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  • Filme

    Blade Runner 2049 ganha meia dúzia de vídeos que revelam bastidores e spoilers da trama

    23 de junho de 2017 /

    A Warner divulgou um longo vídeo de bastidores de “Blade Runner 2049”, que oferece um olhar tão detalhado sobre a produção que rendeu cinco vídeos derivados, também disponíveis abaixo, além de spoilers da trama. Entre os sets grandiosos e declarações dos profissionais responsáveis pela realização da sequência, o material traz cenas inéditas do longa, que acabam revelando um detalhe importante sobre o personagem de Ryan Gosling (“La La Land”). Quem olhar com atenção perceberá. Trata-se de uma tese muito discutida pelos fãs do original a respeito de Rick Deckard, mas que a presença envelhecida de Harrison Ford nos trailers já tinha refutado. Há ainda indícios relevantes sobre como os papéis de Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”) e Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) se conectam a replicantes originais. Enquanto Davis parece ser uma variação do modelo sexual de Pris (Daryl Hannah), Hoeks pode ser a própria Rachael (Sean Young), ecoando rumores antigos. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Ridley Scott vai desenvolver séries sci-fi para o canal pago TNT

    12 de junho de 2017 /

    O canal pago TNT fechou uma parceria com o diretor e produtor Ridley Scott (“Alien: Covenant”) para o desenvolvimento de novas séries de ficção científica para o canal. A iniciativa segue projeto similar desenvolvido com M. Night Shyamalan (“Fragmentado”) para séries de terror. A ideia é a criação de um bloco semanal, com duas ou três séries do gênero exibidas no mesmo dia ou intercaladas ao longo do ano no mesmo horário. As produções seriam desenvolvidas em parceria com a Scott Free, empresa de Ridley Scott. “Receber licença criativa para gerar e desenvolver uma programação de ficção científica em uma variedade de formatos para a TNT é muito emocionante”, disse Scott, em comunicado. “Este gênero é um dos meus favoritos, e há uma quantidade infinita de idéias originais e inovadoras por aí que estamos ansiosos para explorar com a TNT. É muito emocionante para todos nós”. Ainda em fase inicial, o bloco ainda não teve encomenda de piloto de nenhuma série. A expectativa é que as gravações só comecem em 2018. E os pilotos precisarão ser aprovados para as produções irem ao ar. Mesmo assim, a parceria com Scott está mais cristalizada que o bloco de terror de Shyamalan. O presidente da TNT Kevin Reilly revelou ao site Deadline que a nova série baseada em “Contos da Cripta” não deve sair do papel, devido a um inferno burocrático que envolve o licenciamento de seus direitos autorais. E como o bloco do diretor de “Fragmentado” era centrado nesta atração, a investida no terror se encontra adiada indefinidamente no canal.

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  • Filme

    Diretor de Distrito 9 confirma que os planos de Alien 5 estão mortos

    5 de junho de 2017 /

    O diretor Neill Blomkamp (“Distrito 9”, “Elysium”) confirmou que seus planos para retomar a franquia “Alien” com uma continuação, intitulada “Alien 5” estão mortos. “Eu acho que o projeto está totalmente morto, sim. Essa é uma constatação precisa agora. É triste. Passei um bom tempo trabalhando nele e eu acho que era excelente”, disse o diretor, em entrevista ao site The Verge. Ele mencionou que a morte foi consequência da política interna da Fox e citou o nome do diretor de Ridley Scott, que retornou à franquia, após iniciá-la em 1979, com dois prólogos – “Prometheus” (2012) e “Alien: Covenant” (2017). “Ridley Scott era um dos meus ídolos de juventude. Ele é tão talentoso e fez esse filme (‘Alien – o 8º Passageiro’) que realmente me direcionou. Eu quis apenas ser respeitoso e não pisotear neste mundo que ele criou. Acho que se as circunstâncias fossem diferentes e se eu não sentisse que estava muito perto de algo que ele obviamente sente uma conexão pessoal forte, então as coisas seriam diferentes. Mas eu quis ser o mais respeitoso possível”. Scott, que acaba de lançar “Alien: Covenant”, chegou a dizer que o projeto de Blomkamp “jamais verá a luz do dia”. Ele ainda minimizou a iniciativa. “Nunca houve um roteiro, foi uma ideia que surgiu de umas 10 páginas, mas não evoluiu”, afirmou. O filme de Blomkamp traria de volta Ripley (Sigourney Weaver), heroína da franquia, além de Dwayne Hicks (Michael Biehn) e a menina Newt, personagens de “Aliens – O Resgate” (1986). Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista sobre o projeto. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida, quando o estúdio decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. A Fox preferiu investir num prólogo que não se conecta com o primeiro “Alien” ao filme que seria a continuação da franquia. Desde seu lançamento nos cinemas, há quase um mês, “Alien – Covenant” arrecadou US$ 173,9 milhões em todo o mundo. Ainda falta a estreia na China, mas os valores são considerados muito baixos para uma produção que custou US$ 97 milhões. Em outras palavras, Ridley Scott terá sido o responsável por inaugurar e terminar a franquia.

