The Terror: Série produzida por Ridley Scott ganha novo trailer e vídeo de bastidores
O canal pago AMC divulgou um novo trailer e um vídeo de bastidores de “The Terror”, série passada no Ártico durante o século 19, que mistura fatos reais e “the terror”. A trama é baseada no livro de mesmo nome do escritor Dan Simmons, que acompanha uma expedição malfada da Marinha Real britânica em 1847, em busca de uma passagem pelo Norte entre o Atlântico e o Pacífico. Na viagem pelo Ártico, o barco acaba encalhado, sem suprimentos e à mercê dos elementos. Como se não fosse suficiente, passa a tripulação passa a ser atacada por um misterioso predador. Com dez episódios, a série é uma criação de David Kajganich (“Os Invasores”), com produção da roteirista Soo Hugh (criadora de “The Whispers”) e do cineasta Ridley Scott (“Alien: Covenant”). O elenco inclui Jared Harris (série “The Crown”), Tobias Menzies (“Outlander”), Ciarán Hinds (“Game of Thrones”), Paul Ready (“Utopia”) e Adam Nagaitis (“As Sufragistas”) e a estreia está marcada para 26 de março. A série chega no AMC Brasil no mesmo dia de sua exibição nos Estados Unidos.
Bella Heathcote entra na série ocultista do roteirista de Cisne Negro
A atriz Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Jack Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Heathcote vai interpretar a esposa brilhante e devotada de Pendle, que o apoia em seus empreitadas, mas também o confronta em relação à estranha religião de Crowley. O elenco também conta com Rupert Friend (série “Homeland), Melanie Rains (série “Game Shakers”) e Michael Gaston (série “The Leftovers”). “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Todo o Dinheiro do Mundo tem duas morais da história, após lidar com assédio sexual
A carreira de Ridley Scott é uma das mais interessantes dentre os cineastas veteranos em atividade. São quase 30 filmes para cinema, equilibrando-se entre ficções científicas, dramas contemporâneos, fantasias e filmes de época. Muita coisa parece interessar a Scott, seja a lenda de Robin Hood, a travessia do Mar Vermelho por Moisés, a descoberta da América por Cristóvão Colombo, além de histórias de monstros espaciais. Em “Todo o Dinheiro do Mundo”, Scott olha para o mundo real contemporâneo, mas para pessoas diferentes. Pessoas gananciosas, desesperadas e desesperançadas. A trama apresenta o homem mais rico do mundo na década de 1970, o magnata John Paul Getty (Christopher Plummer), uma espécie de Tio Patinhas mais sombrio. Para ele, nada era mais importante do que o seu dinheiro. Tirar de seus trilhões de dólares 17 milhões para pagar o resgate do seu neto, que foi sequestrado em 1973, quando tinha 16 anos de idade, era algo fora de cogitação. E é essa basicamente a história. Enquanto a mãe do garoto, vivida por Michelle Williams, tenta desesperadamente conseguir até mesmo conversar com o velho avarento, ele aciona um empregado (Mark Wahlberg) para tentar descobrir o paradeiro do menino sem que, com isso, precise gastar muito dinheiro. O filme apresenta algumas situações bem absurdas sobre até que ponto vai a doença daquele velho de quase 90 anos. Se o filme de Scott falha em criar uma atmosfera de suspense dentro desse situação de estresse do sequestro do rapaz, do jeito que o filme se encaminha dá até impressão de que o cineasta queria mesmo este tom. De certa maneira, isso tem o seu lado positivo, já que não transforma “Todo o Dinheiro do Mundo” em um thriller banal sobre sequestro e busca, coisa que já se viu tantas vezes no cinema. Scott prefere enfatizar a fábula moral que surge em meio àquela situação absurda. Por mais que possamos pensar que a moral da história é simples até demais, não há problema nenhum em lembrá-la de vez em quando. Lembrar que não se leva dinheiro para a sepultura. O que pode incomodar um pouco nesta narrativa – além da fotografia mais escura que o costume na filmografia do diretor – é a estranheza no modo como costura a trama sem personagens principais. A mais destacada é Michelle Williams, muito bem no papel da mãe desesperada, sem se descabelar ou transformar o filme em uma grande tragédia ou um grande melodrama. Até porque raramente Scott é apegado a sentimentalidades. Entretanto, “Todo o Dinheiro do Mundo” não lida apenas com a questão moral da avareza. Talvez o filme se torne até mais lembrado pela forma como abordou outra questão, fora das telas, envolvendo o escândalo sexual de Kevin Spacey, que forçou Scott a substituí-lo por Plummer, no papel de Getty, em um intervalo de tempo admiravelmente veloz. A tempo, inclusive, de participar da temporada de premiações. No caso do Oscar 2018, apenas Christopher Plummer recebeu a única indicação da obra, de Melhor Ator Coadjuvante. Não deixa de ser uma ironia.
