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    Baixista do Blur critica falta de shows no Brasil: “Estou furioso”

    21 de julho de 2023 /

    Alex James, baixista da banda de rock britânica Blur, demonstrou sua frustração com a falta de shows do grupo no Brasil. Nos últimos meses, os fãs brasileiros alimentaram esperanças de ver a banda ser confirmada no line-up do Primavera Sound São Paulo, já que tocará uma semana antes no Primavera Sound Buenos Aires, na Argentina. Entretanto, o festival divulgou sua lista completa de participantes na última quinta-feira (20/7) sem a presença dos ingleses. Em entrevista ao podcast Tenho Mais Discos Que Amigos (TMDQA), o baixista lamentou a falta de agenda da banda para se apresentar no Brasil. “Eu estou absolutamente furioso que ainda não temos data para ir ao Brasil. Isso não pode estar certo, não pode estar certo”, declarou. Na sequência, ele lembrou a última vez em que o Blur esteve no Brasil em 2013. “Pelo amor de Deus, a última vez que estivemos aí foi incrível”, confessou. O baixista ainda explicou que a banda realiza uma quantidade bastante limitada de shows. “Nos últimos 20 anos, nós provavelmente fizemos menos de 50 shows, sabe. Não tocamos tanto. Mas eu não faço ideia de por que não estamos indo ao Brasil e estou furioso”, continuou. “Deveríamos ir. Nos convidem, vamos fazer acontecer!”. Durante o podcast, James confirmou que não há previsão de um show solo da banda no país. Ao longo dos anos, o Blur teve apenas duas vindas ao Brasil, sendo a primeira vez em 1999 e a última em 2013. Na versão brasileira do Primavera Sound, a banda foi substituída por The Killers – que esteve por aqui no ano passado.   Primeiro álbum em oito anos Nesta sexta-feira (21/7), Blur lançou seu primeiro álbum em oito anos, “The Ballad of Darren” com 10 faixas inéditas. O projeto marca o reencontro da banda, após o vocalista Damon Albarn transformar seu projeto paralelo Gorillaz em principal. O disco está sendo elogiadíssimo pela crítica especializada, assim como a turnê do grupo veterano, formado em 1989, e que também inclui o guitarrista Graham Coxon e o baterista Dave Rowntree. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tenho Mais Discos Que Amigos! (@tmdqa)

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    10 Filmes: As principais estreias para ver em casa

