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  • Música

    Os 20 melhores clipes indies do mês

    18 de setembro de 2022 /

    A seleção de clipes abaixo reúne 20 artistas da cena independente internacional que se destacaram entre os lançamentos do mês de agosto. A lista tem clipes de estreias, veteranos como The Breeders e até uma artista brasileira. Os vídeos foram organizados numa playlist – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge) – na ordem de uma videotecagem. Experimente ouvir sem saltar as faixas e, de preferência, sem as interrupções de anúncios do YouTube.     | PLAYLIST | AGOSTO   O QUE TEM NA PLAYLIST:   | SPORTS TEAM | A banda londrina lança seu segundo álbum (“Gulp!”) na sexta (23/9). Com um som que evoca o britpop de Supergrass e o revival pós-punk de Franz Ferdinand, “The Drop” é o quarto single do disco, que aparentemente só tem “hits” (isto é, alt-hits). | THESE NEW SOUTH WHALES | Os (pós-) punks australianos fazem a música mais barulhenta da seleção – punk encontra shoegazer. E eles também estrelam um podcast cultuadíssimo, “What A Great Punk”, tem seu próprio programa de comédia, “TNSW Tonight!”, e uma série pseudocumental no Comedy Central que fez o site NME batizá-los de “o Flight of the Conchords punk”. | GIFT | O grupo nova-iorquino parece vir de Manchester em 1991. Mas além da clara influência de The Charlatans, também é possível perceber psicodelia e rock progressivo (Yes) no arranjo de “Gumball Garden”, o primeiro single de seu álbum de estreia, “Momentary Presence”, com lançamento marcado para 14 de outubro. | HATCHAM SOCIAL | Formada em 2006, a banda londrina está preparando um álbum de retrospectiva de sua carreira, que inclui uma nova versão de “Hypnotise Terrible Eyes”, lançada em 2009. O novo mix, feito por Baxter (o filho do punk clássico Ian) Dury, evidencia a influência de Echo and the Bunnymen, que era soterrada por guitarras dissonantes na gravação original. | GRAZER | Mollie Wilson e Matt Spiller formaram Grazer em Merlbourne, Austrália, em 2019, inspirados no shoegaze britânico do começo dos anos 1990. O álbum de estreia (“Melancholics Anonymous”), do qual faz parte o single “In My Winter”, saiu em agosto. | SORRY | O quinteto londrino dá uma mostra do segundo álbum (“Anywhere But Here”) com o lançamento de “Sorry”, uma ode ao amor compulsivo com frases como “I need you”, “I found you”, “I love you!” | THE BREEDERS | A banda de Kim Deal, que teve seu auge nos anos 1990 com “The Last Splash”, continua ativa e com a mesma formação, mas “Metagoth” é de 2018. Apesar do clipe ter saído em agosto, a faixa faz parte do álbum “All Nerve” e foi composta pela baixista Josephine Wiggs em homenagem a seus dias de gótica. | WINTER (FT. HATCHIE) | “Ready to Go” é uma parceria entre a brasileira Winter (Samira Winter) e a australiana Hatchie (Harriette Pilbeam), que ainda conta com o australiano Joe Agius (da banda de Hatchie e do Rinse) na guitarra e na câmera de vídeo (ele dirige o clipe nas ruas de Los Angeles). A curitibana Winter está há uma década nos EUA e vai lançar seu quarto álbum, “What Kind of Blue Are You?”, em 14 de outubro. | PALE BLUE EYES | A canção “Little Gem” apresenta o dreampop do álbum de estreia do trio inglês. “Souvenirs” foi lançado na primeira semana de setembro. | FAZERDAZE | A neozelandesa Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, foi precursora da recente tendência de grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, mas estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira as músicas de seu retorno “solo”, como “Break!”