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  • Filme

    Todos são suspeitos no primeiro trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente

    2 de junho de 2017 /

    A Fox divulgou o pôster, 13 fotos em alta definição e o primeiro trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Paralelos entre Alien: Covenant e Blade Runner evidenciam que os filmes existem no mesmo universo

    21 de maio de 2017 /

    Uma revelação bombástica da produção de “Prometheus” (2012) acabou cortada da produção e só foi aparecer como extra do lançamento em DVD e Blu-ray. O segredo era que o prólogo de “Alien” (1979), na verdade, era uma continuação de “Blade Runner” (1982). Todos os três filmes citados tem em comum o mesmo diretor, Ridley Scott, que decidiu aproximar as duas franquias com uma ligação oblíqua que as coloca no mesmo universo compartilhado, ao estilo dos filmes da Marvel. Nos extras de “Prometheus”, foi revelado que Peter Weyland (interpretado por Guy Pearce), o visionário criador da empresa Weyland, que envia naves ao espaço e constrói robôs de aparência humana perfeita, tinha sido discípulo de Eldon Tyrell (Joe Turkell), o CEO da Tyrell Corporation, criadora dos replicantes de “Blade Runner”. Ou seja, os androides da franquia “Alien” seriam evoluções das criações de “Blade Runner”. Em “Alien: Covenant”, a trama reforça essa conexão. Mas, novamente, sem explicitá-la. Numa cena do filme, um dos robôs vividos por Michael Fassbender tem o corpo perfurado por um dos tripulantes da Covenant e repete a mesma frase, dita no mesmo tom por Roy Beatty (o replicante vivido por Rutger Hauer) para Rick Deckard (Harrison Ford) quando é ferido de forma similar em “Blade Runner”: “Este é o espírito!” Isto é o máximo que pode ser revelado sobre os dois momentos sem dar spoilers maiores que os já apresentados. Mas faz imaginar se “Blade Runner 2049” também terá algum easter egg de “Alien”.

