Diretor de Os Últimos Jedi anuncia final das filmagens de suspense com Daniel Craig e Chris Evans
O diretor Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) anunciou o final das filmagens de seu novo projeto, o suspense “Knives Out”, estrelado por Daniel Craig (James Bond) e Chris Evans (Capitão América). “Então, terminamos ‘Knives Out’!!! Gostaria de agradecer ao melhor elenco e equipe de produção de todos os tempos. Eu mal posso esperar pela estreia. (E esses dois pontos de exclamação não fazem parte do título oficial, mas olhando agora, acho que talvez deveriam?)”, brincou o diretor em seu Twitter. Confira abaixo. Não há muitos detalhes sobre a trama, que também foi escrita por Johnson, mas o filme é descrito como um mistério de assassinato, ao estilo dos suspenses de Agatha Christie e Ellery Queen, onde o objetivo é descobrir “quem matou”. Pelo menos, o elenco é de dar inveja em “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). Além de Daniel Craig e Chris Evans, inclui Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Lakeith Stanfield (“Atlanta”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). As únicas informações sobre os personagens é de que Daniel Craig será o protagonista, um detetive. Stanfield deve viver o parceiro do protagonista. Já o restante do elenco segue sem ter os papeis revelados. “Knives Out” tem estreia marcada para 27 de novembro nos Estados Unidos. Aaaaaaaand that’s a wrap on KNIVES OUT!! Thanks to the best cast and crew of all time. I cannot wait to put this one together. (And the two exclamation marks are not part of the official title but looking at them here I’m thinking maybe they should be?) pic.twitter.com/riqcNH0RnD — Rian Johnson (@rianjohnson) December 21, 2018
Ricky Jay (1948 – 2018)
Morreu o ator e entertainer novaiorquino Ricky Jay, conhecido por papéis em filmes de David Mamet e pela série “Deadwood”. Ele tinha 70 anos e também era um mágico profissional renomado, que se especializou como consultor de grandes produções que envolviam ilusionismo no cinema. Richard Jay Potash já era uma figura conhecida do showbusiness por seus números de mágica em talk shows e especiais televisivos quando chegou a Hollywood. Seu primeiro trabalho no cinema foi como consultor de Francis Ford Coppola na produção de “O Pequeno Mágico” (1982), mas seu talento foi explorado até para ensinar Robert Redford a fazer truques com moedas em “Um Homem Fora de Série” (1984). Sua estreia diante das câmeras se deu pelas mãos do diretor David Mamet. O suspense dramático “Jogo de Emoções” (1987), que também foi o primeiro longa de Mamet, inaugurou uma grande parceria, que se estendeu à praticamente todos os filmes do cineasta, como “As Coisas Mudam” (1988), “Homicídio” (1991), “A Trapaça” (1997), “Deu a Louca nos Astros” (2001), “O Assalto” (2001) e “Cinturão Vermelho” (2008), além do especial de mágica “Ricky Jay and His 52 Assistants” (1996). Em muitos desses filmes, Ricky Jay também trabalhou como consultor técnico. Entre esses longas, ele atuou em dois dos melhores filmes de outro jovem iniciante em Hollywood, Paul Thomas Anderson, “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), antes de entrar na série western “Deadwood” (2004) para viver um jogador de pôquer que usava habilidades especiais para ser sempre vencedor. As habilidades mágicas de Ricky Jay também lhe renderam destaque num episódio de 2000 de “Arquivo X”, em que Mulder e Scully investigavam o assassinato de um famoso ilusionista, e principalmente um papel em “O Grande Truque” (2006), o filme de mágicos de Christopher Nolan, do qual também foi consultor. Como mágico, ele foi responsável por criar o truque da cadeira de rodas que dava a impressão de que Gary Sinise não tinha pernas em “Forest Gump” (1994) e foi consultor dos truques de “O Ilusionista” (2006), de Neil Burger, e “Treze Homens e um Novo Segredo” (2013), de Steven Soderbergh. Como ator, a filmografia de Ricky Jay ainda inclui “Últimos Dias” (2005), de Gus Van Sant, “Vigaristas” (2008), de Rian Johnson, e um papel de vilão num filme de James Bond, “007 – O Amanhã Nunca Morre” (1997).
Jamie Lee Curtis vai estrelar filme de mistério do diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi
A atriz Jamie Lee Curtis, atualmente em cartaz no filme “Halloween”, foi confirmada no elenco de “Knives Out”, próximo longa do diretor Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”). Ela se junta aos anteriormente anunciados Daniel Craig (“007 Contra Spectre”), Chris Evans (“Vingadores: Guerra Infinita”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Lakeith Stanfield (“Atlanta”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). Não há muitos detalhes sobre a trama, que também foi escrita por Johnson, mas o filme é descrito como um mistério de assassinato, ao estilo dos suspenses de Agatha Christie e Ellery Queen, onde o objetivo é descobrir “quem matou”. Pelo menos, o elenco é de dar inveja em “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). As filmagens devem começar ainda neste ano com produção do estúdio indie FilmNation, mas ainda não há previsão de estreia.
Disney pisa no freio e reconhece que errou ao lançar um filme de Star Wars por ano
A Disney planeja diminuir a velocidade no número de estreias da franquia “Star Wars”, declarou o presidente do grupo, Robert Iger, que reconheceu que foi um erro lançar um capítulo da saga por ano. “Tomei uma decisão sobre o cronograma (de estreias) e agora, quando olho para trás, vejo que cometi um erro, e assumo a culpa. Fui um pouco rápido demais”, assinalou Iger em uma entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Podem esperar uma desaceleração, mas não significa que deixaremos de fazer filmes”. A Disney programou estreias anuais de filmes relacionados a “Star Wars” desde o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015, intercalando títulos da saga central com prólogos. O mais recente, “Han Solo: Uma História Star Wars”, acabou virando fracasso comercial, com uma bilheteria de US$ 392 milhões em todo o mundo, o que pode parecer muito, mas não cobriu os custos da produção. O próximo “Star Wars”, o episódio IX, ainda sem título oficial, está previsto para dezembro de 2019. Depois disso, os novos projetos serão analisados com calma. “Estamos em um ponto em que vamos começar a tomar decisões sobre o que virá” depois do episódio IX, afirmou Iger. “Mas acho que seremos mais cuidadosos com o volume e o espaço de tempo”. Comprada pela Disney em 2012, a Lucasfilm tem atualmente mais duas trilogias em desenvolvimento e trabalhava paralelamente em novos prólogos. Entre os projetos confirmados, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e os criadores de “Game of Thrones” realizarão as duas novas trilogia da guerra estelar. Os filmes de David Benioff e D.B. Weiss se distanciarão da trama principal da família Skywalker e da nova trilogia de Johnson.
Daniel Craig vai estrelar filme de mistério do diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi
O diretor Rian Johnson anunciou seu primeiro projeto depois de “Star Wars: Os Últimos Jedi”: o filme de mistério “Knives Out”, que será estrelado por Daniel Craig (“007 Contra Spectre”). Descrito como um mistério contemporâneo no estilo de histórias clássicas de detetive, a produção vai acontecer de forma relâmpago, com as filmagens marcadas para começar já em novembro. Esta velocidade se deve à abertura da agenda de Craig. A saída do diretor Danny Boyle (“Quem Quer Ser um Milionário?”) do próximo filme de James criou um espaço inesperado entre os compromissos do ator, que será usado para encaixar as novas filmagens. Além de comandar as filmagens, Johnson também escreveu o roteiro de “Knives Out” em parceria com Ram Bergman, seu produtor em “Os Últimos Jedi” e “Looper”. E embora a sinopse não tenha sido divulgado, o longa está sendo encarado como um leve respiro antes de o cineasta mergulhar novamente no universo “Star Wars”. Ele será responsável por uma nova trilogia de filmes da franquia, que começará a ser produzida após o “Episódio IX”. “Knives Out” ainda não tem data de estreia definida.
Diretor do último Star Wars apaga 20 mil tuítes após demissão de James Gunn por posts ofensivos
O diretor Rian Johnson, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, apagou cerca de 20 mil tuítes de sua conta pessoal após a Disney demitir James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, por posts ofensivas de uma década atrás, garimpados por integrantes da extrema direita dos Estados Unidos. Ele usou um aplicativo, o TweetDelete, para apagar os textos em massa. Questionado no próprio Twitter pelo site de cultura pop “The Mary Sue”, Johnson explicou que não se trata de nenhuma recomendação oficial do estúdio. A ação, disse ele, foi no sentido de destruir qualquer munição disponível para militantes de direita que eventualmente tentem destruir sua carreira. “(Não é) Nenhuma recomendação, e não acho que jamais tenha tuitado qualquer coisa assim tão ruim”, Johnson escreveu. “Mas são nove anos de material escrito em grande parte como algo efêmero. Se o novo normal é permitir que os ‘trolls’ investiguem os perfis em busca de munição, essa atitute me parece um ‘por que não?’.” Na esteira das acusações contra Harvey Weinstein, Hollywood adotou uma mentalidade de “tolerãncia zero” que se estendeu também a observações ofensivas. Além da demissão de James Gunn da franquia “Guardiões da Galáxia”, a Disney afastou James Lasseter, chefe do departamento de animação do estúdio, após denúncias de assédio, e o seu canal de TV, ABC, cancelou a série “Roseanne” devido a um tuíte racista publicado por sua criadora e protagonista Roseanne Barr. Ciente da sensibilidade atual dos estúdios, o grupo de extrema direita liderado por Mike Cernovich, responsável por expôr os tuítes ofensivos de James Gunn e de ser um dos principais mentores das “fake news” contra Hillary Clinton nas últimas eleições presidenciais dos EUA, está varrendo as redes sociais atrás de material polêmico para causar mais demissões entre os críticos do governo de Donald Trump. Entretanto, o próprio Cernovich apagou milhares de tuítes e foi condenado por coisa pior que piadas de mal gosto. Acusado por estupro em 2003, ele acabou fechando um acordo judicial para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques do moralista, o comediante Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”.
Lucasfilm teria suspendido todos os spin-offs de Star Wars
A Lucasfilm teria suspendido a produção de novos spin-offs da saga “Star Wars”, após o desempenho decepcionante de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A desculpa oficial é que o estúdio pretende focar todos os seus esforços no “Episódio 9”, ainda sem título oficial, que chega aos cinemas apenas no final de 2019. Segundo o site Collider, os filmes solos de Obi-Wan Kenobi e de Boba Fett, que deveriam ser produzidos paralelamente ao final da terceira trilogia, serão deixados de lado. Oficialmente, porém, as duas produções jamais foram confirmadas pela Lucasfilm, embora discussões com elenco, diretores e roteiristas alimentassem especulações de bastidores. O site The Hollywood Reporter já tinha ligado o diretor Stephen Daldry (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) ao filme de Obi-Wan Kenobi, que deveria ser novamente vivido por Ewan McGregor, e James Mangold (“Logan”) ao longa de Boba Fett. “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) foi o primeiro filme paralelo da saga e rendeu mais de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais. Mas o segundo, “Han Solo”, foi marcado por problemas de bastidores, com demissão e substituição de diretores em meio às filmagens, e após um mês em cartaz conseguiu apenas US$ 343 milhões de bilheteria. As novas produções oficialmente confirmadas são duas trilogias separadas, uma delas criada por Rian Johnson (diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e a outra pela dupla David Benioff e DB Weiss, responsáveis pela série “Game of Thrones”. Mas estes projetos nem sequer tem previsão de estreia. “Star Wars: Episódio 9” é o único filme da saga com lançamento marcado. A conclusão da terceira trilogia espacial será dirigida por J.J. Abrams, que assinou o maior sucesso da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A estreia vai acontecer em dezembro de 2019.
Grupo que tentou sabotar Pantera Negra assume autoria de ataque contra Kelly Marie Tran, de Star Wars
Um grupo de “fãs” racistas que tentou sabotar o filme do “Pantera Negra” com notas negativas em sites como Rotten Tomatoes e IMDb diz ter sido responsável pelo bullying virtual cometido contra Kelly Marie Tran, primeira atriz de descendência asiática a interpretar uma personagem importante de “Star Wars”. O assédio foi tão agressivo que a levou a abandonar suas contas nas redes sociais. Em post publicado no fim de semana no Facebook, mas já removido, o grupo chamado Down With Disney’s Treatment of Franchises and His Fanboys acusou a presidente da Lucasfilm e produtora de “Star Wars”, Kathleen Kennedy, de adotar uma “agenda feminazi” que levou à “perversão” do “cânone” dos filmes, que apresentam caçadores de recompensas intergalácticos e seus amigos robôs falantes. O post, que foi fotografado antes da exclusão pelo site Screenrant, não expressa nenhum remorso por quaisquer ações. Em vez disso, comemora a saída de Tran da mídia social como uma vitória “gloriosa e sangrenta”. O objetivo do grupo seria fazer com que “Star Wars” abandone sua “diversidade forçada” para “trazer de volta o Herói Masculino Hetero Branco” que caracterizou a trilogia original. Para isso, pretende forçar a Disney, chamada de “corporação corrupta, a abandonar a franquia por meio de ações contínuas de pressão. Veja o post original abaixo. Em fevereiro, o grupo foi expulso do Facebook por criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score” no Rotten Tomatoes, que visava fazer com que o filme do super-herói da Marvel tivesse uma nota de público negativa. Na época, a justificativa era que a Disney incentivava as críticas negativas para os filmes da DC, produzidos pelo estúdio rival Warner Bros. Em ambos os casos, os ataques buscam justificativas no universo dos fãs para incentivar outras pessoas a cometerem atos claramente racistas.
Atriz de Os Últimos Jedi deleta Instagram após ataques racistas de “fãs” de Star Wars
Vítima de bullying virtual intenso desde que apareceu em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a atriz Kelly Marie Tran apagou todas as publicações de seu Instagram. A intérprete de Rose Tico decidiu abandonar as redes sociais após a participação no filme torná-la alvo constante de ataques xenófobos e misóginos. Kelly Marie Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro. Nesta terça-feira (5/6), em vez de novas postagens, sua página registra apenas o branco caucasiano da cor de fundo e uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Enquanto isso, Rian Johnson, diretor de “Os Últimos Jedi”, publicou um tuíte em que chama as pessoas que usam as redes sociais para fazer comentários de ódio de “uma minoria”. “Nas redes sociais, uma minoria de pessoas doentes conseguem projetar uma grande sombra no muro, mas nos últimos quatro anos conheci muitos fãs de ‘Star Wars’ de verdade. Nós gostamos e não gostamos das coisas, mas fazemos isso com humor, amor e respeito. Nós somos a vasta maioria, estamos nos divertindo e nos dando bem”, disse. A tal “minoria”, porém, não se dá bem com ninguém. Tran não foi a primeira atriz de “Star Wars” a abandonar mídias sociais devido ao abuso dos “fãs”. Daisy Ridley, que interpreta Rey, deletou sua conta em 2016 após sofrer uma enxurrada de ataques devido a um comentário sobre controle de armamento.
Origem de Rey ainda está em aberto, segundo diretor de Os Últimos Jedi
Fenômeno de público, Star Wars: Os Últimos Jedi já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo – e ainda nem estreou na China. Mas isto não impediu o filme de render muitas polêmicas. Além do comportamento de Luke Skywalker (Mark Hamill), um dos pontos mais questionados pelos fãs é a questão da origem da protagonista Rey (Daisy Ridley). Numa cena de “Os Últimos Jedi”, Kylo Ren (Adam Driver) conta para Rey que seus pais eram catadores de lixo de Jakku, que trocaram a filha por um bilhete de ida ao planeta. Ou seja, ela seria alguém sem nenhuma linhagem nobre nem herança especial, o que frustrou os fãs, mas também alimentou mais um debate, com a possibilidade de Kylo estar mentindo. Indagado pelo site Huffington Post a respeito desta polêmica, o diretor e roteirista Rian Johnson preferiu sair pela tangente. “Qualquer coisa ainda está em aberto, e não sou quem escrevo o próximo filme”, disse, referindo-se ao diretor JJ Abrams e ao roteirista Chris Terrio, que estão desenvolvendo o final da trilogia. Há várias teorias de fãs, que acreditam que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou mesmo descendente do imperador Palpatine. Mas, embora Johnson tenha dito anteriormente que Kylo foi sincero, ele também reconhece que a verdade sempre é algo bastante complexo no universo de “Star Wars”. A resposta deve vir em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido e com estreia marcada apenas para dezembro de 2019.
Mark Hamill revela que seus filhos participaram de Star Wars: Os Últimos Jedi
Além de vários figurantes famosos, “Star Wars: Os Últimos Jedi” também teve participações especiais de familiares do elenco e da equipe da produção. Um dos atores que trouxe a turma para se divertir com armas de raios foi Mark Hamill. Ele revelou que seus três filhos participaram das filmagens, ao agradecer o diretor no Twitter por não tê-los cortado na edição. “Agradeço a Rian Johnson por não ter cortado Nathan, Griffin e Chelsea Hamill na sala de edição. E por ter permitido minha contribuição à direção: ‘Apareçam rápido ou Oscar [Isaac] vai bloquear vocês’, na segunda cena.” O intérprete de Luke Skywalker também postou imagens dos filhos trajados como seus personagens, integrantes da força rebelde. Veja abaixo. Além dos filhos de Mark Hamill, a filha de Carrie Fischer, Billie Lourd, também deu vida a uma personagem da franquia, mas com maior destaque – desde o filme anterior, “O Despertar da Força”. O detalhe é que até o cachorro da atriz participou da produção. Thanks for not letting @NathanHamill @GriffinHamill & @chelseahamill wind-up on #TheLastJedi cutting-room floor @rianjohnson! And for allowing my one directorial note: "Pop-up FASTER or Oscar'll block ya!" on the 2nd & final take. #MyKidsCoolCameoAsRebelScum pic.twitter.com/TVRVE5lwHf — @HamillHimself (@HamillHimself) December 29, 2017
Mark Hamill se diz arrependido de ter reclamado de Luke Skywalker no novo Star Wars
Mark Hamill se arrependeu de suas críticas aos rumos de Luke Skywalker em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Depois de ter dito que o desenvolvimento do personagem no novo filme “não é o meu Luke”, ele chegou a admitir que “estava errado”. Mas diante da dimensão tomada por seus comentários, resolveu reforçar suas desculpas nas redes sociais. “Me arrependo de levantar minhas dúvidas e inseguranças em público. Diferenças criativas são um elemento em comum em projetos, mas normalmente ficam no particular. Tudo o que eu queria era fazer um bom filme. E tive mais do que isso. Rian Johnson fez um dos melhores de todos os tempos”, disse o intérprete de Luke Skywalker. Na última semana, o ator afirmou que não concordou totalmente com o roteiro de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, no qual o personagem de Luke Skywalker apresenta uma postura diferente da que foi mostrada na trilogia original da saga. “Não é o meu Luke Skywalker. Eu disse a Rian (Johnson, diretor do filme) que os Jedi não desistem”, afirmou o ator em entrevista de divulgação do filme. Mas depois desta entrevista, ele reconsiderou. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, Hamill apontou. I regret voicing my doubts & insecurities in public.Creative differences are a common element of any project but usually remain private. All I wanted was to make good movie. I got more than that- @rianjohnson made an all-time GREAT one! #HumbledHamill https://t.co/8ujJfBuEdV — @HamillHimself (@HamillHimself) 26 de dezembro de 2017
Mark Hamill volta atrás em sua crítica a Os Últimos Jedi: “Eu estava errado”
Uma coisa se pode afirmar com certeza sobre “Star Wars: Os Últimos Jedi”: está dando muito mais o que falar que “Star Wars: O Despertar da Força”. E um dos responsáveis por alimentar controvérsias tem sido ninguém menos que Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Ao criticar as decisões do diretor e roteirista Rian Johnson sobre os rumos de seu personagem, Hamill chegou a afirmar: “não é meu Luke Skywalker”. Mas isto foi antes que ele pudesse ter visto o filme. Agora, o ator voltou atrás. Em entrevista ao site IMDb, Hamill afirma ter mudado de ideia e aprovado as mudanças. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, ele apontou. A declaração ecoa o que o próprio diretor disse a respeito do filme. Ele refletiu sobre a polarização despertada pela produção com um post no Twitter, em que argumentou: “O objetivo é nunca dividir ou deixar as pessoas chateadas, mas acho que as conversas que estão ocorrendo teriam que acontecer em algum momento, se ‘Star Wars’ pretendesse crescer, seguir em frente e permanecer vital”. Ou seja, sair da sua zona de conforto e fazer algo diferente, que não fosse mais do mesmo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” registra a pior avaliação de um filme da franquia entre os usuários do Rotten Tomatoes, com 54% de aprovação, mas há controvérsias sobre a veracidade desses dados, após um grupo de extrema direita reivindicar ter manipulado a votação em protesto contra o excesso de mulheres e emasculação dos protagonistas. A crítica apoiou positivamente os rumos do filme, que detém 93% de aprovação nas resenhas pesquisadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Além disso, o novo “Star Wars” recebeu nota A do CinemaScore, a pesquisa de opinião pública mais confiável sobre cinema nos Estados Unidos. Mas a avaliação de público que realmente conta é a sua bilheteria. “Star Wars: Os Últimos Jedi” já atingiu US$ 600 milhões de arrecadação mundial, desde seu lançamento há uma semana.











