Woodstock – 3 Dias de Paz, Amor e Música” (1970), de Michael Wadleigh, ajudou a lançar a carreira do diretor Wes Anderson, produzindo o primeiro longa do cineasta: a comédia “Pura Adrenalina” em 1996, que também revelou os irmãos Luke e Owen Wilson como atores. Presente com grande destaque no filme de Wadleigh, onde apareceu desde o planejamento do festival, acompanhando a construção dos palcos e circulando pela região lamacenta de moto, Michael Lang também virou personagem de cinema, interpretado por Jonathan Groff no filme “Aconteceu em Woodstock” (2009), de Ange Lee. Ele era casado e teve cinco filhos.

    Leia mais
  • Série

    Minissérie sobre sex tape de Pamela Anderson ganha dois trailers

    5 de janeiro de 2022 /

    As plataformas Star+ e Hulu divulgaram dois trailers diferentes da minissérie “Pam and Tommy”, que mostra Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. Com oito episódios, a minissérie se concentra no vazamento da sex tape de lua de mel do baterista da banda Mötley Crüe e da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também vive o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, que comercializou a fita, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um empresário mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e estreia em 2 de fevereiro, tanto na Hulu americana quanto na brasileira Star+.

    Leia mais
  • Etc

    Processo do “bebê do Nirvana” é rejeitado

    4 de janeiro de 2022 /

    Deu em nada o processo movido por Spencer Elden, que foi o bebê da capa do álbum “Nevermind”, do Nirvana. Um juiz da Califórnia rejeitou nesta segunda-feira (4/1) a ação movida contra a banda, herdeiros e gravadoras por suposta pornografia infantil, devido a uma imagem de Elden pelado. O rapaz aproveitou os 30 anos do álbum de 1991 para processar o Nirvana no ano passado, alegando que foi vítima de exploração sexual e que a obra constituía abuso sexual infantil. Na ação, ele afirma que a foto lhe causou “sofrimento emocional extremo e permanente”, bem como perda de oportunidades de trabalho e da “alegria de viver”. O jovem solicitou indenização de pelo menos US$ 150 mil de cada um dos 15 réus, que incluem os membros sobreviventes da banda, a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, e as gravadoras que lançaram ou distribuíram o disco nas últimas três décadas. A defesa dos músicos reagiu e pediu o fim do processo em dezembro, alegando falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo. A equipe de advogados de Elden tinha até 30 de dezembro para responder a solicitação do Nirvana, mas não o fez, o que motivou a ação do juiz Fernando Olguin. Elden ainda pode recorrer da decisão até o dia 13 de janeiro.