    21 de julho de 2023 /

    Bastante eclética, a programação de cinema em casa desta semana tem comédia de ação, thriller sul-coreano, drama brasileiro, suspenses, romances e punk rock. Confira abaixo a seleção com os 10 principais lançamentos para ver em streaming.   CLONARAM TYRONE! | NETFLIX   A comédia estrelada por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jamie Foxx (“Dupla Jornada”) combina humor, sci-fi e ação com o estilo do cinema blaxploitation dos anos 1970. Na trama, Boyega interpreta Fontaine, um traficante de drogas que deveria estar morto após ser baleado por seu rival. Só ele que nunca levou o tiro, que atingiu outra pessoa exatamente igual. Ao investigar o mistério, ao lado de Yo-Yo (Teyonah Parris, de “WandaVision”) e do cafetão Slick Charles (Foxx), Fontaine descobre o plano de uma misteriosa organização para clonar a população negra. A direção é de Juel Taylor (roteirista de “Creed II”), que também escreveu o roteiro ao lado de Tony Rettenmaier (“Space Jam 2: Um Novo Legado”).   A BRUXA – PARTE 1: A SUBVERSÃO | HBO MAX   O thriller sul-coreano gira em torno de Ja-yoon (interpretada pela estreante Kim Da-mi), uma adolescente talentosa que vive uma vida pacata em uma cidadezinha rural, até aparecer em um programa de talentos na televisão e atrair a atenção de figuras de seu passado esquecido. É que a jovem aparentemente normal escapou de uma instalação governamental secreta quando criança e possui habilidades especiais. Perseguida, Ja-yoon começa a descobrir seus poderes e a enfrentar uma série de conflitos e lutas – intensas, acrobáticas e criativas – , enquanto tenta desvendar os mistérios de sua origem e identidade. Visualmente impressionante, com sequências de ação de tirar o fôlego e uma estética futurista industrial que contrasta com a simplicidade da vida rural de Ja-yoon, o filme de 2018 é a primeira parte de uma trilogia do diretor Park Hoon-jung (“Nova Ordem”), que lançou a segunda parte nos cinemas no ano passado.   SEDE ASSASSINA | VOD*   A estreia em Hollywood do cineasta argentino Damian Szifrón (“Relatos Selvagens”) é um thriller policial sobre a caça a um sniper assassino. Profissional que mata seus alvos à distância sem deixar pistas, o serial killer escapa de todas as tentativas de captura, até que uma policial inexperiente é recrutada para o caso num palpite do chefe da investigação, e demonstra que seu perfil desajustado pode ser a chave para entender a mente desse assassino. O elenco destaca Shailene Woodley (“Divergente”), Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”) e Jovan Adepo (“Babilônia”). ASSASSINO SEM RASTRO | HBO MAX   Mais um thriller de ação de Liam Neeson (“Busca Frenética”), que mesmo após completar 70 anos segue dando tiros e correndo sem parar – com ajuda de dublês. Desta vez, ele vive um assassino experiente na mira do FBI. Quando se recusa a concluir um trabalho para uma organização criminosa, vira um John Wick da Terceira Idade para caçar e matar as pessoas que o contrataram, antes que elas – ou o FBI – o encontrem primeiro. Para complicar, sua memória começa a vacilar e ele é forçado a questionar todas as suas ações, inclusive em quem pode confiar. A direção é de outro veterano: Martin Campbell, que assinou dois filmes de “007”. Isto ajuda “Assassino sem Rastro” a ser melhor que “Agente das Sombras”, “Missão Resgate”, “Na Mira do Perigo”, “Legado Explosivo” e outros thrillers genéricos recentes da carreira do ator.   DESEJO PROIBIDO | VOD*   O novo drama romântico do polonês Tomasz Mandes, diretor da franquia “365 Dias”, tem todos os defeitos que os fãs de erotismo soft minimizam. O novelão com atores são ruins de corpos belos gira em torno de uma mulher mais velha, que se envolve com um instrutor de paraquedismo 15 anos mais novo. O affair se complica quando a filha da mulher resolve aparecer sem avisar e fica furiosa ao descobrir a relação, decidindo fazer de tudo para acabar com o romance, inclusive se oferecer para o amante da própria mãe. O protagonista masculino é um dos galãs de “365 Dias”, o italiano Simone Susinna, atual affair da cantora Anitta.   A FELICIDADE DAS COISAS | MUBI   A coisa que a protagonista (Patrícia Saravy, de “Tentei”) do drama nacional imagina que possa lhe trazer felicidade é uma piscina, que ela sonha em construir para os filhos na modesta casa de praia em que mora com a mãe. Ela está grávida do terceiro filho e os problemas financeiros tornam cada vez mais difícil ser feliz, mas ela insiste, lutando por seu objeto de desejo, contra tudo e todos, como um símbolo de resistência por suas crianças. A diretora Thais Fujinaga (“A Cidade onde Envelheço”) se inspirou em sua infância para conceber seu segundo longa, que foi filmado na região em que passava os verões na adolescência. Os críticos de carteirinha gostaram. “A Felicidade das Coisas” venceu o prêmio de Melhor Estreia Brasileira, entregue pela Abraccine na Mostra de São Paulo de 2021.   NADA É POR ACASO | AMAZON PRIME VIDEO   O drama espírita nacional acompanha duas mulheres desconhecidas que, após muitos encontros furtuitos, percebem estar ligados por laços formados além dessa vida. Curiosamente, o diretor Márcio Trigo, que estreia no cinema, é mais conhecido por programas humorísticos do Multishow, como “Treme Treme”, “Xilindró” e “Multi Tom”. O elenco destaca Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”), Mika Guluzian (“Pacto de Sangue”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”).   VERGEL | VOD*   Em pleno verão, uma mulher brasileira (Camila Morgado, de “Bom Dia, Verônica”) espera o corpo do seu marido que foi morto durante as férias do casal na Argentina. A burocracia é tanta e a espera tão longa que ela começa a perder a noção do tempo e o senso de realidade. O apartamento onde ela está hospedada é cheio de plantas, que são quase personagens, mas ela sequer consegue cuidar delas. Até que uma vizinha (Maricel Álvarez, de “O Tradutor”) se oferece para ajudar a regar e a mulher encontra nessa desconhecida alguém com quem compartilhar sua dor. Drama minimalista de confinamento, o filme da cineasta argentina Kris Niklison (“Diletante”) também registra a última performance de Maria Alice Vergueiro (“Tapa na Pantera”), falecida em 2020.   RUDE BOY | MUBI   O clássico “perdido” de 1980 co-dirigido por Jack Hazan e David Mingay, é um retrato do cenário punk britânico no auge da banda The Clash. O filme foi rodado durante a produção do álbum “Give ‘Em Enough Rope”, mas ganhou proeminência após o grande sucesso comercial do álbum duplo “London Calling”. O enredo principal se concentra em Ray Gange, um jovem à deriva (que também é um dos roteiristas), que passa de empregado de uma sex shop em Soho a roadie do The Clash. Embora ele se torne parte do círculo interno da banda, Gange representa tudo o que a banda se opõe: a intolerância e a política reacionária. A trama do filme é construída em torno das sessões de gravação e performances ao vivo do The Clash, incluindo o concerto “Rock Against Racism”, que aconteceu em Victoria Park em 1978. Embora o filme tenha estrutura narrativa inconsistente, a força da música e das performances do The Clash compensa tudo, fornecendo um retrato autêntico da banda em seu auge. “Rude Boy” também é lembrado por sua polêmica devido à insatisfação da banda com uma subtrama que difamava os jovens negros em Londres durante a era Thatcher. O grupo até tentou desautorizar o filme. Entretanto, a passagem do tempo o transformou em um documento valioso. Ainda que amargo, é um testemunho do auge do punk e um retrato da época, com uma trilha repleto de clássicos do Clash, como “Career Opportunities”, “I’m So Bored With the USA”, “Stay Free” e “I Fought The Law”.   THE PUNK SINGER | FILMICCA   O documentário retrata a vida e a carreira de Kathleen Hanna, uma figura influente na cultura punk e no universo feminista, e ícone do movimento riot grrrl dos anos 1990. Dirigido por Sini Anderson, o filme demonstra a importância de Hanna para o rock alternativo americano, como vocalista da influente banda Bikini Kill, e sua luta contra a doença de Lyme, que levou ao fim da banda em 2005. A narrativa é construída a partir de uma rica coleção de material de arquivo, incluindo performances ao vivo, entrevistas de vários roqueiros lendários e momentos pessoais, que ilustram a energia e a paixão de Hanna tanto no palco quanto fora dele. A história de Hanna é contada de forma cronológica, desde seus primeiros dias no Bikini Kill, passando pela fundação do movimento riot grrrl, sua influência no Nirvana e sua saída abrupta da cena musical devido à doença de Lyme. O filme também destaca a relação de Hanna com seu marido, Adam Horowitz, também conhecido como Ad-Rock dos Beastie Boys, e a importância de seu apoio durante a fase mais difícil de sua vida. O documentário termina com um concerto de tributo a Hanna em 2010, onde várias bandas interpretam suas músicas e ela mesma se apresenta com seu novo projeto musical, Julie Ruin. Depois disso, a cantora ainda lançou o projeto punk eletrônico Le Tigre. Mas só foi superar a doença em 2015, situação que lhe permitiu dar uma reviravolta. Depois de colocar um The à frente da banda Julie Ruin e lançar dois álbuns, ela retomou o Bikini Kill em 2019. As riot grrls originais tiveram os planos da grande volta atrapalhados pela pandemia, mas tocaram em vários festivais nos últimos dois anos e permanecem juntas até hoje.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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  • Música