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  • Filme

    O monstro de Alien Covenant não é o que se espera – e nem o filme

    12 de maio de 2017 /

    Embora a imprensa, no geral, esteja fazendo pouco caso, “Alien: Covenant” não é filme a se menosprezar. No gênero ficção científica, consegue o status de acima da média. Decepcionante sim é ele ser dirigido por Ridley Scott. Quando se trata de Scott, a expectativa sempre é grande. Não que ele mereça crédito de confiança, mas criou-se uma aura mítica em torno de seu nome, por conta de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) e “Blade Runner” (1982), que talvez tenha colocado o diretor num patamar muito mais alto do que ele possa entregar. “Alien – O Oitavo Passageiro” e “Blade Runner” são dois filmes seminais, feitos um seguido do outro, e que trouxeram para o cinema dois pesadelos soturnos, contrapontos perfeitos a diversão e escapismo a que George Lucas e Steven Spielberg promoviam como tendência. Scott preferia o mistério, o estranhamento, e, mais que tudo, a desorientação do homem frente a um futuro complexo demais para entender. Os olhos do replicante no começo de “Blade Runner” tenta abarcar toda a extensão da Los Angeles de 2019, e se prostra frente ao mar de prédios, luzes e carros voadores. Essa perplexidade que nem o homem-máquina é capaz de processar, provoca um desconforto, uma aflição metafísica. A mesma razão leva os tripulantes da Nostromo, no primeiro “Alien”, a serem reticentes na busca e captura do visitante clandestino pelos corredores da nave, que, aliás, é escura e sinistra como uma caverna do principio dos tempos. Havia mesmo no Scott, daquela época, uma vontade de fazer filmes que escapassem ao controle da análise, e que revelassem a existência de uma realidade indizível do mundo. Parece viagem? Pois era a viagem do diretor, e ele não estava nem um pouco preocupado com o eco servil do poder financeiro do cinema. Mas isso tudo é passado. Os tempos mudaram e o mistério, o estranhamento por trás do “velho” “Alien” já não tem vez. “Alien: Covenant” é um filme que busca certezas. O espectador recebe uns chacoalhões, toma uns bons sustos, visita um planeta inóspito, enfrenta feras babonas e, no fundo, não quer escapar das convenções. Anseia por um terreno seguro. De olho na bilheteria e nas planilhas de sua produtora, a Scott Free, o diretor dá o que eles pedem. É tudo muito bem feito, com aquele apuro visual que o realizador aprendeu a vender como grife. Só falta uma trama bem amarrada e um desenvolvimento coerente e, se possível, inteligente. A inteligência dá as caras na abertura. Acena-se para uma reflexão filosófica sobre a natureza divina. Verdade que, para não correr riscos, o conceito será rapidamente abandonado. Mas está lá, desenvolvido enquanto o espectador se ajusta na poltrona e saboreia sua pipoca. O prólogo mostra o nascimento do personagem central de “Prometheus” (2012), o andróide David (Michael Fassbender). Ele abre os olhos e se vê, de pé, vestido de branco, em uma sala vasta e elegante, enquanto seu criador, Peter Weyland (Guy Pearce), provoca-o com perguntas oblíquas. O robô perceptivo já pode identificar uma estátua de Michelangelo, o mobiliário medieval em torno deles, e os acordes de um clássico de Richard Wagner. Ele foi programado para reconhecer e apreciar milhões de coisas, antes mesmo de tomar consciência da vida. Então a conversa se encaminha para um nó. Vida? O que é vida? Uma questão puxa a outra, num bombardeio de perguntas que só cessam quando David percebe a certeza única de sua existência. Ele sabe que o cientista o criou. Essa lógica, contudo, pertence ao mundo robótico. Mas quem criou o cientista? Em seguida, saltamos para 10 anos após os eventos de “Prometheus”, para a nave de colonização Covenant fazendo o seu trajeto através do espaço. Centenas de passageiros dormem numa viagem que levará sete anos até chegar em seu planeta destino. Apenas um único tripulante está acordado, o andróide Walter, coincidentemente um robô da mesma série que David (Fassbender também interpreta o personagem). Passa-se uns 50 minutos, antes que esses dois andróides se encontrem num inóspito e misterioso planeta. O primeiro diálogo entre ambos é fabuloso, pela forma como se estudam. Outros encontros virão, e gradativamente os dois robôs se revelarão tão competitivos quanto os humanos que eles criticam. Surpreende o fato que os aliens não são o prato principal do filme. Os técnicos de efeitos até concebem um monstro híbrido mais bizarro que o original, mas a criatura xenomorfa não causa mais grande impacto (seis filmes depois, o que poderia nos assustar?). “Prometheus” já tinha deixado claro que esse bicho papão não impressiona mais. Lá, Fassbender roubou a cena do monstro. Torna a dominar as atenções aqui, agora em papel duplo. O verdadeiro clímax de “Covenant” acontece do confronto desses dois androides. Um espelha o outro, e a briga obviamente é tão balanceada, que fica difícil prever quem sairá vencedor. A frustração do público advém dessa mudança de rumo inesperado. Pagaram esperando ver uma coisa e, pelas indecisões dos roteiristas e do diretor, estão vendo outra. Como se não bastasse, todo o resto do elenco, inclusive a nova mocinha guerreira, vivida por Katherine Waterston (a heroína de Animais Fantásticos e Onde Habitam), são pouco expressivos. Não passam de adereços em volta dos aliens e da dupla de robôs. Pra desculpar a falta de interesse de Scott por eles, somos constantemente lembrados que os tripulantes da Covenant não são soldados ou pessoas treinadas para lidar com emergências; ou seja, não passam de um bando de zé ninguém, que muitas vezes tentam ajudar e cometem trapalhadas. A maior patetada desta equipe ocorre quando aterrissam no planeta. Parece piada. Se a turma do 8º ano do meu filho fosse fazer uma exploração interplanetária, certamente que não se portaria de forma tão estúpida como os colonos. O quê, o nível de oxigênio está bom? Então vamos tirar os capacetes, certamente não existem agentes patogênicos no ar! Isso dá uma boa medida de como começará a contaminação desta vez. Pior em “Alien: Covenant” é constatar que o tempo de Ridley Scott também expirou. Ele será sempre um cineasta lembrado pelos dois filmes supracitados que dirigiu 40 anos atrás. Cabe uma pausa aqui. Um exame frio sobre a filmografia do cineasta, para recapitular o que de verdadeiramente relevante, ele realizou ao longo da carreira. Após “Alien” e “Blade Runner”, há um honroso “Thelma & Louise” (1991), seguido de meia dúzia de filmes medianos ou decepcionantes, e então “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001). Depois, meia dúzia de bombas e, então, “O Gângster” (2007). Finalmente, mais algumas bobagens e finalmente “Perdido em Marte” (2015). A filmografia de Scott parece o gráfico de um paciente terminal: de vez em quando, dá uns picos, gera certa animação, mas em seguida descamba. Um mito se desfaz aqui. É duro admitir, mas se havia alguma vitalidade criativa em Scott, a sobrevida artística está sendo mantida por máquinas. Ele se acomodou na função de artesão. Permanece o incrível bom gosto visual, mas é um diretor que perdeu o senso de ambição, um cineasta à mercê de um time de roteiristas inspirados. Quando encontra um, se sobressai. Como aconteceu em “Perdido em Marte”. Quando não encontra, temos no pior dos casos algo infame como “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) ou, na sorte, algo passável como “Alien: Covenant”. A carpintaria bem feita e, quase toda digital, dá uma enganada, mas, no fim, o filme funciona de soquinho. Avança um pouquinho, para, avança outro, emperra… Resta torcer para que não haja a mesma filosofia por traz da aguardada sequência de “Blade Runner” que Scott produz.