    Leia mais
  • Música

    Os Melhores Clipes de 2021

    2 de janeiro de 2022 /

    Com Lil Nas X no inferno com o clipe mais gay de todos os tempos e Anitta no papel de Garota de Ipanema vinda do Piscinão de Ramos, 2021 foi marcado por imagens icônicas de vídeos musicais. Não só a multiplicação de visualizações atestou o sucesso mundial do K-pop como também testemunhou a volta do rock, com Olivia Rodrigo e a nova geração teen trocando o chororô do R&B romântico por guitarras distorcidas. Mulheres, em geral, foram as vozes mais importantes do ano, cantando sobre empoderamento, sororidade e autodeterminação, numa renovação bem-vinda após décadas de canções sobre conquistas masculinas. Já no Brasil, o funk saiu definitivamente dos bailes de periferia para virar o pop oficial do país – apesar dos esforços de emplacar o sertanejo como algo mais que country local. Além da lista com os 10 melhores clipes da música pop internacional e nacional, a relação também contempla destaques independentes, com mais dois Top 10 repletos de artistas criativos, lutando contra orçamentos limitados para se destacar no YouTube – e influenciar o futuro da música. Confira abaixo.     Melhores Clipes – Pop   BILLIE EILISH | Lost Cause   BTS | Butter   CARDI B | Up   LIL NAS X | Montero (Call Me By Your Name)   LORDE | Solar Power   MÅNESKIN | Mammamia   MEGAN THEE STALLION | Best Friend   OLIVIA RODRIGO | brutal   TAYLOR SWIFT | All Too Well   SAWEETIE ft. DOJA CAT | Thot Shit       Melhores Clipes – Pop Brasil   ANITTA | Girl From Rio   KAROL CONKÁ | Dilúvio   DUDA BEAT ft. TREVO | Nem Um Pouquinho   GLORIA GROOVE | A Queda   GIULIA BE | Lokko   IZA | Gueto   JÃO | Coringa   MARCELO JENECI ft. MUSE MAYA | Vem Vem   MC KEVIN O CHRIS, R3HAB & LUCK MUZIK | Deixa Se Envolver (Spring Love)   PABLLO VITTAR, RENNAN DA PENHA | Number One       Melhores Clipes – Indie/Alternative   ATARASHII GAKKO! | Pineapple Kryptonite   BEABADOOBEE | Last Day On Earth   GREENTEA PENG | Nah It Ain’t The Same   JAPANESE BREAKFAST | Be Sweet   KILLS BIRDS | Rabbid   LITTLE SIMZ ft. OBONGJAYAR | Point And Kill   MØAA | Jaw   SNAIL MAIL | Valentine   SQUIRREL FLOWER | Hurt A Fly   WET LEG | Chaise Longue       Melhores Clipes – Indie Brasil   BAIANASYSTEM ft. B NEGÃO | Reza Forte   DÄRKEE | Quimera   FRAN, CARLOS DO COMPLEXO, BIBI CAETANO | Visceral   LETRUX | Cuidado, Paixão   MALLU MAGALHÃES | America Latina   TERNO REI | Medo   RETROMORCEGO | Satano-Comunistas do Além   SOPHIA CHABLAU E UMA ENORME PERDA DE TEMPO | Delícia/Luxúria   THE BAGGIOS | Deixa Raiar   ZAINA | Não Quero Ninguém  

    Leia mais
  • Filme

    “Eduardo e Mônica” sofre novo adiamento

    23 de dezembro de 2021 /

    O filme “Eduardo e Mônica”, baseado na canção homônima da banda Legião Urbana, vai atrasar mais duas semanas, após sofrer novo adiamento. Previsto para estrear em 6 de janeiro, agora chegará aos cinemas brasileiros em 20 de janeiro. O motivo não é a variante ômicron, que está causando a suspensão de vários eventos nos EUA. Com os cinemas tomados por “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, até “Matrix Resurrection” chegou em menos de mil salas nesta semana, e em 6 de janeiro o filme brasileiro ainda teria que disputar espaço com a animação “Sing 2” e o filme de ação “King’s Man – A Origem”. Por outro lado, o adiamento compra outra briga: contra o coronavírus. Diversos países europeus já decretaram a paralisação das exibições cinematográficas por causa do aumento da contaminação alimentado pela ômicron. Mesmo com os sistemas do Ministério da Saúde bagunçados por ataque hacker, vários hospitais brasileiros têm comunicado aumento expressivo de internações por covid-19 e também por uma cepa bastante agressiva de influenza. A volta das restrições de funcionamento do comércio não está descartada. “Eduardo e Mônica” já encontrou cinemas fechados anteriormente. O filme deveria ter estreado nos cinemas brasileiros em abril de 2020. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve” até receber a “data definitiva” que acaba de mudar novamente. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música escrita por Renato Russo em 1986. A direção é de René Sampaio, que já levou com sucesso outra música da Legião Urbana para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante atual inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”).