    Banda de Keanu Reeves lança clipe e anuncia primeiro álbum em 23 anos

    19 de julho de 2023 /

    A banda Dogstar divulgou clipe e anunciou seu primeiro álbum em 23 anos. O grupo americano é formado pelo ator Keanu Reeves – estrela das franquias “John Wick” e “Matrix” – como baixista, ao lado do guitarrista e vocalista Bret Domrose e do baterista Rob Mailhouse. O anúncio foi feito por uma publicação no Instagram oficial da banda nesta quarta-feira (19/7). “Estamos muito animados em anunciar nosso novo álbum ‘Somewhere Between the Power Lines and Palm Trees’, que será lançado em 6 de outubro em nosso selo Dillon Street Records. Uma quantidade muito limitada de vinis autografados está disponível na Loja Oficial – corram rápido!”, declarou a banda em comunicado à imprensa. O clipe da primeira faixa do projeto, intitulada “Everything Turns Around”, é marcado pela sonoridade grunge, e mostra a banda se apresentando em cenários diferentes – projetados ao fundo. Por curiosidade, a direção é de Josh Oreck, que dirigiu vídeos de bastidores da franquia “John Wick”. “Estamos muito animados em reintroduzir o Dogstar com nosso novo single ‘Everything Turns Around'”, seguiu a banda. “Parece uma música divertida de verão para nós. Tem uma mensagem inspiradora e uma vibração positiva que esperamos que torne o seu dia um pouco mais leve. É uma de nossas músicas favoritas para tocar ao vivo e mal podemos esperar para compartilhá-la em nossa próxima turnê”. Para divulgar o material inédito, a banda fará nova turnê pela América do Norte e Japão, com mais de 25 datas. O primeiro show acontece na cidade Hermosa Beach, na Califórnia, no dia 10 de agosto.   Retorno após 23 anos Dogstar foi criada em 1991 com músicas no estilo grunge, que marcou o rock alternativo da época. Apesar de não atingir grande sucesso internacional, o grupo reuniu um séquito respeitável de fãs com discos como o EP “Quattro Formaggi”, lançado em 1996, e dois álbuns de estúdio “Our Little Visionary” (1996) e “Happy Ending” (2000). Eles permaneceram em atividade até 2001, quando Keanu passou a se dedicar exclusivamente ao cinema. Em junho de 2022, o grupo surpreendeu os fãs com a criação de um perfil oficial  no Instagram. A primeira publicação trouxe uma imagem nostálgica da banda e a frase “estamos de volta”. Desde então, o trio publica imagens em estúdios de gravação e salas de ensaio. Após mais de duas décadas de inatividade, eles se apresentaram pela primeira vez no BottleRock, um festival realizado na cidade de Napa, na Califórnia, no último mês de maio. O evento ainda contou com artistas como Post Malone, Red Hot Chilli Peppers e Lizzo. O álbum “Somewhere Between the Power Lines and Palm Trees” chega nas plataformas digitais no dia 6 de outubro.