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  • Filme

    Alien: Covenant ganha sete pôsteres internacionais

    10 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou sete pôsteres internacionais de “Alien: Covenant”, que trazem os personagens de Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”) e a criatura xenomorfa, acompanhados por letreiros em português, japonês, inglês, chinês e coreano. O elenco ainda inclui Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia nesta quinta (11/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    25 fotos de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o elenco grandioso da superprodução

    5 de maio de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do grandioso elenco do “Assassinato no Expresso do Oriente”. Todos, à exceção do diretor Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do tem que dá nome à superprodução da 20th Century Fox. As imagens trazem cenas do filme e também retratos de cada integrante do elenco. Além de dirigir, Branagh interpreta o icônico detetive Hercule Poirot, que no romance clássico de Agatha Christie, publicado em 1934, tenta descobrir quem é o assassino antes do trem chegar a seu destino. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo trailer de Alien: Covenant destaca confronto entre Katherine Waterston e o alienígena

    5 de maio de 2017 /

    A Fox divulgou um pôster e o novo trailer de “Alien: Covenant” focados na personagem de Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), que aparece de arma em punho prestes a enfrentar o alienígena xenomorfo a bordo de sua nave. Seu destaque vai na contramão da trama do primeiro “Alien” (1979), quando o protagonismo de Ripley, o papel icônico de Sigourney Weaver, revelava-se uma surpresa. O elenco ainda inclui Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”). Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Ridley Scott revela que Alien 5, que traria Ripley de volta, “nunca verá a luz do dia”