. | HOUSEWIFE | As canadenses Brighid Fry e Pascale Padilla se chamavam Moscow Apartment desde 2020. Mas com a invasão da Ucrânia viraram Housewife. E não foi só isso que mudou. Seu som evoluiu do indie folk acústico para o shoegazer suave com guitarras microfonadas. | STELLA DONNELLY | A cantora australiana se inspirou nos casais que atravessaram a pandemia ponderando se deviam romper ou se casar de vez para conceber “How Was Your Day?”, canção que usa frases de diálogos genéricos e uma base acústica que evoca bandas indies dos mid-1980s. Faz parte do álbum “Flood”, lançado no final de agosto. | 7EBRA | “If I Ask” é o primeiro single das irmãs gêmeas suecas Inez e Ella, que estão gravando seu álbum de estreia com o produtor Tore Johansson, conhecido por seus trabalhos com as bandas The Cardigans e Franz Ferdinand. Sai no começo de 2023. | WHITMER THOMAS | O comediante americano tem especial de humor na HBO e uma filmografia com participações em mais de 50 filmes e séries. E ainda é cantor. A música “Rigamarole”, que remete ao pop oitocentista de The The e Man Without Hats, faz parte de seu segundo álbum, “The Older I Get the Funnier I Was”, com lançamento marcado para 21 de outubro. | EZRA FURMAN | A balada “Poor Girl a Long Way from Heaven” é o mais recente single do álbum “All of Us Flames”, lançado em 26 de agosto, e o clipe marca a segunda participação da atriz trans Daphne Always num clipe da cantora trans – e bissexual – americana. | SILVERSUN PICKUPS | Com duas décadas de estrada, a banda de Los Angeles lançou em agosto seu sexto álbum, “Physical Thrills”, produzido por ninguém menos que Butch Vig (produtor de “Nevermind”, do Nirvana, e baterista da banda Garbage). Apesar da cantora Nikki Monninger aparecer sozinha no clipe da balada “Alone on a Hill”, a formação é a mesma desde 2002. | MATCHING OUTFITS | “It Keeps Happening” é o single de estreia do trio feminino de Berlim, que lança seu primeiro álbum (“Band Made Out of Sand”) na quarta-feira (21/9). | BIG GIRL | O folk épico de “Summer Sickness” embala o primeiro clipe da banda queer nova-iorquina, que no momento está gravando seu álbum de estreia, previsto para janeiro de 2023. | MAMALARKY | A cantora-guitarrista americana Livvy Bennett surpreende no novo single, ao combinar a estética twee com levada de jazz e bossa nova, ao estilo da melhor fase da banda sueca The Cardigans. O primeiro álbum saiu em novembro passado e “It Hurts” antecipa o segundo (“Pocket Fantasy”), que chega em 30 de setembro. | ALI MCGUIRK | O soul rústico ao estilo Stax de “X Boyfriends” marca a volta da cantora-compositora de Boston depois de cinco anos. O single faz parte do segundo álbum (“Til It’s Gone”), lançado na sexta passada (16/9)