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  • Série

    Pato Fu transforma disco “Música de Brinquedo” em série com bonecos no Nick Jr.

    18 de julho de 2023 /

    A banda de rock brasileira Pato Fu vai estrelar uma nova série do canal infantil Nick Jr. ao lado dos bonecos do Grupo Giramundo. Intitulada “Música de Brinquedo”, a atração ganhou uma prévia divulgada pelo grupo de mineiros formado por Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Glauco Nastacia e Richard Neves. Dirigido por Fernando Gomes, a série é uma produção da Rotomusic com o canal derivado da Nickelodeon. Cada episódio traz a banda tentando gravar uma música diferente, enquanto precisa lidar com trapalhadas e confusões causadas por bonecos monstrinhos. São eles Groco, Largatixa, Ziglo. Seu Cridêncio, Shirles, Profiteroli, Norma, Filmaeu, Mazém, Vitória, Craudão, Titoinzin, Grapete, Azeitona e Bola 8. Os personagens são cheios de manias, adicionando uma boa dose de humor e caos durante as gravações. No repertório, clássicos da música pop em arranjos inteiramente tocados com instrumentos de brinquedo que mal cabem nas mãos – em referência ao grande sucesso da banda que nomeia a série. Lançado em 2010, o disco “Música de Brinquedo” foi vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum Infantil.   Ideia de quase 30 anos atrás A série serve como uma extensão para o projeto que regrava canções clássicas da música nacional e internacional, como “Live and Let Die” de Paul McCartney, “Primavera (Vai Chuva)” de Tim Maia, “Ovelha Negra” da Rita Lee e “My Girl” dos Temptations, tocadas com instrumentos musicais feito para crianças. A ideia surgiu em 1995, quando John e Fernanda se encontravam em Londres. Os dois ouviram um disco da Turma do Snoopy cantando Beatles com as vozes dos dubladores originais e sonoridade de brinquedo. Inspirados pelo material, planejaram gravar um disco com essa mesma técnica. Mas como a banda ainda estava ganhando espaço no mundo da música na época, o plano ficou guardado por 15 anos, até que o álbum “Música de Brinquedo” fosse finalmente lançado. Sucesso entre os pais e as crianças, o projeto venceu o Grammy Latino de Melhor Disco Infantil em 2011 e ganhou uma continuação, intitulada “Música de Brinquedo 2” em 2017, além de turnês. Ao longo dos shows, a banda apresentou ao público os bonecos Groco e Ziglo, seus primeiros personagens monstrinhos, assinados pelo Giramundo. “Música de Brinquedo” estreia no Nick Jr. no dia 5 de agosto às 12h30. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nick Jr. Brasil (@nickjrbrasil)

