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  • Filme

    Trailer “sombrio” de Carros 3 gera comoção nas redes sociais

    23 de novembro de 2016 /

    Aparentemente, a morte da mãe de Bambi e do pai de Simba são aceitáveis, mas um carro capotar é demais para uma animação para crianças. O teaser de “Carros 3” disparou diversos comentários preocupados no Twitter. Todos de pais receosos com o conteúdo do filme, uma vez que ele mostra o carrinho protagonista Relâmpago McQueen sofrendo um acidente. Alguns usuários do Twitter chegaram até a se declarar “traumatizados” pelo vídeo. “Atenção, pais: Não mostrem para seus filhos o trailer de ‘Carros 3!'”, alertou uma mãe preocupada. “A menos que queiram ter aquela conversa sobre morte que você evita, dizendo que Spot foi para uma fazenda”, completou outra. “‘Carros 3’ parece bastante sombrio. Estou realmente assustado”, disse outro. “Por que o teaser de ‘Carros 3’ parece um filme de terror?”, comentou mais um. “Não vou deixar meus filhos verem o novo filme ‘Carros 3′”, arrematou um terceiro. E por aí seguiu o rosário das lamentações. Como não deve querer melindrar seu público alvo, a Disney vai lançar a seguir um novo comercial colorido e alegre.

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  • Etc

    Filha de Stanley Kubrick encerra campanha de ajuda a Shelley Duvall após denúncia de vínculo com a Cientologia

    23 de novembro de 2016 /

    A página da plataforma Go Fund Me criada para angariar fundos para ajudar Shelley Duvall (“O Iluminado”) saiu do ar. A campanha foi abruptamente encerrada por sua organizadora, Vivian Kubrick, filha do cineasta Stanley Kubrick (que fez “O Iluminado”), após diversos comentários questionarem suas intenções. O estado de saúde da atriz Shelley Duvall (“O Iluminado”) chamou atenção durante sua recente aparição no programa do Dr. Phil, na TV dos Estados Unidos. A atriz de 67 anos participou de uma entrevista chocante, em que se mostrou bastante debilitada, tanto fisicamente quanto em nível psicológico, rendendo críticas ao psicanalista e apresentador Phil McGraw. Após ver Duvall se manifestar de forma delirante, Vivian Kubrick criticou a postura “cruel” do apresentador no Twitter, dizendo que não havia nada de compaixão ou tentativa de ajuda na exploração da dor alheia. E anunciou o lançamento de uma campanha na plataforma Go Fund Me para angariar fundos para Duvall “talvez recuperar a sua saúde”. Em poucas horas, mais de 400 pessoas doaram um total superior a US$ 17 mil. Mas logo começaram os questionamentos, pois a campanha estava sendo organizada a partir de um conhecido endereço da seita da Cientologia. Vivian abraçou a Cientologia no final dos anos 1990, quando seu pai trabalhou com Tom Cruise em “Olhos Bem Fechados” (1999), o que causou muita tristeza ao cineasta em seus últimos dias de vida. Desde então, Vivian se afastou completamente de sua família, mergulhando cada vez mais na Cientologia. O mais importante nessa questão é que a seita não acredita em psicanálise e psiquiatria. Todos os doadores da campanha que questionaram qual seria o destino do dinheiro tiveram seus comentários apagados. Quem comentasse a necessidade de tratamento psicológico também tinha suas mensagens deletadas. A questão se tornou incontornável, com cada vez mais pessoas questionando se o dinheiro arrecadado era para a Cientologia tratar Duvall e o resultado foi o cancelamento da campanha. Em seu Twitter, Vivian justificou a decisão citando a mãe da atriz, que teria pedido para suspender tudo, devido a regras do auxílio financeiro que Shelley recebe do sindicato dos atores, que seria suspenso se ela ganhasse uma grande doação. O site The Hollywood Reporter foi checar junto ao SAG-AFTRA e descobriu que não existe nenhum impeditivo do gênero.  