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  • Filme,  Música

    Banda Sublime vai ganhar cinebiografia do diretor de “Jogos Vorazes”

    16 de setembro de 2022 /

    A banda californiana Sublime, que ficou conhecida nos anos 1990 pelo hit “Santeria”, vai ganhar um filme biográfico. E a direção será de ninguém menos que Francis Lawrence, da franquia “Jogos Vorazes”. O roteiro foi escrito por Chris Mundy (“Ozark”), mas o elenco ainda não começou a ser escalado. Além de “Santeria”, o Sublime emplacou os hits “Doin’ Time” e “What I Got”, e se destacou entre as favoritas de skatistas e surfistas por misturar ska, punk, dub e hip-hop. No auge de seu sucesso, porém, o cantor, guitarrista e principal compositor do grupo, Bradley Nowell, morreu de overdose. Sua morte aconteceu sete dias depois de seu casamento e pouco antes do lançamento do terceiro e último álbum do grupo, que também foi o mais bem-sucedido de todos, com 6 milhões de cópias vendidas. Todos os hits citados neste texto são do disco de 1996. Lembre abaixo cinco hits da banda.

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  • Filme

    “Orfã 2” tem estreia mais ampla da semana nos cinemas

    15 de setembro de 2022 /

    Lançamento mais amplo da semana, “Orfã 2 – A Origem” chega em cerca de 800 telas nesta quinta (25/9). Apesar do título, a produção não continua a história do longa original. Em vez disso, conta o que aconteceu com a psicopata mirim Esther antes do primeiro filme. A distribuição ainda favorece “Uma Pitada de Sorte”, nova comédia nacional com Fabiana Karla, e “Moonage Daydream”, um documentário musical com imagens inéditas de shows de David Bowie. Ao todo, a programação apresenta cinco estreias. Confira os trailers e mais informações abaixo.   | ÓRFÃ 2 – A ORIGEM |   Isabelle Fuhrman está de volta ao papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. Dirigido por William Brent Bell (“Boneco do Mal”), o filme mostra como Leena Klammer (Fuhrman), que escapou de um manicômio na Rússia, conseguiu se passar pela filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta.   | MOONAGE DAYDREAM |   Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (96%) em todos os tempos, o filme apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal do cantor. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999).   | AMANTES |   A cineasta francesa Nicole Garcia (“Um Instante de Amor”) apresenta uma história típica de film noir, em que uma mulher encontra um ex-namorado durante uma viagem de férias com o marido. O reencontro inesperado mexe com os dois, mas também cria um triângulo que, como todo noir, tende a resultar em assassinato. O elenco destaca Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Pierre Niney (“Yves Saint-Laurent”) e Benoît Magimel (“A Prima Sofia”).   | UMA PITADA DE SORTE |   Fabiana Karla (“Rensga Hits!”) vive uma animadora atrapalhada de festas infantis que sonha em virar uma grande chef. Tudo começa a mudar em sua vida quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. A comédia tem direção de Pedro Antônio Paes, de “Tô Ryca!”, “Um Tio Quase Perfeito” e “Os Salafrários”.   | CURTAS JORNADAS NOITE ADENTRO |   O filme de Thiago B. Mendonça (“Vozes da Floresta”) tem estética documental, mas é um drama sobre sambistas paulistanos sonhando em ser descobertos na cena musical. Alternando dias entre um cotidiano alienante e madrugadas libertadoras, trilham seus caminhos para não deixar o samba e o sonho morrer.

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  • Música,  Série

    Beatles vencem Emmy de Melhor Série Documental

    3 de setembro de 2022 /

    A série “The Beatles: Get Back”, da Disney+, venceu o Emmy de Melhor Série Documental ou Não Ficção na noite deste sábado (3/9) em Los Angeles. O produtor-diretor Peter Jackson (de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”), que também levou para casa o Emmy de Melhor Direção para um Programa de Documentário/Não-ficção por “The Beatles: Get Back”, compartilhou o prêmio da série com os coprodutores Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon, Olivia Harrison, Clare Olssen e Jonathan Clyde. “Gostaria apenas de agradecer a todos que trabalharam neste filme”, disse Jackson ao receber o troféu. “Isso não poderia ter sido feito sem o apoio infalível de Paul, Ringo, Olivia, Julian [Lennon], Yoko e Sean [Lennon], que sempre estiveram juntos conosco com seu apoio e amor. Finalmente, um grande aplauso para os Beatles. Muito obrigado pelos mais de 60 anos de seu positivismo, exuberância, alegria… Sua música é tão profunda e acho que está realmente incorporada em nosso DNA.” O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum “Let It Be” foi um trabalho de amor de Jackson, que ficou anos imerso no material filmado pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969. A filmagem original foi concebida para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, Jackson pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol na década de 1990 – e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. O resultado joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois – os Beatles esconderam este fato por anos. Mas o ponto alto de “The Beatles: Get Back” é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. O prêmio à série integrou a primeira parte dos Creative Arts Emmys, como são chamadas as categorias mais técnicas do Emmy. Como a premiação da Academia da Televisão soma um total de 119 categorias, o Emmy é dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows, e acontecem neste fim de semana. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles.