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  • Música

    Demi Lovato regrava seus maiores hits em versões roqueiras

    14 de julho de 2023 /

    Demi Lovato lançou uma versão roqueira da música “Sorry Not Sorry” e reforçou sua mudança para o gênero musical. A canção divulgada nesta sexta-feira (14/7) é uma parceria com Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, e veio acompanhada de uma novidade ainda mais surpreendente: o anúncio de um álbum com seus principais sucessos regravados em ritmo de rock. Intitulado “Revamped” (Reformulado, em tradução livre), o projeto trará versões repaginadas dos hits de seu repertório. A cantora já deu uma mostra do que esperar, ao gravar recentemente versões roqueiras das canções “Cool For the Summer” e “Heart Attack”, originalmente lançadas em 2015 e 2013. Para acompanhar a notícia, ela compartilhou um teaser de 40 segundos de estética grunge ao som das novas versões – que soam emo. “Dar uma nova vida às músicas que tiveram um papel tão importante na minha carreira me permitiu sentir uma conexão ainda maior com minha música. Mal posso esperar para vocês ouvirem ‘Revamped'”, ela escreveu na legenda da prévia. Até o momento, a cantora não revelou o restante dos títulos inclusivos no projeto, que terá todo 10 faixas, apenas que as canções selecionadas foram bastante importantes para concretizar sua identidade como artista. “Com ‘Revamped’, eu quis prestar homenagem às músicas que mais ressoaram com os fãs e tiveram um grande papel em minha carreira, dando a elas uma nova vida empolgante”, declarou. “Criar esse projeto tem sido incrivelmente divertido e me permitiu expressar minha paixão pelo rock de uma maneira nova, e sinto uma conexão muito maior com minha música anterior por causa disso. Mal posso esperar para que todos ouçam mais!”.   Adeus à música pop Vale mencionar que a cantora abandonou a música pop e migrou para o “rock” no início do ano passado. A mudança se concretizou com o lançamento do álbum “Holy Fvck”, que estreou em agosto de 2022. O projeto trouxe muitas guitarras distorcidas, em faixas como “Skin of My Teeth” e “29”. Mas vale lembrar que os dois primeiros discos da cantora, “Don’t Forget” (2008) e “Here We Go Again” (2009), já tinham guitarras, antes dela embarcar no pop assumido. No último mês, ela também lançou uma música inédita em clima roqueiro: “Swine”, com letra de protesto contra o patriarcado e um arranjo musical pesado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Demi Lovato (@ddlovato)

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  • Música

    Biografia em quadrinhos de Nick Cave é lançada no Brasil

    8 de julho de 2023 /

    “Nick Cave – Piedade de Mim”, uma biografia em quadrinhos do icônico músico Nick Cave, chegou ao Brasil em publicação da Editora Hipotética. A graphic novel é fruto do trabalho do quadrinista alemão Reinhard Kleist, conhecido também por seus trabalhos “Johnny Cash – Uma Biografia”, “Castro” e “O Boxeador”, entre outros. O quadrinista alemão Reinhard Kleist faz uso das possibilidades oferecidas pelos quadrinhos para retratar a história de Nick Cave de maneira não convencional. Ao invés de focar em detalhes da vida pessoal do músico, a obra se atém ao início de sua carreira e as dificuldades enfrentadas para se estabelecer no cenário musical. Além disso, explora um confronto com os personagens fictícios de suas canções. Nick Cave e seu universo musical Ao longo da carreira, Cave flertou com gêneros como pós-punk e rock experimental, tornando-se conhecido por sua atitude performática desde os primeiros passos no cenário musical. A obra explora as parcerias criativas e a exploração sonora que marcaram sua carreira, desde a banda The Boys Next Door, que mais tarde se transformou em The Birthday Party, até a formação consagradora de Nick Cave and the Bad Seeds. A história começa no encontro com o multi-instrumentista Mick Harvey na Austrália, passando pelo relacionamento com Anita Lane, até os anos em Londres e principalmente Berlim, onde conheceu o guitarrista Blixa Bargeld, ex-Einstürzende Neubauten. A obra também toca brevemente em sua passagem pelo Brasil nos anos 1990. Com tradução direta de Augusto Paim, a graphic novel já está disponível para compra em livrarias e lojas de quadrinhos, bem como na loja virtual da Editora Hipotética.

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  • Música

    George Tickner, guitarrista do Journey, morre aos 76 anos

    6 de julho de 2023 /

    O guitarrista George Tickner, co-fundador da banda Journey, faleceu nesta quinta (6/7) aos 76 anos. O falecimento foi anunciada pelo também co-fundador e guitarrista principal da banda, Neal Schon, através do Facebook. “Journey Junkies, tenho uma notícia muito triste. George Tickner, guitarrista rítmico original da Journey e colaborador de composições nos três primeiros álbuns, faleceu. Ele tinha 76 anos”, escreveu Schon. Em um tributo emocionado, Schon acrescentou: “George … obrigado pela música. Prestaremos homenagem a você nesta página indefinidamente. Nossos pêsames à sua família e amigos, e a todos os membros da banda, passado e presente. Tão devastador… Acho que precisamos de um abraço coletivo”. Carreira com a Journey e após a saída da banda Nascido em Nova York em 8 de setembro de 1946, Tickner era ex-integrante da banda de rock Frumious Bandersnatch, de San Francisco, junto com o baixista Ross Valory. Em 1973, os dois fundaram a Journey com Schon e o baterista Prairie Prince. O primeiro show da banda ocorreu no Ano Novo no Winterland Ballroom de San Francisco, diante de 10 mil pessoas. Journey lançou seu álbum de estreia em abril de 1975, alcançando a posição de número 138 nas paradas. No entanto, devido à intensa agenda de turnês da banda, Tickner optou por deixar a banda após o lançamento do disco para seguir uma carreira na medicina. Ele cursou a Stanford Medical School com uma bolsa de estudos integral. Apesar de sua saída, o guitarrista continuou em contato com a banda e fundou mais tarde um estúdio de gravação chamado The Hive com Valory, onde gravaram música com membros passados e presentes da Journey, incluindo Schon, o único membro original ainda na banda. Tickner, Valory e o tecladista Stevie “Keys” Roseman também criaram a banda VTR e lançaram seu único álbum, “Cinema”, em 2005. Embora Tickner tenha tocado oficialmente apenas no primeiro álbum – “Journey” de 1975 – , ele ainda compôs canções que pareceram nos dois subsequentes da banda, “Look Into The Future” (1976) e “Next” (1977). Entretanto, o grande sucesso da banda só veio depois, a partir do chegada do cantor Steve Perry no álbum “Infinity” (1978), que incluía os hits “Wheel In The Sky” e “Lights”. A banda é mais lembrada por esta fase, especialmente durante a época de “Escape” (1981), que rendeu seus maiores sucessos, “Open Arms” e “Don’t Stop Believin'”. Em 2005, Tickner voltou a se reunir com a Journey quando a banda recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