    Leia mais
  • Filme

    Diretor diz que novo Batman é inspirado em Kurt Cobain

    20 de dezembro de 2021 /

    O diretor Matt Reeves revelou sua grande inspiração para filmar nova versão de Batman. Em entrevista à revista Empire, o cineasta contou que a personalidade reclusa do herói é similar a de Kurt Cobain, líder do Nirvana morto em 1994. Ele afirmou que gosta muito de ouvir músicas enquanto escreve seus roteiros e que “Something in the Way”, do álbum “Nevermind”, que embala os trailers do longa, tocava com frequência enquanto ele concebia o primeiro ato do filme. “Comecei a fazer essas conexões [entre Batman] e ‘Os Últimos Dias’, de Gus Van Sant, com a ideia de uma versão fictícia de Kurt Cobain nessa espécie de mansão decadente”, disse Reeves, que revelou também que vê essa propensão à reclusão em Robert Pattinson, novo intérprete do Batman. “Ele parece um astro do rock, mas você sente que ele pode ser um recluso”. Para explorar essa sensação isolamento, o cineasta também adotou uma aparência mais caseira para os apetrechos e ferramentas do Cavaleiro das Trevas, que os monta em sua caverna ao lado de Alfred (Andy Serkis). “[Essa versão de Bruce] não é um socialite”, explica. Com filmagens já finalizadas desde a metade do ano, “Batman” está atualmente em fase de pós-produção para chegar aos cinemas em 3 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo um trailer do filme ao som do Nirvana.

    Leia mais
  • Música

    Clássico de George Harrison ganha clipe após 50 anos

    15 de dezembro de 2021 /

    O YouTube oficial de George Harrison divulgou um clipe de “My Sweet Lord”, mais de 50 anos depois da música se tornar hit. Com apoio da família do músico, o vídeo apresenta uma trama de espionagem, que transforma em esquete de humor o tom espiritual da canção. Na historinha, os comediantes Fred Armisen e Vanessa Bayer são “agentes especiais metafísicos” em busca de algo que não podem ver. Quem os envia em sua missão é ninguém menos que Mark Hamill (o Luke Skywalker). E pelo caminho eles encontram incontáveis celebridades, incluindo Darren Criss, Jon Hamm, Rosanna Arquette, “Weird Al” Yankovic, Patton Oswalt, Taika Waititi, Rupert Friend, Ringo Starr, Jeff Lynne e a esposa e o filho de Harrison, ao mesmo tempo em que perdem de vista o encantamento do universo ao seu redor. A direção é de Lance Bangs (“Daydream Nation”). “My Sweet Lord” foi a primeira música da carreira solo de George Harrison, lançada como single em novembro de 1970, seis meses após “Let It Be”, último álbum dos Beatles. O baterista da gravação foi seu velho parceiro Ringo Starr, que se juntou ainda ao guitarrista Eric Clapton, ao tecladista Billy Preston e integrantes da banda Badfinger no registro musical.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Michael Nesmith (1942–2021)