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  • Reality,  TV

    Rodrigo Mussi volta à Globo para cobertura do Rock in Rio

    3 de setembro de 2022 /

    O ex-BBB Rodrigo Mussi está de volta à Globo, como parte da cobertura digital dos shows do Rock in Rio. Cinco meses após sofrer um acidente grave e ficar entre a vida e a morte, Rodrigo foi escalado para apresentar o festival musical pelo site Gshow, que faz parte do conglomerado. Ele já tinha experimentado a função no Lollapalooza Brasil, em março, pouco antes de ficar hospitalizado. Na época, ele foi como convidado especial do evento, mas apareceu durante alguns momentos com o microfone do Multishow nas mãos. Agora, ele está oficialmente contratado. Fã de Post Malone, principal atração deste sábado (3/9) no festival, ele contou à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo sua reação ao convite para esse trabalho, que foi feito quando ele ainda estava no hospital. “Foi uma surpresa gigantesca. Ainda estava acordando, não sabia direito o que estava acontecendo, se ia conseguir andar e falar direito. Eu não sabia como seria, mas isso me animou na hora. Quis sair do hospital rápido”, disse Rodrigo, que sofreu traumatismo craniano e diversas fraturas pelo corpo após uma batida de carro. “Sempre foi um sonho ir ao Rock In Rio. Quando eu era garoto assistia pela TV. Meu pai, quando estava vivo, também era muito fã e nunca pôde ir. Fiquei dias sem acreditar, parece mesmo que estou vivendo um sonho. Foi até difícil pegar no sono esses dias. Ainda mais depois da gravidade do acidente. Quem imaginaria que eu estaria aqui pouco tempo depois?”, acrescentou. Rodrigo revelou que ainda sofre com sequelas na perna esquerda e tem dificuldade na fala, mas nada que o prejudique no dia a dia. Seus planos são continuar atuando como influencer e se dedicar à reabilitação para ficar “100% e deixar o acidente para trás”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por gshow (@gshow)

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  • Etc

    “Bebê do Nirvana” perde processo contra banda por capa do disco “Nevermind”

    3 de setembro de 2022 /

    Spencer Elden, conhecido como “bebê do Nirvana”, perdeu seu segundo processo em Los Angeles, onde acusava a banda Nirvana de pornografia infantil por mostrá-lo pelado, ainda bebê, na capa do disco “Nevermind” de 1991. Ele já tinha perdido um processo, após um juiz rejeitar sua primeira ação por falhas processuais. E agora viu seu segundo caso ser arquivado por ser uma perda de tempo. Literalmente, ele perdeu muito tempo antes de dar entrada na queixa. Em decisão na sexta-feira (2/9), o juiz distrital Fernando Olguin disse que Elden esperou décadas para alegar que a banda o explorou sexualmente e mandou o arquivar o caso por prescrição do prazo legal para fazer a reclamação. Elden, que hoje tem 31 anos, apresentou sua denúncia no segundo semestre de 2021 argumentando que nem ele e nem seus pais autorizaram o uso de sua imagem, “e menos ainda para a exploração comercial de sua pessoa com imagens de pornografia infantil”. A famosa capa do disco do Nirvana retrata Elden debaixo d’água em uma piscina como sua genitália exposta, nadando em direção a um anzol com uma nota de dólar. A imagem é geralmente entendida como uma crítica ao capitalismo e jamais gerou outro entendimento, como deixam claras as ausências de protestos conservadores contra sua venda em lojas de discos. Fotos não sexualizadas de bebês nus não são consideradas pornografia infantil de acordo com a lei dos EUA. No entanto, Robert Y. Lewis, o advogado de Elden, acreditava que poderia vencer o processo graças a uma interpretação incomum da imagem. Ele argumentou que a foto ultrapassava os limites porque a inclusão de dinheiro num anzol faz com que o bebê pareça “um trabalhador do sexo”. Os alvos do processo incluíam os membros sobreviventes do Nirvana, Dave Grohl e Krist Novoselic, o primeiro baterista da banda Chad Channing (que saiu do Nirvana um ano antes de “Nevermind”), a viúva de Kurt Cobain, Courtney Love, Guy Oseary e Heather Parry, que são gerentes do espólio de Cobain, o fotógrafo Kirk Weddle, responsável pelo clique, o diretor de arte Robert Fisher e várias gravadoras existentes ou extintas que lançaram ou distribuíram o álbum nas últimas três décadas. Em sua defesa, os músicos alegaram falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo original.