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  • Filme

    Filha de Stanley Kubrick critica entrevista “cruel” com Shelley Duvall e lança campanha para ajudar atriz de O Iluminado

    19 de novembro de 2016 /

    A participação da atriz Shelley Duvall (“O Iluminado”) no programa do Dr. Phil gerou muita controvérsia, antes e depois de ir ao ar na sexta-feira (18/11) nos Estados Unidos. A atriz de 67 anos participou de uma entrevista chocante, em que se mostrou bastante debilitada, tanto fisicamente quanto em nível psicológico, rendendo críticas ao psicanalista e apresentador Phil McGraw. Bastou o comercial chocante, em que Duvall se manifesta de forma delirante, para que a atriz Mia Farrow apelasse para que o psicólogo não exibisse a entrevista. “Vergonha, Dr. Phil. Se ele tiver um pingo de decência, não vai colocar no ar o programa em que explora uma atriz amada e talentosa”, escreveu Farrow nas redes sociais. Mais tarde, voltou a fazer o mesmo apelo: “É perturbador e não é ético que se explore a nossa amada Shelley Duvall neste momento tão vulnerável da sua vida”. A manifestação mais contundente coube à Vivian Kubrick, filha do diretor de “O Iluminado”, Stanley Kubrick, que considerou “cruel” a postura do apresentador, dizendo que não havia nada de compaixão ou tentativa de ajuda na exploração da dor alheia. Para completar, anunciou o lançamento de uma campanha na plataforma Go Fund Me para angariar fundos para Shelley Duvall “talvez recuperar a sua saúde”. Em poucas horas, mais de 400 pessoas doaram um total superior a US$ 17 mil.

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  • Série

    The Walking Dead: Estreia da 7ª temporada faz o Twitter chorar

    24 de outubro de 2016 /

    Uma análise do Twitter pelo serviço de linguagem e mídias sociais Canvs concluiu que, dentre as citações ao episódio de estreia da 7ª temporada de “The Walking Dead” na rede social, 77% incluíram a palavra “chorando”. Além disso, a série gerou ainda 43% dos tuítes com as palavras “triste” ou “chateado” na noite de domingo (23/10). O episódio mexeu com o emocional do público de forma como a série ainda não havia feito antes, justificando sua fama de matar personagens importantes. Prevendo isso, o canal pago americano AMC divulgou dois vídeos com Steven Yeun e Michael Cudlitz, em que os atores se despedem de seus personagens e da série, recebendo carinhos do restante do elenco. São imagens fofas para contrastar com a violência do episódio.

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  • Música

    Depois de Selena Gomez, Demi Lovato também anuncia pausa na carreira

    4 de outubro de 2016 /

    E essa agora? Depois de Selena Gomez se afastar dos shows para tratar da saúde, sua substituta no Z Festival, Demi Lovato, também anunciou pausa na carreira. Não ficou claro se a cantora virá ao Brasil para o evento. Ela postou um curto desabafo na tarde desta terça (4/10) no Twitter, anunciando sua decisão. “Tão animada para 2017. Vou dar uma pausa na música e nos holofotes. Não pertenço a essa indústria e mídia”, ela escreveu, dando a entender que não faria mais shows este ano. Os comentários vieram após Demi responder à críticas nas redes sociais, devido à sua entrevista para a revista Glamour, em que alfinetou Taylor Swift por não ser feminista o suficiente. Demi reclamou que as pessoas “se importam demais” com o que ela diz. “E não esqueçam que palavras podem ser usadas fora de contexto. Mas vou continuar sem pedir desculpas por dizer o que todo mundo gostaria de falar”, postou. Na entrevista, ela acusou o clipe de “Bad Blood” de “uma imagem falsa e distorcida de como as pessoas deveriam se parecer e como deveriam ser”, dizendo que não viu “corpos normais naquele grupo”. “Acho que ter uma canção e um vídeo para derrubar Katy Perry não é empoderamento feminino”, ela criticou. “Tenho que me perguntar ‘Estou feliz em dizer que sou uma feminista? Sim, porque eu não me calo’”, completanto que “certas pessoas” – se referindo à Taylor – “poderiam estar fazendo mais, já que estão usando isso como parte de sua marca”. Os fãs de Taylor Swift contra-atacaram na internet. E ela encheu o saco. Quando questionada por um seguidor se pretendia retomar a carreira depois da pausa, Demi não deu certeza. “Não sei. Não parece mais valer a pena. Prefiro fazer trabalho beneficente, honestamente”, escreveu.