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    Bob Dylan está auxiliando filme sobre início de sua carreira

    6 de julho de 2023 /

    O cantor e compositor Bob Dylan, famoso por sua reclusão e discrição, tem colaborado ativamente na produção do filme que retrata o início de sua carreira musical. O projeto, intitulado “A Complete Unknown” (“Um completo desconhecido”, em tradução livre), tem Timothée Chalamet (“Duna”) no papel principal. O diretor James Mangold (“Indiana Jones e o Artefato do Destino”) contou que Dylan se reuniu diversas vezes com ele, fez anotações no roteiro e “tem colaborado muito” com o projeto. Em sua participação no podcast “Happy Sad Confused”, ele disse que o cantor é um grande cinéfilo e confessou ser fã de “Cop Land” (1997), seu segundo longa. “Passei vários dias maravilhosamente encantadores em sua companhia [Dylan], apenas nós dois, conversando. Tenho um roteiro que foi anotado pessoalmente por ele e apreciado por mim. Ele adora filmes. A primeira vez que me sentei com Bob, uma das primeiras coisas que ele me disse foi: ‘Adoro Cop Land'”, contou o cineasta. Segundo o diretor do filme, a obra não é exatamente uma cinebiografia tradicional de Dylan. “Não é bem uma cinebiografia de Bob Dylan. Se passa em uma época muito específica no início dos anos 1960, quando um garoto de 17 anos pega uma carona para Nova York com US$ 16,00 no bolso, para conhecer Woody Guthrie, que está no hospital morrendo de uma doença nervosa”, afirmou Mangold. “Ele canta para Woody uma canção que escreveu para ele e faz amizade com Pete Seeger, que é como um filho para Woody, e Pete o ajuda a conseguir shows em clubes locais e ali você encontra Joan Baez e todas estas outras pessoas que fazem parte deste mundo.” O jovem Dylan causa “um tumulto na comunidade folk e o que eles pensavam que era folk adequado e folk ilícito”, o que, diz diretor, “tem uma relevância imensa até hoje, porque todos nós somos muito tribalizados com regras sobre como nossa música deve ser, sobre quais são nossas regras, como falamos, como nos expressamos. E Bob, desde o início, sempre foi alguém que está sempre pressionando contra esses limites.” Para quem não sabe, “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. Com roteiro de Jay Cocks (“Gangues de Nova York”) e filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai destacar esse período em que o jovem Dylan abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. Além de Timothée Chalamet no papel de Dylan, o elenco de “A Complete Unknown” traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o cantor Pete Seeger e Elle Fanning (“The Great”) interpretando Sylvie Russo, namorada de Dylan na época da faculdade. A data de estreia ainda não foi anunciada.