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  • Música,  TV

    Rock in Rio será transmitido pela TV e por streaming

    2 de setembro de 2022 /

    Rock in Rio não é só show ao vivo. É também programação televisiva. As performances musicais que acontecem no Rio de Janeiro tem transmissão na TV e no streaming, com uma cobertura de grande fôlego. Os direitos de exibição são da Globo, que escalou um time estrelado para as apresentações, composto por Marcos Mion, Didi Wagner, Didi Effe, Dedé Teicher, Bielo Pereira, Kenya Sade, Ana Clara, Malena, Thais Barja, Jonathan Azevedo, Guilherme Guedes, Laura Vicente, China, Jimmy London e o ex-BBB Rodrigo Mussi. Eles vão se revezar entre shows e canais. A Globo vai exibir compactos com os melhores momentos durante as noites de festival, com apresentação de Marcos Mion, além de trechos ao vivo dos principais shows. Mas o festival também poderá ser acompanhado com mais detalhes no Multishow e Canal Bis, que farão a transmissão ao vivo dos palcos Mundo, Sunset, Favela e New Dance Order, além de mostrar bastidores e conteúdos exclusivos no YouTube, site e redes sociais dos canais, além de render uma cobertura no site Gshow da Globo. O Multishow ainda faz a transmissão em 4K para o público crescente das Smart TVs. Por sinal, além da TV convencional, a Globoplay vai abrir o sinal do Multishow para não assinantes durante o festival. Já o Canal Bis só poderá ser acessado por streaming pelos assinantes do pacote + Canais ao Vivo. A transmissão do Rock in Rio tem produção de Karina Ajuz, direção artística de Pedro Secchin e direção de gênero de Raoni Carneiro. Já pode preparar a pipoca, que em casa não custa R$ 30, pois a transmissão já começou.

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  • Etc,  TV

    VMAs 2022: Apresentação do Måneskin sofreu censura da MTV

    29 de agosto de 2022 /

    A MTV acabou censurando a apresentação da banda italiana Måneskin no VMAs 2022. Quem acompanhou o programa ao vivo notou cortes bizarros de cenas na performance da música “Supermodel”, numa edição que se alternava entre mostrar uma tomada geral do público do Prudential Center, local do evento na cidade de Newark, em Nova Jersey, e closes do cantor Damiano David agitando o palco. O motivo foi um acidente com o figurino da baixista Victoria De Angelis. Bastante animada durante a apresentação, ela perdeu o top, deixando os seios à mostra, e continuou tocando sem interromper a performance para se ajeitar. O detalhe é que ela já entrou no palco com o seio esquerdo à vista. Mas o mamilo estava tapado por um protetor. Quando a agitação do rock fez o top escorregar para exibir o lado direito, o seio revelado não tinha protetor. O acidente aconteceu por volta de um minuto do show. Confira no vídeo abaixo. O Måneskin venceu um troféu na premiação: Melhor Clipe Alternativo para “I Wanna Be Your Slave”. A banda vai se apresentar no Brasil na próxima semana: em 8 (Rock in Rio) e 10 (São Paulo) de setembro.

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  • Música

    Muse lança clipe com várias referências de terror

    26 de agosto de 2022 /

    A banda Muse divulgou o clipe de “You Make Me Fell Like It’s Halloween”, repleto de referências a clássicos de terror. A primeira referência, inclusive, é musical: uma homenagem às trilhas sintetizadas de John Carpenter. Não por acaso, o vídeo abre com um carro conversível similar ao veículo demoníaco de “Christine”, sucesso de 1983 de Carpenter. Mas assim que os personagens encapuzados adentram a casa assombrada do vídeo, também surgem citações a “O Iluminado”, “It – A Coisa” e uma infinidade de outras atrações, culminando numa inundação de máscaras icônicas – de “Sexta-Feira 13”, “Pânico” e “V de Vingança”. A direção é de Tom Teller, que já tinha trabalhado com Muse nos clipes de “Algorithm” (2018) e “Will of the People” (2022). A música faz parte do novo álbum da banda, “Will of the People”, também lançado nesta sexta (26/8).