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  • Filme

    Piratas do Caribe: Vingança de Quem? Fãs se revoltam com título nacional do quinto filme da franquia

    3 de outubro de 2016 /

    Ao divulgar o primeiro teaser do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe”, a Disney revelou que o longa será chamado de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” no Brasil. O título original, em inglês, é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” e os fãs nacionais ficaram loucos com a entrada do tal Salazar na história que morto não conta, exigindo, nas redes sociais, que o nome seja mudado para a tradução literal: Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias. “De Homens Mortos Não Contam Histórias pra A Vingança de Salazar. A tradução no Brasil tá cada vez ‘melhor’”, protestou um fã no Facebook. “PAREM DE SUBESTIMAR O BRASILEIRO COM ESSES TÍTULOS”, gritou outro fã no Twitter, com letras maiúsculas. “A VINGANÇA DE SALAZAR COMO ASSIM GENTE PQ NÃO DEIXOU HOMENS MORTOS NÃO CONTAM HISTÓRIAS???? TAVA BEM MAIS LEGAL”, considerou mais um na rede social. “A vingança de Salazar” kkjkjkjkkjjjjjkkkkk parece nome de episódio do Chaves”, debochou outra. “Que Salazar? O Sonserina?”, zoou mais um, lembrando “Harry Potter”. E assim por diante. E teve até um otimista que propôs campanha no Facebook. “Se o publico se mobilizar eles trocam! O Capitão America: Soldado Invernal originalmente ia ser o Retorno do Primeiro Vingador, todo mundo reclamou e eles trocaram…” Enfim, o Salazar do título é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. No quinto filme da franquia, ele será a antagonista do personagem de Johnny Depp, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e Orlando Bloom, além das adições de Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Raw
    Filme

    Grave: Terror canibal causa desmaios no Festival de Toronto

    14 de setembro de 2016 /

    Fazer o público passar mal pode ser uma receita de desastre para qualquer filme. A menos que seja um terror. Pois o filme “Grave” (Raw), estreia em longas da francesa Julia Ducournau, está virando um dos mais aguardados do gênero pelo mal estar que vem causando no circuito de festivais. Após revirar estômagos no Festival de Cannes, onde venceu um prêmio da crítica, sua exibição no Festival de Toronto foi recebida não com aplausos, mas com desmaios. Projetado na popular sessão da meia-noite do festival, Midnight Madness, dedicada a filmes extremos, “Grave” fez com que alguns espectadores tivessem que receber atendimento médico após assisti-lo. Uma ambulância precisou ser chamada ao local após duas pessoas desmaiarem diante do forte conteúdo exibido na tela. Coprodução entre França e Bélgica, o filme acompanha uma jovem vegetariana que, depois de sofrer um trote em um curso de veterinária, desenvolve um “desejo incontrolável” por carne… humana, é claro. O filme ainda vai passar por outros festivais internacionais, entre eles o de Sitges, um dos mais tradicionais eventos do cinema de terror. “Grave” ainda não tem distribuição garantida no Brasil.

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  • Etc

    Com direção de Fernando Meirelles, abertura das Olimpíadas do Rio recebe elogios do mundo inteiro