    1 de maio de 2017 /

    Ridley Scott acabou com as esperanças dos fãs de ver uma continuação da franquia “Alien” dirigida por Neill Blomkamp (“Elysium”). Em entrevista ao site francês Allocine, ele afirmou que o projeto de “Alien 5”, desenvolvido por Blomkamp, “nunca verá a luz do dia”. Ele acrescentou que “nunca houve um roteiro, foi uma ideia que surgiu de umas 10 páginas, mas não evoluiu”. Scott disse que estava envolvido como produtor, mas o projeto não foi para frente “porque a Fox decidiu que não queria fazer esse filme”. O filme de Blomkamp traria de volta Ripley (Sigourney Weaver), heroína da franquia, além de Dwayne Hicks (Michael Biehn) e a menina Newt, personagens de “Aliens – O Resgate” (1986). Tanto Hicks quanto Newt se tornaram personagens muito populares após “Aliens – O Resgate”, a ponto de terem aparecido na primeira história em quadrinhos derivada da franquia, que, na época, era uma continuação direta do filme – escrita por Mark Verheiden (futuro roteirista de “Battlestar Galactica”) em 1988. O problema é que “Alien 3” (1992) resolveu matar os dois fora de cena, na viagem espacial até o planeta prisão em que Ripley, a única sobrevivente, desperta. Muitos fãs ficaram inconformados com o destino da dupla. Até que, sem alarde, Hicks reapareceu na franquia, resgatado no game “Colonial Marines” (2013), outra continuação em mídia diferente de “Aliens – O Resgate” (escrita por Bradley Thompson e David Weddle, ambos também de “Battlestar Galactica”). O game apresentava uma explicação convincente para justificar sua sobrevivência e, mais importante, chegou a ser considerado parte oficial da cronologia de “Aliens”. Blomkamp pretendia oficializar este status. Quando apresentou para a Fox seus planos para realizar “Alien 5”, o diretor sugeriu que o longa seria uma continuação direta do filme de 1986. “Eu quero que esse filme seja literalmente um irmão genético de ‘Aliens’, então seria ‘Alien’ (1979), ‘Aliens’ e esse filme”, ele disse, em entrevista sobre o projeto. Os planos, porém, foram interrompidos logo em seguida pelo estúdio, que decidiu adiar indefinidamente o projeto de “Alien 5” para priorizar “Alien – Covenant”, a sequência de “Prometheus” (2012), dirigida por Ridley Scott. É que ambos os filmes tratam do mesmo universo. Enquanto a história de “Prometheus” serve de prólogo para o primeiro “Alien”, o filme de Blomkamp seria a continuação da franquia. Como o estúdio também anunciou que “Prometheus” será uma trilogia, ficou ainda mais difícil “Alien 5” sair do papel. E agora Ridley Scott oficializa o status da produção, que jamais irá acontecer.

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  • Série

    Hilary Swank vai estrelar série de Danny Boyle sobre rapto de John Paul Getty III

    28 de abril de 2017 /

    A atriz Hilary Swank entrou no elenco de “Trust”, série baseada num crime real, desenvolvida pelo cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). Segundo o TV Guide, a atriz interpretará Gail Getty, mãe devotada de John Paul Getty III que estará disposta a fazer tudo para salvar o filho, após ele ser raptado. Ela vai se juntar a Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), que viverá o bilionário John Paul Getty, avô de seu filho. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores, sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. “Trust” é uma criação de Boyle e do roteirista Simon Beaufoy, parceiros no filme “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011). A série de dez episódios começará a ser gravada em junho, em Londres e Roma, visando uma estreia em janeiro de 2018. O avanço da produção deve jogar água nos planos de Ridley Scott para realizar um filme sobre a mesma história. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto teria filmagens previstas para maio, mas ainda não fechou elenco. Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para os papéis centrais de seu filme, que não deverá chegar tão rápido quanto a série às telas.

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  • Filme

    Primeiros minutos de Alien: Covenant revelam destino dos sobreviventes de Prometheus

    26 de abril de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo legendado com as cenas iniciais de “Alien: Covenant”. São quase 3 minuto, que fazem uma conexão direta com o final de “Prometheus”, mostrando os sobreviventes Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) e o androide David (Michael Fassbender) em viagem a bordo de uma nave alienígena, rumo ao planeta dos Engenheiros. O vídeo se encerra com a chegada no novo mundo, em meio a muitos efeitos visuais e um comentário maligno do robô. Esta sequência deve antecipar um salto no tempo, que mostrará uma nova nave e tripulação rumando para o mesmo local, sem saber o que os espera. Nesta nave estão os personagens vividos por Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”), Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de um segundo androide, Walter, também vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979), “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novas fotos de Alien: Covenant exploram clima de terror

    23 de abril de 2017 /

    A Fox e as revistas Empire e Entertainment Weekly divulgaram novas fotos de “Alien: Covenant”, com seus indefectíveis logotipos. E o que chama atenção de imediato é o clima de terror das imagens. A imagem mais impressionante registra um novo tipo de xenomorfo (batizado de “neomorfo”) rasgando as entranhas de um cadáver humano. Mas também se destacam duas cenas com a civilização avançada conhecida como “os Engenheiros”, que teria criado os aliens, e uma foto que confirma a participação de Guy Pearce. Ele aparece ao lado do androide Walter (Michael Fassbender) como Peter Weyland, seu papel de “Prometheus” (2012), provavelmente num flashback ou registro de vídeo. O elenco ainda inclui Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”). Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”). Continuação de “Prometheus” (2012) e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro” (1979), “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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