Paddington 2 e A Forma da Água são os destaques da semana nos cinemas
A programação de cinema desta quinta (1/2) registra apenas quatro lançamento. Deste total, três estreias são amplas, além de bastante elogiadas. Curiosamente, duas delas também tem a mesma atriz. Clique nos títulos dos filmes abaixo para ver seus trailers. Com maior alcance, “Paddington 2” chega a 660 salas. A produção infantil britânica, que mistura atores com um ursinho falante animado, volta a trazer o elenco do filme de 2014 numa nova aventura, inclusive Sally Hawkins, que estrela “A Forma da Água”. Desta vez, o bichinho adotado pela família londrina é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado por um vilão mestre dos disfarces (vivido por Hugh Grant, de “Florence: Quem é Essa Mulher?”). Além de divertido e simpático, o filme se tornou o mais bem-avaliado do Rotten Tomatoes em todos os tempos, acumulando 164 críticas com 100% de aprovação. No Brasil, houve mudanças na voz dublada do ursinho para o segundo filme. Saiu Danilo Gentili e entrou seu parceiro em “Mato sem Cachorro” (2013), o ator Bruno Gagliasso. Outras novidades da dublagem nacional incluem as vozes de Márcio Gárcia (novela “Caminho das Índias”) como o vilão Phoenix Buchanan (personagem de Hugh Grant), que foi transformado em Félix Buchana, e o chef de cozinha Henrique Fogaça (reality “Masterchef”) como o prisioneiro Knuckles McGinty (Brendan Gleeson), que virou Rick em “português”. Filme com maior quantidade de indicações no Oscar 2018 (disputa 13 prêmios), “A Forma da Água” tem premiado a paixão por monstros do diretor Guillermo Del Toro (“Círculo de Fogo”). A trama se passa em 1963 e acompanha a rotina de trabalho de uma mulher muda e solitária (Sally Hawkins), faxineira num laboratório secreto do governo americano, onde uma criatura marinha (Doug Jones, como seu quinto monstro de Del Toro) é mantida em cativeiro. Não demora e um laço se forma entre aquela não tão bela e sua “fera”, que estabelecem uma comunicação que nenhum cientista é capaz de criar. E quando o chefe da experiência (Michael Shannon, de “O Homem de Aço”) decide que a única forma de estudar a criatura é dissecá-la, a mulher resolve arriscar-se para libertar o monstro. Considerado uma obra-prima, o filme já venceu o Festival de Veneza, o PGA Awards (prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA) e o Critics Choice 2018. Mas esta unanimidade chamou atenção do escritor americano David Zindel, que acusa o roteiro de Del Toro e Vanessa Taylor de copiar a peça de teatro “Let Me Hear You Whisper”, escrita por seu pai Paul Zindel (1936–2003), vencedor do prêmio Pulitzer (por outra peça, “The Effect of Gamma Rays on Man-in-the-Moon Marigolds”). A peça de Zindel conta a mesma a história, só que em vez de um monstro é um golfinho que a faxineira ajuda a escapar. Não é possível prever como a revelação das similaridades irá impactar o Oscar. Também na disputa do Oscar, a produção de “Todo o Dinheiro do Mundo” deu muito o que falar no final de 2017 por algo que não mostra nas telas: o ator Kevin Spacey. O longa já tinha sido filmado quando estourou o escândalo de abuso sexual do astro de “House of Cards”, e a reação do diretor Ridley Scott, ao ver o trabalho sob risco de jamais ser lançado por conta da repercussão negativa, foi correr para retirá-lo de cena – com o filme pronto! Christopher Plummer foi chamado às pressas para refilmar as cenas de Spacey na pós-produção. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, dentro do prazo original, a tempo de ser considerado pelo Oscar. E, de fato, “Todo o Dinheiro do Mundo” acabou conseguindo indicação. No singular. Para Plummer, o substituto de última hora – que antes chegou a ser nomeado ao Globo de Ouro 2018. A grande ironia é que o ator veterano tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um astro mais “atual”. Ele se tornou o ator mais velho indicado ao Oscar. As 88 anos, superou a antiga recordista, Gloria Stuart, que tinha 87 quando disputou o Oscar por “Titanic”. Mais uma marca para o veterano astro, que também é o mais velho vencedor do Oscar – Melhor Ator Coadjuvante em 2012, por “Toda Forma de Amor”, aos 82 anos. No filme, ele vive o magnata americano John Paul Getty, o homem mais rico dos anos 1970. A trama gira em torno da história real do sequestro de seu neto de 16 anos e sua recusa em pagar o resgate para que ele fosse salvo. Michelle Williams foi indicada ao Globo de Ouro pelo papel de mãe do adolescente sequestrado, e o elenco também inclui Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), que não foi indicado a nada, mas ganhou mais que todos os demais. Único lançamento limitado da semana, a comédia sci-fi brasileira “A Repartição do Tempo” tem ideias acima da média da produção humorística nacional. Com tom farsesco e um clima meio trash dos anos 1980, que valoriza seu baixo orçamento, a trama se passa numa repartição pública de Brasília, mais precisamente na seção de Registro de Patentes e Invenções, e acompanha o que acontece após um chefe psicótico se apossar de uma invenção para clonar os funcionários, visando aumentar a produtividade. Premiado no Festival de Brasília 2016, o primeiro longa de Santiago Dellape traz nomes consagrados no humor, como Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Dedé Santana (série “Os Trapalhões”), além de Eucir de Souza (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”), Selma Egrei (também de “O Escaravelho do Diabo”), Sérgio Hondjakoff (novela “Malhação”) e talentos brasilienses.