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  • Música

    Os 10 melhores clipes indies de julho

    8 de agosto de 2022 /

    A seleção abaixo reúne 10 clipes de artistas da cena independente internacional, que se destacaram entre os lançamentos do mês de julho. Os vídeos são disponibilizados de duas formas: individualmente, com breves informações sobre cada clipe, e via playlist (localizada no final do post) para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge).       | THE BIG MOON | INGLATERRA   “Wide Eyes” é o cartão de visitas do terceiro álbum do quarteto londrino. O clipe traz uma intrincada troca de cumprimentos entre as integrantes da banda, enquanto a música expressa a alegria do companheirismo. A composição foi inspirada pelo otimismo sentido pela compositora Juliette Jackson ao se tornar mãe no ano passado. Não por acaso, a capa do álbum “Here Is Everything”, previsto para outubro, destaca Jackson com um barrigão de grávida.   | GIRLPUPPY | EUA   Girlpuppy é o nome artístico da cantora-compositora americana Becca Harvey, de 23 anos, que vai lançar seu primeiro álbum em outubro. Gravado num cenário rural com lagoas e precipícios, o clipe de “Wish” a mostra junto com amigos em clima de diversão, enquanto canta sobre a dor do rompimento de uma amizade.   | MOMMA | EUA   Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement, Teenage Fanclub e Breeders. A banda californiana lançou seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho – um dos melhores lançamentos indies de 2022. O clipe de “Motorbike” saiu juntinho com o disco.   | FAZERDAZE | NOVA ZELÂNDIA   O vídeo caleidoscópico de imagens pequenas, esverdeadas e repetitivas é tão simples e indie quanto Amelia Murray, mais conhecida como Fazerdaze, que volta a gravar após longo hiato. Precursora do novo grunge melódico com seu EP de estreia em 2014, ela estava sumida desde seu brilhante primeiro álbum de 2017. Um dos motivos foi a fricção com ex-músicos de sua banda, situação que inspira “Come Apart”, uma música sobre aceitar o fim de relações que deixam de funcionar.   | MAMALARKY | EUA   O clipe de “Mythical Bonds” celebra a amizade dos integrantes da banda texana com flores, tons pastéis, muitos sorrisos e olhares sonhadores, mas a cantora-guitarrista Livvy Bennett surpreende ao combinar a estética twee com escalas inesperadas de rock matemático, causando um curto-circuito nas expectativas. O primeiro álbum saiu em novembro passado.   | THE VELVET HANDS | INGLATERRA   As colagens animadas do clipe evocam a estética dos zines, numa referência ao espírito punk da banda, que vai de The Clash a Libertines, e de Gang of Four a Strokes no som volátil de “Holiday in My Head”. A música reflete a claustrofobia da pandemia e faz parte do segundo álbum do quarteto da Cornualha, ainda sem previsão de estreia.   | CLAMM | AUSTRÁLIA   O trio australiano usa telas/espelhos para se transportar por vários cenários no clipe de “Something New”, expressando a impaciência com o tempo e a busca pela novidade, descritas na letra. A gravação punk de muitas dissonâncias – com direito a saxofone no meio da distorção – faz parte do segundo álbum (“Care”), previsto para chegar em 19 de agosto.   | MODERN WOMAN | INGLATERRA   “Ford” é a faixa-título do EP de estreia do quarteto londrino Modern Woman. O clipe destaca a cantora Sophie Harris oferecendo caronas para homens desavisados numa estrada rural pouco trafegada, enquanto a música pega uma bifurcação sombria entre Patti Smith, Siouxsie and the Banshees e PJ Harvey.   | THE HOWLERS | INGLATERRA   “Nothing to Lose” é uma mostra do EP “Further Down The Line”, que chega em 30 de setembro. O trio londrino apresenta seu garage rock há três anos e o novo clipe injeta uma pegada “soulsonic” no repertório, com direito a uma dançarina com visual dos anos 1960 balançando franjas sob luzes vermelhas.   | VIXEN77 | EUA   A banda feminina de glam rock da Filadélfia, fortemente inspirada por Suzy Quatro e New York Dolls, celebra a nostalgia das lojas de discos no clipe de “Record Store”, cantando uma love story com vinil, traições e reviravoltas, onde o rock tem a palavra final.     | PLAYLIST |