    6 de agosto de 2016 /

    A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio, dirigida pelo cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), encantou o mundo e foi coberta de elogios pela imprensa internacional, especialmente pela criatividade, relevância e capacidade de tirar o máximo de seus recursos. O jornal americano USA Today chegou a chamar atenção para a diferença de orçamento em relação às Olimpíadas de Londres e Pequim, que contaram, respectivamente, com 12 e 20 vezes mais dinheiro para tentar impressionar o público. “Quem precisa de dinheiro quando você tem consciência?”, questionou a publicação ao destacar que a cerimônia brasileira focou em temas sustentáveis, como aquecimento global e reflorestamento. Ainda segundo a jornalista norte-americana Christine Brennan, que assinou o texto, a cerimônia focada em responsabilidade social foi “uma das mais belas” que ela já viu dentre as 17 edições olímpicas em que trabalhou. O também americano The New York Times aproveitou o momento em que Jorge Ben Jor interpretava “País Tropical” para apontar: “Você vê que as fantasias e o cenário não são tão luxuosos como os de outras cerimônias, mas isto realmente não importa quando você tem uma energia como esta.” O jornal inglês The Guardian destacou que a abertura foi “um interessante contraste com as últimas duas cerimônias de abertura”. “O tema de Pequim 2008 foi a China é grande, o de Londres 2012 foi a Grã-Bretanha FOI grande. O tema de hoje? É melhor nós começarmos a fazer algo sobre o meio-ambiente ou talvez não tenhamos muitas Olimpíadas para celebrar no futuro”. Também dos Estados Unidos, o jornal Boston Globe afirmou: “Se você estava em dúvida sobre assistir à cerimônia de abertura, vale a pena! Uma apresentação visualmente deslumbrante.” O espanhol El País avaliou que cerimônia foi “um êxito para o Brasil”, que “deixou de lado as diversas crises que vive o país”. Apesar de toda a tensão, “durante mais de três horas, o Brasil se deu um respiro”. “A crise política e a recessão econômica ficaram de fora no Maracanã”, afirma a análise. “Houve orgulho, muito orgulho por parte de um país que tem tido poucos motivos para isso nos últimos meses”. Outro inglês, o Telegraph opinou: “É como se alguém tivesse apertado o botão e ligado as pessoas. De repente, tudo é esplêndido.” “Espetacular, espetacular, espetacular”, repetiu várias vezes o chileno La Tercera. Mas talvez a melhor análise tenha sido de uma publicação voltada à cobertura cinematográfica. A revista The Hollywood Reporter fez uma crítica consagradora, centrada no trabalho de Fernando Meirelles, contrapondo a tecnologia de última geração utilizada nas duas últimas olimpíadas com o que classificou de “uma abertura análoga refrescante, definida pela rica humanidade, calor exuberante e espírito de resiliência infatigável” dos brasileiros. O texto lembrou que a palavra chave do espetáculo foi “gambiarra”, a capacidade de “fazer algo especial com poucos recursos”. “A abertura do Rio foi uma demonstração emocionalmente impactante dessa capacidade, cujo espírito tem mais a ver com o prazer coletivo e a sensação de triunfo que costuma ser mais associada às cerimônias de encerramento. Energia juvenil, otimismo e inclusão social baniu o cinismo, a corrupção e a ansiedade desses tempos tão divisivos. Foi algo de grande beleza para se testemunhar”. A recepção do público para a delegação dos refugiados, que só tiveram menos aplausos que a delegação nacional, também foi saudada. “Como um reflexo do nossa brutalmente dividido mundo contemporâneo, o momento falou volumes e foi profundamente comovente”. O jornalista da revista, David Rooney, ainda elogiou o repertório musical e o cenário, que evocava favelas. “Ao reconhecer que a pobreza é uma parte inegável do tecido social da cidade, Meirelles fez desta uma abertura para toda a população, ricos e pobres. As vozes sedutoras da estrela contemporânea Anitta ladeada pelos adorados veteranos Gilberto Gil e Caetano Veloso também ajudaram a abranger gerações”. E citando o tema do reflorestamento, elogiou: “É impossível não concluir que o Brasil, pelo menos por esta noite, conseguiu superar os problemas do mundo. Agora, o que eles vão fazer como ato de encerramento?” Além de Meirelles, o espetáculo também foi assinado pelos diretores Andrucha Waddington (“Os Penetras”) e Daniela Thomas (“Insolação”), e a coreógrafa Deborah Colker (“Veja Esta Canção”).

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  • Filme

    Falta de graça de Caça-Fantasmas não é culpa das mulheres

    30 de julho de 2016 /

    Curioso como um dos filmes mais controversos do ano seja justamente uma comédia boba e inofensiva como “Caça-Fantasmas” (2016), de Paul Feig. Tudo pela “polêmica” em torno da substituição de homens (dos filmes originais de Ivan Reitman) por mulheres e uma vontade da parte de seus realizadores de provocar um pouco, mostrando uma inversão de papéis, que acabou repercutindo numa sociedade ainda machista, que não aceita bem a mulher em lugares de destaque. Quem se incomodou com isso, encontrou o alvo errado para reclamar do filme. Na verdade, o melhor de “Caça-Fantasmas” é justamente ver quatro boas comediantes em ação. Paul Feig ainda não conseguiu superar o seu melhor trabalho, o divertidíssimo “Missão Madrinha de Casamento” (2011), que também contava com a presença de Kristen Wiig e Melissa McCarthy, mas chega a seu melhor grupo feminino desde aquele sucesso. Apesar das duas atrizes mais famosas, quem rouba a cena é a menos conhecida Kate McKinnon, comediante do programa “Saturday Nigh Live”, que surge mais que pronta para o seu close-up. Desde seu primeiro momento em cena, ela ofusca com sua beleza, charme, sensualidade, e além de tudo capacidade de ser engraçada. Dá para dizer que ela é o melhor motivo para se ver o filme. Kate chega a ofuscar Kristen Wiig, que ficou um pouco apagada em seu papel. Entretanto, sua personagem é quem conduz a história, como uma cientista e professora universitária que, anos atrás escreveu um livro supostamente científico sobre fantasmas. O que ela não sabia era que a coautora do livro (McCarthy) havia disponibilizado novamente a obra e ainda estava desenvolvendo um trabalho de captura de fantasmas junto com uma nova parceira (McKinnon). Daí o motivo para as três de encontrarem. Leslie Jones, a quarta caça-fantasma, também vinda do “SNL”, tem uma participação mais forçada e estereotipada, como uma negra iletrada da classe baixa. No mais, o filme ainda conta com uma boa participação de Chris Hemsworth (“Thor”) como o secretário das Caça-Fantasmas, em outra inversão de valores. Sai o estereótipo da loura burra e entra o estereótipo do sujeito bonito e malhado que não tem muita coisa na cabeça, e que serve mais para encantar a personagem de Kristen Wiig. Já o gancho para elas entrarem em ação é uma mansão famosa de Nova York, que estaria assombrada, dando-lhes a chance de oferecer seus serviços e finalmente ver o primeiro fantasma. Os efeitos visuais dos fantasmas são dignos de destaque, principalmente se o espectador optar em ver o filme em IMAX 3D, com efeitos que ultrapassam o quadro, entre outras surpresinhas bem-vindas, especialmente no final. Mas, passadas as apresentações, chega a hora da trama envolver o público e das piadas fazerem rir. E nada disso acontece. O problema do filme é que possui uma estrutura bastante viciada de narrativa, com um clímax que é tão aborrecido quanto o da maioria dos filmes de fantasia, culminando numa luta contra uma horda de fantasmas em Nova York, como se fosse um ataque terrorista ou invasão alienígena. Não há graça nem novidade nenhuma nisso.