Christopher Plummer se torna ator mais velho indicado ao Oscar
Chamado para substituir, de última hora, Kevin Spacey no elenco de “Todo o Dinheiro do Mundo”, o ator Christopher Plummer acabou entrando para a História da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Ele se tornou o ator mais velho indicado ao Oscar. As 88 anos, superou a antiga recordista, Gloria Stuart, que tinha 87 quando disputou o Oscar por “Titanic”. Plummer já detém a marca de ator mais velho a conquistar um Oscar. Ele realizou a façanha aos 82 anos, quando recebeu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por “Toda Forma de Amor”, em 2012. Além disso, sua indicação ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, também representou um feito curioso. Ele foi o primeiro ator selecionado por um papel filmado na pós-produção de um longa-metragem – o filme já estava pronto quando o diretor Ridley Scott resolveu “apagar” Spacey, envolvido em escândalos sexuais, e substituí-lo por Plummer. A cerimônia de entrega de prêmios acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.
Rupert Friend entra na série do roteirista de Cisne Negro e do diretor de Meu Amigo, o Dragão
O ator Rupert Friend (série “Homeland) entrou na série “Strange Angel”, uma produção de credenciais cinematográficas, que será exibida pela plataforma de streaming CBS All Access. Ele se junta a Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”), anteriormente anunciado como protagonista da atração. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção do cineasta David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), “Strange Angel” vai contar a história real de Jack Parsons (papel de Reynor), fazendo uma intersecção entre realidade e ficção científica. A produção é de outro cineasta, Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”), e a trama adapta o livro homônimo de George Pendle sobre Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, Parsons adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Friend viverá Ernest Donovan, o vizinho que se torna o guia do jovem cientista na viagem ao lado escuro de Los Angeles. “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Mark Wahlberg vai doar cachê após polêmica de diferença salarial com Michelle Williams
O ator Mark Wahlberg anunciou neste sábado (13/1) que vai doar, em nome de Michelle Williams, o cachê que ganhou para refilmar as cenas de “Todo o Dinheiro do Mundo”. A notícia de que ele recebeu 1,5 mil vezes mais do que a atriz para participar das refilmagens causou uma grande revolta em Hollywood. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê do ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Ou seja, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Trust: Trailer sugere que minissérie pode ser melhor que o filme Todo o Dinheiro do Mundo
O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer completo de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar o filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica que a versão cinematográfica. “Trust” também foi desenvolvida por um diretor inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria do diretor com o roteirista Simon Beaufoy, com quem fez o filme citado e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). E o vídeo demonstra qualidades típicas da obra de ambos: um visual cinematográfico, cenas praticamente psicodélicas – ao som de Pink Floyd! – e um humor negro que ironiza o drama. Ambientada em 1973, a trama também aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, o próprio rapaz planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, já que o magnata se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para negociar sua vida. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que ainda conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie também ganhou data de estreia, e vai chegar em 25 de março à TV dos EUA.