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  • Série

    Justiça libera músicas do Secos & Molhados em série sobre o grupo musical

    6 de julho de 2023 /

    A Santa Rita Filmes venceu na Justiça o direito de usar músicas do grupo Secos & Molhados na série documental “Primavera nos Dentes”. O Tribunal de Justiça de São Paulo deu ganho de causa à empresa contra o integrante do grupo, João Ricardo, que vetou o uso. João Ricardo tem um histórico de tentar barrar obras sobre a história da banda. Há dez anos, ele proibiu que sua imagem aparecesse no livro de memórias de Gerson Conrad, integrante do trio, e recentemente também teria proibido a Globo de usar sua história numa minissérie sobre o Secos & Molhados – o que fez o projeto ser descartado. Ele é um dos autores de dois dos maiores hits do grupo, “Sangue Latino” e de “O Vira”, e se recusava a autorizar o uso de suas composições, embora Ney Matogrosso e Conrad estivessem de acordo. A decisão da Justiça cria uma importante jurisprudência no direito autoral brasileiro. Além dos dois sucessos, outras três canções foram liberadas para serem ouvidas na série: “Fala”, “El Rey” e “Mulher Barriguda”. Baseada no livro de Miguel de Almeida (que está sendo relançado pela Record neste mês), com direção dele próprio, a série em quatro capítulos pretende contar a história e a época do Secos & Molhados, grupo que vendeu mais de 1 milhão de discos na década de 1970 e revelou Ney Matogrosso, além de incomodar conservadores com sua imagem andrógina e letras de duplo sentido sobre sexualidade. A série tem estreia prevista para o segundo semestre, comemorando os 25 anos do Canal Brasil.

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  • Música

    Morre Vânia Cavalera, mãe dos irmãos Cavalera e figura-chave do começo do Sepultura

    5 de julho de 2023 /

    Vânia Cavalera, mãe dos fundadores da banda Sepultura, Iggor e Max Cavalera, faleceu aos 80 anos. A notícia foi divulgada pelos irmãos nesta quarta-feira (5/7) no perfil do Instagram da nova banda da dupla, Cavalera Conspiracy. Segundo eles, a mãe foi a principal incentivadora na formação da famosa banda de heavy metal brasileira, formada pelos irmãos ao lado de Paulo Xisto Jr, Wagner Lamounier e Jairo Guedez. “É com o coração pesado que anunciamos o falecimento de nossa matriarca Vania Cavalera. A maior alegria da Vania na vida foi criar e amar seus três filhos Max, Iggor e Kira, e ser a Vovó de seus 14 netos”, escreveram, sem divulgar a causa da morte. “Nossa família pede privacidade durante esse período difícil de luto enquanto honramos os desejos de nossa mãe e o seu legado ao continuar celebrando sua jornada de amor, força, espiritualidade e metal que durou 80 anos”. Formada em 1984, na cidade de Belo Horizonte, a banda recebeu um apoio fundamental de Vânia, que era apaixonada por rock e metal. Nos primeiros anos, ela cedeu espaço para a banda ensaiar e incentivou os filhos a se dedicarem à música. “Eles criavam as músicas na minha sala e ensaiavam na casa do [baixista] Paulo Xisto. Enviavam fitas para todas as rádios e gravadoras. Cheguei a acompanhá-los em shows para cinco, dez pessoas”, disse ela em entrevista à revista Trip em 2009.   Homenagens dos membros da banda Com o falecimento de Vânia, outros membros do Sepultura vieram a público para lamentar a partida. “A despedida de Vânia Cavalera nos traz um misto de emoções. Apesar das diferenças e das disputas que marcaram nossa história, é inegável o papel fundamental que Vânia teve no surgimento e na trajetória do Sepultura”, escreveu Andreas Kisser, guitarrista da Sepultura de 1987 até hoje. “Ela foi uma figura importante e influente nos primórdios da banda, fornecendo suporte e apoio incondicionais. Neste momento de perda, prestamos nossas condolências à família Cavalera e desejamos que encontrem conforto e paz neste momento difícil”, completou. Outro que homenageou Vânia foi Jairo Guedz, guitarrista anterior a Andreas na banda. “Adeus minha querida Vânia Cavalera. Hoje me despeço de uma parte da minha história. Uma mulher de fibra, que carregou uma banda inteira nas costas, fez das tripas coração para que nosso sonho se tornasse realidade quando começamos o Sepultura”, declarou. O texto foi publicado junto a uma foto do músico abraçando Vânia, mostrando que eles continuaram próximos mesmo após sua saída da banda. “Obrigado pelo carinho, pelo respeito, pela força e pelos momentos que cuidamos um do outro! Vá em paz”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Iggor & Max Cavalera Official (@cavaleraconspiracy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andreas Kisser (@andreaskisser) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JAIRO GUEDZ (@jguedz)