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    Caça-Fantasmas: Duas cenas destacam o bom visual e as piadas fracas do remake

    9 de julho de 2016 /

    “Caça-Fantasmas” pode não ter boas piadas, mas os efeitos e o visual do time são bem feitos, como demonstram duas novas cenas do remake, divulgadas pela Sony Pictures. As prévias, claro, reforçam tanto a parte positiva quanto a negativa da produção, que rendeu o trailer mais odiado da história do YouTube. Com direção de Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), o novo “Caça-Fantasmas” é estrelado por Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), além de Chris Hemsworth (“Thor”) como o loiro burro gostoso da recepção. Isso mesmo. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Caça-Fantasmas: Personagens da versão feminina ganham vídeos legendados

    9 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo pôster e a versão legenda dos vídeos que apresentam as personagens da versão feminina de “Caça-Fantasmas”, vividas por Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), além de um featurette dedicado ao ecto-carro. Acompanhados por comentários do elenco e do diretor Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), os vídeos também são repletos de cenas inéditas, numa esforço para engajar o público. O estúdio terá mesmo que distender seus músculos de marketing, após a forte reação negativa gerada pelo primeiro trailer, que se tornou um dos vídeos mais odiados do YouTube em todos os tempos. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Caça-Fantasmas: Banda Fall Out Boys divulga o “remake” do tema original, que tocará no filme

    24 de junho de 2016 /

    A banda Fall Out Boys divulgou no YouTube sua versão para “Ghostbusters”, que será o tema do novo filme das “Caça-Fantasmas”. A música tem participação da rapper Missy Elliott e soa bastante séria, ao contrário da gravação original de Ray Parker Jr., que foi indicada ao Oscar em 1985. Compare as duas versões abaixo. A diferença, por sinal, parece ser a mesma em todo o tom do material de divulgação, incluindo as prévias, que trazem fantasmas mais assustadores e piadas menos engraçadas. A comparação entre as duas versões tem sido negativa para o reboot do diretor Paul Feig (“A Espiã que Sabia de Menos”), cujo trailer se tornou um dos vídeos mais odiados do YouTube. Questionado sobre a enorme recepção negativa ao longa, o presidente da Sony, Tom Rothman, declarou à imprensa americana: “É a melhor coisa que poderia ter acontecido. Você está brincando? Somos assunto nacional, muito obrigado. Manda mais haters disparando estupidez”. A estreia do novo “Caça-Fantasmas” está marcada para 14 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Caça-Fantasmas: Veja o novo trailer dublado

    24 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer dublado da versão feminina de “Os Caça-Fantasmas”. A prévia tem muitos efeitos e algumas piadas sexistas em torno do recepcionista bonitão, loiro e burro, vivido por Chris Hemsworth (“Thor”), além de trazer as novas protagonistas da franquia: Kristen Wiig (“Missão Madrinha de Casamento”), Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”). A direção é de Paul Feig (também de “A Espião que Sabia de Menos”) e a estreia está marcada para 14 de julho no Brasil.

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