Diferença salarial entre Michelle Williams e Mark Wahlberg em Todo o Dinheiro do Mundo causa alvoroço
A notícia de que o ator americano Mark Wahlberg ganhou 1,5 mil vezes mais do que Michelle Williams para participar das refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” causaram uma grande revolta em Hollywood. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê do ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. “Por favor vão ver a atuação de Michelle em ‘Todo o dinheiro do mundo’. Ela é uma atriz brilhante, nominada ao Oscar e vencedora de um Globo de Ouro”, escreveu a atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), indignada no Twitter. “Trabalhou na indústria 20 anos. Merece mais de um por cento do salário que recebe seu colega homem”, completou. Entre outras manifestações nas redes sociais, a atriz Amber Tamblyn (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) descreveu como “totalmente inaceitável” a grande diferença do pagamento. “Inaceitável no mínimo”, ecoou Busy Philipps (série “Cougar Town”). A veterana Mia Farrow descreveu a disparidade como “ofensivamente injusta”. E até o veterano produtor Judd Apatow considerou que se trata de “um desastre que é difícil de acreditar”. A discrepância teria ocorrido por causa de cláusulas diferentes nos contratos dos dois atores. Mas em vez de explicar, isto torna a situação mais difícil de ser aceita, já que ambos têm suas carreiras agenciadas pela mesma empresa, a WME, conforme apontou Sophia Bush (série “Chicago P.D.”), comentando a necessidade “de práticas justas”. Aparentemente, os mesmos agentes não consideraram importante salvaguardar Williams como fizeram com Wahlberg. Isto porque o contrato da atriz previa regravações, enquanto o do ator não. Assim, os agentes de Wahlberg puderam exigir uma fortuna para ele voltar ao trabalho, enquanto Williams, que já foi indicada quatro vezes ao Oscar, trabalhou pelo salário mínimo da categoria. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Michelle Williams teria recebido muito menos que Mark Wahlberg para refilmar Todo o Dinheiro do Mundo
O ator Mark Wahlberg teria recebido um cachê 1500 vezes maior do que o de Michelle Williams para as refilmagens de cenas de “Todo o Dinheiro do Mundo”. Segundo o site do jornal USA Today, o cachê ator foi de US$ 1,5 milhão. Enquanto isso, a também protagonista Michelle Williams recebeu US$ 80 por dia, totalizando US$ 1 mil. Com isso, Michelle ganhou menos de 1% do que foi recebido por Mark. As refilmagens aconteceram em decorrência da decisão do diretor Ridley Scott de substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num
Ator de Transformers: A Era da Extinção vai estrelar série do roteirista de Cisne Negro
O ator Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”, “Detroit em Rebelião”) vai estrelar sua primeira série. Ele será o protagonista de “Strange Angel”, uma produção do cineasta Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”) para a plataforma de streaming CBS All Access. Criada pelo roteirista Mark Heyman (roteirista de “Cisne Negro”) e com direção de outro cineasta, David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”), “Strange Angel” vai explorar a interseção dramática entre gênio e loucura, ciência e ficção científica. A trama é baseada no livro homônimo de George Pendle sobre a incrível vida real de Jack Parsons (veja a capa abaixo). Reynor interpretará Jack Parsons, um brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, que começou como zelador de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo desse caminho, ele ainda adentrou em um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. Parsons usou os ensinamentos de Crowley, precursores da auto-ajuda, para apoiar seu esforço sem precedentes rumo às estrelas. “Strange Angel” ainda não tem previsão de estreia.
Ridley Scott negocia dirigir filme sobre a juventude do mago Merlin para a Disney
A Disney está negociando com o diretor Ridley Scott a realização de uma aventura passada na juventude do mago Merlin. O longa será baseado na série de livros da “Saga Merlin”, do escritor norte-americano T.A. Barron. Segundo a revista Variety, o estúdio e o diretor também conversam sobre outro filme com o personagem: a adaptação da animação clássica “A Espada Era a Lei” (1963), em que o futuro Rei Arthur ainda é um menino e aprende com Merlin o seu destino de empunhar a lendária espada excalibur, cravada em uma pedra. Enquanto o segundo longa faz parte da estratégia do estúdio de refilmar seu catálogo de animações com atores de verdade, o primeiro visa lançar uma nova franquia, uma vez que a saga de Barron já rendeu 12 livros – só três deles foram lançados no Brasil até o momento. Além disso, está numa fase mais adiantada de pré-produção, com roteiro encomendado para Philippa Boyens, responsável pelas adaptações das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. A saga do jovem Merlin começou a ser publicada em 1996 com “Merlin: Os Anos Perdidos”, sobre a juventude desconhecida do mago da corte do Rei Arthur. Vale observar que a premissa não é muito diferente da apresentada na série da TV britânica “As Aventuras de Merlin” (Merlin). O mais recente trabalho de Scott é o longa “Todo o Dinheiro do Mundo”, sobre a história real do rapto de John Paul Getty III (Charlie Plummer), herdeiro do homem mais rico de sua época, que foi sequestrado nos anos 1970. O filme também virou notícia pela decisão do diretor de substituir o ator Kevin Spacey, acusado de diversos abusos sexuais, após as filmagens terem sido finalizadas. Seu substituto, Christopher Plummer, chegou a receber indicação ao Globo de Ouro. “Todo o Dinheiro do Mundo” tem estreia marcada para 25 de janeiro no Brasil.
Veja 37 fotos de Todo o Dinheiro do Mundo, o novo filme de Ridley Scott
A Sony divulgou 37 fotos de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), novo filme do diretor Ridley Scott (“Perdido em Marte”). As imagens incluem cenas de bastidores e destacam a participação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.