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  • Música

    Playlist Moderna: 50 clipes com o melhor da música alternativa do mês

    1 de julho de 2023 /

    A Playlist Moderna acompanha os principais lançamentos da música independente internacional. A seleção reúne 50 clipes recentes do Lado B do YouTube, com ênfase em novidades das últimas semanas. A relação atual, finalizada em 30 de junho, traz o punk rock da nova geração, a volta do grunge e novidades shoegazers, antes de trocar guitarras por sintetizadores em gravações de synthpop, darkwave, drum’n’bass, EBM, techno e house music. A seleção privilegia artistas novos, mas alguns veteranos também marcam presença, como Teenage Fanclub e as cantoras Robyn (num remix) e Romy (da banda The XX), agora em carreira solo. Integrantes das bandas Happy Mondays, Ride e Oasis também se reúnem no novo grupo Mantra of the Cosmos. Mas os destaques são nomes que só agora começam a se tornar mais conhecidos, saindo do underground para a lista dos críticos mainstream, casos de Bully, Girl Scout e Goa Express. O repertório ainda inclui três covers: “Good Good Things” (dos Descendents), “Pictures of Matchstick Men” (Status Quo) e “Shout” (Tears for Fears) em gravações de Drain, The KLV e Ray Noir. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios).     The Tubs | The Rumjacks | Death Pill | Drain | Lurk | Restraining Order | King Nun | Skating Polly | Girl Scout | Another Sky | Peach | My Ugly Clementine | Bully | Still Talk | Eaves Wilder | Palehound | Ratboys | Daneshevskaya | Faye Webster | HotWax | Bee Bee Sea | Teenage Fanclub | Bipolar Feminin | Firestations | The Goa Express | Danmarck | Mantra of the Cosmos | The KVB | Me & Melancholy | Bled | Ray Noir | Suburban Spell | Rites of Sin | Rue Oberkampf | Train To Spain | In a Darkened Room | She Pleasures Herself | The Sweet Kill | Ductape | Agent Side Grinder | Nia Archives | Vitesse X | Harriet Jaxxon | Sextile | SDH Semiotics Department of Heteronyms | French 79 | Fragrance | Romy | deepState | Robyn

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  • Música

    Neil Young vai lançar “Chrome Dreams”, um dos “discos perdidos” mais famosos do rock

    1 de julho de 2023 /

    Neil Young, que teve seu auge criativo na década de 1970, criou tantos clássicos no período que se deu ao luxo de engavetar um álbum inteiro, pronto para ser lançado em 1977. Intitulado “Chrome Dreams”, o disco ganhou notoriedade ao longo dos anos, sendo considerado um dos grandes álbuns perdidos da história do rock. Atualmente em fase de revisão de seu legado, o cantor e músico canadense decidiu finalmente tirar o pó dos arquivos e lançar “Chrome Dreams” na íntegra. Versões piratas do disco circulam há décadas, mas sem a mixagem e a qualidade das gravações originais. Os fãs finalmente vão descobrir como ele soa de verdade em agosto, quando chegar oficialmente nas lojas físicas e plataformas digitais. Para aguçar a curiosidade, uma prévia já foi liderada: a versão original de “Sedan Delivery”, que possui letra diferente da versão lançada no disco ao vivo “Rust Never Sleeps” (1979). A música também tem uma pegada mais dissonante e urgente, chegando a lembrar Velvet Underground e a entonação de Lou Reed.   Repertório clássico Young gravou todas as 12 faixas de “Chrome Dreams” entre 1974 e 1976, e, além de “Sedan Delivery”, a lista inclui os clássicos “Pocahontas” e “Powderfinger”, que também apareceram no registro ao vivo de “Rust Never Sleeps”. Há ainda “Hold Back the Tears” com letra diferente e a primeira versão do sucesso “Like a Hurricane”, ambas lançadas em “American Stars ‘n Bars” (1977), sem esquecer de “Look Out for My Love”, que foi parar num dos melhores álbuns do cantor, “Comes a Time” (1978). Apesar dessa familiaridade, parte do repertório nunca foi resgatado em nenhum álbum oficial. Para completar, a arte da capa é de ninguém menos que Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones. Após 46 anos de espera, “Chrome Dreams” chega finalmente em 11 de agosto de 2023.

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  • Música

    Blur lança primeiro clipe de seu retorno ao rock

    1 de julho de 2023 /

    A banda britânica Blur divulgou o clipe de “St. Charles Square”, segunda música do retorno dos ícones do Britpop, sucedendo a faixa “The Narcissist”, que foi apresentada no início deste ano. O primeiro single, entretanto, não ganhou clipe. A nova música traz a banda recapturando a “arrogância art-pop discordante” vista na discografia clássica da banda, com clipe gravado ao vivo durante shows nas últimas semanas. Em uma entrevista para a Apple Music, o cantor Damon Albarn comparou a música com a fase mais criativa da banda nos anos 1990. “Sinto como se estivéssemos em algum lugar em 1992, algo assim, ’92, ’93”, disse Albarn. A faixa faz parte de “The Ballad of Darren”, o primeiro álbum da banda desde “The Magic Whip”, de 2015, que tem lançamento marcado para 21 de julho. Blur virá ao Primavera Sound Buenos Aires no final de novembro, mas ainda não teve sua presença confirmada no Primavera Sound São Paulo, que até o momento só confirmou a banda The Cure.

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