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  • Música

    Johnny Depp é acusado de plagiar poema inteiro em letra de música

    4 de agosto de 2022 /

    Johnny Depp vai encarar mais um processo em sua carreira cada vez mais jurídica. Ele foi acusado de plágio em sua recente incursão musical com o roqueiro Jeff Beck. Depp e Beck lançaram o disco “18” no mês passado, que reúne diversos covers e duas músicas originais. Uma delas, “Sad Motherf***in’ Parade”, foi considerada um ataque contra Amber Heard. Mas a inspiração pode ter sido bem diferente. O musicólogo Bruce Jackson denunciou à revista Rolling Stone que a letra é plágio de um “toast” obscuro, cantado por um homem negro encarcerado e documentado por ele em 1974. A letra da poesia profana original foi escrita por um homem chamado Slim Wilson que estava cumprindo uma sentença de assalto à mão armada na Penitenciária Estadual do Missouri, quando Jackson a registrou em seu livro “Get Your Ass in the Water and Swim Like Me”, dedicado à história dos “toasts” – poesia negra maldita. O livro foi lançado com o acompanhamento de um disco com gravações de toasts. A poesia que teria sido plagiada se chama “Hobo Ben”. E seus versos são, realmente, muito semelhantes aos de “Sad Motherf***in’ Parade”. No toast, “Hobo Ben”, o homem do título da música está em uma festa e diz: “’Senhoras de cultura e beleza tão refinadas, há uma entre vocês que me daria vinho?/ Estou esfarrapado, eu sei , mas eu não tenho fedor/ e Deus abençoe a senhora que vai me pagar uma bebida.’/ Hattie de quadris pesados ​​virou-se para Nadine com uma risada/e disse, ‘O que aquele filhodamãe fedido realmente precisa, criança, é um banho.’” “Sad Motherf***in’ Parade” inclui versos semelhantes, como “Sou maltrapilho, eu sei, mas não tenho fedor”, “Deus abençoe a senhora que vai me pagar uma bebida” e “O que esse filhodamãe realmente precisa, criança, é um banho”. “As únicas duas linhas que pude encontrar em toda a letra que [Depp e Beck] contribuíram são ‘Big time motherfucker’ e ‘Bust it down to my level’”, disse Jackson à Rolling Stone. “Todo o resto é da performance de Slim no meu livro. Eu nunca encontrei nada assim. Eu tenho publicado coisas por 50 anos e esta é a primeira vez que alguém simplesmente rasgou algo e colocou seu próprio nome nela” Até o momento, nem Depp nem Beck comentaram as acusações.

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  • Filme,  Música

    Documentário sobre David Bowie ganha trailer espetacular

    31 de julho de 2022 /

    O estúdio indie Neon divulgou um novo trailer de “Moonage Daydream”, documentário sobre David Bowie com imagens inéditas de sua carreira e uma proposta imersiva. E as imagens apresentadas não são nada menos que espetaculares. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme teve première mundial em sessão de gala no Festival de Cannes, quando recebeu aplausos entusiasmados e críticas elogiosas – mencionadas, inclusive, na nova prévia. Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (93%), “Moonage Daydream” vai ganhar lançamento nos cinemas e em IMAX em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Um pouco depois disso, chegará em streaming pela HBO Max.

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  • Música,  Série

    Astro de “Stranger Things” encontra Metallica e toca com a banda

    30 de julho de 2022 /

    O ator Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson na 4ª temporada de “Stranger Things”, encontrou os músicos do Metallica nos bastidores da apresentação da banda no Lollapalooza, que aconteceu na quinta-feira (28/7) em Chicago. Além disso, foi convidado a tocar com a banda num ensaio, repetindo sua performance da série, quando plugou uma guitarra para tocar “Master of Puppets”. Ao final, ele ganhou uma guitarra do show, autografada pelos artistas. Durante a interação, Quinn ganhou elogios. “Obrigado por fazer justiça à música”, disse o cantor James Hetfield, que ainda revelou ser fã e acompanhar “Stranger Things” desde a 1ª temporada com seus filhos. Tudo isso foi registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais pela Netflix e pelo próprio Metallica. Veja abaixo. “Stranger Things” ajudou colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após seu destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard, fazendo sua estreia só agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, no início de julho, a banda chegou a elogiar a inclusão da música na série, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. A banda também postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” virtual com a cena em que Eddie Munson toca “Masters of Puppets” na guitarra. Em “Stranger Things, o rock clássico de 1986 é executado por Eddie em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. 🤘this is for Eddie 🤘Joe Quinn met Eddie Munson's heroes: @Metallica! pic.twitter.com/y0oaSLpT6P — Netflix (@netflix) July 29, 2022

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