    10 de dezembro de 2021 /

    O cantor, compositor, guitarrista e também ator, produtor de cinema e TV e diretor Michael Nesmith morreu nesta sexta (10/12) de causas naturais em sua casa na Califórnia. Ele tinha 78 anos e encerrara há poucas semanas uma turnê de despedida de sua famosa banda, The Monkees, da qual agora só resta o baterista Micky Dolenz. Concebida por ninguém menos que o cineasta Bob Rafelson como a resposta americana ao sucesso dos Beatles, a banda foi reunida por meio de audições de diferentes músicos, que também precisavam demonstrar suas capacidades como atores para passar no teste e ficar famosos. Lançada em setembro de 1966, a série “The Monkees” não demorou a virar febre e popularizar diversos hits cantados nos episódios. Mas os artistas sempre se incomodaram com o fato de serem vistos como fantoches e logo passaram a compor suas próprias músicas e fazer shows para mostrar seu verdadeiro talento. Para deixar bem claro que sabiam tocar, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos e não atores fingindo-se de roqueiros. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical da banda. O final da produção televisiva transformou de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição do quarteto em permanecer junto, fazer mais shows e lançar novos discos. E que discos! “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e inspirou a rede NBC a produziu um último telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, Michael Nesmith também largou o grupo. Micky Dolenz e Davy Jones continuaram gravando e tocando juntos como The Monkees até 1971, quando o glam e o rock progressivo tornaram seu som ultrapassado. Mas eles nunca perderam contato, sempre dispostos a colaborar em novos trabalhos individuais de algum dos amigos. Michael Nesmith foi o Monkee que permaneceu mais distante do grupo. Em vez da música, acabou voltando-se para a TV e o cinema, escrevendo o roteiro de “O Cavaleiro do Tempo” (1982) e produzindo, entre outros, os filmes cults “Repo Man – A Onda Punk” (1984), com trilha punk rock, e “Tapeheads” (1988), sobre a indústria dos videoclipes, após ter ficado milionário com a herança de sua mãe, inventora do líquido corretivo branco – item obrigatório dos escritórios da era analógica. A propósito, Michael Nesmith também criou a MTV. Em 1977, ele produziu o clipe de sua música solo “Rio”. Ninguém sabia o que era videoclipe na época, mas “Rio” já tinha toda a estética que marcaria a geração MTV. Foi o primeiro vídeo musical feito para a TV que não incluía uma banda tocando ao vivo. Em vez disso, mostrava uma historinha com diferentes cenários, danças e vários figurantes. Para exibir o primeiro clipe, o roqueiro criou o primeiro programa de clipes musicais da TV. Chamado de “PopClips”, a atração batizou os videoclipes e também inventou os VJs, já que trazia apresentadores (incluindo Charles Fleischer, a futura voz de Roger Rabbit) para fazer comentários e introduzir os poucos vídeos de música que começavam a ser produzidos. Lançado no canal pago infantil Nickelodeon em 1980 pelo executivo John Lack, o programa estourou em audiência, tornando-se um dos favoritos das crianças. Vice-presidente da Warner, Lack cresceu o olho e negociou a compra do formato com Nesmith. Naquela época, o estúdio tinha lançado o primeiro canal pago temático, The Movie Channel, dedicado a filmes, e Lack contratou o responsável por aquele lançamento, Bob Pittman, para fazer o mesmo com um canal totalmente musical, usando como base o formato de “PopClips”. Quando eles receberam sinal verde, procuraram Nesmith para lhe oferecer um cargo executivo, em reconhecimento a sua iniciativa. Mas o músico recusou. Ele preferiu fazer um especial, “Elephant Parts”, que combinava clipes, esquetes de humor, e comerciais falsos. Lançada direto em vídeo, a produção venceu o primeiro Grammy entregue para a categoria de Vídeo Musical do Ano. “Elephant Parts” também se provou uma grande influência no novo canal, que também passou a incluir vídeos autorais em seus comerciais. O novo projeto de Nesmith foi lançado em 1 de julho de 1981. Exatamente um mês depois, em 1 de agosto de 1981, a MTV foi ao ar. Rico e disposto a deixar o passado para trás, Nesmith também se recusou a participar da primeira turnê de reencontro dos Moonkees, em comemoração aos 20 anos da banda, em 1986. Mas dez anos depois mudou de ideia. O quarteto original se reuniu pela primeira vez, desde 1968, no aniversário de 30 anos da banda, em 1996, época em que os Monkees também gravaram um álbum de músicas inéditas e ganharam um programa especial na TV, “Hey, Hey, It’s the Monkees”, que Nesmith dirigiu. Davy Jones faleceu em 2012. Em sua homenagem, Nesmith topou voltar a se reunir com Dolenz e Tork para uma nova turnê, que projetou vídeos de Jones durante os shows. Peter Tork morreu em 2019. E novamente os sobreviventes decidiram homenagear o amigo com novos shows. Por causa da pandemia, a turnê só pôde ser realizados entre setembro e novembro deste ano. E foi com estas últimas apresentações que Nesmith também, literalmente, despediu-se dos fãs. “Meu coração está partido”, tuitou Micky Dolenz nesta sexta. “Perdi um querido amigo e parceiro. Agradeço muito por termos conseguido passar os últimos meses fazendo o que mais gostamos, cantando e sorrindo”, acrescentou o baterista, junto de uma foto dos dois se abraçando. Lembre abaixo a música-tema e cinco hits dos Monkees I’m heartbroken.I’ve lost a dear friend and partner.I’m so grateful that we could spend the last couple of months together doing what we loved best – singing, laughing, and doing shtick.I’ll miss it all so much. Especially the shtick.Rest in peace, Nez.All my love,Micky pic.twitter.com/xe8i5jmNgL — Micky Dolenz (@TheMickyDolenz1) December 10, 2021

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie