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    Diretor e ator de Quatro Vidas de um Cachorro se dizem abalados pelo vídeo de maus-tratos na filmagem

    19 de janeiro de 2017 /

    O vídeo de maus-tratos a um dos cães de “Quatro Vidas de um Cachorro”, divulgado pelo TMZ, repercutiu entre a equipe de produção. O cineasta Lasse Hallstrom, que dirigiu a produção, afirmou não ter visto os abusos, mas reconheceu no Twitter que ficou “muito perturbado com o vídeo”. “Eu não testemunhei essas ações. Estávamos todos empenhados em proporcionar um ambiente amoroso e seguro para todos os animais no filme. Foi-me dito que uma investigação completa dessa situação está em andamento e prometeram-me que qualquer irregularidade será relatada e punida”, ele acrescentou nas redes sociais. Josh Gad, que dubla o cão no longa e nunca foi ao set, também expressou sua preocupação com as imagens no Twitter. “Fico abalado e triste por ver qualquer animal colocado em uma situação contra sua vontade”, disse ele, acrescentando que também pediu ao estúdio “uma explicação para essas imagens perturbadoras”. Por sua vez, a produtora Amblin Entertainment e a distribuidora Universal Pictures optaram pelo texto padrão, emitindo uma declaração conjunta, na qual afirmam que a equipe de produção “seguiu protocolos rigorosos para promover um ambiente ético e seguro para os animais”. A nota ainda acrescenta: “Enquanto continuamos a rever as circunstâncias mostradas nas filmagens editadas, a Amblin está convicta de que mostrou grande cuidado e preocupação com o pastor alemão Hercules, bem como para todos os outros cães durante toda a produção do filme“. O vídeo (que pode ser visto aqui) foi feito em novembro de 2015 no Canadá e mostra um adestrador forçando o pastor alemão Hercules a entrar em um tanque com águas turbulentas. Mesmo assustado e se recusando a entrar na água, o cão é jogado pelo homem dentro do reservatório. Após um corte, outra imagem mostra que ele submerge e não se sabe se ele sobreviveu. A ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), entidade que defende tratamento ético aos animais, pediu boicote ao filme. “A Peta pede que os amantes de cachorros boicotem o filme para que seja enviada a mensagem de que os animais devem receber tratamento humanitário”. A estreia está marcada para a próxima quinta (26/1) no Brasil e no dia seguinte nos EUA. pic.twitter.com/GBPpfNRt9b — Josh Gad (@joshgad) January 19, 2017

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    Terror canibal Raw, que provoca desmaios e devora prêmios, ganhou dois trailers pra quem tem estômago forte

    14 de janeiro de 2017 /

    A Universal Pictures do Reino Unido divulgou o pôster e dois trailers fortes, ainda sem legendas, do terror canibal “Raw” – o segundo foi proibido para menores nos EUA. As cenas são perturbadoras, ao combinarem insinuações sexuais e violência. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. Estreia em longas da cineasta francesa Julia Ducournau, o filme se tornou um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Raw” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Depois disso, o frisson só aumentou. A produção lotou sessões no Festival de Londres, onde conquistou o prêmio de Melhor Filme de Estreia, e venceu tudo no Festival de Sitges, na Espanha, o mais famoso evento de cinema fantástico do mundo. “Raw” ainda será exibido no Festival de Sundance, que começa na quinta (19/1), e tem estreia comercial marcada para 10 de março nos EUA. Apesar de ter passado no Festival do Rio, ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Mark Hamill “devastado” e a repercussão da morte de Carrie Fisher nas redes sociais

    27 de dezembro de 2016 /

    Amigos e colegas de Carrie Fisher lamentaram a morte da atriz, compartilhando sua dor com os fãs da eterna Princesa Leia nas redes sociais. Alguns incluíram fotos pessoais da atriz, como Mark Hamill, o Luke Skywalker, que postou no Twitter um registro dos “irmãos” na franquia “Star Wars”. Foi a forma com que conseguiu se expressar, já que ele próprio se disse “”Sem palavras. Devastado” na rede social. Outro que compartilhou imagens dos bastidores de “Star Wars” foi Peter Mayhew, o Chewbacca. “Não há palavras para essa perda. Carrie foi a estrelha mais brilhante em cada sala em que entrou. Eu vou sentir sua falta”. Já Harrison Ford usou um comunicado para se dirigir à imprensa. “Carrie foi única… brilhante, original. Engraçada e destemida emocionalmente. Ela viveu sua vida de forma brava”. Até Darth Vader ficou triste. Seu intérprete, David Prowse, escreveu: “Estou extremamente triste em saber da morte de Carrie. Ela era maravilhosa para se trabalhar junto. Condolências para seus amigos, família e fãs pelo mundo”. Anthony Daniels, intérprete do robô C-3PO, fez coro: “Estou muito triste”. E Billy Dee Williams, que interpretou Lando Calrissian, completou: “Estou profundamente triste com a notícia da morte de Carrie. Ela era uma querida amiga, que eu respeitava e admirava muito. A força está negra hoje” Rival de franquia, mas amigo querido, o ator William Shatner, que interpretou o Capitão Kirk em “Star Trek”, juntou-se aos colegas da Princesa no Twitter. “Eu estou profundamente triste em saber da morte de Carrie Fisher. Vou sentir falta das nossas brincadeiras. Uma luz e um maravilhoso talento foram apagados”. Entre inúmeras outras celebridades, também reagiram à sua morte a comediante Whoopi Goldberg (“Ela era mais engraçada e esperta do que qualquer pessoa tem o direito de ser”), a apresentadora Ellen DeGeneres (“Não acredito que ela se foi”), a atriz Anna Kendrick (“Não, não… Carrie Fisher é uma lenda”), a atriz e diretora Elizabeth Banks (“Carrie Fisher era tão inteligente, provocante e incansavelmente interessante. Nossa, eu a amava. Todos a amavam”) e o diretor Jon Favreau (“Um dia tão triste para sua família, amigos e milhões de fãs. A falta de Carrie Fisher será profundamente sentida”). A frase mais bonita foi registrada pelo cineasta Steven Spielberg, que a dirigiu em “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991): “Ela não precisava da Força. Era era uma força da natureza, de lealdade e de amizade”. A presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy, soltou um comunicado oficial: “Carrie tem um lugar muito especial no coração de todos na LucasFilm. É difícil imaginar o mundo sem ela. Ela foi a Princesa Leia para o mundo, mas também uma amiga muito especial para todos nós. Ela tinha um espírito indomável, uma sagacidade incrível e um grande coração. Carrie também definiu a heroína feminina da nossa época, há mais de uma geração. Seu revolucionário papel como Princesa Leia inspirou o poder e confiança em mulheres do mundo todo. Sentiremos muito sua falta.” no words #Devastated pic.twitter.com/R9Xo7IBKmh — Mark Hamill (@HamillHimself) December 27, 2016 There are no words for this loss. Carrie was the brightest light in every room she entered. I will miss her dearly. pic.twitter.com/GgIeYGeMt9 — Peter Mayhew (@TheWookieeRoars) December 27, 2016

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    Vin Diesel pede desculpas “se ofendeu alguém” durante entrevista com youtuber brasileira

    25 de dezembro de 2016 /

    Vin Diesel usou seu perfil no Facebook para falar sobre a polêmica com a youtuber brasileira Carol Moreira, que o entrevistou durante a Comic-Con Experience, no começo do mês. Na ocasião, ele se portou de forma imprópria, assediando a jovem durante a gravação da entrevista, que durou 11 minutos e foi interrompida três vezes por cantadas do ator, tornando a situação desconfortável. O comportamento do ator acabou tendo repercussão internacional e levou seu perfil no Facebook a ser invadido por protestos. Em resposta, Diesel afirmou que tem o hábito de brincar em suas entrevistas e pediu desculpas se passou do limite. Além do curto texto publicado na noite da véspera de Natal (24/12), ele também incluiu um vídeo diferente da entrevista em sua página, sem a edição de Carol. “Como todos sabem, tento manter as minhas entrevistas mais brincalhonas e divertidas, especialmente quando estou na zona Xander (referência ao nome do personagem que ele interpreta no filme “xXx: Reativado”, que veio divulgar no Brasil). Mas, se ofendi alguém, então gostaria de me desculpar, pois essa nunca é minha intenção. Aqui está a versão sem cortes”, escreveu o ator. Veja abaixo:

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    Além de Vin Diesel, Jason Momoa também já “assediou” a youtuber brasileira

    24 de dezembro de 2016 /

    Vin Diesel não foi o único a assediar a youtuber Carol Moreira durante uma Comic-Con Experience. Em 2014, outro ator fortão, Jason Momoa, o Khal Drogo de “Game of Thrones” e futuro Aquaman de “Liga da Justiça”, também abusou da boa vontade da jovem. E foi ainda mais longe que Diesel: fez ela se sentar em seu colo e depois ainda fingiu um strip-tease praticamente se jogando em cima dela. Este momento também está disponível no Youtube (veja abaixo) e foi registrado numa foto no Instagram de Carol, com a seguinte legenda: “Como se não bastasse sentar no colo dele, ainda ganho um strip com dancinha. Jason Momoa subindo o nível dos boy magia”. Entretanto, a comparação entre as duas reações diferentes da youtuber a situações que poderiam ser consideras assédio gerou repercussão negativa na internet, alimentando uma onda de ataques de fãs de Vin Diesel nas redes sociais, que a acusam de querer aparecer em cima do ator, além de submetê-la a diversos xingamentos de cunho preconceituoso. Em entrevistas, a youtuber tem destacado que não chamou o comportamento inoportuno de assédio, o que ficou por conta da imprensa e de quem viu o vídeo. O fato, porém, não foi diferente do problema que escanteou a carreira do cantor Biel no Brasil. De todo modo, fica o registro das diferenças em relação à interação de Carol com Momoa. Para começar, o contexto foi de uma performance num palco da Comic-Con Experience, diante de uma plateia que estimulou tudo com gritos de aprovação. Mas o principal é que ela disse ter dado abertura para Momoa brincar mais à vontade, no contato que tiveram antes nos bastidores. Houve, em suma, um consentimento e vontade de entrar na brincadeira. O que claramente não aconteceu na entrevista com Vin Diesel (que pode ser vista aqui).

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    Imprensa internacional reage ao assédio de Vin Diesel à youtuber brasileira

    24 de dezembro de 2016 /

    A entrevista concedida por Vin Diesel à youtuber brasileira Carol Moreira, durante a Comic-Con Experience, alcançou repercussão internacional. A imprensa estrangeira fez coro contra o comportamento do ator, que cantou a jovem em plena entrevista, condenando sua postura como “constrangedora” e “bizarra”. O site Huffington Post escreveu que a entrevista foi “embaraçosa” e que, apesar de ser claro que Moreira estava constrangida, “Diesel continuou, totalmente alheio ao desconforto dela”. “Ser descontraído nas entrevistas é uma coisa, mas dar em cima de uma entrevistadora que só está tentando fazer o trabalho dela é outra”, acrescentou o texto. O canal americano E!, voltado às celebridades, disse que o ator “levou os elogios um pouco longe demais”. O site do programa “Entertainment Tonight” também repercutiu o assunto, com o título “Vin Diesel não para de dar em cima de youtuber brasileira”. O jornal britânico Daily Mail descreveu a entrevista de “extremamente constrangedora” e as cantadas como “agressivas”. A publicação afirmou ainda que o vídeo “vai botar lenha na fogueira das alegações de que o ator não é profissional”, numa alusão ao desabafo de Dwayne Johnson no Instagram, durante as filmagens de “Velozes e Furiosos 8” – que já estava sendo descartado como golpe publicitário, já que, como mostrou o trailer, o personagem de Diesel trai todo mundo no filme. O site The Wrap também descreveu a entrevista como “constrangedora” e destacou a “risada nervosa” de Moreira, finalizando o texto com um “conselho” para o artista: “De agora em diante, tome um banho frio antes de dar uma entrevista”. O tabloide britânico The Sun destacou no título o palavrão de Diesel no momento mais explícito da cantada e mencionou o momento em que o ator se ajoelha e vai em direção a Carol, deixando-a “se contorcendo com cantadas bizarras”. O jornal ainda ressaltou que a youtuber “é jovem o suficiente para ser a filha de Vin”. A edição britânica da revista “Elle” também fez uma crítica explícita ao ator em seu título: “Vin Diesel é extremamente desagradável com entrevistadora brasileira em vídeo no YouTube”. E no texto os repórteres confessam que ficaram “um pouco perturbados ao descobrir o vídeo em que o herói de ação age de forma superdesagradável com uma apresentadora brasileira”. A revista americana Us Magazine descreveu: “Moreira foi forçada a recuperar [a entrevista] mais uma vez e começou a questionar Diesel sobre seus papeis em ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Guardiães da Galáxia’, o que inexplicavelmente – e, muito provavelmente, para o desgosto da estrela da internet – inspirou outro acesso inapropriado”. O blogueiro americano Perez Hilton, conhecido por cobrir o universo das celebridades, respondeu a uma frase de Diesel, que diz na entrevista que ela “é bonita para c***” e que ele “não consegue nem fazer uma entrevista com ela”. Não consegue fazer a entrevista, mas consegue “ser desagradável para continuar dando em cima dela, constrangedoramente”, escreveu Hilton, que também lembrou o desentendimento do ator com Dwayne Johnson: “Nós achamos que Dwayne pode ter se contido quando falou do comportamento não profissional [de Diesel]”. Vários dos veículos ainda notaram que Vin Diesel está há muitos anos em um relacionamento com a modelo Paloma Jimenez e tem três filhos com ela.

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  • Série

    Série Supergirl impacta vida de jovens lésbicas nos EUA

    7 de dezembro de 2016 /

    A série “Supergirl” teve um impacto positivo na vida de pelo menos uma fã, que superou a depressão aguda após ver a personagem Alex Danvers, irmã da protagonista, assumir-se lésbica. A história foi compartilhada por uma vendedora de comic shop (loja de quadrinhos) dos Estados Unidos em seu Twitter. O relato sobre a experiência positiva de uma cliente, que se sentiu aliviada ao ver Alex contar com o apoio da família, foram narrados em 23 tweets e comoveu até o elenco da atração. Chyler Leigh, intérprete de Alex Danvers, disse que a história simplifica “o que é ser um herói” e agradeceu Mary, como a vendedora se identifica na rede social, por ter compartilhado o que testemunhou. Já Floriana Lima, intérprete da detetive Maggie Sawyer, para quem Alex se declarou na série, desejou muito amor para “a garota guerreira”. Após a postagem, várias outras garotas fizeram confissões sobre a importância da série em suas vidas pessoais, agora dirigindo-se à Chyler Leigh, que compartilhou tudo em seu Twitter. A narrativa original veio em terceira pessoa, relatada pela tuiteira Mary, moradora da cidade de Fort Wayne, em Indiana, que comoveu a equipe de Supergirl por ser geek e lésbica assumida. Segundo seu relato, tudo começou quando uma garota entrou em sua loja atrás das edições de Supergirl. Ao comentar que também era fã da prima do Superman e que torcia pelo casal Sanvers (Sawyer + Davenrs) na série, a menina começou a chorar. Minutos depois, Mary entendeu o que estava acontecendo, que a garota estava com problemas emocionais. “Eu estava ao lado de uma bebê gay”, comentou. Mary, então, contou para adolescente sobre como foi difícil para ela própria sair do armário e a consolou. Então, a menina fez um desabafo. Falou sobre a vontade de se matar, das tentativas frustradas de suicídio, e que tudo mudou após começar a assistir à 2ª temporada de “Supergirl” e acompanhar a jornada de Alex para fora do armário. “Ela percebeu que poderia ser feliz, que poderia ser amada”, escreveu Mary. “Ela não queria mais morrer porque viu Alex ser gay e ser maravilhosa.” Como a série está no intervalo de final de ano nos Estados Unidos, a garota foi atrás de mais histórias de Supergirl. Infelizmente, Alex Danvers é uma criação da produção televisiva e só aparece numa nova publicação que acaba de ser lançada, voltada justamente aos espectadores do canal CW. Por isso, a vendedora indicou outras personagens gays das histórias em quadrinhos que a leitora desconhecia, como Batwoman e Renee Montoya, ambas do universo de Batman. Batwoman, por sinal, foi quem ficou com Maggie Sawyer nos quadrinhos.

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  • Série

    Criadora de Gilmore Girls está atenta aos pedidos dos fãs por mais episódios

    27 de novembro de 2016 /

    O revival de “Gilmore Girls” deixou os fãs com gostinho de “quero mais”, inundando as redes sociais com apelos por novos episódios. Não fazia parte dos planos iniciais, mas Amy Sherman-Palladino, a criadora da série, está atenta à repercussão. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ela disse que se sente com a missão cumprida, mas tudo pode acontecer. “Nós tínhamos uma jornada bem específica na nossa cabeça e nós completamos a jornada, disse a roteirista-produtora. “Para nós, esse foi o impacto que queríamos causar. E toda essa questão se vai ter mais, vai ter mais, vai ter mais, nós temos que jogar para o universo. Temos que colocar isso para dormir. O que acontecer, vai acontecer”. Refletindo o apelo dos fãs por novos episódios, o ator Scott Patterson, que interpreta Luke na atração, foi mais otimista. “Seria legal fazer isso todo ano. Talvez uma vez a cada dois anos, fazer uma coisa de três meses de gravação, fazer mais quatro episódios. Foi fácil fazer isso. Foi divertido. Foi realmente recompensador e a gente teve a sensação de que tínhamos um final agora”, disse. Os pedidos por novos capítulos foram consequência direta do episódio que finalizaria a série, e que deixou uma questão em aberto, após as quatro palavras finais com que Serman-Palladino planejava encerrar a trama. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, “Gilmore Girls” mostrou, de 2000 a 2007, a relação da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham) e de sua filha Rory (Alexis Bledel), que viviam na pequena cidadezinha. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios demonstraram, com a ajuda de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). Lançado pela Netflix na última sexta-feira (25/11), o revival trouxe mais quatro episódios de 90 minutos e terminou com Rory fazendo uma revelação importante para sua mãe. Inconformados com o desfecho, os fãs foram às redes sociais pedir para a história continuar após essa descoberta.

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  • Série

    Gilmore Girls: Fãs se emocionam com novos episódios e vão ao Twitter exigir mais

    25 de novembro de 2016 /

    O revival de “Gilmore Girls” finalmente chegou na Netflix. Foram mais quatro episódios, conduzindo às quatro últimas palavras misteriosas que os fãs esperavam ouvir há quase uma década. Foi um prazer, mas também uma frustração, porque acabou. A criadora da série, Amy Sherman-Palladino, avisou que sempre quis encerrar a série com aquelas palavras. E ao ouvi-las as fãs caíram de quatro. Inconformadas, correram ao Twitter exigindo mais. Elas imploram para saber o que acontece depois da revelação de Rory para sua sua mãe Lorelai. No plural feminino mesmo, pois a explosão de emotividade foi expressa majoritariamente por mulheres. “Não, não, não. Eu não aceito que acabou”, escreveu uma telespectadora americana, ilustrando seu post com a imagem de uma mulher chutando a parede. “Vai ter que ter um novo revival, porque aquele final me nocauteou”, refletiu outra. “Depois daquelas quatro palavras, é preciso ter mais 154 episódios da série”, sentenciou uma terceira. “Estou tomada por emoção e frustração”, resumiu outra. “Isto não é um fim, isto não é um fim, isto não é um fim”, ficou repetindo mais uma. E assim por diante. E isto porque nem faz 24 horas que os episódios foram disponibilizados. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, “Gilmore Girls” mostrou, de 2000 a 2007, a relação da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham) e de sua filha Rory (Alexis Bledel), que viviam na pequena cidadezinha. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios demonstraram, com a ajuda de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, foi a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo os quatro novos episódios, que tem duração de telefilme (cerca de 90 minutos) e chegaram simultaneamente na Netflix com o título “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” nesta sexta-feira (25/11).

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    Trailer “sombrio” de Carros 3 gera comoção nas redes sociais

    23 de novembro de 2016 /

    Aparentemente, a morte da mãe de Bambi e do pai de Simba são aceitáveis, mas um carro capotar é demais para uma animação para crianças. O teaser de “Carros 3” disparou diversos comentários preocupados no Twitter. Todos de pais receosos com o conteúdo do filme, uma vez que ele mostra o carrinho protagonista Relâmpago McQueen sofrendo um acidente. Alguns usuários do Twitter chegaram até a se declarar “traumatizados” pelo vídeo. “Atenção, pais: Não mostrem para seus filhos o trailer de ‘Carros 3!'”, alertou uma mãe preocupada. “A menos que queiram ter aquela conversa sobre morte que você evita, dizendo que Spot foi para uma fazenda”, completou outra. “‘Carros 3’ parece bastante sombrio. Estou realmente assustado”, disse outro. “Por que o teaser de ‘Carros 3’ parece um filme de terror?”, comentou mais um. “Não vou deixar meus filhos verem o novo filme ‘Carros 3′”, arrematou um terceiro. E por aí seguiu o rosário das lamentações. Como não deve querer melindrar seu público alvo, a Disney vai lançar a seguir um novo comercial colorido e alegre.

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    Filha de Stanley Kubrick encerra campanha de ajuda a Shelley Duvall após denúncia de vínculo com a Cientologia

    23 de novembro de 2016 /

    A página da plataforma Go Fund Me criada para angariar fundos para ajudar Shelley Duvall (“O Iluminado”) saiu do ar. A campanha foi abruptamente encerrada por sua organizadora, Vivian Kubrick, filha do cineasta Stanley Kubrick (que fez “O Iluminado”), após diversos comentários questionarem suas intenções. O estado de saúde da atriz Shelley Duvall (“O Iluminado”) chamou atenção durante sua recente aparição no programa do Dr. Phil, na TV dos Estados Unidos. A atriz de 67 anos participou de uma entrevista chocante, em que se mostrou bastante debilitada, tanto fisicamente quanto em nível psicológico, rendendo críticas ao psicanalista e apresentador Phil McGraw. Após ver Duvall se manifestar de forma delirante, Vivian Kubrick criticou a postura “cruel” do apresentador no Twitter, dizendo que não havia nada de compaixão ou tentativa de ajuda na exploração da dor alheia. E anunciou o lançamento de uma campanha na plataforma Go Fund Me para angariar fundos para Duvall “talvez recuperar a sua saúde”. Em poucas horas, mais de 400 pessoas doaram um total superior a US$ 17 mil. Mas logo começaram os questionamentos, pois a campanha estava sendo organizada a partir de um conhecido endereço da seita da Cientologia. Vivian abraçou a Cientologia no final dos anos 1990, quando seu pai trabalhou com Tom Cruise em “Olhos Bem Fechados” (1999), o que causou muita tristeza ao cineasta em seus últimos dias de vida. Desde então, Vivian se afastou completamente de sua família, mergulhando cada vez mais na Cientologia. O mais importante nessa questão é que a seita não acredita em psicanálise e psiquiatria. Todos os doadores da campanha que questionaram qual seria o destino do dinheiro tiveram seus comentários apagados. Quem comentasse a necessidade de tratamento psicológico também tinha suas mensagens deletadas. A questão se tornou incontornável, com cada vez mais pessoas questionando se o dinheiro arrecadado era para a Cientologia tratar Duvall e o resultado foi o cancelamento da campanha. Em seu Twitter, Vivian justificou a decisão citando a mãe da atriz, que teria pedido para suspender tudo, devido a regras do auxílio financeiro que Shelley recebe do sindicato dos atores, que seria suspenso se ela ganhasse uma grande doação. O site The Hollywood Reporter foi checar junto ao SAG-AFTRA e descobriu que não existe nenhum impeditivo do gênero.  

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    Filha de Stanley Kubrick critica entrevista “cruel” com Shelley Duvall e lança campanha para ajudar atriz de O Iluminado

    19 de novembro de 2016 /

    A participação da atriz Shelley Duvall (“O Iluminado”) no programa do Dr. Phil gerou muita controvérsia, antes e depois de ir ao ar na sexta-feira (18/11) nos Estados Unidos. A atriz de 67 anos participou de uma entrevista chocante, em que se mostrou bastante debilitada, tanto fisicamente quanto em nível psicológico, rendendo críticas ao psicanalista e apresentador Phil McGraw. Bastou o comercial chocante, em que Duvall se manifesta de forma delirante, para que a atriz Mia Farrow apelasse para que o psicólogo não exibisse a entrevista. “Vergonha, Dr. Phil. Se ele tiver um pingo de decência, não vai colocar no ar o programa em que explora uma atriz amada e talentosa”, escreveu Farrow nas redes sociais. Mais tarde, voltou a fazer o mesmo apelo: “É perturbador e não é ético que se explore a nossa amada Shelley Duvall neste momento tão vulnerável da sua vida”. A manifestação mais contundente coube à Vivian Kubrick, filha do diretor de “O Iluminado”, Stanley Kubrick, que considerou “cruel” a postura do apresentador, dizendo que não havia nada de compaixão ou tentativa de ajuda na exploração da dor alheia. Para completar, anunciou o lançamento de uma campanha na plataforma Go Fund Me para angariar fundos para Shelley Duvall “talvez recuperar a sua saúde”. Em poucas horas, mais de 400 pessoas doaram um total superior a US$ 17 mil.

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    The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada faz o Twitter chorar

    24 de outubro de 2016 /

    Uma análise do Twitter pelo serviço de linguagem e mídias sociais Canvs concluiu que, dentre as citações ao episódio de estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” na rede social, 77% incluíram a palavra “chorando”. Além disso, a série gerou ainda 43% dos tuítes com as palavras “triste” ou “chateado” na noite de domingo (23/10). O episódio mexeu com o emocional do público de forma como a série ainda não havia feito antes, justificando sua fama de matar personagens importantes. Prevendo isso, o canal pago americano AMC divulgou dois vídeos com Steven Yeun e Michael Cudlitz, em que os atores se despedem de seus personagens e da série, recebendo carinhos do restante do elenco. São imagens fofas para contrastar com a violência do episódio.

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